13.01 O Médium I 20 jan 2015

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13.01 O Médium I 20 jan 2015

  1. 1. Estudos Dirigidos O Médium Vamos falar aqui alguns assuntos sobre o Médium e Ser Médium.
  2. 2. Capítulo XIV Dos Médiuns 159. Todo aquele que sente, num grau qualquer, a influência dos Espíritos é, por esse fato, médium. Essa faculdade é inerente (que faz parte) ao homem; não constitui, portanto, um privilégio exclusivo. Por isso mesmo, raras são as pessoas que dela não possuam alguns rudimentos. Pode, pois, dizer-se que todos são, mais ou menos, médiuns. Todavia, usualmente, assim só se qualificam aqueles em quem a faculdade mediúnica se mostra bem caracterizada e se traduz por efeitos patentes, de certa intensidade, o que então depende de uma organização mais ou menos sensitiva. É de notar-se, além disso, que essa faculdade não se revela, da mesma maneira, em todos. Geralmente, os médiuns têm uma aptidão especial para os fenômenos desta, ou daquela ordem, donde resulta que formam tantas variedades, quantas são as espécies de manifestações. As principais são: a dos médiuns de efeitos físicos; a dos médiuns sensitivos, ou impressionáveis; a dos audientes; a dos videntes; a dos sonambúlicos; a dos curadores; a dos pneumatógrafos; a dos escreventes, ou psicógrafos. FIM
  3. 3. Capítulo XVII Da Formação dos Médiuns 203. (...) Para que um Espírito possa comunicar-se, preciso é que haja entre ele e o médium relações fluídicas, que nem sempre se estabelecem instantaneamente. Só à medida que a faculdade se desenvolve, é que o médium adquire pouco a pouco a aptidão necessária para pôr-se em comunicação com o Espírito que se apresente. (...) FIM
  4. 4. Capítulo XX Da Influência Moral do Médium 227. Se o médium, do ponto de vista da execução, não passa de um instrumento, exerce, todavia, influência muito grande, sob o aspec- to moral. Pois que, para se comunicar, o Espírito desencarnado se identifica com o Espírito do médium, esta identificação não se pode verificar, senão havendo, entre um e outro, simpatia e, se assim é lícito dizer-se, afinidade. A alma exerce sobre o Espírito livre uma espécie de atração, ou de repulsão, conforme o grau da semelhan- ça existente entre eles. Ora, os bons têm afinidade com os bons e os maus com os maus, donde se segue que as qualidades morais do médium exercem influência capital sobre a natureza dos Espíritos que por ele se comunicam. Se o médium é vicioso, em torno dele se vêm grupar os Espíritos inferiores, sempre prontos a tomar o lugar aos bons Espíritos evocados. As qualidades que, de prefe- rência, atraem os bons Espíritos são: a bondade, a benevolência, a simplicidade do coração, o amor do próximo, o desprendimento das coisas materiais. Os defeitos que os afastam são: o orgulho, o egoísmo, a inveja, o ciúme, o ódio, a cupidez, a sensualidade e todas as paixões que escravizam o homem à matéria. FIM
  5. 5. Capítulo XX Da Influência Moral do Médium 230. A seguinte instrução deu-no-la, sobre o assunto, um Espírito de quem temos inserido muitas comunicações: “Já o dissemos: os médiuns, apenas como tais, só secundária influ- ência exercem nas comunicações dos Espíritos; o papel deles é o de uma máquina elétrica, que transmite os despachos telegráficos, de um ponto da Terra a outro ponto distante. Assim, quando queremos ditar uma comunicação, agimos sobre o médium, como o empregado do telégrafo sobre o aparelho, isto é, do mesmo modo que o tique-taque do telégrafo traça, a milhares de léguas, sobre uma tira de papel, os sinais reprodutores do despacho, também nós comunicamos, por meio do aparelho mediúnico, através das distâncias incomensuráveis que separam o mundo visível do mundo invisível, o mundo imaterial do mundo carnal, o que vos queremos ensinar. Mas, assim como as influências atmosféricas atuam, perturbando, muitas vezes, as transmissões do telégrafo elétrico, igualmente a influência moral do médium atua e perturba, às vezes, a transmissão dos nossos despachos de além-túmulo, porque somos obrigados a fazê-los passar por um meio que lhes é contrário. Entretanto, essa influência, amiúde, se anula, pela nossa energia e vontade, e nenhum ato perturbador se manifesta. Com efeito, os ditados de alto alcance filosófico, as comunicações de perfeita moralidade são transmitidas algumas vezes por médiuns impróprios a esses ensinos superiores; enquanto que, por outro lado, comunicações pouco edificantes chegam também, às vezes, por médiuns que se envergonham de lhes haverem servido de condutores. CONTINUA
  6. 6. Capítulo XX Da Influência Moral do Médium “Em tese geral, pode afirmar-se que os Espíritos atraem Espíritos que lhes são similares e que raramente os Espíritos das plêiadas elevadas se comunicam por aparelhos maus condutores, quando têm à mão bons aparelhos mediúnicos, bons médiuns, numa palavra. “Os médiuns levianos e pouco sérios atraem, pois, Espíritos da mesma natureza; por isso é que suas comunicações se mostram cheias de bana- lidades, frivolidades, ideias truncadas e, não raro, muito heterodoxas, espiriticamente falando. Certamente, podem eles dizer, e às vezes dizem, coisas aproveitáveis; mas, nesse caso, principalmente, é que um exame severo e escrupuloso se faz necessário, porquanto, de envolta com essas coisas aproveitáveis, Espíritos hipócritas insinuam, com habilidade e preconcebida perfídia, fatos de pura invencionice, asserções mentirosas, a fim de iludir a boa-fé dos que lhes dispensam atenção. “Devem riscar-se, então, sem piedade, toda palavra, toda frase equívoca e só conservar do ditado o que a lógica possa aceitar, ou o que a Doutrina já ensinou. As comunicações desta natureza só são de temer para os espíritas que trabalham isolados, para os grupos novos, ou pouco esclarecidos, visto que, nas reuniões onde os adeptos estão adiantados e já adquiriram experiência, a gralha perde o seu tempo a se adornar com as penas do pavão: acaba sempre desmascarada. CONTINUA
  7. 7. Capítulo XX Da Influência Moral do Médium “Não falarei dos médiuns que se comprazem em solicitar e receber comunicações obscenas. Deixemos se deleitem na companhia dos Espí- ritos cínicos. Aliás, os autores das comunicações desta ordem buscam, por si mesmos, a solidão e o isolamento; porquanto só desprezo e nojo poderão causar entre os membros dos grupos filosóficos e sérios. Onde, porém, a influência moral do médium se faz realmente sentir, é quando ele substitui, pelas que lhe são pessoais, as ideias que os Espíritos se esforçam por lhe sugerir e também quando tira da sua imaginação teo- rias fantásticas que, de boa-fé, julga resultarem de uma comunicação intuitiva. É de apostar-se então mil contra um que isso não passa de re- flexo do próprio Espírito do médium. Dá-se mesmo o fato curioso de mover-se a mão do médium, quase mecanicamente às vezes, impelida por um Espírito secundário e zombeteiro. É essa a pedra de toque contra a qual vêm quebrar-se as imaginações ardentes, por isso que, arrebatados pelo ímpeto de suas próprias ideias, pelas lentejoulas de seus conhecimentos literários, os médiuns desconhecem o ditado modesto de um Espírito criterioso e, abandonando a presa pela sombra, o substituem por uma paráfrase empolada. “Contra este escolho terrível vêm igualmente chocar-se as personalidades ambiciosas que, em falta das comunicações que os bons Espíritos lhes recusam, apresentam suas próprias obras como sendo desses Espíritos. Daí a necessidade de serem, os diretores dos grupos espíritas, dotados de fino tato, de rara sagacidade, para discernir as comunica- ções autênticas das que não o são e para não ferir os que se iludem a si mesmos. CONTINUA
  8. 8. Capítulo XX Da Influência Moral do Médium “Na dúvida, abstém-te, diz um dos vossos velhos provérbios. Não admi- tais, portanto, senão o que seja, aos vossos olhos, de manifesta evidên- cia. Desde que uma opinião nova venha a ser expendida, por pouco que vos pareça duvidosa, fazei-a passar pelo crisol da razão e da lógica e rejeitai desassombradamente o que a razão e o bom-senso reprova- rem. Melhor é repelir dez verdades do que admitir uma única falsidade, uma só teoria errônea. Efetivamente, sobre essa teoria poderíeis edifi- car um sistema completo, que desmoronaria ao primeiro sopro da ver- dade, como um monumento edificado sobre areia movediça, ao passo que, se rejeitardes hoje algumas verdades, porque não vos são de- monstradas clara e logicamente, mais tarde um fato brutal, ou uma demonstração irrefutável virá afirmar-vos a sua autenticidade. “Lembrai-vos, no entanto, ó espíritas! de que, para Deus e para os bons Espíritos, só há um impossível: a injustiça e a iniquidade. “O Espiritismo já está bastante espalhado entre os homens e já moralizou suficientemente os adeptos sinceros da sua santa doutrina, para que os Espíritos já não se vejam constran- gidos a usar de maus instrumentos, de médiuns imperfeitos. Se, pois, agora, um médium, qualquer que ele seja, se tornar objeto de legítima suspeição, pelo seu proceder, pelos seus costumes, pelo seu orgulho, pela sua falta de amor e de caridade, repeli, repeli suas comunicações, porquanto aí estará uma serpente oculta entre as ervas. É esta a conclusão a que chego sobre a influência moral dos médiuns.” ERASTO. FIM
  9. 9. Capítulo XXII Da Mediunidade nos Animais 236. (...) Que é um médium? É o ser, é o indivíduo que serve de traço de união aos Espíritos, para que estes possam comunicar-se facilmente com os homens: Espíritos encarnados. Por conseguinte, sem médium, não há comunicações tangíveis, mentais, escritas, físicas, de qualquer natureza que seja. “Há um princípio que, estou certo, todos os espíritas admitem, é que os semelhantes atuam com seus semelhantes e como seus semelhantes. Ora, quais são os semelhantes dos Espíritos, senão os Espíritos, encar- nados ou não? Será preciso que vo-lo repitamos incessantemente? Pois bem! repeti-lo-ei ainda: o vosso perispírito e o nosso procedem do mesmo meio, são de natureza idêntica, são, numa palavra, semelhan- tes. Possuem uma propriedade de assimilação mais ou menos desen- volvida, de magnetização mais ou menos vigorosa, que nos permite a nós, Espíritos desencarnados e encarnados, pormo-nos muito pronta e facilmente em comunicação. “Enfim, o que é peculiar aos médiuns, o que é da essência mesma da individualidade deles, é uma afinidade especial e, ao mesmo tempo, uma força de expansão particular, que lhes suprimem toda refratariedade e estabelecem, entre eles e nós, uma espécie de corrente, uma espécie de fusão, que nos facilita as comunicações. É, em suma, essa refratariedade da matéria que se opõe ao desenvolvimento da mediunidade, na maior parte dos que não são médiuns. FIM ERASTO.
  10. 10. Médiuns É possível ao médium distinguir as alterações psíquicas e orgânicas que lhe são próprias das que estão procedendo dos espíritos desencarnados? Divaldo - Um dos comportamentos iniciais do médium deve ser o de estudar-se. Daí ser necessário estudar a mediunidade. Eu, por exemplo, quando comecei o exercício da mediunidade, ia a uma festa e assimilava de tal forma o psiquismo do ambiente, que me tornava a pessoa mais contente dali. Se ia a um casamento eu ficava mais feliz que o noivo. Se ia a um enterro ficava mais choroso que a viúva, porque me contaminava psiquicamente, e ficava muito difícil saber como era a minha personalidade. Pois, de acordo com o local, havia como que um mimetismo, isto é, eu assimilava o efeito do ambiente. Lentamente, estudando a minha personalidade, as minhas dificuldades e comportamen- tos, logrei traçar o meu perfil pessoal, e estabelecer uma conduta medial para que aqueles que vivem comigo saibam como eu sou, e daí possam avaliar os meus estados mediúnicos. De início, o médium terá algumas dificuldades, porque o fenômeno produz uma interpo- sição de personalidades estranhas a sua própria personalidade. Somando-se velhas difi- culdades à sensibilidade mediúnica, o sensitivo passa a ter muito aguçadas as reminis- cências das vidas pretéritas, não o caráter da consciência, mas o somatório das experiên- cias. CONTINUA
  11. 11. Médiuns Recordo-me que, em determinada época da minha vida, terminada uma palestra ou reunião mediúnica, eu tinha uma necessidade impe- riosa de caminhar. Caminhar até a exaustão física. Naquele período claro-escuro da mediunidade, sem saber exatamente como encontrar a paz, os espíritos me receitaram trabalho físico, para que, cansado, fosse obrigado ao repouso físico, porque tinha dificuldades de dormir. A vida física era-me muito ativa e, mesmo quando o corpo caía no colapso, a mente continuava excitada, e eu me levantava no dia seguinte pior do que havia deitado. Então, às vezes, eu preferia não deitar. Com o tempo fui formando meu perfil de comportamento, de personalidade, aprendendo a assumir a responsabilidade dos insucessos e a transferir para os Mentores os resultados das ações positivas que são sempre de Deus, enquanto os erros são sempre nossos. Estaremos sempre em sintonia com espíritos de comportamento idêntico ao nosso. Daí, o médium vai medindo as suas reações, suas mágoas, ciúmes, invejas, e irá identificando as reações positivas, a beleza, o desejo de servir. Por fim, aprende a selecionar quando é ele e quando são os espíritos que estão agindo por seu intermédio. FIM
  12. 12. Médiuns Quais são os requisitos necessários aos médiuns que militam na tarefa mediúnica? Raul - Percebendo que a mediunidade é uma faculdade mental, ela independe de o indivíduo ser nobre ou devasso. Sendo a mediunidade essa luz do espírito que se projeta através da carne, admitiremos tam- bém poder encontrá-la representando a treva do espírito que escorre através do soma. E exatamente por isso, percebemos que o médium deverá ajustar-se, quando deseje servir com o Cristo. Logo, os requisitos para o exercício da mediunidade no enfoque espírita serão o exercício da humildade, da humildade que não se converte em subserviência, mas que é a atitude de reconhecimento da grandeza da vida em face da nossa pequenez pessoal; o espírito de estudo, de apercebimento continuado das leis que nos regem, que nos governam. Atrelado às forças do bem, ajustar-se ao esforço de vivenciar as lições evangélicas, reno- vando, gradativamente, os panoramas da própria existência, domando as inclinações in- felizes, inferiores, elevando o padrão mental para que sua mentalização se dirija para o sentido nobre, fazendo-o cada vez mais vibrátil nas mãos das Entidades Felizes. CONTINUA
  13. 13. Médiuns O médium espírita deverá estar sempre voltado para aumentar o seu patrimônio de conhecimento das coisas, dando-nos conta de que o Espírito da Verdade nos disse ser necessário o amor que assiste, que guarda, que renuncia, que serve, e, ao mesmo tempo, a instrução que de maneira alguma representará apenas o diploma acadêmico, mas que é esse engrandecimento do caráter, da inteligência, esse amadure- cimento que, muitas vezes, o diploma não confere. Exatamente aí o médium deverá ater-se ao estudo, ao trabalho, à abnegação ao seme- lhante, e nesse esforço estará logrando também subir a ladeira para conquistar a humildade. Numa colocação feita pelo espírito Albino Teixeira, através de Chico Xavier, no livro Paz e Renovação (1), diz ele que o melhor médium para o mundo espiritual não é o que seja portador de múltiplas faculdades, mas é aquele que esteja sempre disposto a aprender e sempre pronto a servir. (1) XAVIER, F. C. Paz e renovação, diversos espíritos, capítulo 34, 4ª edição, CEC, Uberaba-MG, 1979. FIM
  14. 14. Os médiuns, essencialmente caracterizados pela sua dissociação aní- mica e fácil exteriorização do seu duplo, são suscetíveis de serem magnetizados, quer por desencarnados (transe), quer por encarnados (hipnose), operando-se, assim, o desdobramento integral; mas tam- bém a magnetização pode efetivar-se apenas em localizado campo especial, como sucede na psicografia mecânica, limitada ao antebra- ço e mão, fenômeno raro, tendo tido Portugal um dos melhores mé- diuns escreventes mecânicos mundiais — Fernando de Lacerda (*) —, quer por este processo produziu essa admirável obra de psicografia supranormal — “Do País da Luz” (4vols.) — apreciada e enaltecida no estrangeiro. No entanto, a maioria dos médiuns psicógrafos são geralmente intuitivos e algumas vezes semi-mecânicos, donde derivam certas lacunas e deficiências nas manifestações subjeti- vas do Além, sobretudo quando a sua preparação moral, intelectual e de cultura sejam de- ficientes. É por esse motivo que todos os autores espíritas recomendam com toda a solicitude e in- sistência aos médiuns a necessidade imprescindível duma dupla higiene: moral, pela ri- gorosa prática dos preceitos cristão; intelectual, pelo desenvolvimento duma cultura geral, e em especial, pelo estudo e conhecimento dos princípios básicos do Espiritismo, especial- mente na sua relação de conjunto. CONTINUA Psicografia mecânica, semi-mecânica e intuitiva = falaremos sobre este assunto mais adiante. Capítulo VI Experiências de Hector Durville e de L. Lefranc (*) No Brasil temos Francisco Cândido Xavier como exemplo de médium escrevente mecânico.
  15. 15. Se, para o grupo dos fenômenos físicos supranormais, estes conhe- cimentos têm uma ação secundária, em compensação, para as mani- festações supranormais de ordem subjetiva, tem uma importância capital e decisiva, no valor e transcendência das comunicações me- diúnicas. Poucos são os médiuns que tenham o pleno conhecimento das graves responsabilidades da elevada função social que lhes foi confiada, e do cumprimento dos deveres inerentes a tão nobre e delicada missão, como instrumentos da grande renovação filosófica e religiosa que há de conduzir a Humanidade, liberta de superstições e de dogmas, ao majestoso e fecundo templo da Religião-ciência, tendo por cúpula a Fraternidade Universal, unindo todos os povos, de pólo a pólo, de mundo a mundo, numa mesma vibração sintônica de Luz, Paz e Amor, num amplexo de regate e de redenção, tendo por catedral a majes- tosa e magnificente Natureza, expressa nos esplendores da Divina Criação. FIM Capítulo VI Experiências de Hector Durville e de L. Lefranc
  16. 16. Quarta Parte Capítulo 19 A melhor maneira que conheço de intensificar a Alta Percepção Au- ditiva consiste em ficar sentado à espera de orientação. Pegue lápis e papel, sente-se numa posição de meditação confortável, concentre- se e eleve a consciência. Formule uma pergunta em sua mente o mais claramente possível. Em seguida, focalize o desejo de conhecer a verdade acerca da pergunta, seja qual for a resposta. Feito isso, escreva a pergunta no papel. Deixe a caneta e o papel ao alcance da mão focalize e silencie a mente. Espere que lhe chegue uma respos- ta. Depois de algum tempo em silêncio, começará a recebê-la, em forma de imagens, sentimentos, conceitos gerais, palavras ou até de cheiros. Escreva a resposta, seja ela qual for. Você talvez ache que o que está escrevendo não tem importância, mas continue escreven- do. A forma pela qual sobrevém a informação pode variar. Não se preocupe com isso e escre- va. A escrita acabará orientando a informação de modo que ela se transforme em sons. Concentre-se em ouvir diretamente as palavras que lhe chegam. Pratique, pratique, pra- tique. Escreva tudo o que ouvir, não deixe nada de fora. Depois que acabar de escrever, ponha o papel de lado, pelo menos por quatro horas. Volvido esse tempo, leia o que escre- veu. Você o achará interessante. Tenha sempre um caderno de apontamentos para esse fim. FIM
  17. 17. Capítulo 16. Consciente do significado do instante para cada consulente (pessoa que pede consulta), dispensava atenção a todos com gentileza e paciência, procurando sempre iluminar-lhes a mente com os ensinamentos do Espiritismo, de forma que adquirisse responsa- bilidade diante dos acontecimentos, evitando tornar-se-Ihe o guru ou o psicoterapeuta de toda hora, como, não raro, ocorre. Sendo bem atendidos, alguns clientes da fraternidade abdicam do dever de pensar e de agir, procurando contínua orientação e inces- sante ajuda, sem contribuir com o próprio esforço para as decisões e ações que lhes dizem respeito. FIM
  18. 18. Capítulo 17. O ministério da mediunidade ainda constitui um grande desafio para o Espírito em processo de reajustamento e de auto-iluminação. O médium, não somente é convidado à luta contra as más inclina- ções que procedem do caminho percorrido em outras etapas, como também àquela que deve travar com os adversários desencarnados, que ainda se comprazem em molestar os obreiros da ordem, procurando manter o estágio de sombras e de ignorância que pre- domina em muitos segmentos da sociedade terrena. Sentindo-se, invariavelmente a sós e carregando o fardo de muitas aflições internas, que não se encoraja a apresentar a ninguém, desde que a sua é a tarefa de aliviar o seu próximo, é instado a silêncios ho- méricos e a testemunhos constantes, que o capacitam para empre- endimentos mais relevantes. No entanto, como toda ascensão é sempre assinalada por grande esforço e expressivos padecimentos pessoais, deve ele equipar-se de coragem e de resistência moral, a fim de enfrentar os empecilhos e gratuitas perseguições conforme aconteceu com Jesus, que lhe deve permanecer na condição de Mo- delo irretocável. FIM
  19. 19. – Por minha parte – interferiu uma simpática senhora, também do nosso Plano – acreditei que a mediunidade de que me encontrava investida, deveria ser praticada somente nos dias reservados às reuniões que frequentava. Não me conscientizei de que se é médium durante as 24 horas do dia... Assim, tenho hoje a tarefa de estimular os companheiros portadores de faculdades mediúnicas a que não desfaleçam nas lutas e não se permitam justificativas para postergar os benefícios que podem ser distribuídos mediante a aplicação das forças espirituais de que são portadores. Capítulo 18. "Olvidam-se (esquecem) muitos amigos do exercício mediúnico de que, à medida que se entregam ao afã educativo das faculdades, mais ampla penetração conseguem nas dimensões extrafísicas. Dia virá, no entanto, em que a mediunidade estará tão natural em todas as vidas que os indivíduos se tornarão maleáveis, dóceis à inspiração dos seus Guias espirituais, alargando as fronteiras da vida física... " FIM Uma opinião sobre a mediunidade...
  20. 20. Capítulo 15 Dentro de um caminhão... A turbamulta (multidão) de espíritos se adentrara pela cabina do carro, na qual se acomodavam os familiares distraídos, sem nada perceberem, em razão de terem os centros da sensibilidade mediúnica anestesiados, por falta do exercício mental da meditação, do recolhimento, das idéias superiores. FIM
  21. 21. Capítulo 32 É muito difícil o relacionamento entre mundos constituídos por vibrações de diverso teor, quais o da matéria carnal e o do Espírito desencarnado. Transitar entre esses dois estados de percepção consciente torna-se um severo desafio para as criaturas, particularmente aquelas que são portadoras de faculdades mediúnicas. Momentos ocorrem em que as situações antípodas (opostas) se confundem, produzindo indecifráveis estados d'alma, em que a consciência atual padece as injunções das experiências anteriores, de outra reencarnação, e das transmissões vigorosas das mentes em desalinho, liberadas da matéria. Poderíamos dizer que a consciência padece a constrição das lembranças arquivadas no inconsciente e das idéias que lhe são impostas por meio do superconsciente... Em tais situações, os médiuns sofrem, incompreendidos por aqueles que não experi- mentam os mesmos sucessos, que têm dificuldade em atender essas modificações de comportamento e humor, e que somente com o sacrifício na educação da vontade esclarecida, e do equilíbrio, com dificuldade logrado, conseguem traçar uma linha de con- duta normal, o que, de forma alguma, queira expressar cessação das difíceis conjunturas. CONTINUA
  22. 22. Capítulo 32 É que, nesse estágio, superando-se, o medianeiro consegue sobrepor o que deve fazer ao que lhe acontece e não tem o direito de de- monstrá-lo, a fim de evitar impressões desagradáveis sobre a sua conduta moral e psíquica, bem como liberar-se de criar ambiente de desagrado ou mal-estar em sua volta. FIM
  23. 23. Capítulo 3 Sem dúvida, sendo a mediunidade uma faculdade inerente ao Espí- rito, que a deve dignificar mediante o seu correto exercício, todos os seres humanos, de alguma forma, são-lhe portadores. Quando se expressa mais ostensivamente, em razão de compromis- sos espirituais anteriores, é campo muito vasto a joeirar (observar com atenção), exigindo comportamento consentâneo com a magni- tude de que se reveste. Ao mesmo tempo, em razão das defecções e conquistas morais do seu possuidor, situa-se em faixa vibratória correspondente ao grau evolutivo do mesmo, produzindo sintonia com Entidades que lhe correspondem ao apelo de ondas equivalentes. Assim sendo, torna-se veículo dos pensamentos e induções próprios à sintonia, todos aqueles, encarnados ou não, que são semelhantes aos sentimentos do médium. Por isso mesmo, quando irrompe a mediunidade, não raro, se transforma em grave tormento para o seu portador, por colocá-lo em campo diferente do habitual, expondo-o às mais diferentes condutas morais e mentais, procedentes do mundo espiritual, e que se sucedem de maneira volumosa e perturbadora. CONTINUA
  24. 24. Desequipado de conhecimento e de recursos para contrabalançar as ondas psíquicas e as sensações físicas delas decorrentes, experi- menta distúrbios nervosos, tais a ansiedade, a depressão, a insegu- rança, o mal-estar físico, as cefalalgias, os problemas de estômago, de intestinos, as tonturas, e que resultam da absorção das energias negativas que lhe são direcionadas pelos próprios adversários, assim como por outros Espíritos, perversos uns, zombeteiros outros, malquerentes quase todos eles... Capítulo 3 Quando, no entanto, o medianeiro toma conhecimento das lições educativas do Espiritismo, especialmente através das diretrizes segu- ras de O Livro dos Médiuns, de Allan Kardec, o roteiro de segurança se lhe desenha com maior eficiência, convidando-o a submeter-se ao compromisso sério de trabalhar pelo próprio como pelo bem comum. À medida que se moraliza, o médium se equipa de resistências para vencer as perse- guições espirituais, que são um grande entrave ao êxito do seu ministério, particularmente tendo em vista as paixões inferiores que constituem um grande desafio a enfrentar a todo momento. A mediunidade, portanto, pode ser uma provação dolorosa, que se transforma em tarefa de ascensão, ou um sublime labor missionário que, assim mesmo, não isenta o indivíduo dos testemunhos, das dificuldades, das renúncias e da vigilância constante que deve manter. FIM
  25. 25. Capítulo 6 Embora nem todos os indivíduos possuam faculdades ostensivas, que se expressem em forma sonambúlica ou inconsciente, quanto gostariam muitos, que justificam suas dúvidas por tomarem parte nas comunicações mais ou menos lúcidas na área da consciência, o fenômeno é bem caracterizado, oferecendo fatores para avaliação equilibrada de quem se empenhe em realizá-lo. À medida que o seu exercício se faz equilibrado, sistemático, ordeiro, surgem melhores possibilidades para o intercâmbio, ampliando os recursos do medianeiro, que deverá aprimorar-se mais, ante o estímulo de que se vê objeto. FIM
  26. 26. Capítulo 10 – Todas as criaturas terrestres – Espíritos reencarnados que são – possuem percepção mediúnica, que o futuro se encarregará de estudar com seriedade, a fim de ser utilizada com elevação, tornando-se um sentido a mais que será conquistado a pouco e pouco, lentamente incorporando-se aos demais sensoriais. O eminente Codificador informou que a mediunidade radica-se no organismo, sendo, portanto, uma conquista do processo evolutivo para facilitar o crescimento do Espírito, que no corpo imprimiu essa função. FIM
  27. 27. Capítulo 13 “(...) a mediunidade bem exercida faculta ao seu possuidor momen- tos de incomparável beleza e ventura, contatos espirituais insupe- ráveis, facultando a conquista de afeições duradouras e abençoadas, que se lhes tornam enriquecimento especial para os dias do futuro imortal. “Ao mesmo tempo, como existem aqueles que criam dificuldades e sombreiam as horas do medianeiro com dores excruciantes, produ- zindo dificuldade de todo teor, aproximam-se também criaturas de elevada estatura moral, que o cercam de bondade e legítima afetivi- dade, envolvendo-o em orações de reconforto moral e ânimo, a fim de que seja vitorioso no ministério desafiador. “Não são poucos esses amigos ideais do servidor de Jesus na mediu- nidade dignificada, que estão sempre próximos para o ajudar sem qualquer interesse de retribuição, tocados pelos seus exemplos de fé e de coragem, de dedicação e de trabalho.” FIM “Mediunidade bem exercida...”
  28. 28. Capítulo 18 O médium é chamado a atenção de suas responsabilidades, no plano espiritual, pelos seus protetores. – Que tem o querido irmão feito da fé renovada? Como se tem utili- zado dos recursos mediúnicos, ora movimentados por forças inferio- res? Como se encoraja a tentar unir César e Jesus no mesmo reci- piente de prazer e proclamar que a vida deve ser fruída sem qual- quer desvio das suas concessões? Outras interrogações foram apresentadas com amor e severidade, a fim de que ficassem impressos na memória espiritual todos os acon- tecimentos daquela noite incomparável. – Somando-se a esses desatinos de comportamento moral e psicológico – prosseguiu o nobre Mentor – advertimo-lo que os Mensageiros que o amparam têm encontrado difi- culdades para manter o contato psíquico, porque os seus centros de captação mediúnica estão sintonizados com as faixas de baixa frequência que decorrem das suas aspirações ocupadas por ativistas infelizes. “A mente do médium deve sempre estar vinculada aos ideais de enobrecimento, impedindo, desse modo, a interferência dos Espíritos vulgares, que se comprazem na ilusão, estimulando conduta equivocada, para mais estreitarem a comunhão psíquica com aqueles que os albergam no mundo íntimo. CONTINUA
  29. 29. Capítulo 18 O médium é chamado a atenção de suas responsabilidades, no plano espiritual, pelos seus protetores. Nunca faltam recursos preciosos para a preservação da saúde inte- rior, tais: a oração, as leituras edificantes, o trabalho de socorro fra- ternal, tanto quanto o social que diz respeito aos valores existenciais, a meditação, o espairecimento sadio, a conversação edificante, o intercâmbio de pensamentos elevados... “Somente dessa forma, é possível preservar o psiquismo das incur- sões desastrosas, propiciadas pelos servidores das paixões subalter- nas. Nesse sentido, o caro irmão tem-se permitido a cultura da ocio- sidade espiritual, negligenciando os deveres, para ter tempo de entregar-se ao culto da personalidade e ao prazer nas rodas elegan- tes do anedotário picante e vulgar, tanto quanto da exibição de valores que estão longe de ser legítimos... “Para onde pretende direcionar os passos? Que tem feito dos tesouros mediúnicos que deveriam ser aplicados para enxugar lágrimas e diminuir aflições? Onde o devotamento à causa do Bem? “A simples presença nas reuniões que propiciam a exaltação do ego, nas quais a chocarrice e a insensatez campeiam, somente traz maior contingente de responsabilidade não atendida. CONTINUA
  30. 30. Capítulo 18 O médium é chamado a atenção de suas responsabilidades, no plano espiritual, pelos seus protetores. Torna-se urgente que faça uma avaliação de conduta, a fim de retomar a charrua sem olhar para trás. Fracasso hoje, significa compromisso adiado para mais tarde com aumento de graves deveres. FIM
  31. 31. A Luta Prossegue Todos aqueles, portanto, que desejam manter intercâmbio com os Espíritos, equipem-se com valores morais e intelectuais, de modo a se precatarem (prevenirem) contra as surpresas e ciladas que lhes podem ser apresentadas. Outrossim, busquem manter sintonia com os seus Guias, capacitados para os orientar e conduzir em cometimentos de tal natureza. Sobre a tarefa mediúnica... FIM
  32. 32. Estudos Dirigidos Vamos dar uma pausa por aqui. http://vivenciasespiritualismo.net/index.htm Luiz Antonio Brasil Périclis Roberto pericliscb@outlook.com

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