Craniotomia pterional

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  • Three pars of parasylvian inferior frontal gyrus must be distinguished: pars orbitalis (pOr) in relation to the orbital roof; pars triangularis (pT) the widest area of sylvian fissure (good place for start opening of sylvian fissure); pars opercularis (pOp) where Broca's Area is located.
  • decúbito dorsal horizontal,
    ombro em posição neutra,
    Cabeça e o pesco
    A cabeça deve ser fixada com suporte de três pontos (modelo Sugita ou Mayfield), e deve ser mantida acima do nível do átrio direito para facilitar o retorno venosoço ficando em suspenso após a retirada da cabeceira de apoio.
  • Os movimentos de posicionamento da cabeça são cinco, conforme a seqüência: tração, elevação, deflexão, rotação e torção.
    TED roda e torce
    Tricotomia e marcação
  • A marcação deve seguir um trajeto arciforme que se inicia na borda superior do arco zigomático imediante anterior ao tragus, e que deve se estender até a linha média do crânio na região frontal respeitando, sempre que possível, os limites de implantação do cabelo (Fig 1).
    O local da marcação anterior ao tragus não deve ser muito anterior para evitar a eventual secção da artéria temporal superficial, e do ramo frontal do nervo facial que se dispõe anteriormente a essa artéria.
  • preservar o ramo frontotemporal do nervo facial e reduzir as alterações estéticas pósoperatórias decorrentes da sua lesão
    Duas porcoes: Musculo temporal superficial e profundo
  • dissecação e o descolamento do músculo temporal são realizados em duas etapas
    secção transversal da porção superior do músculo temporal paralelamente e cerca de 1,5 cm inferiormente à linha temporal superior
    A segunda etapa consiste na realização do descolamento da fáscia muscular profunda do crânio que deve ser feito com o auxílio de uma rugina.
  • O objetivo da drilagem da asa menor do esfenóide, do teto da órbita e do que ainda resta da escama temporal é que seja obtido um aplainamento ósseo que facilite o acesso basal com mínima retração cerebral, o que será posteriormente muito otimizado com as aberturas cisternais e com a aspiração do líquido cérebroespinal.

    Durante a drilagem da asa menor do esfenoide, identificar o manguito dural com a arteria meningo orbitaria e coagular
  • Craniotomia pterional

    1. 1. CRANIOTOMIA PTERIONAL Modulo: Acessos Cirúrgicos Peterson Xavier da Silva R1 Neurocirurgia Hospital Federal do Andaraí
    2. 2. Sessão Clínica • Descrita por Yasargil1 em 1975 • Craniotomia fronto-têmporo-esfenoidal • Exposição do opérculo frontoparietal e viabiliza abertura de toda a fissura silviana e de todas as cisternas anteriores da base do encéfalo • Exposicao microcirúrgica das regiões anterior e posterior do polígono arterial de Willis, das regiões supra e paraselar, da fissura orbital superior, do osso esfenóide, do seio cavernoso, da órbita, do lobo temporal, do mesencéfalo e do lobo frontal
    3. 3. HPP Social Exames previos
    4. 4. Posicionamento da CRANIOTOMIA PTERIONAL
    5. 5. Subjetivo Hipóteses Conduta no HFA
    6. 6. Dissecação interfascial, secção e deslocamento do músculo temporal
    7. 7. 1)Linha temporal superior e a sutura fronto-zigomática do processo orbital externo 2)Porcao posterior da linha temporal posterior 3)Porcao escamosa do osso temporal
    8. 8. Trepanação e drilagem
    9. 9. Abertura da dura mater e colocacao campos.

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