08.02 A Aura II 20 jan 2015

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08.02 A Aura II 20 jan 2015

  1. 1. Estudos Dirigidos Voltamos com o nosso assunto... A Aura
  2. 2. Para simplificar o nosso estudo, e desenhos, usaremos, algumas vezes, os modelos, ao lado, para falarmos do assunto. Estudos Dirigidos A Aura
  3. 3. Campo da aura Articulando, ao redor de si mesma, as radiações das sinergias funcionais das agregações celulares do campo físico ou do psicossomático (corpo astral), a alma encarnada ou desen- carnada está envolvida na própria aura ou túnica de forças eletromagnéticas, em cuja tessitura (organização) circulam as irradiações que lhe são peculiares. Evidenciam-se essas irradiações, de maneira condensada, até um ponto determinado de saturação, contendo as essências e imagens que lhe configuram os desejos no mundo íntimo, em processo espontâneo de auto-exteriorização, ponto esse do qual a sua onda mental se alonga adiante, atuando sobre todos os que com ela se afinem e recolhendo naturalmente a atuação de todos os que se lhe revelem simpáticos. E, desse modo, estende a própria influência que, à feição do campo (...) de irradiação de uma vela (estudaremos depois), diminui com a distância do fulcro consciencial emissor, tor-nando-se cada vez menor, mas a espraiar-se no Universo infinito. Capítulo 10 Fluxo Mental
  4. 4. Após a leitura deste texto, de André Luiz, poderemos compreender então que esta aura estará sempre se irradiando. E irradiando este nosso campo energético. Estudos Dirigidos A Aura
  5. 5. Capítulo 4 Matéria Mental “Assim é que o halo vital ou aura de cada criatura permanece tecido de correntes atômicas sutis dos pensamentos que lhe são próprios ou habituais, dentro de normas que correspondem à lei dos “quanta de energia” e aos princípios da mecânica ondulatória, que lhes imprimem frequência e cor peculiares.” “Essas forças, em constantes movimentos sincrônicos ou estado de agitação pelos impulsos da vontade, estabelecem para cada pessoa uma onda mental própria.” FIM
  6. 6. Aura “Aproximou-se o espírito (desencarnado) que esperávamos (chegar). Era um senhor de certa idade, que expressava na fisiono- mia o rancor e o ódio, de tal forma que sua aura se expressava em cores negra e cinza, com matizes de vermelho vivo.” Pág. 154. FIM
  7. 7. “Todos os corpos existentes no universo, desde aqueles que são conhecidos do homem na Terra, até aquelas formas ainda desconhe- cidas pelo homem terreno, em qualquer ser que palpite a alma da vida, o princípio inteligente ou a consciência, em qualquer fase de evolução, Irradiam uma atmosfera fluídica em volta dessas individualidades, constituída de uma rica variedade policrômica com cambiantes que variam intensamente, que são constituídos de irradiações das diversas camadas do corpo espiritual ou psicossoma. Conhecidas com o nome de aura, essas irradiações são, por assim dizer, a marca ou o selo do espírito. Por isso é que se torna impossível esconder cada um os seus sentimentos e as suas qualidades, por se acharem expressos nas variadas camadas áuricas e patentes à visão dos espíritos superiores.” A Aura... “A aura constitui-se também num reflexo natural da consciência espiritual, estampando através de suas combinações de cores as manifestações de espiritualidade ou as degradantes imagens da perversão do ser.” “Durante as vivências do espírito, espelha-se, nas irradiações da aura, todos os seus vícios ou virtudes adquiridos ao longo da sua jornada evolutiva, inscrevendo-se, nas células suti- líssimas do perispírito, tanto as nobres e elevadas vibrações de altruísmo, quanto as mais negras e abjetas manifestações de um caráter doentio e pecaminoso.” Páginas 117 e 118. FIM
  8. 8. “(...) nos separamos do grupo a fim de observar o caso de um espírito que, aos nossos olhos, parecia sofrer de alguma doença mental. Manifestava intenso desequilíbrio e debatia-se, vítima de espasmos freqüentes.” “(...) O que se passava naquela mente atormentada?” “(...) Aproximei-me também e tentei aguçar meus sentidos, a fim de captar o que sucedia no interior da pobre mulher. Aos poucos formaram-se em torno do infeliz espírito cenas interessantes e, ao mesmo tempo, horripi- lantes.” “Era como se eu mergulhasse na aura daquele espírito e, uma vez imerso em suas vibrações, pudesse vivenciar suas experiências, que, de tão dramáticas, produziam nele os acessos que verificávamos. Em torno da aura psíquica daquela mulher formavam-se naquele instante algumas manchas negras e verde-azuladas. Pouco a pouco, as manchas se transformavam em cenas vivas de seu passado espiritual – tudo se passava diante de nossa visão nos seus míni- mos detalhes.” “As cenas se passavam diante da minha visão espiritual com tamanha clareza que houve momentos em que pensei estar pessoalmente envolvido em cada experiência ali observada. É que eu havia penetrado no campo mental daquele espírito, dementado pela prática do mal.” “Novas cenas se sucederam àquelas. Pude examinar o momento em que o desencarne chegara para a médium irresponsável. (...)” “(...) Com um pouco mais de concentração, pude ver a paisagem espiritual que estava estampada nas telas mentais desse espírito doente.” Páginas 99 e 100. FIM
  9. 9. “– Temos determinação para receber todos os sofredores que se apresentarem renovados, facultando-lhes ingresso ao pátio interno. Nas últimas horas, a Irmã Zenóbia e os demais administradores da instituição ordenaram acolhimento a todos os transviados que se aproximassem de nós, com sinais legítimos de transformação moral para o bem.” “– Como nos asseguraremos, porém, dessa renovação?” “– Os sofredores, já modificados para o bem, apresentarão círculos luminosos caracterís- ticos em torno de si mesmos, logo que, estejam onde estiverem, concentrem suas forças mentais no esforço pela própria retificação. Os outros, os impenitentes e mentirosos siste- máticos, ainda que pronunciem comovedoras palavras, permanecerão confinados nas nu- vens de treva que lhes cercam a mente endurecida no crime.” “Entretanto, com maior ou menor intensidade, todos os sofredores (que estavam chegando) exibiam escuros círculos de treva em torno de si.” “As rogativas (de pedido de ajuda) sensibilizariam qualquer cooperador menos avisado, mas, prevenidos quanto à senha luminosa, notávamos que o pedinte se cercava de verda- deiro manto de trevas.” CONTINUA
  10. 10. “– Oh! como é horrível a atividade mental deste pobre irmão! Vêem- -se-lhe no halo vital deploráveis lembranças e propósitos destrui- dores. Está amedrontado, mas não convertido. Pretende alcançar a nossa margem de trabalho para se apropriar dos benefícios divinos, sem maior consideração. A aura dele é demasiadamente expressiva...” “Vasta dose de paciência era despendida por todos nós, para conter a multidão furiosa. Impressionavam-nos as formas monstruosas e mise- ráveis a se arrastarem vestidas de sombra, quando começaram a che- gar entidades aureoladas de luz.” Capítulo 10. FIM
  11. 11. “Novamente enraivecido e inquieto, como fera solta, erguia os punhos cerrados contra a desditosa mulher que jazia no leito, em lastimável prostração. Seu veículo espiritual rodeava-se agora de um halo cinzento-escuro, que despedia raios desagradáveis e perturbantes.” Capítulo 19. FIM O personagemestava encarnado, e desdobrado...
  12. 12. Capítulo 16 Mandato Mediúnico Apresentava-se a matrona (médium) revestida por extenso halo de irradiações opalinas, e, por mais que projeções de substância sombria a buscassem, através das requisições dos sofredores que a ela se dirigiam, conservava a própria aura sempre lúcida, sem que as emissões de fluidos enfermiços lhe pudessem atingir o campo de forças. FIM
  13. 13. “As acomodações reservadas aos enfermos (desencarnados) jaziam ao fundo, à maneira de largos boxes de confortável cavalariça. Essa é a figura mais adequada à nossa tarefa descritiva, porque a construção em si de- nunciava rusticidade e segurança, naturalmente adstrita aos objetivos de contenção.” “À medida que nos acercávamos do refúgio, desagradável odor nos afetava as narinas.” “Respondendo-nos à inquirição íntima, o Assistente salientou:” “— Vocês não ignoram que todas as criaturas vivem cercadas pelo halo vital das energias que lhes vibram no âmago do ser e esse halo é constituído por partículas de força a se irradiarem por todos os lados, impressionando-nos o olfato, de modo agradável ou desagradável, segundo a natureza do indivíduo que as irradia. Assim sendo, qual ocorre na própria Terra, cada entidade aqui se caracteriza por exalação peculiar.” “— Sim, sim... — confirmamos Hilário e eu, simultaneamente.” “Entretanto, o cheiro alarmante de carne em decomposição era para nós, ali, um aconteci- mento excepcional.” “Silas percebeu-nos a estranheza e endereçou interrogativo olhar ao encarregado daquele oratório de purgação, o qual informou, presto:” “— Temos conosco o irmão Corsino, cujo pensamento continua enrodilhado ao corpo sepulto, de maneira total. Enredado à lembrança dos abusos a que se entregou na carne, ainda não conseguiu desvencilhar-se da lembrança daquilo que foi, trazendo a imagem do próprio cadáver à tona de todas as suas recordações.” Capítulo 5. FIM
  14. 14. Capítulo 5. Operações Seletivas. “(...) Trata-se de um captador de ondas mentais. (...) As autoridades que dominam nestas regiões preferem a apreciação em grupo, o que se faz possível pelas cores e vibrações do círculo vital que nos rodeia a cada um.” – Porque nos considerou neutros? – interroguei por minha vez. – O instrumento não é suscetível de marcar a posição das mentes que já se transferiram para a nossa esfera. É recurso para a identificação de perispíritos desequilibrados e não atinge a zona superior. (Após analisar o grupo que fazia parte André Luiz...) FIM —Presenciamos uma cerimônia semanal dos juízes implacáveis que vivem sediados aqui. A operação seletiva realiza-se com base nas irra- diações de cada um. Os guardas que vemos em trabalho de escolha, compondo grupos diversos, são técnicos especializados na identifica- ção de males numerosos, através das cores que caracterizam o halo dos Espíritos ignorantes, perversos e desequilibrados. A divisão para facilitar o serviço judiciário é, por isto mesmo, das mais completas. Foram sendo identificados, pelo “tom vibratório” ... Os avarentos, os sovinas, os egoístas, os caluniadores, as mulheres sem pudor...
  15. 15. Capítulo 6. Observações e Novidades. Percebi diferentes expressões nos “halos vibratórios” que revestiam a personalidade dos conversadores, através das cores de variação típica. Em um Templo Católico... Quase todas as pessoas, ainda aquelas que ostentavam nas mãos delicados objetos de culto, revelavam-se mentalmente muito distantes da verdadeira adoração à Divindade. O halo vital de que se cercavam definia pelas cores o baixo padrão vibratório a que se acolhiam. Em grande parte, dominavam o pardo-escuro e o cinzento-carregado. Em algumas, os raios rubro-negros denunciavam cólera vingativa que, a nossos olhos, não conseguiriam disfarçar. Entidades desencarnadas, em deplorável situação, espalhavam-se em todos os recantos, nas mesmas características. Capítulo 9 Perseguidores invisíveis. FIM (...) contudo, as notas dominantes (da conversa) caíam no desequilíbrio sentimental e nas emoções primárias da experiência física. Reparei, através do halo de muita gente, que deter- minado número de frequentadores se esforçava por melhorar a atitude mental na oração.
  16. 16. Capítulo 10. Em Aprendizado. Nesse ínterim, a pequena família se reuniu, ao redor da mesa posta, e a segunda esposa do médico me impressionou pelo apuro da apresentação. A pintura do rosto, sem dúvida, era admirável. O traje elegante e sóbrio, as jóias discretas e o penteado harmonioso realçavam-lhe a profundez do olhar, mas rodeava-se ela de substância fluidica deprimente. Halo plúmbeo denun- ciava-lhe a posição de inferioridade. FIM
  17. 17. Capítulo 7. Uma pessoa apaixonada... Clareou-se a aura de tal modo, ao refletir o rapaz, que o fenômeno induzia às mais belas apreciações do entusiasmo poético. Vaso pensante que incorpora o privilégio de esculpir-se e alindar-se, à vontade, para encerrar a flor predileta. Lago consciente, mantendo a faculdade de esconder, de inopino, todos os detritos de suas águas, metamorfoseando-se em espelho suave e cristalino para retratar uma estrela. Nesse ponto das confidências mudas (ela recordava...), o vulto de um jovem raiou, nítido. Ao estampá-lo na paisagem dos mais recônditos pensamentos, transfi- gurou-se a castigada criança. FIM
  18. 18. Capítulo 13. Reencarnação. Foi então que vi Raquel abandonar o corpo físico, dentro de luminosas irradiações, parecendo-me alheia à situação. Despreocupada, feliz, abraçou-se com uma das entidades que nos acompanhavam, velha senhora que Alexandre nos apresentara pouco antes, declarando tratar-se da avó materna da dona da casa. André Luiz relata o seguinte... Observem as duas situações... Nesse momento, o esposo de Raquel afastava-se do corpo físico, pesadamente. Não apresentava, tal qual a consorte, um halo radioso em derredor da personalidade, parecendo mover-se com extrema dificuldade. Enquanto seu olhar vagueava no quarto, angustiado e espantadiço (...) 1ª. 2ª. FIM
  19. 19. Nossos Amigos – Os Discípulos de Allan Kardec Nossa qualidade de suicidas, cuja aura virulada por irradiações inferiores poderia levar a perturbação e o desgosto às pobres criaturas encarnadas das quais nos aproximássemos, ou delas receber influenciações prejudiciais ao delicado tratamento a que éramos submetidos, inibia-nos permanecer em quaisquer recintos habitados ou visitados por almas encarnadas. A Aura de um Suicida FIM Nos intervalos que se seguiam de uma reunião à outra não voltávamos ao nosso abrigo da Espiritualidade. Permanecíamos antes no próprio ambiente terrestre, em virtude de ser a viagem a empreender excessivamente dificultosa para grupo numeroso e pesado, tal como o nosso, poder repeti-la em trânsito diário. Assim foi que ficamos entre os homens cerca de dois meses, tempo necessário à consecução das reuniões íntimas de que carecíamos e de outras tantas de preparação iniciática, onde apenas os princípios e conceitos morais e filosóficos eram examinados, sem a prática dos mistérios.
  20. 20. Capítulo 17 Mediunidade e Corpo Espiritual Todos os seres vivos, por isso, dos mais rudimentares aos mais com- plexos, se revestem de um “halo energético” que lhes corresponde à natureza. No homem, contudo, semelhante projeção surge profundamente enriquecida e modificada pelos fatores do pensamento contínuo que, em se ajustando às emanações do campo celular, lhe modelam, em derredor da personalidade, o conhecido corpo vital ou duplo etéreo de algumas escolas espiritualistas, duplicata mais ou menos radiante da criatura. Nas reentrâncias e ligações sutis dessa túnica eletromagnética de que o homem se entraja, circula o pensamento, colorindo-a com as vibra- ções e imagens de que se constitui, aí exibindo, em primeira mão, as solicitações e os quadros que improvisa, antes de irradiá-los no rumo dos objetos e das metas que demanda. Aí temos, nessa conjugação de forças físico-químicas e mentais, a aura humana, peculiar a cada indivíduo, interpenetrando-o, ao mesmo tempo que parece emergir dele, à maneira de campo ovóide, não obstante a feição irregular em que se configura, valendo por espe- lho sensível em que todos os estados da alma se estampam com sinais característicos e em que todas as ideias se evidenciam, plasmando telas vivas, quando perduram em vigor e semelhança como no cinematógrafo comum. CONTINUA
  21. 21. Capítulo 17 Mediunidade e Corpo Espiritual Fotosfera psíquica, entretecida em elementos dinâmicos, atende à cromática variada, segundo a onda mental que emitimos, retra- tando-nos todos os pensamentos em cores e imagens que nos res- pondem aos objetivos e escolhas, enobrecedores ou deprimentes. Mediunidade inicial A aura é, portanto, a nossa plataforma onipresente em toda comuni- cação com as rotas alheias, antecâmara do Espírito, em todas as nos- sas atividades de intercâmbio com a vida que nos rodeia, através da qual somos vistos e examinados pelas Inteligências Superiores, sen- tidos e reconhecidos pelos nossos afins, e temidos e hostilizados ou amados e auxiliados pelos irmãos que caminham em posição inferior à nossa. Isso porque exteriorizamos, de maneira invariável, o reflexo de nós mesmos, nos contatos de pensamento a pensamento, sem necessidade das palavras para as simpatias ou repulsões fundamentais. É por essa couraça vibratória, espécie de carapaça fluídica, em que cada consciência constrói o seu ninho ideal, que começaram todos os serviços da mediunidade na Terra, considerando-se a mediunidade como atributo do homem encarnado para corresponder-se com os homens liberados do corpo físico. CONTINUA
  22. 22. Capítulo 17 Mediunidade e Corpo Espiritual Essa obra de permuta, no entanto, foi iniciada no mundo sem qualquer direção consciente, porque, pela natural apresentação da própria aura, os homens melhores atraíram para si os Espíritos humanos melhora- dos, cujo coração generoso se voltava, compadecido, para a esfera ter- rena, auxiliando os companheiros da retaguarda, e os homens rebeldes à Lei Divina aliciaram a companhia de entidades da mesma classe, transformando-se em pontos de contato entre o bem e o mal ou entre a Luz e a Sombra que se digladiam na própria Terra. Pelas ondas de pensamento (ainda vamos estudar este assunto) a se enovelarem umas sobre as outras, segundo a combinação de frequência e trajeto, natureza e objetivo, encontraram-se as mentes semelhantes entre si, formando núcleos de progresso em que homensnobres assimilaram as correntes mentais dos Espíritos Superiores, para gerar trabalho edi- ficante e educativo, ou originando processos vários de simbiose (falaremos sobre isso na obsessão) em que almas estacionárias se enquistaram mutuamente, desafiando debalde os imperativos da evolução e estabelecendo obsessões lamentáveis, a se elastecerem sempre novas, nas teias do crime ou na etiologia complexa das enfermidades mentais. CONTINUA
  23. 23. Capítulo 17 Mediunidade e Corpo Espiritual FIM A intuição foi, por esse motivo, o sistema inicial de intercâmbio, faci- litando a comunhão das criaturas, mesmo a distância, para transfundi- las no trabalho sutil da telementação, nesse ou naquele domínio do sentimento e da ideia, por intermédio de remoinhos mensuráveis de força mental, assim como na atualidade o remoinho eletrônico infun- de em aparelhos especiais a voz ou a figura de pessoas ausentes, em comunicação recíproca na radiotelefonia e na televisão.
  24. 24. Capítulo 15 Cargas elétricas e cargas mentais Queira ou não, cada alma possui no próprio pensamento a fonte inestancável das próprias energias. Correntes vivas fluem do íntimo de cada Inteligência, a se lhe projetarem no “halo energético”, estruturando-lhe a aura ou fotosfera psíquica, à base de cargas magnéticas constantes, conforme a natureza que lhes é peculiar (...) FIM
  25. 25. Capítulo 35. Culto Doméstico. Nas primeiras horas da noite, Dona Isabel abandonou a agulha e convidou os filhinhos para o culto doméstico. Notando o interesse que me despertavam as crianças, Aniceto explicou: — As meninas são entidades amigas de “Nosso Lar”, que vieram para serviço espiritual e resgate necessário, na Terra. “O mesmo, porém, não acontece ao pequeno, que procede de região inferior.” De fato, eu identificava perfeitamente a situação, o rapazola não se revestia de substância luminosa e atendia ao convite materno, não como quem se alegra, mas como quem obedece. FIM
  26. 26. Estudos Dirigidos Vamos dar uma pausa por aqui. http://vivenciasespiritualismo.net/index.htm Luiz Antonio Brasil Périclis Roberto pericliscb@outlook.com

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