07.02 O Desdobramento II 20 jan 2015

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07.02 O Desdobramento II 20 jan 2015

  1. 1. Estudos Dirigidos Voltamos com o nosso assunto... O Desdobramento
  2. 2. Capítulo 8. No Plano dos Sonhos. – Quando encarnados, na Crosta, não temos bastante consciência dos serviços realizados durante o sono físico; contudo, esses traba- lhos são inexprimíveis e imensos. Se todos os homens prezassem seriamente o valor da preparação espiritual, diante de semelhante gênero de tarefa, certo efetuariam as conquistas mais brilhantes, nos domínios psíquicos, ainda mesmo quando ligados aos envoltó- rios inferiores. Infelizmente, porém, a maioria se vale, inconscien- temente, do repouso noturno para sair à caça de emoções frívolas ou menos dignas. Relaxam-se as defesas próprias, e certos impulsos, longamente sopitados durante a vigília, extravasam em todas as di- reções, por falta de educação espiritual, verdadeiramente sentida e vivida. Durante o sono saímos do nosso corpo, ou como também podemos dizer, nos desdobramos. Vejam o que Sertório, auxiliar do Instrutor Alexandre, fala sobre o assunto... FIM
  3. 3. “O homem eterno guarda a lembrança completa e conserva consigo to- dos os ensinamentos, intensificando-os e valorizando-os, de acordo com o estado evolutivo que lhe é próprio. O homem físico, entretanto, escra- vo de limitações necessárias, não pode ir tão longe. O cérebro de carne, pelas injunções da luta a que o Espírito foi chamado a viver, é aparelho de potencial reduzido, dependendo muito da iluminação de seu detentor, no que se refere à fixação de determinadas bênçãos divinas. Desse modo, André, o arquivo de semelhantes reminiscências, no livro temporário das células cerebrais, é muito diferente nos discípulos entre si, variando de alma para alma. Entretanto, cabe-me acrescentar que, na memória de to- dos os irmãos de boa vontade, permanecerá, de qualquer modo, o bene- fício, ainda mesmo que eles, no período de vigília, não consigam positivar a origem.” Capítulo 8. No Plano dos Sonhos. Durante o sono, muitas vezes, somos levados para assistir à aulas no Plano Espiritual, como acontece nesse capítulo. André Luiz então faz a seguinte pergunta: – E os irmãos que comparecem – indaguei, curioso – conservam a recordação integral dos servi- ços partilhados, de estudos le- vados a efeito e observações ouvidas? FIM
  4. 4. Capítulo 8. No Plano dos Sonhos. “As aulas, no teor daquela a que você assistirá nesta noite, são mensageiras de inexprimíveis utilidades práticas. Em desper- tando, na Crosta, depois delas, os aprendizes experimentam alívio, repouso e esperança, a par da aquisição de novos valo- res educativos. É certo que não podem reviver os pormenores, mas guardarão a essência, sentindo-se revigorados, de inexpli- cável maneira para eles, não só a retomar a luta diária no cor- po físico, mas também a beneficiar o próximo e combater, com êxito, as próprias imperfeições. Seus pensamentos tornam-se mais claros, os sentimentos mais elevados e as preces mais respeitosas e produtivas, enriquecendo-se-lhes as observações e trabalhos de cada dia.” FIM E o Instrutor Alexandre responde...
  5. 5. Veja esta outra observação feita agora pelo Assistente Áulus a André Luiz. Capítulo 11 Desdobramento em Serviço — Raros Espíritos encarnados conseguem absoluto domí- nio de si próprios, em romagens de Serviço edificante fora do carro de matéria densa. Habituados à orientação pelo corpo físico, ante qualquer surpresa menos agradável, na esfera de fenômenos inabituais, procuram instintivamente o retorno ao vaso carnal, à maneira do molusco que se re- fugia na própria concha, diante de qualquer impressão em desacordo com os seus movimentos rotineiros. (...)
  6. 6. Veja mais esta outra observação feita também pelo Assistente Áulus a André Luiz, mas em outro capítulo. Capítulo 24 Luta Expiatória ‒ Quando o corpo terrestre descansa, nem sempre as almas repousam. Na maioria das ocasiões, seguem o impulso que lhes é pró- prio. Quem se dedica ao bem, de um modo geral continua trabalhando na sementeira e na seara do amor, e quem se emaranha no mal costuma prolongar no sono físico os pesadelos em que se enreda...
  7. 7. Capítulo 8. No Plano dos Sonhos. E vejam a observação de André Luiz, chegando a um salão onde estava uma assembléia de estudiosos para uma aula com o Instrutor Alexandre... Era considerável o número de amigos encarnados, provisoriamente libertos do corpo físico através do sono, que se congregavam no vasto salão. Em primeiro lugar, junto da mesa diretora, onde Alexandre as- sumiu a chefia, instalaram-se os alunos diretos e permanentes do ge- neroso e sábio instrutor. Distribuíam-se os demais em turmas suces- sivas de segundo plano. Calculei a assistência de companheiros nessas condições em pouco mais de cem pessoas, aproximadamente, exceção dos desencarnados que acorriam até ali em mais vasta expressão. (...) FIM
  8. 8. Durante o sono também acontecem outras situações. Vejam algumas, a seguir... Elas deveriam ir para a mesma assembleia... Deveriam... – É a residência de Vieira. Vejamos o que se passa. Capítulo 8. No Plano dos Sonhos. Acompanhei-o em silêncio. Em poucos instantes, encontrávamo-nos dentro de quarto confortável, onde dormia um homem idoso, fazendo ruído singular. Via-se-lhe, perfei- tamente, o corpo perispirítico unido à forma física, embora parcialmente desligados entre si. Ao seu lado, permanecia uma entidade singular, trajando vestes absolutamente negras. Notei que o companheiro adormecido permanecia sob impressões de doloroso pavor. Gritos agudos escapavam-lhe da garganta. Sufocava-se, angustiadamente, enquanto a entidade escura fazia gestos que eu não conseguia compreender. Sertório acercou-se de mim e observou: – Vieira está sofrendo um pesadelo cruel. E indicando a entidade estranha: – Creio que ele terá atraído até aqui o visitante que o espanta. Caso 1 CONTINUA
  9. 9. Com efeito, muito delicadamente, o meu interlocutor começou a dialogar com a entidade de luto: Capítulo 8. No Plano dos Sonhos. – O amigo é parente do companheiro que dorme? – Não, não. Somos conhecidos velhos. E, muito impaciente, acentuou: – Hoje, à noite, Vieira me chamou com as suas reiteradas lembranças e acusou-me de faltas que não cometi, conversando levianamente com a família. Isso, como é natural, desgostou-me. Não bastará o que tenho sofrido, depois da morte? Ainda precisarei ouvir falsos testemunhos de amigos maledicentes? Não poderia esperar dele semelhante procedi- mento, em virtude das relações afetivas que nos uniam as famílias, desde alguns anos. Vieira foi sempre pessoa de minha confiança. Em razão da surpresa, deliberei esperá-lo nos momen- tos de sono, a fim de prestar-lhe os necessários esclarecimentos. O estranho visitante. Todavia, fez uma pausa, sorriu irônico, e continuou: – Entretanto, desde o momento em que me pus a explicar-lhe a situação do passado, infor- mando-o quanto aos verdadeiros móveis de minhas iniciativas e resoluções na vida carnal, para que não prossiga caluniando-me o nome, embora sem intenção, Vieira fez este rosto de pavor que estão vendo e parece não desejar ouvir as minhas verdades. Interessado nas lições novas, aproximei-me do amigo, cujo corpo descansava em posição horizontal, e senti-lhe o suor frio ensopando os lençóis. CONTINUA
  10. 10. Capítulo 8. No Plano dos Sonhos. Não revelava compreender convenientemente o auxílio que lhe era tra- zido, fixando-nos com estranheza e ansiedade, intensificando, ainda mais, os gemidos gritantes que lhe escapavam da boca. Sentindo a silenciosa reprovação de Sertório, o habitante das zonas in- feriores dirigiu-lhe a palavra de modo especial: – O senhor admite que devamos ouvir impassíveis os remoques da le- viandade? Não será passível de censura e punição o amigo infiel que se vale das imposições da morte para caluniar e deprimir? Se Vieira sentiu- -se no direito de acusar-me, desconhecendo certas particularidades dos problemas de minha vida privada, não é justo que me tolere os esclare- cimentos até ao fim? Não sabe ele, acaso que os mortos continuam vi- vos? Ignorará, porventura, que a memória de cada companheiro deve ser sagrada? Ora esta! Eu mesmo já lhe ouvi, em minha nova condição de desencarnado, longas dissertações referen- tes ao respeito que devemos uns aos outros... Não considera, pois, que tenho motivos justos para exigir um legítimo entendimento? O interpelado esboçou um gesto de complacência e observou: – Talvez esteja com a razão, meu caro. Entretanto, creio deva desculpar seu amigo! Como exi- gir dos outros conduta rigorosamente correta, se ainda não somos criaturas irrepreensíveis? Tenha calma, sejamos caridosos uns para com os outros!... E, enquanto a entidade se punha a meditar nas palavras ouvidas. Sertório falou-me em tom discreto: – Vieira não poderá comparecer esta noite aos trabalhos. CONTINUA
  11. 11. Não pude reprimir a má impressão que a cena me causava e, talvez por- que eu fizesse um olhar suplicante, advogando a causa do pobre irmão, quase a desencarnar-se de medo, o auxiliar de Alexandre prosseguiu: Capítulo 8. No Plano dos Sonhos. – Retirar violentamente a visita, cuja presença ele próprio propiciou, não é tarefa compatível com as minhas possibilidades do momento. Mas po- demos socorrê-lo, acordando-o. E, sem pestanejar, sacudiu o adormecido, energicamente, gritando-lhe o nome com força. Vieira despertou confuso, estremunhando, sob enorme fadiga, e ouvi-o exclamar, palidíssimo: – Graças a Deus, acordei! Que pesadelo terrível!... Será crível que eu te- nha lutado com o fantasma do velho Barbosa? Não! Não posso acreditar!... Não nos viu, nem identificou a presença da entidade enlutada, que ali permaneceu até não sei quando. E, ao retirarmo-nos, ainda lhe notei as interrogações íntimas, indagando de si mesmo sobre o que teria ingerido ao jantar, tentando justificar o susto cruel com pretextos de origem fisiológica. Longe de auscultar a própria consciência, com respeito à maledicência e à levian- dade, procurava materializar a lição no próprio estômago, buscando furtar-se à realidade. FIM
  12. 12. Caso 2 Capítulo 8. No Plano dos Sonhos. – Visitemos o Marcondes. Não temos tempo a perder. (Disse Sertório) Daí a dois minutos, penetrávamos outro apartamento privado; todavia, o quadro agora era muito mais triste e constrangedor. Marcondes estava, de fato, ali mesmo, parcialmente desligado do corpo físico, que descansava com bonita aparência, sob as colchas rendadas. Não se encontrava ele sob impressões de pavor, como acontecia ao pri- meiro visitado; entretanto, revelava a posição de relaxamento, caracte- rística dos viciados do ópio. Ao seu lado, três entidades femininas de ga- lhofeira expressão permaneciam em atitude menos edificante. Vendo-nos, de súbito, o dono do apartamento surpreendeu-se, de maneira indisfarçável, mormente em fixando Sertório, que era de seu mais antigo conhecimento. Levantou-se, en- vergonhado, e ensaiou algumas explicações com dificuldade: – Meu amigo – começou a dizer, dirigindo-se ao auxiliar de Alexandre –, já sei que vem pro- curar-me... Não sei como esclarecer o que ocorre... Não pôde, contudo, prosseguir e mergulhou a cabeça nas mãos, como se desejasse escon- der-se de si mesmo. A essa altura da cena constrangedora, verifiquei, então, sem vislumbres de dúvida, que as entidades visitantes eram da pior espécie, de quantas conhecia eu nas regiões das sombras. CONTINUA
  13. 13. Capítulo 8. No Plano dos Sonhos. Irritadas talvez com o recuo do companheiro, que se revelava triste e humilhado, prorromperam em grande algazarra, acercando-se mais in- tensamente de nós, sem o mínimo respeito. – Impossível que nos arrebatem Marcondes! – disse uma delas, enfa- ticamente, – Afinal de contas, vim de muito longe para perder meu tem- po assim, sem mais nem menos! – Ele mesmo nos chamou para a noite de hoje – exclamou a segunda, atrevidamente – e não se afastará de modo algum. Sertório ouvia com serenidade, evidenciando íntima compaixão. A terceira entidade, que parecia reter instintos inferiores mais completos, aproximou-se de nós com terrível expressão de sarcasmo e falou, dando-me a entender que aquela não era a primeira vez que Sertório procurava o sitio para os mesmos fins e nas mês- mas circunstâncias: – Os senhores não passam de intrusos. Marcondes é fraco, deixando-se impressionar pela pre- sença de ambos. Nós, todavia, faremos a reação. Não conseguirão arrancar-nos o predileto. E gargalhando, irônica, acentuava: – Também temos um curso de prazer. Marcondes não se afastará. Contrariamente aos meus impulsos, Sertório não demonstrava a mínima atenção. As palavras e expressões daquela criatura, porém, irritavam-me. CONTINUA
  14. 14. Capítulo 8. No Plano dos Sonhos. Ao meu lado, o auxiliar de Alexandre mantinha-se extremamente bondo- so. A própria vítima permanecia humilde e triste. Porque semelhantes insultos? Ia responder alguma coisa, no sentido de esclarecer o caso em termos precisos, quando Sertório me deteve: – André, contenha-se! Um minuto de conversação atenciosa com as ten- tações provocadoras do plano inferior pode induzir-nos a perder um sé- culo. Em seguida, com invejável tranqüilidade, dirigiu-se ao interessado, per- guntando, sem espírito de censura: – Marcondes, que contas darei hoje de você, meu amigo? O interpelado respondeu, lacrimoso e humilhado: – Oh, Sertório, como é difícil manter o coração nos caminhos retos! Perdoe-me... Não sei como isto aconteceu... Não posso explicar-me! Mas Sertório parecia pouco disposto a cultivar lamentações e mostrando-se muito interes- sado em aproveitar o tempo, interrompeu-o: – Sim. Marcondes. Cada qual escolhe as companhias que prefere. Futuramente você compre- enderá que somos seus amigos leais e que lhe desejamos todo o bem. Despejaram as mulheres nova série de frases ridicularizadoras. Marcondes começou, de novo, a lastimar-se, mas o mensageiro de Alexandre, sem hesitar, tomou-me a destra e regressamos à via pública. CONTINUA
  15. 15. Capítulo 8. No Plano dos Sonhos. – E em que ficamos? – indaguei – não vai acordá-lo? – Não. Não podemos agir aqui do mesmo modo. (O que aconteceu no Caso 1) Marcondes deve demorar-se em tal situação, para que amanhã a lembrança desagradável seja mais duradoura, fortifican- do-lhe a repugnância pelo mal. Para finalizar o assunto, vejam o que Sertório fala para André Luiz sobre os dois casos... Diz André Luiz: – (...) a situação de Vieira e Marcondes sensibiliza-me fundamente. Sertório, porém, cortou-me a palavra, rematando, seguro de si mesmo: – Conserve seu sentimento, que é sagrado; não se arrisque, porém, a sentimentalismo do- entio. Esteja tranqüilo quanto à assistência, que não lhes faltará no momento oportuno; não se esqueça, porém, de que, se eles mesmos algemaram o coração em semelhantes cárceres, é natural que adquiram alguma experiência proveitosa à custa do próprio desapontamento. FIM
  16. 16. Em algumas situações se faz necessário por um encarnado em tratamento, no plano espiritual. Vejam a situação, a seguir... Outra vez Jerônimo e Família A um aprendiz da Vigilância, que comigo levara, justamen- te daqueles que iniciavam experiências regeneradoras a- través dos serviços de beneficência ao próximo, indiquei a mísera jovem, dizendo: — Será necessário arrebatá-la daqui... O Astral Superior recomenda assistência imediata em torno dela... Adormece-a, meu amigo, com uma descarga magnética forte, servindo-te dos elementos fluídicos dos circunstantes... Dá-lhe aparências de doente grave... e afasta com presteza estes infelizes que a maltratam. O resultado, da ordem por mim emitida não se fez esperar. Aproximou-se ele da infeliz peixeira do Cais da Ribeira, passou-lhe as mãos ambas à altura dos joelhos, como laçando-os. A pobre menina cambaleou, amparando-se a uma banca pró- xima. Quase sem interrupção, o mesmo "passe" repetiu-se à altura do busto e, em seguida, contornando a fronte, toda a cabeça! Margaridinha caiu estatelada no chão, presa de con- vulsões impressionantes, levando a mão ao peito e gemendo sentidamente... CONTINUA Este relato é do Irmão Santarém
  17. 17. No entanto, a moça experimentava a ação nervosa produzida pela rispidez da descarga magnética necessária ao seu lamentável estado. Aplicamos bálsamos sedativos, compungidos ante seus sofrimentos. Tornou-se inani- mada, gradativamente acalmando-se, continuando, porém, estendida so- bre as lajes do antro, enquanto o taverneiro, apavorado com o acontecimento, providencia- va socorros médicos e um leito no interior da casa, pois cumpria ocultar a verdade em torno do caso, por não desejar complicações com a policia, dada a ilegalidade do comércio. Outra vez Jerônimo e Família Margarida, com efeito, estrebuchava, parecendo nas vascas da agonia. Ro- deamo-la, eu e meus dedicados auxiliares, no intuito de beneficiá-la com os bálsamos de que no momento poderíamos dispor. Convém frisar, no entanto, que nem eu nem meus adjuntos éramos sequer pressentidos, quer por ela ou pelos demais circunstantes do plano material, pois nossa qualidade de Espíritos desencarnados tornava-nos inatingíveis à visão deles. Alguns minutos depois, chegando o facultativo, que a considerou gravemente doente em virtude de grande intoxicação pelo álcool, providências humanitárias foram tomadas, pois tecêramos em torno dele corrente harmoniosa de sugestões compassivas... E assim foi que, tal como desejáramos e tornava-se necessário, passadas que foram as som- bras dramáticas daquela noite decisiva, a filha do nosso pupilo aqui presente dava entrada em modesto hospital, caridoso bastante para resguardá-la enquanto providenciássemos quanto aos seus dias futuros, (...) CONTINUA
  18. 18. Outra vez Jerônimo e Família No instante em que Margarida Silveira tombava nas lajes da taverna, tratamos de remover o seu Espírito — parcial e temporariamente desligado do fardo carnal — para o Posto de Emergência que este Instituto mantém nas adjacências do globo terrestre. Agora vejam a seguir aonde queremos incluir esse fato em nosso estudo... Os serviços ali são variados e constantes como no interior da Colônia. Muitos enfermos en- carnados são ali curados pela medicina do plano espiritual, muitas criaturas transviadas no caminho do dever hão recebido sob aqueles hospitaleiros abrigos forças e vigores novos para a emenda e conseqüente regeneração, enquanto que muitos corações aflitos e choro- sos têm sido consolados, aconselhados, norteados para Deus, salvos do suicídio, reintegra- dos no plano das ações para que nasceram e do qual se haviam afastado. Para aí conduzida em Espírito, Margarida foi submetida a exame rigoroso, observando os nossos irmãos incumbidos do mandato as precárias condições em que se encontrava sua organização — fluídica — o perispirito — e que urgente se fazia um tratamento a rigor. Enquanto isso o corpo carnal também o era pelo cientista terreno — o médico assistente do hospital para onde fora transportado em estado comatoso. FIM
  19. 19. Estudos Dirigidos O DesdobramentoObservem que a paciente ficou desdobrada e sob tratamento espiritual, além do físico. Isso nos faz pensar, e também responde, daquelas pessoas que se encontram hospitalizados, nas UTI’s, em estado de coma. Mas como já falamos antes, cada caso é um caso...
  20. 20. E para endossar o que acabamos de ver, vamos ver no livro “Evolução em Dois Mundos” a pergunta sobre este assunto. Estudos Dirigidos O Desdobramento – No estado comatoso, onde se encontra o psicossoma do enfermo? Junto ao corpo físico ou afastado dele? – No estado de coma, o aprisionamento do corpo espiritual ao arcabouço físico, ou a parcial liberação dele, depende da situação mental do enfermo. Cap. 19 Segunda parte Predisposições Mórbidas
  21. 21. Estudos Dirigidos O DesdobramentoCom esta importante informação podemos refletir sobre as pessoas que se encontram no estado de coma. O corpo pode estar ali inerte, mas o espírito se encontra livre. Vai depender muito de seu próprio estado mental.
  22. 22. Vamos ler agora no livro “Memórias de um Suicida” a seguinte descrição... A comunhão com o Alto Os serviços a serem prestados pelos veículos humanos — os médiuns — deveriam ser voluntários. Concertado o entendimento pela correspondência telepática, ficara estabelecido que os mentores espirituais dos médiuns visados lhes sugerissem o recolhimento ao leito mais cedo que o usual; que os mergulhassem em suave sono magnético, permitindo amplitude de ação e lucidez aos seus Espíritos para o bom entendimento das negociações a se realizarem pela noite a dentro. Uma vez desprendidos dos corpos físicos pelo sono, deveriam os refe- ridos concorrentes ser encaminhados para a sede da agremiação a que pertenciam, local escolhido para as confabulações. Absolutamente nada lhes seria imposto ou exigido. Ao contrário, iriam os emissários do Ins- tituto solicitar, em nome da Legião dos Servos de Maria, o favor da sua colaboração, pois era norma das escolas de iniciação a que pertenciam os responsáveis pelo Instituto Correcional Maria de Nazaré, pertencente àquela Legião, nada impor a quem quer que fosse, senão convencer à prática do cumprimento do dever. FIM
  23. 23. Portanto, estejamos sempre a disposição para ajudar a todos que precisam de nossa ajuda, em estado de vigília, ou em desdobramentos. A comunhão com o Alto Os serviços a serem prestados pelos veículos humanos — os médiuns — deveriam ser voluntários. Concertado o entendimento pela correspondência telepática, ficara estabelecido que os mentores espirituais dos médiuns visados lhes sugerissem o recolhimento ao leito mais cedo que o usual; que os mergulhassem em suave sono magnético, permitindo amplitude de ação e lucidez aos seus Espíritos para o bom entendimento das negociações a se realizarem pela noite a dentro. Uma vez desprendidos dos corpos físicos pelo sono, deveriam os refe- ridos concorrentes ser encaminhados para a sede da agremiação a que pertenciam, local escolhido para as confabulações. Absolutamente nada lhes seria imposto ou exigido. Ao contrário, iriam os emissários do Ins- tituto solicitar, em nome da Legião dos Servos de Maria, o favor da sua colaboração, pois era norma das escolas de iniciação a que pertenciam os responsáveis pelo Instituto Correcional Maria de Nazaré, pertencente àquela Legião, nada impor a quem quer que fosse, senão convencer à prática do cumprimento do dever. FIM
  24. 24. Vamos ver agora um relato de desdobramento, narrado por Robson Pinheiro. Observem os detalhes dessa narração. Durante a psicografia dos textos que constam neste livro tive várias oportunidades de ser desdobrado pa- ra além dos limites do mundo físico através da ação do pensamento do amigo Joseph Gleber. Senti-me suspenso sobre o corpo físico após alguns minutos de reflexão e preces. O espírito Joseph Gleber estava ao meu lado, e o vi como se em tudo fosse semelhante a um encarnado. Vestia-se sobriamente e apresentava-se a mim dando a impressão de que era um encarnado, tal a realidade e perfeição de detalhes que eu podia observar naquele momento. (...) ele sempre se apresentou à minha visão espiritual: olhos e cabelos claros, alto e magro e com uma aura dourada envolvendo-lhe suavemente a personalidade. Joseph convidou-me a um passeio, uma excursão, de maneira que eu pudesse observar me- lhor certos fatos e compreender a realidade daquilo que ele escrevia através de minha me- diunidade. Ele me esclarecia: CONTINUA Preâmbulo
  25. 25. Acho importante colocar o que Joseph Gleber disse para Robson Pinheiro. Vale para todo o nosso estudo também. – Você observará algumas coisas que, de certa forma, não constam nos livros que traduzem o pensamento ortodoxo de meus irmãos espíritas. Quero que você fique muito atento e re- late cada detalhe a meus irmãos. Não intento ir contra nenhum pensamento estabelecido, porém é preciso não ficar restrito aos acanhados relatos que costumam preencher os livros que fazem sucesso no momento. Precisamos muito mais de cientistas do espírito e pesqui- sadores sérios do que de médiuns em busca de ibope e projeção. Voltando para Robson Pinheiro. Ele fala... Vi-me suspenso entre duas realidades. Durante vários anos tive oportunidade de desdo- brar-me de forma lúcida, porém somente agora observava os detalhes, as minúcias da rea- lidade extrafísica. Seria fruto da influência do espírito que me auxiliava? FIM Preâmbulo
  26. 26. Corpo Físico e Duplo Etérico Cordão de Prata É aqui que vamos falar um pouco sobre o assunto do desdobramento. Também conhecido como projeção astral, ou emancipação da alma. Vamos ver como ele ocorre. 1. Quando estamos dormindo, por exemplo, nos desdobramos, ou seja, desacoplamos os nossos corpos astral e mental do físico. 2. Lembrando que acoplado ao nosso corpo físico está o nosso duplo etérico. E ligando o nosso corpo físico aos demais corpos está o nosso cordão de prata. 3. De acordo com a nossa evolução, poderemos ficar próximos ao nosso corpo físico, ou então, fazermos o que chamam geralmente de “viagem astral”, indo para onde o nosso pensamento, ou as nossas tendências, irão nos levar. 4. Poderemos, ou não, entrar em contato com outros encarnados ou desencarnados no plano astral (plano espiritual). Só estamos mostrando neste esquema o corpo astral, mas devemos lembrar que os outros corpos estão juntos a ele.
  27. 27. Como vimos, todos nós nos desdobramos, mas nem todos temos a capacidade e a habilidade da projeção. Isso quer dizer que será de acordo com a nossa evolução e também com o treinamento. Estudos Dirigidos O Desdobramento
  28. 28. Capítulo 13. Convocação Familiar. A essa altura, o dono da casa e a neta de Saldanha (encarnados e desdobrados), provisoriamente libertos das teias fisiológicas, já se encontravam ao lado de Gúbio (Instrutor espiritual), que recebeu Jorge (encarnado e desdobrado também) com desvelado carinho, e, unindo os três como que identificando-os a uma corrente magnética de forte expressão, emprestou-lhes forças à mente, por intermédio de operações fluídicas, para que o ouvissem acordados, em espírito, tanto quanto possível. Notei, então, que o despertamento não era análogo para os três. Variava de acordo com a posição evolutiva e condições mentais de cada um. O magistrado era mais lúcido pela agilidade dos raciocínios; a jo- vem Lia colocava-se em segundo lugar pelas singulares qualidades de inteligência; situava-se Jorge em posição inferior, em face do esgotamento em que se encontrava. FIM
  29. 29. Como já foi visto, vimos que em algumas situações recebemos “visitas” de pessoas tanto encarnadas como também desencarnadas quando estivermos dormindo e desdobrados. E isso inclui nossos amigos e familiares que já desencarnaram. Estudos Dirigidos O Desdobramento
  30. 30. Observem este trecho da conversa entre André Luiz e Lísias... Estudos Dirigidos O Desdobramento
  31. 31. Capítulo 23 Saber Ouvir ‒ Mas, Lísias, você que tem um amigo encarnado, qual seu pai, não gostaria de comunicar-se com ele? ‒ Sem dúvida ‒ respondeu bondosamente ‒, quando merece- mos essa alegria, visitamo-lo em sua nova forma, verificando- se o mesmo, quando se trata de qualquer expressão de inter- câmbio entre ele e nós. (...) “(...) Acresce notar que, da esfera superior, é possível descer à inferior com mais facilidade. Existem, contudo, certas leis que mandam compreender devidamente os que se encontram nas zonas mais baixas.” E mais adiante... FIM André Luiz pergunta:
  32. 32. — Não mediste, ainda — respondeu (para André Luiz), prestimoso —, a extensão do intercâmbio entre encarnados e desencarnados. Capítulo 6. Observações e Novidades. A determinadas horas da noite, três quartas partes da população de cada um dos hemisférios da Crosta Terrestre se acham nas zonas de contato conosco (com os Espíritos desencarnados e nos planos espirituais) e a maior percentagem desses semilibertos do corpo, pela influência natural do sono, permanecem detidos nos círculos de baixa vibração qual este em que nos movimentamos provisoriamente. Por aqui, muitas vezes se forjam dolorosos dramas que se desenro- lam nos campos da carne. Grandes crimes têm nestes sítios as respectivas nascentes e, não fosse o trabalho ativo e constante dos Espíritos protetores que se desvelam pelos homens no labor sacrificial da caridade oculta e da educação perseverante, sob a égide do Cristo, acontecimentos mais trágicos estarreceriam as criaturas. FIM
  33. 33. No sono natural Na maioria das situações, a criatura, ainda extremamente aparenta- da com a animalidade primitivista, tem a mente como que voltada para si mesma, em qualquer expressão de descanso, tomando o so- no para claustro remansoso (tranquilo) das impressões que lhe são agradáveis, qual criança que, à solta, procura simplesmente o objeto de seus caprichos. Capítulo 21 Desdobramento Nesse ensejo, configura na onda mental que lhe é característica as imagens com que se acalenta, sacando da memória a visualização dos próprios desejos, imitando alguém que improvisasse miragens, na antecipação de acontecimentos que aspira a concretizar. Atreita ao narcisismo, tão logo demande o sono, quase sempre se detém justaposta ao veículo físico, como acontece ao condutor que repousa ao pé do carro que dirige, entre- gando-se à volúpia mental com que alimenta os próprios impulsos afetivos, enquanto a máquina se refaz. FIM Desdobrando-se no sono vulgar, a criatura segue o rumo da própria concentração, procu- rando, automaticamente, fora do corpo de carne, os objetivos que se casam com os seus interesses evidentes ou escusos. E mais adiante, e em outras situações (evolutivas)...
  34. 34. Vamos deixar aqui um relato de um desdobramento, em um caso de subjugação, assunto este que vocês verão quando falarmos sobre as incorporações. Estudos Dirigidos O Desdobramento
  35. 35. Neste caso, em específico, o desdobramento foi ocasionado pela presença de um outro espírito, dominando as funções de seu corpo físico. Estudos Dirigidos O Desdobramento
  36. 36. Capítulo 4 Angústias da Obsessão Ela própria (a vítima) não se dera conta do sucesso (Aquilo que sucede = ACIDENTE, ACONTECIMENTO, FATO, CASO) que a acometera. Experimentara superlativa angústia, seguida de álgido suor e a sensação de que fora arrojada num abismo sem fundo, caindo sem cessar... O coração deslocara-se do lugar, pulsando em descompasso; todas as fibras do corpo, adormentadas, produziam dores lancinantes, e a cabeça, em redemoinho, impedia que o cérebro raciocinasse com a lucidez capaz de coordenar ideias. Gritou por socorro e surpreendeu-se com as cordas vocais em turgimento, espocando palavras chocantes que não podia controlar. Ouvia-se a distância, confusa, no som de sua voz alterada e era uma emoção odienta que não a sua. Chorava em contorções, mas as lágrimas queimavam-se nas pupilas dilatadas e, sentindo febre, tremia em arrebatamentos de louca. Via-se fora do corpo e, ao mesmo tempo, via-o agitado, num estado dúplice, sem anotar os circunstantes, chocados, na sua festa de apresentação social. Após esse período, foi a luta em que se empenhou e continuava sem termo contra o gigan- te que a submetia. Estava expulsa do organismo físico sem dele estar liberta... (...) FIM
  37. 37. Vamos ver um relato do mundo, onde esta vítima da subjugação, se encontrava durante estes desdobramentos. Estudos Dirigidos O Desdobramento
  38. 38. Para nos situarmos, a vítima estava internada em um sanatório, sob tratamento medicamentoso, e era submetida aos eletrochoques. Estudos Dirigidos O Desdobramento
  39. 39. Capítulo 4 Angústias da Obsessão Durante o tratamento face à convulsão produzida pelo uso do eletrocho- que, impossível seria avaliar o insuportável que a estertorava em mil con- torções até o desfalecimento. Ao despertar, fruindo o calor orgânico, de- frontava-o, asqueroso, senhorial, e fugia, aparvalhada, cedendo-lhe o lu- gar... (ela “voltava” para o corpo e saia novamente) Minado o corpo pelo desgaste de largo porte, sucessivos desmaios expulsavam o usurpador que se deleitava, então, ameaçando-a, grosseiro, arrebatando-a para lugares povoados por espectros impossíveis de descritos. Nesses sítios, onde nenhuma claridade lucila, a asfixia pastosa domina; impossibilitada de qualquer ação, tornava-se mais fácil presa, arrastada aos trambolhões. Supunha-se, nessas situações, encontrava-se em cemitério infinito, de sepulturas abertas e cadáveres exumados ante a contemplação dos furio- sos mortos-vivos, desejosos uns de os reconduzirem aos movimentos, deles reapossando-se; lamentosos, outros, por havê-los perdido irremissivel- mente; lutadores diversos, a defenderem as vestes apodrecidas de animais que nelas se locupletavam; e o sem-número dos tristes, chorosos, em procissão intérmina... Sempre noite, lamentos, exacerbações, gritos ensur- decedores — o inferno! Não suportando o vexame que se repetia com frequência, perdia os sentidos ou desvairava, para depois despertar sem forças no çorpo mortificado. À pausa cedia lugar a nova e intensa disputa em que pelejava com axe (eixo) na alma lúrida, exausta. FIM
  40. 40. Lembrando que Robson Pinheiro encontra- se em desdobramento, observem a seguir, em seu relato, todo o processo de uma doação de energia, os corpos envolvidos, os cordões, os chakras, etc. Estudos Dirigidos O Desdobramento
  41. 41. Fiquei elétrico, superemocionado e muitíssimo interessado no fenômeno que presenciava. O olhar de Joseph fez com que me acalmasse imediata- mente. Só assim pude observar melhor o que ocorria. O espírito aproxi- mou-se do corpo físico (do corpo do próprio Robson Pinheiro) e impôs agora seus braços sobre a cabeça, concentrando-se. Suas mãos ilumina- ram-se e vi um jato de luz a se transferir para o corpo. Senti um choque. O espírito amigo abriu os olhos, fitou-me por alguns instantes e disse-me: – Esta é uma transferência magnética comum no dia-a-dia da casa espírita. Quero que observe agora o que ocorre quando reiniciar a operação. Verá como se processam as trocas energéticas de elevado teor vibratório. Tornou então a impor as mãos sobre o cérebro físico do meu corpo adormecido. Eu agora pre- senciava o fenômeno em câmera lenta. Um fluxo de energia luminosa era transferido das mãos do espírito. Observei que a região do coração do companheiro espiritual se iluminava de forma a quase esconder todo o seu corpo espiritual em seu íntimo. Toda essa luz, essa energia amorosa era transferida para o corpo físico. Chorei. Não pude conter a emoção. Algo diferente acontecia. Todo o corpo foi se iluminando, como se fosse uma cidade que acen- desse suas lâmpadas bairro a bairro; aumentava a luminosidade própria do corpo. Agora eu via a união da luz espiritual ou da energia do espírito à energia irradiada pelo próprio corpo físico. CONTINUA Preâmbulo
  42. 42. Ainda em câmera lenta, observei como o corpo todo era saturado dessa carga energética e vi como um ponto pequenino se sobressaía no cérebro físico. – Essa operação de transferência magnética que você presencia é algo corriqueiro entre nós, desencarnados, e nossos médiuns. Amamos os médiuns que trabalham conosco em regime de parceria e, por isso mesmo, não os deixamos sozinhos em suas necessidades. Observe mais atentamente o fio de prata. Olhei e vi que o cordão prateado enraizava-se no cérebro físico através da glândula pineal. Parecia originar-se ainda mais profundamente, misturando-se ou confundindo-se com as ra- mificações do sistema nervoso. À medida que o espírito amigo persistia na transferência magnética, todo o quantum energético era transmitido pelo cordão de prata para mim (espírito), que estava desdobrado, atuando como observador e aprendiz. Dele partiam fios prateados que se enfeixavam num único fio mais bri- lhante, porém ainda algo embaçado, que ligava o cérebro físico à cabeça do duplo projetado, que também se iluminava naquele momento. A substância ectoplásmica do duplo etérico aumentava, pulsava e ilumina- va-se, tal como uma lâmpada fluorescente. Do duplo, o fio prateado que eu observara ligava-se diretamente a mim, espírito-psicossoma projetado de forma lúcida para fora do corpo. Isso é tudo o que posso descrever com meu vocabulário limitado. Joseph veio em meu auxílio. CONTINUA Preâmbulo
  43. 43. – Toda vez que o espírito está afastado do corpo físico – falou o espírito – o cordão de prata forma um veículo transmissor de poderosas correntes magnéticas, tanto da dimensão extrafísica para o corpo físico, quanto do corpo para o psicossoma desdobrado em outras dimensões. O fio prateado é o transformador e condutor dessas energias revigorantes, sedativas ou calmantes, que podem ser projetadas até mesmo a longas distâncias para o socorro do sensitivo. Observe bem o que ocorre. para que você tenha uma noção mais precisa do que escreveremos a respeito. Após as lições relativas ao duplo etérico, corpo físico e cordão de prata, Joseph me convidou a segui-lo numa excursão pelo plano extrafísico... FIM Preâmbulo
  44. 44. Estudos Dirigidos Vamos dar uma pausa por aqui. http://vivenciasespiritualismo.net/index.htm Luiz Antonio Brasil Périclis Roberto pericliscb@outlook.com

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