12.01 As Glândulas 20 jan 2015

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12.01 As Glândulas 20 jan 2015

  1. 1. Estudos Dirigidos As Glândulas Vamos falar aqui sobre as Glândulas.
  2. 2. Vamos ver alguns trechos de um artigo da Revista Veja sobre o sistema hormonal. Estudos Dirigidos As Glândulas Editora Abril edição 2283 ano 45 nº 34 22 de agosto de 2012
  3. 3. Orquestra afinada Imagine o sistema hormonal como uma orquestra. Como em um concerto, em que todos os músicos tocam juntos, os hormônios interagem entre si - e o bom funcionamento de um depende da ação precisa de outro. Nesse conjunto, os hormônios sintetizados por outros órgãos e glândulas equivalem às orquestras de câmara. O hipotálamo, no miolo do cérebro, é o diretor artístico, e a hipófise, na base do crânio, o maestro.
  4. 4. “A existência humana é definida por um mar interior.“ Com essa certeza, o médico francês Claude Bernard (1813-1878), considerado o pai da fisiologia, entrou para a história da medicina. O "mar inte- rior“ foi a metáfora usada para sintetizar o seu último (e maior) achado: o de que o organismo é controlado por "fluidos que circu- lam pelo corpo". Até então, acreditava-se que as células trabalha- vam em circuitos fechados, sem comunicação entre eles. HORMÔNIOS Eles comandam tudo, do humor ao emagrecimento. A mudança de paradígma aconteceu em 1848, a partir de experimentos com cachorros. Ao analisar as entranhas dos animais, Bemard percebeu que substâncias produzidas no pân- creas e no fígado poderiam ser encontradas também em órgãos distantes, como os intes- tinos. Foi dado ali, em um laboratório do College de France, em Paris, o primeiro passo para a descoberta dos intricados mecanismos reguladores do mar interior que determinam a existência humana - os hormônios. Até agora, contam-se duas centenas de hormônios e, graças a eles, nossas células são a- bastecidas de energia, nosso coração bate, nossas artérias pulsam, temos fome e nos sa- ciamos, dormimos, acordamos e nos emocionamos. Tão poderosos são que, caso fossem agrupados, todos os hormônios circulantes em nosso organismo somariam apenas dez gotas.
  5. 5. E a revista termina o artigo, sobre os hormônios, com a seguinte frase: Estudos Dirigidos As Glândulas “(...) Como o mar de verdade, o da metáfora de Claude Bernard é vasto, fascinante e cheio de segredos ainda por desvendar.”
  6. 6. 1. Base 2. Sacro 3. Plexo Solar 4. Coração 5. Garganta 6. Cabeça 7. Coroa Pineal Pituitária Tireóide Timo Pâncreas Gônadas Glândulas Supra-renais Cérebro superior. Olho direito. Cérebro inferior. Olho esquerdo. Ouvidos. Nariz. Sistema nervoso. Aparelho brônquico e vocal. Pulmões. Canal alimentar. Coração. Sangue. Nervo vago. Sistema circulatório. Estômago. Fígado. Vesícula biliar. Sistema nervoso. Sistema reprodutor. Coluna vertebral. Rins. CHAKRA GLÂNDULA ENDÓCRINA ÁREA DO CORPO GOVERNADA
  7. 7. Os chakras se relacionam com as várias redes plexiformes existentes no organismo e estão veiculados diretamente a inúmeras glândulas endócrinas, transformando energia de diferentes dimensões ou de faixas vibracionais específicas em alterações fisiológicas, hormonais, teciduais, celulares, etc. O pensamento, antes de ser emitido atuando sobre ambientes, pessoas e objetos, circula em circuito fechado, pelos nossos chakras.
  8. 8. Capítulo 5 Células e Corpo Espiritual O todo indivisível do organismo Lógico entender, dessa forma, que, diante do governo mental, a reunião das células compõe tecidos, assim como a associação dos tecidos esculpe os órgãos, partes constituintes do organismo que passa a funcionar, como um todo indivisível em sua integri- dade, cingido pelo sistema nervoso e controlado pelos hormônios ou substâncias produzidas em determinado órgão e transportadas a outros arraiais da atividade somática, que lhes excitam as pro- priedades funcionais para certos fins, hormônios esses nascidos de impulsão mecânica da mente sobre o império celular, confor- me diferentes estados emotivos da consciência, enfeixando car- gas de elementos químicos em nível ideal, quando o equilíbrio íntimo lhe preside as manifestações, e consubstanciando recur- sos de manutenção e preservação da vida normal, perfeitamente isoláveis pela ciência comum, como já acontece com a adrena- lina das supra-renais, com a insulina do pâncreas, a testosterona dos testículos e outras secreções glandulares do cosmo orgânico. FIM
  9. 9. (...) a mente transmite ao carro físico a que se ajusta, durante a encar- nação, todos os seus estados felizes ou infelizes, equilibrando ou con- turbando o ciclo de causa e efeito das forças por ela própria libertadas nos processos endotérmicos, mantenedores da biossíntese. Capítulo 8 Evolução e Metabolismo Metabolismo do corpo e da alma O metabolismo subordina-se, desse modo, à direção espiritual, tanto mais intensa e exatamente, quanto maior a quota de responsabilidade do ser pelo conhecimento e discernimento de que disponha, e, em ple- na floração da inteligência, podemos identificá-lo não apenas no emba- te das forças orgânicas, mas também no domínio da alma, porquanto raciocínio organizado é pensamento dinâmico e, com o pensamento consciente e vivo, o homem arroja de si mesmo forças criadoras e reno- vadoras, forjando, desse modo, na matéria, no espaço e no tempo, os meandros de seu próprio destino. FIM
  10. 10. “(...) uma estátua notável reproduzindo o corpo humano, transparente aos nossos olhos, à qual apenas faltava o sopro espiritual para revelar-se viva.” Uma Escultura do Corpo Humano “Patenteavam-se, ali, à nossa visão, todos os órgãos e apetrechos do carro físico, sob a proteção do sistema nervoso e do sistema sanguíneo.” “O coração, à maneira de um grande pássaro no ninho das artérias enro- dilhadas na árvore dos pulmões; o fígado, à feição de um condensador vi- brante; o estômago e os intestinos como digestores técnicos e os rins, quais aparelhos complexos de filtragem, convidavam-nos a profunda admiração; contudo, nosso maior interesse concentrava-se no sistema endocrínico, no qual as glândulas se salientavam por figurações de luz.” “A epífise, a hipófise, a tireóide, as paratireóides, o timo, as supra-renais, o pâncreas e as bolsas genésicas caracterizavam-se, perfeitas, sobre o fundo vivo dos centros perispirituais, que se combinavam uns com os outros, em sutilíssimas ramificações nervosas, singularmente ajustadas, através dos plexos, emitindo cada centro irradiações próprias, constituin- do-se o conjunto num todo harmônico, que nos impelia à contemplação extática.” Capítulo 19. CONTINUA
  11. 11. Capítulo 19. “— Habitualmente convidamos a atenção (...) para os veículos de nossas manifestações, mostrando-lhes, quanto possível, a corres- pondência entre nossos estados espirituais e as formas de que nos servimos.” “É indispensável compreendamos que todo mal por nós praticado conscientemente expressa, de algum modo, lesão em nossa cons- ciência e toda lesão dessa espécie determina distúrbio ou mutila- ção no organismo que nos exterioriza o modo de ser.” “Em todos os planos do Universo, somos espírito e manifestação, pensamento e forma. Eis o motivo por que, no mundo, a Medici- na há de considerar o doente como um todo psicossomático, se quiser realmente investir-se da arte de curar.” CONTINUA “— Da mente clareada pela razão, sede dos princípios superiores que governam a individualidade, partem as forças que asseguram o equilíbrio orgânico, por intermé- dio de raios ainda inabordáveis à perquirição humana, raios esses que vitalizam os centros perispiríticos, em cujos meandros se localizam as chamadas glândulas endó- crinas, que, a seu turno, despedem recursos que nos garantem a estabilidade do campo celular.”
  12. 12. “Como é óbvio, nas criaturas encarnadas esses elementos se consubstan- ciam nos hormônios diversos que atuam sobre todos os órgãos do corpo físico, através do sangue.” “O homem comum, que já conhece a tiroxina e a adrenalina, energias fa- bricadas pela tireóide e pelas supra-renais, com influência decisiva no tra- balho circulatório, nos nervos e nos músculos, não ignora que todas as demais glândulas de secreções interna, produzem recursos que decidem sobre saúde e enfermidade, equilíbrio e desequilíbrio nos indivíduos en- carnados.” “Ora, em substância, como é fácil de ver, todos os estados acidentais das formas de que nos utilizamos, no espaço e no tempo, dependem, assim, do comando mental que nos é próprio.” “É por isso que a justiça, sendo instituto fundamental de ordem, na Criação, começa invaria- velmente em nós mesmos, em toda e qualquer ocasião que lhe defraudemos os princípios.” “A evolução para Deus pode ser comparada a uma viagem divina.” “O bem constitui sinal de passagem livre para os cimos da Vida Superior, enquanto que o mal significa sentença de interdição, constrangendo-nos a paradas mais ou menos difíceis de rea- juste.” FIM Capítulo 19.
  13. 13. Vejam, pelo comentário do espírito Joseph Gleber, como o desequilíbrio atua em nosso corpo. “As emoções e os desejos contidos de modo irrefletido e desordenado dão origem a profundas angústias; os desequilíbrios emocionais e as paixões desenfreadas, muitas vezes reprimidos apenas pelas imposições sociais, deixam marcas profundas nas células sutis do corpo espi- ritual.” “Isso requer longo tempo no trabalho de reajuste. Normalmente, nesses casos, os chacras inferiores e os seus plexos correspondentes encontram-se desajustados pelo acúmulo de energia ou fluido mórbido. Essa vibração desarmônica transfere-se para o corpo somático em forma de enfermidades.” “A integração entre espírito-perispírito e corpo físico é tão grande e se manifesta em tal intensidade que o sistema nervoso responde de forma automática aos impulsos advindos do espírito.” Capítulo 03 Saúde, Enfermidade e Auto-Amor. “As energias e emoções vividas pelo espírito encarnado influem profundamente nas fun- ções vegetativas, atingindo o sistema simpático e parassimpático com a densidade característica desses focos de desarmonia.” CONTINUA
  14. 14. “O acúmulo de energia densa pode gerar distúrbios e toda forma de en- fermidades inflamatórias, envolvendo o órgão afetado com uma carga de fluido denso e uma aura densa e sem brilho, que é absorvida pelo órgão, causando a enfermidade local.” Capítulo 03 Saúde, Enfermidade e Auto-Amor. “A falta de energia que ativa a vitalidade pode ser o resultado de um blo- queio que impede a circulação do fluido vital, deixando o órgão corres- pondente atrofiado ou sem o campo energético que o mantém ativo.” “Observa-se então um certo enfraquecimento do órgão, com um emba- çamento da aura ou campo energético que o circunda.” “Isso tudo nos leva a reavaliar certos conceitos modernos a respeito da saúde e das enfermi- dades.” “O organismo físico apenas reflete o estado dos outros campos de manifestação da cons- ciência espiritual. O estado psicológico está sempre em relação com o estado físico, intera- gindo com este de forma perfeita e gerando situações que podem ser classificadas de saúde ou doença.” FIM
  15. 15. Capítulo 06. O Estudo da Mente. A saúde do homem é o resultado da ação da mente sobre os milhares e milhões de seres microscópicos que nascem, crescem, convivem e mor- rem diariamente na intimidade de seu corpo físico. Somente o poder mental é capaz de acionar as defesas imunológicas, promover o equilíbrio do mundo orgânico e coordenar os milhões de vírus, bactérias e outras formas de vida que se aglomeram no corpo humano. A mente é a usina diretora que transmite as ordens do espírito e dirige a comunidade orgânica, produzindo células, substituindo tecidos e revi- talizando ou recuperando sangue, ossos e membros. É, ainda, o poder mental o responsável pelas transformações do metabolismo humano, transferindo para o corpo físico todos os comandos provenientes do espírito. Dessa forma, podemos compreender a importância do estudo da mente para a harmonia do homem e o seu crescimento espiritual. FIM
  16. 16. Capítulo 22 Mediunidade curativa Mente e psicossoma Compreendendo-se o envoltório psicossomático por templo da alma, estruturado em bilhões de células a se caracterizarem por atividade incessante, é natural imaginemos cada centro de força e cada órgão por departamentos de trabalho, interdependentes entre si, não obs- tante o caráter autônomo atribuível a cada um. Semelhantes peças, no entanto, obedecem ao comando mental, se- diado no cérebro, que lhes mantém a coesão e o equilíbrio, por in- termédio das oscilações inestancáveis do pensamento. Temos, assim, as variadas províncias celulares sofrendo o impacto constante das radiações mentais, a lhes absorverem os princípios de ação e reação desse ou daquele teor, pelos quais os processos da saúde e da enfermidade, da harmonia e da desarmonia são associa- dos e desassociados, conforme a direção que lhes imprima a vontade. Naturalmente não podemos esquecer que o alimento comum garante a subsistência do corpo físico, através da permuta contínua de substâncias com a incessante transformação de energia, e isso acontece porque a força mental conjuga substância e energia na produ- ção dos recursos de apoio à existência e dos elementos reguladores do metabolismo. FIM
  17. 17. Vamos ver agora uma explanação sobre a glândula Epífise. Estudos Dirigidos As Glândulas
  18. 18. Capítulo 2. A epífise. Enquanto o nosso companheiro se aproveitava da organização mediúnica, vali-me das forças magnéticas que o instrutor me fornecera, para fixar a máxima atenção no médium. Quanto mais lhe notava as singularidades do cérebro, mais admirava a luz crescente que a epífise deixava perceber. A glândula minúscula transformara-se em núcleo radiante e, em derredor, seus raios formavam um lótus de pétalas sublimes. Examinei atentamente os demais encarnados. Em todos eles, a glândula apresentava notas de luminosidade, mas em nenhum brilhava como no intermediário em serviço. A EPÍFISE (Estava sendo realizado o trabalho de Psicografia.) Sobre o núcleo, semelhante agora a flor resplandecente, caía luzes suaves, de Mais Alto, re- conhecendo eu que ali se encontravam em jogo vibrações delicadíssimas, imperceptíveis para mim. Estudara a função da epífise nos meus apagados serviços de médico terrestre. Segundo os orientadores clássicos, circunscreviam-se suas atribuições ao controle sexual no período infantil. Não passava de velador dos instintos, até que as rodas da experiência sexual pudes- sem deslizar com regularidade, pelos caminhos da vida humana. Depois, decrescia em força, relaxava-se, quase desaparecia, para que as glândulas genitais a sucedessem no campo da energia plena. Minhas observações, ali, entretanto, contrastavam com as definições dos círculos oficiais. Como o recurso de quem ignora é esperar pelo conhecimento alheio, aguardei Alexandre para elucidar-me, findo o serviço ativo. CONTINUA
  19. 19. Capítulo 2. A epífise. A EPÍFISE Passados alguns minutos, o generoso mentor acercava-se de mim. Não esperou que me explicasse. – Conheço-lhe a perplexidade – falou. Também passei pela mesma surpresa, noutro tempo. A epífise é agora uma revelação para você. – Sem dúvida – acrescentei. – Não se trata de órgão morto, segundo velhas suposições – prosseguiu ele. – É a glândula da vida mental. Ela acorda no organismo do homem, na puberdade, as forças criadoras e, em seguida, continua a funcionar, como o mais avançado laboratório de elementos psíquicos da criatura terrestre. O neurologista comum não a conhece bem. O psiquiatra devassar-lhe-á, mais tarde, os segredos. Os psicólogos vulgares ignoram-na. Freud interpretou-lhe o desvio, quando exa- gerou a influenciação da “libido”, o estudo da indisciplina congênita da Humanidade. Enquan- to no período do desenvolvimento infantil, fase de reajustamento desse centro importante do corpo perispiritual preexistente, a epífise parece constituir o freio às manifestações do sexo; entretanto, há que retificar observações. “Aos catorze anos, aproximadamente, de posição estacionária, quanto às suas atribuições es- senciais, recomeça a funcionar no homem reencarnado. O que representava controle é fonte criadora e válvula de escapamento. A glândula pineal reajusta-se ao concerto orgânico e rea- bre seus mundos maravilhosos de sensações e impressões na esfera emocional. Entrega-se a criatura à recapitulação da sexualidade, examina o inventário de suas paixões vividas noutra época, que reaparecem sob fortes impulsos.” CONTINUA
  20. 20. Capítulo 2. A epífise. A EPÍFISE Achava-me profundamente surpreendido. Findo o intervalo que impusera à exposição do ensinamento, Alexandre continuou: – Ela preside aos fenômenos nervosos da emotividade, como órgão de ele- vada expressão no corpo etéreo. Desata, de certo modo, os laços divinos da Natureza, os quais ligam as existências umas às outras, na seqüência de lutas, pelo aprimoramento da alma, e deixa entrever a grandeza das facul- dades criadoras de que a criatura se acha investida. – Deus meu! – exclamei – e as glândulas genitais, onde ficam? O instrutor sorriu e esclareceu: – São demasiadamente mecânicas, para guardarem os princípios sutis e quase imponderáveis da geração. Acham-se absolutamente controladas pelo potencial magnético de que a epífise é a fonte fundamental. As glândulas genitais segregam os hormônios do sexo, mas a glândula pineal, se me posso exprimir assim, segrega “hormônios psíquicos” ou “unidades-força” que vão atuar, de maneira positiva, nas energias geradoras. Os cromossomos da bolsa seminal não lhe escapam a influenciação absoluta e determinada. Alexandre fez um gesto significativo e considerou: – No entanto, não estamos examinando problemas de embriologia. Limitemo-nos ao assunto inicial e analisemos a epífise, como glândula da vida espiritual do homem. Dentro de meu espanto, guardei rigoroso silêncio, faminto de instruções novas. CONTINUA
  21. 21. Capítulo 2. A epífise. A EPÍFISE – Segregando delicadas energias psíquicas – prosseguiu ele –, a glândula pineal conserva ascendência em todo o sistema endocrínico. Ligada à mente, através de princípios eletromagnéticos do campo vital, que a ciência comum ainda não pode identificar, comanda as forças subcons- cientes sob a determinação direta da vontade. As redes nervosas consti- tuem-lhe os fios telegráficos para ordens imediatas a todos os departa- mentos celulares, e sob sua direção efetuam-se os suprimentos de ener- gias psíquicas a todos os armazéns autônomos dos órgãos. Manancial criador dos mais importantes, suas atribuições são extensas e fundamen- tais. “Na qualidade de controladora do mundo emotivo, sua posição na experiência sexual é básica e absoluta. De modo geral, todos nós, agora ou no pretérito, viciamos esse foco sagrado de forças criadoras, transformando-o num imã relaxado, entre as sensações inferiores de natureza animal.” “Quantas existências temos despendido na canalização de nossas possibilidades espirituais para os campos mais baixos do prazer materialista?” “Lamentavelmente divorciados da lei do uso, abraçamos os desregramentos emocionais, e daí, meu caro amigo, a nossa multimilenária viciação das energias geradoras, carregados de com- promissos morais, com todos aqueles a quem ferimos com os nossos desvarios e irreflexões. Do lastimável menosprezo a esse potencial sagrado, decorrem os dolorosos fenômenos da he- reditariedade fisiológica, que deveria constituir, invariavelmente, um quadro de aquisições abençoadas e puras.” CONTINUA
  22. 22. Capítulo 2. A epífise. A EPÍFISE “A perversão do nosso plano mental consciente, em qualquer sentido da evolução, determina a perversão de nosso psiquismo inconsciente, encar- regado da execução dos desejos e ordenações mais íntimas, na esfera das operações automáticas.” “A vontade desequilibrada desregula o foco de nossas possibilidades cria- doras.” “Daí procede a necessidade de regras morais para quem, de fato, se inte- resse pelas aquisições eternas nos domínios do Espírito. Renúncia, abne- gação, continência sexual e disciplina emotiva não representam meros preceitos de feição religiosa. São providências de teor científico, para en- riquecimento efetivo da personalidade.” “Nunca fugiremos à lei, cujos artigos e parágrafos do Supremo Legislador abrangem o Universo. Ninguém enganará a Natureza.” “Centros vitais desequilibrados obrigarão a alma à permanência nas situações de desequilíbrio. Não adianta alcançar a morte física, exibindo gestos e palavras convencionais, se o homem não cogitou do burilamento próprio.” “A Justiça que rege a Vida Eterna jamais se inclinou. É certo que os sentimentos profundos do extremo instante do Espírito encarnado cooperam decisivamente nas atividades de regenera- ção além do túmulo, mas não representam a realização precisa.” CONTINUA
  23. 23. Capítulo 2. A epífise. A EPÍFISE O instrutor falava em tom sublime, pelo menos para mim, que, pela pri- meira vez, ouvia comentários sobre consciência, virtude e santificação, dentro de conceitos estritamente lógicos e científicos no campo da razão. Agora, aclaravam-se-me os raciocínios, de modo franco. Receber um corpo, nas concessões do reencarnacionismo, não é ganhar um barco para nova aventura, ao acaso das circunstâncias, mas significa responsabilidade de- finida nos serviços de aprendizagem, elevação ou reparação, nos esforços evolutivos ou redentores. – Compreende, agora, as funções da epífise no crescimento mental do homem e no enriquecimento dos valores da alma? – indagou-me o orientador. – Sim... – respondi sob impressão forte. – Segregando “unidades-força” – continuou –, pode ser comparada a poderosa usina, que de- ve ser aproveitada e controlada, no serviço de iluminação, refinamento e benefício da perso- nalidade e não relaxada em gasto excessivo do suprimento psíquico, nas emoções de baixa classe. Refocilar-se no charco das sensações inferiores, à maneira dos suínos, é retê-la nas cor- rentes tóxicas dos desvarios de natureza animal e, na despesa excessiva de energias sutis, mui- to dificilmente consegue o homem levantar-se do mergulho terrível nas sombras, mergulho que se prolonga, além da morte corporal. CONTINUA
  24. 24. Capítulo 2. A epífise. A EPÍFISE “Em vista disso, é indispensável cuidar atentamente da economia de forças, em todo serviço honesto de desenvolvimento das faculdades superiores. Os materialistas da razão pura, senhores de vastos patrimônios intelectuais, perceberam de longe semelhantes realidades e, no sentido de preservar a juventude, a plástica e a eugenia, fomentaram a prática do esporte, em todas as suas modalidades. Contra os perigos possíveis, na excessiva acu- mulação de forças nervosas, como são chamadas às secreções elétricas da epífise, aconselharam aos moços de todos os países o uso do remo, da bola, do salto, da barra, das corridas a pé. Desse modo, preservavam-se os valores orgânicos, legítimos e normais, para as funções da hereditariedade. A medida, embora satisfaça em parte, é, contudo, incompleta e defeituosa.” “Incontestavelmente, a ginástica e o exercício controlados são fatores valiosos de saúde; a com- petição esportiva honesta é fundamento precioso de socialização; no entanto, podem circuns- crever-se a meras providências em benefício dos ossos e, por vezes, degenera-se em elástico das paixões menos dignas. São muito raros ainda, na Terra, os que reconhecem a necessidade de preservação das energias psíquicas para engrandecimento do Espírito eterno.” “O homem vive esquecido de que Jesus ensinou a virtude como esporte da alma, e nem sempre se recorda de que, no problema do aprimoramento interior, não se trata de retificar a sombra da substância e sim a substância em si mesma.” Ouvia-lhe as instruções, entre a emotividade e o assombro. CONTINUA
  25. 25. – Entende, agora, como é importante renunciar? Percebe a grandeza da lei de elevação pelo sacrifício? A sangria estimula a produção de células vitais, na medula óssea; a poda oferece beleza, novidade e abundância nas árvo- res. O homem que pratica verdadeiramente o bem vive no seio de vibra- ções construtivas e santificantes da gratidão, da felicidade, da alegria. Não é fazer teoria de esperança. É princípio científico, sem cuja aplicação, na esfera comum, não se liberta a alma, descentralizada pela viciação nas zo- nas mais baixas da Natureza. Capítulo 2. A epífise. A EPÍFISE E porque observasse que as instruções lhe tomavam demasiado tempo, Alexandre concluiu: – De acordo com as nossas observações, a função da epífise na vida mental é muito importante. – Sim – considerei –, compreendo agora a substancialidade de sua influenciação no sexo e en- tendo igualmente a dolorosa e longa tragédia sexual da Humanidade. Percebo, nitidamente, o porquê dos dramas que se sucedem, ininterruptos, as aflições que parecem nunca chegar ao fim, as ansiedades que esbarram no crime, o cipoal do sofrimento, envolvendo lares e corações. – E o homem sempre disposto a viciar os centros sagrados de sua personalidade – concluiu Alexandre, solenemente –, sempre inclinado a contrair novos débitos, mas dificilmente deci- dido a retificar ou pagar. – Compreendo, compreendo... CONTINUA
  26. 26. Capítulo 2. A epífise. A EPÍFISE E, asilando certas dúvidas, exclamei: – Não seria então mais razoável... O orientador cortou-me a palavra e esclareceu: – Já sei o que deseja indagar. E, sorrindo: – Você pergunta se não seria mais interessante encerrar todas as expe- riências do sexo, sepultar as possibilidades do renascimento carnal. Se- melhante indagação, no entanto, é improcedente. Ninguém deve agir contra a lei. O uso respeitável dos patrimônios da vida, a união enobrece- dora, a aproximação digna, constituem o programa de elevação. É, por- tanto, indispensável distinguir entre harmonia e desequilíbrio, evitando o estacionamento em desfiladeiros fatais. Ditas estas palavras, Alexandre calou-se, como orientador criterioso que deixa ao discípulo o tempo necessário para digerir a lição. FIM
  27. 27. Vejam a seguir o que é dito sobre a EPÍFISE, no livro “Evolução em Dois Mundos”. Estudos Dirigidos As Glândulas
  28. 28. Capítulo 9 Evolução e Cérebro Zoólogos respeitáveis consideram o mencionado aparelho como sendo um globo ocular abandonado pela Natureza; A EPÍFISE FIM pelas quais Espíritos encarnados e desencarnados se consorciam, uns com os outros, na mesma faixa de vibrações, para as grandes criações da Ciência e da Religião, da Cultura e da Arte, na jornada ascensional para Deus, prenunciando as operações da mediunidade, consciente ou inconsciente, nos mecanismos da reflexão e do pensamento, da meditação e do discernimento, a tradução e seleção dos estados mentais diversos, contudo, é aí que a epífise começa a consolidar-se, por fulcro energético de sensações sutis para quando não seja nas associações psíquicas de espécie inferior ou de natureza vulgar, em que as almas prisioneiras da provação ou da sombra se retratam reciprocamente.
  29. 29. Mas vamos voltar ao livro “Missionários da Luz” com outras informações... Estudos Dirigidos As Glândulas
  30. 30. Uma “limpeza” no estômago do médium... – Iniciemos o auxílio magnético. Precisamos incentivar os processos di- gestivos para que o aparelho mediúnico funcione sem obstáculos. Estava para iniciar uma reunião de Materialização. Capítulo 10. Materialização. Não tive ensejo para interpelações verbais. Alexandre, porém, endere- çou-me significativo olhar, convidando-me a incentivar observações. Ele, Verônica e mais três assistentes diretos de Alencar colocaram as mãos, em forma de coroa, sobre a fronte da jovem, e vi que as suas ener- gias reunidas formavam vigoroso fluxo magnético que foi projetado sobre o estômago e o fígado da médium, órgãos esses que acusaram, imedia- tamente, novo ritmo de vibrações. Concentraram-se as forças emitidas, gradualmente, sobre o plexo solar, espalhando-se por todo o sistema nervoso vegetativo e, com espanto, observei que se acelerava o processo quí- mico da digestão. As glândulas do estômago começaram a segregar pepsina e ácido clorídrico, em maior quan- tidade, transformando rapidamente o bolo alimentar. Admirado, reconheci a elevada produ- ção de enzimas digestivas e vi que o pâncreas trabalhava ativamente, lançando grandes por- ções de tripsina, na parte inicial dos intestinos, que figuravam grande hospedaria de bacilos acidificantes. CONTINUA
  31. 31. Capítulo 10. Materialização. Valendo-me da oportunidade, analisei o fígado, que parecia sofrer espe- cial influenciação, notando-lhe a condição de órgão intermediário, não somente com funções definidas na produção da bile, mas também exer- cendo importante papel nos fenômenos nutritivos, relacionado com a vida dos glóbulos do sangue. As células hepáticas esforçavam-se, apres- sadas, armazenando recursos da nutrição ao longo das veias inter-lobu- lares, que se assemelhavam a pequeninos canais de luz. Em poucos minutos, o estômago permanecia inteiramente livre. – Agora – exclamou Verônica, serviçal –, preparemos o sistema nervoso para as saídas da força. E a limpeza/tratamento continua, mas agora em outros lugares... Reparei na diferenciação dos fluxos magnéticos, diante da nova operação posta em prática. Separaram-se os assistentes de algum modo e, enquanto Alexandre projetava a energia que lhe era peculiar sobre a região do cérebro, Verônica e os companheiros lançavam os recursos que lhes eram próprios sobre todo o sistema nervoso central, encarregando-se cada um de determinada zona dos nervos cervicais, dorsais, lombares e sacros. As forças projetadas sobre a organização mediúnica efetuavam limpeza eficiente e enérgica, porquanto via, espantados, os resíduos escuros que lhes eram arrancados dos centros vitais. Sob o fluxo luminoso da destra de Alexandre, o cérebro da jovem alcançava brilho singular, como se fora espelho cristalino. CONTINUA
  32. 32. Capítulo 10. Materialização. Todas as glândulas mais importantes resplandeciam, à maneira de nú- cleos vigorosos, excitados por elementos sublimes. Debaixo da chuva de raios espirituais em que se encontrava, a médium deixava perceber o trabalho divino de que era objeto, na intimidade de todas as células orgânicas, que pareciam restaurar o equilíbrio elétrico. Terminada a tarefa, Alexandre acercou-se de mim, observando, ante a minha indisfarçável curiosidade: – O aparelho mediúnico foi submetido a operações magnéticas destina- das a socorrer-lhe o organismo nos processos de nutrição, circulação, metabolismo e ações protoplásmicas, a fim de que o seu equilíbrio fisio- lógico seja mantido acima de qualquer surpresa desagradável. Prosseguindo o exame dos trabalhos em curso, reparei que Verônica alçava, agora, a destra sobre a cabeça da jovem, demorando-a no centro da sensibilidade. – Nossa irmã Verônica – explicou o meu amável orientador – está aplicando passes magné- ticos como serviço de introdução ao desdobramento necessário. FIM
  33. 33. Vejam no texto a seguir o resultado da atuação, que pode acontecer em nosso organismo, devido a processos obsessivos, no qual André Luiz estava estudando em uma determinada instituição, de nosso plano físico. Estudos Dirigidos As Glândulas
  34. 34. Capítulo 18. Obsessão. A jovem que reagia contra a perigosa atuação dos habitantes das som- bras, demonstrava regular normalidade em seu aparelho fisiológico. Semelhava-se a alguém que movimentava todas as possibilidades da defensiva para conservar intacto o equilíbrio da própria casa (Esta jo- vem vinha conseguindo se tratar do processo obsessivo pelo qua estava passando); (...) (...) entretanto, os demais exibiam lamentáveis condições orgânicas. A desventurada possessa (outra mulher) apresentava sérias pertur- bações, desde o cérebro até os nervos lombares e sacros, demons- trando completa desorganização do centro da sensibilidade, além de lastimável relaxamento das fibras motoras. Tais desequilíbrios não se caracterizavam apenas no sistema nervoso, mas igualmente nas glândulas em geral e nos mais diversos órgãos. Nos demais obsidiados, os fenômenos de degradação física não eram menores. Dois deles revelavam estranhas intoxicações no fígado e rins. Outro mostrava singular desequilíbrio do coração e pulmões, tendendo à insuficiência cardíaca em conúbio com a pré-tuberculose avançada. Percebendo que o meu instrutor voltava à nossa conversação mais fácil, expus-lhe as minhas observações, perguntando, em seguida: CONTINUA
  35. 35. Capítulo 18. Obsessão. – Ante os distúrbios fisiológicos que me foi dado verificar nos enfermos psíquicos, devo considerá-los como doentes do corpo também? – Perfeitamente – asseverou o instrutor –; o desequilíbrio da mente pode determinar a perturbação geral das células orgânicas. É por este motivo que as obsessões, quase sempre, se acompanham de caracte- rísticos muito dolorosos. As intoxicações da alma determinam as moléstias do corpo. FIM
  36. 36. Estudos Dirigidos Vamos dar uma pausa por aqui. http://vivenciasespiritualismo.net/index.htm Luiz Antonio Brasil Périclis Roberto pericliscb@outlook.com

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