Continuando nosso assunto
sobre o Corpo Astral, iremos
ver aqui alguns fenômenos
relacionados com este corpo.
Estudos Diri...
Vamos primeiro dar
alguns esclarecimentos.
Estudos Dirigidos
Os Fenômenos
Primeiro vamos ver alguns
conceitos do que seja a
palavra fenômeno!
Estudos Dirigidos
Os Fenômenos
1. Qualquer manifestaçã...
E quando falamos que estamos em
estado de vigília, quer dizer que
estamos plenamente conscientes.
Estamos na verdade “apen...
Corpo Físico
(e duplo etérico)
e demais corpos
Estudos Dirigidos
Os FenômenosPorém em algumas situações,
breves ou não, po...
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dupla vista tem alguma relação com o sonho e o
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Com estas explicações
poderemos começar!
Estudos Dirigidos
Os Fenômenos
Vamos começar falando sobre o
fenômeno da visibilidade e dar exemplos
de algumas situações, a seguir...
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O Fenômeno da Visibilidade
1ª Situação
Poderemos ver um desencarnado, com o seu corpo astral. Porém não estaremos
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Capítulo VI.
Das Manifestações
Visuais
Questão 100.
20ª Os que vêem os Espíritos vêem-nos com os olhos?
“Assim o julgam; m...
O Fenômeno da Visibilidade
2ª Situação
Poderemos ver um desencarnado, com o seu corpo astral, em estado de vigília, quando...
Capítulo VI.
Das Manifestações
Visuais
Questão 100.
21ª Como pode o Espírito fazer-se visível?
“O princípio é o mesmo de t...
Capítulo VI.
Das Manifestações
Visuais
24ª Os Espíritos que aparecem são sempre inapreensíveis e imper-
ceptíveis ao tato?...
O Fenômeno da Visibilidade
3ª Situação
Poderemos ver um encarnado desdobrado, com o seu corpo astral. Porém não estaremos
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O Fenômeno da Visibilidade
4ª Situação
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Esse tipo de fenômeno é muito
comum de ouvir comentários que
alguém viu algum amigo encarnado,
ou mesmo desencarnado.
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Como também algumas pessoas relatam que viram algum
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São várias as razões e motivos para
que isso ocorra. Mas nem tudo que
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Capítulo VI.
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Visuais
113. Provam os fatos que há aparições verdadeiras, que a teoria espí-
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Capítulo VI.
Das Manifestações
Visuais
b) Poder-se-ão considerar como aparições as figuras e outras
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Capítulo XIV.
Dos Médiuns
5. MÉDIUNS VIDENTES
167. Os médiuns videntes são dotados da faculdade de ver os
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Vamos passar para
outro fenômeno.
Estudos Dirigidos
O Fenômeno da Visibilidade.
O Fenômeno da Transformação
Plasticidade.
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Estudos Dirigidos
Pela constituição da matéria mais eterizada, ou fluídica, de seu corpo
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Quando desencarnamos, geralmente, não temos ainda o
total controle de nosso corpo astral. Mas com o passar do
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Vamos mostrar algumas imagens
para exemplificar o que queremos
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O Fenômeno da Transformação
Plasticidade.
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Freud
Chico
Xavier
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O Fenômeno da Transformação
Plasticidade.Podemos também aparecer plasmando
(formando, modelando) nosso c...
Estudos Dirigidos
O Fenômeno da Transformação
Plasticidade.Com certeza não é para dar uma
boa impressão aos que estão
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Mas nem tudo é terror! Vamos
ver outras imagens.
Estudos Dirigidos
O Fenômeno da Transformação
Plasticidade.
Capítulo VI.
Das Manifestações
Visuais
Questão 100.
28ª Podem os Espíritos tornar-se visíveis sob outra aparência
que não ...
102. (...) Podendo tomar todas as aparências, o Espírito se apresenta
sob a que melhor o faça reconhecível, se tal é o seu...
Cap. 5 Segunda parte
Apresentação dos
Desencarnados
– Que princípios regem a apresentação dos
Espíritos desencarnados aos ...
Cap. 5 Segunda parte
Apresentação dos
Desencarnados
É importante considerar, todavia, que os Espíritos desencarnados,
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Cap. 5 Segunda parte
Apresentação dos
Desencarnados
– Como interpretaremos a existência de roupas,
calçados e peças protét...
Parte 2ª
Capítulo I
Dos Espíritos
95. O invólucro semimaterial do Espírito tem
formas determinadas e pode ser perceptível?...
Para exemplificar este assunto, vamos
ver o que encontramos com André
Luiz, na obra Libertação.
Estudos Dirigidos
O Fenôme...
Capítulo 5.
Operações Seletivas.
— A sentença foi lavrada por si mesma! não passa de uma loba, de uma
loba...
A medida que...
Observem um pequeno trecho de um
outro livro, o mesmo processo em que
uma mulher é transformada em loba.
Estudos Dirigidos...
No plano espiritual inferior... Em um anfiteatro...
— Julgaremos uma criminosa que chegou da Terra para os nossos pre-
síd...
Vamos voltar para André
Luiz, na obra Libertação.
Estudos Dirigidos
O Fenômeno da Transformação
Plasticidade.
Capítulo 10.
Em aprendizado.
Nesse ínterim, a pequena família se reuniu, ao redor da mesa
posta, e a segunda esposa do méd...
(...) O homem e a mulher, com os seus pensamentos, atitudes,
palavras e atos criam, no intimo, a verdadeira forma espiritu...
Capítulo 5
Primeiras
Providências
Tratava-se de antigo sexólatra, que se caracterizara, na Terra, por
distúrbios de compor...
3
Técnica de
Obsessão
Saturnino solicitou a Ambrósio que aplicasse recursos magnéticos
nos centros coronário e cerebral de...
9
Reencontro
com o Passado
Embora a jovem se chamasse (na encarnação atual) Ana Maria,
(estava em desdobramento parcial do...
A Luta
Prossegue
Acontecia um trabalho de psicofonia e doutrinação,
no plano espiritual. A médium, que servia para
este tr...
A Luta
Prossegue
– Você não me assusta! Conheço essa triste fantasia na qual você se
oculta. Ela é inócua para mim e a nin...
A Luta
Prossegue
Para surpresa nossa, a forma e as condições em que surgiu o Espírito
eram constrangedoras – coberto de fe...
A Luta
Prossegue
Mais adiante, o esclarecimento do ocorrido...
– A plasticidade do perispírito responde por essas ocorrênc...
Estudos Dirigidos
Vamos dar uma
pausa por aqui.
http://vivenciasespiritualismo.net/index.htm
Luiz Antonio Brasil
Périclis ...
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04.08 O Corpo Astral VIII - Fenômenos 20 jan 2015

  1. 1. Continuando nosso assunto sobre o Corpo Astral, iremos ver aqui alguns fenômenos relacionados com este corpo. Estudos Dirigidos Os Fenômenos
  2. 2. Vamos primeiro dar alguns esclarecimentos. Estudos Dirigidos Os Fenômenos
  3. 3. Primeiro vamos ver alguns conceitos do que seja a palavra fenômeno! Estudos Dirigidos Os Fenômenos 1. Qualquer manifestação ou aparição material ou espiritual. 2. Tudo o que pode ser percebido pelos sentidos ou pela consciência. 3. Fato de natureza moral ou social regido por leis especiais. 4. Tudo o que é raro e surpreendente. 5. Maravilha. Fonte: MICHAELIS - Moderno Dicionário da Língua Portuguesa
  4. 4. E quando falamos que estamos em estado de vigília, quer dizer que estamos plenamente conscientes. Estamos na verdade “apenas” no corpo físico, e no plano (mundo) físico. Estudos Dirigidos Os Fenômenos
  5. 5. Corpo Físico (e duplo etérico) e demais corpos Estudos Dirigidos Os FenômenosPorém em algumas situações, breves ou não, poderemos estar ligeiramente desdobrados, o que faz com que tenhamos o contato com o plano espiritual, isso através de nosso corpo astral, e outros corpos.
  6. 6. 447. O fenômeno a que se dá a designação de dupla vista tem alguma relação com o sonho e o sonambulismo? “Tudo isso é uma só coisa. O que se chama dupla vista é ainda re- sultado da libertação do Espírito, sem que o cor- po seja adormecido. A dupla vista ou segunda vista é a vista da alma.” Corpo Físico (e duplo etérico) e demais corpos Parte 2ª Capítulo VIII Da Emancipação da Alma 455. (...) A emancipação da alma se verifica às vezes no estado de vigília e produz o fenô- meno conhecido pelo nome de segunda vista ou dupla vista, que é a faculdade graças à qual quem a possui vê, ouve e sente além dos limites dos sentidos humanos. Percebe o que exista até onde estende a alma a sua ação. Vê, por assim dizer, através da vista ordi- nária e como por uma espécie de miragem. FIM
  7. 7. Com estas explicações poderemos começar! Estudos Dirigidos Os Fenômenos
  8. 8. Vamos começar falando sobre o fenômeno da visibilidade e dar exemplos de algumas situações, a seguir... O Fenômeno da Visibilidade. Estudos Dirigidos
  9. 9. O Fenômeno da Visibilidade 1ª Situação Poderemos ver um desencarnado, com o seu corpo astral. Porém não estaremos enxergando com os nossos olhos do corpo físico! Mas vemos com o nosso Corpo Astral! Corpo Físico (e duplo etérico) e Corpo Astral Desencarnado com seu Corpo Astral (ou Corpo Espiritual)
  10. 10. Capítulo VI. Das Manifestações Visuais Questão 100. 20ª Os que vêem os Espíritos vêem-nos com os olhos? “Assim o julgam; mas, na realidade, é a alma quem vê e o que o prova é que os podem ver com os olhos fechados.” FIM 25ª Toda gente tem aptidão para ver os Espíritos? “Durante o sono, todos têm; em estado de vigília, não. Durante o sono, a alma vê sem intermediário; no estado de vigília, acha-se sempre mais ou menos influenciada pelos órgãos. Daí vem não serem totalmente idênticas as condições nos dois casos.” 26ª De que depende, para o homem, a faculdade de ver os Espíritos, em estado de vigília? “Depende da organização física. Reside na maior ou menor facilidade que tem o fluido do vidente para se combinar com o do Espírito. Assim, não basta que o Espírito queira mostrar-se, é preciso também que encontre a necessária aptidão na pessoa a quem deseje fazer-se visível.” a) Pode essa faculdade desenvolver-se pelo exercício? “Pode, como todas as outras faculdades; mas, pertence ao número daquelas com relação às quais é melhor que se espere o desenvolvimento natural, do que provocá-lo, para não sobreexcitar a imaginação. A de ver os Espíritos, em geral e permanentemente, constitui uma faculdade excepcional e não está nas condições normais do homem.”
  11. 11. O Fenômeno da Visibilidade 2ª Situação Poderemos ver um desencarnado, com o seu corpo astral, em estado de vigília, quando ele consegue adensar seu corpo para que possamos enxergar com os nossos olhos do corpo físico! Corpo Físico Desencarnado com seu Corpo Astral (ou Corpo Espiritual) adensando o corpo
  12. 12. Capítulo VI. Das Manifestações Visuais Questão 100. 21ª Como pode o Espírito fazer-se visível? “O princípio é o mesmo de todas as manifestações, reside nas propriedades do perispírito, que pode sofrer diversas modifica- ções, ao sabor do Espírito.” 22ª Pode o Espírito propriamente dito fazer-se visível, ou só o pode com o auxílio do perispírito? “No estado material em que vos achais, só com o auxílio de seus invólucros semimateriais podem os Espíritos manifestar-se. Esse invólucro é o intermediário por meio do qual eles atuam sobre os vossos sentidos. Sob esse envoltório é que aparecem, às vezes, com uma forma humana, ou com outra qualquer, seja nos sonhos, seja no estado de vigília, assim em plena luz, como na obscuridade.” 23ª Poder-se-á dizer que é pela condensação do fluido do perispírito que o Espírito se torna visível? “Condensação não é o termo. Essa palavra apenas pode ser usada para estabelecer uma comparação, que vos faculte compreender o fenômeno, porquanto não há realmente condensação. Pela combinação dos fluidos, o perispírito toma uma disposição especial, sem analogia para vós outros, disposição que o torna perceptível.” CONTINUA
  13. 13. Capítulo VI. Das Manifestações Visuais 24ª Os Espíritos que aparecem são sempre inapreensíveis e imper- ceptíveis ao tato? “Em seu estado normal, são inapreensíveis, como num sonho. Entretanto, podem tornar-se capazes de produzir impressão ao tato, de deixar vestígios de sua presença e até, em certos casos, de tornar- se momentaneamente tangíveis, o que prova haver matéria entre vós e eles.” FIM
  14. 14. O Fenômeno da Visibilidade 3ª Situação Poderemos ver um encarnado desdobrado, com o seu corpo astral. Porém não estaremos enxergando com os nossos olhos do corpo físico! Mas vemos com o nosso Corpo Astral! Cordão de Prata Corpo Físico (e duplo etérico) e Corpo Astral Corpo Físico (e duplo etérico) Corpo Astral
  15. 15. O Fenômeno da Visibilidade 4ª Situação Poderemos ver um encarnado desdobrado com o seu corpo astral, em estado de vigília, quando ele consegue adensar seu corpo para que possamos enxergar com os nossos olhos do corpo físico! adensando o corpo astral Cordão de Prata Corpo Físico Corpo Físico (e duplo etérico)
  16. 16. Esse tipo de fenômeno é muito comum de ouvir comentários que alguém viu algum amigo encarnado, ou mesmo desencarnado. Estudos Dirigidos O Fenômeno da Visibilidade.
  17. 17. Como também algumas pessoas relatam que viram algum parente, ou conhecido, amigo, antes do momento do desencarne. Isso ocorre por um desejo ardente daquela pessoa querer se despedir, antes ou depois. Estudos Dirigidos O Fenômeno da Visibilidade.
  18. 18. São várias as razões e motivos para que isso ocorra. Mas nem tudo que vemos são Espíritos! Estudos Dirigidos O Fenômeno da Visibilidade.
  19. 19. Capítulo VI. Das Manifestações Visuais 113. Provam os fatos que há aparições verdadeiras, que a teoria espí- rita explica perfeitamente e que só podem ser negadas pelos que nada admitem fora do organismo. Mas, a par das visões reais, haverá, alucinações, no sentido em que esse termo se emprega? É fora de dú- vida. Donde se originam? Os Espíritos é que vão esclarecer-nos sobre isso, porquanto a explicação, parece-nos, está toda nas respostas dadas às seguintes perguntas: a) São sempre reais as visões? Não serão, algumas vezes, efeito da alucinação? Quando, em sonho, ou de modo diverso, se vêem, por exemplo, o diabo, ou outras coisas fantásticas, que não existem, não será isso um produto da imaginação? “Sim, algumas vezes; quando dá muita atenção a certas leituras, ou a histórias de sortilégios (histórias de feitiçaria), que impressionam, a pessoa, lembrando-se mais tarde dessas coisas, julga ver o que não existe. Mas, também, já temos dito que o Espírito, sob o seu envoltório semimaterial, pode tomar todas as espécies de formas, para se manifestar. Pode, pois, um Espírito zombeteiro aparecer com chifres e garras, se assim lhe aprouver, para divertir-se à custa da credulidade daquele que o vê, do mesmo modo que um Espírito bom pode mostrar-se com asas e com uma figura radiosa.” CONTINUA
  20. 20. Capítulo VI. Das Manifestações Visuais b) Poder-se-ão considerar como aparições as figuras e outras imagens que se apresentam a certas pessoas, quando estão meio adormecidas, ou quando apenas fecham os olhos? “Desde que os sentidos entram em torpor, o Espírito se desprende e pode ver longe, ou perto, aquilo que lhe não seria possível ver com os olhos. Muito frequentemente, tais imagens são visões, mas tam- bém podem ser efeito das impressões que a vista de certos objetos deixou no cérebro, que lhes conserva os vestígios, como conserva os dos sons. Desprendido, o Espírito vê nos seu próprio cérebro as im- pressões que aí se fixaram como numa chapa daguerreotípica (nome dado a invenção da máquina fotográfica). A variedade e o baralhamento das impressões formam os conjuntos estranhos e fugidios, que se apagam quase imediatamente, ainda que se façam os maiores esforços para retê-los. A uma causa idêntica se devem atribuir certas aparições fantásticas, que nada têm de reais e que muitas vezes se produzem durante uma enfermidade.” FIM
  21. 21. Capítulo XIV. Dos Médiuns 5. MÉDIUNS VIDENTES 167. Os médiuns videntes são dotados da faculdade de ver os Espíritos. Alguns gozam dessa faculdade em estado normal, quando perfeitamente acordados, e conservam lembrança precisa do que viram. Outros só a possuem em estado sonambúlico, ou próximo do sonambulismo. Raro é que esta faculdade se mostre permanen- te; quase sempre é efeito de uma crise passageira. Na categoria dos médiuns videntes se podem incluir todas as pessoas dotadas de dupla vista. A possibilidade de ver em sonho os Espíritos resulta, sem contestação, de uma espécie de mediunidade, mas não constitui, propriamente falando, o que se chama médium vidente. (...) O médium vidente julga ver com os olhos, como os que são dotados de dupla vista; mas, na realidade, é a alma quem vê e por isso é que eles tanto vêem com os olhos fechados, como com os olhos abertos; donde se conclui que um cego pode ver os Espíritos, do mesmo modo que qualquer outro que tem perfeita a vista. Sobre este último ponto caberia fazer-se interessante estudo, o de saber se a faculdade de que tratamos é mais freqüente nos cegos. Espíritos que na Terra foram cegos nos disseram que, quando vivos, tinham, pela alma, a percepção de certos objetos e que não se encontravam imersos em negra escuridão. FIM
  22. 22. Vamos passar para outro fenômeno. Estudos Dirigidos O Fenômeno da Visibilidade.
  23. 23. O Fenômeno da Transformação Plasticidade. Vamos ver esse outro fenômeno agora... Estudos Dirigidos
  24. 24. Pela constituição da matéria mais eterizada, ou fluídica, de seu corpo astral, o espírito pode mudar o aspecto de seu corpo como queira. Para isso basta ter algum conhecimento e, principalmente, a vontade para “plasmar” seu corpo astral. Estudos Dirigidos O Fenômeno da Transformação Plasticidade.
  25. 25. Quando desencarnamos, geralmente, não temos ainda o total controle de nosso corpo astral. Mas com o passar do tempo, com a nossa vontade, iremos moldá-lo. Estudos Dirigidos O Fenômeno da Transformação Plasticidade.
  26. 26. Vamos mostrar algumas imagens para exemplificar o que queremos dizer com isso. Estudos Dirigidos O Fenômeno da Transformação Plasticidade.
  27. 27. Estudos Dirigidos O Fenômeno da Transformação Plasticidade. Santos Dumont Mahatma Gandhi Sigmund Freud Chico Xavier Chico Xavier Geralmente nos apresentamos, em nosso corpo astral, pela nossa última encarnação. Na idade que quisermos, e usando as nossas vestimentas e objetos da época. Vejam o exemplo ao lado.
  28. 28. Estudos Dirigidos O Fenômeno da Transformação Plasticidade.Podemos também aparecer plasmando (formando, modelando) nosso corpo da forma que quisermos. Vejam algumas imagens que alguns médiuns conseguiram visualizar.
  29. 29. Estudos Dirigidos O Fenômeno da Transformação Plasticidade.Com certeza não é para dar uma boa impressão aos que estão enxergando.
  30. 30. Mas nem tudo é terror! Vamos ver outras imagens. Estudos Dirigidos O Fenômeno da Transformação Plasticidade.
  31. 31. Capítulo VI. Das Manifestações Visuais Questão 100. 28ª Podem os Espíritos tornar-se visíveis sob outra aparência que não a da forma humana? “A humana é a forma normal. O Espírito pode variar-lhe a aparência, mas sempre com o tipo humano.” 30ª Poderiam os Espíritos apresentar-se sob a forma de ani- mais? “Isso pode dar-se; mas somente Espíritos muito inferiores tomam essas aparências. Em caso algum, porém, será mais do que uma aparência momentânea. Fora absurdo acreditar-se que um qualquer animal verdadeiro pudesse ser a encarnação de um Espírito. Os animais são sempre animais e nada mais do que isto.” FIM
  32. 32. 102. (...) Podendo tomar todas as aparências, o Espírito se apresenta sob a que melhor o faça reconhecível, se tal é o seu desejo. Assim, embora como Espírito nenhum defeito corpóreo tenha, ele se mostrará estropiado (aleijado, mutilado), coxo, corcunda, ferido, com cicatrizes, se isso for necessário à prova da sua identidade. Esopo, por exemplo, como Espírito, não é disforme; porém, se o evocarem como Esopo, ainda que muitas existências tenha tido depois da em que assim se chamou, ele aparecerá feio e corcunda, com os seus trajes tradicionais. Capítulo VI. Das Manifestações Visuais Esopo FIM
  33. 33. Cap. 5 Segunda parte Apresentação dos Desencarnados – Que princípios regem a apresentação dos Espíritos desencarnados aos médiuns humanos? – O aspecto que as entidades desencarnadas assumem perante os médiuns humanos, quando se comunicam na Terra, pode variar infinitamente. Os Espíritos superiores, pelo domínio natural que exercem sobre as células psicossomáticas, podem adotar a apresentação que mais proveitosa se lhes afigure, com vistas à obra meritória que se pro- põem realizar. Entretanto, essa maneira de intercâmbio não é a mais comum, porque, de modo geral, os desencarnados impressionam os instrumentos mediúnicos encarnados na forma em que efetivamente se encontram. Decerto, não falta indumentária digna às criaturas que se emanciparam do vaso físico, roupagem, toda ela, confeccionada com esmero e carinho por mãos hábeis e nobres da esfera extrafísica. CONTINUA
  34. 34. Cap. 5 Segunda parte Apresentação dos Desencarnados É importante considerar, todavia, que os Espíritos desencarnados, mesmo os de classe inferior, guardam a faculdade de exteriorizar os fluídos plasticizantes que lhes são peculiares, espécie de agluti- ninas mentais com que envolvem a mente mediúnica encarnada, recursos esses nos quais plasmam, como lhes seja possível, as ima- gens que desejam expressar e que adquirem para as percepções do médium coloração e movimento, fazendo-o exprimir-se ou agir, em comportamento semelhante ao passivo comum na hipnose provoca- da. Tais fenômenos, porém, são isolados e apenas se verificam entre o médium e a entidade que o influencia, sem substância na realidade prática, qual ocorre no campo das sugestões, durante a interligação mento-psíquica, entre o hipnotizado e o hipnotizador. FIM
  35. 35. Cap. 5 Segunda parte Apresentação dos Desencarnados – Como interpretaremos a existência de roupas, calçados e peças protéticas nas entidades desencarnadas, se tais petrechos são inanimados, não sendo dirigidos de modo direto pela mente? – A mente não comanda as moléculas de algodão do vestuário de que se serve no corpo físico, mas pode usá-las, segundo as suas necessi- dades no mundo. Ocorre o mesmo no Plano Espiritual, em que nos utilizamos das pos- sibilidades ao nosso alcance para atender a esse ou àquele imperativo de nossa apresentação. FIM
  36. 36. Parte 2ª Capítulo I Dos Espíritos 95. O invólucro semimaterial do Espírito tem formas determinadas e pode ser perceptível? “Tem a forma que o Espírito queira. É assim que este vos aparece algumas vezes, quer em sonho, quer no estado de vigília, e que pode tomar forma visível, mesmo palpável.” FIM Este invólucro a que se refere Allan Kardec denominou de “perispírito”, o que conhecemos como corpo astral.
  37. 37. Para exemplificar este assunto, vamos ver o que encontramos com André Luiz, na obra Libertação. Estudos Dirigidos O Fenômeno da Transformação Plasticidade.
  38. 38. Capítulo 5. Operações Seletivas. — A sentença foi lavrada por si mesma! não passa de uma loba, de uma loba... A medida que repetia a afirmação, qual se procurasse persuadi-la a sentir- se na condição do irracional mencionado, notei que a mulher, profunda- mente influenciável, modificava a expressão fisionômica. Entortou-se-lhe a boca, a cerviz curvou-se, espontânea, para a frente, os olhos alteraram-se, dentro das órbitas. Simiesca expressão revestiu-lhe o rosto. Via-se, patente, naquela exibição de poder, o efeito do hipnotismo sobre o corpo perispirítico. O processo... (...) Temos aqui a gênese dos fenômenos de licantropia, (...) Licantropia: doença mental em que o doente se julga transformado em lobo. (Dicionário Priberam) (...) O hipnotismo é tão velho quanto o mundo e é recurso empregado pelos bons e pelos maus, tomando-se por base, acima de tudo, os elementos plásticos do perispírito. (...) Em seguida, fixando sobre ela as irradiações que lhe emanavam do temível olhar, asseverou, peremptório: (...) Ela não passaria por esta humilhação se não a merecesse. (...) se adaptou às energias positivas do juiz cruel (...) (...) Onde colocamos o pensamento, aí se nos desenvolverá a própria vida. FIM
  39. 39. Observem um pequeno trecho de um outro livro, o mesmo processo em que uma mulher é transformada em loba. Estudos Dirigidos O Fenômeno da Transformação Plasticidade.
  40. 40. No plano espiritual inferior... Em um anfiteatro... — Julgaremos uma criminosa que chegou da Terra para os nossos pre- sídios, há quase um ano... O julgamento é realizado... e a sentença... — Culpada! — Façamos com ela, o que no íntimo sempre foi: uma loba! Acercou-se da sofrida entidade e, fitando-a, escarnecedor, passou a ofendê-la, vilmente. Obrigando-a a ajoelhar-se, enquanto lhe estrugia no dorso longo chicote sibilante, ordenou, de voz estertorada: — Víbora infeliz! Devoradora dos próprios filhos! Toma a tua forma... a que já tens na mente atormentada. “A tua justiça é a tua consciência... Obedece, serpente famélica!” A voz, impregnada de pesadas vibrações deletérias e vigorosas, dobrava os centros de parca resistência perispiritual da atormentada, e, diante dos nossos olhos, ao comando do sicário cruel, que se utilizava de processos hipnóticos deprimentes, atuava no subcons- ciente perispiritual abarrotado de remorso da infanticida, imprimindo-lhe a tragédia da mutação da forma, num horrendo fenômeno de licantropia, dos mais lacerantes... 6 No Anfiteatro FIM A cena estranha continuou por mais alguns momentos e o atormentado espírito da mulher-lobo foi, por determinação do chefe, remetido ao interior para ser colocado em defesa do anfiteatro.
  41. 41. Vamos voltar para André Luiz, na obra Libertação. Estudos Dirigidos O Fenômeno da Transformação Plasticidade.
  42. 42. Capítulo 10. Em aprendizado. Nesse ínterim, a pequena família se reuniu, ao redor da mesa posta, e a segunda esposa do médico me impressionou pelo apuro da apresentação. A pintura do rosto, sem dúvida, era admirável. O traje elegante e sóbrio, as jóias discretas e o penteado harmonioso realçavam-lhe a profundez do olhar, mas rodeava-se ela de substância fluídica deprimente. Halo plúmbeo denunciava- lhe a posição de inferioridade(*). Socialmente, aquela dama devia ser das de mais fino trato; contudo, terminado o repasto, deixou positivamente evidenciada sua deplorável condição psíquica. Depois de uma discussão menos feliz com o marido, a jovem mulher buscou o sono da sesta, num divã largo e macio. Intencionalmente, Maurício convidou-me a espreitar-lhe o repouso e, com enorme sur- presa, aturdido mesmo, não lhe vi os mes- mos traços fisionômicos na organização pe- rispiritual que abandonava a estrutura car- nal, entregue ao descanso. Alguma semelhança era de notar-se, mas, afinal de contas, a senhora tornara-se irreconhecível. Estampava no semblante os sinais das bruxas dos velhos contos infantis. A boca, os olhos, o nariz e os ouvidos revelavam algo de monstruoso. (*) Veremos este assunto mais adiante sobre a aura. CONTINUA
  43. 43. (...) O homem e a mulher, com os seus pensamentos, atitudes, palavras e atos criam, no intimo, a verdadeira forma espiritual a que se acolhem. Cada crime, cada queda, deixam aleijões e sulcos horrendos no campo da alma, tanto quanto cada ação generosa e cada pensamento superior acrescentam beleza e perfeição à forma perispirítica, dentro da qual a individualidade real se manifesta, mormente depois da morte do corpo denso. Capítulo 10. Em aprendizado. A explicação da mudança do perispírito... FIM “Há criaturas belas e admiráveis na carne e que, no fundo, são verdadeiros monstros mentais, do mesmo modo que há corpos torturados e detestados, no mundo, escondendo Espíritos angélicos, de celestial formosura.”
  44. 44. Capítulo 5 Primeiras Providências Tratava-se de antigo sexólatra, que se caracterizara, na Terra, por distúrbios de comportamento, portador de grande perversidade, desencarnado há mais de meio século. Ao desvencilhar-se do corpo, fora conduzido por comparsas antigos a Núcleos Inferiores, nos quais se adestrara para dar curso aos sentimentos nefastos que possuía, sendo alojado, posteriormente, naquele reduto de dores, verdadeiro purgatório espiritual para os incursos nos Códigos Soberanos da Vida. Vinculado a outros grupos espirituais infelizes, que se interligam, assumindo posições combativas contra o bem e o amor, que detestam, fazem-se crer forças controladoras do além-túmulo, personificando, iludidos, as mitológicas figuras satânicas residentes nas geenas... Padecendo de auto-hipnose pelo prolongado período em que cultivam as ideias maléficas, deformam as matrizes perispirituais, assomando diante dos que lhes tombam, inconsequentes nos círculos da aflição, em formas temerosas, horripilantes, com as quais aparvalham as futuras vítimas, acostumadas a imagens mentais perniciosos pelos eitos do remorso que impõe justiça. Outras vezes, são vítimas de mais vigorosas mentes que submetem, deles utilizam-se para o mesmo indébito fim. FIM
  45. 45. 3 Técnica de Obsessão Saturnino solicitou a Ambrósio que aplicasse recursos magnéticos nos centros coronário e cerebral de Mariana, de modo a desper- tar-lhe o passado adormecido nas telas da memória. Ativados os chakras, através dos passes habilmente aplicados, a paciente desdobrada parcialmente pelo sono físico pareceu sofrer um delíquio para logo modificar a expressão semelhante a alguém que acorda após demorado sono, no qual pesadelos cruéis houvessem tomado corpo destruidor... Do mal-estar momentâneo passou a um aspecto de desvario, através do qual as palavras fluíam ora no idioma de Mariana (mulher na encarnação atual) ora na língua de Aldegundes (mulher na encarnação anterior) para firmar-se nos vocábulos em que se exprimia esta última. Parecendo reconhecer Guilherme, o vigoroso perseguidor (esposo de Aldegundes, da encarnação anterior, que se fez de inimigo), estremeceu, olhando-o, esgazeada, como se desejasse fugir. Lentamente se lhe transfigurou o semblante que adquiria as características fisionômicas de harleniense (da cidade de Haarlem) do passado. FIM
  46. 46. 9 Reencontro com o Passado Embora a jovem se chamasse (na encarnação atual) Ana Maria, (estava em desdobramento parcial do sono) pareceu registrar aquela voz (que a chamou pelo nome de antiga encarnação) no recôndito do ser e repentinamente desperta, graças às energias vigorosas que o Instrutor lhe aplicava na sede da memória espiritual, respondeu, também, em pranto: — Quem me chama? Que desejam de mim? A medida que Ana Maria despertava para o passado, sua forma espiritual registrava os sinais das tragédias que lhe sucederam através do tempo, para apresentar-se consideravelmente mudada, envelhecida, com as marcas da desencarnação e as características da antiga personalidade... FIM Outro caso...
  47. 47. A Luta Prossegue Acontecia um trabalho de psicofonia e doutrinação, no plano espiritual. A médium, que servia para este trabalho, estava desdobrada... O Espírito incorporado na médium... – A mim ninguém domina. Eu sou o diabo. Veja! Imprimindo a força do ódio a si mesmo, vimo-lo transformar-se; ideado, na personificação da figura satânica, conforme a conceberam no passado. A face da médium alterou-se, e ele, quase sobreposto à sensitiva, transfigurou-se, assumindo as características convencionais do ser infernal. A cauda, terminada em lança, agitava-se, enquanto os detalhes gerais produziam um aspecto aterrador. Pelas narinas eliminava vapores com forte odor a enxofre, e faíscas elétricas comple- tavam o quadro formando uma figura horrenda. (...) Era com arremetidas de tal natureza que ele e os seus semelhantes se impunham aos Espí- ritos ignorantes, perturbados, vítimas da consciência culpada, os quais se lhes submetiam, para serem punidos pelos crimes praticados, tornando-se-lhes subalternos. CONTINUA
  48. 48. A Luta Prossegue – Você não me assusta! Conheço essa triste fantasia na qual você se oculta. Ela é inócua para mim e a ninguém aqui intimida. O diabo é uma figuração concebida pelas mentes passadas, ignorantes e temerárias. Surgida no período mágico do pensamento, está totalmente ultrapas- sada, permanecendo somente na imaginação que a agasalha e a incorpo- ra. Aproximando-se da médium em transe, o Dr. Carneiro (Espírito) começou a aplicar passes longitudinais, depois circulares, no sentido oposto ao movimento dos ponteiros do relógio, alcançando o chakra ce-rebral da Entidade, que teimava na fixação. Sem pressa e ritmadamente o Benfeitor prosseguia com os movimentos corretos, enquanto dizia: – Tuqtamich, você é gente ... Tuqtamich, você é gente ... A voz tomou-se monocórdia, contínua, enquanto os movimentos prosseguiam. Suas mãos despediam anéis luminosos que passaram a envolver o Espírito. A pouco e pouco, rompe- ram-se as construções que o ocultavam, caindo como destroços que se houvessem arre- bentado de dentro para fora. O manto rubro pareceu incendiar-se e a cauda tombou inerme. Os demais adereços da composição, igualmente, despedaçaram-se e caíram no chão. CONTINUA Enquanto Fernando e alguns magnetizadores (Espíritos) acalmavam os aflitos e temerosos (presentes durante o trabalho), o Benfeitor, sem qualquer alteração na voz e na emoção, prosseguiu:
  49. 49. A Luta Prossegue Para surpresa nossa, a forma e as condições em que surgiu o Espírito eram constrangedoras – coberto de feridas purulentas, nauseantes, alquebrado, seminu, trôpego, o rosto deformado como se houvesse sido carcomido pela hanseníase – inspirava compaixão, embora o aspecto repelente. Desejou falar, arquejante, e a voz desapareceu num sussurro nasala- do: – Eis o que você me fez. Eu não sou isso ... – Sim, meu irmão, você está assim por enquanto. Encontrava-se sob disfarces para esconder sua realidade. (...) E o diálogo continua, até que o Espírito sem forças... (...) tombou em pesado desfalecimento. Fernando e o Dr. Carneiro desenfaixaram-no da médium e o coloca- ram em repouso na mesa onde estivera até o momento da comuni- cação. CONTINUA
  50. 50. A Luta Prossegue Mais adiante, o esclarecimento do ocorrido... – A plasticidade do perispírito responde por essas ocorrências. Ma- leável quase ao infinito, ele se comporta sempre conforme a orien- tação da mente, portanto do Espírito, que nele plasma todas as manifestações. Descarregando ondas de energia específica nas tes- situras delicadas da sua organização sutil, elas expressam esses conteúdos mediante contínuos fenômenos de representação. "Durante o diálogo que mantivemos, ele assumiu a personificação demoníaca por ideoplastia, valendo-se de impressos modeladores conscientes. Da mesma forma, ao ser recolhido nas regiões inferio- res, após conveniente adestramento mental, ele logrou recompor a aparência de quando se encontrava na Terra, qual se aplicasse uma máscara trabalhada de dentro para fora, que era mantida pela vontade consciente." FIM
  51. 51. Estudos Dirigidos Vamos dar uma pausa por aqui. http://vivenciasespiritualismo.net/index.htm Luiz Antonio Brasil Périclis Roberto pericliscb@outlook.com

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