18.08 O Pensamento - Obsessão VIII 20 jan 2015

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18.08 O Pensamento - Obsessão VIII 20 jan 2015

  1. 1. Estudos Dirigidos O Pensamento Voltamos com o nosso assunto...
  2. 2. Estudos Dirigidos O Pensamento Teremos um estudo específico sobre a obsessão, mas vamos ver aqui como ela ocorre através dos pensamentos.
  3. 3. “(...) E podem ser ocupados por entidades inferiores ou animalizadas, em lastimáveis processos de obsessão.” “(...) – será lícito aceitar a possibilidade de invasão dele (do cérebro) por parte de inteligências menos evolvidas?” “(...) – Somos vasta legião de combatentes em vias de vencer os inimigos que nos povoam a fortaleza íntima ou o mundo de nós mesmos, inimigos simbolizados em nossos velhos hábitos de convívio com a natureza inferior, a nos colocarem em sintonia com os habitantes das som- bras, evidentemente perigosos ao nosso equilíbrio. (...) Se qualquer um de nós, abandonar a disciplina a que somos constrangidos para manter a boa forma na recepção da luz, rendendo- -se às sugestões da vaidade ou do desânimo, que costumamos fantasiar como sendo direitos adquiridos ou injustificável desencanto, decerto sofrerá o assédio de elementos destrutivos que lhe perturbarão a nobre experiência atual de subida. Muitos médiuns se arrojam a prejuí- zos dessa ordem.” “(...) É de extrema importância a apreciação dos centros cerebrais, que representam bases de operação do pensamento e da vontade, que in- fluem de modo compreensível em todos os fenômenos mediúnicos, des- de a intuição pura à materialização objetiva.” FIM
  4. 4. ... Exteriorizados pelas mentes encarnadas e reabsorvidos, alguns indivíduos são vítimas de si mesmos, graças aos pensamentos e comportamentos que se permitem, enquanto outros se intoxicam no ambiente pestífero em que se alojam psiquicamente, vitimados por sequazes da mesma espécie evolutiva, em obsessões inomináveis. Todos, porém, dominados pelo intercâmbio de pensamentos perturbadores que obnubilam a razão e impedem o claro discernimento em torno dos valores humanos. Capítulo 4. FIM
  5. 5. Capítulo 7. – Trata-se do nosso irmão, Dr. Marco Aurélio - Esclareceu o dirigente do nosso grupo. "É uma autoridade importante na cidade, político hábil de larga história, embora os breves 48 anos de existência física. Tentemos ouvir- lhe os pensamentos atormentadores." Desligando-nos das demais ocorrências que sucediam na sala, fixamos a nossa na sua mente e passamos a ouvir-lhe inquietantes reflexões: – Agora, ou nunca. Esta é a noite ideal para libertar-me do fardo infeliz. Um pouco de arsênico e tudo estará resolvido. Com a onda festiva, não há tempo para análises cuidadosas da causa mortis da enferma, já desgastada pelos sucessivos derrames cerebrais de que tem sido vítima... (estava planejando envenenar a própria esposa) Detectamos, porém, que os seus pensamentos eram também orientados por um cruel e indigitado inimigo que se lhe acoplara de tal forma, perispírito a perispírito, que nos passara despercebido de início. A emissão de sua onda mental fixava-se no centro do raciocínio do encarnado, distendendo-se numa rede viscosa pelo cérebro, de forma que lhe obnubilava o raciocínio lúcido. Teleguiado pela vontade dominadora, pensava em uma atitude reflexiva procedente do algoz, que lhe comandava o sistema nervoso central, produzindo-lhe os tiques de que se fazia instrumento. FIM
  6. 6. Capítulo 11. Valiosa Experiência. Abeiramo-nos de um divã, em que respeitável senhora se sentava ao lado de jovem clorótica (*), parecendo-me avó e neta. Dois Espíritos de aspecto sinistro rodeavam a menina, qual se devesse estar custodiada por guardas tirânicos. (*) Clorótica – Relativo a clorose. Doença feminil caracterizada por uma palidez esverdinhada e excessiva fraqueza. A matrona aflitivamente aguardava o instante da consulta (com um médium). A jovem, que proferia disparates, não falava por si. Fios tênues de energia magnética ligavam-lhe o cérebro à cabeça do irmão infeliz que se lhe mantinha à esquerda. Achava-se absolutamente controlada pelos pensamentos dele, à maneira de magnetizado e magnetizador. A doente ria sem propósito e conver- sava a esmo, reportando-se a projetos de vingança, com todas as características de idiotia e inconsciência. FIM
  7. 7. Capítulo 12. ... desejo explicar, que nesta sua miseranda experiência carnal, ele estava preparando-se para fugir de mim, mudando de plano mental, mas eu consegui puxá-lo para o meu nível, graças à sua pusilani- midade (falta de coragem para se impor) e vilania (ação baixa e vil, avareza sórdida). Até onde pode ir uma ligação mental, explicado pelo obsessor... "A minha mente, fixada na sua, criou raízes vibratórias muito fortes, facultando circular as ondas de energia que emito pelos seus neurô- nios e sistema nervoso, permitindo-me pensar nele e receber o rico- chetear do seu pensamento em mim. Somos interdependentes ago- ra, não havendo possibilidade de liberar um sem causar danos irre- versíveis no outro. "Se tentar arrancar os meus tentáculos psíquicos da sua miserável usina mental, ele en- louquecerá imediatamente, além do que já se encontra. Não há, portanto, alternativa. O socorro, que ele não merece, chega tarde demais." Neste nosso caso o fato acima narrado pelo obsessor não aconteceu... FIM
  8. 8. Capítulo 12. O rosto (do obsessor) enrubescera de cólera e todo ele tremia. Podia-se notar-lhe os tentáculos constituídos pelas vibrações de rancor que se exteriorizavam do seu cérebro perispiritual fixados no do paciente... A intensa ligação mental de ódio do obsessor para com o obsidiado... Eram fios tênues, elaborados pelas energias carregadas de sucessivas irradiações de vingança, uns exteriorizando cores quentes, que deno- tavam o vigor pernicioso, e outros escuros, densos, como se fossem de tecidos materiais ... Embora separados (e estavam afastados um do outro), o obsidiado experimentava os choques produzidos pelo volume do ressentimen- to emitidos pelo seu adversário, abalando-o e desorientando-o. CONTINUA
  9. 9. Capítulo 12. Após uma doutrinação intensa... A mesma ligação mental de ódio do obsessor para com o obsidiado... Observei que os laços fluídicos que ligavam aqueles Espíritos através dos seus corpos perispirituais, haviam diminuído de intensidade. Dr. Arquimedes convidou Germano ao delicado processo cirúrgico (cirurgia espiritual em um encarnado desdobrado e o obsessor) de extirpar do cérebro perispirítual as matrizes e, por consequência, também do físico do enfermo reencarnado, utilizando-se de instru- mentos que eu desconhecia, que me faziam lembrar algumas pinças cirúrgicas, em que se fixavam os fios de energia perniciosa. O trata- mento libertador prolongou-se por alguns minutos e, à medida que eram liberados os condutos psíquicos do ódio, eles se desfaziam, ao tempo em que eram absorvidos para o interior da mente do desen- carnado. Ambos os pacientes espirituais, de quando em quando experimentavam frêmitos decor- rentes da separação psíquica pelas energias que antes os fixavam um ao outro. CONTINUA
  10. 10. Laércio (o obsidiado encarnado) parecia mais enfraquecido, porque, de alguma forma, o fluxo vibratório que absorvia, embora de quali- dade perturbadora, sustentava-lhe a própria energia. Enquanto isso, o emissor dos fluidos tóxicos apresentava-se envolto em sucessivas ondas deletérias que procediam do viciado campo mental. Capítulo 12. Após uma doutrinação intensa... A mesma ligação mental de ódio do obsessor para com o obsidiado... Terminada a operação, coube ao amigo Germano aplicar no vingador passes dissolventes das densas cargas enfermiças, de maneira que a fonte geradora deixasse de produzi-las, conforme o automatismo que lhe fora imposto pela pertinácia do ódio ... Três horas após o início do ministério de socorro, Laércio foi levado de volta ao lar físico, onde se encontrava entorpecido pelo sono induzido, enquanto o seu adversário seria, logo depois, encaminhado à nossa Colônia para o tratamento prolongado de que necessitava. Elucidando-nos sobre a ocorrência, o Mentor informou-nos com síntese: – Este capítulo está encerrado no seu aspecto mais grave. O tempo se encarregará de regu- larizar os desequilíbrios e compor novos quadros de entendimento, fraternidade e amor, obedecendo ao fatalismo da evolução. FIM
  11. 11. Capítulo 16. Em uma tentativa de assassinato... A Espiritualidade Superior atuando no criminoso... Pudemos notar que sucessivas ondas luminosas partiam-lhe da mente (Espírito Superior) e alcançavam o tresvariado (delirar, estar fora de si), produzindo choques especiais nos seus comparsas desencarnados, que se afastaram psiquicamente, blasfemando e gritando palavras chulas, menos um deles que se lhe fixava ao chakra cerebral, telecomandando-o. Dr. Arquimedes (Espírito) aproximou-se mais e aplicou-lhe energias vigorosas que interferiram no acoplamento psíquico, desligando-lhe o plugue da tomada e fazendo-o tombar sob o impacto do choque. O paciente, liberado rapidamente da violenta força que o impelia ao crime, cambaleou e, atendido pelo Mentor que transmitiu nova car- ga, sentiu-se entontecer, sendo acometido de um desmaio no mo- mento exato em que sua quase vítima passava. FIM
  12. 12. “Detectamos, porém, que os seus pensamentos eram também orientados por um cruel e indigitado inimigo que se lhe acoplara de tal forma, perispírito a perispírito, que nos passara despercebido de início.” “A emissão de sua onda mental fixava-se no centro do raciocínio do encarnado, distendendo-se numa rede viscosa pelo cérebro, de forma que lhe obnubilava (ofuscava) o raciocínio lúcido. Teleguiado pela vontade dominadora, pensava em uma atitude reflexiva proce- dente do algoz, que lhe comandava o sistema nervoso central, produzindo-lhe os tiques de que se fazia ins- trumento.” Página 69. FIM
  13. 13. Capítulo 2 Os nossos pensamentos... nossa sintonia... – Os seus adversários espirituais encharcam-no de ideias pervertidas e desejos lúbricos (sensuais) insaciáveis, desvairando-o. Fixando-se- lhe nos painéis mentais, telecomandam-no a distância, e quando se desprende pelo sono físico é atraído ou arrebatado para os sítios de vergonha e de depravação, nos quais mais se acentuam os desbor- damentos (extravasar) da paixão insana. FIM
  14. 14. Capítulo 10 À medida que aprofundava a mente nas evocações perturbadoras mais se afligia, não podendo dominar o caudal de lágrimas que lhe escorriam pelas faces ardentes, quase em febre de horror por si mesmo. Vimos, então, acercar-se-lhe um indigitado perseguidor que, se utili- zando da angústia que dominava o sacerdote, começou a transmitir- lhe telepaticamente idéias de fuga do corpo físico. O irmão Anacleto, sempre vigilante, solicitou-nos que nos concen- trássemos no chakra cerebral do paciente e, ao fazê-lo, pude captar a indução pertinaz e contínua: – A solução para tal crime (o padre era pedófilo) é o suicídio, porta aberta para a liber- dade – pensava o sofredor telementalizado pelo ignorado inimigo oculto. Como enfrentar a vergonha, a humilhação, o opróbrio geral? E se a massa humana, sempre sedenta de san- gue, em tomando conhecimento da hediondez resolvesse fazer justiça com as próprias mãos? Nunca faltaria quem desse o primeiro grito em favor do linchamento, e logo as feras se atirariam furiosas contra a vítima que seria destroçada sem qualquer piedade. Só o suicídio poderia resolver-lhe o drama perverso. CONTINUA
  15. 15. Capítulo 10 Fui tomado de espanto ante a habilidade do indigitado inimigo. Ele não se permitia trair, parecendo ser alguém que estivesse interessa- do na destruição do adversário, inspirando-lhe de tal forma a idéia da morte como se lhe nascesse no íntimo atribulado. Fixando-o, transmitia-lhe a idéia da fuga como solução, fazendo crer tratar-se de uma auto-reflexão e nunca de uma auto-sugestão. Mediante esse comportamento, fazia o enfermo supor que a atitude desejada era lógica e, portanto, credível de aceitação. Reflexionando e, ao mesmo tempo, com a mente invadida pelo al- goz, concluía, sem poder perceber que estava sendo vítima de uma consciência entenebrecida (...) Estimulando-o à ação devastadora, o inimigo iá-lhe assenhorando-se do pensamento, com o propósito de tomar-lhe o centro dos movimentos e acioná-lo para que executasse o pla- no covarde de fuga (...) A sua mãe, desencarnada, que assistia a tudo, falou com ele mentalmente e... A nova onda mental penetrou o cérebro do aturdido sacerdote, que experimentou um choque vibratório por todo o corpo, percorrendo-o pelo dorso espinal e fazendo-o desper- tar do letargo doentio. CONTINUA
  16. 16. Capítulo 10 Ante a força poderosa do pensamento de amor aureolado pelas vi- brações defluentes da prece, o adversário desencarnado experimen- tou a forte reação nervosa do paciente que lhe desconectou o plug fixado à mente que lhe ia cedendo campo ao convite desnaturado. Não suportando a cena de ternura, o réprobo e perseguidor sandeu (bobo, idiota) retirou-se blasfemando, furibundo. Além disso, ela consegue aparecer diante do filho e apela para que ele desista do ato... conseguindo. Mauro deitou-se para melhor introjetar tudo quanto lhe acabara de ocorrer e fixá-lo para sempre na memória e no coração. Um lânguido torpor foi-lhe tomando todo o corpo e, poucos minutos após, dormia tranqüilamente. FIM
  17. 17. “A enfermaria estava repleta de cenas deploráveis. Entidades inferiores, retidas pelos próprios enfermos, em grande viciação da mente, postavam-se em leitos diversos, inflingindo-lhes pa- decimentos atrozes, sugando-lhes vampirescamente preciosas forças, bem como atormentando-os e perseguindo-os.” “(...) desagradaram-me tais demonstrações naquele departa- mento de assistência caridosa e cheguei mesmo a consultar o Assistente quanto à possibilidade de melhorar a situação, mas (o assistente) informou, sem estranheza, que era inútil qual- quer esforço extraordinário, pois os próprios enfermos, em face da ausência de educação mental, se incumbiriam de cha- mar novamente os verdugos, atraindo-os para as suas maze- las orgânicas, só nos competindo irradiar boa-vontade e pra- ticar o bem, tanto quanto fosse possível, sem, contudo, violar as posições de cada um.” FIM
  18. 18. Estudos Dirigidos O Pensamento Vamos ver novamente uma questão, já lida em estudos anteriores, no Livro dos Espíritos.
  19. 19. Pergunta 459: — Nesse sentido a sua influência é maior do que supondes, porque muito frequentemente são eles que vos dirigem. Os Espíritos influem sobre os nossos pensamentos e as nossas ações? FIM
  20. 20. Estudos Dirigidos Vamos dar uma pausa por aqui. http://vivenciasespiritualismo.net/index.htm Luiz Antonio Brasil Périclis Roberto pericliscb@outlook.com

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