04.07 O Corpo Astral VII - Perispírito 20 jan 2015

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04.07 O Corpo Astral VII - Perispírito 20 jan 2015

  1. 1. Voltamos com o nosso assunto... Estudos Dirigidos O Corpo Astral
  2. 2. Voltamos com o nosso assunto sobre o Perispírito e com O Livro dos Médiuns. Estudos Dirigidos Perispírito
  3. 3. Parte 2ª Capítulo IV Da Teoria das Manifestações Físicas 74. As respostas seguintes nos foram dadas pelo Espírito São Luís. Muitos outros, depois, as confirmaram. I. Será o fluido universal uma emanação da divindade? “Não.” II. Será uma criação da divindade? “Tudo é criado, exceto Deus.” III. O fluido universal será ao mesmo tempo o elemento universal? “Sim, é o princípio elementar de todas as coisas.” IV. Alguma relação tem ele (o fluido universal) com o fluido elétrico, cujos efeitos conhecemos? “É o seu elemento.” V. Em que estado o fluido universal se nos apresenta, na sua maior simplicidade? “Para o encontrarmos na sua simplicidade absoluta, precisamos ascender aos Espíritos puros. No vosso mundo, ele (o fluido universal) sempre se acha mais ou menos modifica- do, para formar a matéria compacta que vos cerca. Entretanto, podeis dizer que o estado em que se encontra (o fluido universal) mais próximo daquela simplicidade é o do fluido a que chamais fluido magnético animal.” VI. Já disseram que o fluido universal é a fonte da vida. Será ao mesmo tempo a fonte da inteligência? “Não, esse fluido (o fluido universal) apenas anima a matéria.” CONTINUA
  4. 4. Parte 2ª Capítulo IV Da Teoria das Manifestações Físicas VII. Pois que é desse fluido (do fluido universal) que se compõe o perispírito, parece que, neste, ele se acha num como estado de condensação, que o aproxima, até certo ponto, da matéria propriamente dita? “Até certo ponto, como dizes, porquanto não tem todas as propriedades da matéria. É mais ou menos condensado, conforme os mundos.” VIII. Como pode um Espírito produzir o movimento de um corpo sólido? “Combinando uma parte do fluido universal com o fluido, próprio àquele efeito, que o médium emite.” IX. Será com os seus próprios membros, de certo modo solidificados, que os Espíritos levantam a mesa? “Esta resposta ainda não te levará até onde desejas. Quando, sob as vossas mãos, uma mesa se move, o Espírito haure (retira) no fluido universal o que é necessário para lhe dar uma vida factícia (artificial). Assim preparada a mesa, o Espírito a atrai e move sob a influência do fluido que de si mesmo desprende, por efeito da sua vontade. Quando quer pôr em movimento uma massa por demais pesada para suas forças, chama em seu auxílio outros Espíritos, cujas condições sejam idênticas às suas. Em virtude da sua natureza etérea, o Espírito, propriamente dito, não pode atuar sobre a matéria grosseira, sem intermediário, isto é, sem o elemento que o liga à matéria (fluido do médium). Esse elemento, que constitui o que chamais perispírito, vos faculta a chave de todos os fenômenos espíritas de ordem material. Julgo ter-me explicado muito claramente, para ser compreendido.” CONTINUA
  5. 5. Parte 2ª Capítulo IV Da Teoria das Manifestações Físicas Nota. Chamamos a atenção para a seguinte frase, primeira da resposta acima: Esta resposta AINDA te não levará até onde desejas. O Espírito compreendera perfeitamente que todas as questões precedentes só haviam sido formuladas para chegarmos a esta última (como os Espíritos conseguiam mover um objeto) e alude ao nosso pensamento que, com efeito, esperava por outra resposta muito diversa, isto é, pela confirmação da idéia que tínhamos sobre a maneira por que o Espírito obtém o movimento da mesa (achava-se que os Espíritos usavam suas próprias mãos para moverem o objeto, no caso estudado, uma mesa). Observem que, apesar do Espírito desencarnado também possuir o seu próprio perispírito, ele não teria como mover um objeto em nosso plano físico, no exemplo, uma mesa. E que para isso ele se serviria do perispírito do médium. Isso nos faz pensar que os Espíritos Instrutores falavam do uso dos fluidos do Duplo Etérico, do médium, e que também achamos que o Duplo Etérico fazia parte do agregado do perispírito, como falamos anteriormente. FIM
  6. 6. Parte 2ª Capítulo IV Da Teoria das Manifestações Físicas Nota. (Item 74 questão 12) Já foi explicado que a densidade do perispírito, se assim se pode dizer, varia de acordo com o estado dos mundos. Parece que também varia, em um mesmo mundo, de indivíduo para indivíduo. Nos Espíritos moralmente adiantados, é mais sutil e se aproxima da dos Espíritos elevados; nos Espíritos inferiores, ao contrário, aproxima-se da matéria e é o que faz que os Espíritos de baixa condição conservem por muito tempo as ilusões da vida terrestre. Esses pensam e obram como se ainda fossem vivos; experimentam os mesmos desejos e quase que se poderia dizer a mesma sensualidade. Esta grosseria do perispírito, dando- lhe mais afinidade com a matéria, torna os Espíritos inferiores mais aptos às manifestações físicas. Pela mesma razão é que um homem de sociedade, habituado aos trabalhos da inteligência, franzino e delicado de corpo, não pode suspender fardos pesados, como o faz um carregador. Nele, a matéria é, de certa maneira, menos compacta, menos resistentes os órgãos; há menos fluido nervoso. Sendo o perispírito, para o Espírito, o que o corpo é para o homem e como à sua maior densidade corresponde menor inferioridade espiritual, essa densidade substitui no Espírito a força muscular, isto é, dá-lhe, sobre os fluidos necessários às manifestações, um poder maior do que o de que dispõem aqueles cuja natureza é mais etérea. Querendo um Espírito elevado produzir tais efeitos, faz o que entre nós fazem as pessoas delicadas: chama para executá-los um Espírito do ofício. FIM
  7. 7. Parte 2ª Capítulo IV Da Teoria das Manifestações Físicas XIII. Se compreendemos bem o que disseste, o princípio vital reside no fluido universal; o Espírito tira deste fluido (do fluido universal) o envoltório semimaterial que constitui o seu perispírito e é ainda por, meio deste fluido que ele atua sobre a matéria inerte. É assim? “É. Quer dizer: ele empresta à matéria uma espécie de vida factícia; a matéria se anima da vida animal. A mesa, que se move debaixo das vossas mãos, vive como animal; obedece por si mesma ao ser inteligente. Não é este quem a impele, como faz o homem com um fardo. Quando ela se eleva, não é o Espírito quem a levanta, com o esforço do seu braço: é a própria mesa que, animada, obedece à impulsão que lhe dá o Espírito.” XIV. Que papel desempenha o médium nesse fenômeno? “Já eu disse que o fluido próprio do médium se combina com o fluido universal que o Espírito acumula. É necessária a união desses dois fluidos, isto é, do fluido animalizado e do fluido universal para dar vida à mesa. Mas, nota bem que essa vida é apenas momentâ- nea, que se extingue com a ação e, às vezes, antes que esta termine, logo que a quanti- dade de fluido deixa de ser bastante para a animar.” XV. Pode o Espírito atuar sem o concurso de um médium? “Pode atuar à revelia do médium. Quer isto dizer que muitas pessoas, sem que o suspei- tem, servem de auxiliares aos Espíritos. Delas haurem os Espíritos, como de uma fonte, o fluido animalizado de que necessitem. Assim é que o concurso de um médium, tal como o entendeis, nem sempre é preciso, o que se verifica principalmente nos fenômenos espontâneos.” CONTINUA
  8. 8. XVI. Animada, atua a mesa com inteligência? Pensa? Parte 2ª Capítulo IV Da Teoria das Manifestações Físicas “Pensa tanto quanto a bengala com que fazes um sinal inteligente. Mas, a vitalidade de que se acha animada lhe permite obedecer à impulsão de uma inteligência. Fica, pois, sabendo que a mesa que se move não se torna Espírito e que não tem, em si mesma, capacidade de pensar, nem de querer.” “Essas pessoas tiram de si mesmas o fluido necessário à produção do fenômeno e podem operar sem o concurso de outros Espíritos. Não são, portanto, médiuns, no sentido que se atribui a esta palavra. Mas, também pode dar-se que um Espírito as assista e se aproveite de suas disposições naturais.” XX. As pessoas qualificadas de elétricas (do duplo etérico) podem ser consideradas médiuns? XXI. O Espírito que atua sobre os corpos sólidos, para movê-los, se coloca na substância mesma dos corpos, ou fora dela? “Dá-se uma e outra coisa. Já dissemos que a matéria não constitui obstáculos para os Espíritos. Em tudo eles penetram. Uma porção do perispírito se identifica, por assim dizer, com o objeto em que penetra.” FIM
  9. 9. Parte 2ª Capítulo IV Da Teoria das Manifestações Físicas 75. Estas explicações são claras, categóricas e isentas de ambiguidade. Delas ressalta, como ponto capital, que o fluido universal, onde se contém o princípio da vida, é o agente principal das manifestações, agente que recebe impulsão do Espírito, seja encarnado, seja errante. Condensado, esse fluido (fluido universal) constitui o perispírito, ou invólucro semima- terial do Espírito. Encarnado este, o perispírito se acha unido à matéria do corpo (que também tem origem no fluido universal); estando o Espírito na erraticidade, ele se encontra livre. Quando o Espírito está encarnado, a substância do perispírito se acha mais ou menos ligada, mais ou menos aderente, se assim nos podemos exprimir. Em algumas pessoas se verifica, por efeito de suas organizações, uma espécie de emanação desse fluido e é isso, propriamente falando, o que constitui o médium de influências físicas. A emissão do fluido animalizado (do duplo etérico) pode ser mais ou menos abundante, como mais ou menos fácil a sua combinação, donde os médiuns mais ou menos poderosos. Essa emissão, porém, não é permanente, o que explica a intermitência do poder mediúnico. FIM
  10. 10. 76. Façamos uma comparação. Quando se tem vontade de atuar material- mente sobre um ponto colocado a distância, quem quer é o pensamento, mas o pensamento por si só não irá percutir o ponto; é-lhe preciso um in- termediário, posto sob a sua direção: uma vara, um projetil, uma corrente de ar, etc. Notai também que o pensamento não atua diretamente sobre a vara, porquanto, se esta não for tocada, não se moverá. O pensamento, que não é senão o Espírito encarnado, está unido ao corpo pelo perispírito e não pode atuar sobre o corpo sem o perispírito, como não o pode sobre a vara sem o corpo. Atua sobre o perispírito, por ser esta a substância com que tem mais afinidade; o perispírito atua sobre os músculos, os músculos tomam a vara e a vara bate no ponto visado. Quando o Espírito não está encarnado, faz-se-lhe mister um auxiliar estranho e este auxiliar é o fluido (de um médium), mediante o qual torna ele o objeto, sobre que quer atuar, apto a lhe obedecer à impulsão da vontade. Parte 2ª Capítulo IV Da Teoria das Manifestações Físicas 77. Assim, quando um objeto é posto em movimento, levantado ou atirado para o ar, não é que o Espírito o tome, empurre e suspenda, como o faríamos com a mão. O Espírito o satura, por assim dizer, do seu fluido, combinado com o do médium, e o objeto, momentaneamente vivificado desta maneira, obra como o faria um ser vivo, com a diferença apenas de que, não tendo vontade própria, segue o impulso que lhe dá a vontade do Espírito. CONTINUA
  11. 11. Pois que o fluido vital, que o Espírito, de certo modo, emite, dá vida factícia e momentânea aos corpos inertes; pois que o perispírito não é mais do que esse mesmo fluido vital, segue-se que, quando o Espírito está encarnado, é ele próprio quem dá vida ao seu corpo, por meio do seu perispírito, conservando-se unido a esse corpo, enquanto a organização deste o permite. Quando se retira, o corpo morre. Agora, se, em vez de uma mesa, esculpirmos uma estátua de madeira e sobre ela atuarmos, como sobre a mesa, teremos uma estátua que se moverá, que baterá, que responderá com os seus movimentos e pancadas. Teremos, em suma, uma estátua animada momentaneamente de uma vida artificial. Em lugar de mesas falantes, ter-se-iam estátuas falantes. Quanta luz esta teoria não projeta sobre uma imensidade de fenômenos até agora sem solução! Quantas alegorias e efeitos misteriosos ela não explica! Parte 2ª Capítulo IV Da Teoria das Manifestações Físicas FIM
  12. 12. Parte 2ª Capítulo V Das Manifestações Físicas Espontâneas Ainda sobre o perispírito e o assunto sobre o duplo etérico fazer parte do perispírito, vejam a resposta de um Espírito, quando perguntado como ele fazia para atirar pedras em uma casa. 95. Diálogo com o Espírito perturbador da rua des Noyers: 12ª Agora, dize-nos; como os atiraste? “Ah! isto é mais difícil de explicar. Busquei auxílio na natureza elétrica daquela rapariga (jovem, moça), juntando-a à minha, que é menos material. Pudemos assim os dois transportar os diversos objetos.” FIM
  13. 13. Parte 2ª Capítulo V Das Manifestações Físicas Espontâneas Veja uns trechos da explicação que o Espírito, chamado Erasto, dá sobre como acontece o fenômeno de transporte. Colocamos apenas os trechos que nos interessa, sobre o perispírito. “Quem deseja obter fenômeno desta ordem (o de transporte de objetos) precisa ter consigo médiuns a que chamarei — sensitivos, isto e, dotados, no mais alto grau, das faculdades mediúnicas de expansão e de penetrabili- dade, porque o sistema nervoso facilmente excitável de tais médiuns lhes permite, por meio de certas vibrações, projetar abundantemente, em torno de si, o fluido animalizado que lhes é próprio. “As naturezas impressionáveis, as pessoas cujos nervos vibram à menor impressão, à mais insignificante sensação; as que a influência moral ou física, interna ou externa, sensibiliza são muito aptas a se tornarem excelentes médiuns, para os efeitos físicos de tangibilidade e de transportes. Efetivamente, quase de todo desprovido do invólucro refratário (corpo físico), que, na maioria dos outros encarnados, o isola, o sistema nervoso dessas pessoas as capacita para a produção destes diversos fenômenos. (...) CONTINUA
  14. 14. “(...) acrescentemos que os transportes reclamam sempre maior concentra- ção e, ao mesmo tempo, maior difusão de certos fluidos, que não podem ser obtidos senão com médiuns superiormente dotados, com aqueles, numa palavra, cujo aparelho eletromediúnico é o que melhores condições oferece. Parte 2ª Capítulo V Das Manifestações Físicas Espontâneas “(...) Demais, estes fenômenos são de tal natureza, que nem todos os médiuns servem para produzi-los. Com efeito, é necessário que entre o Espírito e o médium influenciado exista certa afinidade, certa analogia; em suma: certa semelhança capaz de permitir que a parte expansível do fluido perispirítico(1) do encarnado se misture, se una, se combine com o do Espírito que queira fazer um transporte. Deve ser tal esta fusão, que a força resultante dela se torne, por assim dizer, uma: do mesmo modo que, atuando sobre o carvão, uma corrente elétrica produz um só foco, uma só claridade. Por que essa união, essa fusão, perguntareis? É que, para que estes fenômenos se produzam, necessário se faz que as propriedades essenciais do Espírito motor se aumentem com algumas das do médium; é que o fluido vital, indispensável à produção de todos os fenômenos mediúnicos, é apanágio (privilégio) exclusivo do encarnado e que, por conseguinte, o Espírito operador fica obrigado a se impregnar dele. Só então pode, mediante certas propriedades, que desconheceis, do vosso meio ambiente, isolar, tornar invisíveis e fazer que se movam alguns objetos materiais e mesmo os encarnados. (...)” CONTINUA
  15. 15. (1) Vê-se que, quando se trata de exprimir uma idéia nova, para a qual faltam termos na língua, os Espíritos sabem perfeitamente criar neologismos. Estas palavras: eletromediúnico, perispirítico, não são de invenção nossa. Os que nos tem criticado por havermos criado os termos espírita, espiritismo, perispírito, que tinham análogos, poderão fazer também a mesma crítica aos Espíritos. Parte 2ª Capítulo V Das Manifestações Físicas Espontâneas FIM
  16. 16. Parte 2ª Capítulo V Das Manifestações Físicas Espontâneas Em outro item deste capítulo, o 99, quando um Espírito tenta explicar como ele consegue transportar um objeto, veja o que Erasto, Espírito, comenta. 13ª Como trazes o objeto? Será segurando-o com as mãos? “Não; envolvo-o em mim mesmo.” Nota de Erasto. A resposta não explica de modo claro a operação. Ele não envolve o objeto com a sua própria personalidade; mas, como o seu fluido pessoal é dilatável, combina uma parte desse fluido com o fluido animalizado do médium e é nesta combinação que oculta e transporta o objeto que escolheu para transportar. Ele, pois, não exprime com justeza o fato, dizendo que envolve em si o objeto. CONTINUA
  17. 17. Parte 2ª Capítulo V Das Manifestações Físicas Espontâneas 14ª Trazes com a mesma facilidade um objeto de peso considerável, de 50 quilos por exemplo? “O peso nada é para nós. Trazemos flores, porque agrada mais do que um volume pesado.” Nota de Erasto. É exato. Pode trazer objetos de cem ou duzentos quilos, por isso que a gravidade, existente para vós, é anulada para os Espíritos. Mas, ainda aqui, ele não percebe bem o que se passa. A massa dos fluidos combinados é proporcional à dos objetos. Numa palavra, a força deve estar em proporção com a resistência; donde se segue que, se o Espírito apenas traz uma flor ou um objeto leve, é muitas vezes porque não encontra no médium, ou em si mesmo, os elementos necessários para um esforço mais considerável. 18ª Como conseguiste outro dia introduzir aqueles objetos, estando fe- chado o aposento? “Fi-los entrar comigo, envoltos, por assim dizer, na minha substância. Nada mais posso dizer, por não ser explicável o fato.” 19ª Como fizeste para tornar visíveis estes objetos que, um momento antes, eram invisíveis? “Tirei a matéria que os envolvia.” Nota de Erasto. O que os envolve não é matéria propriamente dita, mas um fluido tirado, metade, do perispírito do médium e, metade, do Espírito que opera. FIM
  18. 18. Vamos ver em outros livros, o que eles falam sobre o Perispírito. Estudos Dirigidos Perispírito
  19. 19. Em síntese, o perispírito, impropriamente denominado corpo astral por se tomar, assim, a parte pelo todo, exerce as funções seguintes, por vezes, com a cooperação do corpo vital ou duplo etérico nos estágios terrestres: Capítulo IV Do Perispírito 1ª - Constituir os invólucros do espírito, instrumentos de trabalho so- bre os diversos planos da Natureza para o seu progresso evolutivo, servindo-lhe de veículo e traço de união com o corpo físico e mate- rial, estando localizadas no sistema nervoso suas principais linhas de força, tendo por missão receber sensações e transmitir volições por intermédio de estados vibratórios especiais e variados. O perispíri- to é, em última análise, no seu conjunto, o clássico mediador plás- tico de alguns sistemas filosóficos. 2ª - Desprender-se do corpo físico, exteriorizando-se em condições particulares (sono fisio- lógico, narcotizações, hipnomagnetizações, auto-desdobramento espontâneo, etc.), proje- tando-se o duplo a distâncias quase ilimitadas, animado de velocidade vertiginosas, levan- do consigo toda a sua individualidade psíquica, corporizando-se por vezes, ficando invaria- velmente ligado ao corpo físico, ou mais precisamente ao duplo etérico ou corpo vital pelo cordão astral, resistindo a todas as forças físico-químicas e naturais, atravessando todos os obstáculos, por mais densos que sejam, como a luz atravessa os corpos transparentes. CONTINUA
  20. 20. Capítulo IV Do Perispírito Este fenômeno, já muito vulgarizado e bem estudado por alguns experi- mentadores, é designado, indiferentemente, pelas seguintes denomina- ções: saída em astral, desdobramento, exteriorização do duplo, bilocação, bicorporiedade, etc. A saída em astral é uma projeção do duplo, limitada no tempo e no espa- ço — uma desintegração seguida duma reintegração — enquanto que a morte, ou, mais precisamente, a desencarnação, é a saída em astral defi- nitiva. A morte, em última análise, é o rompimento completo e integral do cordão astral. Só assim, o perispírito readquire a sua liberdade ascensional para Mundo astral. 3ª - Arquivar nas suas camadas mais sutis e permanentes (corpo causal, sede do supra- consciente), como películas cinematográficas, todos os acontecimentos de que fomos pro- tagonistas, registrando e assimilando todos as conhecimentos adquiridos através da nossa evolução individual multimilenária, ficando mergulhados e comprimidos nas profundezas do subconsciente e do subliminal todos esses conhecimentos desnecessário e incompatí- veis com a missão progressiva, expiatória e reparadora de cada reencarnação, mas susce- tíveis de aflorarem à consciência normal e cerebral por processos hipnomagnéticos produ- tores de estado de hipnoses profundas, fenômenos já muitas vezes experimentados e observados sob nome de Regressão de memória das vidas passadas (Coronel Conde Ro- chas de Aiglun, Charles Lancelin, Colavida, etc.). O subconsciente e o supracons- ciente têm funções e localizações diferenciadas. CONTINUA
  21. 21. Capítulo IV Do Perispírito A Regressão da memória das vidas passadas também tem sido registrada espontaneamente e por processos de vidência natural, ainda que rara, autenticada, por vezes, com toda a idoneidade (A. Aksakof, Allan Kardec, C. Lancelin, etc.) 4ª - Irradiar em volta do corpo físico, interpenetrando-o e envolvendo-o numa atmosfera fluídica, de secção ovóide, de diâmetro variáveis de indi- víduo para indivíduo, policroma, podendo ir da mais negra opacidade à luminosidade mais resplandecente, constituindo a aura humana. É na aura humana que se dinamizam e projetam todas as nossas formas-pensamen- tos e toda gama das nossas emoções e sentimentos, ficando ali vincadas de ideal, traduzidos em turbilhão vibratórios duma policromia complexa e variada, suscetíveis de serem descritos pormenorizadamente em certos estados de sonambulismo, de hipno- magnetismo e até por alguns videntes naturais. As auras humanas são o espelho de todo o nosso dinamismo psíquico e metapsíquico, ten- do por agente o espírito e por laboratório e instrumentos de ação as camadas sistematiza- das do perispírito, correspondentes às almas secundárias de Charles Lancelin e de L. Le- franc. CONTINUA
  22. 22. Capítulo IV Do Perispírito 5ª - Exercer a função organogênica, moldando o embrião sobre o duplo etérico (verdadeiro sistema circulatório de toda a força vital), imprimindo- lhe, assim, toda a sua personalidade física típica, assegurando para cada indivíduo, numa diretriz e molde uniforme, toda a estabilidade e relevo pessoal inconfundível e permanente - através do turbilhão vital e da ca- ducidade celular - quer durante a vida terrena, quer, especialmente, du- rante a vida astral, onde fluidicamente o perispírito reproduz os mais de- licados traços fisionômicos e anatômicos, corporizando o espírito e tor- nando, assim, reconhecíveis os desencarnados, isto é, os seres falecidos. FIM
  23. 23. Capítulo 10 Na Casa de Saúde “Toda enfermidade, resguardada em qualquer nomenclatura, sempre resulta das conquistas negativas do passado espiritual de cada um. Estando o “campo estruturador”, conforme nominam os modernos pesquisadores parapsicológicos ao perispírito, sob o bombardeio de energias deletérias, é óbvio que as ideias, plasmando as futuras formas para o Espírito, criam as condições para que se manifestem as doenças...” Bezerra de Menezes FIM
  24. 24. Capítulo 15. – O irmão Miranda sabe que os elementos constitutivos do perispí- rito são de energia muito específica, ainda não havendo sido clas- sificada pelos estudiosos da Física Quântica. Pensam muitos espe- cialistas de nosso plano, que ele seria constituído por átomos muito sutis ionizados ou por partículas semelhantes aos neutrinos ainda mais tênues e velozes do que aqueles que foram detectados nos formidandos laboratórios terrestres, nada obstante, prefiro, pessoal- mente, a definição do preclaro Codificador, quando se refere a um envoltório semi-material, portanto, em termos muito simples, re- sultado de uma energia semi-material, de um campo específico. A sua irradiação contínua impregna a organização física dos seus con- teúdos, que são resultantes dos atos que procedem do ser pensante – o Espírito imortal –. Essa maravilhosa estrutura energética pode ser penetrada por outras, dependendo dos valores morais do ser espiri- tual que a acolhe, de acordo com a afinidade de constituição. Quan- do é superior, torna-se mais vibrante e resistente, gerando valores positivos no organismo; sendo de procedência inferior, termina por tornar-se cediça e frágil, apresentando lesões que se refletem como distúrbio equivalente ao mundo das formas. Forma energética do corpo somático, tudo aquilo que lhe ocorre na organização, será refletido na forma. CONTINUA
  25. 25. Capítulo 15. "Eis por que, toda e qualquer terapêutica direcionada a doenças de- ve sempre considerar o ser humano total, não apenas como o corpo ou como o corpo e a mente (Espírito), mas como Espírito, perispírito e corpo. Quando isso ocorrer, e não estão longe os dias da sua acei- tação, o binômio saúde-doença estará recebendo muito melhor con- tribuição do que aquela que lhe tem sido direcionada até estes dias." FIM
  26. 26. Capítulo 13 O conhecimento das propriedades do perispírito, conforme as lúci- das referências do eminente Codificador do Espiritismo Allan Kardec, é a única forma de compreender-se inúmeros enigmas que dizem respeito à saúde física, mental e emocional dos indivíduos, bem como os processos de evolução do ser humano. Sede da alma, arquiva as experiências que são vivenciadas, bem como os pensa- mentos elaborados, transformando-os em realidade, conforme a in- tensidade da sua constituição. Eis porque a fixação de determinadas idéias termina por impor-se na face da criatura, exteriorizando o seu comportamento interior, mes- mo quando o disfarce se apresenta ocultando as estruturas reais da personalidade. Graças a este poder plástico que lhe é uma das propriedades básicas, as idéias demora- damente mantidas levam a estados obsessivos-compulsivos, que terminam por alterar a forma do ser que passa a vivenciar uma monoidéia degenerativa e desagregadora da estrutura molecular, de que esse corpo sutil se constitui. Essa condição permite que Entidades perversas e vingativas induzam as suas vítimas a assumir posturas bizarras e infelizes, mediante largos processos de hipnose a que se deixam arrastar. Esse fenômeno ocorre, todavia, porque há uma ressonância vibratória em quem entra em contato com es- ses técnicos espirituais, encarregados de realizar processos perturbadores. FIM
  27. 27. Estudos Dirigidos Perispírito Vamos voltar para O Livro dos Espíritos!
  28. 28. Parte 2ª Capítulo III Da volta do Espírito, extinta a vida corpórea, à vida espiritual Por ocasião da morte, tudo, a princípio, é confuso. De algum tempo pre- cisa a alma para entrar no conhecimento de si mesma. Ela se acha como que aturdida, no estado de uma pessoa que despertou de profundo sono e procura orientar-se sobre a sua situação. A lucidez das ideias e a memó- ria do passado lhe voltam, à medida que se apaga a influência da matéria que ela acaba de abandonar, e à medida que se dissipa a espécie de né- voa que lhe obscurece os pensamentos. Muito variável é o tempo que dura a perturbação que se segue à morte. Pode ser de algumas horas, como também de muitos meses e até de mui- tos anos. Aqueles que, desde quando ainda viviam na Terra, se identifica- ram com o estado futuro que os aguardava, são os em quem menos longa ela é, porque esses compreendem imediatamente a posição em que se encontram. Aquela perturbação apresenta circunstâncias especiais, de acordo com os caracteres dos indivíduos e, principalmente, com o gênero de morte. Nos casos de morte violenta, por suicídio, suplício, acidente, apoplexia, ferimentos, etc., o Espírito fica surpreendido, espan- tado e não acredita estar morto. Obstinadamente sustenta que não o está. No entanto, vê o seu próprio corpo, reconhece que esse corpo é seu, mas não compreende que se ache separado dele. Acerca-se das pessoas a quem estima, fala-lhes e não percebe por que elas não o ouvem. CONTINUA
  29. 29. Parte 2ª Capítulo III Da volta do Espírito, extinta a vida corpórea, à vida espiritual Semelhante ilusão se prolonga até ao completo desprendimento do pe- rispírito. Só então o Espírito se reconhece como tal e compreende que não pertence mais ao número dos vivos. Este fenômeno se explica facil- mente. Surpreendido de improviso pela morte, o Espírito fica atordoado com a brusca mudança que nele se operou; considera ainda a morte co- mo sinônimo de destruição, de aniquilamento. Ora, porque pensa, vê, ouve, tem a sensação de não estar morto. Mais lhe aumenta a ilusão o fato de se ver com um corpo semelhante, na forma, ao precedente, mas cuja natureza etérea ainda não teve tempo de estudar. Julga-o sólido e compacto como o primeiro e, quando se lhe chama a atenção para esse ponto, admira-se de não poder palpá-lo. Esse fenômeno é análogo ao que ocorre com alguns sonâmbulos inexpe- rientes, que não crêem dormir. É que têm o sono por sinônimo de sus- pensão das faculdades. Ora, como pensam livremente e vêem, julgam na- turalmente que não dormem. Certos Espíritos revelam essa particularidade, se bem que a morte não lhes tenha sobre- vindo inopinadamente. Todavia, sempre mais generalizada se apresenta entre os que, em- bora doentes, não pensavam em morrer. Observa-se então o singular espetáculo de um Espírito assistir ao seu próprio enterramento como se fora o de um estranho, falando des- se ato como de coisa que lhe não diz respeito, até ao momento em que compreende a verdade. CONTINUA
  30. 30. Parte 2ª Capítulo III Da volta do Espírito, extinta a vida corpórea, à vida espiritual A perturbação que se segue à morte nada tem de penosa para o homem de bem, que se conserva calmo, semelhante em tudo a quem acom- panha as fases de um tranquilo despertar. Para aquele cuja consciência ainda não está pura, a perturbação é cheia de ansiedade e de angústias, que aumentam à proporção que ele da sua situação se compenetra. Nos casos de morte coletiva, tem sido observado que todos os que pere- cem ao mesmo tempo nem sempre tornam a ver-se logo. Presas da per- turbação que se segue à morte, cada um vai para seu lado, ou só se preocupa com os que lhe interessam. FIM
  31. 31. Parte 2ª Capítulo VI Da Vida Espírita Ensina-nos a experiência que, por ocasião da morte, o perispírito se des- prende mais ou menos lentamente do corpo; que, durante os primeiros minutos depois da desencarnação, o Espírito não encontra explicação pa- ra a situação em que se acha. Crê não estar morto, por isso que se sente vivo; vê a um lado o corpo, sabe que lhe pertence, mas não compreende que esteja separado dele. Essa situação dura enquanto haja qualquer li- gação entre o corpo e o perispírito. FIM Disse-nos, certa vez, um suicida: “Não, não estou morto.” E acrescentava: No entanto, sinto os vermes a me roerem. Ora, indubitavelmente, os ver- mes não lhe roíam o perispírito e ainda menos o Espírito; roíam-lhe ape- nas o corpo. Como, porém, não era completa a separação do corpo e do perispírito, uma espécie de repercussão moral se produzia, transmitin- do ao Espírito o que estava ocorrendo no corpo. Repercussão talvez não seja o termo próprio, porque pode induzir à suposição de um efeito muito material. Era antes a visão do que se passava com o corpo, ao qual ainda o conservava ligado o perispírito, o que lhe causava a ilusão, que ele tomava por realidade. Assim, pois, não haveria no caso uma reminiscência, porquanto ele não fora, em vida, roído pelos vermes: havia o sentimento de um fato da atualidade. Isto mostra que deduções se podem tirar dos fatos, quando atentamente observados.
  32. 32. Estudos Dirigidos Vamos dar uma pausa por aqui. http://vivenciasespiritualismo.net/index.htm Luiz Antonio Brasil Périclis Roberto pericliscb@outlook.com

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