07.01 O Desdobramento I 20 jan 2015

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07.01 O Desdobramento I 20 jan 2015

  1. 1. Estudos Dirigidos O Desdobramento Vamos falar aqui sobre o Desdobramento.
  2. 2. Vocês deverão notar que sobre este assunto utilizam-se de vários termos como: projeção astral, viagem astral, projeção da consciência, desdobramento, emancipação da alma, descoincidência, experiência fora do corpo, etc. Estudos Dirigidos O Desdobramento
  3. 3. Capítulo IV Os corpos energéticos sutis que se situam além do corpo etérico encontram-se num nível de existência que poderia ser chamado de não-físico, não-espacial e não-temporal. E através das extraordi- nárias conexões com as nossas contrapartes de energia sutil, por intermédio da interface físico-etérica acoplada ao sistema de cha- kras, que ocorre um continuo fluxo de input energético superior rumo à expressão final do nosso corpo físico e da nossa consciência. Esses corpos de energia sutil também atuam como múltiplos veículos recipientes para a nossa consciência móvel. A projeção astral pode ser vista como uma transferência de consciência, que deixa o circuito neuronal e a estrutura temporal fixa da realidade do cérebro físico em vigília e vai para o veículo astral da consciência. Embora muitas pessoas acreditem que o sono seja um período dedicado exclusivamente aos sonhos, na realidade nossa consciência penetra todas as noites no corpo astral para excursões e experiências de aprendizado nesse nível. O corpo físico tem a capacidade de funcionar bastante bem sem a orientação da mente consciente devido ao extraordinário desenvolvimento evolutivo do nosso sistema nervoso autônomo, uma espécie de sofisticado piloto automático. FIM
  4. 4. Capítulo IV Além da sua perspectiva temporal diferente, a esfera astral, conforme já mencionamos anteriormente, é também o domínio dos aspectos emo- cionais da personalidade humana. Por causa disso, frequentemente se descobre que a consciência do indivíduo pode ocasionalmente assumir uma orientação mais emocional quando viaja pelos domínios do astral. Isso também depende de a pessoa estar percorrendo o domínio astral inferior ou superior, como eles têm sido chamados. O fato de haver via- jantes percorrendo essas regiões sugere a existência tanto de visitantes (turistas) como de habitantes do domínio astral. FIM
  5. 5. Como dissemos, o período pré-agônico determina por vezes, a projeção do duplo a distâncias consideráveis. As inúmeras e bens comprovadas aparições de fantasmas de moribundos, registradas profusamente nos anais do Espiritismo, numa universalidade que destrói todas as negativas aprioristas, constituindo capítulos altamente interessantes para o estudo do dinamismo anímico e do mecanismo da morte, ou, mais precisamente, da desencarnação, filia-se, na maioria dos casos relatados, na categoria dos fenômenos da projeção e exteriorização dos duplos, regidos pela identidade de sintonia emocional e afetiva. Daqui provém o conhecimento supranormal antecipado da desencarnação de pessoas queridas a distâncias que têm ido, por vezes, de hemisfério a hemisfério. FIM Capítulo VI Experiências de Hector Durville e de L. Lefranc
  6. 6. Sob determinadas circunstâncias, artificiais ou naturais, pode o cor- po astral separar-se do corpo físico, levando com ele todos os ou- tros envoltórios e o próprio espírito. Fenômenos de desdobramento Normalmente, isso acontece durante o sono, quando o indivíduo perde a consciência e as funções vitais são rebaixadas ao mínimo indispensável às trocas metabólicas. Muitos sensitivos podem se ausentar do corpo com certa facilida- de, em transe espontâneo. Mas isso pode ocorrer também a pes- soas comuns, em circunstâncias patológicas ou especiais, como choque emotivo fone, enfraquecimento por moléstias prolongadas, hemorragias volumosas, choques cirúrgicos e outros estados anô- malos. As pessoas vão a lugares distantes, podem descrevê-los, avaliar seus atos e os alheios, ter sensações físicas, tudo isso no pleno gozo da consciência ‒ graças à ligação com o cérebro físico, através do cordão de prata. Página 69 e 70. FIM
  7. 7. Página 127. O desdobramento é relativamente fácil, sendo normal que ocor- ra uma ou outra vez, e de modo espontâneo (sem volição cons- ciente), no decurso de uma existência. De hábito, acontece durante o sono, ou no sono hipnótico (indu- zido por passes magnéticos ou por sugestão) ou no êxtase mís- tico; também pode ocorrer nos grandes choques emocionais, choques circulatórios, desmaios, coma, convalescenças de en- fermidades graves, traumas físicos; pode ser consequência do uso de narcóticos e aparece também no transe mediúnico; mais raramente, acontece no estado de vigília, de modo espontâneo, em sensitivos muito vibráteis. FIM
  8. 8. Sobre desdobramento vejam o caso seguinte no livro “Animismo e Espiritismo”, de Alexandre Aksakof. Volume 1 e 2 Estudos Dirigidos O Desdobramento
  9. 9. Volume 1 e 2 Capítulo IV A Hipótese dos Espíritos “O caso seguinte é edificante, particularmente graças a um concurso de circunstâncias mui interessantes: o espírito transporta-se a um lu- gar distante, a um meio absolutamente estranho, e age por interven- ção de um médium que ali se encontrava. Evidentemente este fato só tem valor com a condição de sua autenticidade ser garantida, co- mo tenho todo o fundamento de admiti-lo, sob a fé dos documentos que me foram fornecidos. “A 21 de Maio de 1866, dia de Pentecostes, Sofia (ela morava em Viena nessa época) tinha passado toda a manhã no Práter, na Expo- sição de Agricultura; voltou para casa muito fatigada e sofrendo de dor de cabeça. Depois de ter tomado uma refeição à pressa, retirou- se para seu quarto a fim de repousar. “”Quando se deitou eram quase 3 horas da tarde. Antes de adormecer, sentiu-se particu- larmente disposta a desdobrar-se, isto é, “a deixar o corpo e agir independentemente dele”. As suas pálpebras entorpecidas fecharam-se, e ela se achou transportada imediatamente a um quarto que lhe era bem conhecido, pertencente a uma pessoa que ela conhecia muito bem. Viu ali essa pessoa e tentou inutilmente fazer-se ver por ela; Sofia voltou então ao seu quarto, e sentindo-se ainda com bastante força, teve a ideia de dirigir-se a casa do Senhor Stratil, sogro de seu irmão Antônio, com a intenção de fazer- lhe uma surpresa agradável. CONTINUA
  10. 10. Com a rapidez do pensamento, sentindo-se com liberdade de movi- mentos, transpôs o espaço, lançando apenas um olhar fugitivo sobre Viena e o Wienerberg, e achou-se transportada ao belo país que circunda a cidade de Moedling; e, ali, viu-se no gabinete do Senhor Stratil, defronte dele próprio, e do Senhor Gustavo B., a quem muito estimava e ao qual desejava vivamente dar uma prova palpável da atividade independente do espírito, pois que ele sempre manifestara uma atitude céptica a tal respeito. Volume 1 e 2 Capítulo IV A Hipótese dos Espíritos “Toda entregue à impressão de sua deslocação vertiginosa, e de hu- mor prazenteiro, Sofia sentia-se admiravelmente bem, não experi- mentando inquietação nem abatimento. (Farei observar que sensa- ção análoga de leveza e de bem-estar nota-se geralmente durante o sono magnético.) Ela se dirigiu diretamente ao Senhor B. e lhe falou em tom ameno e alegre, quando subi- tamente despertou (em Viena), em consequência de um grito que retumbou no quarto vizinho ao seu, onde dormiam seus sobrinhos e sobrinhas. Abriu os olhos, profundamente contrariada, e pouco lhe ficou da conversação que entretivera em Moedling, e que tinha sido interrompida de maneira tão brusca. CONTINUA
  11. 11. “Por felicidade o Senhor B. tinha escrito cuidadosamente o diálogo inteiro. Essa ata, o Senhor Stratil anexou-a à sua coleção de comuni- cações espíritas. A conversação com Sofia, por conseguinte, tinha apresentado os caracteres de uma comunicação espírita, dada por um médium. O relatório seguinte faz parte da ata do Senhor Stratil: Volume 1 e 2 Capítulo IV A Hipótese dos Espíritos “No dia seguinte, isto é, a 22 de Maio, a jovem Carolina, filha do Senhor Stratil, recebeu uma carta que lhe enviava (a Viena) seu pai, que estava em Meedling. Entres outras, essa carta continha as per- guntas seguintes: “Como passou Sofia no dia 21 de Maio? “Que fez ela? “Não dormiu nesse dia entre 3 e 4 horas da tarde? Se dormiu, que viu em sonho? “A família de Sofia tinha certeza de que ela havia estado deitada durante esse tempo, so- frendo de violenta dor de cabeça, mas ninguém tinha tido conhecimento do que ela vira em sonho. Antônio interrogou sua irmã a tal respeito, sem nada lhe dizer, entretanto, so- bre a carta que tinha recebido de seu sogro. Contudo, a narração desse sonho colocava Sofia em um embaraço evidente: sem perceber onde seu irmão queria chegar com suas perguntas, ela hesitava em dar-lhe resposta. Respondeu-lhe que se recordava apenas do incidente principal, a saber: que tinha deixado o corpo e visitado outros lugares; que não se recordava mais quais fossem. CONTINUA
  12. 12. “E, entretanto, Sofia recordava-se perfeitamente bem de todas as particularidades de sua primeira visita, mas lhe era desagradável di- vulgá-las. Quanto à sua segunda visita, ela tinha perdido a lembrança precisa, por causa de seu brusco despertar, e, apesar do desejo de dar parte dela a seu irmão, não o pôde. Volume 1 e 2 Capítulo IV A Hipótese dos Espíritos “Em consequência das instâncias desse último, ela chegou enfim a recordar-se de que se tinha achado em companhia de dois senhores, um velho, o outro moço, e que tinha tido com eles uma conversação animada; recordava-se de ter experimentado uma impressão desa- gradável em certo momento, por ter-se achado em desacordo com esses senhores. (...) ” Não será preciso contar o fato todo. Queremos apenas com isso dizer que o desdobramento já era comum de acontecer em outras épocas, e muitos foram documentados e registrados. FIM Todo essa experiência, descrito pelo Alexandre Aksakof, e com todos os detalhes, estão no livro acima.
  13. 13. Volume 1 e 2 Estudos Dirigidos O DesdobramentoTerminamos o livro de Alexandre Aksakof com este trecho dele. Mostrando que é possível que uma pessoa desdobrada possa comparecer a qualquer local, como a uma reunião mediúnica, por exemplo. “Os fatos que acabamos de citar nada mais fazem, por conseguinte, do que apresentar um aspecto diferente de um mesmo fenômeno: a ação intelectual recíproca, proclamada pelo Espiritismo. Eles nos provam que certos fenômenos muito comuns, tais como as comunicações transmitidas pela mesa, pela escrita ou pela palavra, podem, efetivamente, ser atribuídas a uma causa que se acha fora do médium; que se pode pesquisar essa causa na atividade consciente ou inconsciente de um homem vivo que se acha fora do recinto onde o círculo está reunido.” Capítulo IV A Hipótese dos Espíritos
  14. 14. Realizar os desdobramentos dos corpos astral e mental, e ter a consciência deles em seus devidos planos só é possível para aqueles que já alcançaram uma certa evolução. Ou seja, um espírito pouco evoluído não conseguirá fazê-lo. Estudos Dirigidos O Desdobramento
  15. 15. Desacoplamento dos Corpos Nestas projeções, ao lado, temos a representação do desacoplamento dos corpos. Porém apenas mostrando a separação do físico dos demais corpos, e também vemos o cordão de prata. Nas figuras abaixo vemos o desacoplamento dos corpos astral e mental, e seus respectivos cordões (cordão de prata e cordão de ouro). Imagens Fonte: www.ibbis.org.br
  16. 16. Vamos ver alguns textos de livros. Estudos Dirigidos O Desdobramento
  17. 17. Capítulo VI Das Manifestações Visuais Questão 100. Nota. Enquanto o corpo repousa, o Espírito se desprende dos laços materiais; fica mais livre e pode mais facilmente ver os outros Espíritos, entrando com eles em comunicação. O sonho não é senão a recordação desse estado. Quando de nada nos lembramos, diz-se que não sonhamos, mas, nem por isso a alma deixou de ver e de gozar da sua liberdade. Aqui (neste capítulo) nos ocupamos especialmente com as aparições no estado de vigília. FIM
  18. 18. Dirigimo-nos aos lugares que nos estavam reservados e permanecemos aguardando. Podíamos notar a presença de muitos companheiros ainda mergulhados na experiência carnal, convidados que foram para o incomum acontecimento, assessorados pelos seus Mentores espirituais que os trouxeram, a fim de que retornassem ao corpo com a memória do evento e das lições que iriam ser oferecidas. Em uma palestra no plano espiritual... Capítulo 2. FIM
  19. 19. Capítulo 16. O trabalho não acontece apenas no centro... Petitinga, sempre vigilante, advertiu-nos que o Mentor convidava- nos a segui-lo com o jovem médium em parcial desdobramento pelo sono, na direção da sala mediúnica da Instituição. FIM
  20. 20. Capítulo 20. (...) Enquanto os seguia-mos, explicaram-nos que estavam com a incumbência de trazer, em desdobramento parcial pelo sono, algu- mas pessoas da cidade, a fim de que participassem do labor que, logo mais, teria começo. Visitamos diversos lares e colaboramos com o desprendimento par- cial pelo sono fisiológico de quatro cidadãos e duas damas que, em face de desacostumados com esse tipo de fenômeno, e tendo algu- ma dificuldade para liberar-se das fixações do corpo físico, foram trazidos para o auditório. Capítulo 22. Em outro capítulo... O resultado deste trabalho... De acordo com o grau de lucidez de cada indivíduo que participara da reunião espiritual, o seu amanhecer foi característico e muito pessoal. FIM
  21. 21. Capítulo 20 Atendendo ao impositivo da hora, o Instrutor convocou-nos ao serviço de despertamento dos membros do grupo (encarnados e em desdobramento), ali reunidos, facultando a cada um a percepção ambiente relativa ao próprio estado psíquico e espiritual. Cada mente, na condição de fixador e seletor de aptidões, somente permite ao espírito o que este cultiva e grava nas engrenagens do perispírito, conseguindo ligeiras conquistas que decorrem da Misericórdia de acréscimo de Nosso Pai, não se podendo permitirem maiores incursões por ausência de condições psíquicas e energias encarregadas de produzir-lhes o “peso específico” para movimentar- se ou permanecer nas diversas faixas vibratórias acima das densas correntes do corpo somático. FIM
  22. 22. Capítulo 4 Voltando de um desdobramento, durante o sono... Logo que foi possível, acorremos à Casa paroquial onde residia Mauro (padre pedófilo), a fim de acompanharmos o seu despertar no corpo físico. O jovem teve dificuldade de reassumir as funções mentais coordena- das. Terrível torpor assomara-lhe à consciência, dificultando-lhe o raciocínio lúcido. Dores musculares mortificavam-no, espalhadas por todo o corpo, enquanto expressiva debilidade orgânica se lhe apre- sentava dominadora. Exalava fluidos deletérios através da expiração ao tempo em que se encontrava envolvido nos chakras coronário, cerebral e genésico por densa energia que se evolava pastosa a princípio, desvanecendo-se paulatinamente. FIM Ele havia ido, em desdobramento, a uma grande comunidade criada no plano espiritual totalmente dedicada a perversão sexual...
  23. 23. Capítulo 26 Considerações e Preparativos Observei que, à medida que as horas avançavam, a Instituição fazia-se visitada por pessoas de ambos os lados da vida, que vinham receber atendimento, apresentar solicitações e servir. Em uma Casa Espírita, pela madrugada a dentro... Realmente, o sono fisiológico, facultando o parcial desprendimento do Espírito, não deixa de ser um exercício para a desencarnação. Bem poucos, senão raros, dentre os encarnados que ali se movimenta- vam, recordariam das atividades desenvolvidas durante aquele período de morte da consciência cerebral. Alguns experimentariam sonhos com caracteres estranhos, algo confusos no conteúdo, sem embargo, perce- beriam as agradáveis sensações que os seguiriam durante o dia, de- fluentes dos trabalhos realizados e dos contatos mantidos com os Benfei- tores Desencarnados. O inverso também sucede, quando a área de ação transcorre em outros lugares da psicosfera tóxica e de interesses incon- fessáveis. FIM
  24. 24. Capítulo 29 Mecanismos de Recuperação – Sabemos, também, conforme nos ensina o Espiritismo, que o sono físico faculta o parcial desprendimento do Espírito, que não fica inativo. Conforme os interesses que se acalenta quando em vigília, no período do repouso orgânico cada um prossegue na realização do que lhe apraz, partindo na direção do que mais o sensibiliza... FIM
  25. 25. Capítulo 30 Reencontro Feliz – Enquanto dorme o corpo – elucidou, seguro – o Espírito desprende-se parcialmente da matéria, qual encarcerado que anela pela liberdade, ampliando as suas faculdades, percepções, indo encontrar-se com pessoas ou em lugares onde gostaria sempre de estar. Nessa situação toma conhecimento de ocorrências e fatos, registrando impressões de acontecimentos pouco habituais e participando de atividades próprias aos sítios nos quais se encontra. Tem oportunidade de trabalhar ao lado dos Benfeitores da Humanidade, pelo progresso pessoal e o da Terra, conforme o próprio grau de adiantamento, nem sempre recordando-se, quando desperta no corpo, das ocorrências e sucessos de que partici- pou. "Muitos cientistas, artistas e pensadores, que ofereceram ao mundo os contributos valio- sos para o progresso, aprenderam, antes do berço, quando em Espírito desprendido da matéria, o que mais tarde se recordam e lutam a fim de realizar. Outras vezes e mesmo nos casos referidos, quando parcialmente liberados do corpo pelo sono, estudam e laboram em inventos e produções que depois recompõem na esfera física, auxiliando e promoven- do a evolução da Humanidade. CONTINUA
  26. 26. Capítulo 30 Reencontro Feliz "O inverso também ocorre, no que diz respeito aos que cultivam as paixões primitivas, deslocando-se na direção de regiões e mundos inferiores, moral e intelectualmente, onde dão campo às tendências grosseiras, aí participando de espetáculos deprimentes e infelizes, nos quais se comprazem com aqueles que lhes são semelhantes, afins. "O sono, considerado uma forma de morte breve, propicia aos homens continuarem em contato com o mundo espiritual donde procedem, de certo modo, recordando-os das suas origens. "Nem sempre, porém, guardamos a consciência do que sonhamos. Seja porque não nos convenha lembrar, havendo um automático bloqueio da memória, seja em razão da própria condição material um tanto grosseira, que nas pessoas menos adestradas impede a lucidez das ocorrências, entorpecendo-a." FIM
  27. 27. Exórdio Diversos companheiros encarnados e nós participávamos, em desdo- bramento parcial pelo sono, das atividades da desobsessão e das in- cursões no Mundo Espiritual sob o comando de Abnegados Mentores que nos sustentavam e conduziam, adestrando-nos nas realidades da vida extracorpórea. Um relato dos trabalhos que o Sr. Manoel Philomeno de Miranda realizava quando ainda estava encarnado, nos trabalhos mediúnicos... Desde vários anos, percebêramos a facilidade com que nos libertáva- mos parcialmente dos liames carnais, em estado de lucidez, amea- lhando, desde então, incomparáveis recursos para utilização oportuna. Quando nos aconteceram as primeiras, experiências dessa ordem, no labor mediúnico em grupo, retornamos ao corpo conservando intactas as lembranças, o mesmo acontecendo a diversos membros daquelas atividades. Como se tornassem cada vez mais complexas as tarefas em curso, a bondade dos Amigos Espirituais procedeu a conveniente cen- sura das lembranças, de modo a que a nossa vida material não fosse afetada pelas recordações de tais realizações. FIM
  28. 28. Desdobramento Aproximou-se do médium o mentor e, à maneira do magnetizador co- mum, impôs-lhe as mãos aplicando-lhe passes de longo circuito. O médium como que adormeceu devagarinho, inteiriçando-se-lhe os membros. Do tórax emanava com abundância um vapor esbranquiçado que, em se acumulando à feição de uma nuvem, depressa se transformou, à esquerda do corpo denso, numa duplicata do médium, em tamanho ligeiramente maior. Nosso amigo como que se revelava mais desenvolvido, apresentando todas as particularidades de sua forma física, apreciavelmente dilatadas. (...) era submetido o medianeiro a delicada intervenção magnética (pelo mentor) (...) O médium, assim desligado do veículo carnal, afastou-se dois passos, deixando ver o cordão vaporoso que o prendia ao campo somático. Enquanto o equipamento fisiológico descansava, imóvel, o médium, tateante e assombrado, surgia, junto de nós, numa cópia estranha de si mesmo. porquanto, além de maior em sua configuração exterior, apresentava-se azulada à direita e alaranjada à esquerda. Tentou movimentar-se, contudo, parecia sentir-se pesado e inquieto... CONTINUA Capítulo 11 Desdobramento em Serviço
  29. 29. O mentor renovou as operações magnéticas e o médium, desdobrado, recuou, como que se justapondo novamente ao corpo físico. Verifiquei, então, que desse contato resultou singular diferença. O corpo carnal engulira, instintivamente, certas faixas de força que imprimiam ma- nifesta irregularidade ao perispírito, absorvendo-as de maneira incompre- ensível para mim. Desde esse instante, o companheiro, fora do vaso de matéria densa, guar- dou o porte que lhe era característico. Era, agora, bem ele mesmo, sem qualquer deformidade, leve e ágil, embora prosseguisse encadeado ao envoltório físico pelo laço aeriforme, que parecia mais adelgaçado e mais luminoso, à medida que o médium-Espírito se movimentava em nosso meio. Com o auxílio do supervisor, o médium foi convenientemente exteriorizado. A principio, seu perispírito ou “corpo astral” estava revestido com os eflúvios vitais que asseguram o e- quilíbrio entre a alma e o corpo de carne, conhecidos aqueles, em seu conjunto, como sendo o “duplo etérico”, formado por emanações neuropsíquicas que pertencem ao campo fisio- lógico e que, por isso mesmo, não conseguem maior afastamento da organização terrestre, destinando-se à desintegração, tanto quanto ocorre ao instrumento carnal, por ocasião da morte renovadora. (...)” CONTINUA Capítulo 11 Desdobramento em Serviço Desdobramento
  30. 30. Para melhor ajustar-se ao nosso ambiente, o médium devolveu essas energias ao corpo inerme, garantindo assim o calor indispensável à colmeia celular e desembaraçando-se, tanto quanto possível, para entrar no serviço que o aguar- da. – Ah! – disse (...) – aqui vemos, desse modo, a exteriorização da sensibilidade!... – Sim, se algum pesquisador humano ferisse o espaço em que se situa a organi- zação perispirítica do nosso amigo, registraria ele, de imediato, a dor do golpe que se lhe desfechasse, queixando-se disso, através da língua física, porque, não obstante liberto do vaso somático, prossegue em comunhão com ele, por intermédio do laço fluídi- co de ligação. (...) demonstrando manter segura comunhão com o veículo carnal, ouvimo-lo dizer através da boca física: – Seguimos por um (...) e narra... (...) qual se o corpo físico lhe fosse um aparelho radiofôni- co para comunicações a distância (...) A voz do médium apagouse-lhe nos lábios e, dai a instantes, vimo-lo regressar, amparado pelos irmãos que o haviam conduzido, retomando o corpo denso, com naturalidade. Rea- justando-se, qual se o vaso físico o absorvesse, de inopino, acordou na esfera carnal, na posse de todas as suas faculdades normais, esfregando os olhos, como quem desperta de grande sono.” FIM Desdobramento Capítulo 11 Desdobramento em Serviço Algum tempo depois...
  31. 31. Capítulo 20 Mediunidade e Oração Colocando uma senhora para dormir... e desdobrar... Cuidadosamente, começaram ambos a aplicar-lhe passes sobre a cabeça, concentrando energia magnética ao longo das células corticais. A senhora viu-se presa de branda hipnose, que ela própria atri- buía ao cansaço e não relutou. Em breves instantes, deixava o corpo denso na prostração do sono, vindo ao nosso encontro em desdobramento quase natu- ral. Não parecia, contudo, tão consciente em nosso plano quanto seria de desejar. FIM
  32. 32. Vamos ver a seguir um relato que André Luiz faz no livro “Mecanismo da Mediunidade” sobre um desdobramento induzido, feito por um hipnotizador (magnetizador). Estudos Dirigidos O Desdobramento
  33. 33. Capítulo 21 Desdobramento Quem possa observar além do campo físico, reparará, à medida se afirme a ordem do hipnotizador, que se escapa abundante- mente do tórax do “sujet”, caído em transe, um vapor branqui- cento que, em se condensando qual nuvem inesperada, se converte, habitualmente à esquerda do corpo carnal, numa duplicata dele próprio, quase sempre em proporções ligeira- mente dilatadas. (ele fala aqui do corpo astral) Tal seja o potencial mais amplo da vontade que o dirige, o sen- sitivo, desligado da veste física, passa a movimentar-se e, ausen- tando-se muita vez do recinto da experiência, atendendo a determinações recebidas, pode efetuar apontamentos a longa distância ou transmitir notícias, com vistas a certos fins. Seguindo-lhe a excursão, vê-lo-emos, porém, constantemente ligado ao corpo somático por fio tenuíssimo, fio este muito superficialmente comparável, de certo modo, à onda do radar, que pode vencer imensuráveis distâncias, voltando, inalterável, ao centro emissor, não obstante sabermos que semelhante confronto resulta de todo impróprio para o fenômeno que estudamos no campo da inteligência. CONTINUA
  34. 34. Notemos que aí, enquanto o carro fisiológico se detém, res- folegante e imóvel, a individualidade real, embora teleguiada, evidencia plena integridade de pensamento, transmitindo, de longe, avisos e anotações através dos órgãos vocais, em cir- cunstâncias comparáveis aos implementos do alto-falante, num aparelho radiofônico. Capítulo 21 Desdobramento Esmaecem-se (perdem-se) as impressões nervosas e dorme o cérebro de carne, mas o coração prossegue ativo, no envoltório somático, e o pensamento vibra, constante, no cérebro perispi- rítico. FIM
  35. 35. Estudos Dirigidos Vamos dar uma pausa por aqui. http://vivenciasespiritualismo.net/index.htm Luiz Antonio Brasil Périclis Roberto pericliscb@outlook.com

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