Fratura cervical

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Fratura cervical
Traumatismo raquimedular

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  • Uma compressão axial (vertical) do crânio sobre o atlas força-o sobre o áxis, determinando a sua ruptura nos pontos mais fracos, que são os arcos anterior e posterior, com conseqüente afastamento das massas laterais, o que constitui a denominada fratura de Jefferson.
  • Tipo I: Frequentemente lesão acima do Lig. Transverso, por tracao do lig alar.
    Tipo II: base. Mais frequente e pior calcificação
    Tipo III: corpo.
  • tores de risco para a não consolidação destas fraturas são:
  • I- Fraturas sem desvio angular e com translação não maior do que 3 mm. O disco entre C2 e C3 é normal e estável.
    II- Fraturas com desvio tanto angular (<11mm) quanto translacional
    IIA- Fraturas com angulação acentuada, mas pouca ou nenhuma translação
    III- Fratura com desvios graves e com luxação uni ou bifacetária ao nível e C2 C3. 
  • Analisando o SLICS
    Qualquer fratura com lesao dos componentes psoteriores, cauda equina ou lesao medular incompleta e cirurgico
  • Fratura cervical

    1. 1. COLUNA CERVICAL
    2. 2. COLUNA CERVICAL
    3. 3. COLUNA CERVICAL
    4. 4. FRATURAS CONDILO OCCIPITAL CLASSIFICACAO ANDERSON E MONTESANO
    5. 5. FRATURAS CONDILO OCCIPITAL
    6. 6. NORONHA, Henrique Gomes et al . Fraturas do côndilo occipital: atualização da experiência em nosso serviço e revisão da literatura. Coluna/Columna, São Paulo , v. 12, n. 2, p. 157-159, 2013 . Available from <http://www.scielo.br/scielo.php? script=sci_arttext&pid=S1808-18512013000200014&lng=en&nrm=iso>. access on 24 Nov. 2015. http://dx.doi.org/10.1590/S1808- 18512013000200014. Colar tipo Philadelphia para casos classificados como do tipo I e II de Anderson e Montesano Imobilização mais rígida, como halo gesso ou gesso Minerva pra as fraturas classificadas como tipo III Tratamento cirúrgico: casos de instabilidade persistente. FRATURAS CONDILO OCCIPITAL
    7. 7. FRATURAS DO ATLAS
    8. 8. Fratura de Jefferson: massas laterais de C1 se afastam, rompendo o anel ósseo de C1. RX: massas laterais de C1 ultrapassem as bordas do corpo de C2.
    9. 9. Fratura de Jefferson: Frequentemente associada a fratura de C2. Não visualizada no Rx de perfil.
    10. 10. Fratura de Jefferson: Ruptura do ligamento transverso? Metodo de Spencer: Soma do deslocamento >7mm
    11. 11. Fratura de Jefferson: Estável Tração craniana com imobilização cervical por 3 – 4 meses
    12. 12. Fratura de Jefferson: Instavel
    13. 13. FRATURA DE ODONTOIDE
    14. 14. Fratura de processo odontóide: Flexão secundária a trauma violento. Tipo I: Frequentemente lesão acima do Lig. Transverso. Tipo II: base. Mais frequente e pior calcificação Tipo III: corpo.
    15. 15. Fratura de processo odontóide
    16. 16. Fratura de processo odontóide
    17. 17. Fratura de processo odontóide: Fatores de risco para a não consolidação idade maior de 50  Fratura cominutiva desvio posterior e grande afastamento dos fragmentos ósseos (maior do que 5 mm) Angulação maior do que 10 graus.
    18. 18. Fratura do enforcado: fratura dos elementos posteriores do corpo de C2, geralmente associada a deslocamento anterior do corpo de C2 sobre C3. Elementos posteriores fraturados e deslocados para baixo. Linha espinolaminal interrompida em C2. Fratura através dos elementos posteriores de C2. Espondilolistese traumatica de c2
    19. 19. Fratura do enforcado: Rx de perfil seriam diagnósticas em 95% dos casos.
    20. 20. Classificação de Levine e Edwards
    21. 21. Fratura explosiva: Potencial para causar lesão medular. Perda da altura do corpo vertebral. Aumento da distância interpedicular. TC: fratura cominutiva do corpo vertebral associada a fratura de elementos posteriores.
    22. 22. Fratura em flexão do tipo “em Lágrima”: Ruptura dos ligamentos posteriores associada à compressão anterior. Deslocamento da porção posterior do corpo vertebral Mergulho em águas rasas. Corpo de C7 em forma de cunha anteriormente, associado a discreto deslocamento da linha vertebral posterior em C7.
    23. 23. Fratura em flexão do tipo “em Lágrima”:
    24. 24. Lesões cervicais baixas C3-C7
    25. 25. Lesões cervicais baixas C3-C7
    26. 26. Lesões cervicais baixas C3-C7
    27. 27. Subaxial Cervical Spine Injury Classification (SLIC)

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