21.03 A Obsessão III 20 jan 2015

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21.03 A Obsessão III 20 jan 2015

  1. 1. Estudos Dirigidos A Obsessão Voltamos com o nosso assunto...
  2. 2. Capítulo 3 e 4. Aturdido, porém, verifiquei que Moreira (obsessor desencarnado) não se achava ainda aí. A surpresa, entretanto, se desfez para logo, de vez que, transcorridos alguns momentos, (...), seguido por quatro camaradas (desencarnados) truculentos e carrancudos, penetrou, desrespeitosa- mente, o recinto... (...) acercou-se da filha de Dona Márcia e gritou, encolerizado: – Assassina!... Assassina!... Debaixo da agressão, Marina experimentou irreprimível mal-estar. Empalideceu. Sentia-se sufocar. Registrava todos os sintomas de quem recebera pancada forte no crânio. Jogou a cabeça para trás, na poltrona, esforçando-se por esconder a indisposição, mas debalde. (...) (Vindo a...) a vertigem (e o desmaio) (...). Um ataque obsessivo de súbito... FIM
  3. 3. “Foi assim que lhe nasceu no cérebro doentio uma ideia sinistra: assas- sinar a esposa, escondendo o próprio crime, para que a morte dela aos olhos do mundo passasse como sendo autêntico suicídio.” “Para isso alteraria o roteiro doméstico.” “Procuraria abolir o regime de incompreensão sistemática, daria tréguas à irritação que o senhoreava e fingiria ternura para ganhar confiança... E, depois de alguns dias, quando (a esposa) dormisse, despreocupada, des- fechar-lhe-ia uma bala no coração, despistando a própria polícia.” “Acompanhamos-lhe a evolução do tresloucado plano, porquanto é sempre fácil penetrar o domínio das formas-pensamentos, vagarosamente construídas pelas criaturas que as edificam, apaixonadas e persistentes, em torno dos próprios passos.” “Na aparente calmaria que sustentava, (o marido), embora sorrisse, exteriorizava ao nosso olhar o inconfessável projeto, armando mentalmente o quadro criminoso, detalhe por detalhe.” “De alma aturdida pela influência de homicidas desencarnados que lhe haviam percebido os pensamentos expressos, intentaria (o marido) aniquilar a companheira naquela mesma noite.” Dias depois... Capítulo 14. FIM
  4. 4. Capítulo 5. Influenciação. Três entidades de sombrio aspecto, absolutamente cegas para com a nossa presença, em vista do baixo padrão vibratório de suas per- cepções, acercaram-se do trio sob nossa observação. Encostou-se uma delas à senhora idosa e, instantaneamente, reparei que a sua fronte se tornava opaca, estranhamente obscura. Seu semblante modifi- cou-se. Desapareceu-lhe o júbilo irradiante, dando lugar aos sinais de preocupação forte. Transfigurara-se de maneira completa. Alguns metros, além do recinto, onde se reuniam os companheiros de luta, o ambiente geral da via pública tornava-se ainda mais pesado. (Estavam saindo de uma Casa espírita...) (E do lado de fora do Casa...) – Oh! Meus filhos – exclamou a genitora, que parecia paciente e bondosa –, por que motivo somos tão diferentes no decurso do trabalho espiritual? Quisera possuir, ao retirar-me de nossas orações coletivas, o mesmo bom ânimo, a mesma paz íntima. Isso, porém, não acon- tece. Ao retomar o caminho da luta prática, sinto que a essência das preleções evangélicas persevera dentro de mim, mas de modo vago, sem aquela nitidez dos primeiros minutos. Esforço-me sinceramente para manter a continuação do mesmo estado d’alma; entretanto, algo me falta, que não sei definir com precisão. (Um) rapaz, em companhia de uma senhora idosa e de uma jovem, que logo percebi serem sua mãe e irmã, punha-se de regresso ao lar. CONTINUA
  5. 5. Capítulo 5. Influenciação. Nesse momento, as duas outras entidades, que ainda se mantinham dis- tanciadas, agarraram-se comodamente aos braços do rapaz, que ofere- ceu aos meus olhos o mesmo fenômeno. Embaciou-se-lhe a claridade mental e duas rugas de aflição e desalento vincaram-lhe as faces, que perderam aquele halo de alegria luminosa e confiante. Foi então que ele respondeu, em voz pausada e triste: – É verdade, mamãe. Enormes são as nossas imperfeições. Creia que a minha situação é pior. A senhora experimenta ansiedade, amargura, me- lancolia... É bem pouco para quem, como eu, se sente vítima dos maus pensamentos. Casei-me há menos de oito meses e, não obstante o de- votamento de minha esposa, tenho o coração, por vezes, repleto de tem- tações descabidas. Pergunto a mim mesmo a razão de tais idéias estranhas e, francamente, não posso responder. A invencível atração para os ambientes malignos confunde-me o espíri- to, que sinto inclinado ao bem e à retidão de proceder. – Quem sabe, mano, está você sob a influenciação de entidades menos esclarecidas? – com- siderou a jovem, com boas maneiras. – Sim – suspirou o rapaz –, por isso mesmo, venho tentando o desenvolvimento da mediunidade, a fim de localizar a causa de semelhante situação. Alexandre, (...) informou, (...): – O amigo que se uniu à nossa irmã foi seu marido terrestre, homem que não desenvolveu as possibilidades espirituais e que viveu em tremendo egoísmo doméstico. Quanto aos dois infelizes, que se apegam tão fortemente ao rapaz, são dois com- panheiros, ignorantes e perturbados, que ele adquiriu em contacto com o meretrício. CONTINUA
  6. 6. Capítulo 5. Influenciação. Como iniciou o processo obsessivo (influenciação) (...) o instrutor prosseguiu, explicando: – O ex-esposo não concebeu o matrimônio senão como união corporal para atender conveniências vulgares da experiência humana e, em vista de haver passado o tempo de aprendizado terreno sem ideais enobre- cedores, interessados em fruir todas as gratificações dos sentidos, não se sente com bastante força para abandonar o círculo doméstico, onde a companheira, por sua vez, somente agora, depois da desencarnação dele, começa a preocupar-se com os problemas concernentes à vida espiritual. “Quanto ao rapaz, de leviandade em leviandade, criou fortes laços com certas entidades ainda atoladas no pântano de sensações do meretrício, das quais se desta- cam, por mais perseverantes, as duas criaturas que ora se lhe agarram, quase que integral- mente sintonizadas com o seu campo de magnetismo pessoal. O pobrezinho não se aperce- beu dos perigos que o defrontavam e tornou-se a presa inconsciente de afeiçoados que lhe são invisíveis, tão fracos e viciados quanto ele próprio.” – E não haverá recurso para libertá-los? Indaguei, emocionado. O que você acha? A resposta está no próximo slide.
  7. 7. Capítulo 5. Influenciação. O orientador sorriu paternalmente e considerou: – Mas quem deverá romper as algemas, senão eles mesmos? Nunca lhes faltou o auxílio exterior de nossa amizade permanente; no entanto, eles próprios alimentam-se uns aos outros, no terreno das sensações sutis, Absolutamente imponderáveis para os que lhes não possam sondar o Mecanismo íntimo. É inegável que procuram, agora, os elementos de libertação. Aproximam-se da fonte de esclarecimento elevado, sentem- -se cansados da situação e experimentam, efetivamente, o desejo de vi- da nova; contudo, esse desejo é mais dos lábios que do coração, por constituir aspiração muito vaga, quase nula. Se, de fato, cultivassem a resolução positiva, transformariam suas forças pessoais, tornando-as de- terminantes, no domínio da ação regeneradora. Esperam, porém, por mi- lagres inadmissíveis e renunciam às energias próprias, únicas alavancas da realização. – Mas não poderíamos provocar a retirada dos vampiros inconscientes? – perguntei. E nesta pergunta agora? Vamos ver a resposta que está no próximo slide.
  8. 8. Capítulo 5. Influenciação. – Os interessados – explicou Alexandre, a sorrir – forçariam, por sua vez, a volta deles. Já se fez a tentativa que você lembrou, no propósito de beneficiá-los. De modo indireto, mas a nossa irmã se declarou demasia- damente saudosa do companheiro e o nosso amigo afirmou, intima- mente, sentir-se menos homem, levando humildade à conta de covar- dia e tomando o desapego aos impulsos inferiores por tédio destruidor. Tanto expediram reclamações mentais que as suas atividades interiores constituíram verdadeiras invocações e, em vista do vigoroso magnetis- mo do desejo constantemente alimentado, agregaram-se-lhes, de novo, os companheiros infelizes. – Mas vivem assim imantados uns aos outros, em todos os lugares? – indaguei. – Quase sempre. Satisfazem-se, mutuamente, na permuta contínua das emoções e impres- sões mais íntimas. Preocupado em fazer algum bem, ponderei: – Quem sabe poderíamos conduzir estas entidades ao devido fortalecimento? Não será razoável doutri- ná-las, incentivando-as ao equilíbrio e ao respeito próprio? E mais essa dúvida? A resposta está no próximo slide.
  9. 9. Capítulo 5. Influenciação. – Semelhante recurso – falou Alexandre, complacente – não foi esque- cido. Essa providência vem sendo efetuada com a perseverança e o mé- todo precisos. Todavia, tratando-se de um caso em que os encarnados se converteram em poderosos ímãs de atração, a medida exige tempo e tolerância fraternal. Temos grande número de trabalhadores, consa- grados a esse mister, em nosso plano, e aguardamos que a semeadura de ensinamentos dê seus frutos. De qualquer modo, esteja convicto de que toda a assistência tem sido prestada aos amigos sob nossa obser- vação. Se ainda não avançaram, todos eles, no terreno da espirituali- dade elevada, isto só se verifica em razão da fraqueza e da ignorância a que vivem voluntariamente escravizados. Colhem o que semeiam. Para ajudar a essa mãe e o filho, vejam o que Alexandre faz, no próximo slide. Lembrando que a mãe e seus dois filhos estão conversando a caminho de casa, acompanhados pelos três desencarnados.
  10. 10. Capítulo 5. Influenciação. Nesse momento, Alexandre colocou novamente a destra sobre a fronte da jovem, que lhe traduziu o pensamento, em tom de respeito e carinho: – Concordo em que o Espiritismo é nosso manancial de consolo, mas não posso esquecer que temos na Doutrina a bendita escola de preparação. Se permanecermos arraigados às exigências de conforto, talvez venha- mos a olvidar as obrigações do trabalho. Creio que os instrutores da ver- dade espiritual desejam, antes de tudo, a nossa renovação íntima, para a vida superior. Se apenas buscarmos consolação, sem adquirir fortaleza, não passaremos de crianças espirituais. Se procurarmos a companhia de orientadores benevolentes, tão-só para o gozo de vantagens pessoais, onde estará o aprendizado? Acaso não permanecemos, aqui na Terra, em lição? Teríamos recebido o corpo, ao renascer, apenas para repousar? É incrível que os nossos amigos da esfera superior nos venham suprimir a possibilidade de caminhar por nós mesmos, usando os próprios pés. Naturalmente, não nos querem os ben- feitores do Além para eternos necessitados da casa de Deus e, sim, para companheiros dos gloriosos serviços do bem, tão generosos, fortes, sábios e felizes quanto eles já o são. E modificando a inflexão de voz, desejosa de demonstrar a ternura filial que lhe vibrava n’al- ma, acentuou: – Mamãe sabe como lhe quero bem, mas alguma coisa, no fundo da consciência, não me per- mite comentar as nossas necessidades senão assim, ajustando-me aos elevados ensinamentos que a Doutrina nos gravou no coração. Não posso compreender Cristianismo sem a nossa in- tegração prática nos exemplos do Cristo. FIM
  11. 11. Capítulo 18. Obsessão. “(...) em todos os desastres que nos ocorram, devemos examinar serenamente a percentagem de nossa co-participação. Apenas em situações raríssimas, poderíamos exibir, de fato, o título de vítimas. Na maioria dos acontecimentos dessa natureza, porém, temos a nossa parte de culpa. Não podemos evitar que a ave de rapina cruze os ares, sobre a nossa fronte, mas podemos impedir que faça ninho em nossa cabeça.” Em uma doutrinação, no plano espiritual. Vejam o que um doutrinador fala para um espírito que obsediava um encarnado(*)... (*) O crime cometido pelo encarnado foi em uma existência do passado. “(...) Nem sempre a nossa visão incompleta nos deixa perceber a altura da dívida que nos é própria. E, na dúvida, é licita a abstenção.” FIM
  12. 12. Capítulo 18. Obsessão. Vejam agora o que o Instrutor Alexandre nos fala sobre a doutrinação que é feito no plano espiritual, e que nos serve de aprendizado. – O trabalho de esclarecimento espiritual, depois da morte, entre as criaturas, exige de nós outros muita atenção e carinho. “É preciso saber semear na “terra abandonada” dos corações desiludidos, que se afastam da Crosta sob tempestades de ódio e angústia desconhecida.” “Diz o Livro Sagrado que no princípio era o Verbo... Também aqui, diante do caos desolado dos Espíritos infelizes, é necessário utilizar o verbo no princípio da verdadeira iluminação.” “Não podemos criar sem amor, e somente quando nos preparamos devidamente, edificaremos com êxito para a vida eterna.” FIM
  13. 13. Capítulo 18. Obsessão. Uma outra grande lição do Instrutor Alexandre sobre a doutrinação. Vamos ver abaixo. – Estamos aqui numa escola espiritual. “O doutrinador humano encarrega-se de transmitir as lições.” “Você pode registrar, porém, que, para ensinar com êxito, não basta conhecer as matérias do aprendizado e ministrá-las.” “Antes de tudo, é preciso senti-las e viver-lhes a substancialidade no coração.” “O homem que apregoa o bem deve praticá-lo, se não deseja que as suas palavras sejam carregadas pelo vento, como simples eco dum tambor vazio.” “O companheiro que ensina a virtude, vivendo-lhe as grandezas em si mesmo, tem o verbo carregado de magnetismo positivo, estabelecendo edificações espirituais nas almas que o ouvem.” “Sem essa característica, a doutrinação, quase sempre, é vã. “ FIM
  14. 14. Antes de continuarmos o nosso assunto vejam o que tiramos do livro de André Luiz a respeito da “Simbiose das mentes”. Estudos Dirigidos A Obsessão
  15. 15. Capítulo 14 Simbiose Espiritual Simbiose das mentes Semelhantes processos de associação (ele fala no parágrafo anterior sobre a SIMBIOSE) aparecem largamente empregados pela mente desencarnada, ainda tateante, na existência além-túmulo. *SIMBIOSE = 1 ‒ [Biologia] Associação recíproca de dois ou mais organismos diferentes que lhes permite viver com benefício. 2 ‒ Vida em comum; intimidade entre duas pessoas. Amedrontada perante o desconhecido, que não consegue arrostar de pronto, vale-se da receptividade dos que lhe choram a perda e demora-se colada aos que mais ama. E qual cogumelo que projeta para dentro dos tecidos da alga dominadores apêndices, com os quais lhe suga grande parte dos elementos orgânicos por ela própria assimilados, o Espírito desenfaixado da veste física lança habitualmente, para a intimidade dos tecidos fisiopsicossomáticos daqueles que o asilam, as emanações do seu corpo espiritual, como radículas alongadas ou sutis alavancas de força, subtraindo-lhes a vitalidade, elaborada por eles nos processos da biossíntese, sustentando-se, por vezes, largo tempo, nessa permuta viva de forças. CONTINUA
  16. 16. Capítulo 14 Simbiose Espiritual Simbiose das mentes Qual se verifica entre a alga e o cogumelo, a mente encarnada entrega- se, inconscientemente, ao desencarnado que lhe controla a existência, sofrendo-lhe temporariamente o domínio até certo ponto, mas, em troca, à face da sensibilidade excessiva de que se reveste, passa a viver, enquanto perdure semelhante influência, necessariamente protegida contra o assalto de forças ocultas ainda mais deprimentes. Por esse motivo, ainda agora, em plena atualidade, encontramos os problemas da mediunidade evidente, ou da irreconhecida, desta- cando, a cada passo, inteligências nobres intimamente aprisionadas a cultos estranhos, em matéria de fé, as quais padecem a intromissão de ideias de terror, ante a perspectiva de se afastarem das entidades familiares que lhes dominam a mente através de palavras ou símbolos mágicos, com vistas a falaciosas vanta- gens materiais. Essas inteligências fogem deliberadamente ao estudo que as libertaria do cativeiro interior, quando não se mostram apáticas, em perigosos processos de fanatismo, inofensivas e humildes, mas arredadas do progresso que lhes garantiria a renovação. FIM
  17. 17. Vamos ver a seguir como seria essa “simbiose”... Estudos Dirigidos A Obsessão
  18. 18. “E qual cogumelo que projeta para dentro dos tecidos da alga dominadores apêndices, com os quais lhe suga grande parte dos elementos orgânicos por ela própria assimilados, o Espírito desenfaixado da veste física lança habitualmente, para a intimidade dos tecidos fisiopsicossomáticos daqueles que o asilam, as emanações do seu corpo espiritual, como radículas alongadas ou sutis alavancas de força, subtraindo-lhes a vitalidade, elaborada por eles nos processos da biossíntese, sustentando-se, por vezes, largo tempo, nessa permuta viva de forças.” Vamos repetir um trecho do que foi dito anteriormente, e analisar com a nossa imagem ao lado. A microscopia eletrônica mostra as hifas de fungo entrelaçadas com as algas.
  19. 19. Capítulo 11. Valiosa Experiência. Segundo estarão informados, dispomos no recinto de vigoroso operador mediúnico, sem iluminação interior de maior vulto. Assalariou ele algumas dezenas de Espíritos desencarnados, de educação incipiente, que lhe absorvem as emanações e trabalham cegamente sob suas ordens, tanto para o bem quanto para o mal. Depois de visivelmente satisfeito no acordo financeiro estabelecido, colocou-se o vidente em profunda concentração e notei o fluxo de energias a emanarem dele, através de todos os poros, mas muito particularmente da boca, das narinas, dos ouvidos e do peito. E mais adiante... FIM — Esta força não é patrimônio de privilegiados. É propriedade vulgar de todas as criaturas, mas entendem-na e utilizam-na somente aqueles que a exercitam através de acuradas meditações. É o (...) “fluido magnético” de Mesmer (...) No fundo, é a energia plástica da mente que a acumula em si mesma, tomando-a ao fluido universal em que todas as correntes da vida se banham e se refazem, nos mais diversos reinos da natureza, dentro do Universo. Cada ser vivo é um transformador dessa força, segundo o potencial receptivo e irradiante que lhe diz respeito. Nasce o homem e renasce, centenas de vezes, para aprender a usá-la, desenvolvê-la, enriquecê-la, sublimá-la, engrandecê-la e divinizá-la. Aquela força, semelhante a vapor fino e sutil, como que povoava o ambiente acanhado e reparei que as individualidades de ordem primária ou retardadas, que coadjuvavam o médium em suas incursões em nosso plano, sorviam-na a longos haustos (goles, tragos), sustentando-se dela, quanto se nutre o homem comum de proteína, carboidratos e vitaminas.
  20. 20. A simulação pode ser até grosseira, mas é como entendemos a explicação de André Luiz. Estudos Dirigidos A Obsessão
  21. 21. Compare agora a nossa imagem com essas que conseguimos pegar pelo Google Imagens sobre o vampirismo energético! Estudos Dirigidos A Obsessão
  22. 22. Vejam ainda esses comentários de André Luiz ainda sobre essa “simbiose”... Estudos Dirigidos A Obsessão
  23. 23. Capítulo 11 Existência da alma Desencarnação do Espírito Apenas aí, quando os acontecimentos da morte se realizam, é que a criatura humana desencarnada, plenamente renovada em si mesma, abandona o veículo carnal a que se jungia; contudo, muitas vezes in- timamente aprisionada ao casulo dos seus pensamentos dominantes, quando não trabalhou para renovar-se, nos recessos do espírito, pas- sa a revelar-se em novo peso específico, segundo a densidade da vida mental em que se gradua, dispondo de novos elementos com que atender à própria alimentação, equivalentes às trompas fluídico- magnéticas de sucção, embora sem perder de modo algum o apare- lho bucal que nos é característico, salientando-se, aliás, que seme- lhantes trompas ou antenas de matéria sutil estão patentes nas cria- turas encarnadas, a se lhes expressarem na aura comum, como radí- culas alongadas de essência dinâmica, exteriorizando-lhes as radia- ções específicas, trompas ou antenas essas pelas quais assimilamos ou repelimos as emanações das coisas e dos seres que nos cercam, tanto quanto as irradiações de nós mesmos, uns para com os outros. FIM
  24. 24. Capítulo 14 Simbiose Espiritual Tais entidades imanizadas ao painel fisiológico e agregadas a ele sem o corpo de matéria mais densa, vivem assim, quase sempre por tempo longo, entrosadas psiquicamente aos seus hospedadores, porquanto o espírito humano desencarnado, erguido a novo estado de consciência, começa a elaborar recursos magnéticos diferenciados, condizentes com os impositivos da própria sustentação, tanto quanto, no corpo terrestre, aprendeu a criar, por automatismo, as enzimas e os hormônios que lhe asseguravam o equilíbrio biológico, e, impressionando o paciente que explora, muita vez com a melhor intenção, subjuga-lhe o campo mental, impondo-lhe ao centro coronário a substância dos próprios pensa- mentos, que a vítima passa a acolher qual se fossem os seus próprios. Assim, em perfeita simbiose, refletem-se mutuamente, estacionários ambos no tempo, até que as leis da vida lhes reclamem, pela dificuldade ou pela dor, a alteração imprescindível. De outras vezes, o desencarnado que teme as experiências do Mundo Espiritual ou que insiste em prender-se por egoísmo aos que jazem na retaguarda, se possui inteligência mais vasta que a do hospedeiro, inspira-lhe atividade progressiva que resulta em benefício do meio a que se vincula, tal como sucede com a bactéria nitrificadora na raiz da leguminosa. Outros processos simbióticos CONTINUA
  25. 25. Capítulo 14 Simbiose Espiritual Noutras circunstâncias, porém, efetua-se a simbiose em condições in- felizes, nas quais o desencarnado permanece eivado de ódio ou perver- sidade enfermiça ao pé das próprias vítimas, inoculando-lhes fluídos letais, seja copiando a ação do cogumelo que se faz verdugo da orquí- dea, impulsionando-a a situações anormais, quando não lhe impõe len- tamente a morte, seja reproduzindo a atitude das algas invasoras no corpo dos anelídeos, conduzindo-os a longas perturbações, fenômenos esses, (...) responsável por vários distúrbios do corpo espiritual a se estamparem no corpo físico. Ancianidade da simbiose espiritual Justo, assim, registrar que a simbiose espiritual permanece entre os homens, desde as eras mais remotas, em multifários processos de mediunismo consciente ou inconsciente, através dos quais os chamados “mortos”, traumatizados ou ignorantes, fracos ou indecisos, se aglu- tinam, em grande parte, ao “habitat” dos chamados “vivos”, partilhando-lhes a existência, a absorver-lhes parcialmente a vitalidade, até que os próprios Espíritos encarnados, com a força do seu próprio trabalho, no estudo edificante e nas virtudes vividas, lhes ofereçam material para mais amplas meditações, pelas quais se habilitem à necessária transformação com que se adaptem a novos caminhos e aceitem encargos novos, à frente da evolução deles mesmos, no rumo de esferas mais elevadas. FIM
  26. 26. Cap. 1 Segunda parte Alimentação dos Desencarnados Abandonado o envoltório físico na desencarnação, se o psicossoma está profundamente arraigado às sensações terrestres, sobrevém ao Espírito a necessidade inquietante de prosseguir atrelado ao mundo biológico que lhe é familiar e, quando não a supera ao preço do próprio esforço, no auto-reajustamento, provoca os fenômenos da simbiose psíquica, que o levam a conviver, temporariamente, no halo vital daqueles encarnados com os quais se afine, quando não pro- move a obsessão espetacular. Na maioria das vezes, os desencarnados em crise dessa ordem são conduzidos pelos agentes da Bondade Divina aos centros de reeducação do Plano Espiritual, onde encon- tram alimentação semelhante à da Terra, porém fluídica, recebendo-a em porções ade- quadas até que se adaptem aos sistemas de sustentação da Esfera Superior, em cujos círculos a tomada de substância é tanto menor e tanto mais leve quanto maior se eviden- cie o enobrecimento da alma, porquanto, pela difusão cutânea, o corpo espiritual, através de sua extrema porosidade, nutre-se de produtos sutilizados ou sínteses quimioeletro- magnéticas, hauridas no reservatório da Natureza e no intercâmbio de raios vitalizantes e reconstituintes do amor com que os seres se sustentam entre si. FIM
  27. 27. Capítulo 8. Cláudio entrou (no quarto da filha, para ele adotiva), mas não vinha só. Um daqueles dois companheiros desencarnados que lhe alteraram a personalidade, justamente o que se abeirara dele, em primeiro lugar, para o trago de uísque, enrodilhava-se-lhe ao corpo. (*) (*) Visto no assunto Tela Etérica: Drogas Alucinógenas – Álcool – Fumo. O verbo enrodilhar-se, na linguagem humana, figura-se o mais adequado à definição daquela ocorrência de possessão partilhada, que se nos apresentava ao exame, conquanto não exprima, com exatidão, todo o processo de enrolamento fluídico, em que se imantavam. E afirmamos “possessão partilhada”, porque, efetivamente, ali, um aspirava ardente- mente aos objetivos desonestos do outro, completando-se, euforica- mente, na divisão da responsabilidade em quotas iguais. Qual acontecera, no instante em que bebiam juntos, forneciam a impressão de dois seres num corpo só. Em determinados momentos, o obsessor afastava-se do companheiro, a distância de centí- metros; contudo, sempre a enlaçá-lo, copiando gestos de felino, interessado em não perder o contacto da vítima. Achavam-se, entretanto, irrestritamente conjugados em vinculação recíproca. Isso conferia ao semblante de Cláudio expressão diferente. O hipnotizador, cuja visão espiritual não nos atingia, senhoreava-lhe sentimentos e idéias, enquanto ele se deixava prazerosamente senhorear. (...) CONTINUA
  28. 28. (...) O olhar obediente adquirira a turvação característica dos alucinados. O recém-chegado transfigurara-se. Estranho sorriso franzia-lhe a boca. Diante das percepções limitadas de Marita (filha, que pensava ser adoti- va), era ele um homem comum; no entanto, à nossa frente, valia por duas personalidades masculinas numa só representação. Dois Espíritos exterio- rizando impulsos aviltados, complementando paixões idênticas na mesma tônica da afinidade total. Capítulo 8. Aquele quarto, dantes povoado pelos devaneios doridos de uma criança, metamorfoseara-se em jaula, onde Cláudio e o vampirizador, singular- mente brutalizados pelo desejo infeliz, constituíam juntos uma fera astuciosa, calculando o caminho mais fácil de alcançar a presa. Um clarividente reencarnado que contemplasse o dono da casa, naquela hora, vê-lo-ia noutra máscara fisionômica. A incorporação medianímica, espontânea e consciente, positivava-se em plenitude selvagem. O fenômeno da comunhão entre duas inteligências – uma delas encarnada e a outra desen- carnada – , levantava-se, franco; ainda assim, desdobrava-se tão agreste quanto o furacão ou a maré, que se expressam por forças ainda desgovernadas da Natureza terrestre, não obstante a ocorrência, do ponto de vista humano, efetivar-se na suposta mudez do plano mental. CONTINUA
  29. 29. Capítulo 8. Para nós, porém, não se instituíam apenas as formas-pensamentos, dando conta das intenções libertinas da dupla animalizada, com estru- turas, cores, ruídos e movimentos correlatos; amedrontava-nos igual- mente escutar as vozes de ambos, em diálogo, claramente perceptível. As palavras escapavam do crânio de Cláudio, aparentemente silencioso para a filha adotiva, qual se a cabeça dele estivesse transfigurada numa caixa acústica de aparelho radiofônico. Magnetizador e magnetizado denotavam sensualidade do mesmo nível. Refletindo na corrida à garrafa, momentos antes, avaliávamos o perigo aberto à menina indefesa. A diferença, ali, é que Cláudio ainda encontrava recursos a fim de parlamentar, dentro da hipnose – hipnose que ele, aliás, amimalhava (conjugava). FIM
  30. 30. Obsessão – Implantes “– Vejo-me (a vítima, desencarnada) em uma furna sombria, iluminada por archotes vermelhos, sob vigilância de figuras satânicas... Estou deita- do e deverei passar por um tratamento cirúrgico... Adormeço... Sinto do- res ao despertar...” “Fizemos-lhe um implante – afirmou um dos cirurgiões, verdadeiro monstro espiritual – para ser comandado a distância por nós. A partir de agora você fará exatamente o que desejarmos. (...)” Página 195, 199 e 200. Retirada do implante “– Iremos operá-lo, a fim de liberá-lo do comando do Mal.” “(...) utilizando-se de instrumento que me faziam recordar aqueles que eram usados nos tratamentos cirúrgicos da Terra, porém mais sofisticados, um dos quais emitia um finíssi- mo jato de luz, semelhante ao laser, retirou a célula fotoelétrica, que se lhe encontrava implantada no lobo temporal esquerdo.” “Transcorridos alguns minutos em que se realizara a cirurgia reparadora, o paciente espiritual foi transferido para uma sala contígua onde se recuperaria, iniciando nova etapa do seu processo evolutivo.” CONTINUA
  31. 31. Obsessão – Implantes Página 201. “– Tivemos um exemplo de obsessão por telecomando entre Espíritos desencarnados. É isso comum ou trata-se de uma experiência inusual?” “– O que vimos – respondeu, ponderando, o amigo – é pequena parte de uma ocorrência que se torna comum em face das habilidades que possuem os Espíritos perversos, que deambularam por academias terrestres e trouxeram o conhecimento que ora aplicam desvairada- mente.” “O conhecimento, como não podemos esquecer, parte do nosso Mundo para a Terra, que materializa as conquistas que são realizadas na Esfera causal. No entanto, providências infelizes e técnicas afligentes são trazidas da Terra, já que esses comensais do desespero não dispõem de mecanismos para assimilar as inspirações superiores que promovem o progresso. Vivenciando recursos que aplicaram equivocadamente, ao despertarem além do corpo, recuperando a memória, utilizam-se para os fins que lhes parecem próprios. É o caso do implante que foi retirado pela habilidade do nosso Benfeitor.” FIM
  32. 32. Capítulo 3. Entendimento. —É admirável pensar — aventurei respeitosamente (André Luiz) — que se formam verdadeiras expedições em nossa esfera para atender a simples caso de obsessão... “(...) Os homens não se acham sozinhos na estreita senda de provas salutares em que se confinam. A responsabilidade pelo aperfeiçoamento do mundo compete-nos a todos.” Gúbio FIM
  33. 33. Capítulo 6. Observações e Novidades. — Como se libertaria de semelhante inimiga? — perguntou Elói, (amigo de André Luiz) interessado. (em um caso de obsessão) — Mantendo-se num padrão de firmeza superior, com suficiente disposição para o bem. (Começa a responder o Instrutor Gúbio) “Com esse esforço, nobre e contínuo, melhoraria intensivamente os seus princípios mentais, afeiçoando-os ás fontes sublimes da vida e, ao invés de converter-se em material absorvente das irradiações enfermiças e depressivas, passaria a emitir raios transformadores e construtivos, em beneficio de si mesma e das entidades que se lhe aproximam do caminho. “Em todos os quadros do Universo, somos satélites uns dos outros, Os mais fortes arrastam os mais fracos, entendendo-se, porém, que o mais frágil de hoje pode ser a potência mais alta de amanhã, conforme nosso aproveitamento individual. Expedimos raios magnéticos e recebemo-los ao mesmo tempo. É imperioso reconhecer, todavia, que aqueles que se acham sob o controle de energias cegas, acomodando-se aos golpes e sugestões da força tirânica, emitidos pelas inteligências perversas que os assediam, demoram-se, longo tempo, na condição de aparelhos receptores da desordem psíquica. Muito difícil reajustar alguém que não deseja reajustar-se. “A ignorância e a rebeldia são efetivamente a matriz de sufocantes males.” FIM
  34. 34. Capítulo 4 Ante o Serviço Logo após, um colaborador de nosso plano franqueou acesso a nume- rosas entidades sofredoras e perturbadas, que se postaram, diante da assembleia, formando legião. Nenhuma delas vinha até nós, constran- gidamente. Dir-se-ia que se aglomeravam, em derredor dos amigos encarnados em prece, quais mariposas inconscientes, rodeando grande luz. — São almas em turvação mental, que acompanham parentes, amigos ou desafetos às reuniões públicas da instituição, e que se desligam de- les quando os encarnados se deixam renovar pelas ideias salvadoras, expressas na palavra dos que veiculam o ensinamento doutrinário. Atencioso, Áulus (Instrutor de André Luiz) notificou: “Modificado o centro mental daqueles que habitualmente vampirizam, essas entidades ve- em-se como que despejadas de casa, porquanto, alterada a elaboração do pensamento na- queles a quem se afeiçoam, experimentam súbitas reviravoltas nas posições em que falsa- mente se equilibram. “Algumas delas, rebeladas, fogem dos templos de oração como este, detestando-lhes tem- porariamente os serviços e armando novas perseguições às suas vítimas, que procuram até o reencontro; contudo, outras, de algum modo tocadas pelas lições ouvidas, demoram-se no local das predicações, em ansiosa expectativa, famintas de maior esclarecimento.” FIM
  35. 35. Capítulo 17 Serviço de Passes Obsidiados ganhavam ingresso no recinto, acompanhados de frios verdugos, no entanto, com o toque dos médiuns sobre a região cortical, depressa se desligavam, postando-se, porém, nas vizinhanças, como que à espera das vítimas, com a maioria das quais se reacomodavam, de pronto. FIM
  36. 36. “– Calma, (...) – ponderou o Assistente. Ainda não examinamos o assunto em sua estrutura básica. Toda obsessão tem alicerces na reciprocidade. Recordemos o ensinamento de nosso Divino Mestre. Não basta arrancar o joio. É preciso saber até que ponto a raiz dele se entranha no solo com a raiz do trigo, para que não venhamos a esmagar um e outro. Não há dor sem razão. Aten- damos, assim, à lei da cooperação, sem o propósito de nos na- teciparmos à Justiça Divina.” “– E por que não separar de vez o algoz da vítima?” “– Analisando o pretérito, ao qual todos nos ligamos, através de lembranças amargas, somos enfermos em assistência recíproca. Não seria lícito guardarmos a pretensão de lavrar sentenças de- finitivas pró ou contra ninguém, porque, na posição em que ainda nos achamos, todos possuímos contas maiores ou menores por liquidar.” FIM Capítulo 23 Fascinação
  37. 37. Doutrinação Como deve processar-se a doutrinação dos desencarnados nas reuniões mediúnicas? Raul - A doutrinação, ou esclarecimento, dirigida aos companheiros desen- carnados, que se apresentam nas reuniões de intercâmbio mediúnico, deve ser processada dentro de um clima de entendimento e respeito, estando cer- to o doutrinador, ou esclarecedor, de estar dialogando com um ser humano, cuja diferença mais notável é a estar o espírito despojado do corpo físico. Refletindo sobre tal verdade, o doutrinador não ignorará que o desencarnado continua com possibilidades de sentir simpatia ou antipatia, de nutrir amor ou ódio, alegria ou tris- teza, euforia ou depressão. Que ele pode ainda ser lúcido ou embotado, zombeteiro, leviano, emotivo ou frio de senti- mentos. A doutrinação, a partir dessa reflexão, se desenvolverá como um diálogo com outro ser hu- mano, quando pelo menos um dos conversadores é nobre e atencioso. Assim, evitar-se-ão, por parte do doutrinador, ameaças, chantagens, irritação ou desdém. Em tudo, o bom senso. O doutrinador deixa a entidade falar, dizer a que veio, o que deseja, e, daí, vai conversando, perguntando sem agressão, chamando o desencarnado à medita-ção, à compreensão, admitindo, contudo, que, nem sempre, será tarefa muito fácil ou ime-diata, como entre pessoas encarnadas que têm dificuldade de entender as coisas, por múl-tiplas razões, e passam longos meses ou mesmo anos, às vezes, para reformar uma opinião ou abrir mão de determinados costumes ou procedimentos. FIM
  38. 38. Estudos Dirigidos Vamos dar uma pausa por aqui. http://vivenciasespiritualismo.net/index.htm Luiz Antonio Brasil Périclis Roberto pericliscb@outlook.com

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