Estudos Dirigidos
A Reencarnação
Vamos ver alguns
textos sobre a
Reencarnação.
Terceira Parte
Capítulo 8
De acordo com (Eva) Pierrakos, a alma em vias de encarnar-
se encontra-se com os guias espiritua...
Terceira Parte
Capítulo 8
Segundo Eva Pierrakos, a dose de aconselhamento que uma alma
recebe dos guias na determinação da...
Terceira Parte
Capítulo 8
O plano de vida contém muitas realidades prováveis, que permi-
te amplas escolhas de livre-arbít...
Capítulo IV
O corpo físico é um traje transitório de tecido físico-químico que
vestimos para experimentar e interagir com ...
Capítulo IV
Ao fazer com que nos encarnemos como homens ou mulheres, brancos
ou negros, indianos, chineses ou mexicanos, s...
Capítulo IV
As experiências de cada existência são processadas inicialmente
nos níveis astral e mental, mas integradas de ...
Capítulo 6
Serialidade
Existencial
VIDAS FÍSICAS ou SERIÉXIS (Existências Sucessivas)
A cada nova ressoma (renascimento), ...
Capítulo 6
Serialidade
Existencial
Um ponto que escapa à maioria, essencialmente devido aos condicio-
namentos sociais e r...
Capítulo 6
Serialidade
Existencial
Paralelamente a este processo existe o acoplamento e afinização
energéticos cada vez ma...
Capítulo 6
Serialidade
Existencial
A partir daí, com o paulatino amadurecimento do soma, principal-
mente do sistema nervo...
Capítulo 6
Serialidade
Existencial
Muitos se indagam ou perguntam abertamente qual é a razão ou ne-
cessidade da ressoma (...
Capítulo 6
Serialidade
Existencial
Outra razão para a seriéxis é o fato de esta colocar a consciência em
um trilho. Se, po...
Capítulo 12
Fatores
Bloqueadores
CHOQUE DA RESSOMA (Reencarnação)
Ao contrário do que pensa a maioria das pessoas, o traum...
Capítulo 12
Fatores
Bloqueadores
Da mesma forma que uma noite de sono nos faz esquecer vários
detalhes do dia anterior, um...
A REENCARNAÇÃO
Nota do livro: Cumpre recordar que nossa linhagem Sámkhya
(Nìríshwrasámkhya) não é reencarnacionista. Esta ...
A REENCARNAÇÃO
Apenas à guisa de curiosidade, observemos no quadro acima: o que chamamos psiquismo
é a fusão do emocional ...
Capítulo 19.
No momento adequado, nosso Mentor convidou-nos a uma breve
reunião, na qual explicou:
– Deveremos receber, pr...
Igualmente explicou-nos que fora submetido a tratamentos especiais
no perispírito, de forma que assimilasse recursos fluíd...
Capítulo 19.
Foi o nosso Benfeitor quem os aproximou, elucidando quanto ao
significado da empresa espiritual, que naquele ...
Capítulo 19.
Como se estivéssemos utilizando-nos de um microscópio de alta po-
tência, pudemos ver os espermatozóides aos ...
"No interior dessa formação começa o mais desafiador fenômeno da
fatalidade biológica, em que a Natureza, ao influxo dos S...
Capítulo 19.
(...) acerquei-me do amigo Germano e indaguei-lhe:
– Poderemos considerar iniciada a fecundação, a partir des...
PROLUSÃO
Quando o Espírito é encaminhado à reencarnação traz, em forma de
“matrizes” vigorosas no perispírito, o de que ne...
No caso de outras enfermidades mentais, a distonia que tem início
desde os primórdios da reencarnação vai, a pouco e pouco...
PROLUSÃO
(...) desde o berço, o espírito imprime no encéfalo as condições
cármicas, para o resgate das dívidas perante a C...
Capítulo 11
— Pela lei das afinidades, o Espírito calceta (condenado a trabalhos
forçados) é atraído antes da reencarnação...
Fez uma ligeira pausa e, chamando o irmão Bernardo, que trazia al-
gum material que não conhecíamos, pediu-lhe, com um ges...
Capítulo 6
“Os atos infelizes, deliberadamente praticados, em razão da força
mental de que necessitam, destroem os tecidos...
Capítulo 6
– Há enfermidades – aclarou – e enfermidades. Das primeiras, já se
conhecem várias patogêneses ou psicopatogêne...
Capítulo 21
A programação reencarnatória de uma médium...
Jovem, com alguma experiência, não o essencial para argamassar o...
Capítulo 21
A programação reencarnatória de uma médium, e do esposo...
A empresa não seria fácil, tendo-se em consideração...
Capítulo 15
O processo de crescimento espiritual nem sempre é fácil, porquanto
vencida uma etapa outra se apresenta, de mo...
Capítulo 18
Olhando a senhora Modesto, a nobre médium desenrolou um perga-
minho que trazia nas mãos e, com voz pausada, l...
Ocorre que o próprio espírito, jugulado ao remorso por muitos anos
antes de reencarnar, fixa vigorosamente na sede da memó...
Capítulo 46
Sacrifício de Mulher
Sobre o livre-arbítrio... e a expiação...
– Há reencarnações que funcionam como drásticos...
Estudos Dirigidos
Vamos dar uma
pausa por aqui.
http://vivenciasespiritualismo.net/index.htm
Luiz Antonio Brasil
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19.01 A Reencarnação 20 jan 2015

  1. 1. Estudos Dirigidos A Reencarnação Vamos ver alguns textos sobre a Reencarnação.
  2. 2. Terceira Parte Capítulo 8 De acordo com (Eva) Pierrakos, a alma em vias de encarnar- se encontra-se com os guias espirituais a fim de planejar a vida que haverá de seguir. Nesse encontro, a alma e os guias ponderam sobre as tarefas que lhe incumbe realizar para o seu crescimen-to, no karma que precisa enfrentar e com o qual lhe é mister li-dar, e nos sistemas de crenças negativas que lhe cumpre esclare-cer por meio da experiência. O trabalho da vida geralmente é mencionado com a tarefa da pessoa. Por exemplo, a pessoa pode precisar desenvolver o espírito de liderança. Ao entrar na vida física, ver-se-á em situações em que a liderança é uma questão-chave. As circunstâncias, para cada pessoa, serão inteiramente diferentes, mas todas se concentram na liderança. Uma pessoa pode nascer numa família em que a liderança é tradição, como uma longa lin- ha de respeitáveis presidentes de companhias ou de líderes políticos, ao passo que outra pessoa nascerá numa família em que a liderança não existe e na qual os líderes são vistos como autoridades negativas que devem ser postas abaixo ou contra as quais se faz neces- sária uma rebelião. A tarefa da pessoa consiste em aprender a aceitar essa questão de for- ma equilibrada e confortável. CONTINUA
  3. 3. Terceira Parte Capítulo 8 Segundo Eva Pierrakos, a dose de aconselhamento que uma alma recebe dos guias na determinação das futuras circunstâncias de vida depende da sua maturidade. Escolhem-se os pais que pro- porcionarão a necessária experiência ambiental e física. Tais es- colhas determinam a mistura de energias que formarão final- mente o veículo físico em que a alma se encarnará para realizar sua tarefa. Tais energias, muito precisas, fornecem à alma o equi- pamento necessário ao cumprimento da sua tarefa. A alma acei- ta o encargo não só de uma tarefa pessoal de aprendizagem pes- soal (como a liderança) mas também uma “tarefa mundial”, que implica uma dádiva para o mundo. O esquema é tão singular que, ao cumprir a tarefa pessoal, a pessoa se prepara para cum- prir a mundial. A tarefa pessoal liberta a alma, soltando energias que então são usadas na tarefa mundial. No exemplo supramencionado sobre liderança, o individuo precisará aprender essa quali- dade ou habilidade antes de assumir o papel de liderança no campo de trabalho que tiver escolhido. Ele pode sentir-se intimidado pela extensa linha de antepassados que foram li- deres brilhantes, ou sua reação a essa herança será de inspiração para prosseguir com a própria liderança. Cada caso é diferente e muito pessoal, conforme a singularidade da al- ma que aqui veio aprender. CONTINUA
  4. 4. Terceira Parte Capítulo 8 O plano de vida contém muitas realidades prováveis, que permi- te amplas escolhas de livre-arbítrio. Entrelaçada nessa contextura de vida está a ação de causa e efeito. Criamos nossa própria rea- lidade. A criação, que emerge de muitas partes diferentes do nosso ser, nem sempre é fácil de compreender a partir de um simples nível de causa e efeito, embora muito da nossa experiên- cia possa ser entendido por esse aspecto. Você cria literalmente o que deseja. O que deseja está contido na consciência, no in- consciente, no superconsciente e na consciência coletiva, forças criativas que se misturam para criar experiência em muitos níveis do nosso ser à medida que progredimos pela vida afora, O que se denomina karma, no meu entender, é a lei de causa e efeito a longo prazo, e também de muitos níveis diferentes do nosso ser. Assim, criamos a partir da fonte pessoal e da fonte grupal e, na- turalmente, há grupos menores dentro de grupos maiores, todos emprestando sua contribuição à grande contextura de experiên- cia da vida criativa. Desse ponto de vista, é fácil olhar para a ri- queza da vida com o assombro de uma criança. FIM
  5. 5. Capítulo IV O corpo físico é um traje transitório de tecido físico-químico que vestimos para experimentar e interagir com a vida no nível do plano físico. Através dos nossos vários embates no plano físico, adquirimos mais firmeza sabedoria e determinação, expressando qualidades interiores que são demasiado numerosas para serem desenvolvidas numa única existência Além disso, optamos por enfrentar muitas dificuldades e tribulações a fim de podermos testar a capacidade de a alma adaptar-se a situações novas e incomuns. Ao entrar em cada novo corpo físico, um mecanismo interno de esquecimento apaga todo o conhecimento consciente das nossas existências anteriores. Se mantivéssemos as lembranças e a persona- lidade das existências anteriores, teríamos os mesmos preconceitos e predisposições que havíamos deixado para trás. Cada existência é uma oportunidade para começar uma nova vida, por assim dizer, deixando para trás os erros cometidos no passado. Na verdade, os erros do nosso passado são esquecidos mas não apagados. Através dos mecanismos do karma, o que fizemos no passado influencia as circunstâncias das nossas encarnações futuras. Este é o verdadeiro significado da expres- são "cada um colhe aquilo que semeia". CONTINUA
  6. 6. Capítulo IV Ao fazer com que nos encarnemos como homens ou mulheres, brancos ou negros, indianos, chineses ou mexicanos, sentindo a vida a partir de todos os pontos de vista possíveis, o sistema reencarnacionista nos permite observar o mundo a partir de todas as perspectivas possíveis. Cada existência permite que a soma total de consciência da alma tire proveito das experiências positivas de aprendizado à medida que prosseguimos na nossa evolução. Como nos desenvolvemos a partir de um estado de desconhecimento e ignorância, costuma-se dizer que a frequência da consciência torna-se cada vez mais elevada. A frequência da consciência é proporcional à complexidade com a qual ela pode responder ao seu ambiente. (...) Gradualmente, a humanidade como um todo irá galgar a escala evolutiva em direção a esferas vibracionais mais elevadas, adquirindo uma melhor compreensão da realidade multidimensional humana. É apenas através de sucessivas séries de vidas físicas que a alma poderá progredir até os níveis mais elevados de discernimento, o que lhe permitirá transpor os contínuos ciclos de reencarnação. Embora não caiba discutir aqui o que acontece quando evoluímos para além desse ciclo, recomendo o site de Luiz Antônio Brasil http://www.vivenciasespiritualismo.net/, que poderá fornecer informações adicionais a respeito dessa questão espiritual. FIM
  7. 7. Capítulo IV As experiências de cada existência são processadas inicialmente nos níveis astral e mental, mas integradas de forma mais completa no nível causal e nos níveis espirituais superiores. Estes últimos níveis são mais permanentes, ao passo que os veículos energéticos inferiores são dispositivos de aprendizado transitórios. É por isso que o corpo causal às vezes é chamado de Verdadeiro Self. (...) FIM (...) O conhecimento adquirido pelo ego durante as experiências vividas no nível do simulador físico são absorvidas e processadas no nível causal e em outros níveis superiores, onde todo o conheci- mento empírico das existências anteriores é armazenado. Assim, a visão causal da realidade nos permite ver a vida a partir de uma perspectiva mais ampla do que aquela que nos é proporcionada pelos mecanismos perceptuais do plano físico.
  8. 8. Capítulo 6 Serialidade Existencial VIDAS FÍSICAS ou SERIÉXIS (Existências Sucessivas) A cada nova ressoma (renascimento), a consciência (Espírito) terá desafio de dominar um novo soma (corpo), o qual é basicamente resultado da genética herdada dos progenitores e da paragenética (genética do corpo espiritual) acumulada e cultivada ao longo de sua serialidade (existências), sendo que ambas podem apresentar pontos positivos e negativos. Durante a vida, um terceiro determinismo cresce em importância na formação da personalidade física: a mesologia — a qual, na prática, pode se expressar de diferentes formas, tais como cultura, idioma, religião, etiqueta social, educação familiar, educação formal, moralismos, códigos de leis, condutas socialmente aceitas ou reprovadas, e condicionamentos ideológicos, filosóficos e científicos. Mesologia = Parte da Biologia que trata das influências recíprocas dos organismos e do meio em que estes vivem. Dicionário Michaelis O que se pode observar quanto à maioria das conscins (dos encarnados) é que a genética e a mesologia suplantam as programações da paragenética. O processo da ressoma ou renascimento desenvolve-se gradualmente, iniciando-se antes da fecundação e prolongando-se por mais de 2 décadas após o nascimento. CONTINUA
  9. 9. Capítulo 6 Serialidade Existencial Um ponto que escapa à maioria, essencialmente devido aos condicio- namentos sociais e religiosos, e à falta de vivência extrafísica, é que, para as consciências mais lúcidas, o choque ou trauma da ressoma (renascimento ) é muito mais intenso que o da dessoma (morte). Não há padrão fixo para este processo, pois cada consciência desen- volve sua ressoma de maneira bastante individual. No entanto, pode- se traçar um perfil básico para a maioria das pessoas deste planeta. O processo de regresso a um novo soma começa ainda na fase extrafí- sica quando, consciente ou inconscientemente, a consciência prepa- ra-se para a nova vida. Esta preparação pode ser lúcida e participati- va, como no caso de indivíduos menos imaturos e menos inconscien- tes (na forma de cursos intermissivos, por exemplo, segundo veremos adiante) ou pode ser ainda natural, quase automática, patrocinada pelas consciências mais maduras e assistenciais, no caso dos menos lúcidos. Em algumas circunstâncias a ressoma chega a ocorrer à revelia do ressomando. Em qualquer uma destas situações, a consciência que vai ressomar começa a aproximar-se da dimensão física, densificando seu psicossoma a partir da absorção de energias mais densas, o que, na prática, é o princípio da formação do holochacra (pré-ressoma) para aqueles que passaram pela 2ª dessoma (1ª dessoma é a desativação do corpo físico e a 2ª dessoma é a desativação do holochacra ou corpo etérico). CONTINUA
  10. 10. Capítulo 6 Serialidade Existencial Paralelamente a este processo existe o acoplamento e afinização energéticos cada vez maior com os pais, principalmente com a futura mãe. Esta conexão energética, com sua inevitável intertransfusão de energias conscienciais, completa a formação do pré-holochacra, que tornará possível as primeiras e tênues conexões com o óvulo, quando fecundado. No momento da concepção, com a extrema vitalização dos processos intracelulares da célula-mater, a consciência, já bastante inconsciente na maioria dos casos, estabelece os primórdios de seu cordão de pra- ta, conectando suas energias ao óvulo recém fecundado. À medida que o embrião se transforma em feto e amadurece até es- tar pronto para o nascimento, tais conexões energéticas irão se refor- çando e aprofundando cada vez mais, enquanto a paragenética com- bina-se com a genética na programação das características básicas, iniciais, do novo corpo. Enquanto dentro do corpo materno, não é possível a justaposição ou coincidência perfeita dos demais veículos de manifestação da consciência, estando o ressomando, praticamente o tempo todo, inconsciente e semiprojetado. No momento do nascimento, ao transformar-se em um ser biológico independente, após a primeira inalação e corte do cordão umbilical, o psicossoma aprofunda-se pela primeira vez em seu novo corpo físico. CONTINUA
  11. 11. Capítulo 6 Serialidade Existencial A partir daí, com o paulatino amadurecimento do soma, principal- mente do sistema nervoso central, o psicossoma vai encaixando-se e justapondo-se de forma cada vez mais intensa e estável ao corpo biológico, através das crescentes conexões do cordão de prata. Como, conforme o conhecimento da verdade relativa de ponta de hoje, sabe-se que o corpo humano continua crescendo até aproxi- madamente os 26 anos em média (momento até o qual as extre- midades ou epífises dos grandes ossos ainda crescem devido à mul- tiplicação celular local), pode-se dizer que o processo de ressoma ainda não se concluiu até esta idade. FIM
  12. 12. Capítulo 6 Serialidade Existencial Muitos se indagam ou perguntam abertamente qual é a razão ou ne- cessidade da ressoma (reencarnação) e, portanto, da seriéxis (exis- tências sucessivas). Não se pode dizer que compreendemos completa-mente todas suas razões, porém já se pode traçar algumas ideias iniciais: Talvez a principal razão seja que a intrafisicalidade (encarnação) permite às consciências de níveis evolutivos muito diferentes, quando ressomadas, coexistirem no mesmo ambiente e inter-relacionarem-se de forma a catalisarem seu amadurecimento. Da outra forma, no estado extrafísico (desencarnadas), estas consciências estariam espa- lhadas em várias dimensões conscienciais distintas, o que permitiria, no máximo, curtas visitas mútuas. Se uma consciex mais lúcida vai para uma dimensão mais densa, necessita estar atenta para não se deixar ser absorvida pela pressão holopensênica (egrégora) daquele sítio extrafísico. Quer dizer, a ressoma atua de maneira democrática, propiciando maior interação e impondo basicamente as mesmas "regras de jogo" para todos. Sem esta possibilidade, as consciências extrafísicas menos maduras e lúcidas não teriam possibilidade de conviver com consciências mais sadias e equilibradas, o que lhes diminuiria as possibilidades e estímulos de crescimento. CONTINUA
  13. 13. Capítulo 6 Serialidade Existencial Outra razão para a seriéxis é o fato de esta colocar a consciência em um trilho. Se, por um lado, a ressoma restringe a liberdade de manifes- tação e de ir e vir da consciência, por outro, pelos mesmos motivos, especifica de maneira mais rígida e eficiente certas experiências, tarefas, condições e oportunidades. A velha comparação com uma escola é inevitável aqui. O que se perde em liberdade, ganha-se em eficiência e eficácia de aprendizado. A inércia da matéria física e deste corpo biológico permitem à cons- ciência pensar antes de realizar algo, ter um impulso destrutivo e se arrepender antes de agir, ter uma emoção forte sem que seu veículo de manifestação se desestruture, ou ainda, sentir algo sobre alguém e ocultar estes mesmos sentimentos. No estado extrafísico, gerar um determinado pensene (pensamento + sentimento + energia) é agir: tudo é rápido e público. A perda de memória ao ressomar, natural para a maioria absoluta das conscins (dos encarnados), representa uma nova chance ou oportunidade para a melhoria de certas relações grupo-cármicas, pois nos permite reencontrar consciências e enfrentar novamente situações sem que emoções fortes ou traumas impeçam o aprimoramento dos vínculos energéticos. Devido ao reduzido padrão de maturidade consciencial da humanidade, a rememoração completa do passado impossibilitaria, por exemplo, a superação de inimizades e paixões. Além disto, o esquecimento resulta inevitavelmente em um certo tipo radical de higiene mental, prevenindo obcecações e auto-obsessões, tais como sentimentos de culpa. FIM
  14. 14. Capítulo 12 Fatores Bloqueadores CHOQUE DA RESSOMA (Reencarnação) Ao contrário do que pensa a maioria das pessoas, o trauma do renascimento é geralmente maior que o da dessoma (desencarna- ção). Na ressoma a consciência passa para uma condição de restringi- mento intenso, tendo reduzida a sua lucidez, perdendo sua liberdade extrafísica, e sutileza de manifestação e percepção. Além disto, volta a sofrer todas as limitações do corpo físico (gravidade, respiração, can- saço, dor, enfermidades, entre outras). Por outro lado, na dessoma a consciência volta àquela condição de maior sutilidade. Se o simples fato de estar ressomado dentro de um corpo físico ma- duro implica em um inevitável e crônico estado de limitação da consciência, fica fácil inferir que a condição de repressão que a cons- ciência sofre ao iniciar uma nova vida física, em um soma (corpo) bastante imaturo e despreparado, é ainda mais aguda, principalmente devido ao despreparo do sistema nervoso central. Levando-se em conta a extensão total de tempo do período intermissivo mais o da vida atual, entende-se que a ressoma impõe uma mudança algo súbita de dimensão, de sede da consciência, do veículo pensenedor (corpo que gera e manifesta os pensenes) (corpo mental e astral) e de energias conscienciais. O choque desta mudança abrupta causa o blecaute do continuísmo da lucidez ou, em outras palavras, uma fissura ou ruptura em sua continuidade de manifestação. CONTINUA
  15. 15. Capítulo 12 Fatores Bloqueadores Da mesma forma que uma noite de sono nos faz esquecer vários detalhes do dia anterior, uma pequena ausência pode causar um pseudo-déjà-vu, ou uma rápida mudança de foco de atenção faz a muitos esquecerem o que estavam falando ou pretendiam fazer, a mudança de marcha da ressoma bloqueia profundamente nossas memórias de outras vivências. Este mecanismo é similar ao do ble- caute projetivo na reinteriorização, o qual bloqueia a rememoração daquela experiência extrafísica. FIM
  16. 16. A REENCARNAÇÃO Nota do livro: Cumpre recordar que nossa linhagem Sámkhya (Nìríshwrasámkhya) não é reencarnacionista. Esta teoria está sendo exposta aqui unicamente porque, para o público leigo, o estudo dos corpos do homem e planos do universo é mais fácil de ser compre- endido por este prisma. No plano mental, nossa permanência é pequena, até porque nossa espécie não está plenamente desenvolvida mentalmente. Além do mais, a personalidade só dispõe de quatro subplanos no plano mental. Os três subplanos seguintes pertencem à individualidade. Consumindo toda a matéria mental concreta (corpo mental inferior) de que é formado, esse veículo se dissolve. Com isso, acabou o quaternário inferior, acabou a personalidade. Restou a Tríade Superior, a individualidade. Essa, então, se ainda não evoluiu o suficiente para libertar-se da roda do samsára (as reencarnações), precisará construir outra personalidade para prosseguir no seu processo de evolução. CONTINUA
  17. 17. A REENCARNAÇÃO Apenas à guisa de curiosidade, observemos no quadro acima: o que chamamos psiquismo é a fusão do emocional com o mental inferior. Os dois têm tanta afinidade para constituir um organismo uno, que os gregos denominaram psiquê a esse amálgama e os hindus o chamam kámamanas. Ora, káma é o emocional e manas é o mental inferior. Corresponde exatamente ao conceito grego de psykhé. Por isso a psicologia e a psicanálise restringem- se ao estudo e, eventualmente, ao tratamento da interação emocional/mental inferior. Outra comparação interessante é com o espiritismo. Para essa doutrina, perispírito é o conjunto do corpo energético, corpo emocional e mental inferior. Espírito é a Tríade Superior. Para as escolas de pensamento chamadas Cristãs (1), das quais o catolicismo é a principal, a divisão limita-se a corpo e alma. Alma (em latim, ānima) é o que anima a matéria bruta, o corpo físico denso. FIM (1) O espiritismo também é cristão, no entanto, suas raízes provieram de outras origens.
  18. 18. Capítulo 19. No momento adequado, nosso Mentor convidou-nos a uma breve reunião, na qual explicou: – Deveremos receber, procedente de nossa Esfera, dentro de poucas horas, um candidato à reencarnação cuidadosamente programada. O mapa da organização física já foi elaborado e todo o projeto da futu- ra existência está aprovado por nossos Maiores, para pronta execu- ção. "Cabe-nos a tarefa de conduzi-la ao futuro lar, onde hoje se dará a imantação inicial para a concepção física e o consequente processo de reencarnação." Elucidou-nos que já conhecia os futuros pais, aos quais se encontrava familiarmente ligado por experiências anteriores e que eram portadores dos elementos biológicos saudáveis de que necessitava para o bom desempenho da tarefa. Esclareceu, também, que teria, na fa- mília, um irmão enfermo, portador de alienação mental, que lhe constituiria instrumento de renovação, de paciência e de vivência das sublimes propostas evangélicas, a fim de o auxiliar, bem como aos pais transidos de dor. CONTINUA
  19. 19. Igualmente explicou-nos que fora submetido a tratamentos especiais no perispírito, de forma que assimilasse recursos fluídicos e de outra natureza para a consecução do empreendimento. Recebera, por vá- rios meses, passes magnéticos em câmaras especiais e fora subme- tido a várias alterações na estrutura orgânica e na forma – diminui- ção da estrutura perispiritual – para facilmente adaptar-se ao pro- cesso da reencarnação. Diversas vezes, em transes hipnóticos, fora induzido à conscientização do trabalho a realizar, de forma que ficas- sem impressos nos arcanos do Espírito as diretrizes e os procedimen- tos porvindouros. Igualmente, visitara os futuros pais, procurando sintonia propiciadora do êxito, especialmente com aquela que lhe concederia o sacrário generoso para a futura forma, no qual, em perfeita comunhão mental, deveria desenvolver os órgãos e desper- tar os sentimentos. Capítulo 19. No momento oportuno, seguimos à residência que o hospedaria a partir daquele momen- to. O casal estava recolhido ao leito e adormecera após a comunhão sexual realizada em clima de inefável amor. Os futuros pais encontravam-se parcialmente desprendidos, aguardando o filho que receberiam nos braços do amor e da responsabilidade. CONTINUA
  20. 20. Capítulo 19. Foi o nosso Benfeitor quem os aproximou, elucidando quanto ao significado da empresa espiritual, que naquele momento se iniciaria. Nesse momento, por sugestão do Benfeitor, Germano foi convocado a aplicar recursos especiais em Aurino que, induzido hipnoticamen- te, foi diminuindo de tamanho e aspecto até apresentar-se como uma criancinha nos primeiros dias do renascimento corporal. Acompanhávamos o desenvolvimento do processo com alegria e surpresa crescentes até vê-Io concluído. Ato contínuo, o Espírito, em forma infantil, foi entregue à futura ma- mãe que o cingiu no peito arfante (...) O futuro genitor acercou-se mais, abraçou os dois enternecidamente e deixou-se vencer em silêncio pelas lágrimas de felicidade. Tornava-se mais vigoroso o envolvimento psíquico entre filho e pais, especialmente com a mãe que, de alguma forma, o auxiliaria na modelagem da organização física. Incontinente, Dr. Arquimedes solicitou-nos que nos concentrássemos no aparelho genésico do corpo da senhora adormecido no leito. CONTINUA
  21. 21. Capítulo 19. Como se estivéssemos utilizando-nos de um microscópio de alta po- tência, pudemos ver os espermatozóides aos milhares ascendendo pelo conduto vaginal na direção da trompa de Falópio onde se daria a fecundação do óvulo, que aguardava o milagre da vida. Tocando o chakra coronário de Aurino e realizando movimentos es- pecíficos, propiciou que uma onda mental poderosa dele se deslo- casse adentrando-se pelo cânulo vaginal e alcançando determinado gameta que, ao impulso dessa energia, disparou com maior veloci- dade, a fim de vencer a corrida a que os demais se entregavam. – Este será o portador do ADN responsável pelas heranças paternas, nas quais estão impressas as possibilidades da organização fisiológica do nosso viajante. As demais encontram-se no óvulo materno já pre- parado para o processo da fecundação. "Como é do nosso conhecimento, após a fecundação, em cujo processo o espermatozóide poderá demorar até doze horas de navegação pelo aparelho reproduror feminino, ascen- dendo, passando pelo colo do útero para, na referida trompa de Falópio, ter início a vida, contemplamos a base feliz do grande milagre que é a vida. Aqueles outros que não logra- rem êxito, ficarão por vários dias em torno do oócito, sem qualquer perigo para o zigoto, que agora viajará por quase três dias para a sua fixação no útero. CONTINUA
  22. 22. "No interior dessa formação começa o mais desafiador fenômeno da fatalidade biológica, em que a Natureza, ao influxo dos Sublimes Engenheiros Espirituais, gastou alguns bilhões de anos para organi- zar-se, iniciando-se os vários fenômenos mediante a fusão das célu- las. Atendendo a esse impositivo energético, o protoplasma do óvulo começa a vibrar violentamente. De imediato, os núcleos do esperma- tozóide e do óvulo aproximam-se, crescem e libertam-se das suas membranas protetoras, fundindo-se. Os 23 cromossomos paternos unem-se aos 23 maternos, dando surgimento à organização de uma célula única com 46 cromossomos com todos os códigos da futura organização fisiológica, que se irão converter em trilhões de células, algumas específicas e insubstituíveis como os neurônios cerebrais, outras encarregadas da ossatura, dos nervos, das glândulas endócri- nas, dos músculos e sucessivamente.... A partir desse momento, to- da vez que ocorra uma mitose, a nova célula conduzirá com exatidão uma cópia perfeita desse incomparável programa biológico do qual resulta a vida. Capítulo 19. "Agora deixemos ao tempo que se encarregue do mister de desenvolver a vida, ensejando o renascimento do nosso querido amigo." CONTINUA
  23. 23. Capítulo 19. (...) acerquei-me do amigo Germano e indaguei-lhe: – Poderemos considerar iniciada a fecundação, a partir deste mo- mento? Com verdadeira bonomia, o gentil médico respondeu-me: – Não. Enquanto não haja a união do espermatozóide com o óvulo, que logo mais se dará, conforme esperamos, já que tudo transcorre de acordo com a programação estabelecida, é que podemos afirmar que a vida biológica terá início. – Nosso amigo Aurino tomará conhecimento das ocorrências que se desdobrarão a partir do momento da fecundação? – Naturalmente! – respondeu, generoso –. Enquanto se encontre lúcido, experimentará a atração das células, que serão penetradas pela organização perispiritual encarregada da formação dos órgãos, dos departamentos próprios do corpo – soma, emoção e psiquismo. À medida, porém, que seja absorvido pela vestidura carnal, irão desaparecendo, a pouco e pouco, as percepções, a sensibilidade, até o mergulho total no corpo. "Como se trata de uma reencarnação especial, programada com muito cuidado, ele terá constantes visitas de amigos do nosso plano, como também virá com frequência à nossa Esfera de atividades, renovando projetos, reacendendo lembranças, desenvol- vendo o roteiro traçado." FIM
  24. 24. PROLUSÃO Quando o Espírito é encaminhado à reencarnação traz, em forma de “matrizes” vigorosas no perispírito, o de que necessita para a evolu- ção. Imprimem-se, então, tais fulcros nos tecidos em formação da estrutura material de que se utilizará para as provações e expiações necessárias. Se se volta para o bem e adquire títulos de valor moral, desarticula os condicionamentos que lhe são impostos para o sofrimento e restabelece a harmonia nos centros psicossomáticos, que passam, então, a gerar novas vibrações aglutinantes de equilíbrio, a se fixarem no corpo físico em forma de saúde, de paz, de júbilo. Se, todavia, por indiferença ou por prazer, jornadeia na frivolidade ou se encontra adormecido na indolência, no momento próprio desperta automaticamente o mecanismo de advertência, desorganizando-lhe a saúde e surgindo, por sintonia psíquica, em con- sequência do desajustamento molecular no corpo físico, as condições favoráveis a que os germens-vacina que se encontram no organismo proliferem, dando lugar às enfermidades desta ou daquela natureza. Outras vezes, como os recursos trazidos para a reencarnação, em forma de energia vitalizadora, não foram renovados, ou, pelo contrário, foram gastos em exageros, explodem as reservas e, pela queda vibratória, que atira o invigilante noutra faixa de evolução, a sintonia com Entidades viciadas, perseguidoras e perversas, se faz mais fácil, dando início aos demorados processos obsessivos. CONTINUA
  25. 25. No caso de outras enfermidades mentais, a distonia que tem início desde os primórdios da reencarnação vai, a pouco e pouco, desgastando os depósitos de forças específicas e predispondo-o para a crise que dá início à neurose, à psicose ou às múltiplas formas de desequilíbrio que passa a sofrer, no corredor cruel e estreito da loucura. PROLUSÃO FIM
  26. 26. PROLUSÃO (...) desde o berço, o espírito imprime no encéfalo as condições cármicas, para o resgate das dívidas perante a Consciência Cósmica, podendo, sem dúvida, a esforço de renovação interior —já que do interior procedem as condições boas e más da existência física e mental — recompor as paisagens celulares onde se manifestam os impositivos reabilitadores, exceção feita às problemáticas expiatórias.. Quando a loucura se alastra em alguém, é que o próprio espírito possui os requisitos que lhe facultam a manifestação. A predispo- sição a este ou àquele estado é-lhe inerente, e os fatores externos, que a fazem irromper, tais os traumatismos morais de vária nomenclatura, os complexos, bem como os recalques já se encon- tram em gérmen, na constituição fisiológica ou psicológica do indivíduo, a fim de que o cumprimento do dever, em toda a sua ple- nitude, se faça impostergável. Há, sem dúvida, outros e mais complexos fatores causais da loucura, todos, porém, englobados nas “leis de causa e efeito”. FIM
  27. 27. Capítulo 11 — Pela lei das afinidades, o Espírito calceta (condenado a trabalhos forçados) é atraído antes da reencarnação à progênie, na qual se encontram os fatores genéticos de que tem necessidade para a redenção (resgate, auxílio). FIM
  28. 28. Fez uma ligeira pausa e, chamando o irmão Bernardo, que trazia al- gum material que não conhecíamos, pediu-lhe, com um gesto muito delicado, que explicasse o seu conteúdo. Capítulo 3 O servidor atento desdobrou uma larga folha de papel e apresentou alguns gráficos, elucidando que se tratava de um organograma do corpo de Argos, apontando a presença da tuberculose pulmonar, programada antes do seu berço, em razão dos compromissos nega- tivos que foram adquiridos em reencarnação relativamente próxima, na Boêmia, quando ali, sem motivo real, e mesmo que motivo houvesse, traiçoeiramente cravara um florete na região pulmonar de um desafeto cujo corpo veio a perecer, em decorrência do crime que ficou impune, ignorado, exceto da sua e da consciência da vítima que, nos estertores da agonia final, entre golfadas sanguíneas e asfixia cruel, jurara desforço, vingança a qualquer preço. FIM
  29. 29. Capítulo 6 “Os atos infelizes, deliberadamente praticados, em razão da força mental de que necessitam, destroem os tecidos sutis do perispírito que, se ressentindo do desconcerto, deixarão matrizes na futura for- ma física, na qual se manifestarão as deficiências purificadoras, e a queda do tom vibratório específico permitirá que os envolvidos no fato, no tempo e no espaço, próximos ou não, se vinculem pelo pro- cesso de uma sintonia automática de que não se furtarão. Aí esta- belecem-se as enfermidades de qualquer porte. “Os fatores imunológicos do organismo, padecendo a disritmia vibra- tória que os envolve, são vencidos por bactérias, vírus e toda a sorte de micróbios patológicos que logo se desenvolvem, dando gênese às doenças físicas. Por sua vez, na área mental, os conflitos e mágoas, os ódios acerbos, as ambições tresvariadas e os tormentosos delitos ocultos, quando da reencarnação, por estarem ínsitos no Espírito endividado, respondem pelas distonias psíquicas e alienações mais variadas. “Acrescentemos a essas predisposições a presença dos cobradores desencarnados, cuja ação mental encontra perfeito acoplamento na paisagem psicofísica daqueles a quem perseguem, e teremos a presença da constrição obsessiva. Eis porque é rara a enfermidade que não conte com a presença de um componente espiritual, quando não seja direta- mente esta o seu efeito. O corpo e a mente refletem a realidade espiritual de cada criatura.” CONTINUA
  30. 30. Capítulo 6 – Há enfermidades – aclarou – e enfermidades. Das primeiras, já se conhecem várias patogêneses ou psicopatogêneses, isto é, são sabi- dos e estudados os seus inumeráveis fatores propiciatórios. As se- gundas, são aquelas nas quais os enfermos, dotados de mais aguça- da sensibilidade mediúnica, absorvem fluidos desarmonizados e des- trutivos de Espíritos desencarnados com os quais se vinculam, dando campo a uma sintonia vigorosa que permite a transmissão das sen- sações e dores dos segundos para os que lhes sofrem a ação, afligindo e submetendo nestes as resistências que, se não atendidas em tempo, se convertem em enfermidades reais, face às razões já expostas (são os casos chamados de “encostos”). E mais adiante... Tornam-se verdadeiros fenômenos de incorporação, qual ocorre na psicofonia atormenta- da e consciente. O mais lamentável, porém, é que esta ocorrência faz-se mais habitual do que se imagina. Somente quando o homem se der conta da finalidade da vida, na Terra, e procurar modificar as suas atitudes, é que se renovará a paisagem que, por enquanto, se lhe faz campo de conquistas ao peso da dor e da amargura, já que lhe não apraz ainda crescer pelo amor, nem pelo serviço do dever para com o Bem. FIM
  31. 31. Capítulo 21 A programação reencarnatória de uma médium... Jovem, com alguma experiência, não o essencial para argamassar os propósitos de renúncia e sublimação que prometera viver antes da reencarnação, muito lhe faltava aprender e experimentar. No seu processo de renascimento fora realizado um trabalho de alto coturno (muito importante), desde o estudo do seu passado como da programação futura, tão expressiva era considerada a existência atual, de importância crucial para a sua vida de Espírito eterno. A veneranda Irmã Angélica avalizara pessoalmente o seu retorno, investindo os seus títulos de enobrecimento e intercedendo junto aos programadores especiais de reencarnações, porque acolhera os propósitos de crescimento da afilhada espiritual, que se comprome- tia trabalhar e trabalhar, transformando-se em mãe da carne alheia e irmã dos "filhos do Calvário", mediante cujo ofertório de amor transformaria o ontem em esperança de amanhã ditoso. Examinados os seus compromissos e diante dos recursos que se lhe ofereceriam, organi- zou-se o reencontro com Argos (atual esposos) como parte essencial da sua e da elevação dele, na busca do refazimento moral perante os Códigos da Vida. CONTINUA
  32. 32. Capítulo 21 A programação reencarnatória de uma médium, e do esposo... A empresa não seria fácil, tendo-se em consideração os gravames que pesavam na economia espiritual dos futuros consortes, que deveriam abraçar, no próximo sofredor, a própria família, embora anelando por aquela que se originasse da própria carne e que, por motivos óbvios, não lograriam gerar (seria adotado)... Áurea recebera cuidados especiais, preparação adequada para os compromissos de edificação do bem. Mapas da organização física foram traçados com detalhes cuidadosos e recursos psíquicos receberam providências específicas, objetivando-se o exercício da mediunidade, bem como se lhe aplicaram "banhos magnéticos" para apagar lembranças que não deveriam participar dos primeiros períodos juvenis, evitando que reminiscências afetivas malogradas lhe perturbassem o comportamento, no período em que se visse excruciada pelas dores junto ao esposo limitado pela enfermidade. Desse modo, cuidou-se de criar bloqueio na área da memória, que o tempo liberaria, quando novos testemunhos de áspera renúncia lhe exigissem definição correta de atitudes para a vitória real. Por sua vez, Argos (esposo), que mantinha altas cargas de orgulho e mágoa, remanescentes dos dias idos, recebeu o patrimônio carnal condizente com as leis de “causa e efeito” facul-tando-lhe a recuperação dos deveres malbaratados, conforme do nosso FIM
  33. 33. Capítulo 15 O processo de crescimento espiritual nem sempre é fácil, porquanto vencida uma etapa outra se apresenta, de modo que são superadas as deficiências anteriores mediante conquistas novas. Aqueles que se mantêm na retaguarda e se acreditam incapacitados de prosse- guir, lentamente despertam para os valores nobres e conquistam- nos, alçando-se à plenitude que a todos nos aguarda. FIM
  34. 34. Capítulo 18 Olhando a senhora Modesto, a nobre médium desenrolou um perga- minho que trazia nas mãos e, com voz pausada, leu o programa que fora traçado por solicitação do medianeiro e sua anuência jubilosa a algumas propostas que haviam sido apresentadas pelos seus Guias espirituais. Eu me encontrava pasmado. Era a primeira vez que via uma ativida- de dessa natureza, mediante a exibição de um relatório no qual esta- vam arquivadas as responsabilidades de alguém comprometido perante as soberanas leis. FIM
  35. 35. Ocorre que o próprio espírito, jugulado ao remorso por muitos anos antes de reencarnar, fixa vigorosamente na sede da memória perispi- ritual, que mais tarde se imprime no cérebro, as cenas dolorosas que vivera no passado, (...). O corpo é sempre para o espírito devedor — devedores que reconhecemos ser todos nós — sublime refúgio, portador da bênção do olvido momentâneo aos males que praticamos e cuja evocação, se nos viesse à Consciência de inopino, nos aniquilaria a esperança da redenção. Quando viciado por indisciplina da nossa vontade, ele envia aos recônditos do espírito os condicionamentos que se transformam em flagício, passando de uma reencarnação a outra, até que se depure, libertando os centros da vida das impressões vigorosas que os sulcaram. Na mesma ordem, os erros e os gravames praticados pelo espírito em processo evolutivo são transmitidos ao corpo que os integra na forma, assinalando nas células os impositivos da própria reparação, a se apresentarem como limitação, frustração, recalque, complexos da personalidade como outros problemas e enfermidades que são as mãos da Lei Divina reajustando o infrator à ordem. A semelhança de uma esponja, o corpo absorve as impressões que partem do espírito ou as elimina, como também se carrega da psicosfera ambiente e a envia ao íntimo, passando a viver-lhe as emanações. Abençoar, portanto, esse “doce jumentinho”, como o chamava meigamente Francisco, o Santo de Assis, com disciplina e educação, é dever que a todos nos devemos impor a benefício próprio e que não podemos postergar. 7 Apontamentos Novos Sobre a reencarnação... FIM
  36. 36. Capítulo 46 Sacrifício de Mulher Sobre o livre-arbítrio... e a expiação... – Há reencarnações que funcionam como drásticos. Ainda que o doente não se sinta corajoso, existem amigos que o ajudam a sorver o remédio santo, embora muito amargo. Relativamente à liberdade irrestrita, a alma pode invocar esse direito somente quando compreenda o dever e o pratique. Quanto ao mais, é indispensável reconhecer que o devedor é escravo do compromisso assumido. Deus criou o livre-arbítrio, nós criamos a fatalidade. É preciso quebrar, portanto, as algemas que fundimos para nós mesmos. A mãe de André Luiz fala para ele que terá de reencarnar a fim de ajudar o pai dele, em uma reencarnação imediata... FIM
  37. 37. Estudos Dirigidos Vamos dar uma pausa por aqui. http://vivenciasespiritualismo.net/index.htm Luiz Antonio Brasil Périclis Roberto pericliscb@outlook.com

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