Voltamos com o
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Estudos Dirigidos
Os Chakras
Capítulo 18
Pude observar que se tratava de um jovem que ainda não comple-
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“(...) Através de processos magnéticos, que ainda
vos são desconhecidos, os técnicos do Astral
hipersensibilizamo Perispír...
“Nossa mente é uma entidade colocada entre forças
inferiores e superiores, com objetivos de
aperfeiçoamento.
Capítulo 1.
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Traremos para esse nosso estudo o livro
“Evolução em Dois Mundos”. Porém,
observem que André Luiz faz o estudo dos
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Centros vitais
Capítulo 2
Corpo Espiritual
Estudado no plano em que nos encontramos, na posição de criaturas
desencarnadas...
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Corpo Espiritual
Desses centros secundários, entrelaçados no psicossoma e, conse-
qüentemente, no corpo físico,...
Centro Coronário
Temos particularmente no centro coronário o ponto de interação entre
as forças determinantes do espírito ...
Capítulo 2
Corpo Espiritual
Centro Coronário
A mente elabora as criações que lhe fluem da vontade, apropriando-
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Capítulo 9
Evolução e Cérebro
“... o centro coronário, por fulcro luminoso,
entrosa-se com o centrocerebral, a exprimir-
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Capítulo 13
Subjugação
“Consultemos os seus clichês mentais arquivados na
memória anterior, no centro coronário, de modo a...
Capítulo 2
Corpo Espiritual
São os centros vitais fulcros energéticos que, sob a direção
automática da alma, imprimem às c...
Capítulo 2
Corpo Espiritual
Exteriorização(*) dos centros vitais
Observando o corpo espiritual ou psicossoma, desse modo e...
Corpo espiritual depois da morte
Capítulo 2
Corpo Espiritual
Em suma, o psicossoma (corpo astral) é ainda corpo
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Capítulo 12
Histeria
O sábio mentor acercou-se de Angélica e tocou-lhe o centro
cerebral, que ao contato da mão poderosa s...
Capítulo 5
Células e Corpo
Espiritual
As Células e os Centros Vitais
Dispostas na construção da forma em processo idêntico...
Capítulo 5
Células e Corpo
Espiritual
As Células e os Centros Vitais
Temo-las, desse modo – repetimos –, por microscópicos...
Capítulo 19
Sanções e auxílios
Depois do entendimento com os internados, o Instrutor Druso aquiesceu
em dispensar-nos algu...
A epífise, a hipófise, a tireóide,
as paratireóides, o timo, as
supra-renais, o pâncreas e as
bolsas genésicas caracteriza...
Capítulo 19
Sanções e auxílios
– Habitualmente convidamos a atenção de nossos internados para os
veículos de nossas manife...
Capítulo 19
Sanções e auxílios
Ora, em substância, como é fácil de ver, todos os estados acidentais das
formas de que nos ...
Terapia
Desobsessiva
Os efeitos de um ataque obsessivo nos chakras da médium,
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Terapia
Desobsessiva
Uma observação superficial catalogaria o episódio como sendo de
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Semidesmaiada, fria e suarenta, ela retornou à normalidade sob a
ajuda bondosa do Diretor, enquanto, simultaneamente, rece...
Socorros de
Emergência
Durante uma doutrinação...
O Dr. Carneiro (Espírito) aproximou o doutrinador (ele estava sendo
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10.03 Os Chakras III 20 jan 2015

  1. 1. Voltamos com o nosso assunto... Estudos Dirigidos Os Chakras
  2. 2. Capítulo 18 Pude observar que se tratava de um jovem que ainda não comple- tara quarenta janeiros. O seu era um sono inquieto, que demons- trava desalinho interior. Embora a aparência agradável, o corpo perispiritual apresentava-se com estranhas exteriorizações vibrató- rias, particularmente nos centros coronário e genésico. Emitiam ondas de cores quentes, intermitentes, denunciando comprometi- mento dos fulcros geradores de energia. Continuando a observação com mais cuidado, percebi-lhe dilacerações no campo modelador biológico (corpo astral) de procedência inferior, que iriam manifestar-se posteriormente no corpo somático. No centro cerebral estava instalada a matriz obsessiva, o que também se apresentava no aparelho sexual. Certamente, os plugues de ligação haviam sido desligados magneticamente naquele momento pelos assistentes que o trouxeram para o encontro especial (haviam sido separados obsessor e obsidiado). FIM
  3. 3. “(...) Através de processos magnéticos, que ainda vos são desconhecidos, os técnicos do Astral hipersensibilizamo Perispírito daqueles que precisam encarnar-se com a obrigação de trabalhar, pelo serviço da mediunidade, a favor do próximo, e também empreender a sua própria recuperação espiritual.” Capítulo 7. Página 77. “No Além existem departamentos técnicos especializados, que ajudam os espíritos a acelerar determinados centros energéticos e vitais do seu Perispírito, despertando-lhes provisoriamente a sensibilidade psíquica para a maior receptividade dos fenômenos do mundo oculto, enquanto se encontram encarnados.” FIM
  4. 4. “Nossa mente é uma entidade colocada entre forças inferiores e superiores, com objetivos de aperfeiçoamento. Capítulo 1. Ouvindo Elucidações. “O espírito encarnado sofre a influenciação inferior, através das regiões em que se situam o sexo e o estômago, (pelos chakras inferiores) “... e recebe os estímulos superiores, ainda mesmo procedentes de almas não sublimadas, através do coração e do cérebro. (pelos chakras superiores)” “Nosso organismo perispiritual, fruto sublime da evolução, quanto ocorre ao corpo físico na esfera da Crosta, pode ser comparado aos pólos de um aparelho magneto-elétrico. FIM
  5. 5. Traremos para esse nosso estudo o livro “Evolução em Dois Mundos”. Porém, observem que André Luiz faz o estudo dos centros vitais do corpo espiritual, ou seja, do corpo astral! Estudos Dirigidos Os Chakras
  6. 6. Centros vitais Capítulo 2 Corpo Espiritual Estudado no plano em que nos encontramos, na posição de criaturas desencarnadas, o corpo espiritual ou psicossoma é, assim, o veículo físico, relativamente definido pela ciência humana, com os centros vitais que essa mesma ciência, por enquanto, não pode perquirir e reconhecer. Nele possuímos todo o equipamento de recursos automáticos que governam os bilhões de entidades microscópicas a serviço da Inte- ligência, nos círculos de ação em que nos demoramos, recursos esses adquiridos vagarosamente pelo ser, em milênios e milênios de esforço e recapitulação, nos múltiplos setores da evolução anímica. É assim que, regendo a atividade funcional dos órgãos relacionados pela fisiologia terrena, nele identificamos o centro coronário, instalado na região central do cérebro, sede da mente, centro que assimila os estímulos do Plano Superior e orienta a forma, o movimen- to, a estabilidade, o metabolismo orgânico e a vida consciencial da alma encarnada ou desencarnada, nas cintas de aprendizado que lhe corresponde no abrigo planetário. O centro coronário supervisiona, ainda, os outros centros vitais que lhe obedecem ao impulso, procedente do Espírito, assim como as peças secundinas de uma usina respon- dem ao comando da peça-motor de que se serve o tirocínio do homem para concatená-las e dirigi-las. CONTINUA
  7. 7. Capítulo 2 Corpo Espiritual Desses centros secundários, entrelaçados no psicossoma e, conse- qüentemente, no corpo físico, por redes plexiformes, destacamos: o centro cerebral contíguo ao coronário, com influência decisiva sobre os demais, governando o córtice encefálico na sustentação dos sentidos, marcando a atividade das glândulas endocrínicas e adminis- trando o sistema nervoso, em toda a sua organização, coordenação, atividade e mecanismo, desde os neurônios sensitivos até as células efetoras; o centro laríngeo, controlando notadamente a respiração e a fonação; o centro cardíaco, dirigindo a emotividade e a circulação das forças de base; o centro esplênico, determinando todas as atividades em que se exprime o sistema hemá- tico, dentro das variações de meio e volume sangüíneo; o centro gástrico, responsabilizando-se pela digestão e absorção dos alimentos densos ou menos densos que, de qualquer modo, representam concentrados fluídicos penetrando- nos a organização, e o centro genésico, guiando a modelagem de novas formas entre os homens ou o estabe- lecimento de estímulos criadores, com vistas ao trabalho, à associação e à realização entre as almas. FIM
  8. 8. Centro Coronário Temos particularmente no centro coronário o ponto de interação entre as forças determinantes do espírito e as forças fisiopsicossomáticas organizadas. Dele parte, desse modo, a corrente de energia vitalizante formada de estímulos espirituais com ação difusível sobre a matéria mental que o envolve, transmitindo aos demais centros da alma os reflexos vivos de nossos sentimentos, idéias e ações, tanto quanto esses mesmos centros, interdependentes entre si, imprimem semelhantes reflexos nos órgãos e demais implementos de nossa constituição particular, plasmando em nós próprios os efeitos agradáveis ou desagradáveis de nossa influência e conduta. Capítulo 2 Corpo Espiritual Corpo Mental Corpo Astral Corpo Físico CONTINUA
  9. 9. Capítulo 2 Corpo Espiritual Centro Coronário A mente elabora as criações que lhe fluem da vontade, apropriando- se dos elementos que a circundam, e o centro coronário incumbe-se automaticamente de fixar a natureza da responsabilidade que lhes diga respeito, marcando no próprio ser as conseqüências felizes ou infelizes de sua movimentação consciencial no campo do destino. Corpo Mental Corpo Astral Corpo Físico
  10. 10. Capítulo 9 Evolução e Cérebro “... o centro coronário, por fulcro luminoso, entrosa-se com o centrocerebral, a exprimir- se no córtex e em todos os mecanismos do mundo cerebral, e, dessa junção de forças, o Espírito encontra no cérebro o gabinete de comando das energias que o servem, como aparelho de expressão dos seus sentimentos e pensamentos, com os quais, no regime de responsabilidade e de auto-escolha, plasmará, no espaço e no tempo, o seu próprio caminho de ascensão para Deus.” FIM
  11. 11. Capítulo 13 Subjugação “Consultemos os seus clichês mentais arquivados na memória anterior, no centro coronário, de modo a aquilatar-se melhor a sua problemática, ajudando-a com maior proficiência.” Concentramo-nos quanto possível na sede mental da jovem que se encontrava a dormir, (...) Percebemos, então, à medida em que lhe fixávamos o núcleo correspondente aos registros da memória, surgirem cenas vivas, como se fôramos transferidos para o local em que sucediam. (...) ...Era noite e uma jovem de porte elegante em sala sombria... (...) E a aquela vivência do passado é vista, como em um filme... FIM
  12. 12. Capítulo 2 Corpo Espiritual São os centros vitais fulcros energéticos que, sob a direção automática da alma, imprimem às células a especialização extrema, pela qual o homem possui no corpo denso, e dete- mos todos no corpo espiritual em recursos equivalentes, as células que produzem: * fosfato e carbonato de cálcio para a construção dos ossos, * as que se distendem para a recobertura do intestino, * as que desempenham complexas funções químicas no fígado, * as que se transformam em filtros do sangue na intimidade dos rins * e outras tantas que se ocupam do fabrico de substâncias indispensáveis à conservação e defesa da vida nas glândulas, nos tecidos e nos órgãos que nos constituem o cosmo vivo de manifestação. FIM
  13. 13. Capítulo 2 Corpo Espiritual Exteriorização(*) dos centros vitais Observando o corpo espiritual ou psicossoma, desse modo em nossa rápida síntese, como veículo eletromagnético, qual o próprio corpo físico vulgar, reconheceremos facilmente que, como acontece na exteriorização da sensibilidade (ele fala aqui do corpo etérico) dos encarnados, operada pelos magnetizadores comuns, os centros vitais a que nos referimos são também exteri- orizáveis, quando a criatura se encontre no campo da encarna- ção, fenômeno esse a que atendem habitualmente os médicos e enfermeiros desencarnados, durante o sono vulgar, no auxílio a doentes físicos de todas as latitudes da Terra, plasmando renova- ções e transformações no comportamento celular, mediante in- tervenções no corpo espiritual, segundo a lei do merecimento, recursos esses que se popularizarão na medicina terrestre do gran- de futuro. FIM (*) Exteriorização = Exteriorizar-se = Tornar-se exterior, Mostrar-se ou manifestar-se para o exterior.
  14. 14. Corpo espiritual depois da morte Capítulo 2 Corpo Espiritual Em suma, o psicossoma (corpo astral) é ainda corpo de duração variável, segundo o equilíbrio emotivo e o avanço cultural daqueles que o governam, além do carro fisiológico, apresentando algumas transfor- mações fundamentais, depois da morte carnal, prin- cipalmente no centro gástrico, pela diferenciação dos alimentos de que se provê, e no centro genési- co, quando há sublimação do amor, na comunhão das almas que se reúnem no matrimônio divino das próprias forças, gerando novas fórmulas de aperfei- çoamento e progresso para o reino do Espírito. FIM
  15. 15. Capítulo 12 Histeria O sábio mentor acercou-se de Angélica e tocou-lhe o centro cerebral, que ao contato da mão poderosa se impregnou de coloração específica, passando a vibrar singularmente. Aplicou o mesmo recurso ao centro coronário, e logo após ao genésico. Ativados habilmente, filamentos coloridos acionados por energia especial passaram a vitalizar os demais que se acenderam, como lâmpadas mágicas, nas quais tonalidades variadas oscilavam em caleidoscópio, circulando e vibrando numa irrigação por toda a aparelha- gem fisiológica, agora luminosa aos nossos olhos, como se as artérias, veias e vasos estivessem percorridos por des- conhecido gás néon, que se exteriorizava em todas as dire- ções. Nos núcleos de força perispiritual mais intensas eram as cores em círculos concêntricos, sucessivos... A paciente agitou-se mais fortemente por um momento, sem despertar, e, logo após, acalmou-se. Dr. Bezerra de Menezes atendendo dentro de um manicômio... Quando o Instrutor desfez o circuito provocado pela sua energia através do centro coronário, passaram a diminuir as fulgurações, que se reduziram consideravelmente, permanecendo debilmente lampejantes. (...) FIM
  16. 16. Capítulo 5 Células e Corpo Espiritual As Células e os Centros Vitais Dispostas na construção da forma em processo idêntico ao da super- posição dos tijolos numa obra de alvenaria, as células são compelidas à disciplina, perante a ideia orientadora que as associa e governa, quanto os tijolos vulgares são constrangidos à submissão ante as li- nhas traçadas pelo arquiteto que lhes aproveita o concurso na concre- tização de projeto específico. É assim que são funcionárias: da reprodução no centro genésico, trabalhadores da digestão e absorção no centro gástrico, operários da respiração e fonação no centro laríngeo, da circulação no centro cardíaco, servidoras e guardiãs fixas ou migratórias do tráfego e distribuição, reserva e defesa no centro esplênico, auxiliares da inteligência e elementos de ligação no centro cerebral e administradoras e artistas no centro coronário, amolgando-se às ordens mentais recebi- das e traduzindo na região de trabalho que lhes é própria a individualidade que as refreia e influencia, com justas limitações no tempo e no espaço. CONTINUA
  17. 17. Capítulo 5 Células e Corpo Espiritual As Células e os Centros Vitais Temo-las, desse modo – repetimos –, por microscópicos motores elétricos, com vida própria, subordinando-se às determinações do ser que as aglutina e que lhes imprime a fixação ou a mobilidade indispensáveis às funções que devam exercer no mar interior do mundo orgânico, formado pelos líquidos extracelulares, a se defini- rem no líquido lacunar que as irriga e que circula vagarosamente; na linfa que verte dos tecidos, endereçada ao sangue; e no plasma sangüíneo que se movimenta, rápido, além de outros líquidos intersticiais, característicos do meio interno. FIM Lógico entender, dessa forma, que, diante do governo mental, a reunião das células compõe tecidos, assim como a associação dos tecidos esculpe os órgãos, par- tes constituintes do organismo que passa a funcionar, como um todo indivisível em sua integridade, cingido pelo sistema nervoso e controlado pelos hormônios ou substâncias produzidas em determinado órgão e transportadas a outros arraiais da atividade somá- tica, que lhes excitam as propriedades funcionais para certos fins, hormônios esses nas- cidos de impulsão mecânica da mente sobre o império celular, conforme diferentes esta- dos emotivos da consciência, enfeixando cargas de elementos químicos em nível ideal, quando o equilíbrio íntimo lhe preside as manifestações, e consubstanciando recursos de manutenção e preservação da vida normal, perfeitamente isoláveis pela ciência comum, como já acontece com a adrenalina das suprarenais, com a insulina do pâncreas, a testos- terona dos testículos e outras secreções glandulares do cosmo orgânico.
  18. 18. Capítulo 19 Sanções e auxílios Depois do entendimento com os internados, o Instrutor Druso aquiesceu em dispensar-nos alguns minutos de conversação educativa. Explanara brilhantemente sobre o problema das provas na experiência terrestre. Alertara-nos quanto à necessária renovação mental nos padrões do bem, destacando a necessidade do estudo, para a assimilação do conhecimento superior, e do serviço ao próximo, para a colheita de simpatia, sem os quais todos os caminhos da evolução surgem complicados e difíceis de serem transitados. Junto dele, enquanto prelecionava, fora colocada singular escultura - uma estátua notável reproduzindo o corpo humano, transparente aos nossos olhos, à qual apenas faltava o sopro espiritual para revelar-se viva. Patenteavam-se, ali, à nossa visão, todos os órgãos e apetrechos do carro físico, sob a proteção do sistema nervoso e do sistema sanguíneo. O coração, à maneira de um grande pássaro no ninho das artérias enrodilhadas na árvore dos pulmões; o fígado, à feição de um condensador vibrante; o estômago e os intestinos como digestores técnicos e os rins, quais aparelhos complexos de filtragem, convidavam-nos a profunda admiração; contudo, nosso maior interesse concentrava-se no sistema endocrínico, no qual as glândulas se salientavam por figurações de luz. CONTINUA
  19. 19. A epífise, a hipófise, a tireóide, as paratireóides, o timo, as supra-renais, o pâncreas e as bolsas genésicas caracteriza- vam-se, perfeitas, sobre o fun- do vivo dos centros perispiri- tuais, que se combinavam uns com os outros, em sutilíssimas ramificações nervosas, singular- mente ajustadas, através dos plexos, emitindo cada centro irradiações próprias, constituin- do-se o conjunto num todo harmônico, que nos impelia à contemplação extática. Percebendo-nos a surpresa, o chefe da casa disse, bondoso: Capítulo 19 Sanções e auxílios CONTINUA
  20. 20. Capítulo 19 Sanções e auxílios – Habitualmente convidamos a atenção de nossos internados para os veículos de nossas manifestações, mostrando-lhes, quanto possível, a correspondência entre nossos estados espirituais e as formas de que nos servimos. É indispensável compreendamos que todo mal por nós praticado conscientemente expressa, de algum modo, lesão em nossa consciência e toda lesão dessa espécie determina distúrbio ou mutilação no organismo que nos exterioriza o modo de ser. Em todos os planos do Universo, somos espírito e manifestação, pensamento e forma. Eis o motivo por que, no mundo, a Medicina há de considerar o doente como um todo psicossomático, se quiser realmente investir-se da arte de curar. E, tocando a bela escultura à nossa vista, continuou: – Da mente clareada pela razão, sede dos princípios superiores que governam a individualidade, partem as forças que asseguram o equilíbrio orgânico, por intermédio de raios ainda inabordáveis à perquirição humana, raios esses que vitalizam os centros perispiríticos, em cujos meandros se localizam as chamadas glândulas endócrinas, que, a seu turno, despedem recursos que nos garantem a estabilidade do campo celular. Como é óbvio, nas criaturas encarnadas esses elementos se consubstanciam nos hormônios diversos que atuam sobre todos os órgãos do corpo físico, através do sangue. O homem comum, que já conhece a tiroxina e a adrenalina, energias fabricadas pela tireóide e pelas supra-renais, com influência decisiva no trabalho circulatório, nos nervos e nos músculos, não ignora que todas as demais glândulas de secreções interna, produzem recursos que decidem sobre saúde e enfermidade, equilíbrio e desequilíbrio nos indivíduos encarnados. CONTINUA
  21. 21. Capítulo 19 Sanções e auxílios Ora, em substância, como é fácil de ver, todos os estados acidentais das formas de que nos utilizamos, no espaço e no tempo, dependem, assim, do comando mental que nos é próprio. É por isso que a justiça, sendo instituto fundamental de ordem, na Criação, começa invariavelmente em nós mesmos, em toda e qualquer ocasião que lhe defraudemos os princípios. A evolução para Deus pode ser comparada a uma viagem divina. O bem constitui sinal de passagem livre para os cimos da Vida Superior, enquanto que o mal significa sentença de interdição, constrangendo-nos a paradas mais ou menos difíceis de reajuste. FIM
  22. 22. Terapia Desobsessiva Os efeitos de um ataque obsessivo nos chakras da médium, mesmo, e, durante um trabalho mediúnico... Por duas ou três vezes fora acometida de incorporação psicofônica, todavia, porque ficasse consciente, temia que o fenômeno se apresentasse mais anímico do que mediúnico. Enquanto lhe acompanhávamos as reflexões íntimas, percebemos a presença de taciturno Espírito, portador de uma face marcada pelo ódio, que a inspirava negativamente. Ele exercia grande controle emocional e psíquico sobre ela. Observamos, também, que lhe roubava energias do aparelho genésico, que se apresentava escuro, com manchas negras e obstruções vibratórias em vários dos seus órgãos. Ele parecia haver bloqueado com a mente atormentada canais e condutos internos, produzindo-lhe dificuldades orgânicas e, possivelmente, as cefalalgias no período pré-menstrual: talvez isto lhe explicasse a palidez e debilidade de forças... Acompanhamos o penoso processo de vingança que exercia contra sua vítima, interpene- trando a sua mente na dela. Destilando amargura e escarnecendo-a, ele passou a contro- lar-lhe o centro coronário, o cerebral e o cardíaco, produzindo-lhe sudorese abundante e colapso periférico, seguidos de alteração respiratória. Subitamente comprimiu-lhe com for- ça os ovários como se desejasse estrangulá-Ios, e gargalhou, estentórico. A paciente per- deu o controle e gritou, sendo logo dominada pelo sarcasmo que ele injetava na perseguição implacável. CONTINUA
  23. 23. Terapia Desobsessiva Uma observação superficial catalogaria o episódio como sendo de natureza histérica, tais as reações físicas e emocionais apresentadas. Ela debatia-se atabalhoadamente e, mesmo emulada pelo doutrina- dor a manter o controle, toda vez que o invasor lhe comprimia a região, sensível e enferma, ela sentia dores e estrugia em gritos, que misturava a gargalhadas e quase convulsões nervosas. A cena era constrangedora e dolorosa. Pacientemente, o Sr. Almiro começou a doutrinar o perseguidor invisível e consciente, advertindo-o quanto à responsabilidade que assumia com aquela atitude e as demais de vingador constante. A palavra calma do Orientador mais o excitava à vingança, prosseguindo nas atitudes de desforços e maus tratos. Aplicando energias saudáveis na médium e fluidos dispersivos nos centros da fixação me- diúnica, por entender que a terapia deveria ser de longo curso, o Dirigente conseguiu interromper a psicofonia atormentada, enquanto o irmão Vicente induzia psiquicamente o obsessor para o afastamento da vítima. CONTINUA
  24. 24. Semidesmaiada, fria e suarenta, ela retornou à normalidade sob a ajuda bondosa do Diretor, enquanto, simultaneamente, recebia forças que lhe eram aplicadas por especialistas de nossa esfera. A região genésica, muito afetada, recebeu vibrações dispersivas para interceptar e destruir os bloqueios, ao tempo em que ondas vibratórias calmantes lhe eram aplicadas na área cardíaca. O coração retomou o ritmo normal e ela recompôs-se, cansada. Terapia Desobsessiva FIM
  25. 25. Socorros de Emergência Durante uma doutrinação... O Dr. Carneiro (Espírito) aproximou o doutrinador (ele estava sendo inspirado pelo Espírito Dr. Carneiro) do comunicante (incorporado no médium) e, tocando-lhe o chakra coronário com forte indução magnética, ripostou (replicou), esclarecendo: – "Tudo quanto nos acontece hoje, resultará em futuro bem para nós mesmos. Se o nosso Davi, que nos ouve (médium encarnado que estava presente no trabalho de doutrinação), preferir retomar ao mundo espiritual assistido pelo caro irmão e seus sequazes, aprenderá inesquecível lição que o preparará para a Grande Luz em definitivo. A opção será dele. Quanto a nós, a decisão é prosseguir amando o companheiro desatento e você, a quem convidamos ao sono, ao repouso ... "Durma ... Durma ... " À medida que o induzia com palavras, aplicava-lhe energias entorpe- cedoras, que ele assimilou, apesar de reacionário, adormecendo logo após, algo agitado. FIM
  26. 26. Estudos Dirigidos Vamos dar uma pausa por aqui. http://vivenciasespiritualismo.net/index.htm Luiz Antonio Brasil Périclis Roberto pericliscb@outlook.com

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