AdesãO Hiv Aids

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AdesãO Hiv Aids

  1. 1. O Trabalho da Clínica 8A na Adesão dos Usuários ao Tratamento do HIV/AIDS Novembro/2008
  2. 2. Contextualização da Unidade de Saúde: <ul><li>Localização; </li></ul><ul><li>Início das atividades; </li></ul><ul><li>Números de usuários inscritos; </li></ul><ul><li>Conformação da equipe de 1985 – 1998: Centrada na doença, no médico e enfermagem. </li></ul>
  3. 3. Contexto inicial da epidemia: Pacientes adoecidos, evoluíam para o óbito em curto espaço de tempo
  4. 4. Mudanças no quadro da epidemia e sua conseqüência para a clínica de AIDS: <ul><li>A partir da década de 90 </li></ul><ul><li>Início da Terapia ARV (1996) - Qualidade de Vida </li></ul><ul><li>Criação dos Serviços de Assistência Especializada (SAE), que coloca como exigência a formação de equipes multidisciplinar, composta por médicos, enfermeiros, assistentes sociais, psicólogos, nutricionistas. </li></ul><ul><li>Superação da noção de grupo de risco para vulnerabilidade social – abordagem diferenciada. </li></ul>
  5. 5. Repercussão das mudanças na Clínica de AIDS <ul><li>Mudança na coordenação da Clínica </li></ul><ul><li>Reorganização do serviço – desde a conformação da equipe numa perspectiva multidisciplinar (assistente social, auxiliar e técnico de enfermagem, médicos, nutricionistas, psiquiatra), até na concepção do cuidado – atendimento humanizado e com participação dos usuários e familiares. </li></ul>
  6. 6. Conceito de Adesão: Conceito de Adesão ampliado – Adesão à vida.
  7. 8. Artesanato
  8. 9. Videoteca
  9. 10. Passeios e Atividades Culturais
  10. 11. Resultados: <ul><li>Mudança da dinâmica da clínica: ambiente mais alegre, usuários e profissionais mais descontraídos. </li></ul><ul><li>Fortalecimento dos vínculos afetivos e sociais entre os participantes das atividades (tivemos um casamento e dois casais namorando). </li></ul><ul><li>Melhor interação entre os pacientes, familiares e profissionais de saúde (incentivo a integração das pessoas para romper com o preconceito) </li></ul><ul><li>Aumento da freqüência as consultas e participação às atividades grupais . </li></ul>
  11. 12. <ul><li>O recebimento de duas premiações em 2007: prêmio nacional de adesão do Ministério da Saúde e o da Sociedade Brasileira de Infectologia foi o reconhecimento de que estamos no caminho certo. </li></ul><ul><li>As parcerias que estabelecemos com empresas que apoiam o trabalho de adesão. </li></ul>
  12. 13. Desafios e perspectivas: <ul><li>Interlocução com outros grupos de adesão da rede (trabalhar em rede) </li></ul><ul><li>Ampliação da participação dos usuários – Hoje temos em torno de 2.000 pacientes, e concretamente temos 50 pacientes que participam das atividades proposta. Ainda é pouco. </li></ul><ul><li>Processo de aposentadoria dos profissionais e não suprimento das vagas. </li></ul><ul><li>Importância de identificarmos nova estratégias para melhorar a adesão dos pacientes (investimentos em outras linguagens). </li></ul>
  13. 14. Equipe Profissional Lia Adler Marilza Rodrigues Cláudio Coletti Isabel Verônica Sandra Barreiros Márcia Bello Elda Marques Alenir Moreira Conceição Imaculada Janete Costa Diva Antunes Cristiane Santos Candido Leonardo Vaneide Lima Sueli Fellipe Luz Marcela

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