18.04 O Pensamento - Próprio IV 20 jan 2015

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18.04 O Pensamento - Próprio IV 20 jan 2015

  1. 1. Estudos Dirigidos O Pensamento Voltamos com o nosso assunto...
  2. 2. Capítulo 19 Dominação Telepática Nesse instante, contudo, surpreendente imagem de mulher surgiu-lhe à frente dos olhos, qual se fora projetada sobre ele a distância, aparecendo e desaparecendo com intermi- tências. CONTINUA
  3. 3. Capítulo 19 Dominação Telepática (...) vimos de novo a mesma figura de mulher que surgira à frente do marido, aparecendo e reaparecendo ao redor da esposa tris- te, como que a fustigar-lhe o coração com invisíveis estiletes de angústia, porque a esposa acusava agora indefinível mal-estar. Não via com os olhos a estranha e indesejável visita, no entanto, assinalava-lhe a presença em forma de incoercível tribulação mental. FIM
  4. 4. Capítulo 5 Assimilação de Correntes Mentais Pensamentos de crueldade, revolta, tristeza, amor, compreen- são, esperança ou alegria teriam natureza diferenciada, com característicos e pesos próprios, adensando a alma ou sutilizan- do-a, além de lhe definirem as qualidades magnéticas... A onda mental possuiria determinados coeficientes de força na concentração silenciosa, no verbo exteriorizado ou na palavra escrita... Compreendia, desse modo, mais uma vez, e sem qualquer obs- curidade, que somos naturalmente vítimas ou beneficiários de nossas próprias criações, segundo as correntes mentais que projetamos, escravizando-nos a compromissos com a retaguar- da de nossas experiências ou libertando-nos para a vanguarda do progresso, conforme nossas deliberações e atividades, em harmonia ou em desarmonia com as Leis Eternas... FIM
  5. 5. Capítulo 26 Psicometria Verifiquei que algumas preciosidades, excetuando-se uma que outra, estavam revestidas de fluidos opacos, que formavam uma massa acinzentada ou pardacenta, na qual transpareciam pontos luminosos. André Luiz visitando um museu... Notando-me a curiosidade, o instrutor aclarou, benevolente: — Todos os objetos que você vê emoldurados por substâncias fluídicas acham-se fortemente lembrados ou visitados por aqueles que os possuíram. — O pensamento espalha nossas próprias emanações em toda parte a que se projeta. Deixamos vestígios espirituais, onde ar- remessamos os raios de nossa mente, assim como o animal dei- xa no próprio rastro o odor que lhe é característico, tornando-se, por esse motivo, facilmente abordável pela sensibilidade olfativa do cão. E mais adiante o instrutor nos diz... FIM
  6. 6. “(...) junto aos companheiros (desencarnados) menos felizes que se uniam estreitamente uns aos outros, entre a angústia e a expectação.” “Reparei o conjunto, notando que alguns deles se mostravam enfermos, como se estivessem ainda na carne.” “Pareciam envolvidos em grande nuvem ovalada, qual nevoeiro cinza-escuro, espesso e móvel, agitado por estranhas formações.” “Membros lesados, mutilações, paralisias e ulcerações diversas eram perceptíveis a rápido olhar.” “– Nossos irmãos sofredores trazem consigo, individualmente, o estigma dos erros delibe- rados a que se entregaram. A doença, como resultante de desequilíbrio moral, sobrevive no Perispírito (Corpo Astral), alimentada pelos pensamentos que a geraram, quando esses pen- samentos persistem depois da morte do corpo físico.” “(...) A vida corpórea é a síntese das irradiações da alma. Não há órgãos em harmonia sem pensamentos equilibrados, como não há ordem sem inteligência.” FIM Capítulo 4 Ante o Serviço
  7. 7. “O pensamento puro e operante é a força que nos arroja do ódio ao amor, da dor à alegria, da Terra ao Céu... “A palavra esclarece. “O exemplo arrebata. “Ajustemo-nos ao Evangelho Redentor. “Cristo é a meta de nossa renovação. “Regenerando a nossa existência pelos padrões dEle, reestruturare-mos a vida íntima daqueles que nos rodeiam. “Meus amigos, crede!... “Procuremos a consciência de Jesus para que a nossa consciência lhe retrate a perfeição e a beleza!... “Saibamos refletir-lhe a glória e o amor, a fim de que a luz celeste se espelhe sobre as almas, como o esplendor solar se estende sobre o mundo. “Comecemos nosso esforço de soerguimento espiritual desde hoje e, amanhã, teremos avançado consideravelmente no grande caminho!...” FIM Capítulo 13 Pensamento e Mediunidade
  8. 8. Capítulo 11 Onda mental Sempre que pensamos, expressando o campo íntimo na ideação (formação de ideia) e na palavra, na atitude e no exemplo, criamos formas pensamentos ou imagens- moldes que arrojamos para fora de nós, pela atmosfera psíquica que nos caracteriza a presença. FIM
  9. 9. Capítulo 18 Efeitos intelectuais Tomemos o homem moderno buscando o jornal da manhã, e vê-lo- emos procurando o setor do noticiário com que mais sintonize. Suponhamos, porém, que o leitor se decida pelos fatos policiais. Avidamente procurará os sucessos mais lamentáveis e, finda a voluptuosa seleção dos crimes ou desastres apresentados, escolherá o mais impressionante aos próprios olhos, para nele concentrar a atenção. Feito isso, começará exteriorizando na onda mental característica os quadros terrificantes que lhe nascem do cérebro, plasmando a sua própria versão, ao redor dos fatos ocorridos. Nesse estado de ânimo, atrairá companhias simpáticas que, em lhe escutando as conjetu- ras, passarão a cunhar pensamentos da mesma natureza, associando-se-lhe à maneira íntima de ver, não obstante cada um se mostre em campo pessoal de interpretação. Daí a instantes, se as formas-pensamentos fossem visíveis ao olhar humano, os comenta- ristas contemplariam no próprio agrupamento o fluxo tóxico de imagens deploráveis, em torno da tragédia, a lhes nascerem da mente no regime das reações em cadeia, espraian- do-se no rumo de outras mentes interessadas no acontecimento infeliz. FIM
  10. 10. Capítulo 13 Experiências Novas Não há como negar-se que o homem é o artífice do seu destino, sendo feliz ou desventurado conforme eleja o procedimento que se deve impor. FIM
  11. 11. A Mente Plasma... Capítulo 23 Trama na Treva FIM A mente plasma, no fluido cósmico, sob o império da vontade, o que mais ambiciona, vitalizando com as ações, que são decorrência dos desejos acalentados, o que lhe servirá de suporte para a elevação espiritual ou armadilha para a queda. Em lugares onde o comportamento mental é pernicioso, idêntico em muitas pessoas pela gama de interesses vividos, surgem redutos de incúria e sofrimento espiritual, que se ampliam de acordo com a continuidade de exteriorizações psíquicas, como graças ao volume e teor delas. A recíproca é verdadeira: onde se concentram tônus psíquicos superiores, abrem-se vias de comunicação com as Esferas elevadas, surgem construções de paz e Espíritos benignos convivem com as almas que se lhes afinam. A sintonia, no Universo, como a gravitação, é lei da vida. Vive-se no lugar e com quem se deseja psiquicamente, mesmo que se não o frua na esfera física. As respostas da vida são conforme o conteúdo dos pedidos e não de acordo com a embalagem exterior... Há um intercâmbio vibratório em todos e em tudo, respondendo pela harmonia universal.
  12. 12. (André Luiz) — E se eu tentasse voltar aos assuntos inferiores da Terra, esquecendo a conversação edificante? (...) sorriu e retrucou: — O prejuízo seria seu, porque aqui a palavra define o Espírito, e, se você fugisse à luz da palestra instrutiva, nossos orientado- res conheceriam sua atitude imediatamente, porquanto sua presença se tornaria desagradável e seu rosto se cobriria de sombra indefinível. Sobre a mudança do pensamento no “Nosso Lar”... Cap. 6 FIM
  13. 13. Capítulo 9. Ouvindo impressões. Em uma conversação... “ (...) Quase mensalmente, Joaquim e eu nos empenhávamos em discussões e não trocávamos apenas os insultos contundentes, mas também os fluidos venenosos, segregados por nossa mente rebelde e enfermiça. Entre os conflitos e suas consequências, passei o tempo inutilizada para qualquer trabalho de elevação espiritual.”
  14. 14. Capítulo 27 Contenda Inútil Convém esclarecer, contudo, que a criatividade humana se realiza nos mesmos moldes da mecânica mediúnica, pois as ideias irradiadas da esfe- ra extrafísica somente são percebidas e manipuladas pelas mentes que se encontram aptas a trabalhá-Ias, dando-lhes tão perfeita guarida no campo psíquico que as confundem com os próprios pensamentos. Este fenômeno, funcionando segundo as mesmas leis físicas da ressonân- cia, coloca o receptor participando da elaboração criativa com idêntico juizo de responsabilidade e igual mérito no seu desenvolvimento. Exatamente por isso, aquele que cria ou inventa, como todo médium, não pode acomodar sugestões e concepções que não detenha potencial de gerar, tornando assim o processo intuitivo um conúbio de mentes que se entrelaçam em propósitos comuns, onde todos participam com seus inquestionáveis valores e contribuições pessoais. Isso faz de todo cientista, pensador ou gênio, um intermediador de ideias, portanto um medianeiro, na acepção espírita da palavra. FIM
  15. 15. Como já lhe afirmamos, a vida, em qualquer nível que se manifeste, é um processo que se realiza em dois mundos. Capítulo 27 Contenda Inútil Existe uma ativa e permanente corrente de pensamentos entrelaçando seus dois planos e, a bem da verdade, o real condutor das descobertas que entretém o progresso humano é a Esfera Espiritual, enquanto que o domínio da carne é apenas o campo de sua aplicação. Por isso é forçoso reconhecer que as grandes invenções que beneficiaram a humanidade, em todos os tempos, não são meras descobertas ou criações realizadas ao acaso pelos encarnados, porém, obras programadas por a- queles que nos dirigem. Assim é que não há inventores de fato no Plano da Carne, mas apenas homens que se co- locam em condições de captarem as ideias que trafegam entre as duas esferas. A concepção do avião foi desenvolvida no Mundo Espiritual e, em prol da verdade, não tem idealizadores no plano físico. Eis a surpreendente realidade! FIM O livro aborda a vida de Santos Dumont no Plano Espiritual, por isso ele fala aqui sobre o avião e a discussão de quem seria o descobridor da aviação, Santos Dumont ou os Irmãos Wright.
  16. 16. Capítulo 2. A palestra do Instrutor “Sendo cada um de nós uma força inteligente, detendo faculdades criadoras e atuando no Universo, estaremos sempre engendrando (criar, originar) agentes psicológicos, através da energia mental, exteriorizando o pensamento e com ele improvisando causas possíveis, cujos efeitos podem ser próximos ou remotos sobre o ponto de origem. Abstendo-nos de mobilizar a vontade, seremos invariáveis joguetes das circunstâncias predominantes, no ambiente que nos rodeia; contudo, tão logo deliberemos manobrá-la, é indispensável resolvamos o problema de direção, porquanto nossos estados pessoais nos refletirão a escolha íntima. “Existem princípios, forças e leis no universo minúsculo, tanto quanto no universo macrocósmico. Dirija um homem a sua vontade para a ideia de doença e a moléstia lhe responderá ao apelo, com todas as características dos moldes estruturados pelo pensamento enfermiço, porque a sugestão mental positiva determina a sintonia e receptividade da região orgânica, em conexão com o impulso havido, e as entidades microbianas, que vivem e se reproduzem no campo mental das milhões de pessoas que as entretêm, acorrerão em massa, absorvidas pelas células que as atraem, em obediência às ordens interiores, reiteradamente recebidas, formando no corpo a enfermidade idealizada. CONTINUA
  17. 17. “Claro que nesse capítulo temos a questão das provas necessárias, nos casos em que determinada personalidade renasce, atendendo a impositivos das lições expiatórias, mas, mesmo aí, o problema de ligação mental é infinitamente importante, porquanto o doente que se compraz na aceitação e no elogio da própria decadência acaba na posição de excelente incubador de bactérias e sintomas mórbidos, enquanto que o espírito em reajustamento, quando reage, valoroso, contra o mal, ainda mesmo que benéfico e merecido, encontra imensos recursos de concentrar-se no bem, integrando-se na corrente de vida vitoriosa” Capítulo 2. A palestra do Instrutor FIM
  18. 18. (...) quando interferimos, erroneamente, na vida mental dos outros (...) Capítulo 17 Assistência fraternal. – Fui homem de letras, mas nunca me interessei pelo lado sério da vida. Cultivava o chiste malicioso e com ele o gosto da volúpia, estendendo minhas criações à mocidade de meus dias. Não consegui posição de evidência, nos galarins da fama; entretanto, mais que eu poderia imaginar, impressionei, destrutivamente, muitas mentalidades juvenis, arrastando-as a perigosos pensamentos. Depois do meu decesso, sou incessantemente procurado pelas vítimas de minhas insinuações sutis, que me não deixam em paz, e, enquanto isto ocorre, outras entidades me buscam, formulando ordens e propostas referen- tes a ações indignas que não posso aceitar... (...) Compreendi que me achava em ligação, desde a existência terrestre, com enorme quadrilha de Espíritos perversos e galhofeiros que me tomavam por aparelho invigilante de suas manifestações indesejáveis. No fundo, eu mantinha por mim mesmo, no próprio espírito, suficiente material de leviandade e malícia, que eles exploraram largamente, adicionando aos meus erros os erros maiores que intentariam debalde praticar, sem meu concurso ativo. Acontece, porém, que abrindo meus olhos à verdade, na esfera em que hoje respiramos, em vão busco adaptar-me a processos mais nobres de vida. CONTINUA
  19. 19. “(...) Quando não sou atribulado por mulheres e homens que se afirmam prejudicados pelas ideias que lhes infundi, na romagem carnal, certas formas estranhas me apoquentam o mundo interior, como se vivessem incrustadas à minha própria imaginação. Assemelham-se a personalidades autônomas, se bem que sejam visíveis tão somente aos meus olhos. Falam, gesticulam, acusam-me e riem-se de mim. Reconheço-as sem dificuldade. São imagens vivas de tudo o que meu pensamento e minha mão de escritor criaram para anestesiar a dignidade de meus semelhantes. Investem contra mim, apupam-me e vergastam-me o brio, como se fossem filhos rebelados contra um pai criminoso...” Capítulo 17 Assistência fraternal. O infeliz deixou de falar, titubeante. Demonstrava-se atormentado por energias estranhas ao próprio campo íntimo, apalermado e trêmulo à nossa vista. Fitou em mim os olhos esgazeados de esquisito terror e, correndo aos meus braços, bradou: – Ei-lo! ei-lo que chega por dentro de mim... É uma das minhas personagens na literatura fescenina! Ai de mim! acusa-me! Gargalha irônica e tem as mãos crispadas! Vai enforcar-me!... Alçando a destra à garganta, denunciava, aflito: – Serei assassinado! Socorro! socorro!... “(...) Tenho vivido ao léu, qual alienado mental que ninguém compreende! Como entender, porém, os pesadelos que me possuem? Somos o domicílio vivo dos pensamentos que geramos ou as nossas ideias são pontos de apoio e manifestação dos Espíritos bons ou maus que sintonizam conosco?” FIM
  20. 20. Assim era que se deparavam, aqui e ali, forcas erguidas, baloiçando o cor- po do próprio suicida, que evocava a hora em que se precipitara na morte voluntária. Veículos variados, assim como comboios fumegantes e rápidos, colhiam e trituravam, sob suas rodas, míseros tresloucados que buscaram matar o próprio corpo por esse meio execrável, os quais, agora, com a mente "impregnada" do momento sinistro, retratavam sem cessar o episódio, pondo à visão dos companheiros afins suas hediondas recordações. (4-A) Os Réprobos Cada um de nós, no Vale Sinistro, vibrando violentamente e retendo com as forças mentais o momento atroz em que nos suicidamos, criávamos os cenários e respectivas cenas que vivêramos em nossos derradeiros mo- mentos de homens terrestres. Tais cenas, refletidas ao redor de cada um, levavam a confusão à localidade, espalhavam tragédia e inferno por toda a parte, seviciando de aflições superlativas os desgraçados prisioneiros. (4-A) Em várias sessões práticas a que tivemos ocasião de assistir em organizações espíritas do Estado de Minas Gerais, os videntes eram concordes em afirmar que não percebiam apenas o Espírito atribulado do suicida a comunicar-se, mas também a cena do próprio suicídio, desvendando-se às suas faculdades mediúnicas o momento supremo da trágica ocorrência. — (Nota da médium) CONTINUA
  21. 21. Os Réprobos Rios caudalosos e mesmo trechos alongados de oceano surgiam repenti- namente no meio daquelas vielas sombrias: — era meia dúzia de répro- bos que passava enlouquecida, deixando à mostra cenas de afogamento, por arrastarem na mente conflagrada a trágica lembrança de quando se atiraram às suas águas!... Homens e mulheres transitavam desesperados: uns ensangüentados, outros estorcendo-se no suplício das dores pelo en- venenamento, e, o que era pior, deixando à mostra o reflexo das entranhas carnais corroídas pelo tóxico ingerido, enquanto outros mais, incendiados, a gritarem por socorro em correrias insensatas, traziam pânico ainda maior entre os companheiros de desgraça, os quais receavam queimar-se ao seu contato, todos possuídos de loucura coletiva! E coroando a profundeza e intensidade desses inimagináveis martírios — as penas morais: os remorsos, as saudades dos seres amados, dos quais se não tinham notícias, os mesmos dissabores que haviam dado causa ao desespero e que persistiam em afligir!... E as penas físicomateriais: — a fome, o frio, a sede, exigências fisiológicas em geral, torturantes, irri- tantes, desesperadoras! a fadiga, a insônia depressora, a fraqueza, o delíquio! Necessidades imperiosas, desconforto de toda espécie, insolúveis, a desafiarem possibilidades de sua- vização — oh! a visão insidiosa e inelutável do cadáver apodrecendo, seus fétidos asquero- sos, a repercussão, na mente excitada, dos vermes a consumirem o lodo carnal, fazendo que o desgraçado mártir se supusesse igualmente atacado de podridão! FIM
  22. 22. O Manicômio Emocionados, passamos entre as filas dos leitos, ligeiramente observan- do-os às indicações do lúcido mentor, que ilustrava a impressionante apresentação com o verbo atraente que tão bem sabia usar. "— Se possuísseis bastante desenvolvimento da visão espiritual — ia elucidando —, verificaríeis terríveis emanações se levantarem de suas mentes, dando-se a contemplar em figuras e cenas deprimentes e ver- gonhosas, resultado da dissolução dos costumes que lhes foram pró- prios, dos atos praticados contra a decência e a moral, pois ficai saben- do que tanto os atos praticados pelos homens como os pensamentos evolados de sua mente imprimem-se em caracteres indeléveis na sua estrutura perispiritual, escapando-se depois, em flagrantes deploráveis, aos nossos olhos, quando, à revelia da Lei, se bandeiam para este lado da vida! Nestes leitos existem suicidas de todos os tipos: — desde os que empunharam a arma ou o tóxico fatais até aqueles que se consumiram vitimados pelos próprios vícios! Une-os a mais ignóbil afinidade, isto é, a da inferioridade do caráter e dos sentimentos!..." Com efeito! Se não podíamos perceber as cenas mentais indicadas, como outrora no Vale Sinistro, quando destacamos as relacionadas com o ato violento do suicídio, no entanto percebíamos vapores escuríssimos, quais nuvens espessas, evolarem de seus cérebros, espalhando-se em ondas volumosas pelo ambiente, o qual se toldava envolvendo os apo- sentos em penumbra crepuscular acentuada, como se as sombras noturnas ali fossem eternas... CONTINUA
  23. 23. O Manicômio ... o que será o mesmo que afirmar que, para aquelas pobres vítimas de si mesmas, não raiaria ainda a aurora confortadora que para nós já se destacava nos horizontes do futuro. Aliás, como não ser assim se ali portavam grandes criminosos morais, algozes que tanto perverteram e infelicitaram o próximo, impelidos pela torpeza dos instintos, monstros humanos que tantas vezes se saciaram na calamidade que faziam desa- bar sobre o coração e o destino alheios?!... Como não se encontrarem contaminados de trevas os recintos em que se abrigavam, se as trevas de que se rodeavam eram oriundas deles próprios, pois sempre se regalaram em suas dobras, provocando-as, produzindo-as, nelas se locupletando durante a vida social e íntima que viveram, acentuando-as com o remate acerbo do suicídio?!... Ali os víamos, tais quais eram, outrora, na Terra, homens galantes, sedutores, insinuantes, hipócritas, mentirosos, desmoralizados, muitas vezes suspensos aos melhores postos so- ciais, devassos, beberrões, descrentes do Bem, descrentes de Deus, servos do mal, escra- vos da animalidade, rastejando na lama dos instintos, a se ombrearem com o verme, es- quecidos de que eram criaturas de Deus e que a Deus deveriam dar contas, um dia, do abuso que faziam da liberdade em que a Criação mantém o ser humano! Agora, porém, aniquilados, estigmatizados pelo passado vergonhoso, cuja imagem os seguia qual fantas- ma acusatório, atestando a situação de indigência, única que lhes cabia suportar como resultante do indébito procedimento! FIM
  24. 24. Vamos ver outros textos e outras situações. Porém, o mais importante, com tudo isso, é que, você possa ver e possa aprender da importância de manter sempre equilibrado os pensamentos e as emoções. Estudos Dirigidos O Pensamento
  25. 25. Capítulo 7. Socorro espiritual. – Meu filho Antônio encontra-se em estado gravíssimo... Agora era Alexandre que a interrompia: – Adivinho o que se passa. Quando o visitei, no mês findo, notei-lhe as perturbações circulatórias. – Sim, sim – continuou a mãe aflita. – Antônio vive no círculo de pensa- mentos muito desregrados, apesar do bom coração. E hoje trouxe para o leito de repouso tantas preocupações descabidas, tanta angústia des- necessária, que as suas criações mentais se transformaram em verda- deiras torturas. Embalde, auxiliei-o com os meus humildes recursos; in- felizmente, é tão grande o seu desequilíbrio interior, que toda a minha colaboração resultou inútil, permanecendo-lhe o cérebro sob a ameaça dum derramamento mortífero. Reconhecendo a urgência do assunto, exclamou o orientador: – A caminho! Não temos um segundo a perder! Daí a poucos instantes, penetramos na residência confortável. A velhinha, aflita, conduziu-nos a uma alcova espaçosa, onde o filho, chefe da casa, repousava metido em alvos lençóis, dan- do-me a impressão característica dum moribundo. Antônio parecia próximo dos setenta anos e exibia todos os sinais do arterioesclerótico adian- tado. O quadro era agora profundamente educativo para mim, que entrara num círculo valioso de observações novas. CONTINUA
  26. 26. Capítulo 7. Socorro espiritual. Identificava perfeitamente o estado pré-agônico, em todas as suas ex- pressões físico-espirituais. A alma confusa, inconsciente, movimenta- va-se com dificuldade, quase que totalmente exteriorizada, junto do corpo imóvel, a respirar dificilmente. Enquanto Alexandre se inclinava paternalmente sobre ele, observei que estávamos diante de uma trombose perigosíssima, por localizar-se nu- ma das artérias que irrigam o córtex motor do cérebro. A apoplexia não se fizera esperar. Mais alguns instantes e a vítima estaria desencarnada. Alexandre, que centralizara todas as atenções no enfermo, tocou-lhe o cérebro perispiritual e falou com autoridade serena: – Antônio, mantenha-se vigilante! Nosso auxílio pede a sua cooperação! O moribundo, desligado parcialmente do corpo, abriu os olhos fora do invólucro de carne, dan- do a entender vagas noções de consciência, e o instrutor prosseguiu: – Você foi acidentado pelos próprios pensamentos em conflito injustificável. Suas preocupa- ções excessivas criaram-lhe elementos de desorganização cerebral. Intensifique o desejo de re- tomar as células físicas, enquanto nos preparamos a fim de ajudá-lo. Este momento é decisivo para as suas necessidades. O interpelado não respondeu, mas observei que Antônio compreendera a advertência, no imo das forças da consciência, colocando-se em boa posição para colaborar em favor de si mesmo. FIM
  27. 27. Capítulo 7. Socorro espiritual. Vejam as recomendações que Alexandre passa para a mãe de Antônio, Dona Justina (desencarnada), após prestar o devido atendimento/socorro. Depois de um quarto de hora, segundo meu cálculo de tempo, estava finda a laboriosa in- tervenção magnética e Alexandre, chamando a velhinha, acentuou: “Se você pleiteou o auxílio de agora para ajudá-lo a resolver negócios urgentes, não perca as oportunidades, porque os reparos deste instante não perdurarão por mais de cento e cinqüen- ta dias. E não se esqueça de preveni-lo, pelos processos intuitivos ao nosso alcance, quanto ao cuidado que deverá manter consigo mesmo no terreno das preocupações excessivas, mormen- te à noite, quando ocorrem os fenômenos desastrosos mais sérios de circulação, em vista da invigilância de muitas pessoas que se valem das horas sagradas do repouso físico para a cria- ção de fantasmas cruéis, no campo vivo do pensamento. Se o nosso amigo despreocupar-se da autocorrigenda, talvez desencarne antes dos cinco meses. Toda a cautela é indispensável.” – Justina, o coágulo acaba de ser reabsorvido e conseguimos socor- rer a artéria com os nossos recursos, mas Antônio terá, no máximo, cinco meses a mais, de permanência na Terra. FIM
  28. 28. Capítulo 13. Reencarnação. – Cada homem, como cada Espírito, é um mundo por si mesmo e cada mente é como um céu... Do firmamento descem raios de sol e chuvas benéficas para a organização planetária, mas também, no instante do atrito de elementos atmosféricos, desse mesmo céu procedem as faíscas destruidoras. Assim, a mente humana. Dela se originam as forças equilibrantes e restauradoras para os trilhões de células do organismo físico; mas, quando perturbada, emite raios magnéticos de alto poder destrutivo para as comunidades celulares que a servem. (...) Alexandre agora nos dirá porque é importante manter a mente em equilíbrio. Observem o que ele esclarece para o André Luiz... FIM
  29. 29. Capítulo 13. Reencarnação. O chefe da pequena família, tocado nas fibras recônditas da alma pela ternura do filhinho e pela humildade sincera da companheira, sentiu que a nuvem de sombra dos seus próprios pensamentos dava lugar a repousantes sensações de alivio confortador. Sorriu, repentinamente transformado, e dirigiu-se ao pequeno, com nova inflexão de voz: (...) Nesse pequeno trecho que trazemos iremos ver o assunto sobre nossos próprios pensamentos. E como ele nos afeta... FIM
  30. 30. Nesse outro trecho que trazemos veremos agora outra situação.... Capítulo 13. Reencarnação. O orientador (Instrutor Alexandre) pediu a proteção divina para o casal, em voz alta, sendo acompanhado por nós, em profundo silêncio. As vibrações do nosso pensamento em rogativa congregaram-se, como parcelas de luminosas subs- tâncias a se reunirem num todo, derramando-se sobre o leito conjugal, quais correntes sutis de forças magnéticas revigo- rantes e regeneradoras. FIM
  31. 31. “(...) aqueles pensamentos escuros de Mário voltaram para ele mesmo. Emitiu-os, com o evidente propósito de matar e, em razão disso, experimenta o remorso de um autêntico assassino.” “– Permaneçamos convencidos, minha filha, de que, em qualquer lugar e em qualquer tempo, receberemos da vida, de acordo com as nossas próprias obras.” Capítulo 33. FIM
  32. 32. “(...) Imaginemos agora o pensamento, força viva e atuante, cuja velocidade supera a da luz.” “Emitido por nós, volta inevitavelmente a nós mesmos, compelindo-nos a viver, de maneira espontânea, em sua onda de formas criadoras, que naturalmente se nos fixam no espírito quando alimentadas pelo combus- tível de nosso desejo ou de nossa atenção.” “Daí, a necessidade imperiosa de nos situarmos nos ideais mais nobres e nos propósitos mais puros da vida, porque energias atraem energias da mesma natureza, e, quando estacionários na viciação ou na sombra, as forças mentais que exteriorizamos retornam ao nosso espírito, reanimadas e intensificadas pelos elementos que com elas se harmonizam, engrossando, dessa forma, as grades da prisão em que nos detemos irrefletidamente, convertendo-se-nos a alma num mundo fechado, em que as vozes e os quadros de nossos próprios pensamentos, acrescidos pelas sugestões da- queles que se ajustam ao nosso modo de ser, nos impõem reiteradas alucinações, anulando- -nos, de modo temporário, os sentidos sutis.” “E, depois de ligeira pausa, concluiu:” “— Eis por que, efetuada a supressão do corpo somático, no fenômeno vulgar da morte, a criatura desencarnada, movimentando-se num veículo mais plástico e influenciável, pode per- manecer longo tempo sob o cativeiro de suas criações menos construtivas, detendo-se em largas faixas de sofrimento e ilusão com aqueles que lhe vivem os mesmos enganos e pesa- delos.” Capítulo 4. “A explicação não podia ser mais clara.” FIM
  33. 33. Capítulo 5. Ao término da longa operação socorrista, Neves, taciturno*, não encobria o próprio desapontamento. A desaprovação esguichava-lhe da cabeça, plasmando pensamentos de censura, que, não obstante respeitosa, nos alcançavam em cheio, por chuva de vibrações negativas. * Taciturno: 1. Sombrio; 2. Silencioso; 3. Tristonho.
  34. 34. Com efeito! Sentado à mesa de estudo, as faces entre as mãos, em atitude de desânimo ou preocupação profunda; cabelos revoltos, cheios e ondulados; semblante atormentado por pensamentos conflagrados, que emitiam em torno do cérebro evaporações espes- sas quais nuvens plúmbeas, encontrava-se o prisioneiro, ali, à nossa frente, como presente no mesmo salão em que nos achávamos! Os Arquivos da Alma FIM Surpreendidos, porém, nesse terrível obsessor reconhecemos apenas um homem, simples- mente um homem — ou um Espírito que fora homem! — mas não um ser fantástico! Um Espírito apartado das formas carnais, é certo, mas trazendo a configuração humana, grosseira e pesada, indiciando a inferioridade moral que o distanciava da espiritualidade! Trajava tal como no momento em que sucumbira, em sua organização carnal, sob o golpe do suicídio (...)
  35. 35. Vamos agora para o livro de Robson Pinheiro. Vejam o que o seu mentor, Joseph Gleber, recomenda para ele, quando os dois estão no Plano Espiritual. Estudos Dirigidos O Pensamento
  36. 36. Joseph olhou para mim e tocou-me de leve no ombro direito. Pe- diu-me para c onectar-me com sua mente. Quando abri os olhos eu já estava volitando ao seu lado rumo a planos mais altos. – É preciso cuidar bem dos pensamentos por onde transitaremos agora. Lembre-se do que escrevi a respeito do controle mental – recomendou o amigo espiritual. Perguntei a razão de tanto cuidado com os pensamentos. Tornou ele: – Não se esqueça de que você está transitando num ambiente cuja matéria básica é o fluido cósmico, tão falado no meio espírita. Tudo aqui é criação mental. Você ainda não traz o pensamento organiza- do e disciplinado suficientemente para formações mentais mais ou menos permanentes. É preciso muito treino e disciplina para se con- seguir algo de real valor. FIM
  37. 37. Independentemente do grau de inteligência ou de cultura, de fortuna ou de situação social, todos nós podemos prestar serviços valiosos de auxilio e so- corro, de carinho e fraternidade, exteriorizando, com vontade intensa, forte, decidida, pensamentos de amor e de paz, de bondade e de tolerância, quer sobre a Humanidade em geral, quer, como ação mais eficaz e persistente, sobre todos aqueles que sofram, física ou moralmente, que pertençam ao nosso meio social, amigos e inimigos, e, de prefe- rência, à maneira cristã, estes últimos. Todos os bons pensamentos enviados aos nossos inimigos constituem uma oração de amor, de perdão e também de defesa, pois o choque de retorno do ódio e malquerença enviados mentalmente pelos nossos inimigos, será inevitável pela natureza antagônica das vibrações inerentes á natureza do Bem e do Mal. Capítulo XIII Das Radiações Mentais e Emocionais FIM
  38. 38. Estudos Dirigidos Vamos dar uma pausa por aqui. http://vivenciasespiritualismo.net/index.htm Luiz Antonio Brasil Périclis Roberto pericliscb@outlook.com

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