Futsal

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Futsal

  1. 1. MÓDULO 2D I S C I P L I N A : P A F DAtividade:FUTSALElementos:Catarina Neivas n º 3Diogo Francisco nº6Maria Tavares n º 12Pedro Alves n º 16Professor da disciplina:Dr. Luís Maia Mendes
  2. 2. Introdução• Origem, evolução e tendências de desenvolvimento da modalidade, nas suas diferentes formas.• Prática da modalidade.• Legislação e regulamentos aplicáveis ao contexto de prática da modalidade.• Materiais e equipamentos específicos da modalidade.• Condições de segurança das pessoas e do património na organização de competições e eventos desportivos,de âmbito nacional e internacional.• Procedimentos de montagem e desmontagem de espaços e equipamentos afectos às práticas desportivas.• Sistemas de observação e de analise da prestação desportiva.• Técnica individual ofensivao recepção da bola, protecção da bola, condução da bola, drible (finta), simulação, diferentes tipos depasse, diferentes formas de remate, técnica específica por posições e Técnica individual defensiva.
  3. 3. Historia do Futsal1.º- Capítulo - Futebol de Salão - Negócio ou Modalidade• A modalidade de Futsal teve início no verão de 1986, quando se realizavam grandes torneios defutebol de salão, para angariação de fundos que ajudassem a manutenção dos pavilhões. Existiramtrês que se destacavam, os torneios do F. C. Gaia, Infantes Sagres e Académico.• Ao longo de um dos torneios, um grupo ponderou a possibilidade de realizar torneios em que olucro fosse em proveito de todos, mantendo as regras iguais para todos.• Assim os representantes das melhores equipas da época reuniram-se com outros colegas de Lisboae o projecto teve inicio.• Das conversações vieram os actos e rapidamente se constituíram três Associações a Nível Nacional:Porto, Lisboa e Minho para se poder criar a primeira Federação Portuguesa de Futebol de Salão.• À frente da Associação de Futebol de Salão do Porto ficou o Carlos Alves ficando e o Eduardo Pintocomo Vice-Presidente, que executava várias funções de Dirigente da Federação Portuguesa deFutebol de Salão, que na sua primeira versão foi constituída com gente muito importante dodesporto em Portugal, nomeadamente Dr. Paulo Relógio (à data Presidente do Sindicato deJogadores), José Eduardo (ex-Profissional de Futebol).
  4. 4. • A legalização da Associação de Futebol de Salão do Porto, foi solicitada que a escritura fossedeclarada pelo Boavista, Leixões e Padroense, no entanto o Boavista Futebol Clube não podiaparticipar na escritura pelo facto de a Associação de Futebol do Porto ter aconselhado todos osclubes de futebol do Distrito a não participarem na escritura da Associação de Futebol de Salão doPorto. Perante esta primeira reacção do poder supremo do futebol os membros indicados para aprimeira Direcção da AFSP, decidiram avançar com a escritura desta declaração por Clubes deFutebol de Salão, que naturalmente ficaram muito satisfeitos por participarem no nascimentodaquela que viria a ser a grande impulsionadora do Futsal em Portugal.2ª Capítulo• A escritura da fundação da Associação de Futebol de Salão do Porto (AFSP) foi realizada no dia 25de Fevereiro de 1986, que se veio a revelar o motor de desenvolvimento desta modalidade. Este foirápido com a AFSP e os seus dirigentes a assumirem a liderança da modalidade em Portugal, sendorelevante o facto de logo no seu primeiro ano de exercício a AFSP ter registado inscrições de 48equipas que disputaram a primeira prova que servia de apuramento para o 1º CampeonatoNacional da modalidade.
  5. 5. • Chegamos então à data mítica de 1990, data da realização do II Campeonato da Europa de Futebolde Salão. A AFSP foi a responsável pela organização do evento, alem de ser responsável dapreparação e estágio de um mês da Seleção Nacional.• Foi decidido realizar no Porto o Europeu, que decorreu com enorme brilhantismo, sendo digno dedestacar alguns aspectos que fizerem entusiasmo na época:o Público participativo (lotações esgotadas em todos os jogos de Portugal)o Título Alcançado (Vitória clara no Europeu)o Transmissão em Directo pela RTP todos os 5 jogos de Portugal.3º Capítulo - A Decisão Do Futebol Salão Internacional• Após uma semana de contactos com amigos em Espanha e no Brasil tomar conhecimento donascimento de um movimento liderado pelos dois maiores pilares da FIFUSA (FederaçãoInternacional de Futebol de Salão), da CBFS (Confederação Brasileira de Futebol de Salão) e FEFS(Federação Espanhola de Futebol de Salão), consistindo a aproximação do Universo FIFA (FederaçãoInternacional de Futebol) e por outro lado poderem fazer algumas alterações às existentes regrasde Futebol de Salão.
  6. 6. • Apesar de ser a maior Federação do Mundo, no Brasil foi bastante pacífica esta mudança, sendorapidamente celebrado um acordo ente a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) e a CBFS, queestabelecia entre outros pontos de menor importância, dois que definitivamente resolveram osproblemas entre o Futebol e o Futebol de Salão:o A CBFS mantém a sua personalidade jurídica, a totalidade dos seus órgãos econtinua com a responsabilidade de gerir, organizar e desenvolver em todos osEstados do Brasil o Futsalo A CBF aceita a gestão interna do Futsal pela CBFS, ficando com aresponsabilidade internacional ou seja, a CBFS os jogadores, dirigentes eSeleccionadores da CBF dá os equipamentos, para que o Brasil sejaexclusivamente representado pela CBF.• Ainda debaixo deste acordo os principais dirigentes da FIFUSA, abandonam esta entidade e a FIFAcria uma Comissão executiva para o Futsal, sendo os dois mais importantes dirigentes da FIFUFA(Januário D´Alésio e Álvaro de Melo e o Filho) integrados na comissão executiva da FIFA
  7. 7. • Em Espanha foi diferente, pelo facto de alguns dirigentes não terem gostado da decisão da FIFArelativamente à colocação no Universo FIFA dos Dirigentes Brasileiros.• Perante este novo acontecimento, o António Alberca Presidente da FEFS (Federação Espanhola deFutebol de Salão) e da UEFS (União Europeia de Futebol de Salão) e Vice-Presidente da FIFUSA,insatisfeito pelo facto de não lhe ter sido dado qualquer lugar importante no Mundo FIFA, avançapara Presidente da FIFUSA e recomeça uma batalha sem tréguas com a FIFA.• Inesperadamente os Clubes Espanhóis apercebem-se do aparecimento do Futsal no Brasil, e muitoinsatisfeitos pelas posições do Sr. António Alberca abandonam a Federação e criam uma Associaçãode Clubes, que rapidamente transformaram na LNFS (Liga Nacional de Futsal).• Foi feito um, acordo, após alguns anos de negociações, nas quais participaram:o A Federação Autonómica de Futebol de Salãoo A Federação Autonómica de Futebolo A RFEF (Real Espanhola Federação de Futebol)
  8. 8. Esse acordo estabeleceu:• A LNFS fica com a responsabilidade de gerir e organizar o Futsal em toda a Espanha,nas principais divisões:o Honoro PlataTodas as Federações Autonómicas de Espanha gerem e organizam o Futsal Juvenil eas restantes divisões.A RFEF suporta todas as despesas das Selecções e participa nas competiçõesinternacionais organizadas pela FIFA, cabendo à LNFS a escolha dos Dirigentes,Seleccionadores e Atletas.4º Capítulo - A REVOLUÇÃO PORTUGUESAAntónio Alberca impotente para travar a caminhada imparável do Futsal em Portugal, vem ao nosso Paíse oferece alguns cargos "importantes ". Com isto dividiram-se os desportistas portugueses.
  9. 9. • Em 1993/94, o País Desportivo ficou dividido em termos de Futebol de Salão, ficando o Sul a jogarFutebol de Salão e o Norte a jogar Futsal e não fora a teimosia de um dos mais destacadosdirigentes do Futsal que com a oferta de um grande título mundial, passou para o Futebol de Salãoque dada a sua grande capacidade financeira, conseguiu levar meia dúzia de Clubes consigo e aderrota do Futebol de Salão.• Mesmo assim, António Alberca, consegue realizar a Taça das Comunidades de Futebol de Salão, noPavilhão Rosa Mota, apresentando entre as oito selecções, que no início da competição passaram asete, a Selecção Espanhola, para demonstrar aos Salonistas portugueses que afinal, Eduardo Pintomentia, pois em Espanha continuava-se a jogar futebol de salão debaixo da alçada da Fifusa e nãoda FIFA.• Sabendo que a lei desportiva Espanhola obriga a que cada Selecção que pretenda representaroficialmente Espanha tenha de solicitar ao Ministro dos Desportos a respectiva autorização. Aposreunião com Presidente da Real Federação Espanhola de Futebol, Angel Maria Villar que por suavez falando com o Secretário dos Desportos de Espanha, Cortes Elvira, foi entregue um documentooficial, no qual se declarava que nenhuma entidade tinha solicitado autorização para representar aEspanha na Taça das comunidades de Futebol de salão e que quem representava a Espanha namodalidade era a Real Federação Espanhola de Futebol.
  10. 10. • Este já no Porto, reage e conjuntamente com os dirigentes portugueses dirigem-se à PoliciaJudiciária para apresentar queixa por difamação contra o Presidente da Federação Portuguesa deFutsal, Eduardo Pinto, num show off que exclusivamente pretendeu realizar a prova debaixo dadúvida de quem falaria verdade.• Com a força e o dinamismo dos dirigentes da Federação Portuguesa de Futsal, começaram a alargar"fronteiras" criando as Associações de Futsal do Algarve, Viana do Castelo e Guarda, quejuntamente com o Porto, Vila Real, Aveiro, Bragança e Braga começaram já a impor a FederaçãoPortuguesa de Futsal como a maior entidade no Futebol de Pavilhão.• Vencida a luta com o Futebol de Salão havia agora que nos virarmos para o objectivo inicial traçadoe acordado com o próprio Presidente da FIFA, Dr. João Havelange.5º Capítulo - JOÃO HAVELANGE NA ORIGEM DO FUTSAL EM PORTUGAL• João Havelange, o mesmo que recentemente foi tornado no mais recente Sócio Honorário de VilaNova de Gaia, teve uma importância decisiva na implantação do Futsal em Portugal.
  11. 11. • Convém recordar que João Havelange é um perfeito conhecedor do Futebol praticado em Pavilhões,tendo mesmo nos anos 70 desempenhado as mais altas funções no Panorama do Futebol de SalãoMundial, nomeadamente como Dirigente da FIFUSA, Federação Internacional de Futebol de Salão,instituição tão importante até à data, que viu o seu Presidente transitar para a Presidência da FIFA.• Chegado à FIFA João Havelange, começa a mudar as mentalidades dos dirigentes do FutebolInternacional, incutindo-lhes o gosto pelo Futebol de Salão começando desde logo a dar uma maiorimportância à variante liderada pela FIFA, o Futebol de 5.• Melo e Filho falaram sobre o crescimento do movimento internacional que liderava, na criação de umanova modalidade, o Futsal, cujo objectivo passaria por aglutinar no meio da FIFA as duas modalidadesde Futebol praticadas em pavilhão, o Futebol de Salão e o Futebol de 5, este projecto teve como noçãoque a modalidade liderada pela FIFA iria rapidamente ter uma maior projecção.• Melo e Filho, informaram ao Presidente da FIFA, João Havelange, que estava a dar grande força aoprojecto, sendo sua intenção a exemplo do Futebol, criar de imediato uma Comissão executiva dentroda FIFA que se preocuparia exclusivamente com o Futsal, comissão essa que iria aglutinar numaprimeira fase os principais Dirigentes internacionais do Futebol de 5 e do Futebol de Salão,perguntando se pretende ter alguma reunião, visto a sua deslocação a Portugal para participar noSorteio do Mundial de Sub-20 a realizar no nosso país.
  12. 12. 6º Capítulo - Estratégia da FIFA para o FutsalEm síntese o plano acordado com João Havelange, consistia no seguinte:o Abandono imediato da prática do Futebol de Salão, implicando naturalmente o nossoabandono da Federação Portuguesa de Futebol de Salão.o Divulgação imediata num Open de Futsal das novas regras da modalidade.o Criação de uma estrutura Federativa, a Federação Portuguesa de Futsal, cujo objectivo seriaconcentrar toda a actividade do Futsal e Futebol de Salão, acabando com a FederaçãoPortuguesa de Futebol de Salão.o Criação de um movimento ibérico tendo em vista a integração na real federação espanhola deFutebol de todas as estruturas do Futebol de Salão em Espanha.o E por último a integração da Federação Portuguesa de Futsal dentro do meio da FederaçãoPortuguesa de Futebol, com o estatuto de órgão autónomo.
  13. 13. Em Março de 1991,o Presidente da direcção da associação de futebol de salão registou em Lisboa aFederação Portuguesa de Futsal e mal chegou ao Porto, marcou uma reunião com toda a Direcção daAssociação de Futebol de Salão do Porto, da qual nessa reunião ficou determinado por unanimidade aseguinte estratégica:o A Direcção da AFSP vai defender a prática do Futsal junto dos seus filiados.o Solicitar à Federação Portuguesa de Futebol de Salão a autorização (que não veio a serconcedida) para que todos os Clubes da AFSP participantes das provas nacionais sejamdispensados do fim-de-semana seguinte, em virtude da realização nesse dia de uma ReuniãoGeral de Clubes da AFSP.o Apesar da firme disposição dos dirigentes da AFSP na implantação imediata do Futsal, osClubes é que tinham de decidir qual o caminho a seguir, pelo que iríamos juntar todos oselementos disponíveis sobre a nova modalidade o Futsal para serem apresentados aos filiadosnão numa Assembleia-geral, mas sim numa reunião, realizada nesse fim-de-semana, no HotelTuela no Porto, para que posteriormente todos os filiados já na posse de todos os elementosdisponíveis, pudessem em consciência decidir o caminho a seguir.
  14. 14. 7º Capítulo - REUNIÃO DO TUELA – MARÇO DE 1991• Apesar da Federação Portuguesa de Futebol de Salão, não ter autorizado os Clubes filiados naAssociação de Futebol de Salão do Porto a adiarem os seus jogos, a Direcção da AFSP, adiou todos osjogos e convocou todos os seus filiados para uma reunião sobretudo pelo facto de o Jornal (o Jogo)nesse dia, trazer uma notícia de que os Clubes do Porto iriam nesse fim-de-semana fazer greve aosseus jogos oficiais.• Assim a Direcção da AFSP compareceu na reunião, perante dirigentes, treinadores e até atletas, quetinham ficado surpresos pela suspensão de todas as provas, algumas das quais estavam na contagemfinal.• Após esta introdução, Eduardo Pinto, alegou os seguintes problemas, na sua óptica classificados demuito graves:Ao contrário das informações prestadas pela União Europeia de Futebol de Salão (UEFS) o Futebol de Salãona Europa e no mundo tinha sofrido um rude golpe pelo facto de os dois principais dirigentes mundiais daFederação Internacional de Futebol de salão (FIFUSA), Januário D’Alésio e Álvaro Melo e Filho, tinhamabandonado a instituição, passando a figurar na Comissão Executiva da FIFA para o Futsal, situação queculminava o afastamento das duas principais ligas do mundo, a brasileira e a espanhola, que tinham optadopelo Futsal da FIFA em substituição do Futebol de salão da FIFUSA.
  15. 15. • Eduardo Pinto apresenta nessa reunião um livro, o 1º livro de Futsal existente no nosso País,aproveitando a oportunidade para referir as principais alterações do Futebol de Salão para o Futsal,a saber:o A Bola aumenta ligeiramente.o Passa a ser permitido jogar dentro da área de balizao Introdução das Faltas individuais e faltas cumulativaso Introdução do Duplo Penalti (livre de 12 m, agora livre de 10 m)o Substituições volantes em vez de se parar o jogo.o Possibilidade do Guarda-Redes poder sair da área (e jogar a bola durante 4 s)• Eduardo Pinto, explicou ao pormenor o teor da reunião mantida em Lisboa com João Havelange,presidente da FIFA.• Por último Eduardo Pinto explicou em pormenor a organização do I Campeonato da Europa deFutebol de Salão organizado pela sua Associação, que trouxe à tona da área os objectivos poucosérios dos dirigentes da Associação de Futebol de salão de Lisboa explicando os motivos porqueconsiderava que a postura desses dirigentes era exclusivamente comercial
  16. 16. 8º Capítulo - ASSEMBLEIA HISTÓRICA ABRE PORTAS AO FUTSAL• No dia 23 de Março de 1991, no Auditório da Direcção Geral dos Desportos, fez questão de receberum a um todos os clubes que viriam participar na Assembleia.• Na segunda intervenção foram apresentados os factos e a todos aqueles que duvidavam da reuniãocom o Presidente da FIFA, foi distribuída uma cópia da carta recebida, a todos aqueles queafirmavam, que o Futsal não existia no Mundo, foi também entregue o I Livro de Futsal, emitidopela Confederação Brasileira de Futebol de Salão a maior estrutura do Mundo da modalidade e atodos aqueles que duvidavam da abertura da FIFA à modalidade, foi entregue uma cópia do acordocelebrado entre a Confederação Brasileira de Futebol e a Confederação Brasileira de Futebol deSalão.• Após a segunda intervenção, a esmagadora maioria dos presentes aprovaram a intervenção, e oapoio às posições. De seguida passou-se à votação, com 93 votos a favor e 3 contra, numademonstração inequívoca do apoio às novas ideias do Futsal.• Eduardo Pinto, agradeceu o voto de confiança de todos e dirigindo-se aos três clubes que votaramcontra, Associação Moradores do Carvalhido, Grupo Desportivo os Académicos e Praia-Mar, pediu-lhes para que fossem os primeiros clubes a inscreverem-se no I Open de Futsal.
  17. 17. 9º Capítulo - As negociações da Federação Portuguesa de Futsal com a Federação Portuguesa de Futebol• Após a Assembleia-geral que deu as boas vindas ao Futsal, deu-se início às competições de futsal, já comas novas regras, numa competição que serviu para confirmar o empenho de todos aqueles que tinhamdado um grande tributo ao nascimento da modalidade.• Com o empenho do Presidente da FIFA, deu-se simultaneamente a divulgação da nova modalidade, oFutsal, sob a defesa da recém criada Federação Portuguesa de Futsal, procurando cativar todos os Clubes epor outro lado deu-se início às negociações com a FPF, à data liderada pelo Dr. João Rodrigues.• A tarefa da organização do Futsal não foi fácil, dado ao empenho da Federação Portuguesa de Futebol deSalão ter iniciado um processo de difamação do Futsal, fazendo tudo com o apoio do Estado Portuguêsque ao atribuir à Federação de Futebol de Salão o estatuto de utilidade pública desportiva dava um fortemurro nas aspirações dos dirigentes do Futsal.
  18. 18. • O Futebol de Salão não parava e conseguia dar um bruto golpe ao Futsal ao passar para o seu lado um dosprincipais dirigentes do Futsal e agora cabeça de cartaz.• Fazendo tudo para ilegalizar a Federação de Futsal, só que contra a força não há resistência possível e vendoque o pulmão do Futebol de Salão vinha de Espanha, do Presidente da Federação Espanhola António Alberca,já igualmente Presidente da FIFUSA, e quando o Futebol de Salão se preparava para dar o golpe fatal noFutsal, organizando no Porto a I Taça das Comunidades, foi convocada toda a imprensa apresentando umdocumento do Governo Espanhol, assinado pela Secretário dos Desportos de Espanha, que atesta que aFederação Espanhola de Futebol de Salão não pode participar (mas participou) no evento por a mesma nãoter sido autorizada a tal.• A esta resposta, António Alberca, ajudado pelos Dirigentes da Federação a quem começava a atribuir cargos"importantes" na FIFUSA, apresenta uma acção em tribunal, contra o Ex-Presidente da Federação Portuguesade Futsal.• Foi tentado tudo, mas a FPF nunca demonstrava interesse em dar poder a uma estrutura, a FPFS, para queesta dentro da FPF pudesse com a autonomia necessária continuar a gerir o Futsal em Portugal.
  19. 19. • Ao fim de doze anos de luta o Sr. Eduardo Pinto desistiu, o adversário era muito forte e muitas vezesactuava sozinho, recordando que nessa altura não existia Internet, não existia a Sport TV, nãoexistia a Infordesporto, o FutsalPortugal nem o Desporto PT, para ajudar como tem acontecidoactualmente.• Assim ao fim de alguns anos de lutas sem tréguas, quando o presidente da FPFS saiu desse cargo foifeita a integração do Futsal no meio da FPF.
  20. 20. Aspectos Geográficos:
  21. 21. Aspectos Demográficos:• Há mais de 3.000.000 milhões de jogadores federados emtodo o mundo os países com jogadores mais federados são:1. Espanha - 1.000.0002. República checa – 300.0003. Itália – 210.0004. Brasil – 180.0005. Austrália – 120.000
  22. 22. Prática da modalidade:• No que relaciona para os vários tipos de intervenientes podemos definir numa hierarquia a formacomo esta realizada.• Num clube:
  23. 23. • Num Jogo:
  24. 24. Relação da prática com os diferentestipos de intervenientes• Presidente: Controla, Gere e toma as decisões mais importantes para o clube.• Direcção: reúne, divulgam ideias que beneficiam o rumo do clube.• Coordenador Técnico: É o responsável pela gerência do clube, isto é o que trata das encomendas, éo responsável do orçamento obtido e que zela pelo bom funcionamento do clube.• Patrocínio: Entende-se de patrocínio como um investidor para o clube com isto o clube tem decumprir com um tipo de requisitos feito pelo patrocinador.• Treinador: É o responsável pela formação da equipa e conduz os treinos para melhor prestação dosjogadores para a glória do clube.• Treinador adjunto: É o responsável por transmitir ao treinador algo que não esteja bem e em algunscasos apoia o treinador e opina sobre algum assunto técnico ou táctico que não esteja correto.
  25. 25. Director Desportivo: É o que preenche a ficha técnica, fala com os árbitros antes do jogo ezela para o bom ambiente entre a equipa técnica e jogadores.Jogadores: Os jogadores necessitam de um treinador para o desenvolvimentotécnico/táctico para um melhor rendimento, estes, são os responsáveis pela glória doclube (vitorias/taças/Campeonatos).Médico/Fisioterapeutas/Psicólogos: Responsáveis pelo bem estar físico/psicológico dojogador bem como aumentar a sua moral caso este necessite.Técnico de equipamentos: responsável pelos equipamentos de treino e de jogo.
  26. 26. • Num jogo:• Árbitros: geralmente são 3, dois de linha e um cronometrista, este só partir da 3ºNacional.• Equipas e staff: responsáveis pelo espectáculo desportivo.• Forças de segurança e corpo de intervenção: Tem como objectivo pela segurança do espectáculodesportivo• Publico: São os que proporcionam alegria e emoção ao verem um espectáculo com qualidade, sãotambém um ponto de referência em que os dirigentes, treinadores e jogadores querem afectar comqualidade e eficácia ganhando títulos e campeonatos.• Televisão/reportes/fotógrafos: responsáveis pela cobertura do evento transmitindo assim ao públicoque por diversos motivos não poderão comparecer no pavilhão.• http://www.youtube.com/watch?v=22sqe22FSLY&feature=related
  27. 27. • Árbitros• Equipas mais Staff técnico• Forças de segurança e corpo de intervenção• Publico• Televisão/ reportes / fotógrafos• Comité olímpico
  28. 28. Bola de Jogo• Masculino :• Adulto, Sub-20, Sub-17 e Sub-15: Circunferência de 62 a 64 cm; Peso de 440 a 400 gramas• Feminina:• Adulto e Sub-20: Circunferência de 62 a 64 cm: Peso de 400 a 440g.• Sub-17 e Sub-15: Circunferência de 55 a 59 cm; Peso de 350 a 380 g.• Sub-13, Sub-11 e Sub-9 Circunferência de 50 a 55 cm; Peso de 300 a 330 g.• Categoria inferior a Sub-9: Circunferência de 40 a 43 cm; Peso de 250 a 280 gramas.
  29. 29. Bola de JogoPassado Presente
  30. 30. BalizasSão colocadas no centro de cada linha de baliza.• A distância que separa os dois postes é de 3 m, e o bordo inferior da barra transversal situa-se a 2 mdo solo.
  31. 31. Equipamento de jogador e guarda-redes defutsal• O equipamento necessário para a prática damodalidade de acordo com os regulamentospara o efeito é o seguinte• O equipamento usual de cada jogadorcompreende: uma camisola, calções curtos,meias, caneleiras e calçado.• As camisolas dos jogadores estão numeradase cada jogador deve utilizar um númerodiferente.• O guarda – redes está autorizado a utilizarcalças compridas e a camisola que utilizadeve ser de diferente cor dos restantesjogadores e do árbitro.
  32. 32. Equipamento dos Árbitros:o O equipamento do árbitro é composto de:o Camisola ou camisa de cor diferente das equipaso Calções pretos. Podendo ter uma cor de contraste com a camisola nos bolsos.o Meias pretas com ou sem canhão e riscas brancas.o Ténis ou sapatos pretos, que poderão ter riscas.Equipamento dos Árbitros
  33. 33. EQUIPAMENTO DA EQUIPA DE ARBITRAGEMO equipamento da equipa de arbitragem é composto por:• Camisola ou camisa de cor diferente das equipas, podendo usar, para além da corpreta mais usual ao longo dos anos, é autorizado também outras cores tais como:o Vermelha ou grenáo Amareloo Verdeo Azulo Cinzento ou brancoo Lisas ou matizadaso Laranjao Calções pretos.Podendo ter uma cor de contraste com a camisola nos bolsos.Meias pretas com ou sem canhão e riscas brancas.Ténis ou sapatos pretos, que poderão ter risca
  34. 34. • É interdita qualquer publicidade nos equipamentos, com excepção do emblema dofabricante do equipamento e com o tamanho máximo de 16 cm2.• Os equipamentos dos árbitros devem ser uniformes.• O cronometrista deverá utilizar o equipamento fornecido pela F.P.F., (sempre quepossível a camisola deverá ser igual às dos árbitros)• Deverá ser sempre utilizado os equipamentos fornecidos pela FederaçãoPortuguesa de Futebol.
  35. 35. APETRECHOS DOS ÁRBITROS• Apito• Moeda• Relógio com /e cronómetro• Bloco de apontamentos• Lápis ou lapiseira• Cartões, Amarelo e Vermelho
  36. 36. APETRECHOS DO CRONOMETRISTABuzinãoEsferográficaBoletim de JogoPlacas de 5 (cinco) faltas
  37. 37. Procedimentos de montagem e desmontagem deespaços e equipamentos afectos às práticasdesportivas.• No espaço de jogo e recreio devem ser asseguradas uma manutenção regular eperiódica feita pela entidade responsável e a verificação tem de ser feita em toda aárea ocupada pelo espaço, bem como de todo o equipamento e superfícies deimpacto. De modo que sejam permanentemente observadas as condições desegurança e de higiene e sanidade previstas no presente diploma.• Caso se apresentem deteriorações nos equipamentos ou nas superfícies deimpacto susceptíveis de pôr em risco a segurança dos utentes, a entidaderesponsável pelo espaço de jogo e recreio deve diligenciar a sua reparaçãoimediata ou então se esta não for viável, a imobilização ou retirada doequipamento deve ser feita no momento.• Apenas uma parte do equipamento tenha de ser desmontada ou retirada, aquelaentidade também deve proceder à protecção ou desmontagem das fixações oudas fundações do equipamento.
  38. 38. Regulamentos específicos damodalidade, de âmbito federado.Duração do jogo• O jogo compreenderá dois meios tempos de 20 minutos e um intervalo de 15 minutos quenão poderá exceder os 15 minutos.O período de jogo só deverá ser encerrado após um chuto à baliza atingir o seu destino ouapós uma cobrança de penalidade máxima, de tiro livre sem barreira ou de tiro livre direto.O final será assinalado pelo apito do árbitro, assim como ocorre no futebol.
  39. 39. Tempo morto:• Cada equipa tem a possibilidade de pedir um minuto de tempo morto em cada parte do jogo,mas para o fazer essa equipa deverá estar de posse de bola.http://www.youtube.com/watch?v=yVvEglrpkDk
  40. 40. Constituição de equipas• O jogo será disputado entre duas equipas compostas, cada uma, por no máximo de 5 atletas,um dos quais, obrigatoriamente, será o guarda-redes.• É vedado o início de uma partida sem que as equipes contém com um mínimo de 5 atletas,nem será permitida sua continuação ou prosseguimento se uma das equipes, ou ambas, ficarreduzida a menos de 3 atletas.• O número máximo de atletas reservas, para substituições, é de 7.
  41. 41. Início do jogo• Após o sorteio para determinar a escolha do campo edo pontapé se saída, este terá de ser dão na direcçãodo campo do adversário.
  42. 42. CampoO seu piso será de madeira, material sintético ou cimento, rigorosamente nivelado, sem declives,nem depressões, prevenindo escorregões e acidentes.• O campo é rectangular, tendo o comprimento mínimo e a largura mínima definido de acordocom a competição, conforme definido abaixo:• . Liga Futsal Masculina: Comprimento entre 38 e 42 metros; largura entre 18 e 25 metros• . Liga Futsal Feminina: Comprimento entre 36 e 42 metros; largura entre 18 e 25 metros• .• . Adulto e Nacional: Comprimento entre 36 e 42 metros; largura entre 18 e 25 metros.• . Sub 20 e Sub 15: Comprimento entre 34 e 42 metros; largura entre 17 e 25 metros.• . Partidas Internacionais: Comprimento entre 38 e 42 metros; largura entre 18 e metros.
  43. 43. Penalidade Máxima• A área de grande penalidade é definida por um semicírculo delineado a 6 metros de cadaposte de meta, tanto para os lados quanto para frente. Este tem como um pequeno círculode 10 centímetros de raio, onde serão marcados os respectivos sinais de penalidade máxima.• http://www.youtube.com/watch?v=I94AXhxzTgU
  44. 44. Remate livre sem barreira• Tem como distância de 12 metros do ponto de partida, medida por uma linha imaginária emângulo reto com a linha de fundo, onde serão assinalados os respectivos sinais e tambémserão cobrados os tiros livres sem barreira, nas hipóteses previstas.
  45. 45. Placar ou mostrador e cronómetro electrónico• Todos os campos possuem, obrigatoriamente um placar ou mostrador, em perfeitascondições de uso e visibilidade para o público e para a equipa da arbitragem, afixar ou indicaros resultados da partida e o cronómetro electrónico para o controlo do tempo de jogo.
  46. 46. Substituições• De número indeterminado e voador, a qualquer tempo do jogo sem precisar pará-lo paraocorrer. Cada equipa pode fazer cinco substituições. O atleta substituído se voltar ao jogoserá anotado como nova substituição. O jogador expulso não pode ser substituído.• A troca de posição do guarda redes e os outros jogadores, desde que com a autorização doárbitro, não será contada como substituição. Essa troca não é permitida quando há cobrançade uma penalidade máxima (penalti), excepto se o guarda-redes não tiver mais condições decontinuar o jogo.
  47. 47. Punição• Se o guarda-redes, após ter posto a bola em jogo e recebe-a de volta de um dos seus companheiros,toca ou controla a bola com as mãos, ou com os pés, sem esta ter tocado num jogador adversário.• A sua equipa será punida com um tiro livre indireto a favor da equipa adversária, com a bolacolocada no local onde ocorreu a infracção, salvo se ocorrido dentro da sua área penal, quando abola será colocada sobre a linha da área e no ponto mais próximo de onde ocorreu a mesma.• Se após o lançamento de meta, a bola for devolvida ao guarda-redes, em qualquer parte do campo,sem que antes seja tocada por jogador adversário, os árbitros deverão penalizar com um tiroindireto.• O guarda-redes pode lançar a bola com os jogadores adversários dentro da área penal, desde queestes não prejudiquem o lançamento.
  48. 48. Condições que devemos reunir para que umafalta seja considerada:• Ser cometida por um jogador de campo ou reserva que não tenha cumpridocorretamente o procedimento de substituição;• Deverá ocorrer na superfície de jogo;• Ocorrer quando a bola está em jogo.• As faltas e incorrecções serão penalizadas com:o Tiro Livre Direito;o Tiro Livre Indireto.
  49. 49. Organização de competiçõesfederativas.• Masculino:• Torneios regionais• Campeonatos distritais• Campeonatos Nacionais• Supertaça• Taça de Portugal• Europeu• Campeonato do mundo• Copa continental• Copa dos libertadores• Por livre vontade sem estar federado (lazer)
  50. 50. • Feminino:• Torneios regionais• Campeonatos distritais• Campeonatos nacionais• Taça de Portugal• Europeu• Campeonato do mundo• Copa dos libertadores
  51. 51. Escalões:• Inscritos mas não federados: 6 aos 8 anos• Escolinhas: 8 aos 11• Infantis: 11 aos 12• Iniciados: 13 aos 14• Juvenis: 15 aos 16• Juniores: 17 aos 18 anos• Seniores:18 aos 35 anos• Veteranos: 35 em diante• Sub 9 de 5 a 9 anos.• Sub 11 de 9 a 10 anos.• Sub 13 de 11 a 12 anos.• Sub 15 de 13 a 14 anos.• Sub 17 de 15 a 16 anos.• Sub 19 de 17 a 19 anos.• Principal de 20 anos em diante.• Masters de 33 a 50 anos.• Veteranos acima de 50 anos.
  52. 52. Competições distritais.docx
  53. 53. Sistemas de observação e de análiseda prestação desportiva.Principais indicadores de observação da modalidade:• Tempo• Posse de bola.• Remates à Baliza.• Faltas cometidas.• Cantos• Golos• Expulsões ou advertências
  54. 54. Métodos de recolha, tratamento e análisede dados, tecnologias associadas.• Tabelas de estatística que esta demostrada aqui em baixo.• boletim de jog _futsal.doc
  55. 55. Instrumentos utilizadosUtilizam-se para ver o tempo Útil de jogo dois cronómetros, um para cada equipa.Uma folha de registo pré pensada de modo a que o apontamento dos principais pontos sejam feitas.Realização de umas contas com uma formula especifica.Depois de realizados os cálculos obtiveram uma percentagem dessa percentagem obtiveram o gráfico quequeríamos obter.
  56. 56. Fórmula:1ª ParteTempo útil: 634 segundosEquipa A5.15 Minutos = 315s634 ---------- 100%315 ---------- X315x100:634= 49.7%Equipa B5.19 Minutos = 319s634 ---------- 100%319 ---------- X319x100:634=50.3%
  57. 57. 2ª ParteTempo útil: 604segundosEquipa A5.35 minutos = 335s604 ---------- 100%355 ---------- X355x100:604= 55.5%Equipa B4.29 minutos = 269s634 ---------- 100%269 ---------- X269x100:604= 44.5%
  58. 58. Tempo útil : 1238 segundos(634s + 604s = 1238segundos)• Equipa A• 315s + 335s = 650 segundos• Equipa A• 1238 ---------- 100%• 650 ---------- X• 650x100:1238= 52.5%Equipa B319s + 269s = 588 segundosEquipa B1238 ---------- 100%588 ---------- X688x100:1238= 47.5%
  59. 59. GráficoEquipa 1ª Parte 2ª ParteN.S.R. Lapa (equipa A) 49,7 55,5N.C.R. Valongo (equipa B) 50,3 44,501020304050601ªParte2ªParteTotalEstatísticade JogoN.C.R. Valongo N.S.R. Lapa
  60. 60. • Agora que mostramos como é realizado vamos ver o produto final:• ......boletim de jog _futsal com jogo.doc
  61. 61. Fundamentos técnicos e tácticos predominantes namodalidade - futsal• Princípios gerais e específicos do jogo; modelo e métodos de jogo; fases do jogo, acções come sem posse de bola.• Acções tácticas colectivas ofensivas e defensivas Acções tácticas dos sistemas de jogo.• Como estes dois pontos são semelhantes decidimos junta-los e então vamos explicar de umaforma clara e precisa todos os constituintes pertencentes ao nível técnico e táctico.
  62. 62. Sistema• É o modo pelo qual os jogadores são distribuídos em campo, ocupando-oem largura e profundidade, bem como, a sua coordenação nas acçõescolectivas.
  63. 63. G FAAP GFAPA
  64. 64. • Procura de linhas de passe para iniciar o movimento ofensivo.• Por parte da equipa adversaria movimento defensivo colocação dojogador a frente da bola impossibilitando assim fazer o passe.
  65. 65. G FAAP GFAPAProcura de linha depasse!Jogadores impedem atransição da bola
  66. 66. • Como vimos nesta situação a transição ofensiva e a transição defensiva deve ser realizada omais rapidamente possível pois assim a nível OFENSIVO pode causar um desequilíbrio e assimchegar ao golo, no momento DEFENSIVO pode então causar um bom momento para a equipaque esta a defender, poder recuperar a bola.
  67. 67. MOMENTO OFENSIVOSistema de Jogo Ofensivo – Conjunto de acções ofensivas coordenadas deuma equipa, executadas segundo um padrão de jogo, procurando criardesequilíbrios com o objectivo de conseguir o golo.
  68. 68. GFAAPGFAPA
  69. 69. MOMENTO DEFENSIVOSistema de Jogo Defensivo – Conjunto de acções defensivas coordenadas de umaequipa, executadas segundo um padrão de jogo, com o objectivo de defender a suabaliza, contrariando as acções ofensivas contrárias.
  70. 70. GFAAPGFAPAAssim o Pivô não tem linhas depasse o que permite a equipaadversaria recuperar a bola
  71. 71. • Aqui temos vários tipos de tácticas que ostreinadores usam para as suas equipas.
  72. 72. Posições:• Guarda redes: É o único que pode jogar com as mãos dentro da áreae este pode ser fixo, só na baliza, ou pode ser guarda redes avançadodependendo do resultado.• Este deve manter a calma, controle e deve ter o poder de liderança poiseste e o único homem que realmente vê o jogo numa perspectiva maior. Oguarda redes deve obter uma condição física favorável com bons reflexos,agilidade e deve possuir bravura e coragem para não ter medo deenfrentar os remates que lhe são feitos.
  73. 73. • Fixo: Posição do jogador menos atacante. É o jogador que fruto do seuposicionamento, mais vezes joga de frente para a baliza adversária. Tirando oguarda redes este é o ultimo homem da defesa o que deve ser ciente nas decisõese deve saber lidar bem os seus companheiros
  74. 74. • Alas: Os Alas tem um maior trabalho que o resto dos jogadores estes são osresponsáveis pela transição ofensiva como defensiva por isso estes devem ter umacapacidade de resistência boa e com um entendimento prefeito entre os dois poisse isso acontece podem haver jogadas muito boas entre os dois que leva a vitoriao grupo.
  75. 75. • Ponta:• Jogador que fica mais a frente, este deve adquirir força deremate, colocação e resistência.• Este é o maior responsável pelos golos pois não só remata ouespera pela bola este também e o responsável pela pressãono campo do adversário.
  76. 76. Técnica individual ofensiva – recepção da bola, protecção da bola, condução dabola, drible (finta), simulação, diferentes tipos de passe, diferentes formas deremate, técnica específica por posições e Técnica individual defensiva – desarme,intercepção, técnica específica por posições (ex. guarda redes)• PASSE: “ Ação de enviar uma bola a um companheiro ou determinado sector doespaço de jogo”.
  77. 77. • Passe: Forma dos jogadores comunicarem entre si com a bola. O passepode ser curto ou longo, rasteiro ou por alto, com efeito ou em elevação.• Passe em Elevação: Diz-se de passe efectuado por alto, com execuçãotécnica particular.• Pisar: Acção técnica ofensiva que consiste em parar a bola com a plantado pé, passando-a ao colega.
  78. 78. • CONDUÇÃO: “ Ação de progredir com a bola por todos os espaçospossíveis de jogo”.
  79. 79. • DRIBLE: Ação individual, exercida com a posse de bola, visando ludibriar(atrapalhando) um oponente, tentando ultrapassa-lo.
  80. 80. • FINTA: “ Ação exercida sem a posse de bola, de forma individual oucoletiva, onde as movimentações visam confundir o oponente abrindoespaços para as infiltrações”.
  81. 81. • ANTECIPAÇÃO: “É o ato do jogador antepor aoadversário para ganhar a posse de bola”
  82. 82. • Remate: “ Ação de golpear a bola, visando desviarou dar trajectória à mesma, estando ela parada ouem movimento”.
  83. 83. • CONTROLE: “ Ação de dominar a bola e saber manejá-la deacordo com as várias situações que ocorrem durante o jogo “.
  84. 84. • ANTECIPAÇÃO: “É o ato do jogador antepor aoadversário para ganhar a posse de bola”G FAAPGFAPA
  85. 85. CABECEIO• Ação de golpear a bola com as regiões da cabeça (testa),tantoofensivamente como defensivamente”.
  86. 86. PONTAPÉ DE CANTOA bola por algum motivo toca no adversário e sai pela linha defundo o arbitro da a ordem da marca de ponta pé de canto.GFAAPGFAPA
  87. 87. DESLOCAMENTOS• Maneira pelo qual o jogador busca um melhor posicionamento na campode jogo, com ou sem a posse da bola, para efectuar uma ação ofensiva oudefensiva para si ou para sua equipe. Geralmente o deslocamento é feitoem grandes espaço do campo”.
  88. 88. G FAAP GFAPAProcura de linha depasse!
  89. 89. • Existem ainda mais jogadas e transições que ainda não estudamos masagora para as verificarmos iremos ver um pequeno jogo onde estãolegendadas as jogadas.http://www.youtube.com/watch?feature=endscreen&NR=1&v=w-towlxyqdY
  90. 90. Conclusão• Tereis refletido que este trabalho é relacionado com desporto,especificado o futsal, esperemos que vocês tenham entendido a história ea evolução do mesmo.• Pretendemos que tenham ficado a conhecer um pouco este desporto,como sendo o próxima a ser mais praticado a nível mundial.
  91. 91. Bibliografiahttp://www.futsalgmd.com.br/novo/arquivos_upload/modalidades/arquivos/7.htmDia: 9-1-2012 Hora: 21:32http://www.youtube.com/watch?v=lWGAsi9wi8Y&feature=relatedDia: 3-1-2012 Hora: 22:39FIFA (Federação internacional de futebol Association)http://pt.fifa.com/futsalworldcup/destination/history/Dia :14/11/2011Wikipédiahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Futsal#Hist.C3.B3riaDia : 14/11/2011Zero Zerohttp://www.zerozero.pt/escalao.php?esc=1&gen=0&mod=3&pais=1&fk_epoca=141Dia: 14-11-11Pedagogia do futsal.www.pedagogiadofutsal.com.br/historia.aspxDia: 21-11-11http://www.zerozero.pt/Data: 05-12-11 Hora: 17:20hhttp://zedatasca.no.sapo.pt/Lei04_Equipamento_Jogadores.pdfData: 05-12-11 Hora: 18:09hhttp://arbitros5.tripod.com/id1.htmlData: 05-12-11 Hora: 18:09hhttp://cfda.no.sapo.pt/modalidades/futsalreg.htmData: 07-12-2011 Hora 14:18http://aff.pt/portefolio_eventos.htmData: 07-12-2011 Hora 14:29

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