05.01 O Corpo Mental I 20 jan 2015

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05.01 O Corpo Mental I 20 jan 2015

  1. 1. Estudos Dirigidos O Corpo Mental Vamos falar aqui sobre o Corpo Mental.
  2. 2. Quanto ao aerossoma III — o corpo mental — embora tivesse sido previsto por Hector Durville, é ao seu dedicado cooperador, L. Lefranc, Secretário da Société Magnétique de France, que cabe o mérito de ter desdobrado e isolado o corpo mental diretamente do corpo astral, ainda que o Dr. Baraduc tivesse obtido anteriormente valiosas indicações experimentais e iconográficas sobre este elemento anímico. Quando ao aerossoma IV — corpocausal — é ainda ao eminente experimentador, L. Lefranc, que cabe a honra de ter obtido, em 1912, o seu desdobramento direto do corpomental. FIM Capítulo VII Experiências de Charles Lancelin
  3. 3. O Dr. H. Baraduc, distinto médico francês, especializado em Gineco- logia e Electroterapia, um dos mais hábeis experimentadores do di- namismo anímico, conseguiu fotografar, no fim do século passado (século XIX) , o terceiro elemento do duplo humano - o corpo men- tal. Mas é a L. Lefranc que, em 1.911, por processos especiais da sua técnica, cabe o mérito de isolar o corpo mental e igualmente o quarto elemento do duplo - o corpo causal - onde L. Lefranc supôs encontrar a sede da memória e da vontade. Todas estas experiências foram estudadas e verificadas por outros experimentadores ante- riormente à grande guerra de 1914 - 1918. Terminada esta horrível e sangrenta hecatombe mundial, reflexo iniludível do egoísmo humano, traduzindo o desequilíbrio confrangedor entre o processo científico e o retrocesso moral da Humanidade, o fecundo e erudito es- critor hermetista e um dos mais brilhantes investigadores do moderno psiquismo. C. Lan- celin, discípulo e colaborador do Dr. H. Baraduc, retomou a sequência da observação e experimentação da constituição da alma humana, e, (...) conseguiu dissociar os três últi- mos elementos da alma total - alma moral, intuitiva e consciente. Capítulo V Experiências do Coronel A. Rochas D’Aiglun Obs.: O corpo causal, em nosso estudo, será abordado junto ao corpo mental (ou corpo mental inferior), como corpo mental superior. FIM
  4. 4. Segunda Parte Capítulo 7 O Corpo Mental (Terceira Camada) O terceiro corpo da aura é o corpo mental, que se estende além do corpo emocional e se compõe de substâncias ainda mais finas, associadas a pensamentos e processos mentais. Esse corpo aparece geralmente como luz amarela brilhante que se irradia nas proximidades da cabeça e dos ombros e se estende à volta do corpo. Expande-se e torna-se mais brilhante quando o seu dono se concentra em processos mentais. Estende-se a uma distância de 75 cm a 2 m do corpo. O corpo mental também é estruturado. Contém a estrutura das nossas ideias. Quase todo amarelo, dentro dele podem ver-se formas de pensamento, que parecem bolhas de brilho e forma variáveis. Tais formas de pensamento têm cores adicionais, superpostas e que, na realidade, emanam do nível emo- cional. A cor representa a emoção, ligada à forma do pensamento. Quanto mais clara e mais bem formada for a ideia, tanto mais clara e mais bem formada será a forma de pensa- mento associada a essa ideia. Damos realce às formas de pensamento concentrando-as nos pensamentos que elas representam. Pensamentos habituais tornam-se forças “bem- formadas” muito poderosas, que depois exercem influência sobre nossa vida. CONTINUA
  5. 5. Segunda Parte Capítulo 7 O Corpo Mental (Terceira Camada) “Para mim, esse corpo foi o mais difícil de observar, o que pode ter sido causado, em parte, pelo fato de só agora estarem os seres humanos realmente começando a desenvolver o corpo mental e só agora estarem começando a utilizar o intelecto de maneira clara. Por essa razão, temos muita consciência da atividade mental e nos consideramos uma sociedade analítica.” Barbara Ann Brennan FIM
  6. 6. Ele (corpo mental) é responsável pelas ideias falsas e negativas e pe- los pensamentos nobres e positivos, até ideais elevados. A história de nossas vidas está inscrita nele. Uma verdadeira fita gravada de amor, de ódio, de sucesso, de desânimos, de sacrifícios, de aspirações etc. Uma imagem não-estática mas em movimento, que reflete as poten- cialidades realizadas, as ainda não realizadas, e a dinâmica do aqui-e- agora. (...) Capítulo II O Corpo mental e o corpo causal, as dimensões superiores da consciência O campo por meio do qual o espírito encontra sua expressão é chama- do corpo mental. Ele vibra a uma frequência ainda mais sutil do que o campo astral. Mas lembremos que esse campo interpenetra o campo astral. A dimensão mental interage constantemente com certos aspectos da personalidade (ide- ais, altruísmo, códigos morais) durante a existência, e sua energia nutre cada experiência, mesmo quando não estamos engajados em especulações intelectuais ou no pensamento consciente. O corpo mental é ovóide, mais largo e menos denso de que o corpo astral. Suas cores e suas qualidades indicam os interesses de um ser humano, suas aptidões mentais, ativas ou latentes. CONTINUA Falaremos depois sobre o corpo causal.
  7. 7. Capítulo II FIM Encontram-se novamente no corpo mental chakras em ligação com a forma física do indivíduo. Eles estão concentrados nos centros nervosos e nas glândulas endócrinas maiores. A energia dos níveis mentais pode ter efeitos na condição física, porque existe uma espécie de efeito cascata de tipo mental/astral/eté- reo/físico que veremos em detalhe. Por conseguinte, uma per- turbação num dos centros mentais será transmitida aos níveis astral e etéreo. Contudo, é mais comum que uma perturbação nasça no nível astral e afete não somente o chakra etéreo correspondente, mas diminua também os fluxos energéticos provenientes do nível mental. Estudaremos e veremos mais adiante os ckakras. Quando existe uma relação harmoniosa entre os diferentes aspectos da personalidade, o fluxo de energia passa de nível em nível de maneira ritmada. Infelizmente, tal equilíbrio é raro porque a maioria dos seres humanos conhece uma disfunção devida ao estresse, à rigidez mental, aos furacões emocionais etc. O corpo físico é afetado quando esse tipo de perturbação perdura.
  8. 8. O primeiro dos corpos sutis que se estendem por uma faixa de frequência que fica além do corpo astral é conhecido como corpo mental. Este corpo, tal como o astral, é constituído de matéria com frequência mais elevada que a da matéria física. (...) Capítulo IV Assim como o corpo astral às vezes se constitui no veículo da expressão do lado emocional do ser humano, o corpo mental é o veículo através do qual a personalidade se manifesta e expressa o intelecto concreto. Assim como o corpo astral, o corpo mental também possui chakras que, em última análise, estão ligados ao corpo físico. Tal como suas partes correspondentes nas esferas vibracionais inferiores, os chakras do veículo mental estão concentrados nos principais centros endócrinos e nervosos, circundando e envolvendo os chakras astrais e etéricos. Para que a energia da esfera mental influencie o corpo físico é preciso que ocorra antes uma espécie de efeito cascata. As energias mentais exercerão seus efeitos sobre a matéria do corpo astral, que é particularmente responsiva a esse tipo de estimulação. Depois, através de modificações no veículo astral, as alterações energéticas são transmitidas ao veículo etérico e, finalmente, ao veículo físico, por intermédio das conexões etéricas (...) (...) existem formas energéticas de substância sutil que são conhecidas como corpos de pensamento(*). No nível astral, eles assumem a forma de modelos emocionais de pensa- mento. No nível mental, essas formas de pensamento(*) podem representar simplesmente ideias nas quais a pessoa tem trabalhado ou irá trabalhar. Iremos falar sobre as formas de pensamento em estudos separados, e mais adiante. CONTINUA
  9. 9. Um clarividente que tenha a capacidade de observar o campo da aura de uma pessoa no nível do mental poderá ver imagens de ideias, conceitos e invenções que a pessoa tenha estado a desenvolver mentalmente, as quais darão a impressão de flutuarem no campo da aura dessa pessoa como se fossem bolhas. Se o corpo mental estiver funcionando correta- mente, o indivíduo poderá pensar com clareza e concentrar suas ener- gias mentais nos objetos apropriados com força, vigor e nitidez. Como o corpo mental introduz no corpo astral/emocional uma energia que se encaminha para os corpos físico e etérico, curar uma pessoa no nível mental é mais eficaz e produz resultados mais duradouros do que a cura nos níveis astral ou etérico. Capítulo IV Subindo para o próximo nível da substância energética sutil, encontramos o veículo conhe- cido como o corpo causal. Sob muitos aspectos, o corpo causal é a coisa que mais se apro- xima do que chamamos de nosso Eu Superior. O corpo causal é constituído por substância sutil com uma frequência vibracional ainda mais elevada que a do corpo mental. Sua frequência talvez esteja uma oitava acima na escala harmônica da energia sutil. Enquanto o corpo mental está mais envolvido com a criação e a transmissão de pensamentos e ideias concretos para o cérebro, a fim de que eles possam se manifestar no plano físico, o corpo causal está relacionado com as ideias e conceitos abstratos. CONTINUA A consciência causal lida com a essência de um tema, ao passo que os estudos do nível mental tratam dos seus detalhes.
  10. 10. Capítulo IV O corpo mental, situado numa posição inferior, tem a ver com as imagens mentais obtidas pelas sensações e raciocina de forma analítica a respeito de coisas concretas. O corpo causal lida com a essência da substância e com as verdadeiras causas que estão por trás da ilusão das aparências. O plano causal é o universo das realidades. Nesse plano, não lidamos mais com emoções, ideias e conceitos, mas sim com a essência e a natureza subjacente da coisa em questão. Diferentemente dos veículos etérico, astral ou mental, o corpo causal é mais do que um corpo individualizado. Além do mais, quando lidamos com o Assim como a influência do corpo mental se faz sentir primeiro sobre o corpo astral, descendo depois para os corpos etérico e físico, a entrada do corpo causal afeta inicial- mente o corpo mental e, em seguida, desce a escala energética. Portanto, uma cura reali- zada no nível causal terá efeitos mais poderosos do que a mesma cura praticada em níveis inferiores. Acredita-se que acima da substância causal haja dimensões energéticas sutis de frequên- cias ainda mais altas, as quais também afetariam o sistema energético humano. Essas dimensões estão envolvidas com níveis de energia espiritual mais elevados do que os sistemas que já descrevemos. Não faz parte dos objetivos deste livro discutir em detalhes suas funções específicas. É suficiente dizer que existem outros níveis de efeitos energéticos sutis, com frequências ainda mais altas que as do corpo causal, e que, em última análise, eles atuam sobre a expressão do físico e da personalidade da forma humana na sua permanência temporária acima do plano físico. o veículo causal não estamos mais tratando especificamente com a personalidade do indivíduo, a qual, enquanto entidade distinta, manifesta-se através do corpo físico. FIM
  11. 11. Capítulo IV O corpo causal é o repositório da soma total das experiências de vida adquiridas ao longo das sucessivas encarnações. O veículo causal é mais semelhante ao que foi chamado de alma grupal do que a uma forma corporal distinta associada à personalidade de um indivíduo. O Eu Superior, que se manifesta através do veículo causal, é a consciência gestalt de tudo o que a alma aprendeu e vivenciou ao longo de suas várias existências no plano físico. O corpo causal poderia ser visto como o tronco de um carvalho dotado de muitos galhos. Cada galho da árvore representa uma personalidade distinta e uma experiência de vida da alma. Imagine que uma grande inundação tenha praticamente encoberto a árvore, de modo que somente os seus ramos mais elevados possam ser vistos na superfície. Embora a consciência normal pudesse ter a impressão de que cada ramo acima da água era uma planta distinta, abaixo da água, e fora do alcance visual de um observador situado à superfície, cada ramo é um prolongamento e uma manifestação do tronco e do sistema radicular comuns a toda a árvore. CONTINUA
  12. 12. Capítulo IV Para o observador de espaço/tempo positivo aprisionado numa perspectiva de fluxo de tempo linear, cada personalidade e manifestação de vida da alma daria a impressão de ocorrer em pontos bastante distanciados na história. Para a verdadeira consciência da alma no nível causal — onde o tempo é eterno — o passado, o presente e o futuro são percebidos como entidades com existência simultânea. Lá, os ramos das árvores são vistos como coisas intimamente inter-relacionadas. O tempo, tal como o conhecemos, é deixado para trás. Em vez disso, alguns passaram a ver o tempo como algo esférico. No tempo esférico, cada uma das nossas vidas seria vista como pontos distintos sobre a face de uma bola como cidades na superfície de um globo. A distância geográfica entre os pontos seria análoga ao tempo decorrido entre as existências. Quando estamos vivenciando cada encarnação é como se estivéssemos vivendo nas cidades representadas por pontos no globo esférico do tempo. Se pudermos atingir uma consciência mais cósmica ou causal, podemos elevar o nosso ponto de observação e visualizar o globo esférico do tempo na sua totalidade, além de vivenciarmos simultaneamente todas as existências distintas: passado, presente e futuro. CONTINUA
  13. 13. O banco de dados do corpo causal contém as lembranças de todas as vidas em suas várias reencarnações, armazenadas num nível energético superior de existência. Quando uma pessoa morre, sua personalidade e consciência são preservadas e sobrevivem à dissolução do veículo físico-etérico temporal. Nossos corpos energéticos sutis superiores visam não apenas preservar esse conhecimento acumulado ao longo de muitas existências mas também permitir que a entidade encarnada tenha acesso a esse banco de informações quando estiver sintonizada com os estados de consciência apropriados. Capítulo IV FIM
  14. 14. Capítulo VIII (...) distorções energéticas que se originam no nível mental, em virtude de aberrações no corpo mental, também podem afetar desfavoravel- mente o funcionamento do corpo físico. Existe uma cascata descendente de efeitos energéticos sutis que desce dos níveis de potencial e frequência mais elevados para os mais baixos. Existe uma transdução (Transformação de uma energia numa energia de natureza diferente) gradual de sinais dessas energias de frequências mais elevadas até que elas se manifestem no nível físico. Esse processo ocorre através de uma redução das frequências vibracio- nais superiores, as quais passam do nível causal para o mental, astral, etérico, e, finalmente, para o nível físico através da interface físico/eté- rica. A questão aqui é que, embora uma doença possa ser curada no nível físico/etérico, a cura magnética talvez seja ineficaz a longo prazo se a causa primária da doença estiver situada num nível energético mais elevado. FIM
  15. 15. Capítulo VIII Determinadas curas efetuadas por "cirurgiões psíquicos" das Filipinas são exemplo de curas do tipo magnético que não proporcionam bene- fícios a longo prazo. Em alguns casos, pacientes que sofriam de câncer procuraram esses curandeiros e tiveram uma total remissão da doença, comprovada por exames clínicos e laboratoriais. Todavia, alguns desses indivíduos posteriormente retornaram ao mesmo cirurgião psíquico vários anos depois com um novo tumor num outro órgão. Embora se possa argumentar que o tumor recorrente era simplesmente uma metástase microscópica por ocasião da cura original, existe a possibi- lidade de que os padrões emocionais/mentais desses pacientes — os quais originalmente podem ter contribuído para a formação do tumor — nunca chegaram a ser tratados pelo curandeiro magnético, que atuou basicamente na nível físico/etérico. Ao contrário da cura magnética (que atua a nível físico), a cura espiritual procura atuar no nível dos corpos sutis e chakras superiores a fim de efetuar a cura no nível em que a doença se origina. O curandeiro espiritual atua como um gerador de energia com saídas de frequências múltiplas a fim de permitir a ocorrência de alterações energéticas simultâneas em diversos níveis. FIM
  16. 16. Não iremos nos aprofundar na descrição que a autora e curadora Barbara Ann Brennan faz sobre o Corpo Causal, já que ela segue uma classificação própria. Estudos Dirigidos O Corpo Mental
  17. 17. Mas colocaremos aqui uma observação importante que ela faz ao descrever o Corpo Causal. Estudos Dirigidos O Corpo Mental
  18. 18. Segunda Parte Capítulo 7 A forma externa é a forma ovalada do corpo da aura e contém todos os cor- pos áuricos associados à encarnação atual do individuo. Esse corpo é tam- bém um padrão altamente estrutura- do. Vejo-o composto de minúsculos raios de luz auriprateada, de grande durabilidade, que mantém unida toda a forma da aura. Contém uma estru- tura de grade dourada do corpo físico e todos os chakras. Essa parte externa da (...) camada, muito forte e elástica, resiste à penetração e protege o campo exatamente como a casca do ovo protege o pinto. Todos os chakras e formas do corpo dão a impres- são de ser feitos da luz dourada desse nível. Este é o nível mais forte e mais elástico do campo áurico. Ela denomina o Corpo Causal como Corpo Ketérico Padrão ou Nível Ketérico Padrão. Corpo Mental CONTINUA
  19. 19. Segunda Parte Capítulo 7 Além disso, no nível ketérico padrão (Corpo Causal) estão também as faixas de vidas passadas dentro da casca do ovo. São faixas coloridas de luz que cercam completamente a aura e podem ser encontradas em qualquer lugar sobre a superfície da casca do ovo. A faixa encontrada perto da área da cabeça e do pesco- ço, em regra geral, é a que contém a vida passada que você está procu- rando clarear em sua atual circuns- tância de vida. (...) O nível ketérico é o último nível áurico do plano espi- ritual. Contém o plano da vida e é o último nível diretamente relaciona- do com esta encarnação. Além des- se nível, está o plano cósmico(*), o plano que não pode ser experimen- tado do ponto de vista limitante de uma só encarnação. Ela denomina o Corpo Causal como Corpo Ketérico Padrão ou Nível Ketérico Padrão. FIM (*) Como dissemos anteriormente, ela usa uma classificação própria dos corpos e planos.
  20. 20. “Visão” e Cura do Trauma de uma Vida Passada Quinta Parte Capítulo 24 Existem três maneiras principais pelas quais “vejo” o trauma de uma vida passada, e trato dele, cada qual relacionado com o nível ou os níveis da aura em que o tratamento está sendo feito. Todos os níveis, do ketérico (corpo causal) para baixo, são afetados por traumas de uma vida passada. Nos quatro primeiros níveis áuricos, um trauma de vida passada se parece com uma obstrução normal de ener- gia no campo. Nos níveis etérico e ketérico padrão, mostra-se como pro- blema estrutural e, além disso, no ní- vel ketérico (corpo causal), a vida passada se apresenta como um anel ou faixa no nível da casca de ovo do campo. Para eu “ver” uma vida passada, pode me ser “dada” a cena da vida passada relevante para a atual situação de trata- mento ou doença, enquanto o cliente fala comigo. Ou pos- so manter as mãos num determinado bloqueio e ver, então, a vida passada. Para ler vidas passadas relacionadas com as faixas no nível da casca de ovo (do corpo causal), ponho as mãos na faixa e vejo as cenas da vida passada. FIM
  21. 21. Quinta Parte Capítulo 24 Em outra parte deste capítulo... Como já ficou dito, outra maneira de ler as vidas passadas consiste sim- plesmente em colocar as mãos sobre as faixas de cor que aparecem no nível ketérico ou na casca de ovo da aura. Fazendo isso, e concentrando ali a energia, podemos ver as vidas passadas fluírem diante dos nossos olhos. A faixa da vida passada, relevante para o que está acontecendo neste momento na vida presente da pessoa, encontra-se ao redor da área do rosto e do pescoço do cliente e na aura situada de dois e meio (76,14 cm) a três pés (91,41 cm) fora dessa área. Se você colocar as mãos aci- ma do rosto e seguir a faixa para a direita com a mão direita e para a es- querda com a esquerda, verá a vida passada fluir em tempo linear. O que você fizer com essa informação é muito importante. Repitamos, não é bom expor o cliente a alguma coisa para a qual ele não esteja prepara- do. Se o cliente realizou um trabalho muito grande de purificação em si mesmo, talvez não haja inconveniente em deixá-lo saber o que existe ali. Pode ser que isso esteja rela- cionado com a sua vida presente. Eu nunca daria a informação se não estivesse extrema- mente familiarizada com o processo do cliente e o soubesse preparado para isso. CONTINUA
  22. 22. Tenho feito muito pouca coisa para mudar as faixas de vidas passa- das e sou de opinião que quanto menos se fizer em relação a elas, tanto melhor. Por vezes, passo as mãos por elas a fim de torná-las mais claras ou “mais leves”, quando me parecem sobrecarregadas. Há ocasiões em que vejo a energia de uma faixa assim toda amon- toada e, nesse caso, costumo espalhá-la ao longo da faixa. A pes- soa geralmente sente algum alívio e uma diminuição do peso desse fardo quando o faço. Quinta Parte Capítulo 24 Tenho para mim que as faixas se relacionam com a tarefa de que a pessoa se incumbiu nesta existência e precisa realizar para crescer. Muitas vezes vem-me a impressão de que estou invadindo um espaço pessoal muito particular quando entro nessas áreas, de sorte que me retiro delas. É muito importante para o curador respeitar a força do trabalho que o cliente está fazendo nesses níveis elevados do campo e limitar-se a fazer aquilo para o que curador e cliente estão pre- parados. Essa, com efeito, é uma regra geral para trabalhar em todos os níveis da aura: respeite o trabalho e a humildade da sua posição no grande plano do universo e concen- tre-se, ao mesmo tempo, no amor sem condições, o maior de todos os curadores. FIM
  23. 23. Atendendo-me ao olhar interrogativo, o companheiro, como quem não mais dispunha de tempo para o comentário fraterno, apenas me disse: — Faça uma auscultação. Repare por si mesmo. Acerquei-me do amigo sofredor. Toquei-lhe a fronte, de leve, e re- gistrei-lhe a angústia. Nas recordações que se lhe haviam cristali- zado no mundo mental, senti-lhe o drama interior. E André Luiz capta a vivência passada... Observamos muito nos relatos de André Luiz, que uma das formas de captar uma vivência passada do Espírito, ou até mesmo a atual, é justamente colocando a mão na fronte, ou seja, na área da testa e cabeça. Vamos ver abaixo um pequeno trecho... Capítulo 4 Ante o Serviço FIM
  24. 24. E em outra obra temos também... Capítulo 13. Convocação Familiar. O Instrutor recomendou-me tornar à auscul- tação psíquica e voltei a pousar a mão direita sobre o cérebro dele. Com as minhas percepções gerais algo desen- volvidas, ouvi-lhe os pensamentos novos. FIM
  25. 25. Corpo Mental “Esse é o veículo de que se utiliza o Eu Cósmico para se manifestar co- mo intelecto concreto e abstrato; nele, a vontade transforma-se em ação, depois da escolha subjacente ao ato volitivo. Campo do raciocí- nio elaborado, dele brotam os poderes da mente, os fenômenos da cognição, memória e de avaliação de nossos atos, pois que é sede da consciência ativa, manifestada. Enquanto do corpo astral fluem a sen- sibilidade física e as emoções, o veículo mental pode ser considerado fonte da intelectualidade.” “De certa forma, o corpo mental ainda constitui invólucro inferior, pois padece da horizontalidade desses fenômenos ou funções a que se con- vencionou chamar "intelecto". Somente em níveis superiores de cons- ciência — em que estão presentes, no mais alto grau, as virtudes que resultam do efetivo amor por todos os seres — pode manifestar-se a espiritualidade mais elevada, nossa essência.” Página 73. FIM
  26. 26. “Corpo Mental Concreto, chamado também de mental inferior – trata de percepções simples e bem objetivas, como, por exemplo, as de obje- tos materiais, pessoas, casas, veículos, etc;” “Corpo Mental Abstrato, corpo causal ou mental superior – elabora e estrutura princípios e idéias abstratas, buscando sínteses ou conclusões, que, por sua vez, são geradoras de novas idéias — e assim ad infinitum — processo responsável pelo avanço científico e tecnológico, além de todo o nosso embasamento filosófico. Página 74. FIM Mental concreto e Mental abstrato Este campo, corpo ou dimensão do Homem-Espirito costuma ser divi- dido em dois, para melhor compreensão: b) avaliar volume, área, peso e propriedades desse mesmo cubo, por comparação com outros objetos semelhantes ou através de método mais sofisticado; formular teorias geo- métricas, relacionando símbolos e leis: essas são algumas das funções típicas do corpo mental superior.” Exemplos: a) a percepção de um cubo através dos sentidos (conhecendo seu tamanho, cor, arestas, peso, cheiro, gosto e o som que possa fazer ao cair ou tocar outro objeto) constitui fun- ção típica do corpo mental concreto ou inferior. Ele registra aquilo que, exterior a nossa pele, impressiona nosso sistema nervoso;
  27. 27. O corpo mental tem forma aproximadamente ovóide, envolvendo o corpo físico. A aura, portanto, revela a nota tônica do campo mental das pessoas. A energia da mente pode ser projetada no espaço através de estruturas conhecidas como formas-pensamento. Constituídas de um núcleo de energia com forma moldada pela mente que as projeta, elas (as formas-pensamento) podem prejudicar ou beneficiar as pessoas que visam, conforme a vontade de quem as crie - consciente ou inconscientemente. Negativas, assumem formas de dardos, setas, projéteis ou campo turvo, por exemplo. Positivas, com mais eficiência to-mam as formas que o operador desejar; podemos, por exemplo, empregar a energia da mente também para beneficiar espíritos desencarnados, limpando-os, vestindo-os e ali-mentando-os, no objetivo de melhorar suas condições espirituais. Página 74. Estudaremos mais adiante a aura e as formas-pensamento. Para os clarividentes é fácil perceber o que se passa na mente das criaturas: pensamentos bons têm cores claras, cristalinas, brilhantes; os inferiores (ódio, inveja, maldade, vingança, etc.) apresentam cores escuras, densas e desagradáveis. Suas porções periféricas constituem a aura, que tem tamanho e cores variáveis de acordo com a frequência dos campos vibratórios gerados pelos pensamentos. CONTINUA
  28. 28. Página 74. O campo natural dessa energia é o mental. Projetada, ela normalmente atua primeiro sobre o campo ou corpo mental de outros seres, daí pas- sando para os corpos ou campos astral e etérico, para enfim agir sobre o físico, já convertida em ação psicomotora. O pensamento é força viva - nunca esqueçamos. A energia que projeta é proporcional à potência da mente e à força de vontade do emissor. FIM Se lançada com emoções, porém, revestir-se-á de massas magnéticas tanto mais densas e turvas quanto mais baixas (e negativas) forem as frequências vibratórias das emoções; nestes casos, em que se inclui a geração de formas-pensamento, a energia mental emitida atingirá, pri- meiro e diretamente, o corpo astral da criatura visada, de onde passará para o etérico e, em seguida, o físico.
  29. 29. Página 76 e 77. O corpo mental é muito ou pouco refinado, na medida do grau de de- senvolvimento intelectual e moral. Ao pensar, o Eu imprime vibração específica no campo ou estrutura mental, com o estado vibratório se propagando em todas as direções - como aliás, acontece com fenôme- nos de que se ocupa a Física. Ao receber, essa energia com onda de comprimento fixo, todos os campos ou estruturas (corpos) mentais que estiverem na mesma frequência, ou em harmonia com ela, en- tram em ressonância vibratória. Se o pensamento for de natureza elevada, os seres afinados vibrarão nessa nota tônica, reforçando a onda inicial. Com pensamentos malé- ficos ou de baixo nível moral acontece o mesmo. É fácil, por isso, com- preender a importância de se manter a tão decantada higiene mental e os bons pensa- mentos, a pureza de coração recomendada por Mestres, iniciados e espíritos evoluídos de todas as eras. Vivemos atolados em ambiente de baixo nível vibratório, onde predominam emanações passionais e interesses materiais rasteiros, imediatistas: um oceano de baixas frequências. Se cultivarmos pensamentos e atitudes de elevado padrão moral, essas ema- nações inferiores não nos atingirão. Mas se procedermos de modo inverso, estaremos sin- tonizando essas faixas negativas, rebaixando nosso tônus vibratório mental e, em conse- quência, afundando em processo de inferiorização que implica sofrimento, conflitos e doenças. FIM
  30. 30. Capítulo II O Corpo mental e o corpo causal, as dimensões superiores da consciência O corpo causal Em muitos aspectos o corpo causal é o campo mais próximo do que chamamos consciência superior. Ele é composto de uma substância sutil com frequência vibratória mais elevada ainda do que a do campo mental. O corpo causal é, com efeito, mais relacionado que todos os precedentes à criação e à transmissão do pensamento. Achamo-nos no domínio das ideias abstratas. A consciência causal está ligada aos cinco sentidos do sujeito, enquanto o nível mental es- tuda o detalhe desse sujeito. Esse campo trabalha com imagens obtidas pelo canal das sensações, e pode também raciocinar analiticamente sobre objetos concretos. O corpo causal está em relação com a essência das coisas e as causas reais escondidas atrás das aparências (Maya). O corpo causal é o mundo das realidades. Nesse plano, não trabalha- mos mais com as emoções, as ideias e os conceitos, mas com as causas essenciais. Ao con- trário dos veículos etéreo, astral e mental, o campo causal é bem mais do que um duplo do corpo físico. As terapias causais vão então ter efeitos muito mais poderosos. CONTINUA
  31. 31. Capítulo II O campo causal contém o que adquirimos de vida em vida e se revela ser um compósito das qualidades mais elevadas do Si-mesmo: intui- ção, conhecimento direto, criatividade, fé etc. Poderia ser chamado de verdadeiro veículo da consciência do Si. Certos clarividentes percebem o corpo causal como pálido e muito etéreo, com cores iridescentes co- mo as de uma bolha de sabão. (...) Nesse nível, o Si não é mais compri- mido pelos limites usuais do espaço-tempo e da causalidade. Ele é ca- paz de experimentar a universalidade da vida e de perceber o porquê das coisas escondidas em nós durante uma encarnação. FIM
  32. 32. Vamos pegar um exemplo do livro “Mãos de Luz” para ver que, as vezes, uma simples crença pode afetar aos nossos corpos, ocasionando uma doença. Estudos Dirigidos O Corpo Mental
  33. 33. Quarta Parte Capítulo 15 Um exemplo: “Acredito que sou superior.” A distorção afeta a camada celestial, bloqueando o amor celestial e distorcendo-o. A pessoa, então, pode gostar de ser superior. A luz no nível celestial, que parece muito fraca, afeta a quinta camada do cam- po, que se distorce. A pessoa tentará ser superior. A autora denomina de camada celestial os corpos superiores, acima do Mental Inferior e do Mental Superior (Causal). O nível astral responderá com o desejo de ser superior, o que causará obstruções ou bolhas escuras de energia estagnada no corpo astral. O corpo mental incutirá na pessoa o pensamento de ser superior. Fe- lizmente, ninguém se engana a si mesmo o tempo todo, de modo que, mais cedo ou mais tarde, o oposto acode à mente. Como não sou superior, devo ser inferior. Cria-se um impasse mental, que é também uma distorção da estrutura do corpo mental. Cinde-se a força de vida em duas correntes direta- mente contrárias, e a pessoa cai numa cisão dualista. Outro exemplo do mesmo conflito: “Não posso fazê-lo” e, todavia, “Posso fazê-lo.” CONTINUA
  34. 34. Quarta Parte Capítulo 15 Temos aí um impasse mental estabelecido no corpo mental, expresso em energia e vibrações. Se ele não for resolvido pelo indivíduo, pode converter-se numa forma de pensamento dissociado e cair no incons- ciente, influindo no corpo emocional (por intermédio de vibração pro- vocada, como se descreveu antes) e acarretando o medo, porque a pessoa não pode solucionar o problema. Esse medo, baseado na ir- realidade, é inaceitável para a pessoa. Está, portanto, bloqueado e, volvido algum tempo, pode também tornar-se inconsciente. Já não havendo um fluxo livre de sentimentos no corpo emocional, onde aparecerão mais bolhas escuras de energia estagnada ou muito fraca, o rompimento será precipitado no corpo etérico em forma de linhas confusas ou partidas de força de luz. Já que estas são as linhas de força, ou a estrutura de grade, sobre a qual crescem as células do corpo físico, o problema do corpo etérico será transmitido ao corpo físico e tornar-se-á em doença no corpo físico. FIM Em nosso exemplo, o medo pode romper o etérico no plexo solar, causando uma sobre- carga (...) nessa área se a pessoa não for capaz de resolver o dilema. Se se permitir que continue, a dirupção (ruína, rompimento) causará uma dirupção do metabolismo das ener-gias químicas do corpo físico, provocando o desequilíbrio e, finalmente, a doença nos sis-temas físicos. Em nosso exemplo, a sobrecarga (...) no plexo solar pode causar um aumento de acidez no estômago e, por fim, úlceras.
  35. 35. Esse corpo mental é construído ao longo de nossas encarnações. E a matéria prima dele é o pensamento! Estudos Dirigidos O Corpo Mental
  36. 36. Por isso devemos exercitar cada vez mais o nosso pensamento, com novos conhecimentos, novas experiências. E isso fará com que possamos desenvolver as nossas faculdades mentais. Estudos Dirigidos O Corpo Mental
  37. 37. Então exercite cada vez mais a sua inteligência! Tudo o que você adquire hoje em conhecimento será um investimento para a sua própria evolução! Estudos Dirigidos O Corpo Mental
  38. 38. Não se acomode em apenas pegar as ideias das outras pessoas! Não viva copiando! Não seja um preguiçoso mental! Exercite e desenvolva a sua mente! Estudos Dirigidos O Corpo Mental
  39. 39. Estudos Dirigidos O Corpo Mental Influência oculta dos Espíritos em nossos pensamentos e atos. 459. Influem os Espíritos em nossos pensamentos e em nossos atos? “Muito mais do que imaginais. Influem a tal ponto, que, de ordinário, são eles que vos dirigem.” E quando nos questionamos sobre isso, se realmente somos nós mesmos que dirigimos os nossos pensamentos, e a nossa vida, lembramos do “Livro dos Espíritos”. Vamos ver ao lado.
  40. 40. Devemos sempre estar observando isso. Não deixar ser levado pelos pensamentos dos outros, encarnados ou desencarnados. Veremos como fazer isso, durante esse nosso estudo. Estudos DirigidosInfluência oculta dos Espíritos em nossos pensamentos e atos. 459. Influem os Espíritos em nossos pensamentos e em nossos atos? “Muito mais do que imaginais. Influem a tal ponto, que, de ordinário, são eles que vos dirigem.”
  41. 41. Em resumo, do que estudamos até agora, o corpo físico, astral e mental da próxima encarnação dependerá do que você está fazendo hoje, com este agora! Estudos Dirigidos O Corpo Mental
  42. 42. Estudos Dirigidos Vamos dar uma pausa por aqui. http://vivenciasespiritualismo.net/index.htm Luiz Antonio Brasil Périclis Roberto pericliscb@outlook.com

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