Deterioração de Paredes em Alvenaria de Tijolo

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Esta apresentação pretende abordar a problemática da deterioração em paredes não estruturais inseridas na envolvente dos edifícios habitacionais, constituídas por um ou mais panos de alvenaria de tijolo furado e revestidas a argamassa de reboco em ambos os lados.

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Deterioração de Paredes em Alvenaria de Tijolo

  1. 1. Caracterização Construtiva e Levantamento das Anomalias mais Representativas em Paredes Exteriores nas Construções da Nazaré<br />Filomeno Pequicho<br />
  2. 2. resumo<br />Este trabalho pretende referenciar e caracterizar algumas das anomalias mais representativas evidenciadas em ambiente exterior em paredes nas construções da Nazaré. <br />O estudo decorre de um levantamento fotográfico e termográfico elaborado aleatoriamente em 27 construções, em ambiente maioritariamente exterior onde para tal se percorreram a maioria das ruas na Nazaré e no Sítio, tendo por base captar as evidências patológicas visíveis nas paredes de fachada aos edifícios.<br />Pretende-se, utilizando o levantamento fotográfico efectuado, caracterizar as ocorrências patológicas de maior expressão tendo em consideração as condições ambientais em que se inserem, a disposição urbanística existente e as características da construção em cada caso levantado.<br />Com este trabalho elaboraram-se, das 27 construções identificadas como representativas a nível de patologias na Vila, 23 fichas de registo de anomalia.<br />Apresenta-se de seguida, uma mapa com a distribuição dos 27 edifícios que deram lugar ao levantamento que conduziu a este estudo.<br />
  3. 3. mapa de intervenção<br />Localização dos edifícios onde se efectuaram os levantamentos patológicos.<br />
  4. 4. introdução<br />A função das paredes que definem a envolvente exterior dos edifícios é tanto mais eficaz quanto melhor enquadrada estiver quer nos processos de construção utilizados em cada caso, no meio ambiente em que se insere. <br />A eficácia destes elementos depende ainda da sua boa execução, dos materiais utilizados, dos estudos que devam ser feitos no decurso da elaboração dos projectos das várias especialidades bem como, e muito importante, dos cuidados de manutenção durante o período de vida de todo o sistema.<br />Uma parede de um edifício e mais concretamente as que definem a envolvente exterior, não é senão um sistema que combina estética com materiais, exequibilidade e adequabilidade.<br />
  5. 5. introdução<br />A estética conjuga-se em fase de arquitectura. A escolha dos materiais determinam a sua resistência em vários aspectos, a exequibilidade determina, entre outros, a possibilidade de prolongamento da vida útil do sistema bem como o seu aspecto económico, a adequabilidade é sobretudo função directa da aceleração ou retardamento do aparecimento das patologias. <br />Qualquer um destes quatro aspectos que caracterizam o sistema “parede” deve ser resolvido em sede de projecto tendo em consideração factores tão importantes como a envolvente onde se implanta o edifício, a zona onde se constrói, quem a constrói e o ambiente a que estará sujeito.<br />Fundamentalmente, uma parede exterior de um edifício é, a para com as coberturas, em termos físicos, a primeira barreira entre o meio exterior e o espaço útil a habitar e terá que garantir economia condizente com o que se pretende, conforto suficiente, salubridade adequada e resistência a vários níveis.<br />
  6. 6. introdução<br />A Nazaré é, por excelência, um aglomerado populacional que desde o início da sua história sempre esteve ligada á actividade piscatória. As primeiras referências que se têm sobre esta vila datam do início do século XVII (cerca de 1640).<br />As primeiras construções implantaram-se dando logo naquela época origem á actual malha urbana, designadamente na zona histórica e que consistia em construir ao longo de ruas estreitas perpendiculares á linha da água e, sendo esta desde sempre uma vila piscatória, assim cada pescador teria a possibilidade de avaliar, da sua casa, as condições do mar e decidir a sua faina sem ter que se deslocar à linha de água.<br />
  7. 7. introdução<br />No início do século XVII as construções eram executadas em paredes de adobe em pedra e tijolo cerâmico maciço cozido e pavimentos / coberturas em madeira, matérias abundantes na região.<br /> <br />As casas, na sua maioria, não tinham mais que 5m de frente e era frequente cada construção ter apenas uma frente com acesso ao exterior.<br />Actualmente, a malha urbana da vila continua a desenvolver-se ao longo de ruas perpendiculares á linha de água originando a que não sejam apenas as construções junto á praia as que sofrem as condições adversas dos ventos e maresias mas também as restantes lhes estão sujeitas.<br />
  8. 8. introdução<br />Ao longo dos arruamentos estreitos e inclinados, os ventos vindos de poente mas sobretudo de noroeste, transportam água do mar e areias que sujeitam as construções aí implantadas quer a efeitos de abrasão quer ao excesso de humidades carregadas de sais tais como os cloros, sódio e iodos. As maresias, névoas carregadas de sais marinhos, são excelentes agentes corrosivos dos materiais de construção.<br />As humidades dissolvem, os sais provocam pulverulências e os ventos e areias desgastam os revestimentos e alvenarias.<br />Em locais como a Nazaré, é fundamental uma boa prevenção á deterioração dos materiais com manutenções periódicas e adequadas.<br />
  9. 9. introdução<br />Também a topografia da vila é bastante acidentada o que torna favorável um aumento da tensão de arrasto por parte das águas pluviais que, quando se escoam superficialmente em direcção ao mar pelas ruas confinadas lateralmente por construções e com inclinações superiores a 12%, favorecem as infiltrações por capilaridade ascensional nas paredes em contacto com o solo, os sólidos arrastados deterioram os revestimentos junto aos solo havendo ainda que contar com a migração de partículas de areia nos solos de fundação onde, para solos bastante permeáveis (calçada grossa), proporciona condições favoráveis a assentamentos diferenciais de fundações e, consequentemente a fendilhações nas paredes da envolvente exterior.<br />
  10. 10. introdução<br />A maresia que aumenta a percentagem de humidade relativa no ar, que promove o transporte de sais prejudiciais aos materiais de construção e favorece o crescimento de líquenes, bolores e vegetação nos imóveis promovendo ainda o desenvolvimento de microrganismos e organismos vivos nas alvenarias, os ventos que, por efeito de “funil” geram elevadas tensões superficiais nas paredes dos edifícios ao longo dos arruamentos promovendo uma aceleração no seu desgaste, as elevadas amplitudes térmicas entre inverno e verão que geram choque térmico nos revestimentos promovendo fissurações por retracção térmica, a elevada humidade nos solos e tudo isto somado com a incúria na manutenção adequada promove uma maior aceleração na deterioração das paredes.<br />
  11. 11. caracterização construtiva das paredes exteriores<br />Actualmente, a maioria das construções na Nazaré é executada com dois panos de alvenaria de tijolo cerâmico, cintado com estrutura em betão armado, segundo os actuais regulamentos nacionais. Refira-se que durante a segunda metade do século passado se fabricava tijolo cerâmico na Nazaré o que ajudou a desenvolver e promover a construção de paredes deste tipo, nomeadamente as exteriores, conferindo-lhes carácter mais económico, maior facilidade de execução, resistência estrutural térmica e acústica bem como menor peso nas construções. <br />Este facto traz outras consequências; Os revestimentos das paredes passam a ser executados com argamassas tradicionais de reboco e posteriormente são pintadas com tintas sobretudo de base aquosa, embora exista igualmente a utilização de tintas de borracha. <br />Tudo isto substituiu as construções em adobe revestidas com argamassa de cal hidráulica e areia de Rio Maior onde posteriormente seriam caiadas com uma solução aquosa á base de óxido de cálcio comummente designada de cal viva que, para além da função estética acrescentava alguma impermeabilidade ás fracas argamassas de revestimento.<br />
  12. 12. caracterização construtiva das paredes exteriores<br />A realidade actual transforma a construção existente na Nazaré, como em tantos outros lugares de Portugal, num misto entre processos antigos e actuais.<br /> <br />Cada um destes dois processos apresenta patologias diferentes como teremos oportunidade de desenvolver mais adiante.<br />As construções antigas, em adobe de pedra ou tijolo maciço raramente ultrapassam os dois pisos de construção, têm espessuras de paredes que variam entre os 50 e 60cm, apoiam em fundação corrida de pedra arrumada e muitas vezes solta e são argamassadas quer nas juntas quer nos rebocos com uma mistura de cal hidráulica e areia de Rio Maior (areia de tom avermelhado) com características quer resistentes quer higrométricas bastante fracas.<br /> <br />As construções recentes obedecem aos padrões actuais da legislação nacional.<br />
  13. 13. levantamento efectuado<br />O levantamento das anomalias em estudo foi efectuado tendo por objectivo abranger construções antigas e actuais quer na zona histórica da Nazaré quer fora desse perímetro incluindo o Sítio, tendo-se identificado, pelo seu aspecto mais degradado, 27 construções e que simultaneamente representam a grande maioria das patologias identificadas no perímetro urbano da Nazaré e Sitio. É de salientar que muitas outras construções com anomalias foram identificadas apenas com tomada de nota sendo que estas se inserem dentro das que mereceram maior atenção não tendo, por isso, merecido levantamento fotográfico pela menor incidência dessas mesmas patologias.<br />Dos 27 levantamentos efectuados, produziram-se 23 fichas de avaliação de anomalias onde se identificam prováveis causas e possíveis consequências futuras decorrentes das patologias verificadas. Tecem-se igualmente considerações sobre os aspectos construtivos a inspeccionar, ensaios passíveis de ser realizados, identificam-se os parâmetros de classificação das patologias bem como o nível de gravidade verificado e a necessidade imediata de uma intervenção.<br />
  14. 14. levantamento efectuado<br />Das 23 construções que mereceram ficha de avaliação de anomalias, 8 (construções numeradas com 1, 2, 4, 6, 9, 10, 12, 19) são construções relativamente recentes com menos de 40 anos.<br />As restantes 15, numeradas de 3, 5, 7, 8, 11, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 20, 21, 22, 23, são construções com mais de 40 anos sendo a maioria construída em dobe.<br />
  15. 15. anomalias verificadas<br />Das anomalias verificadas, dividem-se as que se identificaram por maior grau de frequência e gravidade:<br /> <br />Frequência<br /><ul><li>Perda de resistência térmica;
  16. 16. Perda da capacidade de permeabilidade;
  17. 17. Descasque da tinta ou das argamassa de reboco;
  18. 18. Fissuração entre panos de alvenaria e a estrutura;
  19. 19. Fissuração entre elementos secundários (ex. platibandas) e a estrutura;
  20. 20. Desenvolvimento de humidades ascensionais junto ao solo;
  21. 21. Fendilhamento dos rebocos por retracção térmica;
  22. 22. Infiltrações nas ligações com a cobertura;
  23. 23. Reparações de revestimentos com materiais impróprios;
  24. 24. Falta de manutenção por incúria, desconhecimento ou condições económicas .
  25. 25. Eflorescências, cripto-eflorescências, líquenes, fungos, bolores, escorrências.</li></li></ul><li>anomalias verificadas<br /> <br />Gravidade<br /><ul><li>Descasque dos revestimentos com exposição das alvenarias;
  26. 26. Desgaste por erosão das alvenarias;
  27. 27. Fenfilhamento na base por rotação do apoio;
  28. 28. Fendilhamento por flecha excessiva em consolas;
  29. 29. Pulverulência das alvenarias e revestimentos;
  30. 30. Evidências de líquenes e vegetação dando origem a carbonataçao de argamassas;
  31. 31. Falta de juntas entre edifícios;
  32. 32. Assentamentos de fundações;
  33. 33. Fugas nas canalizações.</li></li></ul><li>anomalias verificadas<br /> <br />Do levantamento efectuado, as construções antigas apresentam com maior frequência:<br /> <br /><ul><li>Descasque dos revestimentos com exposição das alvenarias;
  34. 34. Erosão das alvenarias e revestimentos;
  35. 35. Infiltrações nas ligações com coberturas;
  36. 36. Transferência de humidade solo/parede;
  37. 37. Pulverulência nas alvenarias e revestimentos;
  38. 38. Fissurações por assentamentos diferenciais;
  39. 39. Líquenes e vegetação.</li></li></ul><li>anomalias verificadas<br />As construções mais recentes apresentam com maior frequência.<br /> <br /><ul><li>Perda de resistência térmica;
  40. 40. Mau desempenho hidráulico;
  41. 41. Falta de manutenção ou manutenção inadequada;
  42. 42. Descasque dos rebocos e pinturas;
  43. 43. Eflorescências e cripto-eflorescências;
  44. 44. Fissuração por retracção térmica dos rebocos;
  45. 45. Bolores e vegetação.</li></li></ul><li>anomalias verificadas<br /> <br />Recorde-se que este estudo aborda com maior incidência, patologias em paredes da envolvente exterior identificada pelo exterior das construções, recorrendo apenas ao levantamento visual não podendo aqui ser feita qualquer abordagem sobre anomalias de carácter químico, bacteriológico ou estrutural.<br />Apenas o levantamento do edifício n.º9 revela patologias nas paredes da envolvente exterior identificadas no seu interior.<br /> <br />Para cada uma das patologias identificadas poderão atribuir-se apenas uma ou várias causas possíveis.<br />
  46. 46. anomalias verificadas<br /> Dentro das patologias referidas e verificadas, apontam-se as causas mais prováveis para a sua ocorrência.<br /> <br />Assim e correlacionando cada uma das patologias com a causa ou causas mais prováveis que lhes estão associadas, referem-se as seguintes:<br /> <br /><ul><li>Má execução de projecto, projecto deficientemente pormenorizado incluindo má escolha de materiais, má execução da obra ou má preparação de quem a executou, nas situações de i) mau comportamento térmico das paredes, ii) mau comportamento hidráulico, iii) má ligação das tintas ás argamassa de reboco, iv) descasque dos materiais de revestimento, v) aparecimento de bolores, líquenes ou vegetação, vi) aparecimento de eflorescências ou cripto-eflorescências, vii) fissurações nas ligações com a base, ligações com a estrutura ou flecha excessiva em consolas, viii) fissuração entre edifícios.</li></li></ul><li>anomalias verificadas<br /><ul><li>Falta de manutenção ou incúria nas situações de i) desgaste da pintura, ii) descasque dos revestimentos, iii) transferência de humidades através do solo, iv) aparecimento de líquenes e vegetação, v) reparação de revestimentos com matérias impróprios, vi) fuga nas canalizações, vii) infiltrações pela cobertura por falta de manutenção de algerozes ou caleiras.
  47. 47. Ambientais nas situações de i) pulverulência dos revestimentos, ii) erosão das alvenarias por ampliação das acções do vento devido ao efeito de “funil”, iii) eflorescências e cripto-eflorescências, iv) fissurações por pressões dinâmicas exteriores elevadas devidas ás acções de ventos fortes, v) humidades excessivas por transporte de água do mar pelos ventos, vi) excesso de humidade no solo por elevado nível freático (água que contêm sais sobretudo de cloro, sódio ou iodo),
  48. 48. Reologia e topografia do terreno em i) assentamentos diferenciais das fundações por arrastamento intersticial subterrâneo de partículas devido à forte inclinação dos arruamentos e á forte permeabilidade dos pavimentos exteriores (sobretudo calçada grossa).</li></li></ul><li>anomalias verificadas - fichas de avaliação n.º1 - edifício n.º1 <br />Causas Prováveis:<br />1)Má execução do revestimento, 2)Revestimentos inadequados, 3)Impreparação da superfície para aplicação do material, 3)Deficiente ou inexistente manutenção, 4)Retracção térmica dos revestimentos, 5)Infiltrações entre camadas com aumento de pressão e perda de aderência.<br />Consequências Possíveis:<br />1)Infiltração, 2)Absorção de humidade, 3)Perigo de queda de materiais sobre pessoas, 4)Perda de capacidade térmica e hidráulica da envolvente.<br />Aspectos a Inspeccionar:<br />1)Verificação da existência de outras superfícies descoladas ou na eminência de cair, 2)Verificação da possibilidade de infiltração de agua.<br />Ensaios a Realizar:<br />1)Ensaio de aderência, 2)Ensaio de estanquidade do revestimento.<br />Parâmetros de Classificação:<br />1)Têm algumas condições para que o fenómeno prossiga e se agrave, 2) cerca de 40% da fachada está afectada (incluindo a fachada posterior), 3)Valor estético da fachada baixo.<br />Nível de Gravidade/Urgência na Reparação:<br />1)Nível de gravidade baixo / médio, 2)Reparação necessária, 3)Custos de reparação baixos.<br />Designação:<br />Descasque, desprendimento do revestimento<br /> <br />Descrição:<br />Desprendimento do material de revestimento das fachadas com consequência de infiltração nas alvenarias<br />
  49. 49. anomalias verificadas - fichas de avaliação n.º2 - edifício n.º2 <br />Causas Prováveis:<br />1)Deficiente escolha da tinta de revestimento, 2)Escolha inapropriada das argamassas de reboco ou espessura insuficiente, 3)Falta de isolamento térmico, 4)Falta de manutenção.<br />Consequências Possíveis:<br />1)Perda de impermeabilidade da fachada, 2)Perda de eficiência térmica, 3)Possibilidade de desenvolvimento de fungos, 4)Aumento dos custos com climatização, 5)Fachada inestética - baixo valor arquitectónico.<br />Aspectos a Inspeccionar:<br />1)Verificação da existência de isolamento térmico e possível reforço, 2)Verificação adequabilidade da tinta usada, 3)Verificação da existência de condensações internas ou superficiais pelo interior do fogo, 4)Caixilharias.<br />Ensaios a Realizar:<br />1)Termo Higroscópicos no interior, 2)Ensaio de estanquidade hidráulica global da parede, 3)Ensaios de permeabilidade ao ar dos vãos envidraçados.<br />Parâmetros de Classificação:<br />1)Têm condições para que o fenómeno prossiga e se agrave, 2) cerca de 100% da envolvente exterior está afectada, 3)Valor estético da fachada baixo, 4)Muito baixa classificação energética da fracção.<br />Nível de Gravidade/Urgência na Reparação:<br />1)Nível de gravidade médio, 2)Reparação urgente, 3)Custos de reparação elevados.<br />Designação:<br />Comportamento térmico-hidráulico da envolvente exterior<br /> <br />Descrição:<br />Fraca resistência térmica da envolvente exterior com forte possibilidade de promover o aparecimento de humidade por higrospicidade. Perda do revestimento tinta<br />Termografia exterior – Edifício 2<br />
  50. 50. anomalias verificadas - fichas de avaliação n.º3 - edifício n.º3 <br />Causas Prováveis:<br />1)Falta de manutenção, 2)Incúria na reparação pontual do revestimento, 3)Forte transferência de humidade pelo solo por capilaridade.<br />Consequências Possíveis:<br />1)Perda de impermeabilidade da fachada, 2)Aparecimento de humidades no interior, 3)Desenvolvimento de fungos, 4)Aumento dos custos com climatização, 5)Fachada inestética - baixo valor arquitectónico, 6) Aumento dos custos com o avançar do tempo de deterioração.<br />Aspectos a Inspeccionar:<br />1)Verificação da possibilidade de afectação das alvenarias, 2)Verificação da existência de condensações internas ou superficiais pelo interior do fogo, 3)Caixilharias, 4)Humidades no interior, 5)Infiltrações interiores.<br />Ensaios a Realizar:<br />1)Termo Higroscópicos no interior, 2)Ensaio de estanquidade hidráulica global da parede, 3)Ensaios de permeabilidade ao ar dos vãos envidraçados, 4) Carbonatação das argamassas existentes.<br />Parâmetros de Classificação:<br />1)Têm condições para que o fenómeno prossiga e se agrave, 2) cerca de 100% da envolvente exterior está afectada, 3)Valor estético da fachada baixo, 4)Muito baixa classificação energética da fracção.<br />Nível de Gravidade/Urgência na Reparação:<br />1)Nível de gravidade médio, 2)Reparação urgente, 3)Custos de reparação médio.<br />Designação:<br />Descasque, Erosão.<br /> <br />Descrição:<br />Descasque do revestimento com aparecimento de pulverulência, perda de espessura na camada de pintura, utilização de matérias de revestimento de diferente resistência mecânica e hidráulica.<br />
  51. 51. anomalias verificadas - fichas de avaliação n.º4 - edifício n.º4 <br />Causas Prováveis:<br />1)Deficiente escolha da tinta de revestimento, 2)Escolha inapropriada das argamassas de reboco ou espessura insuficiente, 3)Falta de isolamento térmico, 4)Falta de manutenção, 5)Falta de estanquidade dos revestimentos.<br />Consequências Possíveis:<br />1)Retenção de água nos poros dos materiais, 2)Perda de impermeabilidade da fachada, 3)Perda de eficiência térmica com possibilidade de condensações internas, 4)Aumento dos custos com climatização, 5)Fachada inestética - baixo valor arquitectónico, 6)Possibilidade de ocorrência de carbonatação e descasque dos revestimentos.<br />Aspectos a Inspeccionar:<br />1)Verificação da existência ou deficiência de isolamento térmico, 2)Verificação adequabilidade da tinta usada, 3)Verificação da existência de condensações internas ou superficiais pelo interior do fogo, 4)Acumulação de água nos revestimentos.<br />Ensaios a Realizar:<br />1)Termo Higroscópicos no interior, 2)Ensaio de estanquidade hidráulica global da parede, 3)Carbonatação interior dos revestimentos, 4) Presença de água, 5)Profundidade da vegetação.<br />Parâmetros de Classificação:<br />1)Têm condições para que o fenómeno prossiga e se agrave, 2) cerca de 70% da envolvente exterior está afectada, 3)Valor estético da fachada baixo, 4)Muito baixa classificação energética da fracção.<br />Nível de Gravidade/Urgência na Reparação:<br />1)Nível de gravidade elevado, 2)Reparação urgente, 3)Custos de reparação médios.<br />Designação:<br />Desenvolvimento de vegetação / colonização biológica / fissuração por retracção das argamassas.<br /> <br />Descrição:<br />Acumulação de microrganismos e plantas à superfície dos revestimentos com a presença de humidade causada pela incidência da radiação solar e fendilhação por retracção e/ou excesso de humidade.<br />Termografia 1 – Edifício 4<br />
  52. 52. anomalias verificadas - fichas de avaliação n.º5 - edifício n.º5 <br />Causas Prováveis:<br />1)Deficiente escolha da tinta de revestimento, 2)Escolha inapropriada das argamassas de reboco ou espessura insuficiente, 3) Falta de manutenção, 4)Falta de estanquidade dos revestimentos.<br />Consequências Possíveis:<br />1)Retenção de água nos poros dos materiais, 2)Perda de impermeabilidade da fachada, 3)Fachada inestética - baixo valor arquitectónico, 4)Possibilidade de ocorrência de carbonatação e descasque dos revestimentos.<br />Aspectos a Inspeccionar:<br />1)Verificação adequabilidade da tinta usada, 2)Acumulação de água nos revestimentos, Aderência tinta – reboco.<br />Ensaios a Realizar:<br />1)Ensaio de estanquidade hidráulica global da parede, 2)Carbonatação interior dos revestimentos, 3) Presença de água.<br />Parâmetros de Classificação:<br />1)Têm condições para que o fenómeno prossiga e se agrave, 2) cerca de 50% da envolvente exterior está afectada porque a pintura recente se fez apenas até ao nível do piso 0, 3)Valor estético da fachada baixo.<br />Nível de Gravidade/Urgência na Reparação:<br />1)Nível de gravidade baixo, 2)Reparação necessária, 3)Custos de reparação baixos.<br />Designação:<br />Revestimento incorrecto ou deficiente.<br /> <br />Descrição:<br />Aplicação ou escolha incorrecta dos materiais de revestimento e/ou falta de manutenção com perda do revestimento tinta e acumulação de humidade.<br />
  53. 53. anomalias verificadas - fichas de avaliação n.º6 - edifício n.º6 <br />Causas Prováveis:<br />1)Deficiente escolha da tinta de revestimento, 2)Escolha inapropriada das argamassas de reboco ou espessura insuficiente, 3) Falta de manutenção, 4)Falta de estanquidade dos revestimentos.<br />Consequências Possíveis:<br />1)Retenção de água nos poros dos materiais, 2)Perda de impermeabilidade da fachada, 3)Fachada inestética - baixo valor arquitectónico, 4)Possibilidade de ocorrência de carbonatação e descasque dos revestimentos, 5)Possibilidade de condensação interior, 6)Diminuição da resistência térmica.<br />Aspectos a Inspeccionar:<br />1)Verificação adequabilidade da tinta usada, 2)Acumulação de água nos revestimentos de reboco, 3)Humidade higroscópica, 4)Isolamento térmico.<br />Ensaios a Realizar:<br />1)Ensaio de estanquidade hidráulica da parede, 2) Presença de humidade exterior, 3)Condensações internas ou superficiais no interior ou pontos que favoreçam este fenómeno.<br />Parâmetros de Classificação:<br />1)Têm condições para que o fenómeno prossiga e se agrave, 2) cerca de 10% da envolvente exterior está afectada nomeadamente a orientada a W, 3)Aspecto estético da fachada baixo.<br />Nível de Gravidade/Urgência na Reparação:<br />1)Nível de gravidade baixo, 2)Reparação necessária, 3)Custos de reparação baixos.<br />Designação:<br />Bolores.<br /> <br />Descrição:<br />Aplicação ou escolha incorrecta dos materiais de revestimento e/ou falta de manutenção com perda do revestimento tinta e acumulação de humidade provocando o aparecimento de bolores.<br />Termografia 1 – Edifício 6<br />
  54. 54. anomalias verificadas - fichas de avaliação n.º7 - edifício n.º7 <br />Causas Prováveis:<br />1)Falta de manutenção, 2)Assentamento das fundações, 3) Erosão e abrasão por ventos, 4)Falta de estanquidade dos revestimentos, 5)Perda de resistência das alvenarias.<br />Consequências Possíveis:<br />1)Retenção elevada de água nas alvenarias expostas, 2)Perda de impermeabilidade da fachada, 3)Fachada inestética - baixo valor arquitectónico, 4) Carbonatação e pulverulência explícitas, 5)Continuidade de degradação acelerada, 6)Diminuição da resistência térmica.<br />Aspectos a Inspeccionar:<br />1)Estabilidade das alvenarias, 2)Modo de reparação, 3)Humidade higroscópica e ascensional, 4)Infiltrações na cobertura, 5)Assentamentos diferenciais continuados.<br />Ensaios a Realizar:<br />1)Ensaio de estanquidade hidráulica da parede, 2) Adequabilidade dos revestimentos, 3)Infiltrações, 4)Resistência das alvenarias.<br />Parâmetros de Classificação:<br />1)Têm fortes condições para que o fenómeno prossiga e se agrave, 2) cerca de 10% da envolvente exterior está afectada, 3)Aspecto estético da fachada baixo.<br />Nível de Gravidade/Urgência na Reparação:<br />1)Nível de gravidade elevado, 2)Reparação urgente, 3)Custos de reparação elevados.<br />Designação:<br />Descasque / Erosão / Pulverulência / Fissuração<br /> <br />Descrição:<br />Descasque do revestimento com erosão profunda das alvenarias provocando pulverulência e acumulação de humidades. Fissurações por rotura dos cunhais.<br />
  55. 55. anomalias verificadas - fichas de avaliação n.º8 - edifício n.º8 <br />Causas Prováveis:<br />1)Excesso de humidade no solo, 2)Materiais com pouca resistência ao fenómeno capilaridade, 3) Reacções químicas por presença de sais nos materiais, 4)Falta de estanquidade dos revestimentos, 5)Falta de manutenção.<br />Consequências Possíveis:<br />1)Retenção elevada de água nos revestimentos e nas alvenarias afectadas, 2)Perda de impermeabilidade da fachada junto ao solo, 3)Fachada inestética , 4)Carbonatação e pulverulência explícitas, 5)Diminuição da resistência térmica, 6)Humidades ascensionais interiores.<br />Aspectos a Inspeccionar:<br />1) Existencia de água no solo de fundação, 2)Presença de sais nos materiais, 3)Qualidade adequada dos materiais utilizados.<br />Ensaios a Realizar:<br />1)Carbonatação da parede, 2) Adequabilidade dos revestimentos, 3)Capacidade de infiltração por capilaridade ascensional.<br />Parâmetros de Classificação:<br />1)Têm fortes condições para que o fenómeno prossiga e se agrave, 2) cerca de 5% da envolvente exterior está afectada, 3)Aspecto estético da fachada baixo.<br />Nível de Gravidade/Urgência na Reparação:<br />1)Nível de gravidade médio, 2)Reparação urgente, 3)Custos de reparação médios / elevados.<br />Designação:<br />Humidades<br /> <br />Descrição:<br />Descasque do revestimento com acumulação de eflorescências e cripto-eflorescências. Descamação do revestimento por humidades ascensionais.<br />.<br />
  56. 56. anomalias verificadas - fichas de avaliação n.º9 - edifício n.º9 <br />Causas Prováveis:<br />1)Inexistência ou deterioração do cordão de estanquidade entre a parede e a laje exterior, 2)Materiais com pouca resistência ao fenómeno capilaridade, 3) Reacções químicas por presença de sais nos materiais, 4)Falta de estanquidade dos revestimentos, 5)Mau dimensionamento das fundações ou má avaliação da capacidade de carga do solo.<br />Consequências Possíveis:<br />1)Retenção elevada de água nas alvenarias afectadas, 2)Perda de impermeabilidade da fachada, 3)Factor inestético , 4)Carbonatação e pulverulência explícitas, 5)Diminuição da resistência térmica, 6)Humidades ascensionais interiores, 7)Ocorrência de condensações.<br />Aspectos a Inspeccionar:<br />1)Avaliação da capacidade resistente do solo de fundação, 2)Avaliação das sapatas de fundação, 3)Qualidade adequada dos materiais utilizados, 4)Carbonatação dos materiais.<br />Ensaios a Realizar:<br />1)Permeabilidade do cordão de estanquidade, 2) Adequabilidade dos revestimentos, 3)Capacidade de infiltração por capilaridade ascensional.<br />Parâmetros de Classificação:<br />1)Têm fortes condições para que o fenómeno prossiga e se agrave, 2) cerca de 3% da envolvente exterior está afectada afectando paredes interiores, 3)Aspecto estético baixo.<br />Nível de Gravidade/Urgência na Reparação:<br />1)Nível de gravidade médio, 2)Reparação urgente, 3)Custos de reparação médios / elevados.<br />Designação:<br />Humidades / Assentamento das fundações<br /> <br />Descrição:<br />Aparecimento de cripto-eflorescências e eflorescências por infiltração de humidades no exterior e fissuração por assentamento diferencial das fundações.<br />.<br />
  57. 57. anomalias verificadas - fichas de avaliação n.º10 - edifício n.º10 <br />Causas Prováveis:<br />1)Má preparação da superfície a pintar, 2)Escolha errada da tinta, 3) Infiltrações pela cobertura, 4)Falta de estanquidade dos revestimentos, 5) Falta de manutenção.<br />Consequências Possíveis:<br />1)Retenção elevada de água nos revestimentos e alvenarias afectadas, 2)Perda de impermeabilidade da fachada, 3)Factor inestético, 4)Diminuição da resistência térmica, 5)Humidades por higrospicidade e / ou capilaridade, 6)Ocorrência de condensações no interior.<br />Aspectos a Inspeccionar:<br />1)Continuidade de perda de aderência da tinta, 2)Existência de humidade das paredes, 3)Qualidade adequada dos materiais utilizados, 4)Condensações no interior, 5)Resistência térmica da parede.<br />Ensaios a Realizar:<br />1)Permeabilidade dos revestimentos, 2) Pedra de estanquidade hidráulica das argamassas de reboco, 3)Capacidade de infiltração por capilaridade na zona de ligação com a cobertura.<br />Parâmetros de Classificação:<br />1)Têm condições para que o fenómeno prossiga, 2) cerca de 30% da envolvente exterior está afectada, 3)Aspecto estético baixo.<br />Nível de Gravidade/Urgência na Reparação:<br />1)Nível de gravidade baixo / médio, 2)Reparação necessária, 3)Custos de reparação baixos / médios.<br />Designação:<br />Humidades / Descasque da pintura<br /> <br />Descrição:<br />Perda de aderência da tinta, descamação da película e promoção de infiltração nas argamassas de reboco e consequentemente nas alvenarias.<br />.<br />
  58. 58. anomalias verificadas - fichas de avaliação n.º11 - edifício n.º11 <br />Causas Prováveis:<br />1)Revestimentos inadequados, 2)Infiltrações, 3)Desprendimento da tinta e descasque das argamassas , 4)Falta de estanquidade dos revestimentos, 5) Falta de manutenção.<br />Consequências Possíveis:<br />1)Retenção elevada de água nos revestimentos e alvenarias afectadas, 2)Perda de impermeabilidade da fachada, 3)Factor inestético, 4)Diminuição da resistência térmica, 5)Humidades por higrospicidade e / ou capilaridade, 6)Ocorrência de condensações no interior, 7)Carbonatação dos revestimentos e alvenarias, 8)Utilização, na reparação, de materiais indevidos.<br />Aspectos a Inspeccionar:<br />1)Continuidade de perda de aderência da tinta, 2)Existência de humidade das paredes, 3)Qualidade inadequada dos materiais utilizados, 4)Infiltrações na cobertura, 5)Perda da resistência térmica da parede.<br />Ensaios a Realizar:<br />1)Permeabilidade dos revestimentos, 2) Pedra de estanquidade hidráulica das argamassas de reboco e alvenarias, 3)Capacidade de infiltração por capilaridade na zona de ligação com a cobertura, 4)Profundidade da vegetação.<br />Parâmetros de Classificação:<br />1)Têm fortes condições para que o fenómeno prossiga e se agrave, 2) cerca de 80% da envolvente exterior está afectada, 3)Aspecto estético baixo, 4)Fraca resistência térmica.<br />Nível de Gravidade/Urgência na Reparação:<br />1)Nível de gravidade elevado, 2)Reparação urgente, 3)Custos de reparação elevados.<br />Designação:<br />Descasque / Pulverulência / Vegetação / Infiltrações<br /> <br />Descrição:<br />Infiltração de água no revestimento com descasque e aparecimento de pulverulências. Aparecimento de vegetação. Reparações inadequadas.<br />.<br />
  59. 59. anomalias verificadas - fichas de avaliação n.º12 - edifício n.º12 <br />Causas Prováveis:<br />1)Junta entre edifícios inexistente, 2)Movimentação estrutural, 3)Assentamento de fundações , 4)Retracção global da estrutura, 5) Revestimentos inadequados.<br />Consequências Possíveis:<br />1)Infiltração entre edifícios, 2)Perda de impermeabilidade da fachada, 3)Factor inestético.<br />Aspectos a Inspeccionar:<br />1)Actividade da fenda na junta (activa ou passiva), 2)Existência de humidade das paredes, 3)Qualidade inadequada dos materiais utilizados em revestimentos, 4)Infiltrações na junta entre edifícios na zona de cobertura.<br />Ensaios a Realizar:<br />1)Colocação de testemunhos em gesso na fissura da junta, 2) Avaliação da estanquidade hidráulica das argamassas de reboco e alvenarias, 3)Capacidade de infiltração na zona de ligação com a cobertura.<br />Parâmetros de Classificação:<br />1)Têm condições para que o fenómeno prossiga caso a fenda na junta seja activa, 2) Cerca de 10% da envolvente exterior está fendilhada por retracção térmica, 3)Aspecto estético, 4)Diminuição da resistência térmica.<br />Nível de Gravidade/Urgência na Reparação:<br />1)Nível de gravidade baixo ou elevado consoante a actividade da junta, 2)Reparação urgente no mesmo sentido, 3)Possibilidade de custos de reparação elevados.<br />Designação:<br />Junta entre edifícios / Fendilhação por retracção térmica<br /> <br />Descrição:<br />Inexistência de junta entre edifícios provocando fenda de encosto. Fendilhamento do revestimento por retracção térmica<br />.<br />
  60. 60. anomalias verificadas - fichas de avaliação n.º13 - edifício n.º13 <br />Causas Prováveis:<br />1)Falta de manutenção, 2)Revestimentos inadequados, 3)Forte capacidade de absorção de humidade por higrospicidade, 6)Causa térmicas e abrasão por ventos fortes.<br />Consequências Possíveis:<br />1)Perda de impermeabilidade da fachada, 2)Aparecimento de humidades no interior, 3)Desenvolvimento de fungos, 4)Aumento dos custos com climatização, 5)Fachada inestética - baixo valor arquitectónico, 6) Aumento dos custos com o avançar do tempo de deterioração.<br />Aspectos a Inspeccionar:<br />1)Verificação da possibilidade de afectação das alvenarias, 2)Verificação da existência de condensações internas ou superficiais pelo interior do fogo, 3)Caixilharias, 4)Humidades no interior, 5)Infiltrações interiores.<br />Ensaios a Realizar:<br />1) Termo-Higroscópicos no interior, 2)Ensaio de estanquidade hidráulica global da parede, 3)Ensaios de permeabilidade ao ar dos vãos envidraçados, 4)Carbonatação das argamassas existentes.<br />Parâmetros de Classificação:<br />1)Têm condições para que o fenómeno prossiga e se agrave, 2) cerca de 100% da envolvente exterior do fogo está afectada, 3)Valor estético da fachada baixo, 4)Muito baixa classificação energética da fracção.<br />Nível de Gravidade/Urgência na Reparação:<br />1)Nível de gravidade médio, 2)Reparação urgente, 3)Custos de reparação médio.<br />Designação:<br />Descasque, Erosão.<br /> <br />Descrição:<br />Descasque do revestimento com aparecimento de pulverulência, perda de espessura na camada de pintura.<br />.<br />
  61. 61. anomalias verificadas - fichas de avaliação n.º14 - edifício n.º14 <br />Causas Prováveis:<br />1)Falta de manutenção, 2)Revestimentos inadequados, 3)Forte capacidade de absorção de humidade por higrospicidade, 4)Causa térmicas e abrasão por ventos fortes.<br />Consequências Possíveis:<br />1)Perda de impermeabilidade da fachada, 2)Aparecimento de humidades no interior, 3)Desenvolvimento de fungos, 4)Aumento dos custos com climatização, 5)Fachada inestética - baixo valor arquitectónico, 6) Aumento dos custos com o avançar do tempo de deterioração.<br />Aspectos a Inspeccionar:<br />1)Verificação da possibilidade de afectação das alvenarias, 2)Verificação da existência de condensações internas ou superficiais pelo interior do fogo, 3)Caixilharias, 4)Humidades no interior, 5)Infiltrações interiores, 6)Infiltrações na junta com cobertura.<br />Ensaios a Realizar:<br />1)Termo-Higroscópicos no interior, 2)Ensaio de estanquidade hidráulica global da parede, 3)Ensaios de permeabilidade ao ar dos vãos envidraçados, 4)Carbonatação das argamassas existentes.<br />Parâmetros de Classificação:<br />1)Têm condições para que o fenómeno prossiga e se agrave, 2) cerca de 100% da envolvente exterior do fogo está afectada, 3)Valor estético da fachada baixo, 4)Muito baixa classificação energética da fracção.<br />Nível de Gravidade/Urgência na Reparação:<br />1)Nível de gravidade médio, 2)Reparação urgente, 3)Custos de reparação médio.<br />Designação:<br />Descasque, Erosão.<br /> <br />Descrição:<br />Descasque do<br /> revestimento com aparecimento de pulverulência, perda de espessura na camada de pintura.<br />.<br />
  62. 62. anomalias verificadas - fichas de avaliação n.º15 - edifício n.º15 <br />Causas Prováveis:<br />1)Falta de manutenção, 2)Revestimentos inadequados, 3)Forte capacidade de absorção de humidade por higrospicidade, 4) Infiltração na zona da c0bertura, 5)Causa térmicas e abrasão por ventos fortes.<br />Consequências Possíveis:<br />1)Perda de impermeabilidade da fachada, 2)Aparecimento de humidades no interior, 3)Desenvolvimento de fungos, 4)Aumento dos custos com climatização, 5)Fachada inestética - baixo valor arquitectónico, 6) Aumento dos custos com o avançar do tempo de deterioração, 7)Actividade de fendilhamento continuado.<br />Aspectos a Inspeccionar:<br />1)Verificação da possibilidade de afectação das alvenarias, 2)Verificação da existência de condensações internas ou superficiais pelo interior do fogo, 3)Caixilharias, 4)Humidades no interior, 5)Infiltrações interiores ao nível dos cordões de estanquidade , 6)Infiltrações na junta com cobertura.<br />Ensaios a Realizar:<br />1)Termo-Higroscópicos no interior, 2)Ensaio de estanquidade hidráulica global da parede, 3)Carbonatação das argamassas existentes, 4)Continuidade na actividade de fendilhamento.<br />Parâmetros de Classificação:<br />1)Têm condições para que o fenómeno prossiga e se agrave, 2) cerca de 100% da envolvente exterior do fogo está afectada, 3)Valor estético da fachada baixo, 4)Muito baixa classificação energética da fracção.<br />Nível de Gravidade/Urgência na Reparação:<br />1)Nível de gravidade elevado, 2)Reparação urgente, 3)Custos de reparação elevado.<br />Designação:<br />Descasque, Erosão, Fendilhação por Assentamento de fundações.<br /> <br />Descrição:<br />Descasque do revestimento com aparecimento de pulverulência, perda de espessura na camada de pintura, Fissuração na ligação da fachada com cobertura, aparecimento de escorrências com evidência de bolores.<br />.<br />
  63. 63. anomalias verificadas - fichas de avaliação n.º16 - edifício n.º16 <br />Causas Prováveis:<br />1)Impreparação do pessoal na execução dos trabalhos, 2)Falta de manutenção, 3)Revestimentos inadequados, 3)Forte capacidade de absorção de humidade, 4) Infiltração na zona da cobertura.<br />Consequências Possíveis:<br />1)Perda de impermeabilidade da fachada, 2)Aparecimento de humidades no interior, 3)Continuidade no desenvolvimento de fungos e possibilidade de desenvolver vegetação e micro-organismos, 4)Aumento dos custos com climatização, 5)Fachada inestética - baixo valor arquitectónico, 6) Aumento dos custos de reparação com o avançar do tempo de deterioração.<br />Aspectos a Inspeccionar:<br />1)Verificação da possibilidade de afectação das alvenarias, 2)Verificação da existência de infiltrações internas, 3)Humidades no interior, 4)Infiltrações na junta com cobertura, 5)Verificação da continuidade da rotura da tubagem.<br />Ensaios a Realizar:<br />1)Termo-Higroscópicos no interior, 2)Ensaio de estanquidade hidráulica global da parede, 3)Carbonatação das argamassas existentes, 4)Localização da rotura na tubagem.<br />Parâmetros de Classificação:<br />1)Têm condições para que o fenómeno prossiga e se agrave, 2) cerca de 100% da envolvente exterior do fogo está afectada, 3)Valor estético da fachada baixo, 4)Muito baixa classificação energética da fracção.<br />Nível de Gravidade/Urgência na Reparação:<br />1)Nível de gravidade elevado, 2)Reparação urgente, 3)Custos de reparação médio.<br />Designação:<br />Reparação inadequada, rotura de canalizações<br />Descrição:<br />Utilização de <br />materiais inapropriados para reparação dos revestimentos, trabalhos não finalizados, rotura de canalizações com escorrências e desenvolvimento de líquenes e fungos.<br />.<br />
  64. 64. anomalias verificadas - fichas de avaliação n.º17 - edifício n.º17 <br />Causas Prováveis:<br />1)Falta de manutenção, 2)Revestimentos inadequados, 3)Forte capacidade de absorção de humidade por higrospicidade, 4) Infiltração na zona da c0bertura, 5)Causa térmicas e abrasão por ventos fortes.<br />Consequências Possíveis:<br />1)Perda de impermeabilidade da fachada, 2)Aparecimento de humidades no interior, 3)Desenvolvimento de fungos, 4)Aumento dos custos com climatização, 5)Fachada inestética - baixo valor arquitectónico, 6) Aumento dos custos com o avançar do tempo de deterioração, 7)Actividade de fendilhamento continuado.<br />Aspectos a Inspeccionar:<br />1)Verificação da possibilidade de afectação das alvenarias, 2)Verificação da existência de condensações internas ou superficiais pelo interior do fogo, 3)Caixilharias, 4)Humidades no interior, 5)Infiltrações interiores ao nível dos cordões de estanquidade , 6)Infiltrações na junta com cobertura.<br />Ensaios a Realizar:<br />1)Termo-Higroscópicos no interior, 2)Ensaio de estanquidade hidráulica global da parede, 3)Carbonatação das argamassas existentes, 4)Continuidade na actividade de fendilhamento.<br />Parâmetros de Classificação:<br />1)Têm condições para que o fenómeno prossiga e se agrave, 2) cerca de 100% da envolvente exterior do fogo está afectada, 3)Valor estético da fachada baixo, 4)Muito baixa classificação energética da fracção.<br />Nível de Gravidade/Urgência na Reparação:<br />1)Nível de gravidade elevado, 2)Reparação urgente, 3)Custos de reparação elevado.<br />Designação:<br />Descasque, Erosão, Fendilhação por Assentamento de fundações.<br />Descrição:<br />Descasque do revestimento com aparecimento de pulverulência, perda de espessura na camada de pintura, Fissuração na ligação da fachada com cobertura, aparecimento de escorrências com evidência de bolores e vegetação.<br />.<br />
  65. 65. anomalias verificadas - fichas de avaliação n.º18 - edifício n.º18 <br />Causas Prováveis:<br />1)Reparação inadequada nos revestimentos, 2)Infiltrações, 3)Desprendimento da tinta e descasque das argamassas , 4)Falta de estanquidade dos revestimentos, 5) Falta de manutenção.<br />Consequências Possíveis:<br />1)Retenção elevada de água nos revestimentos e alvenarias afectadas, 2)Perda de impermeabilidade da fachada, 3)Factor inestético, 4)Diminuição da resistência térmica, 5)Humidades por higrospicidade e / ou capilaridade, 6)Ocorrência de condensações no interior, 7)Carbonatação dos revestimentos e alvenarias, 8)Utilização, na reparação, de materiais indevidos, 9)Oxidação das Armaduras.<br />Aspectos a Inspeccionar:<br />1)Continuidade de perda de aderência da tinta, 2)Existência de humidade das paredes, 3)Qualidade inadequada dos materiais utilizados, 4)Infiltrações, 5)Perda da resistência térmica da parede, 6)Pedra de secção das armaduras.<br />Ensaios a Realizar:<br />1)Permeabilidade dos revestimentos, 2) Pedra de estanquidade hidráulica das argamassas de reboco e alvenarias, 3)Capacidade de infiltração por capilaridade na zona de ligação com a cobertura, 4)Profundidade da carbonatação das alvenaria e oxidação das armaduras.<br />Parâmetros de Classificação:<br />1)Têm fortes condições para que o fenómeno prossiga e se agrave, 2) cerca de 90% da envolvente exterior está afectada, 3)Aspecto estético baixo, 4)Fraca resistência térmica, 5)Condições estruturais em causa.<br />Nível de Gravidade/Urgência na Reparação:<br />1)Nível de gravidade elevado, 2)Reparação urgente, 3)Custos de reparação elevados.<br />Designação:<br />Descasque / Pulverulência / Infiltrações<br />Descrição:<br />Infiltração de <br />água no revestimento com descasque e aparecimento de pulverulências. Reparações inadequadas.<br />.<br />
  66. 66. anomalias verificadas - fichas de avaliação n.º19 - edifício n.º19 <br />Causas Prováveis:<br />1)Má preparação da superfície a pintar, 2)Escolha errada da tinta, 3) Infiltrações pela cobertura, 4)Falta de estanquidade dos revestimentos, 5) Falta de manutenção.<br />Consequências Possíveis:<br />1)Retenção elevada de água nos revestimentos e alvenarias afectadas, 2)Perda de impermeabilidade da fachada, 3)Factor inestético, 4)Diminuição da resistência térmica, 5)Humidades por higrospicidade e / ou capilaridade, 6)Ocorrência de condensações no interior.<br />Aspectos a Inspeccionar:<br />1)Continuidade de perda de aderência da tinta, 2)Existência de humidade das paredes, 3)Qualidade adequada dos materiais utilizados, 4)Condensações no interior, 5)Resistência térmica da parede.<br />Ensaios a Realizar:<br />1)Permeabilidade dos revestimentos, 2) Pedra de estanquidade hidráulica das argamassas de reboco, 3)Capacidade de infiltração por capilaridade na zona de ligação com a cobertura.<br />Parâmetros de Classificação:<br />1)Têm condições para que o fenómeno prossiga, 2) cerca de 25% da envolvente exterior está afectada, 3)Aspecto estético baixo.<br />Nível de Gravidade/Urgência na Reparação:<br />1)Nível de gravidade baixo / médio, 2)Reparação necessária, 3)Custos de reparação baixos / médios.<br />Designação:<br />Humidades / Descasque da pintura e argamassas<br />Descrição:<br />Perda de aderência da tinta, descamação da película e promoção de infiltração nas argamassas de reboco e consequentemente nas alvenarias.<br />
  67. 67. anomalias verificadas - fichas de avaliação n.º20 - edifício n.º20 <br />Causas Prováveis:<br />1) Revestimentos inadequados, 2)Tinta inadequada, 3)Deficiente ou inexistente manutenção, 4)Retracção térmica dos revestimentos.<br />Consequências Possíveis:<br />1)Perda de impermeabilidade da fachada, 2)Factor inestético, 3)Pedra de resistência térmica, 4)Infiltrações, 5)Concentração de humidade nas alvenarias.<br />Aspectos a Inspeccionar:<br />1)Existência de humidade das paredes, 2)Qualidade inadequada dos materiais utilizados em revestimentos, 3)Infiltrações ou humidades interiores.<br />Ensaios a Realizar:<br />1) Avaliação da estanquidade hidráulica das argamassas de reboco e alvenarias, 2)Capacidade de isolamento térmico.<br />Parâmetros de Classificação:<br />1)Têm condições para que o fenómeno prossiga com a actividade de contracção e retracção dos revestimentos, 2) 100% da envolvente exterior está fendilhada por retracção térmica, 3)Aspecto estético, 4)Diminuição da resistência térmica e hidráulica.<br />Nível de Gravidade/Urgência na Reparação:<br />1)Nível de gravidade baixo / médio, 2)Reparação necessária, 3)Custos de reparação baixos.<br />Designação:<br />Deterioração da pintura / Fendilhação por retracção térmica<br />Descrição:<br />Fendilhamento do revestimento por retracção térmica, Perda de película de pintura<br />
  68. 68. anomalias verificadas - fichas de avaliação n.º21 - edifício n.º21 <br />Causas Prováveis:<br />1)Má execução do revestimento, 2)Revestimentos inadequados, 3)Impreparação da superfície para aplicação desta 2ª camada de reboco, 4)Deficiente ou inexistente manutenção, 5)Retracção térmica dos revestimentos, 6)Infiltrações entre camadas com aumento de pressão e perda de aderência.<br />Consequências Possíveis:<br />1)Infiltração, 2)Absorção de humidade, 3)Propagação de líquenes e fungos. Aspectos a Inspeccionar:<br />Aspectos a Inspeccionar:<br />1)Verificação da existência de outras superfícies descoladas ou na eminência de cair, 2)Verificação da possibilidade de infiltração de agua.<br />Ensaios a Realizar:<br />1)Ensaio de aderência, 2)Ensaio de estanquidade do revestimento.<br />Parâmetros de Classificação:<br />1)Têm algumas condições para que o fenómeno prossiga e se agrave, 2) cerca de 40% da fachada está afectada, 3)Valor estético da fachada baixo.<br />Nível de Gravidade/Urgência na Reparação:<br />1)Nível de gravidade baixo / médio, 2)Reparação necessária, 3)Custos de reparação baixos.<br />Designação:<br />Descasque, Líquenes e fungos<br />Descrição:<br />Descasque do revestimento<br /> da fachada,<br /> desenvolvimento <br />de líquenes e fungos.<br />
  69. 69. anomalias verificadas - fichas de avaliação n.º22 - edifício n.º22 <br />Causas Prováveis:<br />1)Existência excessiva de água no solo que provoca humidade ascensional, 2)Mau isolamento das fundações, 3)Má execução do revestimento, 4)Revestimentos inadequados, 5)Deficiente ou inexistente manutenção.<br />Consequências Possíveis:<br />1)Infiltração, 2)Absorção de humidade, 3)Propagação de líquenes e fungos, 4)Perda das características térmicas e hidráulicas.<br />Aspectos a Inspeccionar:<br />1)Verificação da existência de superfícies afectadas no interior, 2)Verificação da possibilidade de carbonatação das alvenarias na zona afectada.<br />Ensaios a Realizar:<br />1)Ensaio de resistência á absorção de água por capilaridade, 2)Ensaio de estanquidade do revestimento, 3)Determinação da quantidade de humidade no solo, 4)Determinação da profundidade de possível carbonatação das alvenarias.<br />Parâmetros de Classificação:<br />1)Têm algumas condições para que o fenómeno prossiga e se agrave, 2) cerca de 80% da fachada está afectada, 3)Valor estético da fachada baixo, 4)Perda de resistência térmica.<br />Nível de Gravidade/Urgência na Reparação:<br />1)Nível de gravidade médio / elevado, 2)Reparação urgente, 3)Custo de reparação médio / elevado.<br />Designação:<br />Humidade ascensional, Fungos e Líquenes, Descasque da pintura.<br />Descrição:<br />Forte infiltração por ascensão de humidade proveniente do solo de fundação com desenvolvimento de fungos e líquenes e perda de capacidade de impermeabilização da zona afectada. Descasque da pintura expondo as argamassa de reboco aos agentes atmosféricos,<br />
  70. 70. anomalias verificadas - fichas de avaliação n.º23 - edifício n.º23 <br />Causas Prováveis:<br />1)Má preparação da superfície a pintar, 2)Escolha errada da tinta, 3) Infiltrações pela cobertura, 4)Falta de estanquidade dos revestimentos, 5) Falta de manutenção.<br />Consequências Possíveis:<br />1)Retenção elevada de água nos revestimentos e alvenarias afectadas, 2)Perda de impermeabilidade da fachada, 3)Factor inestético, 4)Diminuição da resistência térmica, 5)Humidades por higrospicidade e / ou capilaridade, 6)Ocorrência de condensações no interior.<br />Aspectos a Inspeccionar:<br />1)Continuidade de perda de aderência da tinta, 2)Existência de humidade das paredes, 3)Qualidade adequada dos materiais utilizados, 4)Condensações no interior, 5)Resistência térmica da parede.<br />Ensaios a Realizar:<br />1)Permeabilidade dos revestimentos, 2) Pedra de estanquidade hidráulica das argamassas de reboco, 3)Capacidade de infiltração por capilaridade na zona de ligação com a cobertura.<br />Parâmetros de Classificação:<br />1)Têm condições para que o fenómeno prossiga, 2) cerca de 60% da envolvente exterior está afectada, 3)Aspecto estético baixo.<br />Nível de Gravidade/Urgência na Reparação:<br />1)Nível de gravidade baixo / médio, 2)Reparação necessária, 3)Custos de reparação baixos / médios.<br />Designação:<br />Humidades / Descasque da pintura e argamassas<br />Descrição:<br />Perda de aderência <br />da tinta, <br />descamação da película e promoção de infiltração nas argamassas de reboco e consequentemente nas alvenarias.<br />
  71. 71. conclusões<br />Dos levantamentos efectuados e, embora o universo da amostra possa ser considerado pequeno comparado com o número de fogos existentes na Nazaré e Sitio, podem tomar-se como representativos os dados obtidos uma vez que se optou por efectuar o levantamento dos casos mais graves e genéricos do global da construção nesta Vila.<br />Após elaboração das fichas de anomalias, produziu-se o seguinte quadro:<br />Tabela 1<br />
  72. 72. conclusões<br />Após tratamento dos dados, obtiveram-se os seguintes gráficos representativos da generalidade das anomalias levantadas e que podem ser considerados como caracterizadores das patologias dos edifícios:<br />Gráfico 1 – Distribuição das Anomalias Levantadas em Edifícios Novos (com menos de 40 anos)<br />
  73. 73. conclusões<br />Gráfico 2 - Distribuição das Anomalias Levantadas em Edifícios Antigos (com mais de 40 anos)<br />
  74. 74. conclusões<br />Gráfico 3 - Distribuição das Anomalias Levantadas na Totalidade dos Edifícios<br />
  75. 75. considerações finais<br />As construções expostas a meios ambientais agressivos estão mais vulneráveis à aceleração da sua degradação a todos os níveis quer estruturais, quer funcionais. Alterando a estrutura do sistema “parede” altera-se-lhe igualmente a sua capacidade de desempenho inicialmente pretendida. Os factores que mais contribuem para esta aceleração foram anteriormente descritos.<br />As construções costeiras têm um nível de degradação mais acelerado e com maior gravidade que as construções protegidas deste meio agressivo.<br />Particularmente, a Nazaré, pela distribuição que têm da sua malha urbana, encontra-se sujeita a uma forte aceleração degradativa devido essencialmente á potenciação da erosão por ampliação da pressão dos ventos a Nascente ou NW (situação predominante) devido ao efeito de “funil”. Esta acção, acompanhada do transporte aéreo da água do mar, particularmente nociva aos materiais normalmente utilizados na construção bem como ao transporte de areias que provocam o efeito de abrasão nas superfícies das paredes, requerem estratégias diferentes no acto de abordar qualquer projecto de construção. Estão particularmente em causa os processos de construção, os materiais a utilizar e, fundamentalmente, uma maior preocupação na periodicidade e qualidade da manutenção quer preventiva quer de reparação das anomalias ainda no seu estado inicial.<br />
  76. 76. referências bibliográficas<br /><ul><li>Silva, J. Mendes – “Alvenarias não estruturais, Patologias e Estratégias de Reabilitação” - Seminário sobre Paredes de Alvenaria, P.B. Lourenço & H. Sousa (Eds.), Porto,2002 (20 páginas).
  77. 77. Santos, Pedro Henriques Coelho, Filho, António Freitas Silva – “Eflorescências: Causas e Consequências”, Brasil (16 páginas).
  78. 78. Silva, J. Mendes; Carvalhal, Mário J.; Vicente, Romeu S. – “Reforço Mecânico de Fachadas de Alvenaria de Tijolo: Reabilitação de Cunhais e Grampeamento Metálico Pós-Construção”. 3º Encontro de Conservação e Reabilitação de Edifícios (3º ENCORE), LNEC; Lisboa, Maio 2003 (10 páginas).
  79. 79. APFCA, Associação Portuguesa dos Fabricantes de Argamassas de Conservação – “Monografias APFAC sobre Argamassas de Construção”, Lisboa (45 páginas).
  80. 80. NANDO – Europe Commission – Enterprise – Regulatory Polici.
  81. 81. Gonçalves, Adelaide; Brito, Jorge; Branco, Fernando – “Causas de Anomalias em Paredes de Alvenaria de Edifícios Recentes” – Direcção de Infra-Estruturas da Força Aérea Portuguesa, Instituto Superior Técnico – Lisboa 2008 (18 páginas).
  82. 82. Silva, J. Mendes; Abrantes, Vitor. – “Patologias em Paredes de Alvenaria: Causas e Soluções” - Seminário sobre Paredes de Alvenaria, P.B. Lourenço & H. Sousa (Eds.), Porto,2002 (20 páginas).
  83. 83. Sousa, Vitor; Pereira, Dias Fernando; Brito, Jorge. – “Rebocos Tradicionais: Principais Causas de Degradação” Lisboa 2005 (18 páginas)
  84. 84. Paiva, José Vasconcelos; Aguiar, José; Pinho, Ana – “Guia Técnico de Reabilitação Habitacional” – Volumes I e II – INH & LNEC, 1ª edição, 2006.
  85. 85. Freitas, Vasco Peixoto de Freitas; Torres, Maria Isabel; Guimarães, Ana Sofia. – “Humidade Ascencional” – FEUP edições, 1ª edição 2008.</li></li></ul><li>referências bibliográficas<br /><ul><li>Henriques, Fernando M. A. – “Humidade em Paredes”, LNEC, 4ª edição 2007.
  86. 86. Aguiar, José; Veiga, Maria do Rosário; Silva, António Santos Silva; Carvalho, Fernanda – “Conservação e Renovação de Revestimentos de Paredes de Edifícios Antigos” – LNEC, edição 2004.
  87. 87. Appleton, João Guilherme. – “Reabilitação de Edifícios “Gaioleiros”” , 1ª edição, Maio 2005
  88. 88. Pereira, Manuel Fernando Paulo – “Anomalias em paredes de alvenaria sem função estrutural” – Dissertação de Mestrado em Engenharia Civil – Universidade do Minho – Guimarães 2005 (489 páginas)
  89. 89. Garcez, Nuno Feliciano Silva, - Sistema de INSPECÇÃO E Diagnóstico de Revestimentos Exteriores de Coberturas Inclinadas – Dissertação para obtenção do grau de mestre em Engenharia de Aeródromos – IST / Academia da Força Aérea 2009 (204 páginas)</li>

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