06.01 Os Cordões de Prata e Outros Cordões 20 jan 2015

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06.01 Os Cordões de Prata e Outros Cordões 20 jan 2015

  1. 1. Estudos Dirigidos O Cordão de Prata e outros Vamos falar aqui sobre o Cordão de Prata e outros Cordões.
  2. 2. Cada célula do corpo espiritual se encontra ligada à célula correspon- dente do corpo físico; entretanto, quando esses corpos se dissociam através do desdobramento ou da projeção, os elementos sutis do psi- cossoma formam uma espécie de apêndice, que é designado cordão de prata. Este liga a cabeça física à sua forma astral, e é através dele que a ligação entre ambos os corpos permanece firme – embora, em diversas oca- siões, os corpos físico e energético estejam dissociados (processos na- turais ou induzidos de desdobramento).Capítulo 11 Cordão de Prata FIM Em sua anatomia o cordão de prata apresenta elasticidade, com densidade e diâmetro variáveis. Capítulo 11 Cordão de Prata Quando se observa sua estrutura junto ao corpo humano, nota-se que é constituído de vários fios tênues cintilantes.
  3. 3. Traremos a seguir uma observação feita pelo pesquisador Hector Durville quando desdobrava o corpo etérico, assunto já abordado anteriormente. Estudos Dirigidos O Cordão de Prata e outros
  4. 4. Hector Durville registrou também que o cordão vital, ligando o corpo físico do passivo ao seu duplo etérico, era a sede duma circulação: uma, na parte inferior, mais densa e sombria, indo do corpo físico do passivo para o duplo, levando-lhe a matéria necessária à sua ativida- de e ação; a outra, mais sutil e luminosa, ocupando a parte superior do cordão, vindo do duplo para o corpo físico do passivo, conduzindo as impres- sões que o passivo poderá exprimir através dos órgãos do seu corpo físico. Acrescentaremos (António J. Freire): sendo assim, é fácil explicações a produção e gravi-dade dos ferimentos hiperfísicos, dos fenômenos de repercussão, e a delicadeza que o experimentador deve manter, firme e constante, nas manipulações do duplo etérico e em todos os desdobramentos e projeções da alma humana nos seus elementos componen-tes. FIM Capítulo VI Experiências de Hector Durville e de L. Lefranc
  5. 5. Observem agora este outro relato de uma experiência feita também pelo pesquisador Hector Durville, quando desdobrava o corpo etérico e descobriu um novo corpo... o corpo astral! Estudos Dirigidos O Cordão de Prata e outros
  6. 6. Reconheceu também, como tinha comprovado anteriormente o coro- nel de Rochas, que este fantasma (duplo etérico) era o portador da sensibilidade e da motricidade do passivo a que estava ligado por um cordão de substância fluídica. Um dia, Hector Durville, no decurso das suas experiências, reconhecen- do que o fantasma estava perfeitamente condensado e que todos os esforços magnéticos que fazia diretamente sobre o passivo nada pro- duziam de novo e digno de interesse, resolveu continuar a magneti- zação, não sobre o passivo, mas diretamente sobre o fantasma. Pouco depois, o passivo declarava que deste fantasma inicial se exteriorizava em outro de cores menos vivas que o primeiro, de azul claro no seu conjunto, mas que a sua luminosi- dade aumentava gradualmente à medida que se ia obscurecendo o fantasma primitivo. Hector Durville achou-se, pois, em presença de dois fantasmas diferenciados, estando o segundo ligado ao primeiro por um cordão fluídico, e o primeiro ligado ao corpo físico do passivo por um cordão também de natureza fluídica e hiper-física. Alfinetando e beliscando as zonas concêntricas da exteriorização da sensibilidade, re- conheceu que o fantasma primitivo era insensível, enquanto que no segundo fantasma dissociado se tinha concentrado toda a sensibilidade. CONTINUA Capítulo VI Experiências de Hector Durville e de L. Lefranc
  7. 7. Por outro lado, interrogado sobre esta particularidade, o passivo afir- mou que o segundo fantasma podia ser projetado a distância sem pe- rigo, mas que o primeiro, sendo o detentor da força vital, não podia afastar-se do corpo físico que, sem ele, perecia irremediavelmente. De fato, quando em seguida se enviou ao longe o segundo fantasma, o primeiro reentrou no corpo material do passivo, e experiências ulterio- res só vieram comprovar a exatidão da força vital ter por sede o primei- ro fantasma. Era, pois, necessário dar um nome adequado a cada um destes fantas- mas para os distinguir um do outro. (...) FIM Neste relato vemos algumas das características que diferenciam os corpos etérico e astral, como também uma descrição dos cordões fluídicos. Capítulo VI Experiências de Hector Durville e de L. Lefranc
  8. 8. Capítulo VII. Da Bicorporeidade e da Transfiguração 118. (...) devemos responder imediatamente a uma questão que não deixará de ser formulada: como pode o corpo viver, enquanto está ausente o Espírito? Poderíamos dizer que o corpo vive a vida orgânica, que independe do Espírito, e a prova é que as plantas vivem e não têm Espírito. Mas, precisamos acrescentar que, durante a vida, nunca o Espírito se acha completamente separado do corpo. Do mesmo modo que alguns médiuns videntes, os Espíritos reconhecem o Espírito de uma pessoa viva, por um rastro luminoso, que termina no corpo, fenômeno que absolutamente não se dá quando este está morto, porque, então, a separação é completa. Por meio dessa comuni- cação, entre o Espírito e o corpo, é que aquele recebe aviso, qualquer que seja a distância a que se ache do segundo, da neces- sidade que este possa experimentar da sua presença, caso em que volta ao seu invólucro com a rapidez do relâmpago. Daí resulta que o corpo não pode morrer durante a ausência do Espírito e que não pode acontecer que este, ao regressar, encontre fechada a porta, conforme hão dito alguns romancistas, em histórias com- postas para recrear. FIM
  9. 9. Capítulo XXV. Das Evocações FIM 284. 40ª Como, estando ausente do corpo (em desdobramento), o Espírito é avisado da necessidade da sua presença? “O Espírito jamais está completamente separado do corpo vivo em que habita; qualquer que seja a distância a que se transporte, a ele se conserva ligado por um laço fluídico que serve para chamá-lo, quando se torne preciso. Esse laço só a morte o rompe.” Nota. Esse laço fluídico há sido muitas vezes percebido por mé- diuns videntes. É uma espécie de cauda fosforescente que se perde no Espaço e na direção do corpo. Alguns Espíritos hão dito que por aí é que reconhecem os que ainda se acham presos ao mundo corporal.
  10. 10. Instantes depois, divisei ao longe dois vultos enormes que me impres- sionaram vivamente. Pareciam dois homens de substância indefinível, semiluminosa. Dos pés e dos braços pendiam filamentos estranhos, e da cabeça como que se escapava um longo fio de singulares proporções. Tive a impressão de identificar dois autênticos fantasmas. Não suportei. Cabelos eriçados, voltei apressadamente ao interior. Inquieto e ame- drontado, expus a Narcisa a ocorrência, notando que ela mal continha o riso. – Ora essa, meu amigo – disse, por fim, mostrando bom humor –, não reconheceu aquelas personagens? Fundamente desapontado, nada consegui responder, mas Narcisa continuou: – Também eu, por minha vez, experimentei a mesma surpresa, em outros tempos. Aqueles são os nossos próprios irmãos da Terra. Trata-se de poderosos espíritos que vivem na carne em missão redentora e podem, como nobres iniciados da Eterna Sabedoria, abandonar o veículo corpóreo, transitando livremente em nossos planos. Os filamentos e fios que observou são singularidades que os diferenciam de nós outros. Não se arreceie, portanto. Os encarnados, que conseguem atingir estas paragens, são criaturas extraordinariamente espiritualizadas, apesar de obscuras ou humildes na Terra. André Luiz na colônia “Nosso Lar”... Cap. 33 Curiosas Observações CONTINUA
  11. 11. André Luiz na colônia “Nosso Lar”... Cap. 33 Curiosas Observações – Estão envolvidos em claridade azul. Devem ser dois mensageiros muito elevados na esfera carnal, em tarefa que não podemos conhecer. Lobrigava-se (enxergava-se), ainda, a enorme distância, os dois vultos que se afastavam de "Nosso Lar", tranquilamente. A enfermeira contemplou-os, fez um gesto expressivo de reverência e exclamou: FIM E mais adiante, D. Laura vai com André Luiz atrás daqueles vultos...
  12. 12. “Foi bastante fácil estabelecer a conexão entre o espírito desdobrado e o corpo físico dele: apenas seguimos o rastro do cordão de prata, que ligava o espírito ao corpo em repouso. Fio de tessitura finíssima, estruturado em matéria sutil, formava uma ponte de contato entre o ser imortal, em corpo astral ou Perispírito, e o corpo. O cordão de prata estendia-se por quilômetros, atestando a capacidade elástica desse importante órgão da fisiologia espiritual.” Página 210. Cordão de Prata FIM Permanece ligado ao corpo físico e ao duplo etérico através do cordão de prata. Liga-se, igualmente, ao corpo mental, através do cordão de ouro, uma espécie de apêndice que o mantém ligado ao mentalsoma, ou corpo mental. Capítulo 10 Dimensão Astral O Corpo Espiritual Cordão de Prata e o Cordão de Ouro
  13. 13. Capítulo 11 Cordão de Prata Nem todas as pessoas em processo de desdobramento da consciência Conseguem perceber o cordão fluídico que liga o corpo espiritual ao corpo físico; entretanto, o desconhecimento de sua existência e de sua atuação pode fazer com que o sensitivo ou médium confunda algumas situações relacionadas à sua ação com a atuação de influências espirituais. Examinemos esse ponto mais detalhadamente. Quando o cordão de prata se encontra envolvendo o psicossorna à se- melhança de uma corda que se enrola em torno de alguém, é comum a pessoa sentir-se sufocada quando em estado de transe. Este tipo de sensação poderá refletir a situação do cordão de prata, e não exatamente uma influência espiritual. Por isso é necessário que o sensitivo conheça algo mais acerca de sua atuação. Segundo o espírito Joseph Gleber... CONTINUA
  14. 14. FIM Capítulo 11 Cordão de Prata Psicopatologias ligadas à atuação do cordão de prata, quando se enlaça no psicossoma ou na cabeça extrafísica: Sensação de sufoco; Impressão de que alguém ou alguma coisa está apertando-lhe a garganta; Insensibilidade na base física com sensação de formigamento; Hipersensibilidade na região do chacra laríngeo; Tonteira durante o processo de transe, desdobramento ou projeção astral; Sensação de quase-morte.
  15. 15. Capítulo 11 Cordão de Prata O cordão de prata constitui elemento importante tanto nos casos de morte do corpo físico quanto nos processo de desdobramento. No momento da morte física ou desencarne, é rompido definitivamente, enquanto durante o processo de desdobramento ou projeção da cons- ciência encarnada o cordão de prata mantém a ligação do corpo espiritual com o físico, impedin- do a morte deste e conservando ambos ligados e em constante comunicação. FIM
  16. 16. Em um cemitério, Luiz André encontra uma mulher desencarnada que chorava, soluçava, em cima de sua cova... “Compreendi, então (após dialogar com ela), que a desventurada sen- tia todos os fenômenos da decomposição cadavérica e, examinando-a detidamente, reparei que o fio singular, sem a luz prateada que o ca- racterizava em Dimas, pendia-lhe da cabeça, penetrando chão adentro.” Foi informado que... “Jungida aos despojos por conveniência dela pró- pria, tem primado aqui pela inconformação. Vários amigos visitadores, em custosa tarefa de benefício aos recém-desencarnados, têm vindo à necrópole, tentando libertá-la.” “A pobrezinha, porém, após atravessar existências de sólido materialismo, não sabe assumir a menor atitude favorável ao estado receptivo do auxilio superior. Exige que o cadáver se re- avive e supõe-se em atroz pesadelo, quando nada mais faz senão agravar a desesperação. Os benfeitores, desse modo, inclinam-se à espera da manifestação de melhoras íntimas, porque seria perigoso forçar a libertação, pela probabilidade de entregar-se a infeliz aos malfeitores desencarnados.” “Indiquei, porém o laço fluídico que a ligava ao envoltório sepulto e observei: – Vê-se, entretanto, que a mísera experimenta a desintegração do corpo grosseiro em terrí- veis tormentos, conservando a impressão de ligamento com a matéria putrefata. Não teremos recursos para aliviá-la?” CONTINUA
  17. 17. “– Quem sabe chegou o momento? não será razoável cortar o grilhão?” “– Que diz? – objetou, surpreso, o interlocutor – não, não pode ser! Temos ordens.” “– Porque tamanha exigência – insisti.” “– Se desatássemos a algema benéfica, ela regressaria, intempestiva, à residência abandonada, como possessa de revolta, a destruir o que en- contrasse. Não tem direito, como mãe infiel ao dever, de flagelar com a sua paixão desvairada o corpinho tenro do filho pequenino (que não aceitava em tê-lo) e, como esposa desatenta às obrigações, não pode perturbar o serviço de recomposição psíquica do companheiro honesto que lhe ofereceu no mundo o que possuía de melhor.” “É da lei natural que o lavrador colha de conformidade com a semeadura. Quando acalmar as paixões vulcânicas que lhe consomem a alma, quando humilhar o coração voluntarioso, de medo a respeitar a paz dos entes amados que deixou no mundo, então será libertada e dor- mirá sono reparador, em estância de paz que nunca falta ao necessitado reconhecido às bên- çãos de Deus.” “A lição era dura, mas lógica.” FIM
  18. 18. Capítulo 4 Rumo às Cavernas Em um resgate, no Vale dos Suicidas... Heitor, entretanto, chamava-nos a atenção, solicitando-nos a ajuda. Um desvalido sofredor jazia no fundo da gruta e a caridade nos suscita- va atendê-lo como possível. Este era o motivo do forte cheiro de putre- fação que sentíamos. Tratava-se de um espírito recém desencarnado, jungido ao corpo físico por liames (ligações) perispirituais do qual hauria as emanações imate- riais da degradação orgânica. Trouxemo-lo para fora (da gruta) com todo o cuidado que a mobilização demanda nestes casos. Podíamos agora vê-lo em seu adiantado processo de cadaverização. Sem dúvida um dos quadros mais tétricos (triste, medonho) de se presenciar no Vale. A cadaverização acomete os imprevidentes que desencarnam sem o devido preparo para a existência no Além, acreditando tratar-se o plano físico da única possibilidade da vida. Ocorre ainda entre os suicidas que não conseguem desvencilhar-se de seu mortuário orgâ- nico, presenciando em si mesmos os terríveis fenômenos da decomposição. CONTINUA
  19. 19. Capítulo 4 Rumo às Cavernas Em sua grande maioria continuam atados aos seus féretros, até que se esgotem os últimos alvores de suas energias físicas, remanescentes nas carnes em decorrência da prematura morte. Outros são trazidos por imantação a essas paragens, onde permanecem estirados nos lodaçais purgativos. Encontrá-los escondidos naquelas covas era raro, daí o nosso assombro. Possivelmente aquele fora atirado ali por espíritos vampiros com a intenção de ocultá-lo, a fim de seviciá- lo mais tarde, dominando-o para os seus propósitos indignos. É lastimável, mas forçoso é compará-los às feras que ocultam suas carcaças para as devorar mais tarde, com paciência. Hostes rivais de entidades vampirescas disputam essas presas imprevidentes com sofreguidão, cobiçadas por serem fontes de energias vitais preciosas para seus sustentos. Quais espantalhos vivos, são lânguidos joguetes nas mãos destes fli- busteiros que lhes sugam todas as forças, abandonando-os em estado lastimável. CONTINUAE mais adiante... * A assimilação dos eflúvios vitais remanescentes do corpo físico não se conclui, de forma que o cordão fluídico, por onde trafegam os impulsos comunicantes entre este e o psicossoma, permanece ativado, unindo ambos em fortes liames e fazendo com que os fenômenos da decompo- sição sejam sentidos pelo desencarnante.
  20. 20. Heitor o examinou mais detidamente, enquanto guardas se aproxima- vam para observar. Não havia muito a fazer por ele no momento, a não ser tentar induzi-lo ao sono profundo, bloqueando-lhe os pálidos resí- duos de consciência, a fim de que se desligasse definitivamente de suas vestes cadavéricas. Capítulo 4 Rumo às Cavernas FIM Um forte tremor o sacudiu de chofre e, em breve, assistíamos a sua respiração estertorosa acalmar-se, adquirindo ritmo lento, bastante irregular, denotando que o amigo, graças a Deus, entrava em letargia profunda. Seus olhos esbugalhados finalmente se cerraram, mostrando que o terrível pesadelo que o perseguia, pelo menos momentaneamente, lhe daria sossego... Entretecendo delicadas operações magnéticas, Heitor, adestrado no hipnagogismo (processo hipnótico de indução ao sono), operava o tronco encefálico, anestesiando a região talâmica, bloqueando assim o tráfego dos impulsos que ainda provinham do que lhe restava do dis- tante corpo físico e cortou-lhe, finalmente, o laço fluídico de retenção perispiritual. Sendo encaminhado para a assistência devida... Depositamos o infeliz suicida recolhido em nosso caminho sobre uma campa, a fim de socorrê-lo como possível.
  21. 21. Estudos Dirigidos Vamos dar uma pausa por aqui. http://vivenciasespiritualismo.net/index.htm Luiz Antonio Brasil Périclis Roberto pericliscb@outlook.com

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