21.01 A Obsessão I 20 jan 2015

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21.01 A Obsessão I 20 jan 2015

  1. 1. Estudos Dirigidos A Obsessão Vamos ver alguns textos sobre a Obsessão.
  2. 2. O início... Na raiz de todas as enfermidades que sitiam o homem, encontramos, no desequilíbrio dele próprio, a sua causa preponderante. Sendo o Espírito o modelador dos equipamentos de que se utilizará na reencarnação, desdobra as células da vesícuIa seminal sobre as matrizes vibratórias do perispirito, dando surgimento aos folhetos blastodér- micos que se encarregam de compor os tubos intestinal e nervoso, os tecidos cutâneos e todos os elementos constitutivos das organizações física e psíquica. São bilhões de seres microscópicos, individualizados, trabalhando sob o comando da mente, que retrata as aquisições anteriores, na condição de conquistas ou dívidas, que cumpre aprimorar ou corrigir. Cada um desses seres que se ajustam perfeitamente aos implementos vibratórios da alma, emite e capta irradiações específicas, em forma de oscilações eletromagnéticas, que compõem o quadro da individualidade humana ... Em razão da conduta mental, as células são estimuladas ou bombardeadas pelos fluxos dos interesses que lhe apraz; promovendo a saúde ou dando gênese aos desequilíbrios que decorrem da inarmonia, quando essas unidades em estado de mitose degeneram, ofere- cendo campo às bactérias patológicas que se instalam vencendo os fatores imunológicos, desativados ou enfraquecidos pelas ondas contínuas de mau humor, pessimismo, revolta, ódio, ciúme, lubricidade e viciações de qualquer natureza que se transformam em pode- rosos agentes da perturbação e do sofrimento. CONTINUA
  3. 3. No caso dos fenômenos teratológicos das patogenias congênitas, encon- tramos o Espírito infrator encarcerado na organização que desrespeitou impunemente, quando a colocou a serviço da irresponsabilidade ou da alucinação, agora recuperando, de imediato, os delitos perpetrados, mesmo que em curto prazo expiatório. Problemas de graves mutilações e deficiências, enfermidades irreversí- veis surgem como efeitos da culpa guardada no campo da consciência, em forma de arrependimentos tardios pelas ações nefastas antes pra- ticadas. Neste capítulo, o das culpas, origina-se o fator causal para a injunção obsessiva. Daí, só existem obsidiados porque há dívidas a resgatar. A obsessão resulta de um conúbio por afinidade de ambos os parceiros. O reflexo de uma ação gera outro reflexo equivalente. Toda vez que uma atitude agride, recebe uma resposta de violência, tanto quanto, se o endividado se apresenta forrado de sadias intenções para o ressarcimento do débito, encontra benevolência e compreensão para recuperar-se. A culpa, consciente ou inconscientemente instalada no domicilio mental, emite ondas que sintonizam com inteligências doentias, habilitando-as a intercâmbios mórbidos. CONTINUA
  4. 4. No caso específico das obsessões entre encarnados e desencarnados, estes últimos, identificando a irradiação enfermiça do devedor, porque são também infelizes, iniciam o cerco ao adversário pretérito, através de imagens, mediante as quais fazem-se notados, não necessitando de pa- lavras para serem percebidos, insinuando-se com insistência até estabe- lecerem o intercâmbio que passam a comandar. De início, é uma vaga idéia que assoma, depois, que se repete com in- sistência, até insculpir no receptor o clichê perturbante que dá início ao desajuste grave. Em razão disso, não existe obsessão apenas causada por um dos litigantes, se não houver sintonia perfeita do outro. Quanto maior for a permanência do intercâmbio com o hospedeiro domiciliado no corpo – e entre encarnados o fenômeno é equivalente – mais profunda se tomará a indução obses- siva, levando à alucinação total. E nessa fase, em que a vítima se rende às idéias infelizes que recebe, a elas se conver- tendo, que se originam os simultâneos desequilíbrios orgânicos e psíquicos de variada classificação. CONTINUA
  5. 5. A mente, viciada e aturdida pelas ondas perturbadoras que capta do obsessor, perde o controle harmônico, automático sobre as células, facultando que as bactérias patológicas proliferem, dominadoras. Tal inarmonia propicia a degenerescência celular em forma de cânceres, tuberculose, hanseniase e outras doenças de etiopatogenias complexas, que a Ciência vem estudando. Só a radical mudança de comportamento do obsidiado resolve, em defi- nitivo, o problema da obsessão. FIM
  6. 6. PROLUSÃO O Espírito perseguidor, genericamente denominado obsessor, em verdade é alguém colhido pela própria aflição. Ex-transeunte do veículo somático, experimentou injunções que o tornaram revel (rebelde), fazendo que guardasse nos recessos da alma as aflições acumuladas, de que não se conseguiu liberar sequer após o decesso celular. Sem dúvida, vítima de si mesmo, da própria incúria e invigi- lância, transferiu a responsabilidade do seu insucesso a outra pessoa que, por circunstância qualquer, interferiu, decerto negativamente na mecânica dos seus malogros, por ser mais fácil encontrar razões de desdita em mãos de algozes imaginários, a reconhecer a pesada canga da responsabilidade que deve repousar sobre os ombros pessoais, como consequência das atitudes infelizes a que cada um se faz solidário. Perdendo a indumentária fisiológica mas, não o uso da razão — embora normalmente deambulando na névoa da inconsciência, com os centros do discernimento superior anestesiados pelos vapores das dissipações e loucuras a que se entregou — imanta-se por processo de sintonia psíquica ao aparente verdugo (algoz, carrasco), conservando no íntimo as matrizes da culpa, que constituem verdadeiros “plugs” para a sincronização perfeita entre a mente de quem se crê dilapidado e a consciência dilapidadora, gerando, então, os pródromos (prefácio) do que mais tarde se transformará em psicopatia obsessiva, a crescer na direção infamante de conjugação irreversível. CONTINUA
  7. 7. PROLUSÃO Ocorrências há, de agressão violenta, pertinaz, dominadora, pela mesma mecânica psíquica, em que o enfermo tomba inerme sob a dominação mental e física do subjugador. Pacientemente atendidos, nos abençoados trabalhos de desobses- são, nos quais se lhes desperta a lucidez perturbada, concitando-os ao avanço no rumo da felicidade que supõem perdida, faculta-se- lhes entender os desígnios sublimes da Criação, convidando-os a entregarem os que se lhes fizeram razão de sofrimento à Consciência Universal, de que ninguém se evade, e tratando de reabilitar-se, eles mesmos, ante as oportunidades ditosas que fluem e refluem através do tempo, esse grandioso companheiro de todos. Em outros casos, — quando a fixação da ideia venenosa produziu dilacerações nos tecidos muito sutis do perispírito, comprometendo o reequilíbrio que se faria necessário para a libertação voluntária do processo obsessivo, o que ocorre com frequência, — os Instrutores Espirituais, durante o transe psicofônico, operam nos centros correspondentes da Entidade, produzindo estados de demorada hibernação pela sonoterapia ou utilizando- se de outros processos não menos eficientes, para ensejarem a recomposição dos centros lesados, após o que despertam para as cogitações enobrecedoras. CONTINUA
  8. 8. PROLUSÃO Na maioria dos labores de elucidação, podem-se aplicar as técnicas de regressão da memória no paciente espiritual, fazendo-se que reveja os fatos a que se vincula, mostrando-lhe a legítima respon- sabilidade dele mesmo, nos acontecimentos de que se diz molesto, após o que percebe o erro em que moureja, complicando a atuali- dade espiritual que deve ser aproveitada para reparo e ascensão, jamais para repetições de sandices, pretextos de desídia, ensejos de desgraças... (...) Todos, porém, todos eles, nossos irmãos da retaguarda espiritual, — onde possivelmente já estivemos também, — são necessitados de compaixão e misericórdia, de intercessão pela prece e oferenda dos pensamentos salutares de todos os que se encontram nas lídimas colméias espiritistas de socorro desobsessivo, ofertando-lhes o pábulo da renovação e a rota luminescente para a nova marcha, como claro sol de discernimento íntimo para a libertação dos gravames sob os quais expungem os erros em que incidiram. FIM
  9. 9. No que diz respeito ao problema das obsessões espirituais, o pa- ciente é, também, o agente da própria cura. É óbvio que, para lográ- la, necessita do concurso do cireneu (o que auxilia) da caridade que o ajude sob a cruz do sofrimento, através da diretriz de segurança e esclarecimento que o desperte para maior e melhor visão das coisas e da vida, em cujo curso se encontra progredindo. Não se transfere, por tanto, para os passistas, doutrinadores e médiuns, a total res- ponsabilidade dos resultados, nos tratamentos das obsessões. É cer- to que ocorrem amiúde curas temporárias, recuperações imediatas sem o concurso do enfermo. Sem dúvida são concessões de acrés- cimo da Divindade. O problema, porém, retomará mais tarde, quan- do o devedor menos o espere, já que, a esse tempo, deverá estar melhor preparado para fazer o seu reajustamento moral e espiritual com a Lei Divina. PROLUSÃO FIM
  10. 10. Capítulo 8 — Vocês ignoram que o nosso filho Giórgio, há quatro anos atrás foi vítima de sórdida obsessão, tendo sido, face à minha ignorância, então, internado para penoso tratamento... Inesperadamente, ele que era jovial e transudava alegria de viver, tornou-se arredio, amargurado, sombrio. Tentamos arrancá-lo do mutismo a que se entregara, usando todas as possibilidades, sem qualquer resultado. Noivo, abandonou Lucília, sem explicações, e, frequentando o período da conclusão do curso de Direito, deixou os estudos. Parecia temer o contato, a presença de outras pessoas... Retraiu-se a tal ponto que os necessários tratos de alimentação e higiene passaram a ser negligenciados para nosso desgosto superlativo... “Foi nesse comemos que o doutor Ernesto Vialle, seu psiquiatra, sugeriu-nos interná-lo, a fim de que fosse submetido a rigorosa assistência especializada. “Vocês imaginam a nossa indescritível desolação. Submetemo-nos à adaga do sofrimento que nos decepava esperanças e sorrisos. (...) Mas, após um tratamento de desobssessão... – O importante — deu curso às elucidações — é que, através da mediunidade do nosso caro colega de farda (militar e médium que ajudou no tratamento), o Giórgio recobrou a saúde. CONTINUA
  11. 11. Capítulo 8 — O nosso afeiçoado Joel (militar e médium) — prosseguiu — em contato com os Espíritos que o assistem e amparam, no ministério da caridade a que se afervora, dedicado, soube que a loucura do Giórgio tinha procedência numa obsessão de natureza espiritual, graças a razões pregressas do seu e dos nossos Espíritos... Explicou- nos o mecanismo da justiça divina, através da reencarnação, de forma lógica e irrefutável, propondo-se levar-nos a participar de algumas sessões mediúnicas especializadas, onde a venda nos caiu dos olhos, ensejando-nos sublime “estrada de Damasco”. Desde o primeiro tentame, a melhora do filho fez-se imediata... Passamos a ser espiritualmente informados do quanto com ele ocorria, até o momento do encontro com o seu perseguidor, que nos sensibilizou mediante a narração dos seus padecimentos. Não foi fácil. Nada é fácil. Todo e qualquer empreendimento é sempre complexo, mesmo quando conhecido pela sua simplicidade, particularmente aquele que diz respeito à vida, à alma reencarnada... — Duas, três semanas transcorridas — ratificou, — nosso filho estava curado, voltava ao lar, tranquilo e diligente quanto antes, assim prosseguindo até hoje. Após o início dos tratamentos... FIM
  12. 12. Vamos ver agora o ambiente de um sanatório. Vejam o que se encontrou por lá... Estudos Dirigidos A Obsessão
  13. 13. Capítulo 10 Na Casa de Saúde Chegando ao pavilhão em que a jovem se encontrava, não pude sopitar o choque e a curiosidade, face à multidão que se agitava naquele Freno- cômio (Manicômio). Desencarnados às centenas, com os fácies mui varia- dos, aglutinavam-se em magotes de doentes, totalmente desequilibrados, em manifesta ignorância do estado espiritual em que se demoravam; ob- sessores de carantonha cruel demonstravam no rosto conturbado os ódios que os desequilibravam; perturbadores zombeteiros, assinalados pelos vícios em que se locupletavam, com máscara de cinismo indescritível; grupos de vampirizadores misturavam-se a dementes encarnados, par- cialmente liberados pelo sono, em lastimável estado; verdugos impiedo- sos, conhecedores das técnicas obsessivas, arrastavam suas vítimas em incríveis padecimentos, que desfaleciam de pavor, logo despertando para defrontar os adversários frios; entidades hebetadas, simiescas umas, deformadas outras, em promiscuidade deplorável... Desencarnados ociosos, indiferentes, enchiam os pátios, os corredores como frequen- tadores de espetáculos circenses, totalmente desconhecedores do estado em que se movi- mentavam, produzindo ambiente miasmático, que aspiravam, intoxicando-se cada vez mais e envenenando a psicosfera terrível já reinante. Um pandemônio ensurdecedor e aparvalhante sucedia-se em cenas que variavam da bestialidade mais vil à impiedade mais selvagemente elaborada, em cujos cenários muitos encarnados sofriam indefiníveis vilipêndios e atentados. CONTINUA
  14. 14. Capítulo 10 Na Casa de Saúde Dava-nos a impressão de que nenhuma compaixão ou sentimento de hu- manidade ali encontrava guarida. Os espetáculos da hediondez espiritual superavam tudo que a imaginação humana pode conceber. Aliás, ali se encontravam alguns dos campeões da insensatez e da perversidade, dos ases da mentira e da traição, dos hábeis dissimuladores que, não obstante a ausência das roupagens orgânicas, experimentavam as paixões mais açu- ladas que os governavam em desmandos inimagináveis. Recebêramos antes recomendações adequadas quanto aos impositivos da oração e do equilíbrio, a fim de transitarmos em faixa de diferente vibra- ção, passando despercebidos da imensa mole de atormentados e atormen- tadores. FIM
  15. 15. “Não desconhecemos que toda enfermidade procede do Espírito endívi- dado, sendo a terapêutica espiritista de relevante valia. Convém, porém, considerar, que antes de qualquer esforço externo se há que predispor o paciente à renovação íntima, intransferível, ao esclarecimento, à educa- ção espiritual, a fim de que se conscientize das responsabilidades que lhe dizem respeito, dando início ao tratamento que melhor lhe convém, par- tindo de dentro para fora. Posteriormente, e só então, se fará lícito que participe dos labores significativos do ministério mediúnico, na qualidade de observador, cooperador e instrumento, se for o caso. Capítulo 11 Epilepsia O texto acima se refere aqueles que acreditam que se uma pessoa vive tendo um ataque epilético, simplesmente acham que é um médium, por suporem que a mediunidade seja uma expressão patológica da personalidade alienada, e que ele deve “desenvolver a sua mediunidade”, enviando-o para uma sala mediúnica, sem identificar para isso se o problema é do próprio enfermo, isto é, se é de origem físico e/ou espiritual. O paciente epilético está: doente fisicamente, está sendo obsediado ou é mediunidade?
  16. 16. Capítulo 11 Epilepsia E se descartando o problema físico, ou não, e sendo também espiritual, devemos ter muito cuidado, para não cairmos em erros, como nos alerta o texto do livro: “Graças à disposição simplista de alguns companheiros pouco esclarecidos, faz-se que os pacientes enxameiem pelas salas mediúnicas, sem qualquer preparação moral e mental para os elevados tentames do intercâmbio espiritual.” “Não desconhecemos que toda enfermidade procede do Espírito endívi- dado, sendo a terapêutica espiritista de relevante valia. Convém, porém, considerar, que antes de qualquer esforço externo se há que predispor o paciente à renovação íntima, intransferível, ao esclarecimento, à educa- ção espiritual, a fim de que se conscientize das responsabilidades que lhe dizem respeito, dando início ao tratamento que melhor lhe convém, par- tindo de dentro para fora. Posteriormente, e só então, se fará lícito que participe dos labores significativos do ministério mediúnico, na qualidade de observador, cooperador e instrumento, se for o caso. O paciente epilético está: doente fisicamente, está sendo obsediado ou é mediunidade?
  17. 17. Capítulo 13 Nem sempre a obsessão tem origem na atual encarnação... (...) A Entidade que a vergasta (castiga), agora, não tem diretamente com ela nenhuma vinculação atual. Antes assim o faz, para desfor- çar-se do genitor a quem supõe odiar. “Porque ela se encontra comprometida, sofre, fazendo o pai sofrer, enquanto, por esse processo, se libera dos erros praticados em com- panhia daquele. A Entidade malfazeja a subjuga por encontrar nela predisposições cármicas que facilitam o conúbio (ligação, união). Estava acontecendo, neste caso, um processo de subjugação em uma jovem para atingir o seu pai... “Portadora de mediunidade, por cujo meio poderá ascender posteriormente, faculta ao irmão infeliz a obsessão, através de compreensível afinidade fluídica com que se imantam reciprocamente. “Consultemos os seus clichês mentais arquivados na memória anterior, no centro coronário, de modo a aquilatar-se melhor a sua problemática, ajudando-a com maior proficiência.” Percebemos, então, à medida em que lhe fixávamos o núcleo correspondente aos registros da memória, surgirem cenas vivas, como se fôramos transferidos para o local em que sucediam. FIM
  18. 18. Capítulo 13 Subjugação “Cada problema obsessivo tem as suas características próprias, e, pois, consequentemente, exige tratamento especial. Sem dúvida, as raízes são sempre profundas, fincadas no cerne do Espírito que sofre a aguerrida luta.” Dr. Bezerra de Menezes FIM
  19. 19. Capítulo 13 Em qualquer processo obsessivo, é de efeito superior a renovação e a conscientização dos envolvidos, do que resultam os primeiros benefícios imediatos, que são: o despertamento para as responsabilidades do espírito, o amor desinteressado, o perdão indistinto e o desejo honesto da inadiável reparação aos danos causados... Encetado (iniciado) o esforço da melhoria de dentro para fora, mais fácil a liberação dos compromissos infelizes que engendram amargura e dor. FIM
  20. 20. Capítulo 17 Cada processo obsessivo, face aos fatores que o motivam, tem ca- racterísticas especiais, embora genericamente sejam semelhantes. Há que se levar em conta as resistências morais do paciente, os hábi- tos salutares ou desregrados a que se submeteu, os títulos de eno- brecimento ou vulgaridade que coletou, facultando-lhe recursos atenuantes ou agravantes à condição aflitiva. Normalmente, além dos implicados na demanda, Entidades ociosas ou perversas agrupam-se em volta do encarnado em desajuste, complicando-lhe a alienação. Quando se trata de Espíritos sequiosos de vingança e possuidores de largos recursos de concentração mental maléfica, fazem-se temidos até mesmo pelos que se lhes assemelham, batendo-os em retirada. Na generalidade, porém, o obsesso experimenta a constrição do seu perseguidor e a pertur- bação dos que lhe são afins ao problema por sintonia vibratória compreensível. (...) qualquer incursão para ajudar o perturbado, sem a caridade para com o perturbador, redundaria improfícua senão perniciosa. Justo atender aos contendores sem preferen- cialismos, porquanto, enfrentando o mesmo problema, ambos são desditosos. E o que aflige é sempre mais desventurado, em se considerando a ingestão do ódio que o desvaira hoje como o inapelável resgate que defrontará amanhã. Piedade, portanto, também, para os que infelicitam, perseguem, atormentam — não sabem o que fazem! FIM
  21. 21. “Ainda podemos anotar uma outra classe de ocorrência, que é aquela que deflui da vingança do desencarnado ao encontrar aquele que o houvera infelicitado e, destituído de sentimentos dignos compraz-se no desforço, empurrando-o para o calabouço da viciação. Capítulo 5. - Não podemos desconsiderar o adversário comum, que se oculta no coletivo Trevas ou Forças do Mal. Esses nossos irmãos desvairados, que perderam totalmente o senso de equilíbrio, por mais incrível que nos pareça, pretendem instaurar o seu reino de disparates entre os seres humanos, por neles encontrarem receptividade e sintonia moral, acreditando que a sua será uma vitória incontestável contra o Bem, representado por Jesus-Cristo, nosso Mestre, em nome do Pai Criador ... "Insistem nas suas posturas absurdas, deixando-se conduzir por mentes perigosas que, na Terra, exerceram domínio sobre as multidões e se transferiram para o além-túmulo com altíssimas cargas de ódio e incompreensível sede de vingança, reconstruindo os seus impérios de alucinação, nos quais milhares de comparsas sob seu domínio obedecem às suas imposições cruéis. Supõem-se invencíveis, desafiando a ordem e o equilíbrio que jazem em toda parte, ampliando as inomináveis conquistas mediante o arrebanhamento de vítimas que se Ihes entregam com relativa facilidade.” CONTINUA
  22. 22. Capítulo 5. "O seu desatino é tão grande, que interferem no destino das nações, quando encontram chefes de Estado do mesmo nível evolutivo, deles utilizando-se para castigar a humanidade. Se esses indivíduos, que passam a comandar psiquicamente, são religiosos, inspiram-Ihes ódios terríveis contra os demais, que não privam da sua crença, tornando-os asselvajados, ao mesmo tempo, induzindo-os à crença de que são Emissários de Deus, que deverão libertar a sociedade da tirania dos outros, do Demônio, que é sempre aquele a quem elegem como adversário ... FIM
  23. 23. Capítulo 7. – Assim que o seu verbo atraiu o interesse de amigos e frequentadores da Sociedade Espírita, também despertou a curiosidade das falanges de inimigos que fizera anteriormente, e que passaram a sitiá-lo, procurando-lhe os pontos vulneráveis, a fim de atingí-lo. O início de uma obsessão, em um palestrante espírita... "O sicário (assassino contratado), que lhe vimos imantado, é uma das vítimas pessoais que, há mais de um século busca o desforço, em razão dos sofrimentos ultrizes que experimentou, quando sob sua terrível sujeição. Conseguiu, a muito esforço e pertinácia, acercar-se- Ihe, induzi-Io à vaidade, inspirar-lhe o ressumar das imperfeições que permaneciam adormecidas e, a pouco e pouco, passaram a dominar-lhe o comportamento. FIM
  24. 24. Capítulo 7. – E não iremos afastar-lhe o obsessor? – interrogou Germano, também do nosso grupo. Demonstrando muita serenidade e profundo conhecimento da alma humana, o gentil amigo respondeu: – Não nos compete fazê-Io pela violência, já que a simbiose ocorre por aquiescência do hospedeiro, que lhe oferece campo vibratório para a ocorrência do fenômeno. Posteriormente, no entanto, seremos convidados a agir conforme estabelecem os códigos do amor e da caridade. Aguardemos! FIM
  25. 25. Capítulo 7. – Há um brocardo popular que acentua: Quem não ascende a Deus pelo amor, consegue-o pela dor. Abandonados os sentimentos superiores, que tombaram no olvido, em face da sua presunção e da loucura pelo poder, nosso caro Dr. Marco Aurélio vem sendo vítima de hipertensão arterial, que não tem cuidado conforme seria de desejar. Isso nos será suficiente para sustar o próximo crime (ele planeja envenenar a esposa). A bondade de Deus, que não tem limite, oferece o seu socorro através dos mais diferentes mecanismos que propiciam a evolução. O Dr. Marco Aurélio adentrou-se (no quarto onde estava a sua esposa já enferma), olhou em volta, quase que incorporado pelo inimigo impiedoso (ele estava sendo influenciado a fazer isso em um processo de obsessão). Ofegava, em decorrência da ansiedade e do medo que o dominava, embora o álcool que absorvera. E mais adiante... Tomou de um pequeno vidro, que trazia no bolso, com a substância letal e, insuflado pelo obsessor que lhe impunha a ordem do uxoricídio (assassínio da mulher cometido pelo marido), derramou-o em um copo, predispondo-se a levá-lo aos lábios da enferma, que o fixava com os olhos brilhantes, como se o Espírito soubesse o que estava acontecendo. E em realidade sabia-o. Sem poder mover-se, a expressão de dor e de angústia era estarrecedora. Ele olhou-a casualmente e não pôde sopitar o desespero, informando-a, nervoso, mas sem hesitação: CONTINUA
  26. 26. Capítulo 7. – Isso acabará logo. Não irá doer. A um sinal da genitora (já desencarnada) do tresvariado, o Dr. Arquimedes (Espírito) enviou-lhe alta carga de energia, que encontrou guarida no chakra cardíaco, fazendo-lhe o coração disparar, aumentando o bombeamento de sangue para o cérebro. O inimigo desencarnado (que lhe estava acoplado), recebeu, também, a onda vibratória, e afastou-se abruptamente, embora continuasse ligado à massa encefálica do seu sequaz. As sucessivas cargas de vibração que eram absorvidas pelo coração aceleravam a circulação do sangue e os capilares cerebrais entumeceram, as artérias dilataram-se, e trêmulo, com a vista embaçada, ele levou a mão ao peito, rolando ao chão, quebrando o copo, derramando o líquido terrível, contorcendo-se e desenvolvendo um íctus cerebral (AVC - acidente vascular cerebral). O enfermeiro (da esposa) escutou-lhe a queda, subiu a escadaria aos saltos e deparou-se com a cena chocante. De imediato telefonou ao Pronto Socorro, solicitando um médico e a ambulância, que chegariam com muito atraso, em razão das festas alucinantes (carnaval)... O político de destaque estava agora impossibilitado de prosseguir na trajetória dos desequilíbrios, sendo poupado de maiores gravames. CONTINUA
  27. 27. Capítulo 8. Num momento, que nos pareceu próprio, interroguei o prestimoso Mentor: – Ainda não me houvera ocorrido que procedesse do mundo espiritual uma terapia tão vigorosa, quanto a que fora aplicada no aturdido advogado. Isso acontece com frequência? Sempre afável, ele respondeu: – Miranda, não devemos esquecer que o mundo espiritual, na sua causalidade, sempre é o agente de todas as ocorrências que têm lugar no orbe terrestre. Direta ou indiretamente, as ações que daqui procedem refletem-se na esfera física, seja mediante a interferência dos Espíritos desencarnados em aflição ou em estado de elevação, como também por consequência dos compromissos anteriormente assumidos. "Assim sendo, podemos asseverar que a esfera física é o resultado da ressonância dos labores daqui procedentes. "No caso em tela, como ocorre com outros de correspondente conteúdo, o amor de Deus adota a terapia da compaixão, dificultando a prática de atos ignóbeis através de distúrbios orgânicos naquele que marcha para um destino inditoso. Todos são beneficiados com impedimentos à prática do mal, nada obstante, têm a liberdade de realizá-Ia ou não oportunamente, não sendo impedidos na sua decisão. CONTINUA
  28. 28. Capítulo 8. "O nosso amigo tem sido vítima de si mesmo, em razão dos deslizes do passado, como dos prejuízos morais do presente. No entanto, induzido pelos agentes do mal, que deveria ter conquistado para a renovação e a paz, permitiu-se conduzir pelas suas insinuações, infelizmente compatí-veis com os resíduos da própria conduta, avançando no rumo de desastres imprevisíveis... Como a lei divina é de amor, embora também de justiça, mas nunca de vingança ou de impiedosa cobrança dos erros praticados, sempre interfere mediante recursos inesperados. Para os transeuntes do corpo, essas terapias salvadoras parecem desgraças, por somente verem o lado material da existência, enquanto que, em realidade, são salvadoras." – Dentro desse raciocínio, podem os Benfeitores espirituais conduzir os pacientes rebeldes a uma desencarnação antecipada? – Sem qualquer dúvida! Não são poucas as existências humanas que, para serem impedidas as sequências de disparates, têm o seu curso interrompido, assim beneficiando esses Espíritos rebeldes, teimosos e insanos. O mesmo ocorre em relação a alguns missionários do Bem, que empolgados pelas realizações executadas, desviam-se um pouco do ministério, passando a direcionar o trabalho para os impositivos dominantes na Terra. Objetivando-Ihes a felicidade, são convocados ao retorno, mediante enfermidades breves, acidentes orgânicos ou não, de forma que não prejudiquem a obra realizada, impondo-lhe características pessoais. Muitos abnegados trabalhadores da Verdade, para a sua própria ventura, têm sido chamados de volta, antes do prazo estabelecido para a desencarnação... FIM
  29. 29. Capítulo 11. O Or. Arquimedes convidou Germano, que também houvera sido médico em sua última jornada terrestre, a que examinasse o pa- ciente. Após alguns minutos de cuidadosa observação, o nosso com- panheiro concluiu pelo diagnóstico da enfermidade desgastante que o consumia, ao lado da exploração das energias de que era vítima pelos desencarnados exploradores. – Trata-se de uma neoplasia maligna da próstata – disse, lentamente – com metástase quase generalizada. O processo vem-se agravando há mais de dez meses, considerando-se a área orgânica invadida pelas células degeneradas. Uma cirurgia, em momento próprio, tendo-se em vista o progresso da Medicina nesse campo, e o teria liberado do mal que ora o consome. – Concordo plenamente com o amigo – anuiu o Mentor. O irmão Laércio deixou-se arrastar pelo sexo indisciplinado, desrespeitando o lar que lhe era sagrado, quando se encontrava no auge da programação espiritual. Seus inimigos, que lhe conheciam a debilidade moral, impossibilitados de arrastá-lo à queda, aproximaram do seu lar uma parenta portadora de muita beleza física e sensualidade, que experimentava dificuldades matrimoniais, recente- mente abandonada pelo consorte. CONTINUA
  30. 30. “Insinuante e dependente das sensações do sexo mal conduzido, procurou apoio dos familiares, recebendo orientação e palavras de conforto. Inspirada, porém, pelos adversários do trabalhador espírita, passou a acalentar desejos lascivos em relação a ele e, pouco tempo depois, terminou por arrastá-lo ao leito do adultério, embora a confiança que em ambos depositava a esposa fiel. Capítulo 11. "Enredado nos fluidos do desejo, hipnotizado pelo prazer e fascinado pelo gozo, ele entregou-se à luxúria e ao conforto que ela podia proporcionar-lhe, fugindo ao convívio da família, onde não mais parecia encontrar bem-estar ou alegria. Prosseguiu na farsa de abordar temas morais, sem condições íntimas para fazê-lo. "Passados, porém, os primeiros tempos de desequilíbrio, distante da família e sentindo-se perdido, resolveu-se pela separação legal da esposa, e depois, da infeliz companheira que o arrastou ao tombo, passando a cultivar pensamentos perturbadores, telementalizado pelo adversário soez que o espreitava. Lentamente foi-se deixando vencer, sentindo-se indigno de prosseguir na tribuna e na imprensa com a sua contribuição, mantendo somen- te os compromissos como educador desestimulado, a fim de atender aos impositivos da Lei junto aos familiares, desaparecendo de circulação... CONTINUA
  31. 31. Capítulo 11. "Atualmente, em face da consciência de culpa que ajudou o processo de desencadeamento do câncer prostático, totalmente subjugado, pensa fugir do corpo através do famigerado suicídio." O Guia manteve-se em silêncio, contemplando o companheiro que se deixou vencer pelos desafios da experiência evolutiva para os quais fora preparado. Nenhuma jornada está isenta de dificuldades, de empecilhos, de tropeços. A queda é natural, mas o soerguimento é impositivo da marcha e Espírito algum pode permitir-se o luxo de desistir, porém, continuar tentando, de todas as formas possíveis, a realização dos compromis- sos libertadores. FIM
  32. 32. O Dr. Arquimedes examinou detidamente o enfermo sob a cruel obsessão corporal (haviam dois Espíritos imantados) e compreendeu que a sua remoção era mais viável sob o parcial desdobramento pelo sono, o que se propôs produzir mediante indução hipnótica, a cargo do amigo Germano que, convidado a operar, prontificou-se de boa mente, aplicando-lhe energias no chakra cerebral, entorpecendo-lhe a consciência a pouco e pouco. Capítulo 12. Percebi que a sua agitação mental cedeu lugar à calma, enquanto era delicadamente desdobrado da organização somática. O adversário implacável (1º) detectou a operação por experimentar as ondas psíquicas do magnetizador, mas não teve tempo de opor-lhe resistência (caiu em sono profundo). A imantação com o seu hospedeiro fazia-se tão completa que um assimilava as emoções do outro em intercâmbio contínuo. A outra Entidade (2º), porque frívola e aproveitadora, foi afastada através de choques aplicados pelo nosso Mentor, desligando-se do aparelho genésico do paciente, que lhe sofria a injunção covarde. O obsessor e o obsidiado foram levados para um posto espiritual, para uma cirurgia a fim de serem separados... Houve a separação e a devida ajuda, através da doutrinação... FIM
  33. 33. Capítulo 12. ... De nós outros, é inútil, porque o assessoramos e fomos por ele mesmo hospedados. Somos semelhantes e, graças a essa identidade moral, confundimo-nos, um no outro. Durante uma doutrinação, o Espírito alega uma razão para continuar junto ao obsediado... ... E estrugiu uma gargalhada sardônica. E o doutrinador alerta... "Você nutre-se das suas energias e tornou-se-lhe um parasita psicofísico, nisso comprazendo-se e dependendo desse alimento. A hospedagem, porém, está perto de extinguir-se ante a próxima consumpção orgânica pela morte que dele se acerca, separando-os mesmo que contra a sua vontade.” – Nunca – bradou, excitado – seremos separados! E o obsessor... No final, eles são amparados e ajudados, o obsessor e o obsediado... FIM
  34. 34. Capítulo 14. “(...) Sempre se deve ter em mente, durante os processos de atendi- mento de desencarnados, conforme ocorre nas respeitáveis Entida- des Espíritas dedicadas à desobsessão, que a terapia essencial deve- rá ser proporcionada ao hoje obsessor e não somente direcionada em favor da liberdade do obsidiado. Do ponto de vista moral, o maior sofredor é o desencarnado que prossegue em angústia, desespero e ódio em relação àquele que o defraudou... Porque visível, o encarnado, hoje na condição de vítima, inspira com- paixão e parece merecer a alforria. É compreensível, mas não é justo. O enfermo portador de maior gravidade é o outro, sua vítima que, desde o momento em que foi infelicitado, sofre até este momento, experienciando tormentos inimagináveis. A aflição que impõe ao seu antigo algoz não representa uma expressiva percentagem do que o combure interiormente. FIM
  35. 35. Capítulo 14. – Os Espíritos perseguidores que daqui são liberados – insisti, ainda – rumam para campos de reabilitação específicos ou permanecem sob a custódia deste sanatório, na sua área espiritual? – Permanecem sob nossa assistência, porquanto, desde antes da sua construção material, os Espíritos que a inspiraram, criaram na sua colônia um departamento especializado em atendimentos de recu- perandos. Logo são desligados dos processos obsessivos, são con- duzidos a esse núcleo de onde viemos e que constitui o nosso lar atual. Da mesma forma, outros nosocômios (hospitais) dispõem de centros de recuperação e de atendimento para os seus internados que desencarnam, com algumas exceções compreensíveis." FIM
  36. 36. Capítulo 14. O Dr. Arquimedes, muito interessado, interrogou: - Já foi tentada a psicoterapia espiritual da palavra libertadora? – Sem dúvida, mais de uma vez. Obstinado, porém, incapaz de re- gistrar qualquer outra onda mental, em face da fixidez do seu propó- sito mórbido, entrega-se ao parasitismo de que também se nutre, na razão direta em que depaupera aquele que lhe concede energia. O conhecimento que temos das Leis Divinas faculta-nos entender que somente o tempo conseguirá aquilo que, no momento, nos é vetado, a fim de não violentarmos o livre arbítrio dos litigantes ferrenhos. – É o que vimos anotando mais recentemente. Assim, o nosso compromisso de amor em nada sofrerá interrupção, porque o paciente-vítima será recambiado para nossa Esfera e o paciente-algoz de momento, por eleição própria ficará imantado à sepultura do vampiriza- do por largo tempo na sua demência espiritual. Confesso que me encontrava bastante aturdido ante os novos ângulos dos acontecimen- tos, que antes me haviam passado despercebidos, quais o do vampiro desencarnado con- tinuar preso aos despojos da sua vítima, agora em liberdade da sua sanha feroz. – Dou-me conta – ainda considerou nosso Guia – que o paciente encontra-se em estágio próximo da desencarnação, observando-lhe os chakras em destrambelho vibratório e a perda do fluido vital pela ação nefasta. FIM
  37. 37. Capítulo 15. Ele informou-me como a incidência da mente cruel sobre os delica- dos tecidos orgânicos termina por afetá-los, desorganizando a mitose celular, produzindo distúrbios funcionais, qual ocorre nos aparelhos digestivo, cardiovascular e abrindo campo no sistema imunológico para a instalação das doenças. – No início do processo – disse-me, bondoso – a enfermidade é mais psíquica do que física, isto é, as sensações são absorvidas diretamen- te do Espírito doente, perispírito-a-perispírito, impregnando o corpo hospedeiro da parasitose até este incorporar a energia deletéria que o desgasta no campo vibratório, atingindo, a breve prazo, a organi- zação fisiológica. O número de portadores de doenças orgânicas si- mulacro, conforme as denominamos, cuja procedência é obsessiva, não tem sido anotado, sendo muito maior do que pode parecer. "Invariavelmente os cultores do intercâmbio espiritual e espiritistas, quase em geral, re- portam-se às influências obsessivas de natureza mental e comportamental... O organismo físico, no entanto, é caixa de ressonância do que ocorre nos corpos espiritual e perispiri- tuaI. Da forma como sucede com a obsessão de natureza psíquica, quando prolongada, que termina por degenerar os neurônios, dando lugar à loucura convencional, o fenômeno orgânico obedece aos mesmos critérios. "O que é válido numa área, também o é noutra. CONTINUA
  38. 38. Capítulo 15. "Indispensável que seja mantida muita atenção diante de afecções e infecções orgânicas, examinando-Ihes a procedência no campo vi- bratório, no qual, não raro, encontramos mentes interessadas em desforços, muitas vezes, ignorando a operação destrutiva que vem realizando nos tecidos. "Como sabemos, nem todo Espírito vingador conhece as técnicas de perseguição, mantendo-se imantado ao seu antigo desafeto, em face da lei de afinidade vibratória, isto é, graças à semelhança de senti- mentos e de moralidade, o que faculta a plena interação de um com o outro e intercâmbio de emoções de um no outro... Como as cargas mentais e emocionais transmitidas, mesmo que as desconhecendo, são constituídas de campos de ressentimento e de vingança, essa contínua onda vibratória nociva é assimilada pelo ser energético, que passa a mesclá-la com as suas próprias, gerando desconforto e dis- função nos equipamentos que sustenta. Iniciando-se a desconectação do fluxo de energia emitida pelo Espírito encarnado, em face da intromissão daquelas morbosas, as defesas imunológicas diminuem, abrindo campo pa- ra a instalação de invasores microbianos degenerativos. As doenças aparecerão logo de- pois. Toda terapia antibactericida, portanto, que objetive apenas os efeitos dessa ocorrên- cia, irá combater somente os invasores microbianos, não reequilibrando o campo organiza- dor biológico, cuja sede é o perispírito, que se encontra afetado pelo agente espiritual desencarnado. CONTINUA
  39. 39. Capítulo 15. "Nunca será demasiado repetir que, em qualquer processo de enfer- midade e disfunção fisiológica ou psicológica do ser humano, o do- ente é o Espírito convidado à reparação dos erros cometidos, res- ponsáveis que são pelas tormentas orgânicas de que o mesmo torna- se vítima." – Embora não me fosse desconhecida a ocorrência, esse tipo de obsessão fisiológica, não poderia imaginar que apresentasse uma estatística tão expressiva conforme o amigo me relata. "Em assim sendo, qual a melhor terapia para ser aplicada?" – Indiscutivelmente – redarguiu – a do Evangelho, isto é, a da transformação moral do pa- ciente, que é a sua parte fundamental, e a nossa contribuição em relação a ele, a fluidote- rápica, a fim de afastar o agente desencadeador do problema, a sua conveniente doutri- nação, a compaixão e misericórdia para com ele, sem nenhuma diferença daquela que se- ria aplicada nos transtornos obsessivos mentais e comportamentais. "Pelo pensamento, cada um de nós elege a companhia espiritual que melhor nos apraz. Mais adiante a pergunta, sobre o tratamento adequado... CONTINUA
  40. 40. Capítulo 15. "Na larga experiência de lidar com obsessos físicos, tenho aprendido que é a mente o grande agente fomentador de vida, como de des- truição dos seus elementos constitutivos. Afinal, o que criou e rege o Universo é a Mente Divina, na qual tudo se encontra imerso. A mente humana, nos seus limites, produz a constelação de ocor- rências próximas à sua fonte emissora de energia, sempre em sintonia com a qualidade de vibrações exteriorizadas. “Pensar bem, portanto, já não tem sentido apenas ético ou religioso, mas uma abrangência muito maior que é o psicoterapêutico preventivo e curador.” FIM
  41. 41. Capítulo 20. Espíritos que foram arrebatados do corpo físico através de acidentes perturbadores, recém-desencarnados que experimentaram enfermi- dades de longo curso, obsessores predispostos ao arrependimento, eram trazidos para as edificações espirituais espalhadas na área que deveria ser preservada, a fim de receberem os primeiros socorros que Ihes permitiriam despertar para a realidade que não haviam pe- netrado antes da desencarnação. Ajuda aos desencarnados pelo esclarecimento... FIM
  42. 42. Estudos Dirigidos Vamos dar uma pausa por aqui. http://vivenciasespiritualismo.net/index.htm Luiz Antonio Brasil Périclis Roberto pericliscb@outlook.com

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