13.03 O Médium III 20 jan 2015

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13.03 O Médium III 20 jan 2015

  1. 1. Estudos Dirigidos Voltamos com o nosso assunto... O Médium
  2. 2. Capítulo 12 Clarividência e Clariaudiência — Nosso amigo — esclareceu o Assistente —procura ajudar aos nos- sos companheiros de mediunidade, favorecendo-lhes o campo sen- sório. Não lhes convêm, por agora, a clarividência e a clariaudiência demasiado abertas. Na esfera dos Espíritos reencarnados, há que do- sar observações para que não venhamos a ferir os impositivos da ordem. Cada qual de nós deve estar em sua faixa de serviço, fazendo o melhor ao seu alcance. Imaginemos um aparelho radiofônico terrestre, coletando todas as espécies de onda, em movimento de captação simultânea. O provei- to e a harmonia da transmissão seriam realmente impraticáveis, e não haveria propósito construtivo na mensagem. Um médium, pois, não deve demorar-se com todas as solicitações do meio em que se situa, sob pena de arrojar as suas impressões ao desequilíbrio, a menos quando, por sua própria evolução, consiga sobrepairar ao campo do trabalho, dominando as influências do meio e selecionando-as, segundo o elevado critério de quem já consegue orientar-se para o bem e orientar aqueles que o acompanham. As faculdades medianímicas podem ser idênticas em pessoas diversas, entretanto, cada pessoa tem a sua maneira particular de empregá-las. Um modelo, em muitas ocasiões, é o mesmo para grande assembleia de pintores, todavia, cada artista fixá-lo-á na tela a seu modo. FIM
  3. 3. PERGUNTA: — De início, gostaríamos que nos indicásseis qual o método mais eficiente para o êxito do desenvolvimento mediúnico ou qual o processo mais aconselhável para educar o candidato a médium. RAMATÍS: — Assim como ao futuro acadêmico compete primeiramen- te estudar a cartilha primária, a fim de aprender o alfabeto que o cre- denciará para tentar no futuro os estudos mais complexos da cátedra universitária, o médium também precisa começar o seu desenvolvi- mento mediúnico orientado pelas lições básicas da doutrina espírita. O homem pode tornar-se engenheiro, advogado, médico ou magis- trado, mas ele sempre terá de começar pela alfabetização. “Assim como seria absurdo pretender alguém candidatar-se a um curso acadêmico, mas negando-se a alfabetizar-se em primeiro lugar e tentando alcançar o seu objetivo superior por meio de tentativas empíricas e experimentações confusas, também é absurdidade que o candidato necessitado do desenvolvimento mediúnico espiritista, despreze as regras e as normas fundamentais do "Livro dos Médiuns", nas quais Allan Kardec cimentou definitivamente a prática sensata da mediunidade.” Capítulo 1 Página 21. Página 23. FIM
  4. 4. Capítulo 15. Finalmente, o Socorro. (...) a mediunidade é uma energia peculiar a todos, em maior ou menor grau de exteriori- zação, energia essa que se encontra subordi- nada aos princípios de direção e à lei do uso, tanto quanto a enxada que pode ser mobili- zada para servir ou ferir, conforme o impul- so que a orienta, melhorando sempre, quan- do em serviço metódico, ou revestindo-se de ferrugem asfixiante e destrutiva, quando em constante repouso. FIM
  5. 5. Capítulo 10. Em Aprendizado. —Todos os médicos — asseverou-me, convicto —, ainda mesmo quando materialistas de mente impermeável à fé religiosa, contam com amigos espirituais que os auxiliam. A saúde humana é dos mais preciosos dons divinos. FIM
  6. 6. Capítulo 18 Efeitos intelectuais Quanto mais se lhe acentuem o aperfeiçoamento e a abnegação, a cultura e o desinteresse, mais se lhe sutilizam os pensamentos e, com isso, mais se lhe aguçam as percepções mediúnicas, que se elevam a maior demonstração de serviço, de acordo com as suas disposições individuais. FIM
  7. 7. Capítulo 28 Mediunidade e Mediunismo O SER É UMA CONSCIÊNCIA em estado de evolução permanente. Dentro do espaço de atuação da inteligência convivem muitas dimensões, aguardando serem devassadas pela instrumental idade psíquica à disposição do espírito em sua própria intimidade. A mediunidade desponta, nesse contexto, como uma faculdade própria do ser em evolução, destinada a ser um portal de comu- nicação entre os diversos planos existenciais. O fenômeno mediúnico participa da própria natureza do ser e com ele se desenvolve ao longo de sua trajetória evolutiva, num entro- samento de energias e mentes que se completam no trabalho ínti- mo de aperfeiçoamento. FIM
  8. 8. PERGUNTA: — Quais os fatores mais eficientes para auxiliarem o desenvolvimento dos médiuns nos trabalhos espíritas cardecistas? RAMATÍS: — Desde que o desenvolvimento mediúnico não é ginástica física, como já dissemos, e seu êxito depende muitíssimo do apuro do intelecto e do sentimento do médium, é evidente que, além do treino disciplinado junto à mesa espírita, o candidato a médium deve procurar incessantemente o seu esclarecimento espiritual. É tempo de extinguir-se o velho tabu de que não tem importância o médium ser analfabeto, desde que ele seja humilde e de boas intenções. Sem dúvida, há casos em que a mediunidade floresce com desusado su- cesso em certas criaturas incultas e humildes, capazes de cumprir louva- velmente o seu mandato mediúnico, porque não se afastam de modo algum da prática evangélica. No entanto, o médium que, além de possuir bons sentimentos e alimentar propósitos supe- riores na sua tarefa mediúnica, ainda for estudioso da doutrina espírita e culto no trato com outras fontes de educação espiritual do mundo, certamente há de converter mais facilmente o próximo, quer pela sua humildade afetuosa, quer pela argumentação intelectual superior. Nas palestras, conferências, estudos e comunicações mediúnicas no seio espirítico, os seus responsáveis devem exigir um padrão de conhecimento e cultura que não empobreça a di- vulgação dos postulados doutrinários em público. Capítulo 32. Página 298. FIM
  9. 9. Forçoso reconhecer, todavia, que a mediunidade, na essência, quanto a energia elétrica em si mesma, nada tem a ver com os princípios morais que regem os problemas do destino e do ser. Dela podem dispor, pela espontaneidade com que se evidencia, sábios e ignorantes, justos e injustos, expressando-se-lhe, desse modo, a necessidade de condução reta, quanto a força elétrica exige disciplina a fim de auxiliar. Capítulo 17 Mediunidade e Corpo Espiritual A mediunidade, (...) é faculdade inerente à própria vida e, com todas as suas deficiências e grandezas, acertos e desacertos, é qual o dom da visão comum, peculiar a todas as cria- turas, responsável por tantas glórias e tantos infortúnios na Terra. E mais adiante... Ninguém se lembrará, contudo, de suprimir os olhos, porque milhões de pessoas, à face de circunstâncias imponderáveis da evolução, deles se tenham valido para perseguir e matar nas guerras de terror e destruição. Urge iluminá-los, orientá-los e esclarecê-los. CONTINUA
  10. 10. Capítulo 17 Mediunidade e Corpo Espiritual FIM Também a mediunidade não requisitará desenvolvimento indiscriminado, mas sim, antes de tudo, aprimoramento da personalidade mediúnica e nobreza de fins, para que o corpo espiritual, modelando o corpo físico e sustentando-o, possa igualmente erigir-se em filtro leal das Esferas Superiores, facilitando a ascensão da Humanidade aos domínios da luz.
  11. 11. (...) indaguei por minha vez se uma associação daquela ordem (médium e guia) não estaria vinculada a compromissos assumidos pelos médiuns, antes da reencarnação, ao que o mentor respondeu, prestimoso:” – Ah! sim, semelhantes serviços não se efetuam sem programa. O acaso é uma palavra inventada pelos homens para disfarçar o menor esforço. (...) planejaram a experiência atual, muito antes que ela se envolvesse nos densos fluidos da vida física. “(...) a médium comprometeu-se: isso, porém, não a impediria de can- celar o contrato de serviço, (...) “(...) Poderia desejar imprimir novo rumo ao seu idealismo (...), embora adiando realizações sem as quais não se erguerá livremente do mundo. Capítulo 16 Mandato Mediúnico CONTINUA “Os orientadores da Espiritualidade procuram companheiros, não escravos. “O médium digno da missão do auxílio não é um animal subjugado à canga, mas sim um irmão da Humanidade e um aspirante à Sabedoria. “Deve trabalhar e estudar por amor...
  12. 12. “Isso é da experiência de todos os tempos e de todos os dias...” “E, assim, tropeçam e se estiram na cupidez, na preguiça, no personalismo destruidor ou na sexualidade delinquente, transformando-se em joguetes dos adversários da luz, que lhes vampirizam as forças, aniquilando-lhes as melhores possibilidades. “Iniciam-se com entusiasmo na obra do bem, entretanto, em muitas cir- cunstâncias dão ouvidos a elementos corruptores que os visitam pelas brechas da invigilância. “Livres para decidir quanto ao próprio destino, muitas vezes preferem estagiar com indesejáveis companhias, caindo em temíveis fascinações. “É por isso que muitos começam a jornada e recuam. “É sempre mais fácil ao homem comum trabalhar com subalternos ou iguais, porque, servir ao lado de superiores exige boa-vontade, disciplina, correção de proceder e firme desejo de melhorar-se.” FIM Capítulo 16 Mandato Mediúnico
  13. 13. Desenvolvimento Mediúnico Preparação para Encarnação “(...) quando o espírito reencarna com determinada tarefa a desempenhar com relação à mediunidade, seu perispírito passa a ser submetido a uma natural elevação da freqüência vibratória, e, por conseguinte, o próprio corpo físico, que reflete as vibrações perispirituais, também é elaborado com vista às tarefas que desempenhará no futuro, no que se refere à me- diunidade com Jesus.” “Dessa forma, podemos entender que aquele que é preparado para trabalhar tendo inconsciência do fenômeno, dificilmente poderá modificar essas disposições, pois seu organismo foi preparado para tanto.” “Igualmente, aquele que foi preparado vibratoriamente para ter a consciência deste lado da vida, quando desdobrado, haverá de manifestar essa consciência no momento propício, quando seus mentores julgarem necessário, pois traz impressas em seu perispírito as vibra- ções necessárias que o habilitarão à consciência nas regiões espirituais.” “Mas isso tudo é relativo, pois o homem atual ainda se conserva despreparado para certas tarefas e, muitas vezes, estar consciente poderá dar ensejo a dificuldades maiores, devido à falta de preparo de muitos que se candidatam ao serviço.” (Ter consciência ou não do desdobramento) Pág. 136 a 138. FIM
  14. 14. “... Todos os seres vivos respiram na onda de psiquismo dinâmico que lhes é peculiar, dentro das dimensões que lhe são características ou na frequên- cia que lhes é própria.” “... a mente permanece na base de todos os fenômenos mediúnicos.” “Atraímos os Espíritos que se afinam conosco, tanto quanto somos por eles atraídos: e se é verdade que cada um de nós somente pode dar con- forme o que tem, é indiscutível que cada um recebe de acordo com aquilo que dá.” “... cada criatura humana vive no céu ou no inferno que edificou para si mesmo, nas re- entrâncias do coração e da consciência, independentemente do corpo físico,...” “Elevemos nosso padrão de conhecimento pelo estudo bem conduzido e apuremos a qua- lidade de nossa emoção pelo exercício constante das virtudes superiores, se nos propomos recolher a mensagem das Grandes Almas.” O Instrutor Albério nos diz: FIM Capítulo 1 Estudando a Mediunidade “Em mediunidade, portanto, não podemos olvidar o problema da sintonia.” “Saibamos, assim, cultivar a educação, aprimorando-nos cada dia.” “Médiuns somos todos nós, nas linhas de atividade em que nos situamos.” “É perigoso possuir sem saber usar.”
  15. 15. Desenvolvimento Mediúnico Médium Desequilibrado (Obsediado) “– E se ele desenvolver a mediunidade. Como alguns aconselham, será que os problemas (processo obsessivo) passarão?” “– Esse conselho é muito utilizado por pessoas que não têm o conhe- cimento estruturado em bases eminentemente kardecistas, embora em muitos centros ditos espíritas vejamos constantemente alguns dirigentes induzirem certas pessoas portadoras de determinados desequilíbrios a desenvolverem a mediunidade. Mas todo o cuidado é pouco. Nesses casos a prudência aconselha que se faça um tratamento espiritual, com a afirmação de valores morais sólidos, a fim de que o companheiro possa se fortalecer espiritualmente.” “É preciso se reequilibrar, para depois se atender ao compromisso assumido na área mediúnica, se é que ele realmente existe.” “Não se deve desenvolver algo que está enfermo.” “É um irmão espiritualmente enfermo, e sua mediunidade guarda a característica de ser atormentada por espíritos que querem se vingar de um passado em que tiveram expe- riências em comum.” Pág. 73 e 74. FIM
  16. 16. (...) passou por nós uma ambulância, em marcha vagarosa, sirenando forte para abrir caminho. A frente, ao lado do condutor (do motorista), sentava-se um homem de grisalhos cabelos a lhe emoldurarem a fisionomia simpática e preocupada. Junto dele, porém, abraçando-o com naturalidade e doçura, uma entidade em roupagem lirial lhe envolvia a cabeça em suaves e calmantes irradia- ções de prateada luz. (...) quem será aquele homem tão bem acompanhado? – Nem tudo é energia viciada no caminho comum (esclareceu o mentor). Deve ser um médico em alguma tarefa salvacionista. (...) Deve ser, antes de tudo, um profissional humanitário e generoso que por seus hábitos de ajudar ao próximo se fez credor do auxílio que recebe. Não lhe bastariam os títulos de espírita e de médico para reter a influência benéfica de que se faz acompanhar. Para aco- modar-se tão harmoniosamente com a entidade que o assiste, precisa possuir uma boa consciência e um coração que irradie paz e fraternidade. – É “médium” de abençoados valores humanos, mormente no socorro aos enfermos, no qual “incorpora” as correntes mentais dos gênios do bem, consagrados ao amor pelos so- fredores da Terra. FIM Capítulo 15 Forças Viciadas
  17. 17. Educação Mediúnica “(...) o período inicial de educação mediúnica sempre se dá sob ações tormentosas. O médium, geralmente, é Espírito endividado em si mês- mo, com vasta cópia de compromisso a resgatar, quanto a desdobrar, trazendo matrizes que facultam o acoplamento de mentes perniciosas do além-túmulo, que o impelem ao trabalho de autoburilamento, quan- to ao exercício da caridade, da paciência e do amor para com os mes- mos.” “Além disso, em considerando os seus débitos, vincula-se aos cobradores que o não querem perder de vista, sitiando-lhe a casa mental, afligindo-o com o recurso de um campo precioso e vasto, qual é a percepção mediúnica, tentando impedir-lhe o crescimento espiritual, mediante o qual lograria libertar-se do jugo infeliz. Criam armadilhas, situações difíceis, predispõem mal aquele que os sofrem, cer- cam-no de incompreensões, porque vivem em diferente faixa vibratória, peculiar, diversa aos que não possuem disposições medianímicas.” “É um calvário abençoado a fase inicial do exercício e desdobramento da mediunidade. Ou- trossim, esse é o meio de ampliar, desenvolver o treinamento do sensitivo, que aprende a discernir o tom psíquico dos que o acompanham, em espírito, tomando conhecimento das leis dos fluidos e armando-se de resistência para combater as más inclinações que são os ímãs a atrair os que se encontram em estado de Erraticidade inferior.” Capítulo 23 Trama na Treva CONTINUA
  18. 18. Educação Mediúnica “Ninguém, no campo da mediunidade nobre, que não experimente esse período de testemunhos silenciosos, em que a oração, o estudo e a medi- tação fazem-se indispensáveis para resguardar o iniciante, ao mesmo tem- po pela ação do bem com que se faz respeitado, inclusive, pelos seus ad- versários ocultos.” “Nessa fase, aprende a preservar o silêncio, a discrição, controlando os ímpetos e estados da alma, de modo a manter a linha do próprio equilíbrio sem as oscilações e variações de humor que tipificam estado de obsessão simples. Tão habitual se lhe tornará a disciplina no comportamento, que superará as agressões mais fortes, como não se deixará conhecer quando nos momentos de maior efusão de bênçãos. Certamente que, numa ou noutra situação, terá expressões faciais, emocionais diversas, mas não a ponto de viver ou apresentar-se incorporado, em estado de transe fora das horas e das tarefas que assim o exijam.” “O exercício da mediunidade requer atenção e disciplina íntima, perseverança e assiduidade no exercício, estudo cuidadoso da Doutrina, da faculdade e de si mesmo, a fim de alcançar as finalidades superiores a que a mesma se destina.” Capítulo 23 Trama na Treva CONTINUA
  19. 19. Educação Mediúnica “Quem assim não proceda, poderá ser, vez que outra, instrumento de comunicações salutares, por necessidades de emergência, todavia, a Espírito responsável algum, apraz lidar com médiuns levianos, indiscipli- nados e vulgares, como é fácil de compreender-se.” “Qualquer médium que fuja do estudo e do exercício correto das suas faculdades medianímicas, por mais empáfia com que se apresente, encontra-se em período de obsessão, sob comando equívoco... FIM “Permanece-lhe, quiçá, a mediunidade para o seu e o escarmento dos que afinem com tal disposição, no entanto, sob comando maléfico ou simplesmente alienado...” Capítulo 23 Trama na Treva
  20. 20. “Quando o médium se evidencia no serviço do bem, pela boa-vontade, pelo estudo e pela compreensão das responsabilidades de que se encontra investido, recebe apoio mais imediato de amigo espiritual experiente e sábio, que passa a guiar-lhe a peregrinação na Terra, governando-lhe as forças.” FIM Capítulo 16 Mandato Mediúnico
  21. 21. “(...) a dor é o grande ministro da Justiça Divina. Vivemos a nossa grande batalha de evolução. Quem foge ao trabalho sacrificial da frente, encontra a dor pela retaguarda. O Espírito pode confiar-se à inação (falta de ação), mobilizando delituosamente a vontade, contudo, lá vem um dia a tormenta, compelindo-o a agitar-se e a mover-se para entender os im- positivos do progresso com mais segurança. Não adianta fugir da eternidade, porque o tempo, benfeitor do trabalho, é também o verdugo da inércia.” FIM Capítulo 27 Mediunidade Transviada
  22. 22. “A Doutrina dos Imortais faz a proposta do autoconhecimento, para que o homem possa mergulhar na sua própria intimidade, auto- descobrindo-se, e, de posse desse conhecimento de sua própria situação, da realidade de sua própria vida, poder reeducar seus impulsos, com conhecimento de causa, promovendo o reajustamento e o redirecionamento de suas energias, a revisão de seus valores, baseado em fatores reais, conquistas graduais e realizações corretamente orientadas, evitando cair nos despenhadeiros dos desajustes psicológicos ou emocionais, que caracterizam muitos que se enganam com fórmulas santificacionistas inúteis.” Página 115. FIM
  23. 23. Capítulo 28 Mediunidade e Mediunismo Para que o ser entre em contato com inteligências extrafísicas há que modificar o seu padrão vibracional. Somente em estado diferenciado daquele observado na vigília física ordinária será possível ao sensitivo perceber os elementos, paisagens ou habitantes de outras dimensões. Isso ocorre porque o corpo físico e o cérebro humanos funcionam como poderoso campo inibidor, que amortece as energias psíquicas. Esse aparato impede que, em estado de consciência ordinário, o homem esteja permanentemente conectado ao mundo extrafísico. Torna-se imperativo, portanto, o adestramento das faculdades psíquicas, que visa capacitar o sensitivo a alcançar estados alterados de consciência e, dessa forma, perceber os fluidos, as energias, as vibrações e os pensamentos que povoam o mundo espiritual. Para estabelecer contato mais ou menos duradouro com o plano extracorpóreo, o psicossoma e os demais corpos energéticos aceleram suas vibrações, a fim de escapar à característica lenta do corpo humano e, assim, acessar outras consciências, que operam além dos limites da matéria. As sensações vibracionais próprias do chamado transe mediúnico são inconfundíveis. CONTINUA
  24. 24. Capítulo 28 Mediunidade e Mediunismo O estudo de suas peculiaridades poderia favorecer os pesquisadores sérios, capacitando-os a detectar e compreender com clareza quando há ou não fundo mediúnico ou anímico. A conscientização desses aspectos será de grande utilidade para que meus irmãos não se vejam vítimas de "achismos“ e modismos, tão a contento de pessoas pretensamente espiritualizadas e de pseudomédiuns. O estado vibracional que propicia o transe mediúnico e o conseqüente intercâmbio entre as consciências físicas e extrafísicas advém de um ponto essencial: a intensificação do desprendimento e da expansão do psicos- soma e do duplo etérico. Alguns estados vibracionais são produzidos pelas inteligências desencarnadas, que atuam di- retamente nos chacras de seus médiuns, auxiliando o desprendimento energético e a expan- são da consciência. Todavia, tais estados podem ser comandados pela vontade, ocasião em que se observa o pul- sar de ondas internas de vibrações expansivas e indolores, cuja freqüência e intensidade são direcionadas pelos benfeitores da vida maior junto aos sensitivos. A resposta energética dos médiuns ao comando superior extrafísico pode ser denominada freqüência de ressonância. Esse processo é variável em diferentes médiuns, embora facilmente constatado e, portanto, inconfundível. CONTINUA
  25. 25. Capítulo 28 Mediunidade e Mediunismo Dependendo da faculdade a ser trabalhada, a freqüência de ressonância poderá variar, ocorrendo desde uma sensação íntima e sutil até ruídos intracranianos, bem como estímulos visuais e auditivos. Mas atenção: estados vibracionais podem ser provocados devido à influên- cia de fatores emocionais, que produzem artificialmente certas sensações. Cautela e experiência impedirão que tais sintomas sejam confundidos com o início do transe mediúnico. O período de educação e de conhecimento da faculdade mediúnica que eclode nos sensitivos é de extrema relevância, a fim de que não se con- fundam certos fenômenos de origem física com aqueles de ordem psíquica e espiritual. Em circunstância diversa, são os fenômenos anímico-mediúnicos que de fato ocorrem, tanto na clarividência comum quanto em outros contatos e conexões extrafísicas que o sensitivo experimenta, transcendendo os limites do campo físico. Eis algumas delas: E mais adiante... * Vidências além do tempo e do espaço. * Imagens de paisagens. * Imagens de pessoas conhecidas ou desconhecidas. * Psicografia mecânica ou semimecânica (não catalogamos neste trabalho as manifestações da psicografia intuitiva, por ser um fenômeno muito facilmente confundido com elementos anímicos). * Ectoplasmias e materializações. FIM
  26. 26. O que deve fazer o médium quando influenciado por entidades da reunião, no trabalho, no lar? Quais as causas dessas influências? Médiuns Divaldo - No capítulo 23º de O Livro dos Médiuns, Da Obsessão, o Co- dificador reporta-se à invigilância das criaturas. É natural que o indi- víduo seja médium onde quer que se encontre. A mediunidade não é uma faculdade que só funcione nas reuniões especializadas. Onde quer que se encontre o indivíduo, aí estão os seus problemas. É perfeitamente compreensível que não apenas na oficina de trabalho, como na rua, na vida social, ele experimente a presença dos espíritos; não somente presenças positivas, como também perniciosas, entidades infelizes, espíritos levianos, ou aqueles que se com- prazem em perturbar e aturdir. Cumpre ao médium manter o equilíbrio que lhe é proposto pela educação mediúnica. Mediante a educação mediúnica pode-se evitar a interferência desses espíritos perturbadores em nossa vida de relação normal, para que não venhamos a cair na obsessão simples, que é o primeiro passo para a subjugação - etapa terminal de um processo de três fases. Quando estivermos em lugar não apropriado ao exercício da mediunidade ou à exteriori- zação do fenômeno, disciplinemo-nos, oremos, volvamos a nossa mente para ideias oti- mistas, agradáveis, porque mudando o nosso clichê mental, transferimo-nos de atividade espiritual. CONTINUA
  27. 27. Médiuns É necessário que os médiuns estejam vigilantes, porque é muito co- mum, graças àquele atavismo a que já nos reportamos, a pessoa se caracterizar como médium por meio de pantomimas, de manifestações exteriores. Como querendo provar ser médium, a pessoa insensata faz caretas, toma choques, caracterizando-se com patologias nervosas. A mediunidade não tem nada a ver com essas extravagâncias muito ao gosto dos exibicionistas. Como acontece com pessoas que, quando escrevem com a mão, também “escrevem” com a boca, retorcendo-se, virando-se. Não tem nada a ver uma coisa com outra. A pessoa para escrever assume uma postura correta, que aprendeu na escola. O médium deve aprender também a “incorporar” sem esses transtornos nervosos. No exercício da mediunidade é preciso educar a postura do médium, para que ele seja inter- mediário equilibrado, não dando ensejo a distonias na área mediúnica. FIM
  28. 28. E independente de onde estivermos, seja em casa, no trabalho, na rua, em qualquer lugar, vamos deixar um conselho dado a André Luiz por Narcisa, no livro “Nosso Lar”. Estudos Dirigidos O Médium
  29. 29. Capítulo 40 Quem Semeia Colherá ‒ Quando o Pai nos convoca a determinado lugar ‒ disse, bondosa, ‒, é que lá nos aguarda alguma tarefa. Cada situação, na vida, tem finalidade definida... Não deixe de observar este princípio em suas visitas aparente- mente casuais. Desde que nossos pensamentos visem à prática do bem, não será difícil identificar as sugestões divinas. FIM
  30. 30. E se você gostou deste conselho, então veja este outro, dado por Lísias para André Luiz, também no livro “Nosso Lar”. Estudos Dirigidos O Médium
  31. 31. Capítulo 44 As Trevas “(...) Cada criatura viverá daquilo que cultiva. “Quem se oferece diariamente à tristeza, nela se movimentará; quem enaltece a enfermidade, sofrer-lhe-á o dano.” Observando-me a estranheza, concluiu: ‒ Não há nisto mistério. É lei da vida, tanto nos esforços do bem, como nos movimentos do mal. “Das reuniões de fraternidade, de esperança, de amor e de ale- gria, sairemos com a fraternidade, a esperança, o amor e a ale- gria de todos; mas, de toda assembleia de tendências inferiores, em que predominam o egoísmo, a vaidade ou o crime, sairemos envenenados com as vibrações destrutivas desses sentimentos.” FIM ‒ Tem razão ‒ exclamei, comovido ‒; vejo nisso, igualmente, os princípios que regem a vida nos lares humanos. Quando há compreensão recíproca, vivemos na antecâmara da ventura celeste, e, se permanecemos em desentendimento e maldade, temos o in- ferno vivo.
  32. 32. Estudos Dirigidos Vamos dar uma pausa por aqui. http://vivenciasespiritualismo.net/index.htm Luiz Antonio Brasil Périclis Roberto pericliscb@outlook.com

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