Sexualidade1

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Sexualidade1

  1. 1. SEXUALIDADE Trabalho elaborado por: Joana Mateus Nº4 Rafaela Pinto Nº15 8ºA
  2. 2. “ A sexualidade é uma energia que nos motiva a procurar amor, contacto, ternura e intimidade, que se integra no modo como nos sentimos, movemos, tocamos e somos tocados, é ser-se sensual e ao mesmo tempo sexual; ela influencia pensamentos, sentimentos, acções e interacções e, por isso, influencia também a nossa saúde física e mental”.
  3. 3. Temas a Abordar <ul><li>Componentes da Sexualidade </li></ul><ul><ul><li>Biológica </li></ul></ul><ul><ul><li>Psico-Afectiva </li></ul></ul><ul><li>Métodos Contraceptivos </li></ul><ul><ul><li>Preservativo </li></ul></ul><ul><ul><li>Pílula </li></ul></ul><ul><li>Doenças Sexualmente Transmissíveis </li></ul>
  4. 4. COMPONENTES DA SEXUALIDADE                                                                                                                                                                    
  5. 5. A nossa SEXUALIDADE engloba... <ul><li>O nosso corpo e o seu funcionamento; </li></ul><ul><li>A nossa identidade sexual; </li></ul><ul><li>As nossas orientações sexuais: homossexualidade, heterossexualidade ou bissexualidade; </li></ul><ul><li>Os nossos valores sobre a vida, o amor e as pessoas que passam pelas nossas vidas; </li></ul><ul><li>Responsabilidade. </li></ul>                                                      
  6. 6. <ul><li>O nosso corpo e o seu funcionamento; </li></ul><ul><li>A nossa identidade sexual; </li></ul><ul><li>As nossas orientações sexuais: homossexualidade, heterossexualidade ou bissexualidade; </li></ul><ul><li>Os nossos valores sobre a vida, o amor e as pessoas que passam pelas nossas vidas; </li></ul><ul><li>Responsabilidade. </li></ul>A nossa SEXUALIDADE engloba...
  7. 7. O nosso corpo...
  8. 8. Órgãos Sexuais Internos Femininos 1. Vagina 2. Ovário 3. Endométrio 4. Útero 5. Trompa de Falópio
  9. 9. Órgãos Sexuais Masculinos 1. Corpo Cavernoso 2. Corpo Esponjoso 3. Pénis 4. Uretra 5. Epidídimo 6. Glande 7. Testículo 8. Vesículas Seminais 9. Próstata 10. Bexiga
  10. 10. Um Projecto de Vida Sexualidade...
  11. 11. PROJECTO DE VIDA <ul><li>Desenvolvimento pessoal de um quadro de valores; </li></ul><ul><li>Escolha de um curso ou ocupação profissional; </li></ul><ul><li>Vivência da sexualidade </li></ul><ul><ul><ul><li>Construção da identidade sexual </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Escolha de um parceiro(a) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Responsabilidade Sexual </li></ul></ul></ul>
  12. 12. IDENTIDADE SEXUAL <ul><li>Identidade de Género </li></ul><ul><ul><li>Feminino </li></ul></ul><ul><ul><li>Masculino </li></ul></ul><ul><li>Papel de Género </li></ul><ul><li>Orientação Sexual </li></ul><ul><ul><li>Homossexualidade </li></ul></ul><ul><ul><li>Heterossexualidade </li></ul></ul><ul><ul><li>Bissexualidade </li></ul></ul>
  13. 13. RESPONSABILIDADE SEXUAL <ul><li>Saber respeitar os meus sentimentos e o meu corpo; </li></ul><ul><li>Saber respeitar os sentimentos e o corpo do outro; </li></ul><ul><li>Pensar e tomar providências quanto à possibilidade de gravidez e Doenças Sexualmente Transmissíveis (DTS); </li></ul><ul><li>Implica ter ideias claras sobre o que a tua relação significa para ti e para o(a) teu(tua) parceiro(a), e o que pretendem os dois com essa relação; </li></ul><ul><li>É aceitar a complexidade e especificidade de cada um; </li></ul><ul><li>É ver a comunicação do casal como um aspecto essencial da relação. </li></ul>
  14. 14. Iniciar a vida sexual é uma escolha, individual... Ser responsável implica tomar decisões... E porque somos diferentes tomamos decisões diferentes...
  15. 15. Toda a gente faz! Tu decides! NÃO!
  16. 16. “ Os relacionamentos constituem oportunidades de reflectir, aprender, reconhecer o valor dos afectos e preparar os jovens para projectos futuros de vida conjugal.” (Rosa, 2001)
  17. 17. PLANEAMENTO FAMILIAR
  18. 18. PLANEAMENTO FAMILIAR “ É uma certa maneira de pensar e viver, aceite pelos indivíduos e casais, com conhecimento das atitudes e decisões tomadas, a fim de promover a saúde e o bem-estar ...” Organização Mundial de Saúde
  19. 19. O PLANEAMENTO FAMILIAR AJUDA O CASAL A: <ul><li>Prevenir uma gravidez não desejada o que permite a vivência da sexualidade de uma forma gratificante </li></ul><ul><li>Prevenir as Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST’s) como a Sida e a Hepatite B </li></ul><ul><li>Escolher o método contraceptivo eficaz e mais adequado para o casal </li></ul><ul><li>Ter acesso a exames de rastreio </li></ul>
  20. 20. Planeamento Familiar implica ... ... Responsabilidade Sexual!
  21. 21. POR ISSO: Quando decidires iniciar a tua vida sexual é altura de escolheres um método contraceptivo !
  22. 22. MÉTODOS CONTRACEPTIVOS
  23. 23. MÉTODOS CONTRACEPTIVOS Contracepção : prevenção voluntária da concepção GRAVIDEZ
  24. 24. MÉTODOS CONTRACEPTIVOS <ul><li>Hormonal </li></ul><ul><ul><li>Oral </li></ul></ul><ul><ul><li>Injectável </li></ul></ul><ul><ul><li>Implante </li></ul></ul><ul><ul><li>Adesivo transdérmico </li></ul></ul><ul><ul><li>Anel vaginal </li></ul></ul><ul><li>Barreira </li></ul><ul><ul><li>Preservativo </li></ul></ul><ul><ul><li>Diafragma </li></ul></ul><ul><ul><li>DIU </li></ul></ul><ul><li>Natura l </li></ul><ul><ul><li>Coito interrompido </li></ul></ul><ul><ul><li>Método do calendário </li></ul></ul><ul><ul><li>Método da temperatura </li></ul></ul><ul><ul><li>Método de Billings (muco) </li></ul></ul><ul><li>Definitivos </li></ul><ul><ul><li>Laqueação </li></ul></ul><ul><ul><li>vasectomia </li></ul></ul>
  25. 25. Comprimido de composição hormonal que impede a gravidez EFICÁCIA: 99,9 % PÍLULA
  26. 26. PÍLULA <ul><li>Mecanismo de acção: </li></ul><ul><li>Inibição da ovulação </li></ul><ul><li>Atrofia endometrial </li></ul><ul><li>Espessamento do muco vaginal </li></ul>
  27. 27. PÍLULA <ul><li>Vantagens: </li></ul><ul><li>Elevada eficácia contraceptiva </li></ul><ul><li>Regulariza o ciclo menstrual </li></ul><ul><li>Atenua as dores menstruais </li></ul><ul><li>Reduz o risco de cancro do ovário, do endométrio e da mama </li></ul><ul><li>Reduz o acne </li></ul><ul><li>Fácil de usar e barato </li></ul><ul><li>Não interfere com o acto sexual </li></ul>
  28. 28. PÍLULA <ul><li>Desvantagens: </li></ul><ul><li>Exige o empenho da mulher para a toma diária da pílula </li></ul><ul><li>Não protege contra as DST’s </li></ul><ul><li>Aumento da tensão e sensibilidade mamária </li></ul>
  29. 29. PÍLULA <ul><li>Como tomar? </li></ul><ul><li>1.º dia da menstruação </li></ul><ul><li>Diariamente e à mesma hora </li></ul><ul><li>21 comprimidos </li></ul><ul><li>7 dias de pausa (quando ocorre o período) </li></ul><ul><li>Recomeço de nova embalagem </li></ul>
  30. 30. PÍLULA - precauções <ul><li>No caso de um esquecimento: </li></ul><ul><li>Até às 12 horas após a hora da toma normal deve-se tomar a pílula correspondente a esse dia; </li></ul><ul><li>Quando o esquecimento for além das 12 horas , deixar o comprimido que foi esquecido e continuar a toma da pílula, usando durante 7 dias outro método associado (preservativo). </li></ul>
  31. 31. PÍLULA - precauções <ul><li>Usar outro método associado ainda nos casos de: </li></ul><ul><li>Terapia com certos antibióticos </li></ul><ul><li>Vómitos </li></ul><ul><li>Diarreia </li></ul>
  32. 32. PÍLULA <ul><li>Não tomar em caso de: </li></ul><ul><li>Tabagismo </li></ul><ul><li>Gravidez/ suspeita de gravidez </li></ul><ul><li>Varizes </li></ul><ul><li>Hipertensão </li></ul><ul><li>Diabetes </li></ul><ul><li>Cancro </li></ul><ul><li>Epilepsia </li></ul>
  33. 33. <ul><li>Contracepção de Emergência como actua? </li></ul><ul><li>Bloqueia a ovulação </li></ul><ul><li>Altera o muco cervical </li></ul><ul><li>Altera o endométrio </li></ul>PÍLULA DO DIA SEGUINTE
  34. 34. <ul><li>Quando se deve utilizar: </li></ul><ul><li>Quando se rompe um preservativo </li></ul><ul><li>Quando se esquece da pílula </li></ul><ul><li>Em caso de violação </li></ul><ul><li>Ou em qualquer outra situação de relação sexual não protegida </li></ul>PÍLULA DO DIA SEGUINTE
  35. 35. <ul><li>A pílula do dia seguinte não deve ser utilizada repetidamente </li></ul><ul><li>A pílula do dia seguinte não é um método abortivo </li></ul>PÍLULA DO DIA SEGUINTE Atenção!
  36. 37. PRESERVATIVO EFICÁCIA: 97%
  37. 38. PRESERVATIVO <ul><li>Evita a gravidez </li></ul><ul><li>Protege das DST’s (mas não é 100% seguro) </li></ul>
  38. 39. PRESERVATIVO Masculino: Adapta-se ao pénis erecto antes de qualquer contacto genital. Introduzem-se na vagina antes de qualquer contacto genital. Feminino:
  39. 40. <ul><li>Vantagens: </li></ul><ul><li>Protege contra as DSTs e respectivas consequências </li></ul><ul><li>Não necessita de supervisão médica </li></ul><ul><li>Fomenta o envolvimento masculino na contracepção e na prevenção das DSTs </li></ul><ul><li>Pode contribuir para minimizar situações de ejaculação prematura </li></ul><ul><li>Fácil de utilizar e não necessita de receita medica </li></ul>Preservativo masculino
  40. 41. <ul><li>Desvantagens: </li></ul><ul><li>Embora raramente, em alguns indivíduos pode haver reacções alérgicas, ligadas ao látex ou ao lubrificante </li></ul><ul><li>Se não for usado correctamente, pode rasgar durante o coito ou ficar retido na vagina </li></ul><ul><li>Pode causar algum incómodo antes do acto sexual </li></ul>Preservativo masculino
  41. 42. Mecanismo de acção: Impossibilita que o espermatozóide penetre no ovulo impedindo assim a fecundação. Preservativo masculino
  42. 43. COMO COLOCAR O PRESERVATIVO?
  43. 44. A partir do momento que inicias a vida sexual: Trá-lo sempre contigo
  44. 45. Abre a embalagem com cuidado
  45. 46. Retira o ar do reservatório
  46. 47. Apertando o reservatório, coloca-o no pénis em erecção ANTES de qualquer contacto
  47. 48. Desenrola-o até à base do pénis
  48. 49. Logo após a ejaculação retira-o segurando-o pela base
  49. 50. Dá-lhe um nó e coloca-o no lixo
  50. 51. Preservativos lubrificados são mais confortáveis e eficientes. Prefere os que têm Espermicidas.
  51. 52. Não uses cremes, óleos ou vaselina juntamente com o preservativo
  52. 53. PRESERVATIVO MASCULINO <ul><li>Cuidados a ter: </li></ul><ul><li>Verifica sempre a data de validade impressa na embalagem do preservativo. No caso de estar fora de prazo ou de a embalagem estar danificada, não utilizes esse preservativo </li></ul><ul><li>Não abrir a embalagem com objectos cortantes </li></ul><ul><li>Nunca deves usar um preservativo mais do que uma vez </li></ul><ul><li>Conservar a embalagem em lugar fresco e sem contacto directo com o sol ou com temperaturas mais elevadas </li></ul><ul><li>Guardar o preservativo em local adequado </li></ul>
  53. 54. MUITO IMPORTANTE! COITO INTERROMPIDO Interrupção do coito (penetração) antes da ejaculação NÃO É CONSIDERADO UM MÉTODO CONTRACEPTIVO!
  54. 55. Sê Responsável... Protege-te... Porque mais vale prevenir do que remediar!
  55. 56. DST’s São infecções contraídas através do acto sexual, com pessoas infectadas, seja ele vaginal, oral ou anal, e geralmente manifestam-se nos órgãos sexuais. DST... ... O que é??
  56. 57. Causadoras de epidemias mais ou menos graves, de um número crescente de mortes e de problemas como a infertilidade, a gravidez ectópica (fora do útero), as malformações fetais ou as infecções neonatais, para além dos problemas específicos decorrentes das próprias doenças (Administração Regional de Saúde do Centro, 2003)
  57. 58. <ul><li>Fluidos corporais (sangue, esperma, secreções vaginais); </li></ul><ul><li>Através da partilha de seringas e agulhas (infectadas); </li></ul><ul><li>De mãe infectada para filho, durante a gravidez, o parto ou até durante a amamentação (ex. SIDA). </li></ul>Podem transmitir-se por:
  58. 59. NÃO se transmitem por: Beijo no rosto Espirro Tosse Aperto de mão
  59. 60. <ul><li>Práticas sexuais de alto risco, em particular a relação anal e oral; </li></ul><ul><li>Contactos sexuais ocasionais; </li></ul><ul><li>Relações sexuais sem uso de preservativo; </li></ul><ul><li>Contactos sexuais com vários </li></ul><ul><li>parceiros ou com alguém que os tenha. </li></ul>Factores que aumentam o risco de transmissão das DST’s:
  60. 61. Um atraso no diagnóstico e tratamento é perigoso. O risco de complicações e de transmissão aumentam com o passar do tempo. As DST’s podem progredir sem sintomas
  61. 62. A infecção por uma DST sugere também a possibilidade de uma infecção por outros organismos. Quando uma DST é indentificada, a avaliação diagnóstica para outras doenças deve ser realizada. Possibilidade de infecção por HIV, deve ser investigada SEMPRE que for diagnosticada uma DST.
  62. 63. <ul><li>Sinais e Sintomas: </li></ul><ul><li>Corrimento ureteral (saída de líquido viscoso pela uretra, geralmente purulento; pode estar associado a ardor durante/após a ); </li></ul><ul><li>Corrimento vaginal (líquido viscoso, de odor característico; pode ser acompanhado de ardor ou – dor durante a relação sexual); </li></ul><ul><li>Lesões genitais (pequenas feridas, úlceras ou verrugas que surgem na região genital; /dolorosas). </li></ul>
  63. 64. E se não forem tratadas? <ul><li>Podem ser transmitidas ao parceiro sexual. </li></ul><ul><li>As mães infectadas podem transmiti-las aos seus filhos. </li></ul><ul><li>Podem alastrar-se, até aos órgãos reprodutores o que pode causar infertilidade tanto no homem como na mulher. </li></ul>
  64. 65. DST's causadas por Bactérias Gonorreia Clamídia Sífilis Úlcera mole Venérea Vírus SIDA Verrugas genitais Hepatite B Herpes Genitais Parasitas Pediculose Pública (chatos) Escabiose (Sarna) Tricomoníase Urogenital
  65. 66. Gonorreia <ul><li>No homem </li></ul>Surge normalmente três dias após a relação sexual infectante. Manifesta-se por ardor ao urinar, corrimento amarelado ou pus no canal urinário, por vezes com cheiro fétido. <ul><li>Na Mulher </li></ul>Na mulher, a infecção por gonococo localiza-se habitualmente no colo do útero e pode não provocar sintomas.
  66. 67. Clamídia <ul><li>No homem </li></ul>Aparece corrimento uretral escasso, ardor mais ou menos intenso ao urinar, sintomas estes mais frequentes. <ul><li>Na mulher </li></ul>Na grande maioria dos casos, a infecção não produz sintomas, podendo ocasionar corrimento ligeiro
  67. 68. Sífilis Acompanha-se de um aumento dos gânglios linfáticos regionais (ínguas), que se tornam duros e geralmente não dolorosos. Na mulher, esta ferida ou ulceração pode localizar-se na vagina ou no colo do útero e, por isso, não é apercebida. Algumas semanas depois, mesmo sem tratamento, as feridas cicatrizam, mas a infecção continua no organismo. Semanas ou meses depois, aparecem manchas no corpo, que caracteristicamente atingem as palmas das mãos e plantas dos pés.
  68. 69. Úlcera mole venérea Manifesta-se por uma ou mais feridas com pus nos órgãos genitais, cerca de uma semana após o contacto infectante. São geralmente bastante dolorosas e acompanham-se de tumefacção dos gânglios regionais
  69. 70. SIDA <ul><li>O vírus pode permanecer adormecido sem produzir sintomas, durante muito tempo. </li></ul><ul><li>A partir do momento que uma pessoa é infectado com o VIH, torna-se seropositivo e pode infectar outros. A pessoa pode ter o vírus muitos anos e nunca desenvolver sintomas. </li></ul><ul><li>O VIH encontra-se no sangue, sémen e fluídos vaginais das pessoas infectadas </li></ul><ul><li>Só através de análises ao sangue, efectuada 3 meses após o acto de risco, se pode saber se estamos ou não infectados. </li></ul>
  70. 71. Condiloma Aparecem como pequenas lesões salientes na pele, às vezes semelhantes aos &quot;cravos&quot; das mãos. <ul><li>No homem </li></ul><ul><li>Na mulher </li></ul>As verrugas localizam-se no pénis e/ou à volta do ânus. Podem surgir à volta do ânus, na vulva, na vagina ou no colo do útero.
  71. 72. Hepatite B Doença que ataca o fígado. <ul><li>Pode ser transmitido através: </li></ul><ul><li>Sangue </li></ul><ul><li>Saliva </li></ul><ul><li>Suor </li></ul><ul><li>Corrimento vaginal </li></ul><ul><li>Esperma </li></ul><ul><li>Partilha de agulhas/seringas </li></ul><ul><li>Mãe para filho </li></ul>
  72. 73. Sinais e Sintomas: <ul><li>Quando presentes, caracterizam-se por: </li></ul><ul><li>Cansaço; </li></ul><ul><li>Náuseas; </li></ul><ul><li>Dores; </li></ul><ul><li>Icterícia (pele e olhos amarelos e urina muito escura). </li></ul>EXISTE vacina para PREVENÇÃO desta doença!
  73. 74. Herpes genital A doença manifesta-se pelo aparecimento na área genital de pequenas manchas avermelhadas, com sensação de queimadura, sobre as quais surgem pequenas bolhas ou vesículas que ao fim de alguns dias rompem, ocasionando feridas que se cobrem de crostas.
  74. 75. <ul><li>Está frequentemente associada a falta de higiene e o seu contágio pode ser por contacto sexual ou através da roupa. </li></ul><ul><li>Provocam irritação e prurido, pigmentação cutânea, pequenas pápulas rosadas e lesões secundárias às arranhadelas. </li></ul>Pediculose púbica
  75. 76. <ul><li>Os sintomas aparecem cerca de três semanas depois do contágio e as lesões localizam-se preferencialmente nas mãos, punhos, à volta dos mamilos, nos genitais e nádegas. </li></ul>Escabiose
  76. 77. Trícomoniase urogenital As infecções por Tricomonas manifestam-se, nas mulheres, por um corrimento amarelado, por vezes de cheiro fétido, acompanhado de prurido intenso e ardor da vulva. Nos homens estas infecções são na maioria dos casos assintomáticas, podendo haver ligeiro corrimento da uretra, por vezes com prurido.
  77. 78. Prevenção das DST’s Mudança de comportamentos e responsabilidade <ul><li>Evitar sexo com muitos parceiros sexuais; </li></ul><ul><li>Não são aconselhados actos sexuais violentos; </li></ul><ul><li>Usar sempre o preservativo (que apesar de não ser 100% eficaz, é o método mais seguro); </li></ul><ul><li>Relações sexuais com parceiros dos quais não se conhece o passado sexual, aumenta o risco de contrair uma infecção </li></ul>

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