18.03 O Pensamento - Próprio III 20 jan 2015

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18.03 O Pensamento - Próprio III 20 jan 2015

  1. 1. Estudos Dirigidos O Pensamento Voltamos com o nosso assunto...
  2. 2. Estudos Dirigidos O Pensamento Vamos ver alguns textos que falam sobre a força de nossos próprios pensamentos. E suas consequências!
  3. 3. Capítulo 7 Explicações de Lísias Quando alguém deseja algo ardentemente, já se encontra a caminho da realização. Convém não esquecer, contudo, que a realização nobre exige três requisitos fundamentais, a saber: FIM primeiro, desejar; segundo, saber desejar; e, terceiro, merecer, ou, por outros termos, vontade ativa, trabalho persistente e merecimento justo. “Nossos Desejos...”
  4. 4. Observem agora esta outra situação que André Luiz presencia... Estudos Dirigidos O Pensamento
  5. 5. Capítulo 27 O Trabalho, enfim (...) Seguimos através de numerosas filas de camas bem cuidadas, sentindo a desagradável exalação ambiente, oriunda, como vim a saber mais tarde, das emanações mentais dos que ali se congregavam, com as dolorosas impressões da morte física e, muita vez, sob o império de baixos pensamentos. FIM
  6. 6. Neste pequeno trecho do livro queremos exemplificar o que estamos estudando. Observe... Capítulo 19 A Jovem Desencarnada Só para entendermos a situação: a sobrinha de D. Laura, Eloísa, desencarnara há pouco tempo, deixando na Terra o seu noivo Arnaldo, “desconsolado” e “desesperado”, diz ela. Porém onde a sua Tia já a alerta sobre os novos sentimentos dele para com a sua amiga, Maria da Luz, que como ela mesmo diz, no livro, sempre julgou-a fidelíssima. Vamos ver... – Não te recordas da Maria da Luz, a colega que te levava flores todos os domingos? (diz D. Laura) Pois nota: quando o médico anunciou, em caráter confidencial, a impossibilidade de restabelecer-te o corpo físico (ela desencarnara pela tuberculose), Arnaldo, embora muito magoado, começou a envolvê-la em vibrações mentais diferentes. Agora que aqui estás, não demorarão muito as resoluções novas. FIM
  7. 7. Veja o que o médico, o Dr. Henrique de Luna, diz a André Luiz sobre o seu estado de saúde, da causa, da piora de sua doença, e a razão de sua morte. Estudos Dirigidos O Pensamento
  8. 8. “(...) O organismo espiritual apresenta em si mesmo a história completa das ações praticadas no mundo.” – Vejamos a zona intestinal – exclamou. – A oclusão derivava de ele- mentos cancerosos, e estes, por sua vez, de algumas leviandades do meu estimado irmão, no campo da sífilis. A moléstia talvez não assu- misse características tão graves, se o seu procedimento mental no planeta estivesse enquadrado nos princípios da fraternidade e da temperança. Entretanto, seu modo especial de conviver, muita vez exasperado e sombrio, captava destruidoras vibrações naqueles que o ouviam. Nunca imaginou que a cólera fosse manancial de forças ne- gativas para nós mesmos? A ausência de autodomínio, a inadvertência no trato com os semelhantes, aos quais muitas vezes ofendeu sem refletir, conduziam-no freqüentemente à esfera dos seres doentes e inferiores. Tal circunstância agravou, de muito, o seu estado físico. Depois de longa pausa, em que me examinava atentamente, continuou: – Já observou, meu amigo, que seu fígado foi maltratado pela sua própria ação; que os rins foram esquecidos, com terrível menosprezo às dádivas sagradas? CONTINUA Capítulo 4. O Médico Espiritual.
  9. 9. Singular desapontamento invadira-me o coração. Parecendo desconhe- cer a angústia que me oprimia, continuava o médico, esclarecendo: – Os órgãos do corpo somático possuem incalculáveis reservas, segun- do os desígnios do Senhor. O meu amigo, no entanto, iludiu excelentes oportunidades, esperdiçando patrimônios preciosos da experiência fí- sica. A longa tarefa, que lhe foi confiada pelos Maiores da Espirituali- dade Superior, foi reduzida a meras tentativas de trabalho que não se consumou. Todo o aparelho gástrico foi destruído à custa de excessos de alimentação e bebidas alcoólicas, aparentemente sem importância. Devorou-lhe a sífilis energias essenciais. Como vê, o suicídio é incontestável. FIM Capítulo 4. O Médico Espiritual.
  10. 10. Capítulo 37 A Preleção da Ministra Ora, é coisa sabida que um homem é obrigado a alimentar os próprios filhos; nas mesmas condições, cada espírito é compelido a manter e nutrir as criações que lhe são peculiares. Uma ideia criminosa produzirá gerações mentais da mesma natureza; um princípio elevado obedecerá à mesma lei. Recorramos a símbolo mais simples. Após elevar-se às alturas, a água volta purificada, veiculando vigorosos fluidos vitais, no orvalho protetor ou na chuva benéfica; conservemo-la com os detritos da terra e fá-la-emos habitação de micróbios destruidores. FIM
  11. 11. Capítulo 47 A Volta de Laura “Dentro do nosso mundo individual, cada ideia é como se fora uma entidade à parte... É necessário pensar nisso. Nutrindo os elementos do bem, progredirão eles para nossa felicidade, constituirão nossos exércitos de defesa; todavia, alimentar quaisquer elementos do mal é construir base segura para os nossos inimigos verdugos.” Genésio FIM
  12. 12. Vejam neste trecho agora como a nossa mente trabalha de forma diferente no plano espiritual. André Luiz encontra uma pessoa de seu passado... Estudos Dirigidos O Pensamento
  13. 13. Capítulo 35 Encontro Singular Guardavam-se petrechos da excursão e recolhiam-se animais de serviço, quando a voz de alguém se fez ouvir carinhosamente, a meu lado: Voltei-me surpreendido e reconheci, no Samaritano que assim fala- va, o velho Silveira, pessoa de meu conhecimento, a quem meu pai, como negociante inflexível, despojara, um dia, de todos os bens. ‒ André! você aqui? Muito bem! Que agradável surpresa!... Quis ensaiar algumas explicações relativamente ao passado, mas não o consegui. No fun- do, eu desejava pedir desculpas pelo procedimento de meu pai, levando-o ao extremo de uma falência desastrosa. Naquele instante, eu revia mentalmente o clichê do pretérito. A memória exibia, de novo, o quadro vivo. (...) E mais na frente... Essas reminiscências alinhavam-se-me no cérebro com a rapidez de segundos. Num mo- mento, reconstituíra todo o passado de sombras. FIM
  14. 14. Com este outro trecho, deixo para vocês uma grande lição de Clarêncio com André Luiz, quando ele fazia várias queixas e lamentações de seu estado de saúde “físico” e mental, ainda como paciente do “Nosso Lar”. Estudos Dirigidos O Pensamento
  15. 15. Chegado a essa altura, o vendaval da queixa me conduzira o barco mental ao oceano largo das lágrimas. Clarêncio, contudo, levantou-se sereno e falou sem afetação: – Meu amigo, deseja você, de fato, a cura espiritual? Ao meu gesto afirmativo, continuou: – Aprenda, então, a não falar excessivamente de si mesmo, nem comente a própria dor. Lamentação denota enfermidade mental e enfermidade de curso laborioso e tratamento difícil. É indispensável criar pensamentos novos e disciplinar os lábios. Somente conse- guiremos equilíbrio, abrindo o coração ao Sol da Divindade. Classificar o esforço necessário de imposição esmagadora, enxergar padecimentos onde há luta edificante, sói identificar indesejável cegueira d’alma. Quanto mais utilize o verbo por dilatar considerações dolorosas, no círculo da personalidade, mais duros se tornarão os laços que o prendem a lembranças mesquinhas. (...) Capítulo 6. Precioso Aviso. Após as lamentações quanto ao seu estado de saúde... CONTINUA
  16. 16. Capítulo 6. Precioso Aviso. Enquanto meditava a sabedoria da valiosa advertência, meu benfeitor, qual o pai que esquece a leviandade dos filhos para recomeçar serenamente a lição, tornou a perguntar com um belo sorriso: ‒ Então, como passa? Melhor? Contente por me sentir desculpado, à maneira da criança que deseja aprender, respondi, confortado: ‒ Vou bem melhor, para melhor compreender a Vontade Divina. FIM Em um outro momento, numa visita de sua mãe, ela chama a atenção de André Luiz e pede para que ele deixe de se lamentar e mude a sua atitude mental.
  17. 17. Capítulo 18 Amor, Alimento das Almas – Não se lembra do ensino evangélico do "amai-vos uns aos outros"? – prosseguiu a mãe de Lísias atenciosa – Jesus não preceituou esses princípios objetivando tão-somente os casos de caridade, nos quais todos aprenderemos, mais dia menos dia, que a prática do bem constitui simples dever. Aconselha- va-nos, igualmente, a nos alimentarmos uns aos outros, no campo da fraternidade e da simpatia. “O homem encarnado saberá, mais tarde, que a conversação amiga, o gesto afetuoso, a bondade recíproca, a confiança mú- tua, a luz da compreensão, o interesse fraternal – patrimônios que se derivam naturalmente do amor profundo – constituem sólidos alimentos para a vida em si.” FIM
  18. 18. Capítulo 17 Assistência fraternal. – Que é o pensamento? Não aguardava a pergunta que me era desfechada, mas, centralizando minha capacidade receptiva, no propósito de responder com acerto, elucidei como pude: – O pensamento é, sem dúvida, força criadora de nossa própria alma e, por isto mesmo, é a continuação de nós mesmos. Através dele, atuamos no meio em que vivemos e agimos, estabelecendo o padrão de nossa influência, no bem ou no mal. – Ah! – fez o estranho cavalheiro, um tanto atormentado – a explicação significa que as nossas idéias exteriorizadas criam imagens, tão vivas quanto desejamos? – Indiscutivelmente. FIM Pergunta feita para André Luiz...
  19. 19. Capítulo 3 Com os nossos pensamentos... criamos... Reduto imenso, criado pelas emanações morbíficas (que causa doença) das próprias criaturas da Terra, que para lá seguiam por imantação magnética opcional, quando parcialmente desprendidas pelo sono físico, constituía um sorvedouro de paixões primárias que, no passado, destruíram culturas e civilizações, qual está acontecendo no presente com grande parte da nossa sociedade. Está se falando de uma grande comunidade criada no plano espiritual totalmente dedicada a perversão sexual... FIM
  20. 20. Vivemos os padrões mais condizentes com as nossas reais aspirações, aquelas que acalentamos no recôndito dos sentimentos.Capítulo 15 FIM
  21. 21. Capítulo 17 A força do pensamento... Em face de suas atitudes, o nosso enfermo passou a sofrer o cerco das Entidades perversas que interferiam no seu comportamento mental com as naturais reações psicológicas e humanas. Simultanea- mente, o desencadear da animosidade que as suas atitudes provoca- vam fez que as pessoas passassem a desfechar-lhe flechadas men- tais, desejando-lhe a ruína, a infelicidade, a morte. A princípio, em razão de encontrar-se mergulhado em verdadeira carapaça das próprias construções psíquicas, aqueles petardos não o atingiam com facilidade. Naturalmente se diluíam no choque vibratório das suas resistências portadoras de teor diferente, em ondas de dispersão, pelo que a mente exteriorizava contra as demais pessoas. Produziam-se, nesse campo magnético, inevitáveis choques vibratórios que, ao largo do tempo, tiveram as primeiras brechas, em razão da intensidade com que eram emitidos os pensamentos destrutivos, alimentados pela fúria das suas vítimas, no lar e fora dele, somando força devastadora. CONTINUA
  22. 22. Lentamente, as sucessivas ondas prejudiciais alcançaram-lhe os equipamentos orgânicos, desarticulando as defesas imunológicas que foram vencidas, degenerando células e dando início, a princípio, à irrupção do bacilo de Koch (tuberculose), agora em fase final do processo. Capítulo 17 A força do pensamento... Casos há, em que a incidência do pensamento maléfico aceito pela mente culpada destrambelha a intimidade da célula, interferindo no seu núcleo e acelerando a sua reprodução, dando gênese a neopla- sias, a cânceres de variadas expressões. FIM
  23. 23. Capítulo 17 A mente é dínamo gerador de energia cujo potencial e finalidade estão governados pelo comportamento moral, pelo desejo de quem os emite. Há enfermidades de diferentes procedências que se instalam sob a contribuição da conduta mental dos próprios pacientes, dando margem a fenômenos de autodestruição a curto ou largo prazo, de desarticulação das defesas psíquicas e orgânicas, quando irrompem problemas graves na área da saúde, com muitas dificuldades para uma diagnose correta, quanto para uma terapêutica segura. O homem é, intrinsecamente, o que pensa, sendo esse seu meca- nismo mental o resultado das suas experiências pregressas, noutras reencarnações, o que motiva as fixações, as preferências, os ideais sustentados. De mais alto valor, portanto, o cultivo sistemático dos pensamentos positivos, das idéias enobrecedoras, da conversação edificante, das aspirações otimistas, que facultam a renovação das paisagens ínti- mas e a substituição dos clichês infelizes, propiciadores de doenças, de turbações do raciocínio, de desajustes de todo tipo. FIM
  24. 24. Capítulo 25 Cada um responde sempre pelos seus atos, respirando no clima de paisagem que elege e na qual se agrada em permanecer. FIM
  25. 25. Capítulo 27 Como não ignoramos, o pensamento gera energias que carregam cargas vibratórias de acordo com o teor moral de que se revestem as idéias. Se o nosso enfermo mantiver os estímulos superiores que está a receber e as orientações que lhe serão ministradas pelo clínico, não sofrerá a interferência psíquica do antagonista, que atua em faixa de baixa frequência mental. Este permanecerá à espreita até que encontre uma oportunidade de revinculação, o que somente pode ocorrer se houver aquies- cência do encarnado. Mantendo-se este nas idéias positivas e agasalhando o otimismo, se movimentará cada vez mais em canais vibratórios que o colocarão imune à perturbação, passando a sintonizar com outro gênero de ondas, nas quais se encontram campos de vida propiciadores de bem-estar, fazendo jus a melhor assistência espiritual. É da lei, que querer é lograr, desde que se saiba o que se quer e se mantenha firme o desejo por consegui-lo. Nunca falta apoio a quem almeja por ascensão. O inverso é, também, verdadeiro... FIM
  26. 26. Capítulo 29 Enquanto o homem não aprender a comandar a mente sob o império de uma vontade bem direcionada, ser-lhe-á vítima contínua. A acomodação mental responde por muitos males que esfacelam os planos ideais de muitos corações. Através dos fios invisíveis do pensamento movimentam-se forças de difícil catalogação pela linguagem convencional, que fomentam reações equivalentes às emissões iniciais... É, através delas, que se canalizam as vibrações obsessivas, que as utilizam ou as fomentam, dando gênese aos estados de desequilíbrio psíquico, de início, e físico, mais tarde... FIM
  27. 27. Capítulo 7 Quanto é grave o comportamento de querer mudar o mundo sem a preocupação de realizar mudanças internas, fundamentais, para que, assim, o mundo venha a tornar-se melhor. É sempre mais fácil exigir dos demais, impor ao próximo, vigiar os atos alheios, do que voltar-se para si mesmo, sendo exigente consigo e contemporizador com as deficiências que registre nas demais pessoas. FIM
  28. 28. Capítulo 14 A mente exerce em todos nós, conforme é do nosso conhecimento, um papel preponderante. A denominada mente abstrata concebe e o nominalismo verbal envolve a idéia que passa a ter existência real, tomando forma e facultando-nos identificar pensamentos, coisas, pessoas, assim como intercambiar mensagens. Quando essas formulações possuem conteúdo edificante, saudável, e aspirações nobres, transformam-se em paisagens de beleza e de alegria, favorecendo o bem-estar e a tranquilidade naquele que as cultiva. Da mesma forma, quando tendem ao primarismo, ao exclu- sivamente sensorial, particularmente nas áreas do prazer e do mes- quinho, igualmente se convertem em províncias de gozo rápido e sombrio, envoltas em névoa densa, na qual se movimentam e se vitalizam arquétipos grosseiros e princípios espirituais em transição evolutiva. Noutras ocasiões, homiziam-se, nesses redutos mentais, Espíritos profundamente assel- vajados que se alimentam dessas emanações deletérias em um círculo vicioso entre o pa- ciente, seus hospedeiros e vice-versa. Como efeito do baixo teor dessas vibrações, a mente degenera na seleção de mensagens e retrai-se, fixando-se apenas naquelas em que se comprazem os indivíduos. Com o passar do tempo, quase monoidealizando-se, o Espírito deixa de emitir novos influxos psíquicos e o perispírito sofre alterações correspondentes, retraindo-se, volvendo às expressões iniciais... CONTINUA
  29. 29. “Difere esse processo dos lamentáveis casos de zoantropía, licantro- pia e diversos equivalentes, porque não são produzidos por hipnose exterior, mas por exclusiva responsabilidade do enfermo. Capítulo 14 “Nunca será demasiado insistir-se na necessidade da educação do pensamento, na disciplina das aspirações mentais, nas buscas psíqui- cas relevantes, a fim de evitar-se o enredamento nas malhas das próprias construções idealizadas.” FIM
  30. 30. Capítulo 14 Dr. Ignácio solicitou-me que me concentrasse na área correspon- dente ao encéfalo do adormecido. Todo ele fazia recordar uma crisálida, no seu processo de transformação. Havia adquirido es- tranha aparência, envolvendo-se em anéis constritores que se movimentavam ao ritmo respiratório. As formas convencionais e humanas haviam sido substituídas pela esdrúxula carapaça que o envolvia externamente, apesar de a respiração eliminar a mefítica substância que se adensava no ar em contato com a predominante no recinto. Tomado de sincera compaixão, e mentalizando o Mestre Jesus, pro- curei direcionar o meu pensamento para a área correspondente ao cérebro, e, à medida que ali me fixava, pude observar que penetrava o envoltório grosseiro, podendo acompanhar a luta que era travada pelo Espírito mergulhado em angústia inominável. Tratava-se de um encarcerado esforçando-se para libertar-se da constrição entre blasfê- mias e imprecações, ameaçando-se de extermínio com interregnos de alucinação e gritaria infrene. Pela sua memória repassavam, como numa tela cinematográfica, os atos que havia cometido e que respondiam pela situação penosa em que se encontrava, sofrendo inenar- rável aflição que, no entanto, não o conseguia consumir. CONTINUA
  31. 31. Capítulo 14 Fixações mais severas repetiam-se em terrível continuidade, impe- dindo-lhe qualquer disposição para pensar ou elaborar algum meca- nismo de libertação. Nessa rude peleja surgiam com rapidez mo- mentos de calma, que pareciam animá-lo, para logo recrudescer o tormento. Naquela visão profunda, apareciam as imagens do passado, especialmente as decorrentes do uso infeliz que fizera da existência dedicada ao prazer, e, por fim, ao mergulho em distúrbio depressivo sob a ação mental de vingador inclemente que o induziu ao suicídio... FIM
  32. 32. Capítulo 20 A Oração e os Pensamentos destrutivos... – A oração (...) produz uma interação mente-corpo, espírito-matéria, de incontáveis benefícios. Examinemos, por exemplo, o que sucede com as ideias descon- certantes. A medida que o paciente as fixa, uma energia deletéria se prolonga pela corrente sanguínea, partindo do cérebro ao coração e es- praiando-se por todo o organismo, o que produz desconforto, sensações de dores, dificuldades respiratórias, taquicardias, num crescendo que decorre do estado auto-sugestivo pessimista, que ameaça com a possibilidade de morte próxima, de perigo iminente de acontecimento nefasto e semelhantes... Trata-se essa, sem dúvida, de uma oração negativa, cujos efeitos imediatos são aflição e desalinho emocional. Tal sucede, porque a mente visitada pelos pensamentos destrutivos responde com produção de energia tóxica que alcança o coração – o chakra cerebral envia ondas eletromagnéticas ao cardíaco, que as absorve de imediato – e esparze pelo aparelho circulatório os petardos portadores de altas cargas dessa vibração, somatizando os dis- túrbios. Da mesma forma, portanto, a oração, que é a estruturação do pensamento em comunhão com as elevadas fontes do Amor Divino, permite que a mente sintonize com os campos de vibração sutil e elevada, realizando o mesmo processo, somente que de natureza saudável e reconfortante. CONTINUA
  33. 33. Captadas essas ondas pelo psiquismo, irradiam-se do espírito ao perispírito, que aumenta a resistência energética, vitalizando as células e os campos organizados da matéria, modificando-lhes a estrutura para o equilíbrio, a harmonia. Capítulo 20 A Oração e os Pensamentos destrutivos... FIM
  34. 34. Capítulo 37 A Preleção da Ministra Informamo-nos a respeito da força mental no aprendizado mundano, mas esquecemos que toda a nossa energia, nesse particular, tem sido empregada por nós, em milênios sucessivos, nas criações mentais destrutivas ou prejudiciais a nós mesmos. FIM
  35. 35. Capítulo 47 A Volta de Laura (...) O campo das ideias é igualmente campo de luta. (...) (...) nossa zona mental é campo de batalha incessante. É preciso aniquilar o mal e a treva dentro de nós mesmos, surpreendê-los no reduto a que se recolhem, sem lhes dar a importância que exigem. (...) FIM
  36. 36. Capítulo 47 A Volta de Laura – Dentro do nosso mundo individual, cada ideia é como se fora uma entidade à parte... É necessário pensar nisso. Nutrindo os elementos do bem, progredirão eles para nossa felicidade, constituirão nossos exércitos de defesa; todavia, alimentar quaisquer elementos do mal é construir base segura para os nossos inimigos verdugos. Genésio FIM
  37. 37. Capítulo 13 Alertas e Cuidados MONOIDEÍSMO Ao lembrar de experiências do passado, reais ou não, alguns indiví- duos passam a ocupar a maior parte de seus recursos conscienciais (tempo consciencial, espaço consciencial e energia consciencial) com aquela vivência específica, supostamente rememorada. Neste caso, a pessoa apresenta uma idéia fixa com relação àquele passado. Isto ocorre principalmente quando da lembrança de fatos mais marcantes, como de um grande amor perdido, sofrimentos intensos, ou mesmo quando se trata de uma vida com certa projeção social e econômica. Esse monoideísmo, quando mais intenso e duradouro, pode levar a um estado de obcecação, auto-obsessão, ou auto-assédio. É impor- tante frisar que o único tempo real é o agora, porque é quando podemos atuar. Devemos lembrar do passado para nos conhecermos melhor, evitarmos os mesmos erros e orientar com mais exatidão nosso caminho rumo ao futuro. FIM
  38. 38. Estudos Dirigidos Vamos dar uma pausa por aqui. http://vivenciasespiritualismo.net/index.htm Luiz Antonio Brasil Périclis Roberto pericliscb@outlook.com

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