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Pedogênese de Planossolos em Topossequência no Agreste Pernambucano

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Pedogênese de Planossolos em Topossequência no Agreste Pernambucano

  1. 1. PEDOGÊNESE DE PLANOSSOLOS EM TOPOSSEQUÊNCIA Agreste Pernambucano
  2. 2. SEMINÁRIO DE PEDOLOGIA• Professor: Antônio Soares• Integrantes do Grupo: • Lucas Passos Trindade • Marco André Levy de Oliveira Menezes • Pedro Figueiredo Lucas • Phelipe Zaché Gonçalves • Vitor Santos da Costa
  3. 3. RECORTE ESPACIAL
  4. 4. AGRESTE PERNAMBUCANO• Localizado entre a Zona da Mata e o Sertão;• Compreendendo aproximadamente 5.743,2 km², que corresponde a 5,78 % do total da área do Estado;• Atividades Econômicas predominantes do Setor Primário: cultivo de lavouras como milho, feijão, mandioca e pecuária leiteira;• A temperatura média anual varia de 22 a 24 °C;• Índices Pluviométricos variando entre 600 e 800 milímetros por ano;• Dividida em 6 microrregiões: Vale do Ipanema, Vale do Ipojuca, Alto Capibaribe, Médio Capibaribe, Garanhuns e Brejo Pernambucano.
  5. 5. PALAVRAS CHAVE• Horizonte B Textural: formado por acúmulo de argila iluvial;• Horizonte B Plânico: tipo de B Textural abrupto, sem iluviação;• Pedogênese: Processo em que o solo é formado;• Planossolos: é a classe que compreende solos minerais imperfeitamente ou mal drenados, com horizonte superficial ou subsuperficial eluvial, que apresenta contraste textural abrupto com o horizonte B plânico, imediatamente subjacente, adensado, geralmente com acentuada concentração de argila, permeabilidade lenta ou muito lenta.
  6. 6. PALAVRAS CHAVE• Topossequência: Quando os solos de uma região variam principalmente devido à topografia, ou seja, à posição no relevo (paisagem).
  7. 7. HIPÓTESE• A diferenciação textural desses solos se deva ao processo de formação e acumulação de argila in situ, no horizonte Bt, da própria rocha do local, associado à perda lateral de materiais mais finos do horizonte superficial;• Aspectos como dualidade ou retrabalhamento do material de origem, natureza dos processos envolvidos na formação das marcantes diferenciações texturais e nas concentrações de Na e de sais, bem como o entendimento das associações com outros solos, especialmente Neossolos Regolíticos (bem típicas do Agreste Nordestino), são pontos importantes a serem esclarecidos.
  8. 8. METODOLOGIA
  9. 9. METODOLOGIA• Foram abertas três trincheiras numa topossequência para descrição macromorfológica dos perfis e coletas de amostras de solos classificados, em área localizada no sítio Ipueiras, que fica no município de São Caetano;
  10. 10. METODOLOGIA• Especificamente, no local de coleta dos perfis de solos, o substrato geológico é biotita gnaisse. Os três perfis ocuparam diferentes posições na topossequência em uma encosta longa de 1 km.
  11. 11. METODOLOGIA• Foram determinadas: Composição Densidade do Solo Granulométrica (método do torrão (método do parafinado) densímetro) Densidade de Calculada a Partículas (balão Porosidade Total volumétrico)
  12. 12. METODOLOGIA Análises do PH feitas em: Água Al+³ Ca+² Na+ Mg+² K+
  13. 13. RESULTADOS OBTIDOS
  14. 14. CARACTERÍSTICAS FÍSICAS No geral: pouca variação entre os três perfis; As diferenças de profundidade, cor, textura, estrutura, consistência e densidades, comumente associadas ao condicionamento imposto pelo posicionamento dos solos no relevo, são bastante parecidas.
  15. 15. CARACTERÍSTICAS QUÍMICAS• No geral: trata-se de solos com reação moderadamente ácida nos horizontes superficiais e moderadamente alcalina a fortemente alcalina nos horizontes subsuperficiais;• Consideráveis teores de sais são registrados nos três perfis, por meio da condutividade elétrica do extrato de saturação, aumentando na direção das partes mais baixas do relevo;• Verifica-se, pelas características químicas gerais, que as maiores distinções entre os três perfis estão relacionadas às concentrações de sais prontamente solúveis e aos níveis de Na no complexo sortivo dos horizontes mais profundos;• Outros Fatores: Clima e Material de Origem.
  16. 16. CARACTERÍSTICAS MINERALÓGICAS Fração Grosseira A mineralogia da fração silte dos A mineralogia da fração argila A mineralogia das frações três perfis dos três perfis maiores que o silte indica estudados, determinada por estudados, também determinadagrande homogeneidade nos três difratometria de raios X, é pouco por difratometria de raios X, é perfis. variável. bastante semelhante
  17. 17. CARACTERÍSTICAS MINERALÓGICAS Os três perfis apresentaram Nos horizontes Ap, a organização dos características micromorfológicas constituintes matriciais caracterizou-se semelhantes entre os horizontes por uma distribuição das frações homólogos. grosseiras (areia e cascalho) ao acaso. MICROMORFOLOGIA A organização dos constituintes Os horizontes Bt mostraram-se mais matriciais apresentou os grãos do adensados, com maior quantidade de esqueleto completamente embebidos emargila e diminuição da macroporosidade. um plasma mais claro e homogêneo que o dos horizontes superficiais.
  18. 18. CARACTERÍSTICAS MINERALÓGICAS
  19. 19. CARACTERÍSTICAS MINERALÓGICAS
  20. 20. CARACTERÍSTICAS MINERALÓGICAS
  21. 21. CARACTERÍSTICAS MINERALÓGICAS
  22. 22. CONSIDERAÇÕES FINAIS• Os três perfis apresentaram durante o processo evolutivo perdas totais pouco divergentes;• Os materiais de origem dos três perfis estudados foram considerados autóctones;• A mineralogia dos três perfis apresentou-se bastante similar em termos qualitativos, semiquantitativos e no grau de intemperização dos minerais;• De maneira geral, o posicionamento no relevo promoveu poucas diferenciações entre os três perfis;• De acordo com a micromorfologia, as principais pedofeições observadas estão relacionadas ao intemperismo dos minerais primários, notadamente a biotita.
  23. 23. REFERÊNCIAS• PARAHYBA, R.B.V. Pedogênese de Planossolos em Topossequência do Agreste Pernambucano. 2010. 10 págs.• Manual Técnico de Pedologia. Disponível em: <http://www.ibge.gov.br/home/geociencias/recursosnaturais/sistematizacao/manual_pedol ogia.shtm>• Dicionário Livre de Geociências. Disponível em: <http://www.dicionario.pro.br/>

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