04.02 O Corpo Astral II 20 jan 2015

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04.02 O Corpo Astral II 20 jan 2015

  1. 1. Estudos Dirigidos O Corpo Astral Voltamos com o nosso assunto...
  2. 2. Estudos Dirigidos O Corpo Astral Vamos ver a seguir alguns trechos do relato que André Luiz deu no livro Nosso Lar a respeito das sensações que teve após seu desencarne. Desencarne => Desencarnar: Deixar a carne, passar para o mundo espiritual. Dicionário Priberam
  3. 3. O Relato de André Luiz Eu guardava a impressão de haver perdido a ideia de tempo. A noção de espaço esvaíra-se-me de há muito. Capítulo 1 Nas Zonas Inferiores Estava convicto de não mais pertencer ao número dos encarnados no mundo e, no entanto, meus pulmões respiravam a longos haustos (gole, trago). Sentia-me, na verdade, amargurado duende nas grades escuras do horror. Cabelos eriçados, coração aos saltos, medo terrível senho- reando-me, muita vez gritei como louco, implorei piedade e clamei contra o doloroso desânimo que me subjugava o espírito; mas, quando o silêncio implacável não me absorvia a voz estentórica, la- mentos mais comovedores, que os meus, respondiam-me aos clamores. Para quem apelar? Torturava-me a fome, a sede me escaldava. Co- mezinhos (ato de comer) fenômenos da experiência material paten- teavam-se-me aos olhos. Crescera-me a barba, a roupa começava a romper-se com os esforços da resistência, na região desconhecida. A cir- cunstância mais dolorosa, no entanto, não é o terrível abandono a que me sentia votado, mas o assédio incessante de forças perversas que me assomavam nos caminhos ermos e obscuros. Irritavam-me, aniquilavam-me a possibilidade de concatenar idéias. Capítulo 2 Clarêncio CONTINUA
  4. 4. Capítulo 2 Clarêncio Perguntando a mim mesmo se não enlouquecera, encontrava a cons- ciência vigilante, esclarecendo-me que continuava a ser eu mesmo, com o sentimento e a cultura colhidos na experiência material. Per- sistiam as necessidades fisiológicas, sem modificação. Castigava-me a fome todas as fibras, e, nada obstante, o abatimento progressivo não me fazia cair definitivamente em absoluta exaustão. De quando em quando, deparavam-se-me verduras que me pareciam agrestes, em torno de humildes filetes d’água a que me atirava sequioso. Devorava as folhas desconhecidas, colava os lábios à nascente turva, enquanto mo per- mitiam as forças irresistíveis, a impelirem-me para a frente. Muita vez suguei a lama da estrada, recordei o antigo pão de cada dia, vertendo copioso pranto. FIM Obs.: Conforme no capítulo 7, André Luiz passou mais de oito anos consecutivos nas “esferas inferiores” antes de ser resgatado para o Nosso Lar. Consultando a internet, as nossas necessidades fisiológicas básicas são: a fome, a sede, a respiração, a excreção, o sono, o sexo.
  5. 5. Capítulo 3 A Oração Coletiva Alimentação... A essa altura, serviram-me caldo reconfortante, seguido de água muito fresca, que me pareceu portadora de fluidos divinos. Aquela reduzida porção de liquido reanimava-me inesperadamente. Não saberia dizer que espécie de sopa era aquela; se alimentação sedativa, se remédio salutar. Novas energias amparavam-me a alma, profundas comoções vibravam-me no espírito. André Luiz já se encontrava na enfermaria de Nosso Lar... FIM
  6. 6. Estudos Dirigidos O Corpo Astral Vamos ver em uma outro livro em que André Luiz faz algumas perguntas a um “recém-desencarnado”...
  7. 7. André Luiz faz algumas perguntas a um recém-desencarnado... – Sente, ainda, os fenômenos da dor física? comecei. – Guardo integral impressão do corpo que acabei de deixar – respon- deu ele, delicadamente. – Noto, porém, que, ao desejar permanecer ao lado dos meus, e con- tinuar onde sempre estive durante muitos anos, volto a experimentar os padecimentos que sofri; entretanto, ao conformar-me com os supe- Riores desígnios, sinto-me logo mais leve e reconfortado. Apesar da re- duzida fração de tempo em que me vejo desperto, já pude fazer seme- lhante observação. – E os cinco sentidos? – Tenho-os em função perfeita. – Sente fome? – Chego a notar o estômago vazio e ficaria satisfeito se recebesse algo de comer, mas esse desejo não é incômodo ou torturante. – E sede? – Sim, embora não sofra por isso. Ia continuar o curioso inquérito, mas Jerônimo, sorridente, desarmou-me a pesquisa, asse- verando: – Você pode intensificar o relatório das impressões, quanto deseje, interessado em colabo- rar na criação da técnica descritiva da morte, certo, porém, de que não se verificam duas de- sencarnações rigorosamente iguais. O plano impressivo depende da posição espiritual de cada um. FIM
  8. 8. Estudos Dirigidos O Corpo Astral Perceberam o que aconteceu com André Luiz? E também aconteceu e acontece com algumas outras pessoas?
  9. 9. Estudos Dirigidos O Corpo Astral Pois é justamente com este corpo, idêntico ao físico, que desencarnamos, e pensamos ainda estar vivos no plano físico. E, como já falamos antes, o plano espiritual é idêntico ao plano físico.
  10. 10. Estudos Dirigidos O Corpo Astral Vale salientar que um desencarne nunca será idêntico a outro, ou seja, será sempre de acordo com a evolução desse espírito. E isso quer dizer, a densidade de seu corpo astral.
  11. 11. Estudos Dirigidos O Corpo Astral Vamos ver agora outros livros. O que eles nos falam sobre o corpo astral...
  12. 12. Estudos Dirigidos O Corpo Astral Chamamos já a sua atenção para uma observação importante que falaremos mais adiante sobre este assunto. O corpo astral recebe por diversos autores outros nomes, como perispírito, psicossoma, corpo espiritual, etc. Perispírito ou Corpo Perispiritual Psicossoma Corpo Espiritual
  13. 13. Em duas referências sobre o termo perispírito, vejam o que é dito. Atenção! Assim, geralmente, quando se fala em Perispírito alguns livros e alguns autores incluem nele, também, os outros corpos, além do astral! Estudos Dirigidos O Corpo Astral Na concepção espírita, a denominação perispírito abrange o corpo astral e os demais corpos ou níveis da consciência ou as dimensões em que se manifesta. (Capítulo 10 – Dimensão Astral – O Corpo Espiritual) “(...) o perispírito, impropriamente denominado corpo astral por se tomar, assim, a parte pelo todo (...) (Capítulo IV – Do Perispírito)
  14. 14. Capítulo 15 (...) Ester-espírito deslocou-se do corpo somático (corpo físico), perfeito símile deste, no qual se notavam as mesmas debilidades do outro: aparência maltratada, vestes andrajosas, descuidadas, desgaste... Não dispondo a jovem do mecanismo mental que aciona a confor- mação do corpo perispiritual em face ao desequilíbrio, que a vitimava, este retratava os condicionamentos da organização física a que se imantava, absorvendo-lhe as imposições determinantes. Fenômeno consentâneo (apropriado) ocorre quando o Espírito, acostumado às construções superiores da Vida, não obstante reencarnado em uma forma grotesca ou desgastada pelo sofrimento, ao desprender-se, assume aparência harmoniosa e luminífera, por ser o soma dirigido pela mente que extrai do psicossoma os progressos, as conquistas morais que nele imprimem as linhas de equilíbrio, beleza e fluidez. Em um desdobramento do corpo... FIM
  15. 15. Capítulo 28 Muito ainda se há que estudar sobre a estrutura delicada do psicossoma, de modo a melhor compreender-se esse precioso veículo plasmador da forma e que transmite as impressões e sensações, emoções e percepções do Espírito ao corpo e deste àquele. FIM
  16. 16. Capítulo 6 Fisiologia da Autodestruição Os amigos inscientes (ignorantes) do espírito certamente estranharão nossas afirmativas, considerando que estamos materializando sobremaneira o ser desencarnado, mencio- nando detalhes da fisiologia comum à carne. A estes lembramos que o espírito, no plano em que nos manifestamos, ainda se serve de um organismo em tudo semelhante ao corpo fí- sico, possuindo a mesma tessitura celular e o mesmo arranjo de órgãos com funcionamento exatamente idêntico. Os detalhes da conhecida anatomia humana se aplicam perfeitamente à anatomia perispiritual, por serem em tudo análogos. FIM
  17. 17. Capítulo 23 Nas Penumbras da Morte É fato comum que o recém-desencarnado ainda ignaro (ignorante) da ciên- cia do espírito demande certo tempo para perceber a realidade da própria morte. Somos projetados em um mundo em tudo semelhante ao que deixamos e comumente despertamos portando o mesmo aspecto físico e, inclusive, as mesmas queixas e sinais da patologia que nos consumiu a carne. O corpo perispiritual, após o túmulo, nutre-nos com sensações idênticas às que nos mobilizavam no périplo terreno. Movemo-nos, percebemos o ambiente ao redor, comunicamo-nos e desempenhamos as mesmas funções fisiológicas do organismo físico, sem que nos deparemos com um mundo feito somente de energias livres. Não somos seres diáfanos envolvidos por lençóis fluídicos e não caminhamos no ar, como muitos poderiam supor. Nossa esfera, embora entretecida em matéria sutil, tem as mesmas bases atômicas dos compostos físicos e guarda as suas mesmas propriedades, de tal modo que aqui nos en- contramos como se estivéssemos na crosta do planeta. Envolvidos por um meio em tudo semelhante ao que habitávamos, não nos surpreende- mos com a nova existência, o que não deixa de ser um conforto, pois uma mudança radical em nosso plano de manifestação seria um grande óbice à continuidade do processo evolutivo que prossegue sem interrupção. FIM
  18. 18. Capítulo 12. Missão de Amor. — A morte é simples mudança de veste — elucidou Gúbio, sereno —, somos o que somos. Depois do sepulcro, não encontramos senão o paraíso ou o inferno criados por nós mesmos. FIM
  19. 19. Capítulo 4 Ante o Serviço Notei que o Assistente não desejava alongar a conversação, decerto pre- parando-se para colaborar nos trabalhos próximos e, por esse motivo, aproveitei os instantes à nossa frente, especificando observações, junto aos companheiros menos felizes que se uniam estreitamente uns aos outros, entre a angústia e a expectação. Pareciam envolvidos em grande nuvem ovalada, qual nevoeiro cinza-escuro, espesso e móvel, agitado por estranhas formações. (aqui ele fala da aura, que estudaremos depois) Reparei o conjunto, notando que alguns deles se mostravam enfermos, co- mo se estivessem ainda na carne. Membros lesados, mutilações, paralisias e ulcerações diversas eram perceptíveis a rápido olhar. — Nossos irmãos sofredores trazem consigo, individualmente, o estigma dos erros delibe- rados a que se entregaram. A doença, como resultante de desequilíbrio moral, sobrevive no perispírito (corpo astral), alimentada pelos pensamentos que a geraram, quando esses pensamentos persistem depois da morte do corpo físico. O Instrutor/Assistente Áulus explica para André Luiz... FIM E em suas meditações, André Luiz conclui ... A consciência é um núcleo de forças, em torno do qual gravitam os bens e os males gera- dos por ela mesma e, ali, estávamos defrontados por vasta fileira de almas, sofrendo nos purgatórios diferenciados que lhes eram característicos.
  20. 20. Para definirmos, de alguma sorte, o corpo espiritual, é preciso considerar, antes de tudo, que ele não é reflexo do corpo físico, porque, na realidade, é o corpo físico que o reflete, tanto quanto ele próprio, o corpo espiri- tual, retrata em si o corpo mental que lhe preside a formação. Do ponto de vista da constituição e função em que se caracteriza na es- fera imediata ao trabalho do homem, após a morte, é o corpo espiritual o veículo físico por excelência, com sua estrutura eletro-magnética, algo modificado no que tange aos fenômenos genésicos e nutritivos, de acor- do, porém, com as aquisições da mente que o maneja. Todas as alterações que apresenta, depois do estágio berço-túmulo, verifi- cam-se na base da conduta espiritual da criatura que se despede do arca- bouço terrestre para continuar a jornada evolutiva nos domínios da expe- riência. Capítulo 2 Corpo Espiritual Nele (no corpo espiritual) possuímos todo o equipamento de recursos automá- ticos que governam os bilhões de entidades microscópicas a serviço da Inteligên- cia, nos círculos de ação em que nos demoramos, recursos esses adquiridos vaga- rosamente pelo ser, em milênios e milênios de esforço e recapitulação, nos múltiplos setores da evolução anímica. Corpo Espiritual FIM MENTAL ASTRAL ETÉRICO FÍSICO CAUSAL
  21. 21. Cap. 3 Segunda parte Corpo espiritual e volitação – Quais os mecanismos das alterações de cor, densidade, forma, locomoção e ubiqüidade do corpo espiritual? – A pergunta está criteriosamente formulada, no entanto, para a ela responder com segurança precisaremos dispor, na Terra, de mais avançadas noções acerca da mecânica do pensamento. Apesar de apenas ter dado esta resposta, de André Luiz, teremos um estudo sobre as formas de pensamento, como também veremos durante o nosso estudo a relação direta de como influi o pensamento, resultando na forma, e na formação, do nosso corpo físico e do espiritual.
  22. 22. Observei atentamente o médium projetado ao nosso círculo de trabalho. (o médium estava desdobrado) Não envergava o costume azul e cinza de que se vestia no recinto, mas sim um roupão esbranquiçado e inteiriço que descia dos ombros até o solo, ocultando-lhe os pés, e dentro do qual se movia, deslizante. – Nosso irmão, com a ajuda do mentor, está usando as forças ectoplásmi- cas que lhe são próprias, acrescidas com os recursos de cooperação do am- biente em que nos achamos. Semelhantes energias transudam de nossa alma, conforme a densidade específica de nossa própria organização, va- riando desde a sublime fluidez da irradiação luminescente até a substância pastosa (...) – O médium é ainda um iniciante no serviço. Á medida que entesoure experiência, maneja- rá possibilidades mentais avançadas, assumindo os aspectos que deseje, considerando que o perispírito é constituído de elementos maleáveis, obedecendo ao comando do pensamen- to, seja nascido de nossa própria imaginação ou da imaginação de inteligências mais vigoro- sas que a nossa, mormente quando a nossa vontade se rende, irrefletida, à dominação de Espíritos tirânicos ou viciosos, encastelados na sombra. “Plasticidade” do Corpo Astral (Períspírito) As letras em destaques, e diferentes do texto, são notas explicativas e, também, nomes dos personagens omitidos, mas que não alteram o sentido do texto, que usamos para exemplificar. CONTINUA Capítulo 11 Desdobramento em Serviço
  23. 23. – Se pudesse pensar com firmeza fora do campo físico, se já tivesse con- quistado uma boa posição de autogoverno, com facilidade imprimiria so- bre as forças plásticas de que se reveste a imagem que preferisse, apare- cendo ao nosso olhar como melhor lhe aprouvesse, porque é possível es- tampar em nós mesmos o desenho que nos agrade. – (...) O pensamento modelará a forma que nos inclinamos a adotar, no entanto, os apetrechos de nossa apresentação na esfera diferente de vida a que fomos trazidos, segundo vocês já conhecem, variarão em seus tipos diversos. Lembremo-nos, para exemplificar, de um homem terrestre tatua- do. Terá ele escolhido um desenho, através do qual a sua forma, por algum tempo, se faz mais facilmente identificável, mas envergará a vestimenta que mais lhe atenda ao bom gosto, conforme as usanças do quadro social a que se ajusta. – Pela concentração mental, qualquer Espírito se evidenciará na expressão que deseje, toda- via, empregando nossa imaginação criadora, podemos e devemos mobilizar os recursos ao nosso alcance, aprimorando concepções artísticas no campo de nossas relações, uns com os outros. FIM Capítulo 11 Desdobramento em Serviço “Plasticidade” do Corpo Astral (Períspírito)
  24. 24. Capítulo 4. Numa Cidade Estranha. Nossa atividade mental nos marca o perispírito. Porém... Podemos reconhecer a propriedade do asserto, quando ainda no mundo. A mulher que se habituou a mercadejar com o vaso físico, olvidando as sagradas finalidades da vida, apresenta máscara triste, sem sair da carne. O glutão (comilão, guloso) começa a adquirir aspecto deprimente no corpo em que habita. Os viciados no abuso do álcool passam a viver de borco (De bru- ços ou com a face para baixo), arrojados ao solo, à maneira de grandes vermes. FIM
  25. 25. Capítulo 10 Em aprendizado. “(...) O homem e a mulher, com os seus pensamentos, atitudes, palavras e atos criam, no íntimo, a verdadeira forma espiritual a que se acolhem. “Cada crime, cada queda, deixam aleijões e sulcos horrendos no campo da alma, tanto quanto cada ação generosa e cada pensamento superior acrescentam beleza e perfeição à forma perispirítica, dentro da qual a individualidade real se manifesta, mormente depois da morte do corpo denso. “Há criaturas belas e admiráveis na carne e que, no fundo, são verdadeiros monstros mentais, do mesmo modo que há corpos torturados e detestados, no mundo, escondendo Espíritos angé- licos, de celestial formosura.” FIM
  26. 26. Em um acidente fatal automobilístico... A autópsia... Capítulo 12 Despertamento em outra Realidade Em momento próprio, o atendente Agenor comunicou-nos a retirada do veículo do mangue e a condução dos corpos para o Necrotério. (...) Observamos que os Espíritos, mesmo distanciados dos corpos que se faziam examinados, retratavam as ocorrências que os afetavam, provo- cando sensações cruciantes. Devido às fortes vinculações com a matéria, experimentava as dores que lhe advinham da autópsia de que o corpo era objeto. Embora contido por enfermeiros diligentes (enfermeiros desencarnados que cuidavam dos recém-desencarnados), sofreu cortes e serração, pro- fundos golpes nos tecidos e costuras... Recordemos que se encontrava sob amparo, não ficando, todavia, isento à responsabi- lidade pelos erros que a juventude estroina lhe facultara. (as vítimas eram todas jovens) Em autópsias, muitos Espíritos que se deixaram dominar pelos apetites grosseiros e se fixam apenas no corpo, quando não fazem jus a assistência especializada, enlouquecem de dor, demorando-se sob os efeitos lentos do processo a que foram submetidos os seus despojos. CONTINUA
  27. 27. Capítulo 12 Despertamento em outra Realidade FIM Desse modo, cada um dos jovens, apesar de todos haverem desencar- nados juntos, no mesmo momento, experimentava sensações de acordo com os títulos que conduziam, de beneficência e amor, de extravagância e truculência. As autópsias demoraram mais de uma hora, durante a qual a assis- tência do bem procurou diminuir os sofrimentos dos recém-chegados. Fábio (um dos jovens), por ser menos comprometido, recebeu mais alta dose de anestésico, vivendo o drama psiquicamente, algo liberado das dores carnais que os outros, em maior como em menor escala, haviam sofrido. Passada essa fase, volveram ao sono, embora em agitação. Explicou-nos o Diretor amável: – As nossas providências de socorro não geram clima de privilégio, nem protecionismo injustificável. Cada um respira a psicosfera que gera no campo mental. Todos somos as aspirações que cultivamos, os labores que produzimos. Fábio e outro amigo, porque não se encontrassem muito comprometidos com os vícios e viessem de uma estrutura familiar mais digna, foram poupados à presença do cadáver e às cenas fortes que se desenrolaram antes e durante a inumação dos corpos.
  28. 28. Capítulo 23 Nas Penumbras da Morte — Para a maioria dos homens de mediana evolução, Adelaide, a pre- servação do corpo físico por tempo indeterminado é obstáculo aos seus primeiros passos no Além, a não ser que se trate de alguém de elevada envergadura moral. A indumentária carnal permanece como poderoso atrativo do espírito após o desenlace e por isso sua dissolução é fenômeno favorável à sua libertação. (...) (...) Quanto à autópsia, sabemos perfeitamente que espíritos muito materializados e imbuídos de grandes maldades podem sofrer a inter- ferência em seus despojos mortais logo após a desencarnação, por permanecerem fortemente jungidos aos mesmos, por período indeter- minado. A grande maioria, entretanto, não se ressente destes procedimentos, devido à intermedia- ção ativa dos obiatras. Contudo, os suicidas deveriam receber tratamento diferenciado por parte dos encarnados, logo após a morte, pois normalmente guardam dificuldades e demandam muito maior tempo para se desligarem de seus restos orgânicos. Obiatras – espíritos obreiros da desencarnação, especializados na assistência imediata à morte. CONTINUA Adelaide é esclarecida sobre os “desenlaces”...
  29. 29. Capítulo 23 Nas Penumbras da Morte Sempre que possível dever-se-ia evitar autópsias, cremações e, sobre- tudo, impedir formalmente a embalsamação, em obediência à carida- de e ao respeito às dificuldades que podem acarretar para esses espí- ritos na continuidade da vida. Se não estamos autorizados à prática da eutanásia, por muito maior razão, não nos convém ser os protagonistas da distanásia. Distanásia – designa os tormentos das desencarnações obstaculizadas por diversos motivos, prolongando- se indevidamente o desligamento do espírito. FIM
  30. 30. Capítulo 15 Reencontro na Esfera dos Sonhos Atuando nos centros cerebral* e coronário*, donde emanavam fluídos dissolventes ali condensados e vitalizados desde o início da agressão obsessiva, Ester-espírito deslocou-se* do corpo somático, perfeito símile deste, no qual se notavam as mesmas debilidades do outro: aparência maltratada, vestes andrajosas, descuidadas, desgaste... Fenômeno consentâneo ocorre quando o Espírito, acostumado às construções superiores da Vida, não obstante reencarnado em uma forma grotesca ou desgastada pelo sofrimento, ao desprender-se, assume aparência harmoniosa e luminífera, por ser o soma dirigido pela mente que extrai do psicossoma os progressos, as conquistas morais que nele imprimem as linhas de equilíbrio, beleza e fluidez. Não dispondo a jovem do mecanismo mental que aciona a conformação do corpo perispiritual em face ao desequilíbrio, que a vitimava, este retratava os condicionamentos da organização física a que se imantava, absorvendo-lhe as imposições determinantes. * Estudaremos os centros de forças (chakras) e sobre o deslocamento (desdobramento) do corpo astral mais adiante. FIM Sem permitir-se piedade injustificada ou impaciência negativa, o diligente Bezerra deu prosseguimento, inalterável, ao ministério, objetivando desdobrar* Ester para o encontro com os pais, na esfera espiritual, em cujo ensejo lhe seria aplicada terapêutica especial de esclarecimento, que constituiria o passo significativo para os empreendimentos porvindouros.
  31. 31. Capítulo 13. Quase uma hora de elaboração difícil esgotou-se, até que me percebi em condições de empreender a conversação cobiçada. Rememorei experiências anteriores, em que juntamente de outros amigos desencarnados modificara a apresentação externa, através de profundo esforço mental. Aspirava a fazer-me visível à frente daquele amigo enigmático (tam- bém desencarnado) que claramente habitava o lar dos Nogueiras. Poderia transfigurar-me, adensando a forma, como alguém que enverga roupa diversa. Recolhi-me em ângulo tranqüilo, à frente do mar. Orei, buscando forças. Meditei, fundo, compondo cada particularidade de minha configuração exterior, espes- sando traços e mudando o tom de minha apresentação habitual. André Luiz adensando seu Corpo Astral... Depois... Regressei ao aconchego do mar, entrando em prece. Reavendo a condição que me é peculiar, voltei ao mesmo ponto. CONTINUA
  32. 32. Capítulo 1. Segunda Parte. Agora Félix (o benfeitor) adensando seu Corpo Astral... A caminho, notei que o benfeitor, em silêncio, adensava a própria forma, transfigurando-se na apresentação. A ocorrência, que eu conseguia apenas depois de paciente elaboração mental, obtinha-a Félix com esforço ligeiro. Rápidos momentos e imprimiu ao corpo espiritual novo ritmo vibratório. Demandamos a residência de Cláudio. O instrutor assumira as características de um homem vulgar. FIM
  33. 33. Capítulo 4. Numa Cidade Estranha. Como ocorre este adensamento... estando eles em um plano espiritual inferior... Passamos a inalar as substâncias espessas que pairavam em derredor, como se o ar fosse constituído de fluidos viscosos. (O amigo que estava em trabalho com André Luiz) estirou-se, ofegante, e não obstante experimentar, por minha vez, asfixiante opressão, busquei padronizar atitudes pela conduta do Instrutor (Gúbio, outro integrante da equipe de trabalho), que tolerava a metamorfose, silencioso e palidíssimo. Reparei, confundido, que a voluntária integração com os elementos inferiores do plano nos desfigurava enormemente. Pouco a pouco, sentimo-nos pesados e tive a ideia de que fora, de improviso, religado, de novo, ao corpo de carne, porque, embora me sentisse dono da própria individualidade, me via revestido de matéria densa, como se fôsse obrigado a envergar inesperada armadura. Antes, é dado um aviso pelo Instrutor Gúbio... “Finda a nossa transformação transitória, seremos vistos por qualquer dos habitantes desta região menos feliz.” O processo... FIM
  34. 34. Daí a necessidade de promoverem a “condensação perispiritual” cada vez que retomam a ele (aqui se fala dos trabalhadores que fazem os resgates no Vale dos Suicidas). Capítulo 3 Heitor o Novo Amigo A condensação do Corpo Astral, no Plano Espiritual. Esta condensação é feita mediante a absorção dos eflúvios atmosfé- ricos do meio pela respiração, mas o processo requer adestramento, para que não se transforme em prejuízos e incômodos para o traba- lhador, pois, se não for subordinado a um controle, pode ultrapassar determinado limiar de tolerância, desencadeando nele os mesmos sintomas do "mal do caminhante das Trevas", indispondo-o à viagem. Contudo, chega um ponto que o servidor, pelo esforço próprio, atinge nível evolu- tivo tal em que a condensação se lhe tor- na dificultosa e até mesmo impossibilita- da. É, assim, preciso que um recrutamen- to constante de novos elementos, dispos- tos à penosa tarefa, renove frequente- mente o acervo de caravaneiros das Som- bras. Neste último parágrafo, vemos então que quanto mais evoluído o espírito, em algumas vezes, ele não consegue mais ir a todo e qualquer local. Isso é devido a elevação de sua vibração e, também, a perda de seus corpos mais inferiores. O autor diz que o “mal do caminhante das Trevas” lembra normalmente o que chamam de “mal dos navegantes”, onde se apresenta um quadro sintomático de tonturas e náuseas incontroláveis.
  35. 35. Daí a necessidade de promoverem a “condensação perispiritual” cada vez que retomam a ele (aqui se fala dos trabalhadores que fazem os resgates no Vale dos Suicidas). Capítulo 3 Heitor o Novo Amigo A condensação do Corpo Astral, no Plano Espiritual. Esta condensação é feita mediante a absorção dos eflúvios atmosfé- ricos do meio pela respiração, mas o processo requer adestramento, para que não se transforme em prejuízos e incômodos para o traba- lhador, pois, se não for subordinado a um controle, pode ultrapassar determinado limiar de tolerância, desencadeando nele os mesmos sintomas do "mal do caminhante das Trevas", indispondo-o à viagem. Contudo, chega um ponto que o servidor, pelo esforço próprio, atinge nível evolu- tivo tal em que a condensação se lhe tor- na dificultosa e até mesmo impossibilita- da. É, assim, preciso que um recrutamen- to constante de novos elementos, dispos- tos à penosa tarefa, renove frequente- mente o acervo de caravaneiros das Som- bras. O autor diz que o “mal do caminhante das Trevas” lembra normalmente o que chamam de “mal dos navegantes”, onde se apresenta um quadro sintomático de tonturas e náuseas incontroláveis. Por isso, são designados espíritos de menor grau evolutivo para o trabalho, na ajuda ao necessitado. Vemos isso acontecer conosco, encarnados, em nossos desdobramentos. Estudo esse que veremos mais adiante!
  36. 36. Observe o relato abaixo da mãe de André Luiz quando tenta ajudar a resgatar o marido. Veja o que ela fala sobre a impossibilidade, em virtude da densidade do corpo astral dele. “A princípio, ele quis reagir, esforçando-se por encontrar-me, mas não pôde compreender que após a morte do corpo físico a alma se encontra tal qual vive intrinsecamente. Laerte, portanto, não percebeu minha presença espiritual, nem a assistência desvelada de outros amigos nossos. Tendo gasto muitos anos a fingir, viciara a visão espiritual, restringira o pa- drão vibratório, e o resultado foi achar-se tão-só na companhia das relações que cultivara irrefletidamente, pela mente e pelo coração. Os princípios da família e o amor ao nosso nome ocuparam algum tempo o seu espírito. De algum modo, lutou, repelindo as tenta- ções; mas caiu afinal, novamente enredado na sombra, por falta de perseverança no bom e reto pensamento.” Capítulo 16 Confidências CONTINUAO pai de André Luiz já se encontrava há 12 anos no Umbral.
  37. 37. Em outra parte de sua conversa com André Luiz poderemos tirar outros ensinamentos sobre o nosso assunto. Vamos ver... Capítulo 16 Confidências– Ah! meu filho – elucidou a palavra materna –, eu o visito freqüente- mente. Ele, porém, não me percebe. Seu potencial vibratório é ainda muito baixo. Tento atraí-lo ao bom caminho, pela inspiração, mas apenas consigo arrancar- -lhe algumas lágrimas de arrependimento, de quando em quando, sem obter resoluções sérias. As infelizes, das quais se tornou prisioneiro, retiram-no às minhas sugestões. (...) “(...) Certa vez, Clarêncio quase conseguiu atraí-lo ao Ministério da Regeneração, mas de- balde. Não é possível acender luz em candeia sem óleo e sem pavio... Precisamos da ade- são mental de Laerte, para conseguir levantá-lo e abrir-lhe a visão espiritual. No entanto, o pobrezinho permanece inativo em si mesmo, entre a indiferença e a revolta.” E em outro trecho... FIM
  38. 38. “Três entidades de sombrio aspecto, absolutamente cegas para com a nossa presença, em vista do baixo padrão vibratório de suas percepções, acercaram-se do trio (encarnados) sob nossa observação.” Capítulo 5. Influenciação. FIM
  39. 39. Capítulo 25 Técnica de Libertação “Estávamos no mesmo espa- ço em que se movimentavam os agressores e porque sinto- nizássemos em outra faixa vibratória, podíamos vê-los, sem que lhes fosse facultado o mesmo.” FIM
  40. 40. Vamos voltar aqui com o livro “Nosso Lar”, no nosso próximo relato. Estudos Dirigidos O Corpo Astral
  41. 41. Vamos ver o que acontece. Estudos Dirigidos O Corpo Astral
  42. 42. Trata-se de um enfermo que, em virtude de seu apego ao corpo físico, continuou próximo a ele em sua decomposição. Estudos Dirigidos O Corpo Astral
  43. 43. Capítulo 29 A Visão de Francisco Regressando ao contato direto com os enfermos, notei Narcisa a lutar heroicamente por acalmar um rapaz que revelava singulares distúrbios. Procurei ajudá-la. O pobrezinho, de olhos perdidos no espaço, gritava, espantadiço: – Acuda-me, por amor de Deus! Tenho medo, medo!... E, olhar esgazeado dos que experimentam profundas sensações de pavor, acentuava: – Irmã Narcisa, lá vem "ele"!, o monstro! Sinto os vermes novamente! "Ele"! "Ele"!. . . Livre-me "dele" irmã! Não quero, não quero!... – Calma, Francisco – pedia a companheira dos infortunados –, você vai libertar-se, ganhar muita serenidade e alegria, mas depende do seu esforço. Faça de conta que a sua mente é uma esponja embebida em vinagre. É necessário expelir a substância azeda. Ajudá-lo-ei a fazê-lo, mas o trabalho mais intenso cabe a você mesmo. O doente mostrava boa-vontade, acalmava-se enquanto ouvia os conceitos carinhosos, mas volvia à mesma palidez de antes, prorrompendo em novas exclamações. – Mas, irmã, repare bem... "ele" não me deixa. Já voltou a atormentar-me! Veja, veja!... CONTINUA
  44. 44. Capítulo 29 A Visão de Francisco – Estou vendo-o, Francisco – respondia ela, cordata –, mas é indis- pensável que você me ajude a expulsá-lo. – Este fantasma diabólico!... – acrescentava a chorar como criança, provocando compaixão. – Confie em Jesus e esqueça o monstro – dizia a irmã dos infelizes, piedosamente –, vamos ao passe. O fantasma fugirá de nós. E aplicou-lhe fluidos salutares e reconfortadores, que Francisco agradeceu, manifestando imensa alegria no olhar. – Agora – disse ele, finda a operação magnética –, estou mais tranqüilo. Narcisa ajeitou-lhe os travesseiros, mandou que uma serva lhe trou- xesse água magnetizada. Aquela exemplificação da enfermeira edificava-me. O bem, como o mal, em toda parte estabelece misterioso contágio. Observando-me o sincero desejo de aprender, Narcisa aproximou-se mais, mostrando-se disposta a iniciar-me nos sublimes segredos do serviço. – A quem se refere o doente? – indaguei, impressionado. Está, porventura, assediado por alguma sombra invisível ao meu olhar? A velha servidora das Câmaras de Retificação sorriu carinhosamente e falou: CONTINUA
  45. 45. Capítulo 29 A Visão de Francisco – Trata-se do seu próprio cadáver. – Que me diz? – tornei, espantado. – O pobrezinho era excessivamente apegado ao corpo físico e veio para a esfera espiritual após um desastre, oriundo de pura imprudência. Es- teve, durante muitos dias, ao lado dos despojos, em pleno sepulcro, sem se conformar com situação diversa. Queria firmemente levantar o corpo hirto, tal o império da ilusão em que vivera e, nesse triste esfor- ço, gastou muito tempo. Amedrontava-se com a ideia de enfrentar o desconhecido e não conseguia acumular nem mesmo alguns átomos de desapego às sensações físicas. Não valeram socorros das esferas mais altas, porque fechava a zona mental a todo pensamento relativo à vida eterna. “Por fim, os vermes fizeram-lhe experimentar tamanhos padecimentos que o pobre se afas- tou do túmulo, tomado de horror. Começou, então, a peregrinar nas zonas inferiores do Um- bral; no entanto, os que lhe foram pais na Terra possuem aqui grandes créditos espirituais e rogaram sua internação na colônia. Trouxeram-no os Samaritanos, quase à força. Seu estado, contudo, é ainda tão grave que não poderá ausentar-se, tão cedo, das Câmaras de Retifica- ção. O amigo, que lhe foi genitor na carne, está presentemente em arriscada missão, distan- te de "Nosso Lar".” CONTINUA E mais na frente...
  46. 46. – Como tudo isso comove! – exclamei sob forte impressão. Entretanto, como pode a imagem do cadáver persegui-lo? Capítulo 29 A Visão de Francisco – A visão de Francisco – esclareceu a velhinha, atenciosa –, é o pesade- lo de muitos espíritos depois da morte carnal. Apegam-se demasiada- mente ao corpo, não enxergam outra coisa, nem vivem senão dele e para ele, votando-lhe verdadeiro culto, e, vindo o sopro renovador, não o abandonam. Repelem quaisquer idéias de espiritualidade e lutam de- sesperadamente pelo conservar. Surgem, no entanto, os vermes vora- zes, e os expulsam. A essa altura, horrorizam-se do corpo e adotam no- va atitude extremista. A visão do cadáver, porém, como forte criação mental (*) deles mesmos, atormenta-os no imo da alma. Sobrevêm perturbações e crises, mais ou menos longas, e muito sofrem até à eliminação integral do seu fantasma. FIM(*) Falaremos sobre este assunto em Formas de Pensamento.
  47. 47. Estudos Dirigidos Vamos dar uma pausa por aqui. http://vivenciasespiritualismo.net/index.htm Luiz Antonio Brasil Périclis Roberto pericliscb@outlook.com O Corpo Astral

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