10.02 Os Chakras II 20 jan 2015

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10.02 Os Chakras II 20 jan 2015

  1. 1. Estudos Dirigidos Os Chakras Voltamos com o nosso assunto...
  2. 2. Segunda Parte Capítulo 7 Quando as pessoas estabelecem relações umas com as outras, criam cordões, a partir dos chakras, que as ligam. Tais cordões exis- tem em muitos níveis do campo áurico em adição ao astral. Quanto mais longa e profun- da for a relação, tanto mais numerosos e fortes serão os cordões. Quando as relações terminam, esses cordões se dilaceram, cau- sando, não raro, grande sofrimento. O período de “cura” de um relacionamento, por via de regra, é um período em que se desligam os cordões nos níveis inferiores do campo e se enraízam de novo dentro do eu. FIM
  3. 3. Vamos apresentar nos próximos slides alguns trechos do livro “Mãos de Luz”. A relação entre o processo encarnatório e os chakras. Mas devemos lembrar que são relatos da autora e curadora Barbara Ann Brennan. Estudos Dirigidos Os Chakras
  4. 4. Terceira Parte Capítulo 8 (...) a alma entra no corpo e dele sai através do chakra da coroa quando começa a trabalhar na abertura do chakra da raiz para deitar raízes no plano físico. Nessa fase, o chakra da raiz assemelha- se a um funil muito estreito, e o chakra da coroa assemelha-se a um funil muito amplo. Os outros chakras se parecem com taças chinesas de chá, pequenas e rasas, com uma estreita linha de energia que volta para dentro do corpo e chega à espinha. O campo geral de um bebê, amorfo e infor- me, ostenta uma coloração azula- da ou acinzentada. FIM
  5. 5. Terceira Parte Capítulo 8 Nas primeiras fases da vida, à criança incumbe acostumar-se às limita- ções da sensação física e ao mundo tridimensional. Vi muitos recém- nascidos lutando com esse processo. Tendo ainda alguma percepção do mundo espiritual, forcejam (esfor- çam) por descartar-se dos parceiros espirituais e das figuras dos pais e por transferir as afeições para os novos pais. Exemplo disso foi o caso de um menino nascido um mês depois do que se esperava. Após um nascimento muito rápido, foi acometido de uma febre. Os médicos realizaram uma sangria espinhal para verificar se não se tratava de encefalite. Administrou-se a sangria espinhal na região do chakra sacro. A criança lutava para desfazer-se de dois companheiros de brincadeiras e de uma mulher espiritual que tampouco queria soltá-lo. Na luta, ele se abria e estabelecia conexão com a terra todas as vezes que o seu guia se achava presente. Em seguida, perdia contato com o guia, avistava os companheiros de folguedo e a mulher, e lutava vigorosamente entre os dois mundos. Nessas ocasiões, sen- tia maior afinidade com a mulher espiritual do que com a própria mãe física. Na luta para não encarnar, jogava energia fora pelo chakra sacro e para a direita, a fim de evitar o cres- cimento de raízes diretamente através do chakra básico (primeiro chakra). Conseguia fazê- lo, em parte, à conta do buraco áurico deixado pela sangria espinhal. Depois de um mo- mento de luta, voltava a estabelecer conexão com o guia e se acalmava, abria a raiz e recomeçava o processo de entrada. CONTINUA
  6. 6. Terceira Parte Capítulo 8 Tentei ajudá-lo. Na primeira vez, ele aceitou alguma ajuda mas, depois, recusou-a. Toda vez que eu tentava mandar energia para a sua aura, ele fazia um estardalhaço. Ele sabia o que eu estava pretendendo e não me deixava chegar perto. Eu tentava costurar o buraco do chakra sacro na sétima camada da aura e redirigir-lhe a energia para baixo. Ele não o permitia. Cheguei a aproximar-me quando o vi imerso em sono pro- fundo. Mas quando cheguei a uma distância aproximada de um pé (30,47 cm) despertou e abriu a berrar. Tratava-se, evidentemente, de uma luta acirrada, e ele não queria receber ajuda de ninguém. Um dos problemas físicos secundários, nascidos dessa luta básica, foi um proble- ma intestinal provocado pelo uso constante e excessivo do chakra do plexo solar associado aos gritos e ao choro. O problema recebeu o tra- tamento que se fazia mister depois que ele decidiu permanecer no plano físico. A carta astrológica da criança mostra claramente que é um líder em potencial. FIM
  7. 7. Terceira Parte Capítulo 8 O campo da criança, inteiramente aberto, é vulnerável à atmosfera em que vive. Estejam as coisas “em aberto”, ou não, a criança sente o que se passa entre os pais. Reage constantemente a es- se ambiente energético de ma- neira compatível com seu tempe- ramento. Pode ter temores vagos, fantasias, assomos de cólera ou doença. Os chakras da criança estão todos abertos no sentido de que não existe uma película protetora sobre eles que mantenha distantes as influências psíquicas que se aproximam. Isso a torna muito vulnerável e impres- sionável. Nessas condições, ainda que os chakras não estejam desenvolvidos como os de um adulto e a energia que os penetra seja experimentada de um modo vago, esta energia vai diretamente para o campo da criança, que terá de haver-se com ela de um modo ou de outro. (Veja a figura ao lado para comparar o chakra de um adulto com o de uma criança). Chakra do adulto Chakra da criança FIM
  8. 8. Por volta dos sete anos de idade, forma-se uma tela protetora sobre as aberturas do(s) chakra(s) que filtra um sem-número de influências vindas do campo da energia universal. Nessas circunstâncias, a criança deixa de ser tão vulnerável. Essa fase pode ser observada à medida que a criança cresce e se individualiza. Ocorre nas proximidades do momento em que desponta a razão. Terceira Parte Capítulo 8 Além da nutrição física, a mãe que amamenta o filho dá-lhe energia etérica. Existe um pe- queno chakra em cada bico de seio, que fornece energia ao bebê. Não se esqueçam de que os chakras do bebê não estão desenvolvidos e, por- tanto, não metabolizam todas as energias do campo da e- nergia universal necessária para sustentar a vida. FIM
  9. 9. Vamos agora para outro livro, “Cura Espiritual e Imortalidade” de Patrick Drouot, físico. Vamos ver a abordagem dele sobre os Chakras, a partir do duplo etérico! Estudos Dirigidos Os Chakras
  10. 10. Ele inicia o texto falando já dos canais energéticos, os “nadis”, do qual ele denomina de “nervos de luz”. Vamos ler... Estudos Dirigidos Os Chakras
  11. 11. Capítulo II Princípios de base da estrutura energética do ser humano O corpo etéreo, ou primeiro corpo, vibra a uma frequência muito próxima da matéria física. Encontra-se a 12 ou 15 centímetros do corpo físico e ne- le encontramos o duplo luminoso de todos os órgãos do corpo. Nesse corpo etéreo se encontrariam 72 mil canais, nervos de luz que os iogues chamam de nadis e os tibetanos de tza. Nesses canais circula uma ener- gia universal chamada prana pelos iogues, levan pelos tibetanos. Fala-se também do mana, de wakan, de chi ou ki. Wilhelm Reich falava do orgo- ne, e, no século passado, o barão von Reichenbach de força ódica. Trata- se da mesma coisa. Esse primeiro campo energético é então vitalizado. Veremos como essa força pode diminuir até desaparecer, provocando às vezes graves distúrbios físicos. A primeira observação revela que o corpo etéreo é uma interface entre energias elevadas e o corpo físico. Entre os 72 mil canais, três desempenham papel fundamental, que vere- mos em detalhe depois. Entre eles, o canal central, chamado Sushumna, que nasce embai- xo da coluna vertebral, faz um arco de círculo na cabeça para terminar entre as duas so- brancelhas. De cada lado, dois nervos laterais vão ter também importância fundamental. O nadi de direita é vermelho, yang, está ligado ao arquétipo do pai. Chamam-no também de nadi solar, ou nadi Pingala. O nadi de esquerda é azul, ying, é o nadi lunar, ligado ao arquétipo da mãe e chamado de Ida. CONTINUA
  12. 12. Capítulo II Esses dois nervos formam quase um caduceu. Durante a vida de um ser humano, os dois canais laterais sobem, ao longo do ca- nal central, cruzam-se no lugar dos chakras, onde comprimem o canal central. Caduceu A terminação dos nadis se encontra nas narinas, razão pela qual a respiração alternada dos iogues é fundamental, já que ela purifica esses dois canais laterais dos ares kármicos (impurezas de existências precedentes) que a estorvam. O canal central (Sushumna) só se abre em duas ocasiões, ou segundo duas possibilidades: durante um fenômeno (...) que se chama o despertar da Kundalini, ou no momento da morte. FIM
  13. 13. No passado, o sistema dos chakras, dos nadis, dos meridianos de acupun- tura, foi ignorado, considerava-se que dizia respeito à mentalidade mágica primitiva. Ora, é um sistema que encontra hoje validade graças à evolução de tecnologias complexas que podem medir sua existência e suas funções. De um ponto de vista fisiológico, os chakras são receptores-transformadores-emissores da energia sutil elevada. Eles a recebem, tornam-na lenta diminuindo-lhe a frequência, como um elétron passando de uma curva eletrônica para outra, se quiserem. Nesse momento, a energia é enviada através do corpo. Os chakras e a anatomia sutil do ser humano Capítulo II O ensinamento dos textos antigos da literatura ioga evoca os centros ener- géticos especiais que existem no corpo sutil. Esses centros de energia co- nhecidos pelo nome de chakra - que significa em sânscrito "roda" – pare- cem vórtices energéticos em movimento, compostos de energia sutil. O papel dos chakras é emitir e transmitir as energias elevadas. Foi recente- mente que os cientistas ocidentais concentraram seus esforços na compre- ensão dessas estruturas. Existem sete chakras no corpo etéreo, que estão associados ao corpo físico. Cada chakra do corpo etéreo está em relação com um plexo nervoso maior e uma glândula endócrina maior. Esses sete chakras estão situados ao longo de uma linha vertical partindo da base da coluna vertebral até a cabeça. CONTINUA
  14. 14. Capítulo II O primeiro, chamado de chakra raiz, se encontra perto do cóccix. E o pon- to de junção dos três nadis principais; ponto chamado Yukta Triveni (fluxo combinado triplo). O segundo chakra, esplênico ou sagrado, se situa ligeiramente abaixo do umbigo. O terceiro se localiza no nível do plexo solar. É extremamente importante. O quarto, conhecido como chakra do coração, se encontra no centro de peito, ligeiramente acima do coração e do timo. O quinto, chakra da garganta, está situado perto do pomo-de-adão, diretamente acima da glândula tiróide e da laringe. O sexto, a famosa terceira visão da tradição ocultista, se situa na região frontal, levemente acima da raiz do nariz. Quanto ao sétimo, chakra da coroa, localizam-no no topo da cabeça. CONTINUA
  15. 15. Além desses sete principais, existem 21 chakras secundários, associados a certas estruturas do corpo como os joelhos, as ancas, os cotovelos etc., e outros, menores ainda. Se tomarmos todos em consideração, poderia haver por volta de 360, tendo uma influência no corpo físico. Capítulo II CONTINUA Como acontece nos principais chakras, há divergências onde ficam localizados os secundários, conforme vemos nos desenhos.
  16. 16. Capítulo II Cada um dos chakras está em correspondência com um tipo de percepção psíquica. Isso esclarece outra função dos chakras, a de órgãos sutis de percepção. Assim, o chakra da testa, ou Ajna, é ativamente solicitado no ato de clarividência. (...) Cada campo etéreo contém sete centros de força. Os chakras "pulsam" de maneira rítmica, de modo que o conjunto seja tal como uma flor cujas pétalas estão em constante movimento harmônico. Seu funcionamento influi enormemente no equilíbrio físico. Da mesma forma que o corpo fí- sico morre e se recompõe a cada instante, esses campos se renovam cons- tantemente, mas num ritmo muito mais elevado. Ora, os chakras têm um mecanismo que sincroniza as energias elevadas descendo para o corpo fí- sico. São, pois, transmissores essenciais. Os chakras etéreos aparecem como vórtices energéticos, em movimento rápido, que su- gam a energia de seu cerne e a dispersam na periferia de suas pétalas, à semelhança das varetas de um guarda-chuva. A torrente de energia que provém do campo universal pene- tra nos chakras e induz um movimento de rotação. Esse fluxo não afeta suas estruturas geométricas de base, que permanecem constantes. Mas é preciso compreender que os chakras estão separados dos campos. Os centros nunca são estáticos. Sua velocidade de rotação é rápida e variável segundo o estado de saúde da pessoa e a qualidade do fluxo que entra no chakra. CONTINUA
  17. 17. Capítulo II O processo no todo é análogo ao processo de respiração: a energia é ins- pirada e expirada pelo paciente. A energia penetra no centro do chakra, atinge a coluna vertebral, depois circula ao longo dos canais sutis conecta- dos ao sistema nervoso central. Reconhecendo a estrutura energética da anatomia humana, pode-se começar a compreender e a utilizar métodos sutis de cura energética, ou pelo menos de rearmonização do ser. Além do sistema dos nadis, que forma a interface etérea/física, os chakras desem- penham um papel importante no equilíbrio fisiológico e endócrino do corpo físico. Em sua expressão total, o corpo etéreo é uma forma energética que sus- tenta o corpo físico. Uma compreensão completa da maneira como esse campo E interage com as causas do que se chama doença dará informa- ções de valor primordial aos médicos e terapeutas que queiram ultrapas- sar as técnicas tradicionais. É precisamente a área de pesquisa das tera- pias da Era III, que subentende uma nova visão da doença. Para o autor do livro, Patrick Drouot, as terapias da Era III são terapias vibratórias que levam em conta a frequência pura, os estados sutis da matéria e a fisiologia multidimensional do homem. FIM
  18. 18. Vamos ver no livro a abordagem que Patrick Drouot fala sobre os Chakras, agora do corpo astral. Estudos Dirigidos Os Chakras
  19. 19. Capítulo II Segundo os ensinamentos orientais, o campo astral, como o campo eté- reo, possui sete chakras maiores. Eles se posicionam como a contrapar- tida astral dos chakras etéreos. E como eles, transformam energia e são parte inerente do sistema energético global. Esses centros astrais são e- missores-receptores de energia astral que, por sua vez, é filtrada e dirigi- da para os chakras etéreos por meio dos nadis. Essas energias agem sobre as funções glandulares e nervosas. O campo astral é ligado à expressão emocional, por isso os chakras astrais são perturbados toda vez que o estado emocional o é, e eles induzem então um desequilíbrio no corpo físico. Os tibetanos reconhecem que a expressão emocional da personalidade tem efeitos sobre o funcionamento hormonal ou glandular, no nível da atividade celular. O reconhecimento das influências astrais sobre o equilíbrio dinâmico de um ser humano existe também em medicina convencional. Os endocrinologistas reconheceram que certos desequilíbrios e- mocionais estavam ligados a tipos específicos de disfunção glandular. Mas com toda evi- dência, a maioria dos endocrinologistas não considera ainda a atividade hormonal das glândulas endócrinas maiores dependente da influência energética dos respectivos cha- kras. CONTINUA
  20. 20. Capítulo II No campo astral, existem sete centros maiores, e como os chakras eté- reos recebem sua energia do campo etéreo universal, os centros astrais estão abertos ao grande oceano da energia astral em que todos os seres humanos estão imersos. Como a energia astral flutua para dentro e fora desses centros, ela energiza e organiza o campo emocional, o corpo dos desejos. Os chakras astrais A forma dos chakras astrais é similar à dos chakras etéricos: uma estrutu- ra de pétalas em volta de um nódulo central. Como nos chakras etéreos, a energia circula pelo nódulo, é distribuída nas pétalas e sai para a ener- gia universal. No caso de um ser humano, a qualidade do campo astral depende do equilíbrio emocional. Os chakras astrais estão ligados às vidas anteriores, por isso a energia kármica influencia esse equilíbrio. Diz-se que uma pessoa que interage com o campo universal absorve as e- nergias particulares com que está em ressonância e filtra as que lhe são estranhas. Da mesma forma, todo o organismo vivo só recebe a informação que possa utilizar. Os chakras astrais são mais brilhantes do que sua contrapartida etérea, mas ao mesmo tempo mais difíceis de perceber. CONTINUA
  21. 21. O pensamento ocidental considera a emoção uma característica nerval, enquanto se trata de um sistema energético subsidiário. O cérebro físico é encarado pelos newtonianos e cartesianos como um computador bioneu- roquímico complexo. Ora, o cérebro desempenha o papel de interface entre a expressão da alma e a vida física. Capítulo II A consciência de um indivíduo pode deslocar-se e interagir com seu meio ambiente via corpo astral, enquanto o corpo físico está inativo ou ador- mecido. No nível energético astral, certos pensamentos, conscientes ou não, existem como campos distintos, ainda chamados forma-pensamentos, com configurações, cores, características específicas. Certos pensamentos, especialmente do tipo emocional (cólera, ódio, inveja, violência), chegam a ter identidade separada de seu criador que, de certa forma, intoxica- se. Certos pensamentos podem ser carregados de substância energética sutil e existir ain- da inconscientemente. Essas formas podem ser vistas pelos clarividentes sensíveis aos fe- nômenos energéticos mais elevados. O fato de que nossa consciência possa influir em nossa anatomia energética sutil tem implicações importantes para a medicina e para a psicologia de amanhã. FIM
  22. 22. Em capítulo mais adiante, vamos ver o que ele fala ainda sobre os chakras. Estudos Dirigidos Os Chakras
  23. 23. Capítulo III Interface física/etérea: os chakras Para que códigos memoriais desçam ao longo das cadeias vibratórias até o corpo físico, existem conversores de energia chamados chakras, de que começamos a falar no capítulo anterior. Qual é o papel deles? Existem relativamente poucos estudos sérios sobre a observação dos chakras etéreos, astrais e sobretudo mentais. Parece que é possível modificar uma condição anormal observada nessas portas dimensionais (chakras) antes que a desarmonia chamada doença se manifeste na matéria. O estudo do Dr. Karagulla, sobre mais de duzentos pacientes, demonstra que anormalidades graves nas cores, nos ritmos, nos movimentos, nas luminosidades, nas formas, nas elasticidades e nas texturas dos chakras indicam uma situação muito séria, resultante provavelmente do desenvolvimento de uma doença por desregulamento endócrino, ou na parte do corpo em que esse centro provê a energia. Assim, a partir de 1986, quando comecei a perceber gradualmente esses vórtices, esses discos luminosos girando a grandíssima velocidade, pude ver pontos negros, manchas escuras. As vezes, em casos mais graves, vi as pétalas roídas como folhas de salada comidas por insetos. Perguntei a mim mesmo, então, se não era possível pegar o indicador de luz ou a ponta de um cristal e destilar gotas de luz para "refabricar" o chakra atingido. CONTINUA
  24. 24. Capítulo III Claro, existe também a armadilha da "alopatia energética", isto é, trabalhar sobre um efeito e não sobre uma causa que possa se situar num nível mais elevado. Aliás, também pude observar em chakras em formação - o sistema chákrico não parece completo antes da idade de sete anos, como a formação do primeiro campo energético na criança - pequenos pontos negros minúsculos em certos centros que teriam gerado distúrbios mais tarde. Nesses centros de energia, é igualmente possível ler as informações que neles estão codificadas. Interface física/etérea: os chakras Cada pesquisador encontra um modelo energético conforme seu nível de consciência. Acho que os chakras giram efetivamente no sentido dos ponteiros de um relógio; em certos casos, essa velocidade pode diminuir, até tornar-se nula. Eu mesmo fiz a experiência. FIM
  25. 25. E agora vamos ver o que ele fala sobre os nadis, do corpo etérico, e também sobre o prana. Estudos Dirigidos Os Chakras
  26. 26. Os nadis - O prana Capítulo III O corpo etéreo se parece com uma grade: uma multidão de finos canais de matéria energética sutil que os iogues chamam de nadis e os tibetanos de tza. Os nadis representam uma rede energética que envolve o corpo inteiramente. De acordo com os ensinamentos iogues e tântrico, existem 72 mil nadis ou canais etéreos na anatomia sutil dos seres humanos. Esses condutos da força vital (prana) formam uma rede complexa de fibras sutis, portadoras de energia, que interpenetram a forma física. Em todas as formas de terapia vibratória, os nadis assumem importância particular e, entre os 14 nadis maiores, três são de alcance fundamental: Sushumna, Pingala e Ida, dos quais iniciei uma descrição no capítulo anterior. Em todas as práticas tântricas e místicas, nos mecanismos de encarnação e da morte, esses três condutos representam um eixo essencial da fisiologia energética e todos os nadis são subordinados ao canal central, Sushumna. O prana, força de vida, se escoa pelo canal Sushumna, do plexo pélvico, sob a coluna vertebral, para Brahma Randhra, "O porão de Brahman", o espaço vazio entre os dois hemisférios cerebrais. Certas tradições colocam o canal central no interior da coluna vertebral, outras colocam-no levemente à frente da coluna. CONTINUA
  27. 27. Os nadis - O prana Capítulo III Sushumna parece atravessar a coluna vertebral lá onde circula o líquido cérebro-espinhal. Ora, a evolução da osteopatia craniana demonstra que esse líquido é percorrido por ritmos regulares e pulsações físicas, do quarto ventrículo (ou cavidade do cérebro), onde banha a glândula pineal até abaixo da coluna. A função do quarto ventrículo não é bem compreendida pela fisiologia moderna, e certas teorias baseadas não somente nessas pulsações rítmicas mas também em patterns de ondas eletromagnéticas parecem demonstrar que essa cavidade preenche a função de coordenador dos ritmos corporais. Assim, existe um liame imediato entre a natureza sutil da energia prânica circulante no e em volta de Sushumna e os ritmos e pulsações observados no nível corporal. A rede dos nadis forma, portanto, uma grade de inteligência fisiológica no interior do corpo etéreo e tece as características do corpo físico a partir de energias da criação que os místicos do Kriya yoga chamam de Tattwas. No ensinamento oriental, os nadis do corpo físico ou nadis grosseiros são as veias, as artérias e nervos, enquanto os nadis sutis (no corpo etéreo), invisíveis à investigação moderna, revestem-se de duas formas: os nadis de força prânica e os nadis de força mental; esses dois aspectos são confundidos e funcionam juntos. CONTINUA
  28. 28. Muitas vezes, em seminário, em conferência, acupuntores me perguntaram se os nadis correspondiam aos meridianos; certos textos ligam o sistema dos nadis com os nervos sensoriais do sistema nervoso autônomo, mas os nadis não podem ser superpostos em totalidade aos meridianos da acupuntura; no entanto um dos principais meridianos, o vaso governador, pode ser comparado ao nadi Sushumna. Nesse meridiano, o fluxo de energia parte do cóccix, sobe ao longo da coluna vertebral, atinge um ponto no cume da cabeça e desce de novo ao longo da linha meridiana para um ponto exatamente abaixo do umbigo. Os nadis - O prana Capítulo III A função mais importante do corpo etéreo é transferir vitalidade de um campo universal para um campo individual, portanto para o corpo físico. No Ocidente, a vitalidade é reconhecida como uma forma de energia, enquanto no Oriente é uma força chamada prana, que sempre foi reconhecida como energia universal na natureza, energia aliás posta em relação com o sistema respiratório. Essa força está presente nos três reinos que reúnem tudo que vive: animal, vegetal e mineral. E este último também é vitalizado pelo prana. CONTINUA
  29. 29. Na antiga filosofia taoísta, os chineses consideravam o ser humano um microcosmo, ele próprio no interior de um macrocosmo. Eles reconheceram desde aquela época que um dos conceitos primários do fluxo de energia que eles chamavam de ch'i ou ki (às vezes qí) era uma substância energética única cujo fluxo provinha do ambiente para entrar no corpo. Os chineses pensam que o ch'i é uma energia cuja organização celular e nutritiva prova que ela poderia até substituir a energia obtida pela alimentação e pelo ar. O ch'i é, de fato, um tipo de energia sutil que se encontra em nosso ambiente próximo. É o que se encontra nas antigas escrituras hindus sob o nome de prana. Sua origem poderia estar em parte na radiação do sol. Conforme o modelo chinês, a energia de ch'i é absorvida pelo corpo físico pelas portas de entrada alojadas sobre a pele. Essas portas são pontos de acupuntura ao longo de um sistema de meridianos. (...) Cada par de meridianos é associado a um órgão, um sistema ou uma função diferente. Os nadis - O prana Capítulo III FIM
  30. 30. Capítulo VI O complexo humano total mente/corpo/espírito é a expressão holística e a soma total de um largo espectro de sistemas de energia interativos. Esses fatores energéticos incluem as correntes bioenergéticas dos semicondutores celulares e também as correntes magnéticas sutis do fluxo primário dos meridianos (da acupuntura). As correntes meridianas, por sua vez, são a expressão final de muitas influências energéticas de frequências superiores. A expressão final da doença no nível físico parece depender de dois fatores básicos: a resistência do hospedeiro e as influências perniciosas ambientais. Os fatores ambientais negativos podem variar desde vírus, bactérias, fungos e protozoários até radiações invisíveis e substâncias químicas tóxicas. Os efeitos adversos das radiações podem ser provocados por doses tóxicas de energias eletromagnéticas numa grande variedade de frequências (ou seja: overdoses de raios X, microondas, luz ultravioleta e feixes de radar). As substâncias químicas tóxicas podem incluir não só conhecidos carcinó- genos, agentes corrosivos e venenos químicos, como também substâncias ambientais que produzem reações idiossincráticas de sensibilidade no corpo de determinadas pessoas. Esta última categoria está sendo intensamente estudada pelos adeptos da ecologia clínica. CONTINUA
  31. 31. Capítulo VI A resistência do hospedeiro parece desempenhar um papel ainda mais importante na causação das doenças. Um fator fundamental que afeta a capacidade de um indivíduo defender-se de um ataque por parte dos agentes prejudiciais acima mencionados é o nível geral de energia e vitalidade do organismo. Alguém que, por diversos motivos, esteja fraco e debilitado terá maior probabilidade de ficar doente quando exposto a fatores ambientais negativos. A vitalidade geral de uma pessoa reflete de forma indireta o nível de eficiência do sistema imunológico. O sistema imunológico é um dos fatores mais importantes no sistema de defesa do organismo humano contra o ataque das doenças. Ele tem a capacidade de reconhecer os elementos moleculares do próprio organismo e distingui-los das proteínas estranhas. Através do reconhecimento e remoção de todas as substâncias estranhas ao corpo o sistema imunológico detecta e destrói elementos que representem uma ameaça potencial para o organismo: vírus, bactérias, fungos e, até mesmo, células cancerosas. Se o sistema imunológico estiver debilitado, porém, todo o corpo torna-se mais suscetível à doença quando exposto a qualquer estímulo adverso. Quando o corpo é debilitado pelo stress, pela depressão, pela fome ou por doenças crônicas, a capacidade de o sistema imunológico atuar de forma apropriada fica comprometida. Quando o corpo está num modo vibracional energético saudável, a inoculação de uma pequena quantidade de um vírus é facilmente neutralizada. CONTINUA
  32. 32. Se um indivíduo estiver energeticamente desequilibrado e, portanto, imunologicamente enfraquecido, a inoculação da mesma quantidade de vírus poderá provocar uma doença grave sistêmica de caráter virótico. É fato bem conhecido que a depressão emocional, o cansaço físico, a exposição a substâncias químicas tóxicas e as deficiências nutricionais podem afetar de forma adversa as defesas imunológicas do organismo. Capítulo VI De um ponto de vista energético, o corpo humano, quando debilitado ou fora do equilíbrio, oscila numa frequência diferente e menos harmoniosa do que aquela do estado de saúde. Essa frequência anormal reflete um estado geral de desequilíbrio energético celular no corpo físico. Quando uma pessoa debilitada é incapaz de alterar o seu modo energético para a frequência adequada (aquela que possibilita ao sistema imunológico defender eficazmente o corpo), talvez seja necessário aplicar-lhe certa dose de energia sutil. Se for propor- cionado a esse indivíduo uma dose de frequência energética necessária, isso fará com que os seus sistemas bioenergéticos passem a ressoar no modo vibracional apropriado, o que torna possível a eliminação das toxinas da doença. Essa injeção de energia sutil de frequência específica permite que o corpo físico e os sistemas bioenergéticos a ele associados atinjam um novo nível de homeostase. Um dos princípios fundamentais da terapia homeopática consiste em proporcionar essa injeção de energia sutil de frequência apropriada através da seleção do remédio homeopático correto. FIM
  33. 33. Estudos Dirigidos Vamos dar uma pausa por aqui. http://vivenciasespiritualismo.net/index.htm Luiz Antonio Brasil Périclis Roberto pericliscb@outlook.com

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