Jornal 01

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Jornal 01

  1. 1. Editorial TEMPO COMUM - Ano II / nº 04 Mudança de hábito Por: Drausio Lazaro Em um desses domingos, boca” (cf. Ap 3, 14b. 15-16). compridas.num programa de televisão de Voltando ao programa Da mesma forma queuma rede muito conhecida, uma de televisão, como pano de um comportamento foi mu-das atrações foi o Pe. Reginaldo fundo, belas mulheres, belas dado com um vestuário maisManzotti. Foi uma boa dançarinas. adequado (mesmo que mo-apresentação. Músicas bonitas mentaneamente), que a presen-e respostas objetivas e diretas. “Não és frio nem ça de cada cristão - cada um deQuando indagado sobre um quente. Oxalá fosses nós - produza as mudanças ne-fato polêmico, não ficou “em cessárias em nossa sociedade.cima do muro”, disse que: “um frio ou quente!” Sem vulgaridade, sem roubos,Padre não pode ser indeciso”. Normalmente elas além de sem mentiras e sem enganos.Como aquele versículo do dançarem muito bem, encan- Porém, com muita beleza hu-livro do Apocalipse: “... Assim tam os olhares masculinos com milde, pureza, justiça e paz.fala o Amém...: Conheço a seus lindos corpos, roupas cur- Boa leitura desse IV In-tua conduta. Não és frio nem tas e apertadas... Contudo, no formativo Paroquial, mais umaquente. Oxalá fosses frio momento da apresentação do tentativa em tornar o mundoou quente! Mas, porque és Padre, as dançarinas se apre- um pouco melhor. Quer nosmorno, nem frio nem quente, sentaram com roupas brancas, ajudar?estou para vomitar-te de minha blusas de mangas, e calças
  2. 2. TEMPO COMUM - Ano II / nº 04 Jornal Paroquial Você sabe o que é o Código de Defesa do Consumidor? (Parte 3) Por: Paulo Manso Nesse número terminaremos o assunto Código de Defe- Quer saber da Dona Maricotinha? Está feliz da vida, vendo novelasa do Consumidor. E como prometido, tentaremos esclarecer de mexicana em alta definição.forma simples os mais relevantes direitos básicos do consumidor Direitos Básicos envolvidos: Educação e divulgação so-através de exemplos de situações que todos nós, como consumido- bre o consumo adequado de produtos e serviços, assegurando ares, podemos estar sujeitos. liberdade de escolha e contratação; Proteção contra publicidade Historinha n.º 1 – A mãe de Geraldinho dirigiu-se à enganosa e abusiva e Acesso aos órgãos judiciários e administrati-Brinquedolândia – Fábrica e Comércio de Brinquedos Ltda. e ali vos para atendimento de suas reivindicações.comprou um carrinho de fricção para seu filho de dois anos. O Historinha n.º 3 – A festa de casamento de Altino foi ummenino, ao ver o carrinho, não se conteve e imediatamente iniciou verdadeiro fracasso. Ele havia comprado todos os comes e bebesa brincadeira. Depois de algum tempo friccionando o brinquedo, e os guardou em seu freezer. Porém, devido a um defeito na redeuma pequena peça soltou-se e a criança, ainda sem o juízo ne- de energia elétrica houve uma sobrecarga que queimou todo o sis-cessário, acabou por colocá-la na boca, engasgando-se. A mãe de tema elétrico de sua casa, inclusive o freezer e outros eletrodo-Geraldinho, muito assustada, ligou para o telefone de emergência mésticos. O pior de tudo é que o problema aconteceu exatamentee seguindo as orientações do atendente conseguiu livrar o filho do no momento em que Altino e a então noiva, Atíria, estavam seobjeto que lhe obstruía a garganta. Ela, então, dirigiu-se ao PRO- casando na Igreja de São Geraldo. Quando os noivos e os convi-CON, onde formalizou a sua reclamação. Como na embalagem dados chegaram para a festa o terraço estava às escuras e a comidado brinquedo não havia qualquer informação relativa à existência estragada. Constrangido, Altino não teve outra alternativa, senãode peças pequenas e tampouco indicação da idade mínima para a pedir desculpas aos convivas e mandá-los de volta para suas casas.qual o brinquedo era recomendado, a Brinquedolândia foi mul- No dia seguinte, ainda transtornado, Altino ingressou com açãotada, além de ser obrigada a retirar de suas prateleiras todos os na Justiça requerendo a reparação dos danos materiais relativos àprodutos que se encontravam sem as informações necessárias para queima dos equipamentos domésticos e aos gastos com a comidaassegurar a segurança e a saúde dos pequeninos usuários. que estragou. Além disso, requereu reparação pelos danos morais Direitos Básicos envolvidos: Proteção da vida, saúde e experimentados, traduzidos no constrangimento e no transtornosegurança e Informação adequada ao consumidor. fora do comum pelos quais ele e sua recém esposa haviam passa- Historinha n.º 2 – Dona Maricotinha lia tranquilamente do. Na audiência, a concessionária de energia elétrica, alegou queo seu jornal de domingo, quando uma propaganda lhe chamou a Altino não tinha como comprovar que os danos foram causadosatenção. Uma famosa loja de eletrodomésticos garantia vender pelo defeito na rede elétrica. O Juíz, no entanto, verificando queuma TV de LED por apenas R$ 800,00. Como a sua velha TV já havia aparência de verdade no que Altino alegava, inverteu o ônusprecisava ser aposentada, ela resolveu comprar o aparelho anun- (obrigação) da prova. Assim, a concessionária é que passou a ter aciado. Ao chegar à loja, informou ao vendedor que gostaria de responsabilidade de provar que não foi o defeito ocorrido na redelevar a TV pelo preço indicado no anúncio do jornal. Entretanto, elétrica o causador dos prejuízos do consumidor. Como isso nãopara sua surpresa, o gerente disse que a promoção só seria válida foi possível, a concessionária não teve outra alternativa, senão res-se a dona de casa adquirisse, também, um aparelho de DVD. Fora sarcir os prejuízos de Altino e Atíria, além de indenizar os danosisso, se quisesse comprar a TV, dona Maricotinha agora teria que morais sofridos pelo casal. Assim, Altino e Atíria puderam, enfim,desembolsar R$ 1.100,00. Frustrada, Dona Maricotinha procurou viajar em Lua-de-Mel.Direitos Básicos envolvidos – Prevenção eo Juizado Especial Cível de Olaria onde ajuizou a sua Reclamação. reparação de danos; Adequada e eficaz prestação de serviços pú-Ao veicular a referida oferta a loja acabou realizando propaganda blicos em geral e Facilitação da defesa do consumidor perante àenganosa, uma vez que não havia menção à nenhuma condição Justiça.para a compra da televisão. No dia da audiência, o Juiz, após ana- As historinhas utilizadas são obras de ficção apenas paralisar com calma os elementos apresentados pelas duas partes, deu ilustrar o que se quer dizer. É claro que a solução das ações judi-ganho de causa para a dona de casa. A propaganda realizada, tor- ciais nem sempre são tão simples e rápidas quanto nos exemplosnou obrigatória a oferta do produto nos termos anunciados. Além utilizados acima.disso, o fornecedor não poderia impor uma condição (a compra Um grande abraço e até a próxima edição.do aparelho de DVD) para realizar a venda da televisão. O juiz Obs: Se você quiser sugerir um tema de utilidade pública ouesclareceu que tal procedimento é chamado de “compra casada” e relativo à cidadania, procure a Pastoral da Comunicação oufere o direito de livre escolha do consumidor. A loja de eletrodo- envie um e-mail para saogeraldo.pazcom@yahoo.com.brmésticos foi obrigada a vender a TV por apenas R$ 800,00, sem Os assuntos mais pedidos serão objeto de nossas próximas edi-que a dona de casa precisasse comprar qualquer outro produto. ções.
  3. 3. N osso bairro re- pelos moradores no que se refere a líticos e cargos públicos. Todas as centemente cele- ter que sair de suas casas sem ao nossas atitudes são atitudes políti- brou a vitória da menos terem desejado isso, ou seja, cas (podemos citar como exemplo aesperança e da cidadania. mudança feita à força. Tudo isso política da boa vizinhança). Aristó- Aquela preocupação com com a possibilidade de indenizações teles, filósofo grego, já afirmava queo bem estar de todos (já defendi- irrisórias pagas pela prefeitura ten- o homem é um ser político. Bertoldda desde a Idade Média pela Igreja do como base o que vem sendo pago Brecht (dramaturgo e poeta ale-com ensinamentos de Sto. Agosti- em trechos já adiantados da Trans- mão), dizia que o pior analfabeto énho, Tomás de Kempis, S. Tomás carioca.” o analfabeto político. Ele não ouve,de Aquino entre tantos outros pen- (Douglas Ricardo de Assunção, não fala, nem participa dos aconte-sadores católicos), do bem comum, morador da Estrada Engenho da cimentos políticos. Ele não sabe odeu lugar à realidade. A associação Pedra). custo de vida, que o preço do feijão,formada pelos moradores e comer- do peixe, da farinha, do aluguel, do ciantes das ruas Engenho da Pedra sapato e do remédio depende dase Ibiapina, com o apoio de gran- decisões políticas. O analfabeto po-de parte dos moradores do bairro lítico é tão burro que se orgulha ede Olaria, venceu, com o poder da estufa o peito dizendo que odeia aunião e da persistência, os interes- política. Não sabe que, da sua igno-ses dos detentores do poder. Infeliz- rância política, nasce a prostituta,mente esses interesses por muitas o menor abandonado, e o pior devezes não são tão claros: todos os bandidos, que é o político “Fiquei extremamente feliz Fica para nós o exemplo de vigarista, pilantra, corrupto e lacaiopela nossa vitória diante do que se- que lutar pelo bem comum é o me- das empresas nacionais e multina-ria o fim da parte mais importante lhor caminho, trabalhar em prol da cionais.de Olaria. Se não tivéssemos conse- verdade e da justiça é para os mais “Eu como comerciante, se-guido esta vitória teríamos proble- fortes e corajosos, mesmo que seja ria muito prejudicado em virtudemas com a segurança, uma vez que mais difícil. Que a omissão, a co- desta via passar em frente à minhaviadutos trazem a possibilidade de vardia e o comodismo são inimigas loja. Obrigando-me a um recuo. Es-moradia de mendigos e escuridão. vencíveis. PensarCom o grande fluxo que, segundo nos outros é sinalos engenheiros, haveria de ônibus de grandiosidade,articulados a cada trinta segundos disponibilidade eos níveis de poluição seriam eleva- despojamento. Adíssimos. Nossos imóveis, princi- verdadeira políticapalmente os que margeariam a via, se faz assim, pois,teriam uma grande desvalorização. enganamo-nosMas, talvez os imóveis que não se quando pensamosencontram muito próximos da via que política se re-tivessem seus valores elevados. Sem sume na questãofalar sobre o forte impacto sofrido dos partidos po-
  4. 4. pero que este projeto seja mudado militares, mas, também, aos nossos sensatamente suspendeu a constru-para um local mais adequado e com jovens da terceira idade, morado- ção, dizendo que iria procurar ou-menos desapropriações.” res, alunos de colégios próximos tro terreno (Fonte Band News FM).(Sr Natanael Dias Filho, comer- etc. Esse fechamento era para co- Esse é o recado. Não pode-ciante situado a rua Engenho da locação de uma UPA, nada contra, mos ficar com os braços cruzados,Pedra). pois saúde para nossa população é esperando que outros resolvam nos- O presidente da COMPRO- sempre bem vinda (desde que seja so futuro. Temos algo que ninguémCEEPI, Marcos Saldanha, enviou pode tirar: a mobilização, a forçauma nota em resposta à nossa soli- do voto, força essa, que todos os po-citação: líticos temem e tremem. “Prezados, mais uma vez Atenciosamente.venho escrever sobre a TransCario- MarcosSaldanha.ca Lote 2. Dessa vez não vou me es- (Presidente COMPROCEEPI).”tender sobre o trajeto estrada Enge- Lembremos de que os nos-nho da Pedra, pois o nosso Prefeito sos governantes não são os nossosEduardo Paes, já informou mais patrões, mas, e apenas, nossos re-de uma vez, que não mais passará com esse fim e não com cunhos po- presentantes: funcionários da coisaaqui e sim por outra via, que tenha líticos). Mas, por que destruir um pública (res publica). Então, não éo menor impacto possível sobre a local tão agradável, quando próxi- justo que eles tenham sempre maispopulação dos nossos bairros. Mas, mo já temos outros locais públicos e nós tenhamos sempre menos. In-sim, sobre um verteram-se oslegado muito valores. Nãomaior, legado podemos ficaresse que venho parados “ven-percebendo em do a bandanossos mora- passar”!dores, que é o Parabéns paraentendimento a associaçãosobre o que é o dos morado-poder público, res, parabénsque ele existe cidadãos ca-para nos servir riocas!e não nós ser-virmos eles.O Governo,mais uma vez,sem consultaros comercian-tes e aos moradores, estava em fase fechados, que em um passado pró-final de fechamento de uma das ximo serviam com esse fim? O quemais antigas praças de Olaria, mais eles não contavam, era com a mobi-conhecida como Praça das Sendas, lização dos moradores, que em ummuito arborizada, que serve como ato corajoso, mostrou que ali nãolocal de base para nossos policiais era o local apropriado e o governo
  5. 5. TEMPO COMUM - Ano II / nº 04. Aborto, um ato de crueldade. Por: Juliene Vieira Falar sobre aborto virou rotina na sociedade, pois o as- de aborto, poissunto já emplacou, provocando sempre a mesma discussão: aborto estaria inverten-é um crime ou “direito da mulher”? Mas, como falar em direito do a ordem jurí-quando se fala em tirar a vida de alguém que não pode se defen- dica, onde umader? Como falar em direito da mulher, quando se fala em agredir lei dita menor,o próprio corpo para tirar a vida de alguém que carrega em seu entra em choqueventre? E o direito à vida garantido na Constituição do Brasil, que com a lei maioré a lei maior de nosso país, e que em seu artigo 5º versa que: “To- e prevalece,dos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, isso no ordena-garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País mento jurídicoa inviolabilidade do direito à VIDA...”, será que esse direito não pátrio brasileirodefende a vida de quem ainda não nasceu? Sim, defende! Mas, é impossível,aquela criança indefesa não pode brigar por seu direito à vida, e pois por deter-a sociedade não se interessa por aquele ser que ainda não nasceu. minação legalA legislação brasileira é amplamente contra o aborto, pois não so- é expressamen-mente a Constituição Federal garantiu a inviolabilidade do direito te proibido, eà vida, como também o Governo brasileiro assinou o acordo in- se caso acon-ternacional de defesa dos Direitos Humanos, Pacto de São José tecesse da lei ser aceita, seria impedida de entrar em vigor, poisda Costa Rica, que prevê expressamente no artigo 4º que; “Toda fatalmente essa lei seria inconstitucional e não poderia entrar nopessoa tem o direito de que se respeite a sua vida. Esse direito deve mundo jurídico, sendo assim, o projeto de lei que visa viabilizar oser protegido pela lei, em geral, desde o momento da concepção. aborto é inconstitucional, não podendo jamais prevalecer em nos-Ninguém pode ser privado da vida arbitrariamente.”, e tal artigo sa sociedade. Para nós cristãos a vida é o bem mais precioso quetem embasamento cientifico nas lições de Karl Ernest Deus deu, para nós cidadãos o direito a vida é garantiaVon Baer, considerado o pai da embriologia, pois Constitucional, e deve ser defendido sempre. Masem 1827, descobriu que a vida humana começa como um país que consagra o direto à vida podena concepção, no momento em que o esperma- querer garantir o direito à morte de um inocente?tozóide entra em contato com o óvulo, pois é Impossível entender, pois é a contradição maisnessa fase que toda a identidade genética do novo absurda que se espalha na sociedade com diversosser é definida, e segundo a ciência é a partir daí que argumentos, tais como: a criança não teria chance dese inicia a vida biológica do ser humano. Se não bastassem sobreviver; ou a mãe foi violentada. Várias desculpas sãoapenas tais argumentos para que as pessoas que são a favor a que criadas para defender o direito de matar um filho de Deus. Seriatal prática criminosa deixe de ser considerada como crime, temos maravilhoso se criassem tantos argumentos assim para defender aainda tal direito mais especificamente previsto no Código Civil de vida. O aborto não é só um crime, é também um ato de crueldade,2002, em seu artigo 2º, que garante que; “A personalidade civil um ato violento, pois não é dado à sua vítima o direito de defesa,da pessoa começa do nascimento com vida; mas a lei põe a salvo, pois aquele ser indefeso, não pode nada fazer, apenas esperar nodesde a concepção, os direitos do nascituro”. Ora, qual maior di- aconchego do ventre materno o dia escolhido por Deus pra nascer.reito não teria o nascituro que não o direito à vida? O código civil A maternidade é um dom divino, filhos são bênçãos enviadas porcoloca os direitos materiais a salvo, todavia, numa interpretação Deus, quantos casais sofrem a dor mais profunda por não poderemmais abrangente, há o enquadramento do direito à vida no rol de ter essa benção, quantos pais choram a morte de um filho, e comotais direitos garantidos, lembrando sempre que o direito a vida é é difícil crer que uma mãe pode interromper de forma tão cruel adireito inviolável e que se sobrepõe a qualquer direito material. vida de seu filho, como é difícil crer que a própria mãe mate o fruto Contudo, ao se falar em lei, o legislador de outrora pune de seu ventre, acabando com uma obra de Deus.com dureza aos praticantes de tal ato tão cruel e desordenado, pois O papel da Igreja e dos cristãos é defender sempre o di-o crime de aborto é um dos que encontra maior enquadramento no reito à vida, principalmente a vida daquele que não pode se de-código penal brasileiro, vem especificado na parte especial, que fender, por isso, temos que unir forças e impedir que o aborto sejaversa sobre os crimes contra pessoa e dos crimes contra a vida, legalizado, pois é uma imoralidade um país com maioria cristãonde não somente a “mãe” é punida por tal prática, mas também aceitar tamanha crueldade, temos o dever de, seguindo os passostoda a equipe médica envolvida, além das outras pessoas que cola- de Jesus, brigar pelo fim da injustiça, se o aborto deixar de ser cri-boraram para que tal fato acontecesse, hoje temos no nosso código me, todos os dias, inocentes serão mortos pela vaidade humana, epenal quatro artigos que trazem a punição para tal crime, são eles; isso seria o mesmo que estar crucificando Jesus novamente. Temosarts. 124, 125, 126 e 127, artigos estes que o projeto de lei que pede que impedir isso por amor aquele que primeiro nos amou.a descriminalização do aborto está tentando revogar, retirar do có- ___________________________________digo penal, para que o aborto deixe de ser crime e passe a ser um (Juliene Vieira Ferreira é advogada, auxiliar da Catequese de Crisma daato normal e rotineiro na sociedade. Mas, se a Constituição confor-me dito, é a lei maior de um país, não podendo qualquer outra se paróquia de Nossa Senhora das Mercês, e colaboradora da Pastoral dasobrepor a ela, não pode o legislador pensar em viabilizar a prática Comunicação da matriz São Geraldo)
  6. 6. Em 2011 a festa dedicada ao padroeiro São Geraldo Majela foi celebrada na matriz,no período de 03 a 26 de outubro, sendo que o dia próprio do padroeiro foi o domingo 16de outubro. Como sempre, a festa foi excelente. A participação dos voluntários e voluntáriasque trabalharam para prontificar a festa, seja fazendo os doces, os salgados, os pastéis,vendendo as fichas, as bebidas, organizando toda a festa, enfim, trabalhando “nos bastido-res” foi brilhante. E o ponto alto da festa foi a presença de todos que vieram prestigiar essegrande trabalho.Estiveram presentes o Pe. João Jefferson, Pe. Valtemário Frazão, Pe. WalterVieira, Pe. Daniel Silva, Dom Orani, Pe. Fábio Ferreira, Pe. José Geraldo, Pe. JerônimoPessanha e o nosso pároco Pe. Jayme Henrique. A comunidade foi convidada a meditarsobre a vida de fé de Geraldo Majela com os seguintes temas: Geraldo e Maria, DiscípulosFiéis de Cristo, A Confiança Total em Deus, A Partilha do Amor de Deus com os Pobres,Sua Vocação entre outros. E para concluir, no dia 26 de outubro foi comemorado 96 anos da Matriz São Ge-raldo. Este trabalho feito com tanto carinho, queira Deus, tenha sido de muita importânciapara todos que ali estiveram em oração. “Fiel discípulo do Senhor, intercede São Judas ao Redentor”! Com esta prece toda a comunidade em oração pediu a intercessão de São Judas Tadeu. Do dia 22 a 30 de outubro de 2011, ocorreu a festa da capela, com direito à carreata, delicioso almoço no clube do Olaria, aniversário de ordenação dos Pe. Daniel e Wagner, com muitas comidas deliciosas, alegria dos membros da comunidade, perseverança e muito amor. Apresentação de shows, presença do Arcebispo Dom Orani João Tempesta e vá- rios padres que prestigiaram a festa. A participação do povo enalteceu esse en- contro de irmãos. Agora, todos nós esperamos ansiosos para que chegue novamente a festa de São Judas. Parabéns para todos que ajudaram e prestigiaram a festa de São Judas, pois foi um exemplo de fé e esperança.
  7. 7. São Sebastião, mártir, morreu em Roma no são apenas os que se vêem; há também os invisíveis, ecomeço da perseguição de Diocleciano. Seu sepul- estes são muito mais numerosos.cro, na via Ápia, junto das Catacumbas, já era vene- Assim como um único rei perseguidor enviarado pelos fiéis desde a mais remota antiguidade. muitas ordens de perseguição, e desse modo em cada É preciso que passemos por muitos sofrimen- cidade ou província há diversos perseguidores, tam-tos para entrar no reino de Deus (At 14,22). A muitas bém o diabo envia muitos servos seus para moveremperseguições, correspondem muitas provações; onde perseguições, não apenas exteriormente, mas interior-há muitas coroas de vitória, deve ter havido muitas mente, na alma de cada um.lutas. Portanto é bom para ti que haja muitos persegui- Sobre tais perseguições foi dito: Todos os quedores, pois entre muitas perseguições mais facilmente querem levar uma vida fervorosa em Cristo Jesusencontrarás o modo de seres coroado. Tomemos o serão perseguidos (2Tm 3,12). Disse todos, sem ex-exemplo do mártir Sebastião; hoje (dia 20 de janei- ceção. Pois quem de fato poderia ser excetuado, se atéro), é seu dia natalício. É originário daqui, de Milão. o próprio Senhor suportou os tormentos das persegui-Talvez o perseguidor já tivesse se afastado ou talvez ções?ainda não tivesse vindo a este lugar, ou fosse mais Quantos há que, às ocultas, todos os dias, sãocondescendente. De qualquer modo, Sebastião com- mártires de Cristo e proclamam que Jesus é o Senhor!preendeu que aqui, ou não haveria luta, ou ela seria O apóstolo Paulo, testemunha fiel de Cristo, conheceuinsignificante.Partiu então para Roma, onde por causa este martírio, pois afirmou: A nossa glória é esta: oda fé havia uma tremenda perseguição. Lá sofreu o testemunho da nossa consciência (2 Cor 1,12).martírio, isto é, lá foi coroado. Assim, no lugar onde Dos comentários sobre o Salmo 118, de Santo Ambrósio, bispo, séc. IV.chegara como hóspede, encontrou a morada da eterna Liturgia das Horas. Segunda Leitura do Ofício das Leituras. Pág. 1194, Tempo Comum 1ª – 17ª semana. Editora Vozes, Paulinas, Paulus e Ave-imortalidade. Se só houvesse um perseguidor, Maria. 2000.talvez este már- tir não tivesse sido coroado.Mas o pior é que os perseguidores não

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