11.01 A Tela Etérica 20 jan 2015

537 visualizações

Publicada em

11.01 A Tela Etérica 20 jan 2015

Publicada em: Espiritual
0 comentários
1 gostou
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
537
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
3
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
25
Comentários
0
Gostaram
1
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

11.01 A Tela Etérica 20 jan 2015

  1. 1. Estudos Dirigidos A Tela Etérica Vamos falar aqui sobre a Tela Etérica.
  2. 2. As pontas ou extremidades dos cha- kras, onde eles se ligam à corrente de força principal, são chamadas raízes ou corações dos chakras. Dentro des- ses corações existem selos que con- trolam a troca de energia entre cama- das da aura através do chakra. Ou se- ja, cada um dos sete chakras tem sete camadas, cada uma das quais corres- ponde a uma camada do campo áuri- co. (...) A fim de que cer- ta energia flua de uma camada para outra atra- vés do chakra, terá de passar pelos selos nas raízes dos chakras. Primeira Parte Capítulo 7 FIM
  3. 3. Primeira Parte Capítulo 7 A figura ao lado é um chakra bloqueado. Todas as pessoas que sofrem de angina têm a ener-gia bloqueada, escurecida, no chakra do cora-ção. Nas três pessoas com AIDS, que observei, o primeiro e o segundo chakras estavam blo-queados, como estava também o campo (a aura) inteiro, incluindo as sete camadas (os sete corpos), conforme o progresso da molés-tia. Um chakra dilacerado, como o que se vê nesta outra figura, era constante nos pacientes de câncer que vi. Mais uma vez as configurações aqui enumeradas vão até a sétima camada. O chakra pode ser rasgado, e o câncer só aparece no corpo dois ou mais anos depois. O escudo protetor é completamente arrancado desse chakra. Em pessoas com formas de câncer muito graves, tenho visto a sétima camada arrancada dos pés em todo o seu percurso, através dos chakras nº um (básico), nº dois (sacro) e nº três (plexo solar), até o chakra do coração. CONTINUA
  4. 4. Primeira Parte Capítulo 7 Uma sétima camada dilacerada provoca a perda de grande quantidade de energia do campo (aura). Além da perda de energia, o paciente está sujeito a todas as castas de influências externas que atuam sobre ele, não só psicológica, mas tam- bém fisicamente. O campo (a aura) não repele as energias supervenientes cuja assimilação não é saudável para o sistema. FIM
  5. 5. Páginas 66 e 67. A tela búdica ou tela etérica Entre os chakras dos corpos astral e etérico existe um dos mais impor- tantes órgãos de proteção do corpo físico do homem, ainda desconhe- cido pela maioria das pessoas. Trata-se da "tela búdica", que evita a ação predatória de espíritos maléficos sobre o corpo físico das criaturas. De natureza magnética, esta tela tem magnetismo extremamente com- pacto para o corpo astral dos espíritos, de modo à impedi-los de perpe- trar danos ao organismo astral e físico das vítimas. Se, no entanto, con- seguirem vencer essa barreira magnética - através de técnicas evoluídas e perseguição pertinaz - a vítima estará vencida e a morte sobrevirá fa- cilmente, se assim quiserem seus perseguidores. Isso acontece com bastante frequência em casos de magia negra; grandes focos de energia nefasta e penetrante são aplicados durante meses seguidos sobre a vítima, provocando câncer, doenças incuráveis e malefícios de toda ordem. Rompida a tela búdica, operadores encarnados normalmente não têm condições de refazê-la. Somente espíritos superiores podem reconstruí-la dada a frequência vibratória de sua energia. Quando o espírito encarnado entra em contato com outros durante o sono, a barreira des- sa tela é que impede as lembranças do encontro. Também a obsessão comum é contida, em muito, por essa barreira, pois o obsessor, via de regra, só tem possibilidade de agir indi- retamente sobre o desafeto encarnado: por sugestão simples ou hipnótica, por indução ou envolvimento em campos magnéticos negativos. FIM
  6. 6. (...) Todos os encarnados possuem órgão especial de defesa contra tais ações predatórias. Trata-se do que se costuma denominar de tela búdi- ca. Esta tela (como a vêem os videntes) está localizada nos limites exte- riores do corpo etérico, e constituí-se de fina, mas protetora faixa de magnetismo condensado. Ela impede que predadores desencarnados se apossem do corpo físico dos encarnados. Dá proteção idêntica à de um bunker ou casamata, fazendo do corpo somático um refúgio e for- taleza para seu dono. Sem esta tela estaríamos todos à mercê do astral inferior, povoado por malfeitores de todo o tipo. Tela Búdica Em arquitetura militar, uma casamata é uma instalação fortificada fechada e abobadada, independente ou integrada numa fortificação maior, à prova dos projéteis inimigos. O termo é utilizado de um modo bastante genérico, podendo designar instalações de vários tipos e tamanhos, normalmente construídas em betão (concreto). Fonte: Wikipédia. Pág. 278. Acontece, porém, que mesmo esta nossa proteção natural pode ser vencida, em determi- nadas condições. Para tanto, são necessários conhecimentos técnicos e acurado escudo das condições kármicas da pessoa visada. É o que fazem os técnicos das Trevas. Localizan- do brechas kármicas (pontos fracos das vítimas) eles agem através delas até se apossar de limitadas áreas do organismo físico, quando não dele todo. FIM
  7. 7. Duplo Etérico e a Tela Etérica “Funciona o duplo etérico para o ser encarnado como um manto pro- tetor ou uma tela eterizada que impede o contato constante e sem bar- reiras com o mundo astral, atuando também como proteção natural contra investidas mais intensas dos habitantes menos esclarecidos da- quele plano e, ainda, protegendo o homem contra o ataque e multipli- cação de bactérias e larvas astralinas que, sem a proteção da tela etéri- ca, invadiriam a organização, não somente do corpo físico, durante a encarnação, como a própria constituição perispiritual.” “Quando através de seus desregramentos e vícios o homem passa a utilizar-se de substâncias corrosivas, como o álcool, o fumo, a maconha e outras drogas, ou quando no seu comporta- mento abusivo na esfera da moralidade, ele bombardeia a constituição etérica do duplo, queimando-lhe e envenenando-lhe as células etéricas, cria verdadeiras brechas por onde pe- netram as comunidades de larvas e vírus do sub-plano astral, comumente utilizados por inte- ligências sombrias para facilitar-lhes o domínio sobre o homem, ou mesmo o próprio assédio mais intenso, das consciências vulgares que se utilizam muitas vezes do ser encarnado para saciarem sua fome e sede de viciações, quando não, para acirrarem ainda mais a perseguição contumaz e infeliz sobre a pobre vítima de seus desequilíbrios.” Páginas 45 à 47. CONTINUA
  8. 8. Duplo Etérico e a Tela Etérica “A utilização de drogas mais fortes como a maconha, o LSD e a cocaína e seus derivados, bem como de medicamentos fortes cujos componen- tes químicos sejam inegavelmente tóxicos, violenta a tela etérica, rom- pendo-a. Sabemos que a lesão do duplo dificilmente se recompõe, donde vem a facilidade das pessoas que fazem uso de tais tóxicos verem verdadeiras monstruosidades e aberrações quando estão sob o seu efei- to devastador. Acontece que, sem a proteção dessa tela, que os mante- riam naturalmente protegidos dos habitantes dos sub-planos astrais, começam a perceber as formas horripilantes, criadas e mantidas pelos seres infelizes que estagiam nas regiões mais densas do plano astralino. Falta-lhes a proteção etérica que violentaram pelo uso de drogas, estimulantes ou excitantes que lhes destruíram parte da proteção que a natureza os dotou, para a sua segurança na mar- cha evolutiva. Embora essa destruição não seja completa, criando apenas rasgos ou brechas, utilizando-nos do vocabulário de meus irmãos, é verdadeiramente nociva a sua falta, pois o duplo é de essencial importância para o equilíbrio do ser humano e, quando isso acontece, além dos recursos terapêuticos comumente empregados nas casas espíritas para tais casos, deve-se promover a doação e a transfusão de fluido vital, ectoplásmico, para suprir a falta ou para revitalizar a parte afetada do duplo etérico.” “É o duplo etérico o responsável pela metabolização das energias advindas dos chamados pla- nos material e astral.” Páginas 45 à 47. FIM
  9. 9. Larvas Astrais “(...) pude observar imensa quantidade de larvas astrais, que, em comunidades pareciam absorver-lhe as energias vitais.” “– Essas comunidades de parasitas – falou (...) – são as responsáveis por seu estado debilitado. Atuando com voracidade em seu duplo etérico, absorvem-lhe as reservas de energia, desestru- turando-lhe também emocionalmente, tornan- do-o facilmente influenciável por seus perse- guidores (em processos obsessivos).” Pág. 72. FIM
  10. 10. Capítulo 4 Vampirismo. “Vira os mais estranhos bacilos de natureza psíquica, comple- tamente desconhecidos na mi- crobiologia mais avançada. Não guardavam a forma esfé- rica das cocáceas, nem o tipo de bastonete das bacteriáceas diversas. Entretanto, forma- vam também colônias densas e terríveis. Reconhecera-lhes o ataque aos elementos vitais do corpo físico, atuando com maior potencial destrutivo sobre as células mais delicadas.” André Luiz comenta... FIM
  11. 11. Estudos Dirigidos Vamos dar uma pausa por aqui. http://vivenciasespiritualismo.net/index.htm Luiz Antonio Brasil Périclis Roberto pericliscb@outlook.com

×