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Sentido da vida

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Sentido da vida

  1. 1. Este trabalho foi realizado no âmbito da disciplina de Educação Moral eReligiosa Católica e tem como por objetivos abordar o sentido e a importância deum dom dado chamado vida.
  2. 2. 1.
  3. 3. Esta temática sempre questionou muitas pessoas, terá a vida humana umvalor? Será a vida humana mais valiosa do que a dos animais e plantas?Muitas vezes as companhias de seguros atribuem valores numéricos à nossavida. O quão isso é absurdo? Muitas das nossas ações desvalorizam a vida humana,tal como o holocausto, milhares de corpos de judeus a serem postos em valas, aosmontes como se tratasse de um aterro sanitário. O estupro de pessoas, como se deobjetos tratassem, muitos outros atentados à dignidade humana que retiram o valorda vida humana, caso ela o tenha, pois a vida é uma dádiva e não a devemosdesperdiçar, quando muitas outras pessoas gostavam de ter uma e não o podem.Fig. 1 – A vida deve ser preservada, da infância, até à velhice.
  4. 4. Os principais valores pessoais são: Família Dignidade Lealdade Fé HonestidadeOs principais valores sociais: Autoconhecimento respeito diálogo disciplina ajudaNo entanto, cada pessoa tem os seus valores, pessoais ou sociais. Sociais, porquedevemos preocuparmo-nos com os outros, com a sociedade, com o mundo,pessoais, porque devemos preocuparmo-nos com nós próprios.Fig. 2 – Os valores são únicos em cada pessoa e carateriza-a
  5. 5. Embora não seja possível construir uma definição para a dignidadehumana, existem algumas tentativas. Dentre elas a hipótese do teórico EmmanuelKant, para quem a dignidade é o valor de que se reveste tudo aquilo que não tempreço, ou seja, não é passível de substituição por equivalente. Discordando daafirmação kantiana, define-se a dignidade humana como algo privativo do serhumano: a dignidade é destinada exclusivamente ao indivíduo em particularrepresentado pelo ser humano.Vídeo 1 – Dignidade HumanaFig. 3 – Emmanuel Kant, filósofo do séc. XVIII
  6. 6. Fig. 4 – Qual será o sentido da nossa vida?Todos temos um sentido. Algo que faz parte da nossa essência. É o quenos indica o caminho a seguir, o motiva de estarmos vivos. O sentido é maior doque a sua personalidade, do que as suas crenças e do que aprendeu com asoutras pessoas e com o mundo sobre si próprio. É o que permite o desenvolvimentodo seu potencial e o leva a fazer diferença. Sem um sentido claro, não há comotraçar um caminho de realização pessoal. As pessoas que não procuram umsentido, correm o risco de serem um barco à deriva, sem orientação.
  7. 7. 2.
  8. 8. Grande parte da comunidade científica diz que não é um assunto que caiba àciência resolver, muitos cientistas tentaram entrar nesse campo estudando as chamadas"experiências de quase-morte”. Foram encontradas três hipóteses:• A consciência existe unicamente como resultado de correlações da matéria. Se estahipótese for verdadeira, a vida acaba no momento da morte.• A consciência não tem origem física, apenas usa o corpo como instrumento para seexpressar. Esta hipótese justifica se há uma existência de consciência após a morte, oque induziria às tentativas de validação da reencarnação.• A consciência tem uma origem física não identificada. Essa matéria física continuaviva após da morte física do corpo. Esta hipótese valida os acontecimentossupernaturais ocorridos no espiritismo.No entanto está comprovado que os seres morrem e acaba a vida, mas não sejustificam acerca do espírito e da alma.Vídeo 2 – Sentido da Vida, pelos Gato Fedorento, vídeo humorístico que retrata a perspetiva científica do “pós-morte”(http://www.youtube.com/watch?v=bf4oaM1S7wk)
  9. 9. Fig. 5/6 –Diferença entre acultura fúnebreeuropeia(esquerda) e acultura fúnebreda américa latina(direita)Na cultura cristã realiza-se uma cerimónia na casa do falecido ou numcemitério, normalmente é uma cerimónia onde a tristeza e saudade reinam.Os ortodoxos realizam uma reunião alegre, com roupas coloridas e músicas.No México são comemoradas como festas de aniversário com comida, dança ediversão.No Japão, limpam o corpo, vestem roupas formais e realizam o funeral, comooutra ação diária qualquer.Ou seja, em cada país a morte é entendida de diversas formas, consoante asua cultura, por uns é um momento melancólico e de tristeza, para outros é ummomento de lembrança, um dia de felicidade e alegria.
  10. 10. A morte pode ser causada por diversos motivos, mas a principal é adiferenciação entre morte natural ou morte escolhida.A morte natural pode ser causada por vários motivos, entre os principais estão:desastres; desnutrição; doenças; ataques repentinos (morte súbita).A morte “escolhida” é principalmente causada por suicídio, eutanásia ouaborto, essas pessoas escolhem morrer, pois o seu sofrimento em vida é demasiadogrande para suportar e preferem acabar com a vida. Contudo não é fácil dar umaopinião sobre a morte desejada, uma vez que os nossos princípios defendem que a vidadeve ser preservada, no entanto o sofrimento das outras pessoas deixa-nos relutantes,pois a vida é um direito, não uma obrigação. A Legislação Portuguesa refere que a vidade cada indivíduo deve ser protegida, bem como a Bíblia defende o mesmo. No casoda eutanásia e do aborto, ao proceder a ação, o médico quebra o seu juramento.A pessoa deve sempre pensar nos aspetos positivos da sua vida, poiscertamente viverá bons momentos na vida e não tomar decisões importantesprecipitadamente.
  11. 11. Nick Vujicic nasceu sem pernas e sem braços, tinhaapenas um pequeno pé. Cresceu assim, diferente de todos.Enfrentou uma enorme e sufocante solidão, pensamentosdepressivos, chegou a tentar o suicídio. Um dia, porém,apercebeu-se de uma coisa extraordinária. Nascer assim nãofora obra do acaso. Havia um plano à sua espera, tudo o queprecisava era de aprender a viver com o que tinha. Nickaprendeu. Começou a erguer o seu pequeno corpo, a pô-lo àprova, a dar-lhe vida. Aprendeu a andar de skate, a fazer surfe a tocar bateria. E descobriu que o seu exemplo valia mais doque mil palavras. Hoje, Nick leva uma mensagem aos quatrocantos do globo. E em todos os países é recebido pormultidões, milhares e milhares de pessoas que apenas queremconhecer os segredos para ser feliz.“S E E U C O N S I G O S E R F E L I Z .PORQUE É QUE TU NÃO C O N S E G U E S ? ”Fig. 7 – Nick Vujicic- Nick Vujicic
  12. 12. Fig. 8/9 – MorteDesejadaFig. 10/11– MorteNatural
  13. 13. Do ponto de vista ateu e agnóstico, o fim da vida é encarada como “um sonosem sonhos” diz Ricardo Araújo Pereira, conhecido humorista e ateu. Os ateus eagnósticos acreditam que quando morrem vão “exatamente para o mesmo sítio ondeestavam antes de ter nascido, ou seja, lugar nenhum” diz o humorista. Em geral é estaa opinião dos ateus em relação ao “pós-morte”.Fig. 12 – Para Ateus e Agnósticos não hánada antes e depois da vida.
  14. 14. Em termos religiosos, as diferenças são muitas. Os Judeus, apenas queremaproveitam o melhor da vida, ignorando a morte. Na visão cristã, o ser humano éjulgado e, dependendo das suas ações vai para o inferno, purgatório (local onde seredimem dos pecados, para poder ir para o céu) e céu. O único humano a ressuscitar foiJesus Cristo. O Islamismo acredita na mesma teoria cristã, com exceção de Jesus Cristoter ressuscitado. O Hinduísmo acredita na reencarnação das almas, ou seja a nossa almarefletir-se noutro corpo acabado de nascer. Segundo a tradição budista, a morte é umatransição de vários estados, a sua morte tem vindo a ser preparada por eles mesmos.Fig. 13 – A porta do Céu e do Inferno Fig. 14 – Será a alma algo independente do corpo?
  15. 15. 3. REFLEXÃO GLOBAL
  16. 16. Penso que este trabalho remete muito para a importância da vida,principalmente a humana e a maneira de como esta deve ser tratada, respeitada eencarada.Sem dúvida que a vida é um dom, é algo que é muito improvável deacontecer, pois vários fatores têm de ser conjugados para tal. A vida existe, no entanto,qual o seu propósito? Essa pergunta tem vindo a ser feita desde os primórdios dahumanidade e continua sem resposta atualmente. Mas sim, acho que todos temos umsentido de vida, ser feliz e fazer dos outros felizes, fazer da nossa vida o melhor possívelsem prejudicar as outras pessoas, os animais e a natureza. Quanto ao valor da vida,penso que a vida não tem valor ou o seu valor é tão enorme que é incalculável, não hánúmeros possíveis para avaliar a vida.
  17. 17. Todas as pessoas têm valores, quer pessoais, quer sociais, uns valores mais“maléficos” do que outros. Todas as pessoas têm algo em que acreditam, e a suacrença até pode ser não acreditar em crenças, penso que isso são valores. Os valoressão transmitidos através de: crenças, família, amigos, escola, local de trabalho e dosmeios de comunicação. Os nossos valores são influenciáveis.Toda a pessoa deve ter direito à sua dignidade, pois a sua vida deve serrespeitada e inviolada, atentados à dignidade são a meu ver dos piores crimes, aliásquase todos os crimes são resultantes de ataques à dignidade humana: assaltos,assassinatos, violações, exposição de dados pessoais, etc.
  18. 18. Como tudo, a vida também tem um fim, a morte. Tudo o que fazemos aolongo da nossa vida, todas as nossas expetativas e os nossos sonhos serão em vão, poistudo isso irá acabar, mas será realmente em vão? Pois teremos assim uma vida feliz e, aosermos felizes fazemos dos outros pessoas mais felizes. Mas a morte é encarada dediversas formas. Na nossa cultura associamos a morte a algo triste e que não queremosfalar, é quase como um tabu, sempre que alguém querido morre uma saudade eincerteza sobre o que acontecerá cresce dentro de nós e deixa-nos melancólicos.Noutras culturas, a morte é vivida de outra forma, fala-se abertamente sobre isso, pois éalgo natural e que acabará por acontecer a todos, outras culturas festejam até ofalecimento de uma pessoa, pois têm fé de que irá para um lugar melhor onde será feliz,no entanto custa-nos a acreditar, pois essa pessoa não estará mais connosco, com aspessoas de quem ele/a gostava. Cientificamente a morte é abordada como o fim detudo, somos apenas carne com vida e no fim da vida seremos apenas carne putrefactaa apodrecer e a desaparecer. Mas nós temos uma diferença de qualquer outro animal,nós temos sentimentos, pois, e para onde irão esses sentimentos? Desaparecerão, talcomo o corpo? Continuará a vaguear?
  19. 19. Todas as pessoas terão um fim, mas esse fim pode ser propositado ou natural.As mortes naturais, acontecem devido a doenças adquiridas, acidentes ou subnutrição.As mortes propositadas são aquelas causadas por vontade própria. E eu pergunto-me amim, como pode alguém matar-se? Acho um pouco absurdo e estúpido, mas olhandoos factos, essa pessoa deve estar a sofrer (sentimental ou fisicamente), contudo pensoque não é uma desculpa, pois tudo tem um remédio, pois, temos dor, tudo bem, mastambém temos sentimentos, estar junto de quem nos ama, isso dá valor à vida e mesmoas pessoas que lhe quebraram os sentimentos, podem sempre seguir uma vida nova edeixar tudo o resto para trás.
  20. 20. Após a morte, o que acontece à nossa alma, pessoalmente, não tenho bem anoção do que pode acontecer, aliás, ninguém tem, apenas os mortos sabem. Porémnão acredito que haja um inferno ou um céu à nossas espera, muito menos umareencarnação ou ressurreição, mas intriga-me o facto de sermos dotados de sentimentose alma, a que acontecerá? Sinceramente, não tenho ideia nenhuma. Mas caso tenhade escolher, penso que somos julgados pelos nossos atos no fim da vida, pois umapessoa que teve uma vida de maldade e atos cruéis não pode ficar impune, tem de serjulgada.
  21. 21. 4. CONCLUSÃO E WEBGRAFIA
  22. 22. Concluí que o trabalho tinha um objetivo concreto, abordar a importância davida.Deste modo passei a observar a vida não como algo comum e normal, mascomo algo maravilhoso e que deve ser preservado, pois a vida é um dom, um fruto devárias coincidências incríveis que capacitaram a existência de vida.Também conclui que a vida não tem valor monetário, mas sim sentimental eque cada pessoa tem os seus próprios valores que são adquiridos ao longo da vida.De certa forma observei o ponto de vista de outras culturas e religiões acercado que vem a seguir à morte.Tal como referi anteriormente a vida é um dom, no entanto pessoasdesperdiçam-na como se de um objeto tratasse, não aproveitam o que têm e queoutros desejavam ter mas não podem, no entanto a vida é um dom, não umaobrigação.Penso que este trabalho foi muito bom para mim, pois aprendi e expus a minhaopinião, tal como será para os seus visualizadores.
  23. 23. • http://laisvaloressociais.blogspot.pt/• http://www.estig.ipbeja.pt/~ac_direito/Complak.pdf• http://www.paulmilhazes.com/eventos.php?a=20&id=1• http://pt.wikipedia.org/wiki/Morte#P.C3.B3s-morte• http://www.google.pt/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=1&ved=0CCsQFjAA&url=http%3A%2F%2Fwww.esec-d-dinis-cmb.rcts.pt%2FprojAlunos%2FareaProj_12%2Fcompilacao.ppt&ei=nAfCUIeZIYrLhAfOtoH4Cg&usg=AFQjCNHEO79hzRy0dt7jp6XUiyEhGnvdWA• http://www.uniaobudista.pt/dharma.php?show=textos&txtid=5• http://www.clubedoslivros.org/2011/07/vida-sem-limites-de-nick-vujicic.html

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