26.01 Ambiente - Família - Lar 20 jan 2015

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26.01 Ambiente - Família - Lar 20 jan 2015

  1. 1. Estudos Dirigidos Ambiente – Família – Lar Vamos trazer alguns textos que abordam os temas: Ambiente, Família e sobre o Lar.
  2. 2. “O lar é o sagrado vértice(*) onde o homem e a mulher se encontram para o entendimento indispensável (duas linhas convergentes). É templo, onde as criaturas devem unir-se espiritual antes que corpo- ralmente. Há na Terra, agora, grande número de estudiosos das ques- tões sociais, que aventam várias medidas e clamam pela regeneração da vida doméstica. Alguns chegam a asseverar que a instituição da família humana está ameaçada. Importa considerar, entretanto, que, a rigor, o lar é conquista sublime que os homens vão realizando vaga- rosamente. “Onde, nas esferas do globo, o verdadeiro instituto doméstico, baseado na harmonia justa, com os direitos e deveres legitimamente partilhados? “Na maioria, os casais terrestres passam as horas sagradas do dia vivendo a indiferença ou o egoísmo feroz. Quando o marido permanece calmo, a mulher parece desesperada; quando a esposa se cala, humilde, o companheiro tiraniza. Nem a consorte se decide a animar o esposo, na linha horizontal de seus trabalhos temporais, nem o marido se resolve a segui-la no vôo divino de ternura e sentimento, rumo aos planos superiores da Criação. Dissimulam em sociedade e, na vida íntima, um faz viagens mentais de longa distância, quando o outro comenta o serviço que lhe seja peculiar.” Diz D. Laura: Capítulo 20 Noções de Lar CONTINUA(*) Vértice = ponto de encontro de duas ou mais retas. LAR
  3. 3. “Se a mulher fala nos filhinhos, o marido excursiona através dos negócios; se o companheiro examina qualquer dificuldade do trabalho, que lhe diz respeito, a mente da esposa volta ao gabinete da modista. É claro que, em tais circunstâncias, o ângulo divino não está devidamente traçado. Duas linhas divergentes tentam, em vão, formar o vértice sublime, a fim de construírem um degrau na escada grandiosa da vida eterna.” (André Luiz) Esses conceitos calavam-me fundo e, sumamente impressionado, observei: Capítulo 20 Noções de Lar – Senhora Laura, essas definições suscitam um mundo de pensa- mentos novos. Ah! se conhecêssemos tudo isso lá na Terra!... – Questão de experiência, meu amigo – replicou a nobre matrona –, o homem e a mulher aprenderão no sofrimento e na luta. Por enquanto, raros conhecem que o lar é instituição essencialmente divina e que se deve viver, dentro de suas portas, com todo o coração e com toda a alma. Enquanto as criaturas vulgares atravessam a florida região do noivado, procuram-se mobilizando os máximos recursos do espírito, e daí o dizer-se que todos os seres são belos quando estão verdadeiramente amando. O assunto mais trivial assume singular encanto nas palestras mais fúteis. O homem e a mulher comparecem aí, na integração de suas forças sublimes. Mas logo que recebem a bênção nupcial, a maioria atravessa os véus do desejo, e cai nos braços dos velhos monstros que tiranizam corações. CONTINUA LAR
  4. 4. “Não há concessões recíprocas. Não há tolerância e, por vezes, nem mes- mo fraternidade. E apaga-se a beleza luminosa do amor, quando os cônju- ges perdem a camaradagem e o gosto de conversar. Daí em diante, os mais educados respeitam-se; os mais rudes mal se suportam. Não se entendem. Perguntas e respostas são formuladas em vocábulos breves. Por mais que se unam os corpos, vivem as mentes se- paradas, operando em rumos opostos.” Capítulo 20 Noções de Lar Que tal refletir sobre esta conversa? FIM
  5. 5. Capítulo 20 Noções de Lar “(...) na fase atual evolutiva do planeta, existem na esfera carnal E Dona Laura ainda nos diz... FIM O maior número de casais humanos é constituído de verdadeiros forçados, sob algemas.” e esmagadora porcentagem de ligações de resgate. reduzidos matrimônios de almas irmãs ou afins, raríssimas uniões de almas gêmeas,
  6. 6. Vejam nesse trecho do livro o quanto a música faz a diferença em um ambiente de trabalho. E neste nosso caso, em “Nosso Lar”. – Essas músicas procedem das oficinas onde trabalham os habitantes de "Nosso Lar". Após consecutivas observações, reconheceu a Governadoria que a música intensifica o rendimento do serviço, em todos os setores de esforço construtivo. Desde então, ninguém trabalha em "Nosso Lar", sem esse estimulo de alegria. FIM Capítulo 11. Notícias do Plano. Em plena via pública, ouviam-se, tal qual observara à saída, belas melodias atravessando o ar. Notando-me a expressão indagadora, Lísias explicou fraternalmente:
  7. 7. “O intercâmbio de alma para alma, entre pais e filhos, cônjuges e irmãos, afeiçoados e com- panheiros, simpatias e desafeições, no templo familiar ou nas instituições de serviço em que nos agrupamos, é, em razão disso, a bem dizer, obrigatório e constante. Sem perceber, consumimos idéias e forças uns dos outros.” “Os pensamentos daqueles que partilham o mesmo teto agem e rea- gem uns sobre os outros, de modo particular, através de incessantes correntes de assimilação.” “A influência dos encarnados entre si é habitualmente muito maior que se imagina.” “Muita vez, na existência carnal, os obsessores que nos espezinham estão conosco, respirando, reencarnados, o mesmo ambiente.” “Do mesmo modo há protetores que nos ajudam e elevam e que igual- mente participam de nossas experiências de cada dia.” “É imprescindível compreender que, em toda a parte, acima de tudo, vivemos em espírito.” FIM Capítulo 24 Luta Expiatória
  8. 8. Capítulo 8. “(...) determinado grupo familiar se define como sendo um engenho constituído de peças diferentes, embora ajustadas entre si para a função que lhe cabe. Cada um daqueles que o integram é parte das realidades que se entrosam no conjunto.” FIM
  9. 9. Cap. 8 Segunda parte Matrimônio e Divórcio Não podemos olvidar que, na Terra, o matrimônio pode assumir aspectos variados, objetivando múltiplos fins. Em razão disso, acidentalmente, o homem ou a mulher encarnados podem experimentar o casamento terrestre diversas vezes, sem en- contrar a companhia das almas afins com as quais realizariam a união ideal. Isso porque, comumente, é preciso resgatar essa ou aquela dí- vida que contraímos com a energia sexual, aplicada de maneira infeliz ante os princípios de causa e efeito. Entretanto, se o matrimônio expiatório ocorre em núpcias secundárias, o cônjuge liberado da veste física, quando se ajuste à afeição nobre, frequentemente se coloca a serviço da companheira ou do companheiro na retaguarda, no que exercita a compreensão e o amor puro. Quanto à reunião no Plano Espiritual, é razoável se mantenha aquela em que prevaleça a conjunção dos semelhantes, no grau mais elevado da escala de afinidades eletivas. FIM
  10. 10. Capítulo 16. Encantamento Pernicioso. — Enquanto a criatura é vulgar e não se destaca por aspirações de ordem superior, as inteligências pervertidas não se preocupam com ela; no entanto, logo que demonstre propósitos de sublimação, apura-se-lhe o tom vibratório, passa a ser notada pelos característicos de elevação e é naturalmente perseguida por quem se refugia na inveja ou na rebelião silenciosa, visto não conformar-se com o progresso alheio. FIM Poderemos incluir, dentre essas inteligências pervertidas, tanto as criaturas desencarnadas, como também as encarnadas.
  11. 11. Capítulo 6. Observações e Novidades. — A vida física é puro estágio educativo, dentro da eternidade, e a ela ninguém é chamado a fim de candidatar-se a paraísos de favor e, sim, à moldagem viva do céu no santuário do Espírito, pelo máximo aproveitamento das oportunidades recebidas no aprimoramento de nossos valores mentais, com o desabrochar e evolver das sementes divinas que trazemos conosco. “O trabalho incessante para o bem, a elevação de motivos na expe- riência transitória, a disciplina dos impulsos pessoais, com amplo curso às manifestações mais nobres do sentimento, o esforço perse- verante no infinito bem, constituem as vias de crescimento mental, com aquisição de luz para a vida imperecível. “Cada criatura nasce na Crosta da Terra para enriquecer-se através do serviço à coletivi- dade. Sacrificar-se é superar-se, conquistando a vida maior. Por isto mesmo, o Cristo asse- verou que o maior no Reino Celeste é aquele que se converter em servo de todos. Um homem poderá ser temido e respeitado no Planeta pelos títulos que adquiriu à convenção humana, mas se não progrediu no domínio das ideias, melhorando-se e aperfeiçoando-se, guarda consigo mente estreita e enfermiça. Em suma, ir à matéria física e dela regressar ao campo de trabalho em que nos achamos presentemente, é submetermo-nos a profundos choques biológicos, destinados à expansão dos elementos divinos que nos integrarão, um dia, a forma gloriosa.” CONTINUA
  12. 12. Capítulo 6. Observações e Novidades. E porque me visse na atitude do aprendiz que interroga em silêncio, Gúbio asseverou: —Para fazer-me mais claro, voltemos ao símbolo da árvore. “O vaso físico é o vegetal, limitado no espaço e no tempo, o corpo perispirítico é o fruto que consubstancia o resultado das variadas operações da árvore, depois de certo período de maturação, e a matéria mental é a semente que representa o substrato da árvore e do fruto, condensando-lhes as experiências. “A criatura para adquirir sabedoria e amor renasce inúmeras vezes, no campo fisiológico, à maneira da semente que regressa ao chão. “E quantos se complicam, deliberadamente, afastando-se do caminho reto na direção de zonas irregulares em que recolhem experimentos doentios, atrasam, como é natural, a própria marcha, perdendo longo tempo para se afastarem do terreno resvaladiço a que se relegaram, ligados a grupos infelizes de companheiros que, em companhia deles, se extraviaram através de graves compromissos com a leviandade ou com o desequilíbrio.” FIM
  13. 13. Por falar em trabalho, temos um conselho, que tiramos de um trecho do livro, e anotamos ao lado, onde D. Laura fala para André Luiz, que inicia suas atividades no “Nosso Lar”... Capítulo 29 A Visão de Francisco Estudos Dirigidos Ambiente – Família – Lar “(...) Apaixone-se pelo seu trabalho, embriague-se de serviço útil. Somente assim, atenderemos à nossa edificação eterna. (...)”
  14. 14. Vejam este outro conselho, também dito pela D. Laura para André Luiz... Capítulo 20 Noções de Lar Estudos Dirigidos Ambiente – Família – Lar “(...) O suor do corpo ou a preocupação justa, nos campos de atividade honesta, constituem valiosos recursos para a elevação e defesa da alma. (...)”
  15. 15. Capítulo 40 Quem Semeia Colherá – Quando o Pai nos convoca a determinado lugar – disse, bondosa –, é que lá nos aguarda alguma tarefa. Cada situação, na vida, tem finalidade definida... Não deixe de observar este princípio em suas visitas aparentemente casuais. Desde que nossos pensamentos visem à prática do bem, não será difícil identificar as sugestões divinas. Narcisa FIM
  16. 16. Capítulo 44 As Trevas É lei da vida, tanto nos esforços do bem, como nos movimentos do mal. Das reuniões de fraternidade, de esperança, de amor e de alegria, sairemos com a fraternidade, a esperança, o amor e a alegria de todos; mas, de toda assembléia de tendências inferiores, em que predominam o egoísmo, a vaidade ou o crime, sairemos envenenados com as vibrações destrutivas desses sentimentos. Lísias FIM – Tem razão – exclamei, comovido –; vejo nisso, igualmente, os princípios que regem a vida nos lares humanos. Quando há compreensão recíproca, vivemos na antecâmara da ventura celeste, e, se permanecemos em desentendimento e maldade, temos o inferno vivo. André Luiz
  17. 17. O que disse o Dr. Bezerra de Menezes sobre a televisão... Capítulo 26 Considerações e Preparativos FIM "O advento da televisão, não nos cabendo aqui adentrar-nos em mais amplas considera- ções, trouxe, para a intimidade doméstica, as altas cargas de informações, que nem sem- pre podem ser digeridas com facilidade. “Como a mesma se transformou em poderoso veículo de recreação, em muitos lares en- contra-se colocada na alcova (quarto), propiciando que dali se assistam programas portadores de carregadas mensagens negativas, que despertam o interesse, prendendo a atenção. “Quando vai desligada, o telespectador nem sempre se libera da pelícu- la, de cujo conteúdo emocional participou, ou das últimas notícias que recebeu... “Como é natural, agita-se durante o processo do sono, detendo-se nas cogitações não superadas ou partindo em direção das sugestões que foram captadas, com sérios distúrbios para o equilíbrio, a paz pes- soal.”
  18. 18. “(...) Os prostíbulos, sob qualquer hipótese, são cisternas de fluidos intoxicantes, os quais aderem à tessitura delicada do Perispírito, criando condições eletivas para atuar os obsessores e os vampiros egressos das sombras do astral inferior. O médium que se entrega às aventuras sexuais menos dignas transfor- ma-se no traço de união entre o astral trevoso e o lar em que vive, car- reando para este as emanações nocivas e as perturbações, que são frutos do seu mau comportamento sexual. Os miasmas, os bacilos e vírus psíquicos da degradação do sexo termi- nam por povoar-lhe o ambiente familiar, ali instalando-se a enfermidade, a angústia e a desarmonia que caracteriza as noitadas tristes e trágicas dos ambientes de prostituição.” Prostíbulos (casa onde se pratica a prostituição) Capítulo 27. Página 246. FIM
  19. 19. Capítulo 12 Tempestade Vibracional Alheio aos entrechoques da atmosfera vibracional que respira, o homem terreno desfruta dos festejos carnavalescos sem se dar conta da vileza do ambiente que o envolve. Se lhe fosse possível vislumbrar o panorama espiritual que o assedia nesses dias de levianos arroubos de festividades, aterrar-se-ia ante as assustadoras imagens que se desdobrariam aos seus atônitos olhos, conspurcando-lhe o alegre colorido das fantasias e a exuberância festiva das alegorias. Carnaval conspurcar - v. tr. 1. Cobrir de imundície nojenta. 2. [Figurado] Ultrajar com insulto aviltante. 3. Corromper. 4. Depravar, macular. FIM vileza |ê| s. f. 1. Qualidade daquele ou daquilo que é vil. 2. Acção baixa e torpe; baixeza.
  20. 20. Capítulo 12 Tempestade Vibracional Durante o carnaval, em uma rua próxima e deserta... Ao retornarmos, ouvimos um chamado de socorro ao longe, proferido por entidade de nosso plano (espiritual). Aproximando-nos, vimos que um jovem, gesticulando desesperadamente, suplicava por ajuda diante de matula infrene de espíritos vampirescos. Três encarnados armados de facas ameaçavam um cavalheiro, visivel- mente embriagado, em solitária e escura ruela. A súcia (bando, cambada) de entidades demoníacas gritava por sangue em meio à desesperante algazarra. O rapaz, aflito, temia pelo velho assediado pelos bandidos. Acalmamo-lo na esperança de algo fazer em seu auxílio, mas não nos era possível qualquer atuação. Em minutos os facínoras, dando ensejo aos incentivos da corja que os excitava, desferiram golpes mortais no imprevidente homem, deixando-o agonizando na sarjeta. Os vampiros, ávidos e enlouquecidos, atiraram-se qual bando de hienas selvagens sobre a vítima, sorvendo-lhe as emanações vitais do sangue que vertia em abundância. CONTINUA
  21. 21. Capítulo 12 Tempestade Vibracional A inesperada e terrificante cena nos paralisou por completo os sentidos. Ocultos pelas barreiras vibracionais, estávamos de certa forma defendi- dos contra a cambada de malfeitores desencarnados, mas muito pouco pudemos fazer em auxílio do cavalheiro. Acercamo-nos com dificuldade, apenas para constatar que a vítima ago- nizava nos seus últimos minutos de vida. O jovem revelava-se ser seu filho em condições espirituais mais relevan- tes, porém se tratava de uma entidade encarnada em desprendimento noturno e, ante o choque e a ameaça da cena, retirara-se, espavorido para o refúgio seguro do corpo físico. Convocamos entidades de socorro, assentadas em grupo espírita cristão nas imediações, de onde valorosos companheiros acorreram em nosso auxílio. Tentamos embalde (em vão) desvencilhar o pobre ébrio do assédio dos vampiros, mas era impossível. Achava-se jungido a eles por fortes liames (ligações) e ainda se debatia com restos de vita- lidade orgânica, vilipendiada (desdenhado, desprezados) pelos malignos. Os amigos nada puderam também fazer; era necessário deixá-lo entregue à própria sorte. CONTINUA
  22. 22. Capítulo 12 Tempestade Vibracional Adelaide, em desespero, suplicava para que socorrêssemos o infeliz boêmio. — Querida amiga, é preciso conformar o coração diante das tristes rea- lidades da vida ainda extremamente primitiva que levamos na Terra — disse, consolando a desesperada companheira. — Este cavalheiro, sem dúvida, semeou para si mesmo seu trágico destino. Alimentou vibrações que atraíram estes vampiros e estará nas mãos deles como um espanta- lho, servindo-lhes de joguete por tempo indeterminado e por obra de seus próprios desatinos. Tais elos somente serão quebrados pela dor e podemos auxiliá-lo incluindo-o em nossas preces. Abandonamos o local da tragédia humana, deixando alguns espíritos de nosso plano velan- do pelos acontecimentos. Certamente invocariam a presença de encarnados no local, a fim de recolherem o infeliz e encaminharem as providências habituais em tais ocasiões. Nada mais podíamos fazer. FIM
  23. 23. Vejam a seguir a resposta do Instrutor Alexandre a uma dúvida levantada, durante uma conversa com André Luiz, que incluímos neste estudo... Estudos Dirigidos Ambiente – Família – Lar
  24. 24. Capítulo 13. Reencarnação. Semelhantes momentos do tálamo (leito nupcial) conjugal são su- blimes e invioláveis nos lares em bases retas. Você sabe que a fecun- dação do óvulo materno somente se verifica algumas horas depois da união genesíaca. O elemento masculino deve fazer extensa viagem, antes de atingir o seu objetivo. – Com relação às uniões sexuais, de acordo com o seu parecer, todas elas são invioláveis? – Isto não – aduziu o instrutor, atencioso –, você não deve esquecer que aludi aos “lares em bases retas”. Todos os encarnados que edificam o ninho conjugal, sobre a retidão, conquistam a presença de testemunhas respeitosas, que lhes garantem a privacidade dos atos mais íntimos, com- solidando-lhes as fronteiras vibratórias e defendendo-as contra as forças menos dignas, to- mando, por base de seus trabalhos, os pensamentos elevados que encontram no ambiente doméstico dos amigos; não ocorre o mesmo, entretanto, nas moradias, cujos proprietários escolhem baixas testemunhas espirituais, buscando-as em zonas inferiores. A esposa infiel aos princípios nobres da vida em comum e o esposo que põe sua casa em ligação com o me- retrício não devem esperar que seus atos afetivos permaneçam coroados de veneração e san- tidade... CONTINUA
  25. 25. Capítulo 13. Reencarnação.A resposta impressionante de Alexandre surpreendeu-me. Compreendi com mais intensidade que cada um de nós permanece com a própria escolha de situação, em todos os lugares. Todavia, nova questão surgia- -me no cérebro e procurei movimentá-la, para melhor aclarar o raciocí- nio. – Entendo a magnitude de suas elucidações – afirmei, respeitoso. – Entretanto, consi- derando o perigo de certas atitudes inferiores dos que assumem o compromisso da fundação de um lar, que condição, por exemplo, é a da esposa fiel e devotada, ante um marido desleal e aventureiro, no campo sexual? Permanecerá a mulher nobre e santa à mercê das criminosas testemunhas que o homem escolheu? CONTINUA – Suas relações mais íntimas são objeto de participação das desvaira- das testemunhas que escolheram. Tornam-se vítimas inconscientes de grupos perversos, que lhes partilham as emoções de natureza fisioló- gica, induzindo-as a mais dolorosa viciação. Ainda que esses cônjuges infelizes estejam temporariamente catalogados no pináculo das posi- ções sociais humanas, não poderão trair a miserável condição interior, sequiosos que vivem de prazeres criminosos, dominados de estranha e incoercível volúpia. E o Instrutor Alexandre continua...
  26. 26. Capítulo 13. Reencarnação. – Você diz bem – acrescentou o orientador, gravemente –, porque, de fato, a maioria das tragédias conjugais se transfere para além-túmulo, criando pavorosos infernos para aqueles que as viveram na Crosta do Mundo. É muito doloroso observar a extensão dos crimes perpetrados na existência carnal e ai dos desprevenidos que não se esforçam, a tempo, no sentido de combater as paixões baixas! Angustioso lhes é aqui o despertar!... FIM – Oh! Meu Deus! – exclamei – quanto trabalho esperando o concurso das almas corajosas, quanta ignorância a ser vencida!... – Não! – disse ele, veemente – o mau não pode perturbar o que é ge- nuinamente bom. Em casos dessa espécie, a esposa garantirá o am- biente doméstico, embora isto lhe custe as mais difíceis abnegações e pesados sacrifícios. Os atos que lhe exijam a presença enobrecedora são sagrados, ainda que o companheiro, na vida comum, se tenha colocado em nível inferior aos brutos. Em situações como essa, no entanto, o marido imprevidente torna-se paulatinamente cego à vir- tude e converte-se, por vezes, no escravo integral das entidades per- versas que tomou por testemunhas habituais, presentes em todos os seus caminhos e atividades fora do santuário da família. Chegado a esse ponto, é muito difícil impedir-lhe a queda nos desfiladeiros fatais do crime e das trevas.
  27. 27. Ambientes com música estridente e inquietante.Prostíbulos Vejam a lista de ambientes que o espírito Joseph Gleber classifica como altamente destrutivo e pestilencial, em sua egrégora. egrégora Este termo é utilizado pelos espiritualisras e ocultistas para denominar uma espécie de atmosfera psíquica impregnada de elementos próprios das mentes que a geraram. Reuniões políticas, sociais ou mesmo religiosas nas quais se manifestam o desrespeito e a indisciplina, utilizam-se palavrões e há trocas energéticas de sensualidade, permissividade e libertinagem. Capítulo 06. O Estudo da Mente. CONTINUA Boates Bares Saunas com concentração de energia erótica; E ainda...
  28. 28. Vejam agora a lista de am- bientes que o espírito Joseph Gleber classifica como elevado e salutar, em sua egrégora. egrégora Este termo é utilizado pelos espiritualisras e ocultistas para denominar uma espécie de atmosfera psíquica impregnada de elementos próprios das mentes que a geraram. Capítulo 06. O Estudo da Mente. Reuniões onde se expressam respeito ao ser humano; Reuniões sociais, religiosas, familiares cujo conteúdo prima pela alegria, otimismo, descontração, jovialidade e respeito; Ambientes religiosos em que se busca o cultivo da espiritualidade em sua expressão mais fiel e genuína. FIM
  29. 29. Estudos Dirigidos Limpeza no Ambiente Vamos trazer um trecho do livro onde se faz uma “limpeza” em uma residência.
  30. 30. Capítulo 7. Antes, porém, da transferência de dona Lucinda para o Hospital, o Benfeitor providenciou uma limpeza psíquica na residência infestada pelas presenças espirituais perniciosas, expulsando os insensatos e perversos desencarnados, enquanto o ajudamos, vibrando intensamente amor e disciplina, orando em silêncio, de forma que pudéssemos criar proteção especial para nós mesmos. Não foi difícil realizar o serviço, embora os Espíritos mais recalcitrantes e perversos, experimentando os choques que lhes promovíamos, se afastassem blasfemando e ameaçando. FIM
  31. 31. Estudos Dirigidos Vamos dar uma pausa por aqui. http://vivenciasespiritualismo.net/index.htm Luiz Antonio Brasil Périclis Roberto pericliscb@outlook.com

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