Controlo e Armazenagem de Mercadorias

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Controlo e Armazenagem de Mercadorias

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Controlo e Armazenagem de Mercadorias

  1. 1. Controlo e Armazenagem de Mercadorias 2013, Pedro Nunes
  2. 2. Porque é que as diferentes empresas optam por fazer armazenamento de mercadorias?
  3. 3. Redução de Custos de Transporte
  4. 4. Coordenar a Gestão de Pedidos e Abastecimentos
  5. 5. Auxiliar o Processo de Produção
  6. 6. Auxiliar o processo de Marketing
  7. 7. • Numa folha à parte escrevam quais acham que são ou devem ser as funções de um armazém…
  8. 8. Manuseamento de Materiais • Recepção e expedição de Mercadorias; • Movimentação de Mercadorias; • Selecção/recolha; • Ponto de rotação
  9. 9. Retenção • Armazenamento Temporário; • Armazenamento Semipermanente.
  10. 10. 4 Funções para os Sistemas de Armazenamento • Holding • Consolidation • Break-bulk • Product Mixing
  11. 11. Holding • Apoio à Produção; • Protecção do Inventário; • Conservação ordenada e adequada do inventário. Consolidation
  12. 12. Tipos e Sistemas de Armazenamento • Armazenamento Próprio; • Armazenamento Público; • Armazenamento Alugado; • Armazenamento em Trânsito.
  13. 13. Armazenamento Próprio • Espaço que é propriedade da empresa; • É de uso exclusivo; • É organizado pela própria empresa; • Vantagens?
  14. 14. Armazenamento Próprio • Mais barato que em locais arrendados; • Permite maior controlo sobre as operações de armazenamento e manuseamento; • Benefícios fiscais; • O espaço pode ser reutilizado no futuro para outras aplicações.
  15. 15. Armazenamento Próprio Desvantagens: • Fraca flexibilidade estrutural (localização e dimensão); • Elevado investimento inicial; • Tem um custo total de armazenamento que é fixo e que poderia estar a ser aplicado de outra forma.
  16. 16. Armazenamento Público • O armazém é propriedade uma entidade externa à empresa; • A empresa tem que comprar um serviço ao proprietário do armazém; • Vantagens e desvantagens?
  17. 17. Armazenamento Público • Vantagens: • Não há necessidade de um investimento fixo; • Capacidade de ajustar à dimensão disponível (sazonalidade); • Flexibilidade estrutural (localização , dimensão e tecnologia).
  18. 18. Armazenamento Público • Desvantagens: • Podem ocorrer falhas na comunicação; • Falta de serviços especializados; • Falta de espaço em determinadas alturas.
  19. 19. Armazenamento Alugado • Boa alternativa ao aluguer de curta duração, ao armazém público ou a ter de fazer um investimento de longo prazo.
  20. 20. Armazenamento Alugado • Vantagens: • Pode ter uma renda baixa; • Elevado controlo sobre as operações de armazenamento e gestão de espaço.
  21. 21. Armazenamento Alugado • Desvantagens: • Perda de flexibilidade de localização em relação ao aluguer de armazém público.
  22. 22. Armazenamento em Trânsito • Vantagens: • Competitivo para carregamentos a longas distâncias; • Elimina bastante o custo de investimento e manutenção de armazéns.
  23. 23. Armazenamento em Trânsito • Desvantagens: • Dificilmente aplicável a curtas distâncias; • Dificuldade em arranjar meios de transporte que correspondam inteiramente às necessidades do mercado; • Determinados produtos exigem cuidados especiais que certos transportes podem não oferecer.
  24. 24. Classificação dos tipos de armazéns
  25. 25. Os diferentes tipos de armazéns podem ser classificados por: • Armazéns de matéria-prima; • Armazéns de produtos volumosos; • Armazéns climatizados; • Armazéns de produtos domésticos; • Armazéns de uso genérico; • Mini-armazéns; • Cross-Docking (produtos colocados directamente em camiões entre outros); • Bonded Warehouses (espaços onde os produtos podem ser armazenados sem haver a necessidade de pagar aluguer, por exemplo a alfândega – gerida pelo Estado).
  26. 26. Os Armazéns podem ter várias formas
  27. 27. • Rack Convencional – Solução adaptável a qualquer tipo de carga ou volume.
  28. 28. • Drive In – Solução formada por blocos contínuos de armazenamento, permitindo uma utilização máxima do volume disponível. • Este sistema é indicado quando o custo do espaço é elevado e quando os produtos são homogéneos.
  29. 29. • Flow Track – Sistema deslizante por gravidade que permite o máximo aproveitamento do espaço e uma maior rapidez de carga e descarga de paletes, necessitando apenas de áreas de circulação nas zonas de carga e descarga. Funciona segundo o princípio FIFO.
  30. 30. • Push Back Rack – Sistema de acumulação dinâmica que não precisa que o empilhador entre dentro dos corredores. Este sistema assenta no princípio LIFO, ou seja, a última paleta a entrar é a primeira a sair.
  31. 31. • Power Rack – A estrutura de armazenamento assenta sobre bases móveis motorizadas electricamente, que se aplicam sobre trilhos aplicados no chão. Este sistema permite ao operador do empilhador abrir o corredor que necessita através de um comando. Esta solução permite aproveitar até 85% da superfície de armazenagem.
  32. 32. • Armazéns Automáticos – Estrutura de armazenamento com alturas elevadas e armazenadores robotizados. A capacidade de armazenamento é, nestes casos, muito elevada e o picking totalmente mecanizado.
  33. 33. • Autoportantes – Solução de execução rápida e funcional em que a própria estrutura de armazenamento forma a estrutura de suporte (cobertura e revestimento) de um edifício compacto.
  34. 34. Exemplo de uma requisição de material em Armazém
  35. 35. Como deve ser a ficha de determinado fornecedor?
  36. 36. Ficha de Fornecedor
  37. 37. A Nota de Encomenda • É o documento que materializa o pedido de material ao fornecedor. • É composta pela identificação completa do fornecedor e cliente, data, condições de pagamento, descrição da mercadoria, quantidades, data de entrega, preço por unidade, número de encomenda.
  38. 38. A Nota de Encomenda
  39. 39. • Recepção de mercadoria e respectivo controlo. • O material é recebido e conferido através do Guia de Remessa que o deve acompanhar.
  40. 40. Guia de Remessa
  41. 41. • O serviço de compras tem de verificar se o guia de remessa está de acordo com a nota de encomenda. • Se tal se verificar, os dois documentos ficam a aguardar a formalização da dívida pela compra, através da factura. • A factura deverá ser enviada para o serviço de contabilidade.
  42. 42. Exemplo de Factura
  43. 43. O Acondicionamento dos Produtos • Normalmente as mercadorias para serem transportadas têm de ser embaladas, exceptuando o transporte a granel (areia, petróleo, gravilha, betão, gás, cereais etc.) em camiões, camiões-tanque, vagões- cisterna, navios-tanque, etc.
  44. 44. • As embalagens que acondicionam as mercadorias poderão ser de diferentes tipos (sacas, caixotes, garrafas, barris, caixas de cartão etc.). • Ao conjunto de embalagens e respectiva mercadoria dá- se o nome de volume. • Em qualquer volume temos que considerar: Tara (peso da embalagem), Peso líquido (peso da mercadoria), Peso bruto (tara+peso líquido)
  45. 45. • A embalagem é muitas vezes o “vendedor silencioso”, que leva o consumidor a identificar o produto ou a decidir experimentar algo de novo.
  46. 46. • O local onde os bens são guardados devem estar preparados de modo a que: • O volume do dedicado a cada bem sejam proporcional às quantidades que já estejam armazenadas; • Os bens mais pesados sejam colocados sempre em locais baixos, para evitar que sejam erguidos; • Os locais de armazenamento sejam convenientemente explicitados, de preferência num diagrama, de forma a que os bens sejam facilmente localizáveis.
  47. 47. • Os Stocks mais antigos estejam colocados à frente dos mais recentes, de forma a poderem ser primeiramente utilizados. • As vias de circulação no interior do armazém sejam de tal forma amplas que as pessoas, os bens e veículos transportadores circulem em segurança.
  48. 48. Sketchup
  49. 49. Alguma sinalização de Segurança em Armazéns
  50. 50. Transporte de Mercadorias • O transporte mais autónomo é o rodoviário - faz chegar as mercadorias a todos os locais. • O mais económico sobretudo para mercadorias pesadas e longas distâncias é o ferroviário ou marítimo. • O transporte aéreo tem vantagens para mercadorias leves e grandes distâncias.
  51. 51. Transporte Rodoviário
  52. 52. Transporte Ferroviário • Estes transportes têm-se tornado mais rápidos, seguros, cómodos e económicos. • Há vagões e carruagens que dão resposta à necessidade de deslocação de certas mercadorias (vagões-frigoríficos, vagões-cisterna etc.). • Os preços e condições de transporte ferroviário encontram-se reunidos em tabelas a que se dá o nome de tarifas. • Os preços das tarifas variam de acordo com a distância, peso e dimensão do bem a transportar.
  53. 53. Transporte Marítimo • No transporte de pessoas, os navios têm vindo a ser substituídos pelos aviões. • No transporte de mercadorias, os navios continuam a ser muito utilizados. • O transporte de mercadorias por via marítima origina o contrato de fretamento.
  54. 54. Transporte Aéreo • Presentemente é o transporte mais rápido. • É o mais utilizado no transporte de pessoas e outras mercadorias (produtos frágeis, produtos alimentares que sejam facilmente deteoráveis). • O contrato de transporte aéreo é comprovado pela guia de transporte aéreo que terá tantas cópias quantos os intervenientes (transportador, comandante do avião, expedidor, destinatário, etc.) e ainda a identificação do avião, número e natureza dos volumes, nome do carregador e do destinatário.
  55. 55. Transporte de Mercadorias Perigosas • O transporte de mercadorias perigosas abrange uma gama diversa de grupos de matérias, com predominância para os combustíveis líquidos (gasolinas, gasóleos, fuelóleo) e gasoso (propano e butano). • Os condutores de todos os veículos pesados que transportem mercadorias perigosas têm de possuir uma formação específica, bem como possuir boas condições físicas e psíquicas , o que e conjunto dará lugar à emissão de um certificado de formação, revalidado de 5 em 5 anos.
  56. 56. Sinalização dos Veículos • Veículos-cisternas de matérias perigosas. • Etiquetas de perigo, apresentando gravuras que pretendem transmitir ao público o risco da matéria.
  57. 57. Sinalização dos Veículos
  58. 58. Armazéns
  59. 59. • O incêndio é o maior risco que ameaça os armazéns e as mercadorias. • As principais causas de incêndio são: – Incêndios provocados; – Fagulhas provenientes de operações de corte; – Solda ou trabalhos a quente em geral; – Defeitos em instalações eléctricas; – Combustão espontânea; – Fumo; – Faíscas provenientes de carrinhos industriais e outros equipamentos móveis, provocadas por defeitos no funcionamento ou derrames de combustível.
  60. 60. Procurem os problemas de armazenamento presentes na seguinte imagem
  61. 61. Movimento Manual de Mercadorias • Avaliação do Risco: – Características da Carga; – Esforço físico exigido.
  62. 62. O esforço físico • Quando é excessivo para o trabalhador; • Quando apenas é realizável através do torcer do tronco; • Quando pode implicar um movimento brusco da carga; • Quando efectuado com o corpo em posição instável.
  63. 63. Situações de Risco • Pavimento irregular; • Pavimento ou plano de trabalho com desníveis; • Pontos de apoio instáveis; • Temperatura, humidade ou circulação de ar inadequadas.
  64. 64. Devem ainda ser tomadas medidas nas seguintes situações • Esforços físicos frequentes ou prolongados; • Insuficiente período de descanso fisiológico ou de recuperação; • Cadência que não possa ser controlada pelo trabalhador.
  65. 65. • Antes de executar o levantamento e transporte de uma carga, – Devem ter-se em conta sempre os seguintes procedimentos: • Avaliar o peso, dimensão e forma da carga (solicitar ajuda quando necessário); • Verificar se não existem outros factores de risco (por exemplo, pontas aguçadas etc.) • Verificar se há necessidade de usar algum equipamento complementar (por exemplo, luvas, avental); • Definir o trajecto e verificar se o caminho a percorrer se encontra desimpedido, definindo previamente “onde” e “como” se irá colocar a carga.
  66. 66. • Escolhe algumas das palavras em baixo e escreve numa folha à parte actividades que são realizadas em armazém:
  67. 67. • Numa folha à parte faz um comentário à seguinte frase: • “Depositar material no armazém é o mesmo que depositar dinheiro no banco.”
  68. 68. • Cinco empresas do mesmo sector apresentaram a sua missão: – Empresa 1: Just in Time – Empresa 2: Resposta Rápida – Empresa 3: Exigências de Qualidade – Empresa 4: Redução de Desperdícios – Empresa 5: Serviço ao Cliente Como responsável de armazém, como deverão ser os processos de armazenamento de mercadorias tendo em conta as diferentes missões? Apresenta as respostas numa folha à parte.
  69. 69. O Ciclo de Vida dos Produtos • Todos os produtos “nascem”, desenvolvem- se, atingem a ”maturidade e “morrem”, isto é, deixam de ser procurados pelos consumidores ou clientes no fim do seu ciclo de vida.
  70. 70. Tipos de Entrega ao Cliente • Entrega descentralizada: • O material é separado na fábrica em quantidades pedidas pelo cliente e enviadas directamente sem passar por operações de armazenagem.
  71. 71. Tipos de Entrega ao Cliente • Entrega descentralizada – Vantagens: • Prazos de entrega mais curtos; • Custo de transportes mais baixos; • Produção / montagem / embalagem sob encomenda; • Maior atendimento do mercado local; • Maior apoio às áreas de marketing e comercial.
  72. 72. Tipos de Entrega ao Cliente • Entrega centralizada: • Entrega centralizada através de stock; • O material é guardado até surgirem os pedidos dos clientes; • No armazém o material é separado, embalado e expedido para o cliente.
  73. 73. Tipos de Entrega ao Cliente • Entrega Centralizada – Quais são as vantagens?
  74. 74. Tipos de Entrega ao Cliente • Entrega Centralizada – Vantagens: – Maior rotação de stocks; – Maior disponibilidade de artigos; – Reacção mais rápida a alterações de mercado;
  75. 75. Dois tipos básicos de Armazenagem • Armazenagem com lugar pré-definido - “um lugar para cada coisa e cada coisa no seu lugar”. • Armazenagem sem lugar pré-definido - “seja qual for no sítio disponível”.
  76. 76. Armazenagem sem lugar pré-definido • Vantagens: – Aproveitamento máximo dos espaços; – Facilita a arrumação dos materiais. • Inconvenientes: – Exige registo e controlo rigoroso da localização dos materiais.
  77. 77. Armazenagem com lugar pré-definido • Vantagens: – Fácil localização dos materiais; – Os materiais idênticos estão juntos. • Inconvenientes: – Perda de espaço visto que cada material tem o seu lugar cativo. – Pode dizer-se que normalmente 40% do volume útil para armazenar se encontra vazio. – Um material colocado em sítio errado fica eventualmente perdido.
  78. 78. A Arrumação dos Materiais • O único factor que é uma variável do armazém é a distância (percurso do material no armazém). • Tanto o peso como a frequência de movimentações não dependem do armazém.
  79. 79. Princípios Gerais do Armazenamento • Concentração dos materiais de uma única classe em locais adjacentes, a fim de facilitar as actividades de movimentação e inventário; • Separação dos Stocks do mesmo tipo de material, em função de sua condição (novo, usado ou recuperado); • Arrumação dos Stocks de mesmo tipo material, de acordo com a data de recebimento de cada um.
  80. 80. Princípios Gerais do Armazenamento • Stock dos materiais de movimentação constante em locais de fácil acesso proporcionando economia de tempo e de mão-de-obra; • Conservação dos materiais nas embalagens originais, que somente deverão ser abertas em ocasiões de fornecimento, inspecção ou manutenção; • Concentração dos stocks de reserva ao fundo da área de armazenagem, em locais de pouca movimentação.
  81. 81. Princípios Gerais do Armazenamento • Determinação das quantidades mínimas de materiais do stock activo, limitando-se as necessidades de movimentação dos stocks de reserva; • Observar de forma rigorosa a capacidade de carga dos pisos e das unidades de armazenagem; • Posicionamento correto dos materiais, de modo a permitir fácil e rápida leitura das informações registradas nas etiquetas de identificação de material.
  82. 82. Algumas normas do Sistema de Armazenagem
  83. 83. Passos para desenvolver um bom Layout • Traçar a área global a escalar; • Abranger todos os obstáculos fixos (colunas, elevadores, escadas, instalações de serviços); • Localizar as áreas de recepção e envio; • Localizar os vários tipos de armazenagem; • Atribuir a cada material a sua localização de armazenagem.
  84. 84. Tipos de Layout mais utilizados
  85. 85. Tipos de Layout mais utilizados
  86. 86. Tipos de Layout mais utilizados
  87. 87. Sistema de Cross Docking • Técnica de movimentação de materiais onde se pode receber e expedir materiais sem armazenar.
  88. 88. Sistema de Cross Docking • Tem que se saber o local de destino do produto no momento em que este é recebido. • O cliente tem que estar em condições de receber o material imediatamente.
  89. 89. Sistema de Cross Docking • Utilizar quando há movimentação de cargas para vários destinos; • Área de Armazenagem no limite da sua capacidade ou inexistente
  90. 90. Equipamentos de Movimentação
  91. 91. Equipamentos de Movimentação
  92. 92. Equipamentos Automáticos • Vantagens: – Redução do custo de mão-de-obra; – Aumento da produtividade; – Aumento do controlo através de maior melhor informação; • Desvantagens: – Alto custo do equipamento e da sua manutenção; – Tempo consumido para manutenção e treinamento; – Baixa flexibilidade para incertezas da procura.
  93. 93. Factores importantes no processo de Armazenagem • Em função das características dos materiais: – Por tipo; – Por tamanho; – Por frequência de movimentação; – Por tipo de material destinado a um departamento específico.
  94. 94. Factores importantes no processo de Armazenagem • Em função das características do espaço, considerando: – Tamanho; – Características de construção (paredes, pisos, etc.); – Localização face a outras áreas/departamentos da empresa.
  95. 95. • O objectivo do armazenamento é utilizar o espaço nas três dimensões (comprimento, largura e altura), de maneira eficaz. • As instalações do armazém devem permitir a movimentação ágil de mercadorias desde a recepção até à expedição.
  96. 96. Armazenagem de Mercadorias • A maior parte do trabalho executado num armazém consiste na movimentação de materiais. • O modo pelo qual os materiais são localizados, armazenados e movimentados, tem uma influência decisiva na forma como é utilizado o espaço.
  97. 97. Método para o controlo da validade de mercadorias
  98. 98. Centro de Distribuição de Mercadorias • Trata-se de uma configuração regional de armazém onde são recebidas cargas consolidadas de diversos fornecedores. • Essas cargas são organizadas de forma a serem encaminhadas para os pontos de venda mais próximos.
  99. 99. Funções do Centro de Distribuição
  100. 100. Vantagens na adopção do Centro de Distribuição • Essas vantagens são obtidas pela centralização do stock, podendo beneficiar todos os elos da cadeia: fornecedor, empresa e consumidor. • Vantagens: – Redução do custo de transporte; – Libertação de espaço nas lojas; – Redução de mão-de-obra nas lojas para receber e conferir mercadorias; – Diminuição da falta de produtos nas lojas.
  101. 101. Segmentos empresariais que recorrem a Centros de Distribuição • Supermercados; • Comércio de Electrodomésticos: • Farmácias; • Vendas por catálogo; • Comércio electrónico.
  102. 102. Desempenho Logístico • “A busca por eficiência tem como pré- requisito a alta qualidade dos serviços prestados ao cliente final.”
  103. 103. Desempenho Logístico • Os Indicadores de desempenho logístico podem monitorizar a qualidade das actividades logísticas internas à empresa ou a de seus parceiros (fornecedores). • Quanto ao âmbito, podem ser: – Âmbito Interno: Monitorizam o desempenho dos processos internos à empresa (Ex.: rotação de stocks, ruptura de stock, etc.). – Âmbito Externo: Monitorizam o desempenho dos serviços prestados pelos parceiros (fornecedores) da empresa. (Ex. entregas realizadas dentro do prazo, tempo de reabastecimento do fornecedor, etc.).
  104. 104. Indicadores de desempenho logístico interno • 4 Áreas-chave: – Atendimento do Pedido do Cliente; – Gestão de Stocks; – Armazenagem; – Gestão de transportes.
  105. 105. Etapas a Analisar no processo Logístico • Controlo de Stocks: – Controlar e responsabilizar-se por quantidades, localização e valores do stock físico do cliente, enquanto o mesmo estiver sob sua guarda; – Utilizar técnicas e meios modernos para acompanhar a evolução dos stocks no tempo, em termos de quantidades e localização para informar o cliente.
  106. 106. Etapas a Analisar no processo Logístico • Armazenagem: – Dispor de instalações adequadas para o exercício da actividade de armazenagem; – Realizar o controle de qualidade adequado, na entrada dos bens e materiais armazenados; – Possuir apólices de seguro para as instalações e para os bens materiais.
  107. 107. Etapas a Analisar no processo Logístico • Gestão de Transportes: – Qualificar e homologar transportadoras; – Contratar ou realizar transportes; – Negociar o nível de serviço desejado das transportadoras.
  108. 108. Etapas a Analisar no processo Logístico • Distribuição – Movimentação e Armazenagem de Produtos Acabados; – Preparação de Pedidos e Distribuição Física; – Paletização de produtos junto aos clientes; – Etiquetagem de produtos.
  109. 109. Logística e Marketing
  110. 110. Estruturas de Armazenamento
  111. 111. Estruturas de Armazenamento • Empilhadoras
  112. 112. Estruturas de Armazenamento • Estrutura de Porta-paletes
  113. 113. Estruturas de Armazenamento • Estantes para Stocks
  114. 114. Estruturas de Armazenamento • Critérios para escolha de estruturas de armazenamento: – Peso e dimensões dos produtos a armazenar – Velocidade / movimentação necessária à operação – Volume - quantidade total a colocar em stock – Densidade - quantidade de itens idênticos – Acessibilidade - necessidade de acesso directo – Frequência - quantidade de vezes que determinado item é acedido – FIFO/LIFO - necessidade de controlar o critério de saída – Velocidade - velocidade de ciclo (receber/enviar) – Custo total (estruturas + equipamentos de movimentação + construção) – Posição palete

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