Voltamos com o
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Estudos Dirigidos
Os Fenômenos
O Fenômeno da Tangibilidade.
Vamos ver esse outro
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Capítulo VI.
Das Manifestações
Visuais
104. O Espírito, que quer ou pode fazer-se visível, reveste às
vezes uma forma aind...
Capítulo VI.
Das Manifestações
Visuais
105. Por sua natureza e em seu estado normal, o perispírito é
invisível e tem isto ...
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Das Manifestações
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FIM
Esses diferentes estados do perispírito resultam da vontade do
Espírito e não d...
O Fenômeno da Penetrabilidade
Vamos falar de mais outro
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Como o corpo astral é constituído de
uma matéria mais sutil, e diferente da
matéria do plano físico, ele pode
transpor qua...
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Das Manifestações
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106. Outra propriedade do perispírito inerente à sua natureza
etérea é a penetrabil...
Veremos mais adiante, no
estudo sobre a sintonia, que
os espíritos geralmente estão
onde são “convidados” a
estarem pelos ...
Porém pode acontecer que
algumas pessoas após o
desencarne não consigam se
locomover entre os ambientes,
mas isso é decorr...
Após esse tempo, que é indeterminado,
no qual chamamos de “período de
perturbação”, e melhorando seu estado
mental, o espí...
O Fenômeno da Bicorporeidade
Vamos passar para esse
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Capítulo VII.
Da Bicorporeidade
e da Transfiguração
119. (...) Isolado do corpo, o Espírito de um vivo pode, como o de
um ...
Por nós evocado e interrogado, acerca do fato acima, (slide ante-
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Da Bicorporeidade
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3ª Será indispensável o sono do corpo, para que o Espírito
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Da Bicorporeidade
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121. Tem, pois, dois corpos o indivíduo que se mostra simultanea-
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O Fenômeno da Transfiguração
Vamos passar para esse
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122. Passemos ao segundo fenômeno, o da transfiguração. Consis-
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Capítulo ...
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Da Bicorporeidade
e da Transfiguração
Poderá então o perispírito mudar de aspecto, fazer-se brilhante, se
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O Fenômeno da Densidade.
Vamos passar para esse
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Quanto mais evoluído for o
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O corpo astral vai se tornando mais sutil a medida
que vamos evoluindo. Pois vamos liberando cada
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E isso quer dizer que, existe muita
diferença entre um corpo astral
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outro, mais ignorant...
O Fenômeno dos Agêneres.
Vamos passar para esse
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125. Resta-nos falar do singular fenômeno dos agêneres que, por
muito ...
(...) Se um Espírito tem o poder de tornar visível e palpável uma
parte qualquer de seu corpo etéreo, não há razão para qu...
Fevereiro
1859
Questionado sobre esse ponto (a aparição de Espíritos materiali-
zados/tangíveis), um Espírito superior res...
O fato a seguir, que se passou ultimamente em Paris, parece
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Fevereiro
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04.09 O Corpo Astral IX - Fenômenos 20 jan 2015

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04.09 O Corpo Astral IX - Fenômenos 20 jan 2015

  1. 1. Voltamos com o nosso assunto... Estudos Dirigidos Os Fenômenos
  2. 2. O Fenômeno da Tangibilidade. Vamos ver esse outro fenômeno agora... Estudos Dirigidos
  3. 3. Capítulo VI. Das Manifestações Visuais 104. O Espírito, que quer ou pode fazer-se visível, reveste às vezes uma forma ainda mais precisa, com todas as aparências de um corpo sólido, ao ponto de causar completa ilusão e dar a crer, aos que observam a aparição, que têm diante de si um ser corpóreo. Em alguns casos, finalmente, e sob o império de certas circunstâncias, a tangibilidade se pode tornar real, isto é, possível se torna ao observador tocar, palpar, sentir, na aparição, a mesma resistência, o mesmo calor que num corpo vivo, o que não impede que a tangibilidade se desvaneça com a rapidez do relâmpago. Nesses casos, já não é somente com o olhar que se nota a presença do Espírito, mas também pelo sentido tátil. FIM Dado se possa atribuir à ilusão ou a uma espécie de fascinação a aparição simplesmente visual, o mesmo já não ocorre quando se consegue segurá-la, palpá-la, quando ela própria segura o observador e o abraça, circunstâncias em que nenhuma dúvida mais é lícita.
  4. 4. Capítulo VI. Das Manifestações Visuais 105. Por sua natureza e em seu estado normal, o perispírito é invisível e tem isto de comum com uma imensidade de fluidos que sabemos existir, sem que, entretanto, jamais os tenhamos visto. Mas, também, do mesmo modo que alguns desses fluidos, pode ele sofrer modificações que o tornem perceptível à vista, quer por meio de uma espécie de condensação, quer por meio de uma mudança na disposição de suas moléculas. Aparece-nos então sob uma forma vaporosa. A condensação (preciso é que não se tome esta palavra na sua significação literal; empregamo-la apenas por falta de outra e a título de comparação), a condensação, dizemos, pode ser tal que o perispírito adquira as propriedades de um corpo sólido e tangível, conservando, porém, a possibilidade de retomar instantaneamente seu estado etéreo e invisível. Podemos apreender esse efeito, atentando no vapor, que passa do de invisibilidade ao estado brumoso, depois ao estado líquido, em seguida ao sólido e vice-versa. CONTINUA
  5. 5. Capítulo VI. Das Manifestações Visuais FIM Esses diferentes estados do perispírito resultam da vontade do Espírito e não de uma causa física exterior, como se dá com os nossos gases. Quando o Espírito nos aparece, é que pôs o seu perispírito no estado próprio a torná-lo visível. Mas, para isso, não basta a sua vontade, porquanto a modificação do perispí- rito se opera mediante sua combinação com o fluido peculiar ao médium. Ora, esta combinação nem sempre é possível, o que explica não ser generalizada a visibilidade dos Espíritos. Assim, não basta que o Espírito queira mostrar-se; não basta tão pouco que uma pessoa queira vê-lo; é necessário que os dois fluidos possam combinar-se, que entre eles haja uma espécie de afinidade e também, porventura, que a emissão do fluido da pessoa seja suficientemente abundante para operar a transformação do perispírito e, provavelmente, que se verifi- quem ainda outras condições que desconhecemos. É neces- sário, enfim, que o Espírito tenha a permissão de se fazer visível a tal pessoa, o que nem sempre lhe é concedido, ou só o é em certas circunstâncias, por motivos que não podemos apreciar.
  6. 6. O Fenômeno da Penetrabilidade Vamos falar de mais outro fenômeno agora... Estudos Dirigidos
  7. 7. Como o corpo astral é constituído de uma matéria mais sutil, e diferente da matéria do plano físico, ele pode transpor qualquer coisa. Nada servindo de barreira para ele! Estudos Dirigidos O Fenômeno da Penetrabilidade
  8. 8. Capítulo VI. Das Manifestações Visuais 106. Outra propriedade do perispírito inerente à sua natureza etérea é a penetrabilidade. Matéria nenhuma lhe opõe obstá- culo: ele as atravessa todas, como a luz atravessa os corpos transparentes. Daí vem não haver tapagem capaz de obstar à entrada dos Espíritos. Eles visitam o prisioneiro no seu cala- bouço, com a mesma facilidade com que visitam uma pessoa que esteja em pleno campo. 107. Não são raras, nem constituem novidades as aparições no estado de vigília. Elas se produziram em todos os tempos. A história as registra em grande número. Não precisamos, porém, remontar ao passado, tão frequentes são nos dias de hoje e muitas pessoas há que as têm visto e que as tomaram, no primeiro momento, pelo que se convencionou chamar alucinações. São frequentes, sobretudo, nos casos de morte de pessoas ausentes, que vêm visitar seus parentes ou amigos. Muitas vezes, as aparições não trazem um fim muito determi- nado, mas pode dizer-se que, em geral, os Espíritos que assim aparecem são atraídos pela simpatia. Interrogue cada um as suas recordações e poucos serão os que não conheçam alguns fatos desse gênero, cuja autenticidade não se poderia pôr em dúvida. FIM
  9. 9. Veremos mais adiante, no estudo sobre a sintonia, que os espíritos geralmente estão onde são “convidados” a estarem pelos seus interesses e necessidades. Estudos Dirigidos O Fenômeno da Penetrabilidade
  10. 10. Porém pode acontecer que algumas pessoas após o desencarne não consigam se locomover entre os ambientes, mas isso é decorrente apenas de sua ignorância quanto a isso. Estudos Dirigidos O Fenômeno da Penetrabilidade
  11. 11. Após esse tempo, que é indeterminado, no qual chamamos de “período de perturbação”, e melhorando seu estado mental, o espírito se locomove normalmente. Estudos Dirigidos O Fenômeno da Penetrabilidade
  12. 12. O Fenômeno da Bicorporeidade Vamos passar para esse fenômeno agora... Estudos Dirigidos
  13. 13. Capítulo VII. Da Bicorporeidade e da Transfiguração 119. (...) Isolado do corpo, o Espírito de um vivo pode, como o de um morto, mostrar-se com todas as aparências da realidade. De- mais, pelas mesmas causas que hemos exposto, pode adquirir momentânea tangibilidade. Este fenômeno, conhecido pelo nome de bicorporeidade, foi que deu azo às histórias de homens duplos, isto é, de indivíduos cuja presença simultânea em dois lugares diferentes se chegou a comprovar. Aqui vão dois exemplos, tirados, não das lendas populares, mas da história eclesiástica. Santo Antônio de Pádua estava pregando na Itália, quando seu pai, em Lisboa, ia ser supliciado, sob a acusação de haver cometido um assassínio. No momento da execução, Santo Antônio aparece e demonstra a inocência do acusado. Comprovou-se que, naquele instante, Santo Antônio pregava na Itália, na cidade de Pádua. Santo Afonso de Liguori foi canonizado antes do tempo prescrito, por se haver mostrado simultaneamente em dois sítios diversos, o que passou por milagre. CONTINUA
  14. 14. Por nós evocado e interrogado, acerca do fato acima, (slide ante- rior) Santo Afonso respondeu do seguinte modo: Capítulo VII. Da Bicorporeidade e da Transfiguração 1ª Poderias explicar-nos esse fenômeno? “Perfeitamente. Quando o homem, por suas virtudes, chegou a desmaterializar-se completamente; quando conseguiu elevar sua alma para Deus, pode aparecer em dois lugares ao mesmo tempo. Eis como: o Espírito encarnado, ao sentir que lhe vem o sono, po- de pedir a Deus lhe seja permitido transportar-se a um lugar qual- quer. Seu Espírito, ou sua alma, como quiseres, abandona então o corpo, acompanhado de uma parte do seu perispírito, e deixa a matéria imunda num estado próximo do da morte. Digo próximo do da morte, porque no corpo ficou um laço que liga o perispírito e a alma à matéria, laço este que não pode ser definido. O corpo aparece, então, no lugar desejado. Creio ser isto o que queres saber.” 2ª Isso não nos dá a explicação da visibilidade e da tangibilidade do perispírito. “Achando-se desprendido da matéria, conformemente ao grau de sua elevação, pode o Espírito tornar-se tangível à matéria.” CONTINUA
  15. 15. Capítulo VII. Da Bicorporeidade e da Transfiguração 3ª Será indispensável o sono do corpo, para que o Espírito apareça noutros lugares? “A alma pode dividir-se, quando se sinta atraída para lugar dife- rente daquele onde se acha seu corpo. Pode acontecer que o corpo não se ache adormecido, se bem seja isto muito raro; mas, em todo caso, não se encontrará num estado perfeitamente normal; será sempre um estado mais ou menos extático.” Nota. A alma não se divide, no sentido literal do termo: irradia-se para diversos lados e pode assim manifestar-se em muitos pontos, sem se haver fracionado. Dá-se o que se dá com a luz, que pode refletir-se simultaneamente em muitos espelhos. 4ª Que sucederia se, estando o homem a dormir, enquanto seu Espírito se mostra noutra parte, alguém de súbito o despertasse? “Isso não se verificaria, porque, se alguém tivesse a intenção de o despertar, o Espírito retornaria ao corpo, prevendo a intenção, porquanto o Espírito lê os pensamentos.” Nota. Explicação inteiramente idêntica nos deram, muitas vezes, Espíritos de pessoas mortas, ou vivas. Santo Afonso explica o fato da dupla presença, mas não a teoria da visibi- lidade e da tangibilidade. FIM
  16. 16. Capítulo VII. Da Bicorporeidade e da Transfiguração 121. Tem, pois, dois corpos o indivíduo que se mostra simultanea- mente em dois lugares diferentes. Mas, desses dois corpos, um somente é real, o outro é simples aparência. Pode-se dizer que o primeiro tem a vida orgânica e que o segundo tem a vida da alma. Ao despertar o indivíduo, os dois corpos se reúnem e a vida da alma volta ao corpo material. Não parece possível, pelo menos não conhecemos disso exemplo algum, e a razão, ao nosso ver, o demonstra, que, no estado de separação, possam os dois corpos gozar, simultaneamente e no mesmo grau, da vida ativa e inteli- gente. Demais, do que acabamos de dizer ressalta que o corpo real não poderia morrer, enquanto o corpo aparente se conservasse visível, porquanto a aproximação da morte sempre atrai o Espírito para o corpo, ainda que apenas por um instante. Daí resulta igualmente que o corpo aparente não poderia ser matado, porque não é orgânico, não é formado de carne e osso. Desapareceria, no momento em que o quisessem matar. FIM
  17. 17. O Fenômeno da Transfiguração Vamos passar para esse fenômeno agora... Estudos Dirigidos
  18. 18. 122. Passemos ao segundo fenômeno, o da transfiguração. Consis- te na mudança do aspecto de um corpo vivo. (...) Capítulo VII. Da Bicorporeidade e da Transfiguração 123. A transfiguração, em certos casos, pode originar-se de uma simples contração muscular, capaz de dar à fisionomia expressão muito diferente da habitual, ao ponto de tornar quase irreconhe- cível a pessoa. Temo-lo observado frequentemente com alguns sonâmbulos; mas, nesse caso, a transformação não é radical. Uma mulher poderá parecer jovem ou velha, bela ou feia, mas será sempre uma mulher e, sobretudo, seu peso não aumentará, nem diminuirá. No fenômeno com que nos ocupamos, há mais alguma coisa. A teoria do perispírito nos vai esclarecer. Está, em princípio, admitido que o Espírito pode dar ao seu perispí- rito todas as aparências; que, mediante uma modificação na dispo- sição molecular, pode dar-lhe a visibilidade, a tangibilidade e, conseguintemente, a opacidade; que o perispírito de uma pessoa viva, isolado do corpo, é passível das mesmas transformações; que essa mudança de estado se opera pela combinação dos fluidos. Figuremos agora o perispírito de uma pessoa viva, não isolado, mas irradiando-se em volta do corpo, de maneira a envolvê-lo numa espécie de vapor. Nesse estado, passível se torna das mesmas modificações de que o seria, se o corpo estivesse separado. Perdendo ele a sua transparência, o corpo pode desaparecer, tornar-se invisível, ficar velado, como se mergulhado numa bruma. CONTINUA
  19. 19. Capítulo VII. Da Bicorporeidade e da Transfiguração Poderá então o perispírito mudar de aspecto, fazer-se brilhante, se tal for a vontade do Espírito e se este dispuser de poder para tanto. Um outro Espírito, combinando seus fluidos com os do primeiro, poderá, a essa combinação de fluidos, imprimir a aparência que lhe é própria, de tal sorte, que o corpo real desapareça sob o envol- tório fluídico exterior, cuja aparência pode variar à vontade do Espírito. Esta parece ser a verdadeira causa do estranho fenômeno e raro, cumpra se diga, da transfiguração. FIM
  20. 20. O Fenômeno da Densidade. Vamos passar para esse fenômeno agora... Estudos Dirigidos
  21. 21. Quanto mais evoluído for o espírito menos denso, ou mais fluídico, será o seu corpo astral. Estudos Dirigidos O Fenômeno da Densidade.
  22. 22. O corpo astral vai se tornando mais sutil a medida que vamos evoluindo. Pois vamos liberando cada vez mais as energias pesadas resultante de nossas atitudes e de nossos pensamentos. Assunto esse que veremos depois. Estudos Dirigidos O Fenômeno da Densidade.
  23. 23. E isso quer dizer que, existe muita diferença entre um corpo astral de um espírito mais evoluído para outro, mais ignorante. Estudos Dirigidos O Fenômeno da Densidade.
  24. 24. O Fenômeno dos Agêneres. Vamos passar para esse fenômeno agora... Estudos Dirigidos
  25. 25. Capítulo VII. Da Bicorporeidade e da Transfiguração 125. Resta-nos falar do singular fenômeno dos agêneres que, por muito extraordinário que pareça à primeira vista, não é mais sobrenatural do que os outros. Porém, como o explicamos na Revue Spirite (fevereiro de 1859), julgamos inútil tratar dele aqui pormenorizadamente. Diremos tão-somente que é uma variedade da aparição tangível. É o estado de certos Espíritos que podem revestir momentaneamente as formas de uma pessoa viva, ao ponto de causar completa ilusão. (Do grego a privativo, e geine, geinomaï, gerar: que não foi gerado.) FIM
  26. 26. (...) Se um Espírito tem o poder de tornar visível e palpável uma parte qualquer de seu corpo etéreo, não há razão para que não o possa fazer com os outros órgãos. Suponhamos que um Espírito estenda essa aparência a todas as partes do corpo: teremos, então, a impressão de ver um ser semelhante a nós, agindo como nós, quando não passa de um vapor momentaneamente solidificado. (...) (...) A duração dessa aparência está submetida a condições que nos são desconhecidas; depende, sem dúvida, da vontade do Espírito, que a pode produzir ou fazê-la cessar à vontade, embora dentro de certos limites, que nem sempre tem liberdade de transpor. Inter- rogados a respeito, bem como sobre todas as intermitências de quaisquer manifestações, os Espíritos sempre disseram que agiam em virtude de uma permissão superior. Fevereiro 1859 Se, para certos Espíritos, é limitada a duração da aparência corporal, podemos dizer que, em princípio, ela é variável, podendo persistir mais ou menos tempo; pode produzir-se a qualquer tempo e a toda hora. Um Espírito cujo corpo fosse assim visível e palpável teria, para nós, toda a aparência de um ser humano; poderia conversar conosco e sentar-se em nosso lar qual se fora uma pessoa qualquer, pois o tomaríamos como um de nossos semelhantes. CONTINUA
  27. 27. Fevereiro 1859 Questionado sobre esse ponto (a aparição de Espíritos materiali- zados/tangíveis), um Espírito superior respondeu que realmente podemos encontrar seres dessa natureza, sem que o suspeitemos; acrescentou que isso é raro, mas possível. Como, para nos enten- dermos, precisamos dar um nome para cada coisa, a Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas os chama agêneres, assim indicando que sua origem não é o resultado de uma geração. Muito interessante, não? O agênere seria então um Espírito que se torna tangível e não revela a sua natureza (a de Espírito e desencarnado) e, aos nossos olhos, mais não é do que um homem comum. E o que diferencia também é o de não classificar como bicorporeidade, pois o agênere não tem corpo vivo na Terra; apenas seu perispírito toma uma forma palpável. E para esclarecer melhor, vamos relatar um fato ocorrido, e relatado na Revista, no próximo slide. CONTINUA
  28. 28. O fato a seguir, que se passou ultimamente em Paris, parece pertencer a esta categoria: Fevereiro 1859 Uma pobre mulher estava na igreja de São Roque e rogava a Deus que a auxiliasse em sua aflição. À saída, na rua SaintHonoré, encon- tra um senhor que a aborda e lhe diz: “Boa mulher, ficaríeis contente se arranjasses trabalho?” – “Ah! meu bom senhor” – responde ela – “peço a Deus que me conceda esse favor, porque estou muito necessitada.” – “Pois bem! Ide a tal rua, número tanto. Procurai a senhora T...: ela vos dará trabalho.” Então continuou seu caminho. A pobre mulher dirigiu-se sem demora ao endereço indicado. – “Com efeito, tenho um trabalho para mandar fazer” – diz a senhora em questão – “mas como não o dissera a ninguém, como pôde a senhora vir me procurar?” Então a pobre indigente, avistando um retrato suspenso à parede, respondeu: – “Senhora, foi esse cavalheiro que me enviou aqui.” – “Esse cavalheiro!” – replicou espantada a senhora – “Mas isso não é possível; este é o retrato de meu filho, morto há três anos.” – “Não sei como pode ser isto, mas vos asseguro que foi esse senhor que acabei de encontrar ao sair da igreja, onde tinha ido pedir a Deus que me assistisse. Ele me abordou e foi ele mesmo que me mandou aqui.” FIM
  29. 29. Estudos Dirigidos Vamos dar uma pausa por aqui. http://vivenciasespiritualismo.net/index.htm Luiz Antonio Brasil Périclis Roberto pericliscb@outlook.com

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