09.02 O Fluido Vital II 20 jan 2015

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09.02 O Fluido Vital II 20 jan 2015

  1. 1. Estudos Dirigidos O Fluido Vital Voltamos com o nosso assunto...
  2. 2. Capítulo 3 A Oração Coletiva FIM ‒ Estamos nas esferas espirituais vizinhas da Terra, e o Sol que nos ilumina, neste momento, é o mesmo que nos vivificava o corpo físico. Aqui, entretanto, nossa percepção visual é muito mais rica. A estrela que o Senhor acendeu para os nossos trabalhos terrestres é mais preciosa e bela do que a supomos quando no círculo carnal. Nosso Sol é a divina matriz da vida, e a claridade que irradia provém do Autor da Criação. Matriz = Lugar onde alguma coisa nasce ou se gera; Fonte, manancial. André Luiz, resgatado, pergunta logo ao chegar em Nosso Lar: – Amigos, por quem sois, explicai-me em que novo mundo me encontro... De que estrela me vem, agora, esta luz confortadora e brilhante?
  3. 3. Capítulo 1. Ouvindo Elucidações. Sabemos que o Sol opera por meio de radiações, nutrindo, maternalmente, a vida a milhões de quilômetros. Sem nos referirmos às condições da matéria em que nos movimentamos, lembremo-nos de que, em nosso sistema, as existências mais rudimentares, desde os cumes iluminados aos recôncavos das trevas, estão sujeitas à sua influenciação. Ministro Flácus FIM
  4. 4. “Um símile perfeito do corpo somático foi-se formando diante de nós, ensejando-nos acompanhar a constituição espiritual da senhora desen- carnada. Apresentava as mesmas características da organização fisioló- gica, inclusive no aspecto de desgaste e de sofrimento. Algumas emana- ções continuavam sendo liberadas pelo corpo, que ainda retinham o Es- pírito junto ao invólucro material.” “– Trata-se do fluido vital que se vai exteriorizando e desaparece a pouco e pouco, facultando a decomposição cadavérica. Quando se trata de Espíritos sensualistas, perversos, utilitaristas, cujos interesses sempre estiveram vinculados à matéria, essas energias continuam atando o desencarnado aos despojos orgânicos, pelo perispírito, o que lhe dá a impressão de que a morte não ocorreu. Noutros casos, como este, a diluição dá-se lentamente até a total liberação, não produzindo danos de natureza alguma no ser de- sencarnado...” Um pouco sobre o Fluido Vital... “Os restantes fluidos que uniam o corpo ao Espírito foram destrinçados delicadamente e agora, o restante que se evaporava dos despojos carnais, não mantinham amarra algum com o ser propriamente dito.” Páginas 91 a 93. FIM
  5. 5. “No leito, uma senhora, prematuramente envelhecida, aguardava a morte. Na fisionomia, os fenômenos de extinção do tônus vital eram visíveis.” Capítulo 6 “(...), a irmã que nos merecia tanto carinho, prendia-se ainda ao corpo através de fios muito frágeis.” FIM
  6. 6. Agora observem o trecho a seguir do livro “Nosso Lar”, quanto a absorção de princípios vitais da atmosfera como parte da alimentação daquela colônia. Estudos Dirigidos O Fluido Vital
  7. 7. “(...) Disseram-me que, a pedido da Governadoria, vieram duzentos instrutores de uma esfera muito elevada, a fim de espalharem novos conhecimentos, relativos à ciência da respiração e da absorção de princípios vitais da atmosfera. (...)” Relata Lísias: Em outro trecho Lísias também relata: “(...) Por mais de seis meses, os serviços de alimentação, em "Nosso Lar", foram reduzidos à inalação de princípios vitais da atmosfera, através da respiração, e água misturada a elementos solares, elétricos e magnéticos. (...)” Capítulo 9. Problema de Alimentação. FIM
  8. 8. Aterrados, entrávamos então a bramir em coro, furiosamente, quais mal- tas de chacais danados, para que nos retirassem dali, restituindo-nos à liberdade! As mais violentas manifestações de terror seguiam-se então; e tudo quanto o leitor imaginar possa, dentro da confusão de cenas paté- ticas inventadas pela fobia do Horror, ficará muito aquém da expressão real por nós vivida nessas horas criadas pelos nossos próprios pensamen- tos distanciados da Luz e do Amor de Deus! O Vale dos Suicidas Como se fantásticos espelhos perseguissem obsessoramente nossas fa- culdades, lá se reproduzia a visão macabra: — o corpo a se decompor sob o ataque dos vibriões esfaimados; a faina detestável da podridão a seguir o curso natural da destruição orgânica, levando em roldão nossas carnes, nossas vísceras, nosso sangue pervertido pelo fétido, nosso corpo enfim, que se sumia para sempre no banquete asqueroso de milhões de vermes vorazes, nosso corpo, que era carco- mido lentamente, sob nossas vistas estupefatas!... que morria, era bem verdade, enquanto nós, seus donos, nosso Ego sensível, pensante, inteligente, que dele se utilizara apenas co- mo de um vestuário transitório, continuava vivo, sensível, pensante, inteligente, desapon- tado e pávido, desafiando a possibilidade de também morrer! CONTINUA
  9. 9. — Vivos, nós, em espírito, diante do corpo putrefato, sentíamos a cor- rupção atingir-nos!... Doíam em nossa configuração astral as picadas monstruosas dos vermes! Enfurecia-nos até à demência a martirizante repercussão que levava nosso perispírito, ainda animalizado e provido de abundantes forças vitais, a refletir o que se passava com seu antigo envoltório limoso, tal o eco de um rumor a reproduzir-se de quebrada em quebrada da montanha, ao longo de todo o vale... O Vale dos Suicidas FIM E — ó tétrica magia que ultrapassava todo o poder que tivéssemos de refletir e compreender! — ó castigo irremovível, punindo o renegado que ousou insultar a Natureza destruindo prematuramente o que só ela era competente para decidir e realizar:
  10. 10. Nas peripécias que o suicida entra a curtir depois do desbarato que pre- maturamente o levou ao túmulo, o Vale Sinistro apenas representa um estágio temporário, sendo ele para lá encaminhado por movimento de impulsão natural, com o qual se afina, até que se desfaçam as pesadas cadeias que o atrelam ao corpo físico-terreno, destruído antes da ocasião prevista pela lei natural. Será preciso que se desagreguem dele as pode- rosas camadas de fluidos vitais que lhe revestiam a organização física, adaptadas por afinidades especiais da Grande Mãe Natureza à organiza- ção astral, ou seja, ao perispírito, as quais nele se aglomeram em reser- vas suficientes para o compromisso da existência completa; que se arre- feçam, enfim, as mesmas afinidades, labor que na individualidade de um suicida será acompanhado das mais aflitivas dificuldades, de morosidade impressionante, para, só então, obter possibilidade vibratória que lhe faculte alívio e progresso (2). O Vale dos Suicidas De outro modo, tal seja a feição do seu caráter, tais os deméritos e grau de responsabili- dades gerais — tal será o agravo da situação, tal a intensidade dos padecimentos a expe- rimentar, pois, nestes casos, não serão apenas as conseqüências decepcionantes do suicídio que lhe afligirão a alma, mas também o reverso dos atos pecaminosos anteriormente come- tidos. CONTINUA(2) Próximo slide
  11. 11. O Vale dos Suicidas (2) As impressões e sensações penosas, oriundas do corpo carnal, que acompanham o Espírito ainda materializado, chamaremos repercussões magnéticas, em virtude do magnetismo animal, existente em todos os seres vivos, e suas afinidades com o perispírito. Trata-se de fenômeno idêntico ao que faz a um homem que teve o braço ou a perna amputados sentir coceiras na palma da mão que já não existe com ele, ou na sola do pé, igualmente inexistente. Conhecemos em certo hospital um pobre ope- rário que teve ambas as pernas amputadas senti-las tão vivamente con- sigo, assim como os pés, que, esquecido de que já não os possuía, procu- rou levantar-se, levando, porém, estrondosa queda e ferindo-se. Tais fenômenos são fáceis de observar. FIM
  12. 12. O Vale dos Suicidas Periodicamente, singular caravana visitava esse antro de sombras. Era como a inspeção de alguma associação caridosa, assistência proteto- ra de instituição humanitária, cujos abnegados fins não se poderiam pôr em dúvida. Vinha à procura daqueles dentre nós cujos fluidos vitais, arrefecidos pela desintegração completa da matéria, permitissem locomoção para as ca- madas do Invisível intermediário, ou de transição. FIM
  13. 13. Capítulo 7. Socorro Espiritual. Daí a poucos instantes, penetramos na residência confortável. A velhinha, aflita, conduziu-nos a uma alcova espaçosa, onde o filho, chefe da casa, repousava metido em alvos lençóis, dando-me a impressão característica dum moribundo. Antônio parecia próximo dos setenta anos e exibia todos os sinais do arte- rioesclerótico adiantado. O quadro era agora profundamente educativo para mim, que entrara num círculo valioso de observações novas. Identificava perfeitamente o estado pré-agônico, em todas as suas expres- sões físico-espirituais. A alma confusa, inconsciente, movimentava-se com dificuldade, quase que totalmente exteriorizada, junto do corpo imóvel, a respirar dificilmente. Enquanto Alexandre se inclinava paternalmente sobre ele, observei que estávamos diante de uma trombose perigosíssima, por localizar-se numa das artérias que irrigam o córtex motor do cérebro. A apoplexia não se fizera esperar. Mais alguns instantes e a vítima estaria desencar- nada. Alexandre, que centralizara todas as atenções no enfermo, tocou-lhe o cérebro perispiritual e falou com autoridade serena: – Antônio, mantenha-se vigilante! Nosso auxílio pede a sua cooperação! O moribundo, desligado parcialmente do corpo, abriu os olhos fora do invólucro de carne, dando a entender vagas noções de consciência, e o instrutor prosseguiu: A Doação de Fluidos CONTINUA
  14. 14. Capítulo 7. Socorro Espiritual. – Você foi acidentado pelos próprios pensamentos em conflito injustificá- vel. Suas preocupações excessivas criaram-lhe elementos de desorgani- zação cerebral. Intensifique o desejo de retomar as células físicas, enquan- to nos preparamos a fim de ajudá-lo. Este momento é decisivo para as suas necessidades. O interpelado não respondeu, mas observei que Antônio compreendera a advertência, no imo das forças da consciência, colocando-se em boa posi- ção para colaborar em favor de si mesmo. Em seguida, o orientador iniciou complicadas operações magnéticas, no corpo inanimado, ministrando energias novas à espinha dorsal. Decorridos alguns instantes, colocou a destra ao longo do fígado e, mais tarde, demo- rando-a no cérebro físico, bem à altura da zona motora, chamou-me e disse: – André, man- tenha-se em prece, cooperando conosco. Convocarei alguns irmãos em serviço, nesta noite, para auxiliar-nos. E acentuou, após meditar por alguns segundos: – o grupo do Irmão Francisco não pode estar longe. Dito isto, Alexandre assumiu atitude de profunda concentração de pensamento. Não passou mais dum minuto e pequena expedição de oito entidades, quatro companheiros e quatro irmãs, penetrou o recinto doméstico, em religioso silêncio. Saudamo-nos todos, ligeiramente, e o instrutor dirigiu-se, atencioso, à entidade que guardava atribuições de chefia. CONTINUA
  15. 15. Capítulo 7. Socorro Espiritual. – Francisco, precisamos aqui das emanações de algum dos nossos amigos encarnados, cujo veículo material esteja agora em repouso equilibrado. E ao passo que o novo irmão observava, cuidadoso, o agonizante, Alexan- dre acrescentava: – Conforme observa, estamos diante dum caso gravíssimo. É preciso mui- to critério na escolha do doador de fluidos. O dirigente dos socorristas pensou um momento e obtemperou: – Temos um companheiro que nos atenderá razoavelmente. Trata-se de Afonso. Enquanto vou buscá-lo, nosso grupo auxiliará sua ação curativa, emitindo forças de colaboração magnética, através da prece. Francisco ausentou-se imediatamente. (...) Atendendo a sinal afetuoso do orientador, aproximei-me, observando o doente de mais perto, mantendo-me embora na íntima atitude de oração. – Antônio é viúvo faz vinte anos – explicou Alexandre – e está nas vésperas de vir ter conosco, no plano espiritual. Nosso amigo, porém, necessita de mais alguns dias na esfera da Crosta pa- ra deixar alguns problemas sérios devidamente solucionados. O Senhor nos concederá a satis- fação de colaborar no reerguimento provisório de suas forças. Não decorreu muito tempo e Francisco voltava seguido de alguém. Tratava-se do companheiro encarnado a que Alexandre se referira. Não houve oportunidade para saudações. CONTINUA
  16. 16. Capítulo 7. Socorro Espiritual. O orientador, tomando- lhe a destra, conduziu-o imediatamente à cabe- ceira do moribundo, dizendo-lhe com autoridade afetuosa: – Afonso, não temos um segundo a perder. Coloque ambas as mãos na fronte do enfermo e conserve-se em oração. O interpelado não pestanejou. Dando-me a impressão dum veterano em semelhantes serviços de assistência, parecia sumamente despreocupado de todos nós, fixando-se tão somente na obrigação a cumprir. Foi então que vi Alexandre funcionar como verdadeiro magnetizador. Re- cordando meus antigos trabalhos médicos nos casos extremos de trans- fusão de sangue, via-lhe perfeitamente o esforço de transferir vigorosos fluidos de Afonso para o organismo de Antônio, já moribundo. Na qualidade de discípulo, acentuando minhas faculdades de análise, junto de preciosa li- ção, observei que o semblante do enfermo transformava-se gradualmente. À medida que o instrutor movimentava as mãos sobre o cérebro de Antônio, este revelava sinais crescen- tes de melhoras. Verificava, sob forte assombro, que a sua forma perispiritual reunia-se devagarzinho à forma física, integrando-se, harmoniosamente, uma com a outra, como se estivessem, de novo, em processo de reajustamento, célula por célula. CONTINUA
  17. 17. Capítulo 7. Socorro Espiritual. – Justina, o coágulo acaba de ser reabsorvido e conseguimos socorrer a artéria com os nossos recursos, mas Antônio terá, no máximo, cinco meses a mais, de permanência na Terra. Se você pleiteou o auxílio de agora para ajudá-lo a resolver negócios urgentes, não perca as oportu- nidades, porque os reparos deste instante não perdurarão por mais de cento e cinqüenta dias. Depois de um quarto de hora, segundo meu cálculo de tempo, estava finda a laboriosa intervenção magnética e Alexandre, chamando a ve- lhinha, acentuou: FIM
  18. 18. Técnica da Sobrevida Capítulo 5 O Dr. Froebel explicou a técnica da sobrevida, numa síntese muito bem urdida, com a intenção de esclarecer-nos, principalmente a mim que sou leigo em assuntos médicos. – Iremos retirar o tônus vital – começou por elucidar – que degenera em Argos (paciente, desdobrado no plano espiritual, com tuber- culose pulmonar), predispondo-o à desencarnação e o faremos ser absorvido pelo pulmotor (aparelho) onde já depositamos regular quantidade de maaprana* ou energia superior e de vitalidade extraída dos vegetais terrestres. Na parte superior interna e transparente da máquina serão misturadas, sob a ação de uma pequena bomba encarregada de fazer a oxigenação da substância fluídica. Fez um intervalo, enquanto apontou o aparelho e o setor onde se daria o processo refe- rido. * Maaprana – Energia proveniente de Brama (força criadora ativa no universo). Logo depois, deu prosseguimento: – Providenciaremos um doador encarnado (em desdobramento) que, consultado em encontro conosco, em reunião especializada, prontificou-se a cooperar. Isso porque, no caso em tela, faz-se necessário, também, o fluido humano e, como sói acontecer nos trabalhos de transfusão de sangue, em que a identidade de tipos é condição indispensável para os resultados que se almejam, aqui encontramos algo semelhante... CONTINUA
  19. 19. Capítulo 5 Enquanto isso ocorria, uma outra mesa foi localizada ao lado do paciente adormecido sob os cuidados do Irmão Bernardo. Todos nos dirigimos ao local e acompanhamos o médico, que passou a ser ajudado pelo Dr. Arnaldo e duas enfermeiras prestativas que já se encontravam no posto. Foram introduzidos dois cateteres no braço direito de Argos, que se ligavam ao pulmotor. Vimos, de imediato, que saía uma substância pardo-acinzentada para o interior da máquina. O médico fechou pe- quena válvula, interrompendo o fluxo. Um outro cateter foi ligado do aparelho ao braço esquerdo do enfermo por onde deveria retomar a energia purificada. Imediatamente vimos uma das enfermeiras fazer uma terceira ligação; desta vez era um cateter que se fixava à artéria do braço esquerdo de Venceslau, que deveria doar deter- minada dose de tônus vital. Era um momento comovedor e de elevação espiritual significativa. A um sinal do chefe cirúrgico, foram abertas as pequenas válvulas. CONTINUA
  20. 20. Vimos a energia de Argos, que já se encontrava em grande parte do cateter, penetrar o depósito de maaprana e clorofila, ao mesmo tem- po em que do médium Venceslau o tono vital chegava à parte inferior do pulmotor, que uma pequena bomba impelia para cima de modo a confundir-se com a substância em renovação e fosse trans- ferida para o paciente pelo cateter do braço esquerdo. Capítulo 5 A operação transcorreu num prazo de trinta minutos aproximada- mente. Desde o primeiro momento da transfusão de força vital, o Espírito Argos começou a dar sinais de menos desconforto. Normalizou-se- lhe a respiração e, ao terminar, já apresentava a face com o róseo da saúde em retorno. – Acreditamos – explicou o cirurgião – que ele disporá de energia para o quinquênio, apro- ximadamente, quando, segundo as suas conquistas, poderá receber nova dose ou ter interrompida a estada no domicílio carnal... Retirados os cateteres, Venceslau recebeu passes de revigoramento aplicados por Bernar- do, que lhe recomendou repousasse para o refazimento necessário, fazendo-o adormercer. Argos ficou na Clínica (do plano espiritual) até as 6:00 h da manhã mais ou menos, sendo então recambiado ao corpo. FIM
  21. 21. Estudos Dirigidos O Fluido Vital Vamos voltar para o livro Missionários da Luz e saber sobre os vampiros!
  22. 22. Capítulo 11. Intercessão. – Podemos seguir adiante. O pobre irmão, semi-inconsciente, permanece imantado a um grupo perigoso de vampiros, em lugarejo próximo. Vampiros... O instrutor pôs-se a caminho; segui-o, passo a passo, em silêncio, apesar de minha intensa curiosidade. Em pouco tempo, distanciando-nos dos núcleos suburbanos, encontra- mo-nos nas vizinhanças de grande matadouro. Minha surpresa não tinha limites, porque observei a atitude de vigilância assumida pelo meu orientador, que penetrou firmemente a larga porta de entrada. Pelas vibrações ambientes, reconheci que o lugar era dos mais desagradáveis que conhecera, até então, em minha nova fase de esforço espiritual. Seguindo Alexandre de muito perto, via numerosos grupos de entidades francamente inferiores que se alojavam aqui e ali. Diante do local em que se processava a matança dos bovinos, percebi um quadro estarrecedor. Grande número de desencarnados, em lastimáveis condições, atiravam-se aos borbotões de sangue vivo, como se procurassem beber o líquido em sede devoradora... Alexandre percebera o assombro doloroso que se apossara de mim e esclareceu-me com se- renidade: – Está observando, André? Estes infelizes irmãos que nos não podem ver, pela deplorável situação de embrutecimento e inferioridade, estão sugando as forças do plasma sanguíneo dos animais. São famintos que causam piedade. CONTINUA
  23. 23. Capítulo 11. Intercessão. Poucas vezes, em toda a vida, eu experimentara tamanha repugnância. As cenas mais tristes das zonas inferiores que, até ali, pudera observar, não me haviam impressionado com tamanho amargor. Desencarnados à procura de alimentos daquela espécie? Matadouro cheio de entidades perversas? Que significava tudo aquilo? Lembrei meus redu- zidos estudos de História, remontando-me à época em que as gerações primitivas ofereciam aos supostos deuses o sangue de touros e cabritos. Estaria ali, naquele quadro horripilante, a representação antiga dos sacri- fícios em altares de pedra? Deixei que as primeiras impressões me incan- descessem o cérebro, a ponto de sentir, como noutro tempo, que minhas idéias vagueavam em turbilhão. Alexandre, contudo, solícito como sempre, acercou-se mais carinhosamente de mim e explicou: – Porque tamanha sensação de pavor, meu amigo? Saia de si mesmo, quebre a concha da in- terpretação pessoal e venha para o campo largo da justificação. Não visitamos, nós ambos, na esfera da Crosta, os açougues mais diversos? Lembro-me de que em meu antigo lar terrestre havia sempre grande contentamento familiar pela matança dos porcos. A carcaça de carne e gordura significava abundância da cozinha e conforto do estômago. “Com o mesmo direito, acercam-se os desencarnados, tão inferiores quanto já o fomos, dos animais mortos, cujo sangue fumegante lhes oferece vigorosos elementos vitais. Sem dúvida, o quadro é lastimável; não nos compete, porém, lavrar as condenações.” CONTINUA
  24. 24. Capítulo 11. Intercessão. “Cada coisa, cada ser, cada alma, permanece no processo evolutivo que lhe é próprio. E se já passamos pelas estações inferiores, compreendendo como é difícil a melhoria no plano de elevação, devemos guardar a dispo- sição legítima de auxiliar sempre, mobilizando as melhores possibilidades ao nosso alcance, a serviço do próximo.” A advertência fora utilíssima. As palavras do instrutor caíram-me n’alma a preceito, retificando-me a atitude mental. Encarei sereno o quadro sob meus olhos e, notando que me reequilibrara, Alexandre mostrou-me uma entidade de aspecto lamentável, semelhante a um autômato, a vaguear em torno dos demais. Depois de fixar-lhe os olhos quase sem expressão, reparei que a sua vestimenta permanecia ensangüentada. – É o suicida que procuramos – exclamou o instrutor, claramente. – Quê? – perguntei, espantado – porque precisariam dele os vampiros? – Semelhantes infelizes – elucidou Alexandre – abusam de recém-desencarnados sem qual- quer defesa, como este pobre Raul, nos primeiros dias que se sucedem à morte física, sub- traindo-lhes as forças vitais, depois de lhes explorarem o corpo grosseiro... Impressionado com o seu olhar inexpressivo, solicitei os esclarecimentos do orientador, cuja palavra amiga não se fez esperar: – O pobrezinho permanece temporariamente desmemoriado. O estado dele, depois de tão prolongada sucção de energias vitais, é de lamentável inconsciência. FIM
  25. 25. Estudos Dirigidos O Fluido Vital Vamos ver em outro livro sobre este assunto de vampiros.
  26. 26. Capítulo 13 Doloroso Transe Vampiros... Uma visão do plano espiritual, entrando em uma casa onde se prati- cava abortos... Achávamo-nos rodeados de verdadeira súcia de vampiros da mais vil es- tirpe. Há muito não percebíamos entidades em condições tão lastimáveis. Sustentava Adelaide, solicitando-lhe manter o pensamento elevado em prece constante, a fim de não se permitir afetar pelo ambiente. Empregamos a denominação de vampiro para espíritos bastante inferiorizados que se comprazem em se suster das vibrações hauridas de matérias vivas como os remanescentes vitais dos corpos recém-mortos e, principalmente, do sangue, seja de origem animal ou humana, onde os elementos de vitalidade se concentram de modo significativo. Obviamente que não podem degustar e deglutir estas substâncias, como o fariam se esti- vessem encarnados, mas são capazes de absorver pela olfação os ricos eflúvios energéticos que emanam delas. CONTINUA
  27. 27. Capítulo 13 Doloroso Transe São espíritos estropiados, almas em frangalhos com terríveis expressões draconianas desenhadas em suas faces, porém sem os caninos agudos e as vestes típicas que conhecemos dos vampiros que entretecem o ima- ginário humano. De fato, esta é uma triste realidade do Mundo Espiritual em que vive- mos. (...) esses espíritos se reúnem em qualquer local onde se pratique a mortandade de animais e abunde o sangue, como nos matadouros. Ou- tros ainda habitam necrotérios, velórios e cemitérios onde absorvem os restos vitais de cadáveres. Naturalmente que não está todo ser humano sujeito a essa vil depredação vibratória, mas somente aqueles que não guindam na vida a devida reserva moral a fim de resguardá-los da maldade alheia. Obviamente os encontraremos também nas casas clandestinas de aborto criminoso, onde absorvem os restos vitais dos fetos assassinados e do sangue que habitualmente promana daquelas que infelizmente se dispõem ao grave delito. CONTINUA
  28. 28. Todos os espíritos que se nutrem das emanações da carne são classifica- dos no Mundo Espiritual em que vivemos como vampiros. Capítulo 13 Doloroso Transe Em qualquer panorama em que se manifestem, experimentam graves transformações perispirituais. Naturalmente que, depois da morte, não se metamorfoseiam em morcegos, como entretecido na lenda dos encarna- dos, mas promovem regressões em suas feições, desenhando em seus pe- rispíritos deformações animalescas, misto de homem e fera, em variados contornos, compatíveis com suas posições mentais e com as vibrações in- feriores que haurem de seus irmãos menores. Por isso, a fantasia humana, na verdade, não se distanciou da realidade, ao lhes delinear as assustadoras imagens, presentes em seus romances dantescos ou películas de terror. Quando o homem santificar-se, purificando o seu ambiente planetário, se tais espíritos persistirem na vil prática, aqui não poderão mais reencarnar e serão levados para outros planos da vida universal, a fim de prosseguirem a evolução junto a rebanhos humanos primitivos, capazes de lhes tolerar as criminosas atitudes e nefandos apetites. Não estávamos, assim, rodeados de verdadeiros Dráculas, saídos de um filme de terror ou dos contos do famoso novelista inglês, mas sim de espíritos infelizes, teriomórficos (que têm forma de animal), bestificados e mutilados, verdadeiros loucos, distanciados da realidade divina em que fomos criados. CONTINUA
  29. 29. Capítulo 13 Doloroso Transe Não podiam, na verdade, infligir-nos dano algum e nos infundiam mais pesar do que pavor. Não se assustem os homens, nutrindo em suas imaginações o temor da morte com o receio de se entregarem a essas terríveis criaturas. Entretanto, urgem a prática constante do bem e o exercício de uma vida moralmente elevada, a fim de nos resguardarmos contra esta dura reali- dade da vida espiritual. A verdadeira proteção contra tais ataques não advém do uso de armas ou de escudos especiais, mas sim da prática constante do bem. Por obra do Senhor, achávamo-nos munidos destas defesas, não por méritos que ainda não detínhamos, mas por trajarmos já a armadura do bem sincero. FIM
  30. 30. Apenas para reforçar a esse nosso estudo, vimos que o fluido vital físico é na verdade absorvido pelo duplo etérico. E iremos ver mais adiante como isso é realizado. Estudos Dirigidos O Fluido Vital
  31. 31. Mas antes de terminar vamos voltar com esta imagem ao lado. Falamos antes sobre a aura, e falamos agora sobre o fluido vital. Estudos Dirigidos O Fluido Vital
  32. 32. Podemos já imaginar que nosso corpo possui um campo energético (aura), porém bastante sutil para os nossos sentidos físicos. Estudos Dirigidos O Fluido Vital
  33. 33. André Luiz em seu livro “Mecanismos da Mediunidade” chega a comparar este nosso campo a um dínamo e também a um gerador de energia. Estudos Dirigidos O Fluido Vital
  34. 34. Vamos ver agora o conceito básico do que seria o dínamo e o gerador para a física. Estudos Dirigidos O Fluido Vital Dínamo é um aparelho que gera corrente contínua, convertendo energia mecânica em energia elétrica, através de indução eletromagnética. Gerador é um dispositivo utilizado para a conversão da energia mecânica, química ou outra forma de energia em energia elétrica. Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
  35. 35. Observem que André Luiz também nos diz que este nosso campo, ou a nossa aura, é formado de energia, e que se utiliza desta energia para converter em outras modalidades, de energia, como a do pensamento, por exemplo. Estudos Dirigidos O Fluido Vital Dínamo é um aparelho que gera corrente contínua, convertendo energia mecânica em energia elétrica, através de indução eletromagnética. Gerador é um dispositivo utilizado para a conversão da energia mecânica, química ou outra forma de energia em energia elétrica. Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
  36. 36. Vejam o que ele nos diz... Estudos Dirigidos O Fluido Vital“Para que nos façamos mais simplesmente compreendidos, imaginemo-lo como sendo um dínamo gerador, indutor, transformador e coletor, ao mesmo tempo, com capacida- de de assimilar correntes contínuas de força e exteriorizá-las simultaneamente.” Cap. 5 Corrente elétrica e corrente mental
  37. 37. Durante os nossos estudos abordaremos sobre este assunto, principalmente sobre o funcionamento deste campo áurico. Estudos Dirigidos O Fluido Vital
  38. 38. E já que falamos do livro Mecanismos da Mediunidade, daremos uma dica. Pedimos para que antes de estudá-lo reveja um pouco sobre física e química básica. Com isso será mais fácil compreender este magnífico livro. Estudos Dirigidos O Fluido Vital
  39. 39. Para finalizar, vamos ver um pouco sobre a importância da água. Estudos Dirigidos O Fluido Vital
  40. 40. Capítulo 10 No Bosque das Águas Conhecendo-a mais intimamente, sabemos que a água é veículo dos mais poderosos para os fluidos de qualquer natureza. Aqui (Nosso Lar), ela é empregada sobretudo como alimento e remédio. A Água
  41. 41. (...) a água, como fluido criador, absorve, em cada lar, as características mentais de seus moradores. A água, no mundo, meu amigo, não somente carreia os resíduos dos corpos, mas também as expressões de nossa vida mental. Será nociva nas mãos perversas, útil nas mãos generosas e, quando em movimento, sua corrente não só espalhará bênção de vida, mas constituirá igualmente um veículo da Providência Divina, absorvendo amarguras, ódios e ansiedades dos homens, lavando-lhes a casa material e purificando-lhes a atmosfera íntima. Capítulo 10 No Bosque das Águas
  42. 42. Estudos Dirigidos Vamos dar uma pausa por aqui. http://vivenciasespiritualismo.net/index.htm Luiz Antonio Brasil Périclis Roberto pericliscb@outlook.com

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