21.02 A Obsessão II 20 jan 2015

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21.02 A Obsessão II 20 jan 2015

  1. 1. Estudos Dirigidos A Obsessão Voltamos com o nosso assunto...
  2. 2. Capítulo 4 (...) sabemos, (...), que muitos processos de obsessão têm o seu iní- cio fora do corpo físico, quando os calcetas e rebeldes, os criminosos e viciados reencontram suas vítimas no Além-Túmulo, que se lhes imantam, nos tentames infelizes e de resultados graves em diversas formas de obsessões. Sobre a obsessão na infância... A obsessão na infância muitas vezes é continuidade da ocorrência procedente da Erraticidade. Sem impedir o processo da reencar- nação, essa influência perniciosa acompanha o período infantil de desenvolvimento, gerando graves dificuldades no relacionamento entre filhos e pais, alunos e professores, e na vida social saudável entre coleguinhas. Irritação, agressividade, indiferença emocional, perversidade, obtusão (pouco inteligente) de raciocínio, enfermidades físicas e distúrbios psicológicos fazem parte das síndromes perturbadoras da infância, que têm suas nascentes na interferência de Espíritos perversos uns, traiçoeiros outros, vingativos todos eles... CONTINUA
  3. 3. Capítulo 4 – E não terá ela – voltei a interrogar – a proteção do seu anjo da guarda, que contribua para impossibilitar a obsessão? E foi questionado sobre uma obsessão, em uma criança... – É certo que sim – respondeu, gentil. – Sucede, porém, que os débi- tos contraídos são muito graves, e a misericórdia divina já vem am- parando-a, sendo a reencarnação o melhor instrumento para a sua reparação. O processo, que se desenvolve sob as bênçãos da lei de causa e efei- to, culminará quando, certamente, a maternidade trouxer o adversá- rio aos braços da sua antiga inimiga, selando com amor os propósitos para futuros conúbios de felicidade. Ninguém caminha a sós e, por isso mesmo, na conjuntura aflitiva em que a menina se de- bate, o seu Espírito protetor muitas vezes impede que seja arrastada pelo seu algoz para as regiões mais infelizes em que se situa, nos períodos do parcial desdobramento pelo sono físico, dificultando-lhe o domínio quase total que teria sobre as suas faculdades mentais e os seus sentimentos de afetividade e de comportamento. Procurando esclarecer-me mais, em torno do drama da obsessão na infância, o Benfeitor elucidou: CONTINUA
  4. 4. Capítulo 4 – Inúmeros casos de autismo, quando detectados na primeira infân- cia, procedem de graves compromissos negativos com a retaguarda espiritual do ser, que renasce com as marcas correspondentes no perispírito, que se encarrega de imprimir as deficiências que lhe são necessárias para o refazimento. Outrossim, aqueles que padeceram nas suas mãos cruéis acompanham-no, dificultando-lhe a recupera- ção, gerando situações críticas e mui dolorosas, ameaçando-o com impropérios e vibrações deletérias que não sabe decodificar, mas re- gistra nas telas mentais, fugindo da realidade aparente para o seu mundo de sombras, isto quando não se torna agressivo, intempes- tivo, silencioso e rude... FIM
  5. 5. Capítulo 5 O irmão Anacleto acercou-se do infeliz (a vítima) e começou a aplicar-lhe a bioenergia no chakra coronário, desligando o obsessor, que se afastou ruidosamente, blasfemando e ameaçando com impropérios nova urdidura de vingança, ao tempo em que diminuía a capacidade de raciocínio e alucinação do atormentado jovem. Afastando o obsessor de sua vítima... Prosseguiu na ação fluídica, agora distendendo-lhe energias relaxan- tes, que lhe diminuíssem a rigidez nervosa, a fim de o adormecer, retirando-o momentaneamente do casulo físico, de modo a prepará- lo para o enfrentamento das consequências que a sua sandice havia provocado. (Seria desdobrado em sono para também ser esclare- cido de suas faltas) Não demorou muito e Mauro desprendeu-se parcialmente do corpo, sendo carinhosamente recebido pela genitora e por nós outros. (...) FIM
  6. 6. Ampliando os Conhecimentos – "No caso de crianças obsessas - insisti, ampliando o curso do estudo – como proceder, já que as mesmas não dispõem de discernimento ou outro qualquer recurso defensivo?" O Amigo, gentilmente, considerou: – "Não desconhecemos que a obsessão na infância tem um caráter expiatório como efeito de ações danosas de curso mais grave. Não obstante, os recursos terapêuticos ministrados ao adulto serão aplicados ao enfermo infantil com mais intensa contribuição dos passes e da água fluidificada – bioenergia – bem como proteção amorosa e paciente, usando-se a oração e a doutrinação indireta ao agente agressor – psicoterapia –, por fim, através do atendimento desobsessivo mediante o concurso psicofônico, quando seja possível atrair o hóspede à comunicação mediúnica de conversação direta. (...) FIM
  7. 7. Sexo e Responsabilidade Um caso de obsessão simples... (...) a diligente servidora do Evangelho (Ernestina) recepcionava (em sua residência) uma senhora, visivelmente preocupada, em razão do quadro depressivo que lhe atormentava a filha, moçoila de aproximadamente dezesseis anos de idade. D. Apolônia (Espírito) acompanhava a conversação, inspirando a anfitrioa. Saudado com efusão pela veneranda amiga desencarnada, ela pediu-me cooperar no socorro às duas pessoas presentes. Observando o transcurso do diálogo notei a presença de um ser infeliz que transmitia fluidos deletérios à jovem, pensamentos infelizes ignorando a si- tuação de desencarnado. Recordei-me de lições ministradas oportunamente pelo Espírito Dr. Bezerra de Menezes, quando se referia as causas das depressões, no capítulo do transtornos psicóticos, afirman- do que elas poderiam ser endógenas e exógenas. As primeiras vincular-se-iam à heredita- riedade, às sequelas de varias doenças, principalmente sífilis, câncer, tuberculose, hanse- níase, distúrbios do trato digestivo e, modernamente, de viroses como AIDS, etc... As exó- genas abarcariam os fatores psicossociais, socioeconômicos, sociocomportamentistas... No entanto, o nobre Mentor incluía as psicogêneses obsessivas, vinculadas ao pretérito espi- ritual dos envolvidos na trama, em processo de ajustamento emocional e recuperação moral. CONTINUA
  8. 8. Sexo e Responsabilidade (...) Em rápida análise, a jovem enfocada sofria um distúrbio mediúnico, de caráter obsessivo simples, provocado, inconscientemente, pelo desencar- nado que a assessorava, absorvendo-lhe a energia e intoxicando-a, por sua vez, com os seus fluidos de pesadas cargas vibratórias. Sem dúvida, havia problemática originária do passado a pesar na economia da vítima, facultando-lhe esse doloroso processo de despertamento para a realidade da vida espiritual, desde que não existem efeitos sem causas equivalentes. No imo do ser dormem as razões da vida, com todos os elementos constitutivos da sua paisagem histórica. Acompanhei, então, a conversação. Ernestina explicava que os problemas na existência terrena se originam no ser profundo, no Espírito, e dele se inicia a terapêutica, no caso das enfermidades, ou a solução, quando são de outra natureza. – "Na questão em tela – afirmava – o concurso médico faz-se indispensável, ao mesmo tempo a terapia espiritista: passes, água fluidificada, reuniões de esclarecimento, ao lado, naturalmente, da inestimável cooperação do paciente. "Ao enfermo cabe o esforço maior, iniciando pela sua renovação moral mediante a oração, os exercícios de paciência, de humildade e de perdão, que terminam por sensibilizar e esclarecer o agente da perturbação que, conscientizado do mal que vem praticando, modifica-se e liberta a sua presa, liberando-se também." CONTINUA
  9. 9. Sexo e Responsabilidade Prosseguindo nas explicações, sugeriu fosse, naquele momento, realizada uma leitura, abrindo espaço para a aplicação de passes, que iriam auxiliar a menina, posteriormente encaminhada ao Culto Evangélico do Lar, que ali se realizava aos domingos, e à Sociedade Espírita especialmente dedicada a misteres dessa natureza. Tomando de O Evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, abriu-o, casualmente, e leu a mensagem A paciência, ditada por Um Espírito Amigo. O conteúdo da lição penetrou os sentimentos das ouvintes, que se sensibilizaram. Depois de proferir uma oração, colocou-se, receptiva, à disposição e, influenciando-a, apli- camos energias dispersivas na enferma, revitalizando-a a seguir. Ato contínuo, retiramos o doente espiritual da fixação no perispírito da vítima, e Ernestina, ao terminar o labor, ofereceu água magnetizada à mãe e à filha. Transpirando e emocionada, sentindo-se normalizar, a moça chorou um pouco e, conforta- da pela anfitrioa, disse-lhe com débil voz: – "Sinto-me sair de uma espécie de camisa-de-força e de uma nuvem escura, que me difi- cultavam raciocinar. – "Necessita, a partir de agora – respondeu-lhe a terapeuta espiritual –, manter um bom estado de espírito, e quando sentir tristeza substituí-la por um pensamento otimista. É muito fácil superar os estados depressivos, não cultivando as ideias negativas, pessimistas, fixando-se em outras, as que geram bom ânimo, alegria e paz. CONTINUA
  10. 10. Sexo e Responsabilidade "Amanhã, às dezenove horas e trinta minutos, esperamo-las aqui para o estudo evangélico e nova terapia bioenergética." Despediram-se, afavelmente, já sorrindo e prometendo retomar. Ernestina, exteriorizando júbilo, quando a sós, deteve-se em atitude de lou- vor e de agradecimento. Encarreguei-me de conduzir o irmão adormecido à Sociedade Espírita, para as providências compatíveis, (...) FIM
  11. 11. Capítulo 11 – À parte os fatores cármicos preponderantes ou propiciatórios – aduziu o Dr. Arnaldo – os processos obsessivos se instalam porque os Espíritos imaturos não se esforçam por adquirir uma capacidade doadora, conforme chamam os psicólogos, oblativa (voluntário), saindo de si para oferecer, para dar-se, gerando relacionamentos efetivos, duradouros, simpáticos, que produzem bônus de valor moral e de paz. O homem nasceu para amar. O Espírito é criado para amar. FIM
  12. 12. “(...) a preguiça mental é um pólo de captação das induções obses- sivas pelo princípio de aceitação irracional de tudo quanto a atinge. Cabe ao homem que pensa, dar plasticidade ao raciocínio, am- pliando o campo das idéias e renovando-as com o aprimoramento da possibilidade de absorver os elementos salutares que o enriquecem de sabedoria e de paz íntima. Capítulo 11 “Com o tempo, a capacidade de discernir dota-o com a aptidão da escolha dos valores que o impulsionam para mais altas aspirações, com plena libertação dos vícios de toda natureza, inocente como uma criança, sem os tormentos da insatisfação e equilibrado nas aspirações, como um sábio que já se resolveu pela conquista, em harmonia, daquilo que lhe é melhor. "Podemos chamar a essa atitude de psicoterapia preventiva ou tratamento para as obsessões." FIM
  13. 13. Capítulo 15 Um acidente de carro... provocado... O Sr. Egberto, em homenagem à saúde do irmão, usara algum alcoólico, emulado pela alegria, sem lembrar-se dos perigos que espreitam os motoristas, nas viagens, particularmente naquela, que impunha a descida da Serra da Mantiqueira, com as curvas fechadas, contínuas, e o abismo... (...) a cidade ficara para trás e o velho caminhão começara a descer, sobre a pista umedecida por ligeira chuva de final de inverno ... Numa sucessão de curvas, vi o Espírito Ernestina chamar o marido com vigor, enquanto os outros (espíritos) acompanhantes puseram- se a gritar, produzindo uma psicosfera atordoante. O ambiente, no interior do veículo, subitamente fez-se soturno, dominado por um terrível silêncio, prenunciador da tragédia. Aturdido, o Sr. Egberto passou a escutar na casa mental, ligeiramente excitada pelos va- pores do álcool, a voz da esposa desencarnada e, sob a forte incidência vibratória dela, viu- a, apavorando-se com o seu aspecto terrível, passando a conduzir o carro com desespero ante a cena alucinadora que se lhe imprimiu no pensamento. Numa manobra brusca, equivocada, o caminhão tombou no despenhadeiro, ante os gritos de desespero dos seus ocupantes. CONTINUA
  14. 14. Capítulo 15 Ao primeiro impacto a porta se abriu e D. Amenaide (a 2ª esposa, grávida) foi arrojada fora, golpeando-se nas pedras da ribanceira e desencarnado de imediato, o mesmo ocorrendo com o filhinho que teve a vida física ali interrompida. Um acidente de carro... provocado... O carro espatifou-se ladeira abaixo, roubando, também, a vida de Jaime (irmão do Sr. Egberto), enquanto o motorista ficou em estado de choque... O espetáculo patenteava-se-me sob dois aspectos mui diversos: os dois cadáveres mutilados e ensanguentados, o corpo semimorto do condutor do grupo e, do nosso lado, o socorro urgente, conforme as circunstâncias, àqueles que logo deveriam receber ajuda, deman- dando à Vida, embora a aparente odiosa cena da morte ... FIM A intenção da obsessora após o acidente seria pegar a 2ª esposa, mas não conseguiu pois a equipe espiritual havia feito o resgate de todos os que haviam morrido, frustrando o plano dela.
  15. 15. Capítulo 20 “A obsessão é resultado de um demorado convívio psíquico entre dois espíritos afins, seja pelo amor possessivo que desencadeia as paixões inferiores ou através do ódio que galvaniza os litigantes, imanando-os um ao outro com vigor. "Quando são tomadas as primeiras providências para a terapia desa- lienante surgem os efeitos mais imediatos, como decorrência dessa atitude: “1º) a revolta do inimigo, que muda a técnica da agressão, reformu- lando a sua programática perseguidora, mais atacando a presa com o objetivo de desanimá-Ia; “2º) enseja uma falsa concessão de liberdade, isto é, afrouxa o cerco, antes pertinaz, permanecendo porém, em vigília, aguardando oportunidade para desferir um assalto fatal, no qual triunfem os seus planos infelizes. “Na primeira hipótese, a vítima, não adestrada no conhecimento da desobsessão, porque se sente piorar, raciocina, erradamente, que a medicação lhe está sendo mais prejudicial do que a enfermidade e, inspirada pelo cômpar, planeja abandonar o procedimento novo, o que, às vezes, realiza, permitindo à astuta Entidade liberá-lo, momentaneamente, das sensações constritoras para o surpreender, mais tarde, quando as suas reservas de forças sejam menores e os recursos de equilíbrio se façam pouco viáveis... CONTINUA
  16. 16. Capítulo 20 “No segundo caso, sentindo-se menos opresso, o obsidiado se crê desobrigado dos novos compromissos e volve às atitudes vulgares de antes, tombando, posteriormente, na urdidura hábil do seu vigilante carcereiro espiritual. FIM
  17. 17. Capítulo 20 "Sempre é conveniente recordar que todo obsidiado (vítima) de hoje é algoz de ontem que passou sem a conveniente correção moral, ora tombando na maldade que ele próprio cultivou. “Como é compreensível, o vício mental decorrente da convivência com o hóspede gera ideoplastias perniciosas de que se alimenta psiquicamente o hospedeiro. Mesmo quando afastado o fator obsessivo, permanecem, por largo tempo, os hábitos negativos, engendrando imagens prejudiciais que constituem a psicosfera doentia, na qual se movimenta o paciente. “Um dos mais severos esforços que os enfermos psíquicos por obses- são devem movimentar, é o da reeducação mental, adaptando-se às idéias otimistas, aos pensamentos sadios, às construções edificantes. “Neste capítulo, tomam-se imperiosas as leituras iluminativas, a oração inspiradora, o trabalho renovador, até que se criem hábitos morigerados, propiciadores de paisagem mental abençoada pelo reconforto e pelo equilíbrio. “Graças a tais fatores, nem sempre a cura da obsessão ocorre quando são afastados os pobres perseguidores, mas somente quando os seus companheiros de luta instalam no mundo íntimo as bases do legítimo amor e do trabalho fraternal em favor do próximo, tanto quanto de si mesmos, através do reto cumprimento dos deveres.” CONTINUA
  18. 18. "Consideremos, ainda, que a libertação de uma conjuntura deste tipo não imuniza ninguém em relação ao futuro. Desde que não se erradiquem os fatores propiciadores do desequilíbrio psíquico, a pessoa sintonizará, por fenômeno natural, com outros Espíritos com os quais se afinará, por identidade de propósitos, de sentimentos, de ideais... " Capítulo 20 “(...) a saúde mental que decorre da liberação das alienações obses- sivas se faz difícil, porque ela depende, sobretudo, do enfermo, no máximo do seu esforço e não exclusivamente do seu animoso perturbador. “ FIM
  19. 19. Capítulo 24 Nunca será demais repetir-se que, em todo processo obsessivo, a aparente vítima é o legítimo algoz apenas transferido no tempo, sendo- lhe a dívida a razão do mecanismo perturbador. Vencido pela insânia do ódio, aquele que foi dilapidado imanta-se ao infrator que o infelicitou e assume a igualmente indébita posição de cobrador ou justiceiro, incidindo, por sua vez, em erro não menor. Enquanto o amor não luz no defraudado, ante a mudança de comportamento do seu adversário, eis que o problema permanece. Outrossim, devidamente esclarecido sobre o equívoco em que se demora, o atual verdugo, mediante doutrinação por alguém que lhe tenha autoridade moral e o sensibilize, pode mudar de atitude, resolvendo-se por abandonar a pugna, o que não isenta o incurso na dívida de a resgatar por outro processo de que se utilizam os códigos da Soberana Justiça. Na terapia desobsessiva, os cuidados para com o encarnado não podem ser menores em relação àqueles para com o enfermo psíquico que o vitima, em desalinho e infortúnio qual se encontra na outra dimensão da vida. Deve-se ter em mente que o fato de nem sempre ser visto o perseguidor desencarnado, pelos homens, não significa que a tarefa destes, aliada à dos Guias espirituais, deva ser a de afastá-los, pura e simplesmente. Seres vivos e inteligentes, apenas despidos da matéria, sofrem e amam, odeiam e lutam, esperando a ajuda que não souberam ou não quiseram oferecer. Portanto, o amor deve alcançar a vítima de ontem, que sofre há mais tempo, amparando-a, de modo a que desperte para não mais sofrer nem provocar sofrimento. CONTINUA
  20. 20. Capítulo 24 E como a função da dor reveste-se de um poder terapêutico de liberta- ção para quem a sabe aproveitar, justo se faz que o encarnado se modifique para melhor, mediante cujo comportamento também sensibiliza o seu opositor, a seu turno adquirindo recursos de paz e títulos de trabalho para o seu crescimento espiritual. Sem embargo, há pacientes, obsidiados ou não, para os quais, graças à sua rebeldia sistemática e teimosa acomodação nas disposições inferiores, a melhor terapia é a permanência da doença, poupando-os de males maiores. Há paralíticos que recuperam os movimentos e marcham para desastres que poderiam evitar, se o quisessem; portadores de micoses, chagas e pústulas, refazem a aparência física, curando-se das dermatoses e infectam a mente e a alma com os contágios dos atos deprimentes e viciosos; cegos que recobram a visão e a utilizam erradamente na obser- vação dos fatos; viróticos e portadores de limitações que se restabelecem, logo atirando- se, lúbricos e desesperados, nos labirintos da insatisfação, da agressividade, mais se infelicitando... No campo das obsessões, não são poucos aqueles que, logo se melhoram, abandonam as disposições de trabalho e progresso, para correrem precípites, de retomo aos hábitos vulgares em que antes se compraziam... FIM
  21. 21. Capítulo 24 Felipe (obsessor), que se adestrara na técnica de vingança contra aqueles a quem odiava, nos tormentos em que se debatia, utilizou- se da fraqueza moral de Argos (obsediado) para estabelecer contato telepático e prosseguir na indução obsessiva, utilizando-se desse método, sutil e perigoso, pela estimulação das cargas negativas do comportamento do seu desafeto, para promover-lhe um quadro complexo de distúrbios da emoção, a fim de dominá-lo depois. Era a astúcia do vingador lutando contra as reservas de forças do sitiado, que cedia, graças à negligência egoística e presunçosa do mesmo. FIM
  22. 22. Capítulo 31 Nunca se deve esquecer, que sendo o obsidiado o devedor, é muito justo que a sua contribuição maior, como em qualquer problema de reorganização da saúde, seja o esforço pessoal, o mais relevante, assim como o sacrifício do paciente deve constituir a maior quota no processo da própria recuperação. Dificilmente compreendem esta realidade simples, os que se encon- tram enredados nos problemas que exigem renovação própria. E mesmo alguns que o entendem nem sempre se conscientizam do esforço, até a exaustão, se necessário, que lhes cumpre desenvolver. FIM
  23. 23. “Iniciando-se de forma sutil e perversa, a obsessão, salvados os casos de agressão violenta, instala-se nos painéis mentais através dos delicados tecidos energéticos do perispírito até alcançar as estrutu- ras neurais, perturbando as sinapses e a harmonia do conjunto encefálico. Ato contínuo, o quimismo neuronial se desarmoniza, face à produção desequilibrada de enzimas que irão sobrecarregar o sistema nervoso central, dando lugar aos distúrbios da razão e do sentimento. Capítulo 4 “Noutras vezes, a incidência da energia mental do obsessor sobre o paciente invigilante irá alcançar, mediante o sistema nervoso central, alguns órgãos físicos que sofrerão desajustes e perturbações, regis- trando distonias correspondentes e comportamentos alterados. “Quando se trata de Espíritos inexperientes, perseguidores desestruturados, a ação magnética se dá automaticamente, em razão da afinidade existente entre o encarnado e o desencarnado, gerando descompensações mentais e emocionais. Todavia, à medida que o Espírito se adestra no comando da mente da sua vítima, percebe que existem métodos muito mais eficazes para uma ação profunda, passando, então, a executá-la cuidadosa- mente. CONTINUA
  24. 24. “Ainda, nesse caso, aprende com outros cômpares mais perversos e treinados no mecanismo obsessivo, as melhores técnicas de aflição, agindo conscientemente nas áreas perispirituais do desafeto, nas quais implanta delicadas células acionadas por controle remoto, que passam a funcionar como focos destruidores da arquitetura psíquica, irradiando e ampliando o campo vibratório nefasto, que atingirá outras regiões do encéfalo, prolongando-se pela rede linfática a todo o organismo, que passa a sofrer danos nas áreas afetadas. Capítulo 4 “Estabelecidas as fixações mentais, o hóspede desencarnado lenta- mente assume o comando das funções psíquicas do seu hospedeiro, passando a manipulá-lo a bel-prazer. Isso, porém, ocorre, em razão da aceitação parasitária que experimenta o enfermo, que poderia mudar de comportamento para melhor, dessa forma conseguindo anular ou destruir as induções negativas de que se torna vítima. “No entanto, afeiçoado à acomodação mental, aos hábitos irregulares, compraz-se no desequilíbrio, perdendo o comando e a direção de si mesmo. Enquanto se vai estabele- cendo o contato entre o assaltante desencarnado e o assaltado, não faltam a este último inspiração para o bem, indução para mudança de conduta moral, inspiração para a felicidade. Vitimado, em si mesmo, pela autocompaixão ou pela rebeldia sistemática, desconsidera as orientações enobrecedoras que lhe são direcionadas, acolhendo as insinuações doentias e perversas que consegue captar.” FIM
  25. 25. “(...) é compreensível que, além das tormentosas obsessões muito bem catalogadas por Allan Kardec – simples, por fascinação e subjugação – os objetivos mantidos pelos perseguidores sejam muito variados. Eis porque as suas maldades abarcam alguns dos crimes hediondos, tais como: autocídios, homicídios, guerras e outras cala- midades, face à intervenção que realizam no comportamento de todos aqueles que se afinizam com os seus planos nefastos. Agindo mediante hábeis programações adrede elaboradas, vão conquistan- do as resistências do seu dependente mental, de forma que, quase sempre, porque não haja uma reação clara e definitiva por parte da sua vítima, alcançam os objetivos morbosos a que se entregam enlouquecidos.Capítulo 4 “Quando das suas graves intervenções no psiquismo dos seus hospedeiros, suas energias deletérias provocam taxas mais elevadas de serotonina e noradrenalina, produzidas pelos neurônios, que contribuem para o surgimento do transtorno psicótico-maníaco-depres- sivo, responsável pela diminuição do humor e desvitalização do paciente, que fica ainda mais à mercê do agressor. “É nessa fase que se dá a indução ao suicídio, através de hipnose contínua, transformando- se em verdadeiro assassínio, sem que o enfermo se dê conta da situação perigosa em que se encontra. Sentindo-se vazio de objetivos existenciais, a morte se lhe apresenta como solução para o mal-estar que experimenta, não percebendo a captação cruel da idéia autocida que se lhe fixa na mente. CONTINUA
  26. 26. “Não poucas vezes, quando incorre no crime infame da destruição do próprio corpo, foi vitimado pela força da poderosa mentalização do adversário desencarnado. Certamente, há, para o desditoso, ate- nuantes, em razão do processo malsão em que se deixou encarcerar, não obstante as divinas inspirações que não cessam de ser direcio- nadas para as criaturas e as advertências que chegam de todo lado, para o respeito pela vida e sua conseqüente dignificação. Capítulo 4 “O mesmo fenômeno ocorre quando se trata de determinados homi- cídios, que são planejados no mundo espiritual, nos quais os algozes se utilizam de enfermos por obsessão, armando-lhes as mãos para a consumpção dos nefastos crimes. Realizam o trabalho a longo prazo, interferindo na conduta mental e moral do obsesso, a ponto de interromperem-lhe os fluxos do raciocínio e da lógica, aturdindo-os e dominando-os. “Tão perversos se apresentam alguns desses perseguidores infelizes quão desnaturados, que se utilizam da incapacidade de reação dos pacientes para os incorporar, podendo saciar sua sede de vingança contra aqueles que lhes estão ao alcance. Utilizando-se do recurso da invisibilidade material, covardemente descarregam a adaga do ódio nas vítimas inermes, tombando, mais tarde, na própria armadilha, porqüanto não fugirão da justiça divina instalada na própria consciência e vibrando nas Leis cósmicas, que sempre alcançam a todos. CONTINUA
  27. 27. “De maneira idêntica, desencadeiam guerras entre grupos, povos e nações, cujos dirigentes se encontram em sintonia com as suas terríveis programações, formando verdadeiras legiões que se engalfinham em lutas encarniçadas visando alcançar os objetivos infelizes a que se propõem.” Capítulo 4 FIM
  28. 28. Capítulo 18 A obsessão pela sintonia... (...) nem todo novo encontro se trata de um reencontro, como aliás, é lógico. Estamos diariamente fazendo novos amigos ou afastando- nos deles conforme as nossas ações. No caso (de obsessão) que me impressionara, fora o encarnado quem abrira brechas mentais para a parasitose espiritual, atraindo o obsessor pelo teor de vibrações emanadas pela sua mente em desalinho. FIM
  29. 29. Capítulo 18 – Dentre as atividades mediúnicas a que me houvera afervorado na Terra – iniciou (Eurípedes), o devotado amigo, a sua explicação — o tratamento com os obsessos sempre me significou ministério delica- do e credor do maior empenho. Acompanhar a trajetória de um ser submetido pela mente desarvo- rada de outro, que se utiliza da situação espiritual para reivindicar valores que lhe não pertencem, porque tudo procede de Deus, ou para exigir pagamentos morais por danos sofridos, sempre se me expressava como uma forma de sofrimento pessoal. Isso, não somente por sentir a alucinação do hospedeiro, mas também por compreender a infelicidade do seu transitório hóspede. Sempre que enfrentava essa pertinaz enfermidade, procurava pene- trar no âmago do vingador para despertá-lo para a felicidade que adiava apenas por capricho, ignorância ou rebeldia. Acostumado, no entanto, ao abandono que se permitira ou ao sofrimento a que se deixara arrastar, esse irmão do Calvário relutava em acreditar nos meus sentimentos, sempre su- pondo que eu guardava motivos subalternos, qual o de afastá-lo do encarnado e seme- lhantes, sem qualquer consideração pela sua dor. Evitando discussões estéreis, sempre busquei irradiar simpatia e compreensão pelo seu drama, conseguindo sensibilizar um ex- pressivo número de equivocados. CONTINUA
  30. 30. Capítulo 18 “Na trama da obsessão, portanto, não apenas se encontra em desa- linho o que chora e se desespera, mas também aquele que aplica o látego, o verdugo aparentemente insensível, que é sempre alguém que perdeu o rumo de si mesmo, por consequência, a identificação com a vida. “Acercar-se da sua situação penosa, mediante sincera emoção, é de significado profundo, porque a irradiação mental é mais poderosa do que a verbalização que pode ser destituída da vibração de legitimi- dade. “O amor, por consequência, é o mais poderoso recurso ao nosso alcance, expresso ou não, para ser utilizado, do que quaisquer argu- mentos bem urdidos, porém, escassos do recurso vitalizador que é necessário a todo aquele que se encontra em carência afetiva. E os perseguidores são, invariavelmente, Espíritos em grande carên- cia, desconfiados e áridos, porque foram vítimas de enleios e trai- ções relacionados com os seus sentimentos de nobreza e de sinceri- dade.” FIM
  31. 31. Capítulo 18 “(...) as matrizes que se encontram no perispírito – as marcas impres- sas pela consciência culpada – facultam as induções e fixações entre credores e devedores, expressando-se em aflições obsessivas para ambos atormentados. FIM
  32. 32. “Indução na bebida...” “... Se iniciara no hábito destrutivo do alcoolismo desde muito jovem.” “Portador de faculdade mediúnica atormentada, por necessidade repara- dora, foi reencontrado pelos inimigos desencarnados que, desde cedo, aos doze anos aproximadamente, o induziram à ingestão de bebidas alcóolicas, inicialmente nas festas familiares e nas de caráter popular muito comuns na cidade onde residia, para o arrastarem por longos anos aos mais abjetos comportamentos e experiências infelizes.” “... E fomos informados da tragédia em que se envolvera o pobre ... , tendo fim a consumida existência física.” “Com um fim trágico...” “Discutindo com outro companheiro embriagado, comparsa habitual das extravagâncias alcoólicas, num dos bares em que se homiziavam, foi acometido de grande loucura e, total- mente alucinado, tomou de uma faca exposta no balcão da espelunca, cravando-a, repetidas vezes, no antagonista, mesmo após tê-lo abatido e morto.” “A cena de sangue, odienta e ultrajante, provocou ira dos passantes e comensais do repelente recinto que, inspirados pelos perversos e indigitados Espíritos vampirizadores, se atiraram contra o alcoólatra, linchando-o sem qualquer sentimento de humanidade, antes que a polí- cia que freqüentava o local pudesse ou quisesse interferir.” Página 45 e 54. FIM
  33. 33. Capítulo 29 Mecanismos de Recuperação O Amigo espiritual (Dr. Bezerra de Menezes) (...) teceu oportunos comentários sobre a obsessão, que põe o indivíduo nas fronteiras da loucura, facilmente derrapando para o descontrole dos centros da razão, de retorno muito difícil. Entre os apontamentos com que nos enriqueceu o raciocínio, afirmou: – Em toda gênese da loucura há uma incidência obsessiva. Desde os traumatismos cranianos às manifestações mais variadas, o paciente, por encontrar-se incurso na violação das Leis do equilíbrio, padece, simultaneamente, a presença negativa dos seus adversários espiri- tuais, que lhe pioram o quadro. Estando em desarranjo, por esta ou aquela razão, endógena ou exógena, os implementos cerebrais, mais fácil se torna a cobrança infeliz pelos desafetos violentos, que aturdem o Espírito que se não pode comunicar com o exterior, mais desequi- librando os complexos e delicados mecanismos da mente. "Nas obsessões, todavia, o descontrole da aparelhagem mental advém como consequência da demorada ação do agente perturbador, cuja interferência psíquica no hospedeiro termina por produzir danos, reparáveis, a princípio, e difíceis de recomposição, ao largo do tempo. "Processos obsessivos existem, como na possessão, em que o enfermo passa a sofrer a in- tercorrência da loucura conforme os estudos clássicos da Psiquiatria. CONTINUA
  34. 34. Capítulo 29 Mecanismos de Recuperação "Seja, porém, em qual incidência estagie o doente, não nos esque- çamos de que este é um Espírito enfermo, porque enquadrado nos códigos da reparação dos débitos, com as matrizes psíquicas que facilitam o acoplamento da mente perseguidora, esteja em sanidade mental, sendo levado à obsessão, ou em patologia de alienação outra, piorando-lhe o estado. FIM
  35. 35. Capítulo 30 Reencontro Feliz De certo modo, grande parte do êxito, em quaisquer proces- sos desobsessivos, depende do próprio enfermo, após receber a ajuda superior, que o predis- põe ao entendimento da pro- blemática e ao discernimento das responsabilidades. FIM
  36. 36. Capítulo 30 Reencontro Feliz – Para nós, espiritistas – elucidou, com a voz pausada, o interlocutor –, todos os problemas que afligem a criatura, dela própria procedem. É o Espírito, o agente dos acontecimentos que o afetam. Adquirindo expe- riências que o promovem á evolução, repara, numa existência, os erros noutra cometida, encetando tarefas novas ou corrigindo as anteriores, e armazenando sabedoria, com que cresce para a vida em conheci- mento e amor. "Nesse largo processo de desenvolvimento espiritual, não poucas vezes compromete-se com o mal, atraindo animosidades ou gerando inimi- gos, que se lhe associam à economia espiritual, de que se liberta so- mente a pesados ônus de sofrimentos e testemunhos de arrependi- mento, de amor. "Em muitas situações dessa natureza, surgem obsessões de curto ou largo porte, mediante as quais, aqueles que se consideram dilapidados nos seus recursos e posições investem, furibundos, em cobranças absurdas, criadas pela sua inferioridade moral, de que se não dão conta, convidando o infrator à reconsideração do comportamento e oportuno ajusta- mento emocional. "As obsessões, portanto, decorrem de faltas cometidas pela vítima atual, em oportunida- des outras, que não foram convenientemente reparadas. CONTINUA
  37. 37. Capítulo 30 Reencontro Feliz “A presença da culpa instala uma tomada psíquica no devedor, que lhe permite receber o plug do seu desafeto, consciente ou inconsciente- mente, dando surgimento ao intercâmbio psíquico dos envolvidos na mesma trama infeliz, aí nascendo o desconforto da criatura que, lenta- mente, vai sendo dominada pela força do agente agressor, que se lhe assenhoreia da casa mental. "Em casos outros, quando a falta perpetrada é muito grave, a ação cor- rosiva, de que se fez objeto o pensamento malévolo, desgasta as estru- turas moleculares do perispírito – órgão intermediário entre o corpo físico e o espiritual, encarregado de modelar as futuras formas e equipamentos orgânicos para o Espirito –, dando gênese a processos de loucura ou alienações, ou deformidades mentais, limitações psíqui- cas, distúrbios fisiológicos, enfim, enfermidades reparadoras que lhe são abençoado escoadouro das imperfeições agasalhadas ou vividas... "Dessa forma, cremos, os espiritistas, que o homem é o autor do seu destino e que, em qualquer processo de evolução, pelo trabalho e redenção na dor, há sempre interferência dos adversários desencarnados, que aumentam a prova do incurso no resgate, quanto a inspiração e a ajuda dos Bons Espíritos, que a todos nos amparam, auxiliando-nos na ascensão, quando nos permitimos sintonia com eles, atendendo-lhes as inspirações e diretrizes." FIM
  38. 38. 8 Processos Obsessivos — Em qualquer problema de desobsessão, a parte mais importante e difícil pertence ao paciente (quando já em tratamento), que afinal de contas é o endividado. A este compete o difícil recurso da insistência no bem, perseverando no dever e fugindo a qualquer custo aos velhos cultos do “eu” enfermo, aos hábitos infelizes, mediante os quais volta a sintonizar com os seus perseguidores que, embora momentaneamente afastados, não estão convencidos da necessidade de os libertar. Oração, portanto, mas vigilância, também, conforme a recomendação de Jesus. A prece oferece o tônico da resistência, e a vigilância o vigor da dignidade. Armas para quaisquer situações são o escudo e a armadura do cristão... FIM
  39. 39. 11 As Agressões Em processos obsessivos quais o de Mariana, há sempre uma mediunidade latente que oferece recursos de sintonia psíquica entre perseguidor e perseguido. Com o afastamento do primeiro, as possibilidades medianímicas do segundo se dilatam, sendo necessário educar, disciplinar, instruir o médium para que este adquira os recursos que o capacitem à defesa própria, aos cuidados contra as ciladas bem urdidas de outros Espíritos infelizes ou levianos, enfim, que preparem o seareiro em potencial para o labor na gleba imensa do Cristo, na qual escasseiam, ainda agora, trabalhadores diligentes e devotados... Obsessão x Mediunidade... FIM
  40. 40. “(a vítima), doente e desventurado, a despeito das condições precárias, reclamava um copinho, sempre mais um copinho, que um rapaz de serviço trazia, obediente. Tremiam-lhe os membros, denunciando-lhe o abatimento. Álgido (muito frio) suor lhe escorria da fronte e, de vez em quando,desferia gritos de terror selvagem.” “Em derredor (em roda, à volta), quatro entidades embrutecidas submetiam-no aos seus desejos. Empolgavam-lhe a organização fisiológica, alternadamente, uma a uma, reve- zando-se para experimentar a absorção das emanações alcoólicas, no que sentiam sin- gular prazer. Apossavam-se particularmente da “estrada gástrica”, inalando a bebida a volatilizar-se da cárdia ao piloro.” Capítulo 14. “Numa saleta abafada (um bar de uma “casa de dança”), um cavalheiro de quarenta e cinco anos presumíveis jazia a tremer. Não conseguia manter-se de pé.” A cena infundia angústia e assombro. Estaríamos diante de um homem embriagado ou de uma taça viva, cujo conteúdo sorviam gênios satânicos do vicio? O infortunado (a vítima) trazia o estômago atestado de liquido e a cabeça turva de vapores. Semidesligado do organismo denso pela atuação anestesiante do tóxico, passou a identificar-se mais intimamente com as entidades que o perseguiam. FIM
  41. 41. Estudos Dirigidos Vamos dar uma pausa por aqui. http://vivenciasespiritualismo.net/index.htm Luiz Antonio Brasil Périclis Roberto pericliscb@outlook.com

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