14.02 A Sintonia II 20 jan 2015

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14.02 A Sintonia II 20 jan 2015

  1. 1. Estudos Dirigidos A Sintonia Voltamos com o nosso assunto...
  2. 2. Capítulo XIII Das Radiações Mentais e Emocionais “As ideias estão para o nosso organismo como as ondas hertzianas estão para um aparelho de radiofonia - diz H. Frichet, L’Homme et ses pouvoirs secrets. Toda a essência dos fenômenos espirituais se traduz por ondas de múltiplas frequência. A complexidade do sistema ner- voso, simultaneamente emissor e receptor, é suficiente para avaliar a riqueza de vibrações da alma humana que o sistema nervoso tem de captar e fazer irradiar. Não só estas vibrações da alma, que nós de- signamos por pensamentos, produzem formas, as quais, a seu turno, refletem ou reproduzem pensamentos similares, mas ainda influen- ciam o corpo físico a ponto de modificar a sua constituição, podendo produzir a cura de doenças. Estas formas-pensamentos podem tam- bém exteriorizar-se a distância. Fenômenos desta natureza têm sido milhares de vezes registrados e autenticados.” O homem é realmente um receptor, transformador, condensador e emissor das potentosas forças e correntes cósmicas, umas conhecidas, outras, por enquanto, misteriosas, que envolvem em ritmo certo o nosso Universo, influenciado tudo e todos, a Vida e o Espírito, desde as energias solar e eletromagnéticas, quer telúrica, quer biológica, até as correntes astrais e mentais dos Mundos superiores, supra-terrestres. FIM
  3. 3. Segunda Parte Introdução À proporção que nos permitimos desenvolver novas sensibilidades, principiamos a ver o mundo inteiro de maneira muito diferente. Co- meçamos a prestar mais atenção a aspectos da experiência que antes nos pareciam periféricos. Surpreendemo-nos a usar uma nova lingua- gem para comunicar as novas experiências. Expressões como “vibra- ções más” ou “a energia ali era grande” estão se tornando comuns. Principiamos a notar e a dar mais crédito a experiências como a de encontrar alguém e a de gostar ou desgostar desse alguém, num ins- tante, sem nada saber a seu respeito. Gostamos das suas “vibrações”. Podemos dizer quando alguém está olhando para nós e erguemos a vista para ver quem é. Podemos ter a sensação de que alguma coisa está por acontecer, e ela acontece. Pomo-nos a reparar na nossa intuição. “Sabemos” coisas, mas nem sempre sabemos como sabemos. Temos a sensação de que um amigo está se sentindo de certa maneira, ou ne- cessita de alguma coisa e, quando nos preparamos para satisfazer a essa necessidade, des- cobrimos que estamos certos. Às vezes, durante uma discussão com alguém, sentimos que alguma coisa está sendo arrancada do nosso plexo solar, ou nos sentimos “apunhalados”, ou esmurrados no estômago, ou ainda como se alguém estivesse derramando um jarro de melaço denso, viscoso, sobre nós. Em compensação, às vezes nos sentimos cercados de amor, acarinhados por ele, banhados num mar de suavidade, de bênçãos e de luz. Todas essas experiências têm realidade nos campos de energia. O nosso velho mundo de sólidos objetos concretos está rodeado e impregnado de um mundo fluido de energia radiante, em constante movimento, em constante mutação, como o oceano. FIM
  4. 4. Princípios de base da estrutura energética do ser humano (...) A diferença entre a matéria física e a matéria etérea é então essencialmente uma diferença de frequência. Ora, um princípio reconhecido em física admite que frequências diferentes podem coexistir num mesmo espaço sem se destruírem mutuamente. Esse princípio tem implicações que ilustram bem nosso propósito: assim como as ondas de rádio e as ondas de televisão podem cruzar-se num mesmo espaço sem interferir umas com as outras, a matéria física e a matéria etérea podem coexistir. Capítulo II FIM
  5. 5. (...) é provável que a matéria - sendo uma espécie de luz congelada - tenha portanto, características específicas de frequência. A diferença entre a matéria física e a matéria etérica é uma questão apenas de frequência. Sabe-se que energias de frequências diferentes podem coexistir no mesmo espaço sem que se produza uma interação des- trutiva. Este princípio é demonstrado diariamente pela salada eletro- magnética dentro da qual trabalhamos e vivemos. Somos constante- mente bombardeados por ondas de rádio e televisão que passam através de nossas casas e corpos. Essa energia eletromagnética não pode ser detectada pelos nossos olhos e ouvidos porque se encontra numa faixa de frequência energética situada além do limite de per- cepção dos nossos órgãos sensoriais. Se acontecer de ligarmos o televisor, porém, essas energias normalmente invisíveis são transformadas em energias nas faixas de frequência da luz visível e dos sons audíveis, as quais estão dentro dos nossos limites de percepção. Quando ligamos o televisor não ve- mos as imagens do canal 2 misturadas com as do canal 7. Como as energias são de fre- quências ligeiramente diferentes elas podem coexistir no mesmo espaço sem que uma interfira com a outra. É apenas por intermédio do nosso aparelho de televisão, atuando como um prolongamento dos nossos sentidos, que podemos chegar a dizer que essas energias estão presentes. Capítulo IV CONTINUA
  6. 6. Capítulo IV O princípio segundo o qual energias de frequências diferentes podem ocupar o mesmo lugar no espaço, sem se destruírem mutuamente, tem implicações teóricas para as matérias de frequências diferentes. Em virtude de suas frequências inerentemente distintas, as matérias físicas e etérica podem coexistir no mesmo espaço, da mesma forma como ondas de rádio e televisão atravessam o mesmo espaço sem que uma interfira com a outra A matriz energética do corpo etérico, isto é, o molde holográfico do campo de energia, está superposta à estrutura do corpo físico. É por isso que o Efeito da Folha Fantasma sempre aparece no espaço antes ocupado pela porção física da folha. O princípio das diferenças de frequências entre os diversos tipos de matéria também se aplica a matérias com frequências ainda mais altas que as do corpo etérico. Os corpos de frequências energéticas mais altas estão ligados ao corpo físico e interagem dinamicamen- te com ele. (...) Eles (os corpos sutis) se combinam sinergicamente para criar a maior parte da nossa estrutura energética expandida. FIM
  7. 7. Capítulo VI Quando falamos em vibração, estamos usando simplesmente um sinônimo de frequência. Diferentes frequências de energia refletem taxas variáveis de vibração. Sabemos que a matéria e a energia são duas manifestações diferentes da mesma substância energética primária de que são constituídas todas as coisas que existem no universo, incluindo os nossos corpos físico e sutil. A taxa vibratória dessa energia universal determina a densidade de sua manifestação na forma de matéria. A matéria que vibra numa frequência muito lenta é chamada de matéria física. Aquela que vibra em velocidades maiores que a da luz é chamada de matéria sutil. A matéria sutil é tão real quanto a matéria densa; sua taxa vibratória é simplesmente mais rápida. Para que possamos alterar terapeuticamente os nossos corpos sutis, temos de administrar energia que vibra em frequências que estão além do plano físico. Os remédios vibracionais contêm essas energias sutis de alta frequência. (Ex.: Homeopatia e os Florais) FIM
  8. 8. Capítulo XI A percepção por parte dos físicos de que, no nível quântico, toda matéria é luz congelada em forma de partículas, confirma o conceito de que matérias de diferentes frequências podem coexistir no mesmo espaço. Esse fenômeno é semelhante à observação de que energias de diferentes fre- quências, tais como ondas de rádio e TV, podem coexistir de forma não-destrutiva no mesmo es- paço. No caso da anatomia sutil humana, as estruturas interpenetrantes das diversas frequên- cias de matéria são os veículos vibracionais físico, etérico, astral e superiores. FIM
  9. 9. A ressonância é um fenômeno que ocorre em toda a natureza. No nível do átomo, sabemos que os elétrons giram em torno do núcleo em orbitais energeticamente definidos. Para que um elétron salte para um orbital de nível mais elevado, é preciso um quantum de energia com características de frequência muito específicas. Para passar de um nível para outro o elétron só aceita energia de frequência apropriada. Se um elétron cai para um orbital inferior, ele emite energia nessa mesma frequência. Essa frequência atômica específica é chamada de "frequência ressonante". O fenômeno da ressonância é o princípio em que se baseiam os sistemas de exploração por ressonância magnética e eletromagnética (...). Os átomos e moléculas apresentam frequências especiais de ressonância e somente são excitados por energias com características vibratórias muito específicas. Capítulo VI Um cantor capaz de quebrar uma taça de cristal com o som da sua voz, por exemplo, só consegue fazê-lo cantando exatamente na frequência de ressonância do cristal. CONTINUA
  10. 10. Uma outra definição de ressonância está relacionada com o fenômeno da troca de energia entre osciladores afinados entre si. Usemos como exemplo dois violinos Stradivarius perfeitamente afinados e colocados em extremidades opostas de uma pequena sala. Se dedilharmos a corda E de um violino, um observador atento notará que a corda E do outro violino também começará a vibrar em harmonia com a primeira. Isso acontece porque as cordas E dos dois violinos estão perfeitamente afinadas e mostram-se sensíveis a vibrações de uma determinada frequência. As cordas E dos violinos assemelham-se aos elétrons dos átomos. Eles somente vibrarão num novo nível de energia se forem expostos as energias de suas frequências de ressonância.Capítulo VI FIM
  11. 11. Capítulo IV Uma das descobertas que os pesquisadores na área da psicologia e da medicina acabarão por fazer algum dia é que a matéria não-ferrosa também possui as propriedades magnéticas da matéria ferrosa. Isto inclui a matéria de que são constituídos o pensamento e o sentimento humanos. Embora não seja obviamente o tipo de magnetismo que atrai limalhas de ferro, trata-se sem dúvida de uma espécie de magnetismo. Esse magnetismo não só atrai outras substâncias que estejam em harmonia com ele como também repele matéria com a qual não esteja em harmonia. Os pesquisadores a seu tempo irão descobrir que as emoções têm de ser tratadas não só como um aspecto da consciência mas também como uma forma de substância não-física altamente magnética. Muitas doenças emocionais são difíceis de tratar porque as emoções que causam esses problemas tendem a ser magneticamente sensíveis a uma espécie de matéria astral que facilmente se "gruda" tanto nos nossos sentimentos quando em outras matérias astrais semelhantes a ela. A força magnética faz com que seja extremamente difícil eliminar a matéria astral "ruim" e o problema emocional. CONTINUA A matéria sutil e, especialmente, a matéria astral, são muito magnéticas. O movimento nesse nível é relativamente fluido em comparação com o denso plano físico. Embora existam formas, elas são inconstantes. Elas tendem a pulsar, e o movimento pode se dar em mais de uma direção ao mesmo tempo. Trata-se, no final das contas, de uma outra dimensão da existência, a qual tem que ser compreendida em seus próprios termos....
  12. 12. Capítulo IV Com base no que foi dito acima, podemos inferir que tanto a matéria etérica como a astral apresentam propriedades magnéticas de dimensões superiores (não-físicas). Se as matérias astrais e etérica são compostas de partículas magnéticas, então o movimento ordenado dessas partículas sutis ao longo de um processo linear deve produzir uma corrente magnética. ([...] referindo-se como um fluxo de energia de correntes magneto-elétricas). Pelo que se sabe a respeito da eletricidade, uma corrente elétrica se faz acompanhar por um campo magnético. Inversamente, uma corrente magnética deve gerar um campo elétrico. É possível, por exemplo, que as energias astral e etérica — basicamente de natureza magnética — que fluem através dos chakras produzam campos elétricos. FIM
  13. 13. Em mediunidade, o que seriam sintonia, ressonância e vibrações compensadas? A ressonância seria o efeito que decorre do mecanismo de sintonia. E as vibrações com- pensadas são aquelas que oferecem, como o próprio nome coloca, a resposta dentro do padrão de reciprocidade. Quando Chico sintoniza com Emmanuel recebe a compensação do benefício que decorre daquela onda provinda do Benfeitor, que lhe responde ao apelo através do bem-estar que lhe proporciona. Essa compensação pode ser positiva ou negati- va. Se elaboramos ideias infelizes somos compensados pelas respostas das entidades afins, que se comprazem em nos utilizar na viciação toxicômana, alcoólica, tabagista ou no exagero em qualquer função ou hábito. Divaldo - A sintonia, como o próprio nome diz, é a identificação. Estamos sempre acompanhados daqueles que nos são afins. A emissão de uma onda encontra ressonância num campo vibratório equivalente. Aí temos a sintonia, como numa rádio que emite uma onda e é captada por um receptor na mesma faixa vibratória. A sintonia de Chico Xavier com o Espírito Emmanuel dá essa ressonân- cia maravilhosa, que é a obra abençoada que o Instrutor mandou à Terra. Quando oramos ao Cristo, ou oramos a Deus, recebemos imediatamente a compensação do bem-estar que decorre de estarmos sintonizados com o Alto. FIM Mediunidade
  14. 14. “Ressonância Mental” “O corpo mental é muito ou pouco refinado, na medida do grau de desenvolvimento intelectual e moral. Ao pensar, o Eu (Espírito) im- prime vibração específica no campo ou estrutura mental, com o esta- do vibratório propagando-se em todas as direções — como, aliás, a- contece com fenômenos de que se ocupa a Física. Ao receber essa energia com onda de comprimento fixo, todos os campos ou estrutu- ras (corpos) mentais que estiverem na mesma freqüência, ou em har- monia com ela, entram em ressonância vibratória.” “Se o pensamento for de natureza elevada, os seres afinados vibrarão nessa nota tônica, reforçando a onda inicial. Com pensamentos maléficos ou de baixo nível moral acontece o mesmo. É fácil, por isso, compreender a importância de se manter a tão decantada higiene mental e os bons pensamentos, a pureza de coração recomendada por Mestres, iniciados e espíritos evoluídos de todas as eras. Vivemos atolados em ambiente de baixo nível vibra- tório, onde predominam emanações passionais e interesses materiais rasteiros, imediatistas: um oceano de baixas freqüências. Se cultivarmos pensamentos e atitudes de elevado padrão moral, essas emanações inferiores não nos atingirão. Mas se procedermos de modo inverso, estaremos sintonizando essas faixas negativas, rebaixando nosso tônus vibratório mental e, em conseqüência, afundando em processo de inferiorização que implica sofrimento, confli- tos e doenças.” Página 76 e 77. FIM
  15. 15. No campo espiritual, ressonância é a transferência de energia de um sistema radiante, indutor, para outro sistema radiante, receptor, que tenham frequências sintônicas. É um fenômeno mental. A energia do pensamento do espírito emissor (encarnado ou desencarnado) é captada e absorvida pela energia men- tal do espírito receptor, esteja encarnado ou desencarnado. Esta trans- ferência energética faz com que o receptor sofra influência da energia vinda de fora. Seu estado mental varia para melhor ou para pior, sua frequência fundamental eleva-se ou rebaixa-se segundo as características do influxo indutor. Se rebaixada a frequência, o re- ceptor haverá de se sentir mal e, conforme o estado de desarmonia que o abaixamento provocar, poderá até adoecer. (Há, nisso, gradação - conforme a potência do influxo indu- tor: desde a sensação de cansaço para a de peso nos membros e na cabeça, evoluindo pa- ra mal-estar geral, náusea, até atingir o estado mórbido declarado.) Quando o influxo eleva a frequência fundamental do receptor, dá-se o contrário. Há de se sentir muito bem, leve e lúcido. Pág. 163. FIM
  16. 16. “(A ação maléfica de desencarnados sobre encarnados – a tão temida obsessão – quase sempre se instala através de desordens do mediunismo. Em última análise, todo obsidiado é um médium que não sabe de suas potencialidades nem como funciona sua faculdade especial.)” “Imaginemos, para ilustração, um receptor de rádio mal sintoni- zado; com volume todo aberto, continuamente. É fácil prever que, em pouco tempo, ninguém por perto agüentará o ruído. O portador de mediunidade desequilibrada comporta-se da mesma forma. Com o tempo, a vibração desarmônica abala seu equilíbrio nervoso, tor- nando-o psicótico.” Página 316 e 317. FIM “A educação mediúnica consiste em controlar o rádio do exemplo acima, de modo a lhe reduzir o volume, ajustá-lo na frequência desejada e ligá-lo quando se quiser ou for neces- sário. Esta educação exige disciplina severa (...)”
  17. 17. Estudos Dirigidos Vamos dar uma pausa por aqui. http://vivenciasespiritualismo.net/index.htm Luiz Antonio Brasil Périclis Roberto pericliscb@outlook.com

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