14.01 A Sintonia I 20 jan 2015

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14.01 A Sintonia I 20 jan 2015

  1. 1. Estudos Dirigidos A Sintonia Vamos falar aqui sobre a Sintonia.
  2. 2. "Neste abençoado universo de energias, que se exteriorizam em ondas, vibrações, ideias e pensamentos, estamos sempre em intercâmbio psíquico, conscientes ou não dessa realidade (...)” Capítulo 19 FIM
  3. 3. Capítulo 4 A mediunidade, inconscientemente exercida na Terra, funciona em escala ampla e contínua, muito mais do que se pensa ou do que notam as criaturas. O mundo mental, constituído de ondas que se movimentam em faixas vibratórias específicas, faculta a sintonia daquelas outras da mesma frequência, facilitando a identificação entre as criaturas, no mundo físico, destas com os desencarnados e entre esses últimos. FIM
  4. 4. Capítulo 7 Certamente, haverá muitas antipatias gratuitas entre as pessoas, que resultam de preferências psicológicas, de identificações ou reações afetivas. Os dardos atirados pelas mentes agressivas e inamistosas são inevitáveis para aqueles contra quem são dirigidos. No entanto, a conexão somente se dará por identidade de sintonia, por afeição à afinidade em que se manifestam. FIM
  5. 5. “Cada qual sintoniza com aquilo e aqueles com os quais se compraz. No momento em que muda o direcionamento da aspiração, passa a sintonizar noutra faixa psíquica e emocional, estabelecendo novos compromissos...” Capítulo 12 FIM
  6. 6. Capítulo 20 “Todo indivíduo é constituído de antenas psíquicas transceptoras, que emitem e captam ondas equivalentes à sua capacidade vibratória, portanto, à intensidade e qualidade da energia que exterioriza. Não é, pois, de estranhar-se, que cada qual viva conforme pensa, tornando-se feliz ou desventurado em razão das ideias que agasalha na mente.” FIM
  7. 7. Vivendo num permanente intercâmbio, consciente ou inconsciente, (nós) os Espíritos – tanto encarnados quanto desencarnados – participamos das vivências no corpo e fora dele. Análise das Obsessões a) Recepção da ideia perturbadora. Não apenas por processos de desforço pessoal, em que os desafetos se buscam para produzirem-se males e cobranças injustificáveis, como por fatores de variada motivação, assimilam-se ideias e pensamentos pela simples sintonia da onda própria em que se situam as mentes. Assaltada por vibrações negativas, a mente ociosa ou indisciplinada, viciada ou rebelde, logo registra a interferência e, porque se não ajusta a um programa educativo da vontade, recebe o impulso da ideia, permitindo-se aceitar a sugestão perturbadora, que agasalha e vitaliza sob a natural acomodação dos complexos e recalques, dos comportamentos pessimistas ou exaltados que são peculiares a cada qual. Aceita a indução, forma-se uma tomada para a ligação com a sombra, em regime de intercâmbio psíquico. FIM
  8. 8. Faixas Vibratórias Logo depois que eu retornara à vida espiritual, percebi haver, em torno da Terra, faixas vibratórias concêntricas, que a envolviam, desde as mais condensadas, próximas da área física, até as mais sutis, distanciadas do movimento humano na Crosta. Compostas de elementos que me escapavam, eram, e são, no entanto, vitalizadas pelas sucessivas ondas mentais dos habitantes do planeta, que de alguma forma sofrem-lhes a condensação perniciosa. Não obstante, são permeáveis à força psíquica de mais elevada estrutura, que as atravessa, a fim de sintonizar com as de constituição menos densa e portadoras de mais intensa energia. Por um processo de sintonia decorrente do comportamento que se mantém no mundo, os desencarnados imantam-se àquelas que lhes são afins, graças ao teor de valores morais que caracteriza cada um. Constituem regiões densamente povoadas, as de condensações mais fortes, onde são fáceis de encontrar os Núcleos de dor e aflições mais primitivas, em que os invigilantes e irrespon- sáveis se demoram. Capítulo 19 Convite ao Otimismo CONTINUA
  9. 9. Capítulo 19 Convite ao Otimismo FIM Multiplicam-se, esses redutos de pena a cumprir, nas áreas metropoli- tanas, onde são mais promíscuos os hábitos humanos, e as expressões morais desceram aos estágios primitivos sob os impulsos das paixões degradantes. Dessas multidões que pervagam, desenfreadas e em demorado aturdimento, constituindo centenas de milhões de seres em trânsito, vivendo o estado de erraticidade inferior, são arrebanhados para lugares ermos, cavernas e pantanais do planeta, os culpados e os tombados nas armadilhas da leviandade, pelos seus pares e algozes desencarnados, que os exploram e seviciam em colônias específicas por sua maldade construídas, nas quais fazem supor tratar-se de purgatórios e infernos, governados por verdadeiros gênios do mal, embora transitórios, que se não dão conta de que foram criados para a glória do bem e para o amor...
  10. 10. Capítulo 19 Convite ao Otimismo Agora, na última noite de Carnaval, era-me possível perceber, sem qualquer esforço de concentração, a densa e larga faixa de vibrações mais fortes sobre a cidade, numa espessura de alguns quilômetros acima da superfície... Faixas Vibratórias Eu peregrinara, inúmeras vezes, com os trabalhadores do Evangelho, por vias especiais de comunicação nas cidades, e viajara por estradas próprias para os veículos que nos conduzem em determinadas circunstâncias. Mesmo nesse último caso, sentia os bruscos movi- mentos dos veículos quando penetravam nessas faixas de sombra, qual ocorre com as aeronaves quando viajando, são atingidas por turbu- lências atmosféricas. A grande concentração mental de milhões de pessoas, na fúria carnavalesca, irradiações dos que participavam ativamente, enlouquecidos, e dos que, por qualquer razão, se sentiam, impedidos, afetava para pior a imensa área de trevas, ao tempo em que essa influenciava os seus mantenedores, por obnubilar-lhes os centros da razão ao passo em que lhes exacerbavam as ânsias do prazer exorbitante. A sensação, que a paisagem escura nos dava, era penosa, fazendo-me meditar no tempo ainda, que certamente transcorreria até que mudasse a configuração moral do planeta, dependendo, sem dúvida, da transformação do homem. FIM
  11. 11. A Mente Plasma... Capítulo 23 Trama na Treva FIM A mente plasma, no fluido cósmico, sob o império da vontade, o que mais ambiciona, vitalizando com as ações, que são decorrência dos desejos acalentados, o que lhe servirá de suporte para a elevação espiritual ou armadilha para a queda. Em lugares onde o comportamento mental é pernicioso, idêntico em muitas pessoas pela gama de interesses vividos, surgem redutos de incúria e sofrimento espiritual, que se ampliam de acordo com a continuidade de exteriorizações psíquicas, como graças ao volume e teor delas. A recíproca é verdadeira: onde se concentram tônus psíquicos superiores, abrem-se vias de comunicação com as Esferas elevadas, surgem construções de paz e Espíritos benignos convivem com as almas que se lhes afinam. A sintonia, no Universo, como a gravitação, é lei da vida. Vive-se no lugar e com quem se deseja psiquicamente, mesmo que se não o frua na esfera física. As respostas da vida são conforme o conteúdo dos pedidos e não de acordo com a embalagem exterior... Há um intercâmbio vibratório em todos e em tudo, respondendo pela harmonia universal.
  12. 12. 14 O Cristo Consolador Ainda não conhecemos, devidamente, na Terra, o poder do pensamento. A mente atua dentro e fora do cérebro pelo qual se manifesta, atraindo ou repelindo forças compatíveis ou antagônicas. Todos sofremos os reflexos uns dos outros, na carne, como também daqueles que estagiam fora do invólucro material, com os nossos recursos possíveis de assimilação ou desassimilação. Nenhum homem consegue estacionar, livre das ondas de intercâmbio dessa ou de outra ordem, que nos envolvem incessantemente. Absorvemos como eliminamos as imagens que nos são peculiares, é caminhando com elas e atando-nos às suas amarras ou delas nos libertando, na direção da felicidade. Isto quer dizer que somos o que produzimos mentalmente, vivendo imanados aos nossos como aos pensamentos que recebemos dos outros... O Universo todo são permutas. A ideia que o homem plasma e cultiva, exterioriza e difunde, traduz o seu estado, a sua altura moral e espiritual. Ora, sintonizados com a ideia da Vida Excelsa, plasmaremos imagens superiores e viveremos emoções vitalizantes que nos esboçarão os pródromos (sinais) da paz interior que, por fim, nos dominará. FIM
  13. 13. 14 O Cristo Consolador Todo compromisso que assumimos espontaneamente merece consideração. No entanto, só um compromisso nos parece verdadeiro, irreversível: o que temos para nós próprio, para com a nossa evolução. Esse é intransferível, inderrogável. As Entidades que se nos vinculam ou com as quais nos imanamos tornam-se comensais das nossas emanações psíquicas, nutrindo- se das nossas forças, como ocorre nas obsessões. Aliás, em todo processo em que há uma vinculação constringente de um desencarnado sobre um encarnado, ou vice-versa, deparamo- nos com uma obsessão em curso ou, quando menos, com uma fascinação a caminho do desastre obsessivo. A expressão “desfazer os vínculos” deve ser substituída por “modificar as vinculações”, porque em verdade você não deseja abandoná-los, mas libertar-se do erro em que eles se demoram, para jornadear na busca da harmonia que lhe faz falta. FIM
  14. 14. “E, na grande romagem (romaria, peregrina- ção), todos somos instrumentos das forças com as quais estamos em sintonia. Todos somos médiuns, dentro do campo mental que nos é próprio, associando-nos às energias edificantes, se o nosso pensamento flui na direção da vida superior, ou às forças perturbadoras e deprimentes, se ainda nos escravizamos às sombras da vida primitivista ou torturada.” Emmanuel Introdução Raios, Ondas, Médiuns, Mentes... FIM
  15. 15. “Somos, pois, vastíssimo conjunto de Inteligências, sintonizadas no mesmo padrão vibratório de percepção, integrando um Todo, constituído de alguns bilhões de seres, que formam por assim dizer a Humanidade Terrestre.” Instrutor Albério Capítulo 1 Estudando a Mediunidade FIM Capítulo 12 Clarividência e Clariaudiência “Mediunidade é sintonia e filtragem. Cada Espírito vive entre as forças com as quais se combina, transmitindo-as segundo as concepções que lhe caracterizam o modo de ser.” Instrutor Áulus
  16. 16. Capítulo 5. Operações Seletivas. FIM “...cada mente vive na companhia que elege. Semelhante princípio prevalece para quem respira no corpo denso ou fora dele. “É imperioso reconhecer, porém, que a maioria das almas asiladas neste sítio vieram ter aqui, obedecendo a forças de atração. “Incapazes de perceber a presença dos benfeitores espirituais que militam entre os homens encarnados, em tarefas de renunciação e benevolência, em vista do baixo teor vibratório em que se precipi- taram, através de delitos reiterados, da ociosidade inipenitente ou da deliberada cristalização no erro, não encontraram senão o manto de sombras em que se envolveram e, desvairadas, sozinhas, procuraram as criaturas desencarnadas que com elas se afinam, agregando-se naturalmente a este imenso cortiço, com toda a bagagem de paixões destruidoras que lhes marcam a estrada. “Aportando aqui, sofrem, porém, a vigilância de inteligências poderosas e endurecidas que imperam ditatorialmente nestas regiões, onde os frutos amargos da maldade e da indiferença enchem o celeiro dos corações desprevenidos e maliciosos.”
  17. 17. Capítulo 7. Quadro Doloroso. “Os princípios de atração governam o Universo inteiro. Nos sistemas planetários e nos sistemas atômicos vemos o núcleo e os satélites. Na vida espiritual, os ascendentes essenciais não diferem. Se os bons representam centros de atenção dos Espíritos que se lhes afinam pelos ideais e tendências, os grandes delinquentes se transfor- mam em núcleos magnéticos das mentes que se extraviaram da senda reta, em obediência a eles. Elevamo-nos com aqueles que amamos e redimimos ou rebaixamo-nos com aqueles que perseguimos e odiamos.” FIM
  18. 18. Capítulo 9. Perseguidores Invisíveis. “Entre emissão e recepção, prevalece o imperativo da sintonia.” FIM
  19. 19. Capítulo 18 Palavras de benfeitora. “A aquisição das virtudes iluminativas, no entanto, não constitui serviço instantâneo da alma, suscetível de efetuar-se de momento para outro. “Somos, cada qual de nós, um ímã de elevada potência ou um centro de vida inteligente, atraindo forças que se harmonizam com as nossas e delas constituindo nosso domicílio espiritual. A criatura, encarnada ou desencarnada, onde estiver, respira entre os raios de vida superior ou inferior que emite, ao redor dos próprios passos, tal qual a aranha que se confunde nos fios escuros que produz ou a andorinha que corta os altos céus com as próprias asas. Todos nós exteriorizamos energias, com as quais nos revesti- mos, e que nos definem muito mais que as palavras.” FIM
  20. 20. Capítulo 11. Moreira (desencarnado), que assumira apaixonadamente a defesa da menina, perdeu a calma. Retomou a insolência de que desertara e clamou para mim, em voz alta, que, apesar de possuir seis meses de Evangelho, sentia muita dificuldade para não reunir a turma dos companheiros de outro tempo a fim de punir o velho Dom Juan, com o rigor de meirinho implacável. Apreensivo, roguei a ele se calasse por amor ao bem que nos propúnha- mos realizar. Moreira assustou-se ao me ouvir a recomendação incisiva. Expliquei-lhe que, nas imediações, irmãos infelizes teriam ouvido a intenção que ele formulara e quantos simpatizassem com a idéia, com toda a certeza, de- mandariam a residência dos Torres, sondando brechas. Vali-me do ensejo para transmitir-lhe avisos que me foram extremamente úteis, nas minhas primeiras experiências de homem desencarnado em processo reeducativo. CONTINUA
  21. 21. Disse-lhe que aprendera de vários benfeitores que o mal não merece qualquer consideração além daquela que se reporte à corrigenda. Capítulo 11. Moreira, nos apuros do aprendiz que reconhece a prova errada, perguntava o que fazer, mas não tive dúvida. Esclarecemos que habitávamos agora o plano espiritual, onde pen- samento e verbo adquirem muito mais força de expressão e de ação que no plano físico, (...) Entretanto, se ainda não conseguimos impedir-lhe o acesso ao coração, na forma de sentimento, é forçoso não se pense nele; contudo, se não contamos com recursos para arredá-lo imediatamente da cabeça, é imperioso evitá-lo na palavra, a fim de que a idéia infeliz, já articulada, não se faça agente vivo de destruição, agindo por nossa conta e inde- pendentemente de nós. Salientei que o ambiente ali jazia limpo de influências indesejáveis; no entanto, ele, Moreira, falara abertamente e companheiros não distantes, interessados em nosso regresso à crueldade mental, teriam assinalado a sugestão... FIM
  22. 22. Capítulo 15. Fracasso. “– (...) sempre temos bons amigos na zona superior àquela em que nos encontramos; todavia, em certas circunstâncias, afastamo- nos voluntariamente deles.” Diz o Instrutor Apuleio para André Luiz... Um pequeno trecho do livro, mas com um grande aprendizado... FIM
  23. 23. Capítulo 17. Doutrinação. – Não estranhe. Os desesperados e preguiçosos também se reúnem, depois da transição da morte física, segundo as tendências que lhes são peculiares. Como acontece às congregações de criaturas rebeldes, na Crosta Planetária, os mais inteligentes e sagazes assumem a direção. (...) Veja outro trecho do livro, mas abordando outro assunto, o da sintonia... Diz o Instrutor Alexandre: – A maioria aqui – esclareceu o instrutor – é constituída de entidades desencarnadas, em situação de parasitismo. Pesam naturalmente na economia psíquica das pessoas às quais se reúnem e na atmosfera dos lares que as acolhem. Não creia, porém, na inexistência de organizações nas zonas inferiores. Elas existem e, em grande número, não obstante os as- cendentes de orgulho e rebeldia que lhes inspiraram as fundações. Em semelhantes agru- pamentos, dominam os gênios da perversidade deliberada. Aqui, sob nossos olhos, temos tão-somente uma assembléia de almas sofredoras e desorientadas. Você não conhece ainda os antros do mal, em sua verdadeira significação. E mais... FIM
  24. 24. Capítulo 17. Doutrinação. Constituía-se a nossa reduzida expedição apenas de quatro entidades: Alexandre, a genitora desencarnada, um companheiro de trabalho e eu. Com grande surpresa, vim a saber que esse companheiro nosso, de nome Necésio, funcionaria na qualidade de intérprete, junto ao sacer- dote infeliz. Necésio fora igualmente padre militante e mantinha-se em padrão vibratório acessível à percepção dos amigos de ordem inferior. Marinho não nos veria, segundo me informou Alexandre, mas enxer- garia o ex-colega, entraria em contato com ele e receberia nossas suges- tões por intermédio do novo colaborador. Admirando a sabedoria que preside a semelhantes trabalhos de cooperação fraternal, segui atencio- samente o grupo, que se dirigiu a uma igreja de construção antiga. “Padrão Vibratório” As entidades inferiores que rodeavam os doentes compareciam em grande número. Nenhuma delas nos registrava a presença, em virtude do baixo padrão vibratório em que se mantinham, mas se sentiam à vontade, no contato com os companheiros encarnados. Permutavam impressões, entre si, com grande interesse e através das conversações deixavam perceber seus terríveis projetos de ataque e vingança. Capítulo 18. Obsessão. FIM
  25. 25. Capítulo 13 Pensamento e Mediunidade A resultante visível de nossas cogitações mais íntimas denuncia a condição espiritual que nos é própria, e quantos se afinam com a natureza de nossas inclinações e desejos aproximam- se de nós, pelas amostras de nossos pensamentos. FIM
  26. 26. (...) vimos de novo a mesma figura de mulher que surgira à frente do marido, aparecendo e reaparecendo ao redor da esposa tris-te, como que a fustigar-lhe o coração com invisíveis estiletes de angústia, porque a esposa acusava agora indefinível mal-estar. Não via com os olhos a estranha e indesejável visita, no entanto, assinalava-lhe a presença em forma de incoercível tribulação mental. CONTINUA Capítulo 19 Dominação Telepática Veremos este assunto ainda em formas-pensamento.
  27. 27. Capítulo 19 Dominação Telepática Á medida, porém, que a esposa monologava intimamente em termos de revide, a imagem projetada de longe abeirava-se dela com maior intensidade, como que a corporificar-se no ambiente para infundir-lhe mais amplo mal- estar. A mulher que empolgava o espírito do marido ali surgia agora visivelmente materializada aos nossos olhos. E as duas, assumindo a posição de francas inimigas, passaram à contenda mental. ‒ É a influenciação de almas encarnadas entre si que, às vezes, alcança o clima de perigosa obsessão. Milhões de lares podem ser comparados a trincheiras de luta, em que pensamentos guerreiam pensamentos, assumindo as mais diversas formas de angústia e repulsão. ‒ (...) o fenômeno pertence à sintonia. Muitos processos de alie- nação mental guardam nele as origens. FIM
  28. 28. Vamos aliás lembrar e incluir aqui, nesse nosso estudo, que, a nossa sintonia com os habitantes dos planos espirituais, e físico, é feito não só através de nossos pensamentos, mas também de nossas atitudes e de nossos vícios, principalmente na bebida, no fumo, nas drogas, no sexo desregrado, etc. Estudos Dirigidos A Sintonia
  29. 29. Capítulo 13 Pensamento e Mediunidade Se persistimos nas esferas mais baixas da experiência humana, os que ainda jornadeiam nas linhas da animalidade nos procuram, atraídos pelo tipo de nossos impulsos inferiores, absorvendo as substâncias mentais que emitimos e projetando sobre nós os elementos de que se fazem portadores. FIM
  30. 30. Capítulo 16 Mandato Mediúnico — Cada consciência marcha por si, apesar de serem numero- sos os mestres do caminho. Devemos a nós mesmos a derro- ta ou a vitória. Almas e coletividades adquirem as experiên- cias com que se redimem ou se elevam, ao preço do próprio esforço. O homem constrói, destrói e reconstrói destinos, co- mo a Humanidade faz e desfaz civilizações, buscando a me- lhor direção para responder aos chamamentos de Deus. É por isso que pesadas tribulações vagueiam no mundo, tais como a enfermidade e a aflição, a guerra e a decadência, despertando as almas para o discernimento justo. Cada qual vive no quadro das próprias conquistas ou dos próprios débi- tos. “Assim considerando, vemos no Planeta milhões de criaturas sob as teias da mediunidade torturante, milhares detendo possibilidades psíquicas apreciáveis, muitas tentando o desen- volvimento dos recursos dessa natureza e raras obtendo um mandato mediúnico para o trabalho da fraternidade e da luz. E, segundo reconhecemos, a mediunidade sublimada é serviço que devemos edificar, ainda que essa gloriosa aquisição nos custe muitos séculos.” FIM
  31. 31. “Quanto mais investiga a Natureza, mais se convence o homem de que vive num reino de ondas transfiguradas em luz, eletricidade, calor ou matéria, segundo o padrão vibratório em que se exprimam.” André Luiz Ante a Mediunidade FIM
  32. 32. Capítulo 4 Matéria Mental “(...) da matéria mental dos seres criados, estudamos o pensamento ou fluxo energético do campo espiritual de cada um deles, a se graduaremnos mais diversos tipos de onda, desde os raios super-ultra-curtos, em que se exprimem as legiões angélicas, através de processos ainda inacessíveis à nossa observação, passando pelas oscilações curtas, médias e longas em que se exterioriza a mente humana, até às ondas fragmentárias dos animais, cuja vida psíquica, ainda em germe, somente arroja de si determinados pensamentos ou raios descontínuos.” FIM
  33. 33. “(...) os átomos mentais inteiros, regularmente excitados, na esfera dos pensamentos, produzirão ondas muito longas ou de simples sustentação da individualidade, correspondendo à manutenção de calor. Se forem os elétrons mentais, nas órbitas dos átomos da mesma natureza, a causa da agitação, em estados menos comuns da mente, quais se iam os de atenção ou tensão pacífica, em virtude de reflexão ou oração natural, o campo dos pensamentos exprimir-se-á em ondas de comprimento médio ou de aquisição de experiência, por parte da alma, correspondendo à produção de luz interior. Capítulo 4 Matéria Mental E se a excitação nasce dos diminutos núcleos atômicos, em situações extraordinárias da mente, quais sejam as emoções profundas, as dores indizíveis, as laboriosas e aturadas concentrações de força mental ou as súplicas aflitivas, o domínio dos pensamentos emitirá raios muito curtos ou de imenso poder transformador do campo espiritual, teoricamente semelhantes aos que se aproximam dos raios gama. Assim considerando, a matéria mental, embora em aspectos fundamentalmente diversos, obedece a princípios idênticos àqueles que regem as associações atômicas, na esfera física, demonstrando a divina unidade de plano do Universo.” FIM
  34. 34. E o homem, colocado nas faixas desse imenso domínio, em que a matéria quanto mais estudada mais se revela qual feixe de forças em temporária associação, somente assinala as ondas que se lhe afinam com o modo de ser. Temo-lo, dessa maneira, por viajante do Cosmo, respirando num vastíssimo império de ondas que se comportam como massa ou vice-versa, condicionado, nas suas percepções, à escala do pro- gresso que já alcançou, progresso esse que se mostra sempre acrescentado pelo patrimônio de experiência em que se gradua, no campo mental que lhe é característico, em cujas dimensões revela o que a vida já lhe deu, ou tempo de evolução, e aquilo que ele próprio já deu à vida, ou tempo de esforço pessoal na construção do destino. Para a valorização e enriquecimento do caminho que lhe compete percorrer, recebe dessa mesma vida, que o acalenta e a que deve servir, o tesouro do cérebro, por intermédio do qual exterioriza as ondas que lhe marcam a individualidade, no concerto das forças univer- sais, e absorve aquelas com as quais pode entrar em sintonia, ampliando os recursos do seu cabedal de conhecimento e das quais se deve aproveitar, no aprimoramento intensivo de si mesmo, no trabalho da própria sublimação. Capítulo 1 Ondas e Percepções FIM
  35. 35. Capítulo 4 Matéria mental Como alicerce vivo de todas as realizações nos planos físico e extrafísico, encontramos o pensamento por agente essencial. Entretanto, ele ainda é matéria, – a matéria mental, em que as leis de formação das cargas magnéticas ou dos sistemas atômicos prevalecem sob novo sentido, compondo o maravi- lhoso mar de energia sutil em que todos nos achamos sub- mersos e no qual surpreendemos elementos que transcen- dem o sistema periódico dos elementos químicos conhecidos no mundo. (...) (...) Assim é que o halo vital ou aura de cada criatura perma- nece tecido de correntes atômicas sutis dos pensamentos que lhe são próprios ou habituais, dentro de normas que correspondem à lei dos “quanta de energia” e aos princípios da mecânica ondulatória, que lhes imprimem frequência e cor peculiares. FIM Essas forças, em constantes movimentos sincrônicos ou estado de agitação pelos impulsos da vontade, estabelecem para cada pessoa uma onda mental própria.
  36. 36. Capítulo 4 Matéria mental Em posição vulgar, acomodados às impressões comuns da criatura humana normal, os átomos mentais inteiros, regularmente exci- tados, na esfera dos pensamentos, produzirão ondas muito longas ou de simples sustentação da individualidade, correspondendo à manutenção de calor. Se forem os elétrons mentais, nas órbitas dos átomos da mesma natureza, a causa da agitação, em estados menos comuns da men- te, quais sejam os de atenção ou tensão pacífica, em virtude de reflexão ou oração natural, o campo dos pensamentos exprimir-se- á em ondas de comprimento médio ou de aquisição de experiência, por parte da alma, correspondendo à produção de luz interior. E se a excitação nasce dos diminutos núcleos atômicos, em situações extraordinárias da mente, quais sejam as emoções profundas, as dores indizíveis, as laboriosas e aturadas concentrações de força mental ou as súplicas aflitivas, o domínio dos pensamentos emitirá raios muito curtos ou de imenso poder transformador do campo espiritual, teoricamente semelhantes aos que se aproximam dos raios gama. Assim considerando, a matéria mental, embora em aspectos fundamentalmente diversos, obedece a princípios idênticos àqueles que regem as associações atômicas, na esfera física, demonstrando a divina unidade de plano do Universo. FIM
  37. 37. Capítulo 16 Fenômeno magnético da vida humana É imprescindível recordar o impositivo da perseverança no bem. O comprazimento nessa ou naquela espécie de atitude ou companhia, leitura ou conversação menos edificantes, es- tabelece em nós o reflexo condicionado pelo qual incons- cientemente nos voltamos para as correntes invisíveis que representam. É desse modo que formamos hábitos indesejáveis pelos quais nos fazemos pasto de entidades vampirizantes, acabando na feição de arcabouços vivos para moléstias fantasmas. Pensando ou conversando constantemente sobre agentes enfermiços, quais sejam a acu- sação indébita e a critica destrutiva, o deboche e a crueldade, incorporamos de imediato, a influência das criaturas encarnadas e desencarnadas que os alimentam, porque o ato de voltar a semelhantes temas, contrários aos princípios que ajudam a vida e a regeneram, se transforma em reflexo condicionado de caráter doentio, automatizando-nos a capacidade de transmitir tais agentes mórbidos, responsáveis por largo acervo de enfermidade e desequilíbrio. FIM
  38. 38. Capítulo 12 Clarividência e Clariaudiência “Somos receptores de reduzida capacidade, à frente das inumeráveis formas de energia que nos são desfechadas por todos os domínios do Universo, captando apenas humilde fração delas. Em suma, nossa mente é um ponto espiritual limitado, a desenvolver-se em conhecimento e amor, na espiritualidade infinita e gloriosa de Deus.” Áulus FIM
  39. 39. Vamos ver novamente um trecho já estudado sobre o Umbral, e ver algo sobre a sintonia. Mas para isso traremos todo o contexto da situação. André Luiz está querendo saber o que seria o Umbral. Vamos ver a resposta de Lísias. E onde queremos chegar. Estudos Dirigidos A Sintonia
  40. 40. – Ora, ora, pois você andou detido por lá tanto tempo e não conhece a região? Recordei os sofrimentos passados, experimentando arrepios de horror. – O Umbral – continuou ele, solícito – começa na crosta terrestre. (...) – Imagine que cada um de nós, renascendo no planeta, somos por- tadores de um fato sujo, para lavar no tanque da vida humana. Essa roupa imunda é o corpo causal, tecido por nossas mãos, nas expe- riências anteriores. Compartilhando, de novo, as bênçãos da oportu- nidade terrestre, esquecemos, porém, o objetivo essencial, e, ao invés de nos purificarmos pelo esforço da lavagem, manchamo-nos ainda mais, contraindo novos laços e encarcerando-nos a nós mes- mos em verdadeira escravidão. Ora, se ao voltarmos ao mundo procurávamos um meio de fugir à sujidade, pelo desacordo de nossa situação com o meio elevado, como regressar a esse mesmo ambiente luminoso, em piores condições? O Umbral funciona, portanto, como região destinada a esgotamento de resíduos mentais; uma espécie de zona purgatorial, onde se queima a prestações o ma- terial deteriorado das ilusões que a criatura adquiriu por atacado, menosprezando o sublime ensejo de uma existência terrena. Capítulo 12 O Umbral CONTINUA
  41. 41. – O Umbral é região de profundo interesse para quem esteja na Terra. Concentra-se, aí, tudo o que não tem finalidade para a vida superior. E note você que a Providência Divina agiu sabiamente, permitindo se Criasse tal departamento em torno do planeta. Há legiões compactas de almas irresolutas e ignorantes, que não são suficientemente perver- sas para serem enviadas a colônias de reparação mais dolorosa, nem bastante nobres para serem conduzidas a planos de elevação. Repre- sentam fileiras de habitantes do Umbral, companheiros imediatos dos homens encarnados, separados deles apenas por leis vibratórias. “Não é de estranhar, portanto, que semelhantes lugares se caracterizem por grandes per- turbações. Lá vivem, agrupam-se, os revoltados de toda espécie. Formam, igualmente, núcleos invisíveis de notável poder, pela concentração das tendências e desejos gerais. Muita gente da Terra não recorda que se desespera quando o carteiro não vem, quando o comboio não aparece? Pois o Umbral está repleto de desesperados. Por não encontrarem o Senhor à disposição dos seus caprichos, após a morte do corpo físico, e, sentindo que a coroa da vida eterna é a glória intransferível dos que trabalham com o Pai, essas criaturas se revelam e demoram em mesquinhas edificações. “Nosso Lar“ tem uma sociedade espi- ritual, mas esses núcleos possuem infelizes, malfeitores e vagabundos de várias categorias. É zona de verdugos e vítimas, de exploradores e explorados.” Capítulo 12 O Umbral CONTINUA
  42. 42. FIM Capítulo 12 O Umbral – Creio, então – observei (André Luiz) –, que essa esfera se mistura quase com a esfera dos homens. – Sim – confirmou o dedicado amigo –, e é nessa zona que se esten- dem os fios invisíveis que ligam as mentes humanas entre si. O plano está repleto de desencarnados e de formas-pensamento dos encar- nados, porque, em verdade, todo espírito, esteja onde estiver, é um núcleo irradiante de forças que criam, transformam ou destroem, ex- teriorizadas em vibrações que a ciência terrestre presentemente não pode compreender. Quem pensa, está fazendo alguma coisa alhures. E é pelo pensamento que os homens encontram no Umbral os com- panheiros que afinam com as tendências de cada um. Toda alma é um ímã poderoso. Há uma extensa humanidade invisível, que se se- gue à humanidade visível. As missões mais laboriosas do Ministério do Auxílio são constituídas por abnegados servido- res, no Umbral, porque se a tarefa dos bombeiros nas grandes cidades terrenas é difícil, pelas labaredas e ondas de fumo que os defrontam, os missionários do Umbral encontram fluidos pesadíssimos emitidos, sem cessar, por milhares de mentes desequilibradas, na prática do mal, ou terrivelmente flageladas nos sofrimentos retificadores. É necessário muita coragem e muita renúncia para ajudar a quem nada compreende do auxílio que se lhe oferece. Obs.: Você verá mais na frente o estudo sobre o assunto formas-pensamento.
  43. 43. Estudos Dirigidos Vamos dar uma pausa por aqui. http://vivenciasespiritualismo.net/index.htm Luiz Antonio Brasil Périclis Roberto pericliscb@outlook.com

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