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Paper 6 point

  1. 1. POINT Packet-Optical Integration Nodes for Next Generation Transport Networks Philippe P. S. Fanaro Victor H. Rossi
  2. 2. POINT • pacote >> ponto-a-ponto (para redes); • maior capacidade de rede com menores custos; • manutenção simplificada; • escalabilidade; • flexibilidade.
  3. 3. Nascimento do Problema • As redes ópticas possuem baixos custos e alta capacidade. • Mas são implementadas com WDM, que possuem: • Baixa flexibilidade e dinamicidade devido a: • WSS (Wavelength Selective Switches) • MEMS (Microelectromechanical System) • LCoS (Liquid Crystal on Silicon) • Tudo isso impede uma adaptabilidade da rede ao fluxo demandado. • Queremos uma rede que se adapte aos pacotes que recebe e otimize os caminhos dos pacotes.
  4. 4. Solução Proposta • DROADM + GMPLS; • DROADM: Digital Reconfigurable Optical Add/Drop Multiplexer; • GMPLS: Generalized Multi-layer Protocol for Dynamical Configuration.
  5. 5. Benefícios • Trabalhar com OEO: • Muito mais fácil de se tratar o sinal (BER e outros processos de asseguramento de qualidade do sinal são mais simples no domínio digital). • Também mais fácil do que as tecnologias analógicas ópticas.
  6. 6. Então por que não foi feito assim desde o início? • Essa arquitetura de rede óptica foi proposta na segunda metade dos anos 1990 devido à excelente flexibilidade e simplicidade, além de facilidade de gerenciamento. • Porém, só recentemente (2007) as tecnologias necessárias se tornaram disponíveis no mercado, especialmente: • Photonic Integrated Circuits (PICs) com 10 a 40 Gbps. • Silicon Photonics Transceivers com múltiplos canais paralelos, 4x10 Gbps e 12x10 Gbps.
  7. 7. Algoritmo Utilizado pelo GMPLS • 4 classes de serviço em hierarquia: • (1): High Priority (for signaling communication) (HT); • (2): Real-time services (RT); • (3): Non-real-time services (NRT); • (4): Best Effort (BE). • Arquitetura Híbrida: • Um PCE centralizado para implementação de modificações no pro-tocolo e controle do fluxo geral (um meio de gerar flexibilidade). • PCEs em cada nó para para controle em tempo real dos paco-tes (garante a escalabili-dade).
  8. 8. Crítica • Apesar de ser um bom resumo do experimento, o artigo só comenta superficialmente as tecnologias, ou seja, temos de aceitar tudo o que é dito basicamente… • Provavelmente, seja eu o ignorante e o artigo tenha sido escrito para quem entende do assunto…
  9. 9. Dúvidas que surgiram… • Basicamente, tudo relacionado à implementação e detalhes dos circuitos e da rede (provavelmente aprenderemos os porquês em futuros cursos). • Não há problemas na digitalização dos sinais ópticos? Não seria necessária uma taxa de amostragem alta demais? • Slide 4: Fully Directionless? Fully Colorless?
  10. 10. Perguntas sobre o artigo • Segundo os autores, por que DROADM é melhor do que se trabalhar com redes completamente analógicas (usar WDM essencialmente)? • Por que a arquitetura proposta não fora usada no passado? • Como funciona a arquitetura híbrida proposta?

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