Gestão de Dados Científicos: desafios e estratégias nas Instituições #ConfOA2015

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Apresentação na 6ª Conferência Luso-Brasileira de Acesso Aberto, Salvador, 6 de outubro de 2015 #confoa2015

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  • Assumption/overview
  • More opportunities to show significance/relevance
  • Have a vote first for all recommendations – show the color which fits best for you
    What is the main color of all votes (for each of the 10 recommendations)
  • Resulta de um trabalho de análise da equipa de projetos Open Access
    Define 10 eixos de intervenção
    Enquadrados em 4 áreas estratégicas
    33 ações programadas para 2014 e 2015
  • Analyzing several training resources we find some common themes (institutional level or national or border level)
  • An Open Educational Resource on RDM tailored for information professionals
  • Provided by EDINA and Data Library, University of Edinburgh in association with the UK Data Archive, Digital Curation Centre (DCC), and Distributed Data Curation Center at the Purdue University Libraries.
  • RDM Support is a basic training course in research data management (support) for information specialists. The training course was developed by Mariëtte van Selm for the information specialists of the Library of the University of Amsterdam (UvA), within the framework of the RDM Support project (2013-2015). The training course was held from January to April 2014.
  • Gestão de Dados Científicos: desafios e estratégias nas Instituições #ConfOA2015

    1. 1. GESTÃO DE DADOS CIENTÍFICOS desafios e estratégias nas instituições Pedro Príncipe pedroprincipe@sdum.uminho.pt
    2. 2. Tópicos (uma tentativa de simplificar info) 1. A Gestão de Dados Científicos: relevância e benefícios. 2. Os processos e áreas de ação nas instituições e nas bibliotecas. 3. O diagnóstico e planeamento da intervenção nas instituições 4. A associação dos ciclos de vida da investigação e dos dados. 5. O papel dos financiadores de ciência. 6. As competências e a formação.
    3. 3. 3 because good research needs good dataOs Conjuntos de Dados Científicos de HOJE são as coleções das Bibliotecas de AMANHÃ…
    4. 4. A GESTÃO DE DADOS CIENTÍFICOS: RELEVÂNCIA E BENEFÍCIOS 4 1/6
    5. 5. GESTÃO DE DADOS CIENTÍFICOS  Gestão de dados científicos ou curadoria de dados é a atividade de organização e utilização de dados desde o momento da sua criação, com a finalidade de garantir o seu armazenamento, a sua pesquisa e respetiva reutilização.  Na Gestão de Dados Científicos estão envolvidos vários processos:  Planeamento de dados > Criação de dados > Documentação dos dados > Acesso e utilização dos dados > Armazenamento e backups > Partilha dos dados > Preservação dos dados.
    6. 6. Relevância da GDC para a Ciência Aberta: dados com + qualidade e + abertos Assegurar que os dados produzidos são pesquisáveis e reutilizáveis aumenta a qualidade da investigação, promove a eficiência e pode permitir a redução de custos… Aumentar o potencial de reutilização dos dados… Muitas vezes os dados contam histórias que as publicações não mostram... Expor os dados devidamente documentados possibilita a verificação desses dados, podendo aumentar o rigor dos resultados, e conferir maior credibilidade… A disponibilização dos dados promove a rapidez da investigação, tão necessária em determinados campos científicos ou momentos da história da humanidade. Os dados são um bem público... devolver à sociedade os resultados do financiamento público cumprindo requisitos de financiadores de ciência e inovação.
    7. 7. A GESTÃO DE DADOS CIENTÍFICOS ADEQUADA IRÁ: 1. Aumentar o impacto da investigação 2. Melhorar a acessibilidade 3. Prevenir o uso inadequado 4. Salvaguardar os dados produzidos 5. Assegurar compatibilidade
    8. 8. OS PROCESSOS E ÁREAS DE AÇÃO NAS INSTITUIÇÕES E NAS BIBLIOTECAS. 8 2/6
    9. 9. PROCESSOS E ÁREAS DE AÇÃO NAS INSTITUIÇÕES CICLO DE VIDA DA INVESTIGAÇÃO DMPs, dados existentes, documentação, metadados, datasets, depositar, partilhar INFRAESTRUTURA Arquivos de dados, repositórios, acesso, licenças, preservação, cloud, DOI GOVERNAÇÃO Financiadores, Universidades, Instituições de Investigação, Políticas, Protocolos
    10. 10. PROCESSOS E ÁREAS DE AÇÃO NAS INSTITUIÇÕES CICLO DE VIDA DA INVESTIGAÇÃO DMPs, dados existentes, documentação, metadados, datasets, depositar, partilhar CollaborateConceber Design Experiment Publish DivulgarAnalyseProjetar ColaborarTestar PublicarAnalisar Plataformas para armazenamento, descrição e de gestão dados Aplicações para Planeamento Repositórios e Revistas científicas
    11. 11. PROCESSOS E ÁREAS DE AÇÃO NAS INSTITUIÇÕES Planeamento da gestão de dados Gestão de active data Seleção de dados e utilização Repositórios de dados Catálogos de dadosINFRAESTRUTURA Arquivos de dados, repositórios, acesso, licenças, preservação, cloud, DOI Política e estratégia de GDC Planos de negócio e sustentabilidade . suporte . guias . formação
    12. 12. PROCESSOS E ÁREAS DE AÇÃO NAS INSTITUIÇÕES  Roadmaps, planos e estratégias de intervenção.  Definição de requisitos técnicos e diagnósticos.  Desenvolvimento da política de dados científicos.  Implementação de formação, ferramentas e serviços piloto.  Protocolos para utilização e partilha de recursos.  Small is beautiful - Pouca hierarquia - fácil aprovação.  Escala + pequena - facilita envolvimento com a comunidade de investigadores.  Gestão sénior mais "mãos na massa“ – fase inicial. GOVERNAÇÃO Financiadores, Universidades, Instituições de Investigação, Políticas, Protocolos
    13. 13. Quem está envolvido na instituição? Bibliotecas Serviços de TIC Gabinetes de investigação
    14. 14. O que é que a GDC oferece às Bibliotecas…  Possibilidade:  De estabelecer credibilidade numa nova área de envolvimento.  De explorar e aprender novas competências técnicas.  Oportunidade:  De aproximação à comunidade de investigadores e seus processos de investigação (relações de trabalho mais próximas).  De ‘sujar as mãos’ com dados não publicados ou dados em bruto que são os blocos de construção do conhecimento.
    15. 15. Áreas de envolvimento das Bibliotecas Serviços de Suporte Infraestrutura e normalização Políticas e prática por disciplinas Competências e recursos humanos
    16. 16. Ligue des Bibliothèques Européennes de Recherche Association of European Research Libraries League of European Research Universities
    17. 17. 10 Recommendations for libraries to get started with research data management Regrouping the recommendations – Areas of engagement Support services #1 Offer research data management support, including data management plans for grant applications, intellectual property rights advice and information materials. Assist faculty with data management plans and the integration of data management into the curriculum. #6 Support the lifecycle for research data by providing services for storage, discovery and permanent access. Infrastructure & standards #2 Engage in the development of metadata and data standards and provide metadata services for research data. #5 Liaise and partner with researchers, research groups, data archives and data centers to foster an interoperable infrastructure for data access, discovery and data sharing. #7 Promote research data citation by applying persistent identifiers to research data. #8 Provide an institutional Data Catalogue or Data Repository, depending on available infrastructure. #10 Offer or mediate secure storage for dynamic and static research data in co-operation with institutional IT units and/or seek exploitation of appropriate cloud services. Policy & disciplinary practices #4 Actively participate in institutional research data policy development, including resource plans. Encourage and adopt open data policies where appropriate in the research data life cycle. #7 ... (with some disciplinary views on data citation) Skills & staffing #3 Create Data Librarian posts and develop professional staff skills for data librarianship. #1 … and the integration of data management into the curriculum. 17
    18. 18. O DIAGNÓSTICO E PLANEAMENTO DA INTERVENÇÃO NAS INSTITUIÇÕES 18 3/6
    19. 19. 6 regras para as Universidades 1. Compreender como a instituição lida com dados científicos. 2. Conceber um caso para Gestão de Dados e reunir apoios. 3. Definir o posicionamento da sua instituição sobre a GDC para instituir uma política e estratégia. 4. Assegurar que os investigadores estão conscientes sobre os dados que existem disponíveis. 5. Providenciar serviços robustos de armazenamento de dados e fáceis de utilizar. 6. Tornar mais fácil aos outros encontrarem e citarem dados de investigação. 19
    20. 20. Áreas estratégicas do plano de intervenção 2014-2015 dos SDUM: Diagnóstico & política Serviços de suporte & informação Infraestruturas & normalização Competências & recursos humanos ConfOA 2014
    21. 21. UniversidadedoMinho Serviços de Documentação Diagnóstico: 1) passo - Inquérito sobre Dados Científicos na UMinho
    22. 22. UniversidadedoMinho Serviços de Documentação Tem conhecimento do projeto-piloto de dados abertos da Comissão Europeia no âmbito do programa quadro H2020? Possui algum plano para a gestão de dados resultantes da sua investigação (por exemplo, política de preservação de dados, política de gestão de registos, estratégia de eliminação de dados)? 80% NÃO 84% NÃO 16% SIM Que tipo de serviços gostaria que a UMinho fornecesse para garantir o acesso aos dados? 73% sistema de backup 65% serviços de armazenamento e preservação 40% apoio técnico na elaboração de Planos de Gestão de dados Diagnóstico: 1) passo - Inquérito sobre Dados Científicos na Uminho (destaques)
    23. 23. Diagnóstico: 2) passo – comunidades piloto  Identificação, observação e descrição de 3 a 5 casos para estudo:  Trabalho baseado no DAF (Data Asset Framework) - http://www.data-audit.eu  Questionários que identifica dados existentes e responsabilidades.  Com utilização adicional do CARDIO - http://cardio.dcc.ac.uk  Ferramenta para grupos de investigação avaliarem as suas capacidades de gestão dos dados produzidos.  Preparar a informação das comunidades selecionadas de acordo do guião DAF.
    24. 24. Dicas… Discutir barreiras e fragilidades. Identificar os principais parceiros para embarcar nesta aventura. Considerar a cultura institucional e o ambiente interno.
    25. 25. A ASSOCIAÇÃO DOS CICLOS DE VIDA DA INVESTIGAÇÃO E DOS DADOS. 25 4/6
    26. 26. Digital Curation Centre - UK Um visão integrada: Gestão de Dados Científicos @ Seminário BAD, 16 de setembro de 2014 26
    27. 27. PROCESSOS E ÁREAS DE AÇÃO NAS INSTITUIÇÕES CICLO DE VIDA DA INVESTIGAÇÃO DMPs, dados existentes, documentação, metadados, datasets, depositar, partilhar CollaborateConceber Design Experiment Publish DivulgarAnalyseProjetar ColaborarTestar PublicarAnalisar DOCUMENTAÇÃOCRIAÇÃOPLANEAMENTO PARTILHAARMAZENAMENTOACESSO Plataformas para armazenamento, descrição e de gestão dados Aplicações para Planeamento Repositórios e Revistas científicas
    28. 28. PROCESSOS E ÁREAS DE AÇÃO NAS INSTITUIÇÕES CICLO DE VIDA DA INVESTIGAÇÃO DMPs, dados existentes, documentação, metadados, datasets, depositar, partilhar CollaborateConceber Design Experiment Publish DivulgarAnalyseProjetar ColaborarTestar PublicarAnalisar Plataformas para armazenamento, descrição e de gestão dados Aplicações para Planeamento Repositórios e Revistas científicas
    29. 29. O PAPEL DOS FINANCIADORES DE CIÊNCIA. 29 5/6
    30. 30. Requisitos dos financiadores para Open data  Europe  UK  USA – NSF, NEH, NIH … global
    31. 31. Projeto-piloto de Dados Abertos da CE Linhas de orientação: Projeto-piloto que visa melhorar e maximizar o acesso e a reutilização dos dados de investigação gerados por projetos. Nos projeto participantes no piloto é requerido o deposito de dados de investigação:  Outros dados, incluindo metadados associados, necessários para validar os resultados apresentados em publicações científicas, logo que possível;  dados associados, conforme especificado e dentro dos prazos estabelecidos no plano de gestão de dados. 32
    32. 32. REQUISITOS NA PRÁTICA (simplificados) Projeto-piloto de Dados Científicos Abertos Criar um plano de gestão dos dados Assegurar o depósito num repositório Associar licenças CC Providenciar ferramentas O foco deve ser o planeamento >> para a disponibilização dos dados, facilitando o depósito e a licença para permitir a reutilização.
    33. 33. Papel da biblioteca – na prática 34 National Science Foundation http://youtu.be/Lc82pxxRkMo
    34. 34. AS COMPETÊNCIAS E A FORMAÇÃO. 35 6/6
    35. 35. Temas comuns da Formação GDC nos programas de referências europeus  O que são dados?  Papéis de responsabilidades  Políticas  Gestão de dados  Partilha de dados  DMPs  Ferramentas e serviços  Armazenamento  Acesso  Questões éticas  Publicação  Preservação  Citação  Licenças  …
    36. 36. Essentials 4 Data Support http://datasupport.researchdata.nl/en/ 38
    37. 37. RDMRose http://rdmrose.group.shef.ac.uk/ 40
    38. 38. http://datalib.edina.ac.uk/mantra/
    39. 39. DIY Training Kit for Librarians http://datalib.edina.ac.uk/mantra/libtraining.html 42
    40. 40. RDM Support (University of Amsterdam) http://figshare.com/articles/RDM_Support_basic_tr aining_course_for_information_specialists/1285313 43
    41. 41. https://moodle.uel.ac.uk/xerte/play.php?template_id=75
    42. 42. Precisamos de  Adquirir confiança!  E compreender as diferentes questões técnicas e estratégicas. Adquirir Formação! Arriscar fazer. 45
    43. 43. NÃO PODEMOS USAR A DESCULPA DA INEXISTÊNCIA DE INFRAESTRUTURAS TÉCNICAS PARA NADA FAZER… Lição aprendida! 46
    44. 44. COM O FOCO NAQUILO QUE PODEMOS TRAZER DE VALOR ACRESCENTADO Vamos ser nós a apoiar a Gestão dos dados científicos produzidos nas nossas instituições de ensino e investigação… 47

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