Guião leitura gaivota correção aula 1

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Guião leitura gaivota correção aula 1

  1. 1. HISTÓRIA DE UMA GAIVOTA E DO GATO QUE A ENSINOU A VOAR de Luís Sepúlveda GUIÃO DE LEITURA - CORREÇÃO PRIMEIRA PARTE CAPÍTULO I 1. O Mar é o espaço de ação da gaivota Kengah. Faz o levantamento no primeiro capítulo de algumas palavras e expressões cujo sentido se relacione com as palavras mar e ave. R: Ao campo lexical de mar pertencem os vocábulos: “bombordo”, “arenques”, “oceano”, “barcos”, “aquáticos”, “portos”, “costa”, “cardume”, “água”, “superfície (do mar) ”, “sardinhas”, “lulas”, “imensidade do oceano”. Por sua vez, as palavras: “gaivota”, “bando”, “grasnidos”, “voo”, “planar”, “penas”, “granamos”, “bico”, “voar”, “fêmeas”, “machos”, “ninhos”, “ovos”, “chocariam”, “gaivotinhas”, integram o campo lexical de ave. 2. As deslocações das gaivotas em bandos são ações organizadas. 2.1. Comprova esta afirmação com expressões do texto. R: Eis as expressões textuais que comprovam as deslocações organizadas das gaivotas em bando: “anunciou a gaivota de vigia, e o bando do Farol da Areia Vermelha recebeu a notícia com grasnidos de alívio.”; “embora as gaivotas - piloto as tivessem conduzido por correntes de ar cálido”; “Seguindo as instruções das gaivotas-piloto, o bando do Farol da Areia Vermelha tomou uma corrente de ar frio”; “antes de continuarem o voo para Den Helder, onde se lhes juntaria o bando das ilhas Frísias.”; “No plano de voo estava previsto que seguiriam depois até ao estreito de Calais e ao canal da Mancha, onde seriam recebidas pelos bandos da baía do Sena e de Saint-Malo, com os quais voariam juntas até chegarem aos céus da Biscaia.”; “iriam aumentando com a incorporação dos bandos de Belle-Île e de Oléron, dos cabos de Machicaco, do Ajo e de Peñas.” 2.2. Explica a razão de toda aquela movimentação. R: O bando do Farol da Areia Vermelha voava sobre a foz do rio Elba, no mar do Norte, rumo ao céus da Biscaia, para aí assistir à grande convenção das gaivotas dos mares Báltico, do Norte e Atlântico. Como todos os anos, iriam escutar-se interessantes histórias; as fêmeas entregar-se-iam a festins de sardinhas e lulas; os machos instalariam os ninhos à beira de uma escarpa, para que neles as fêmeas pusessem os ovos, os chocassem, e, posteriormente, ensinassem as gaivotinhas a voar nos céus da Biscaia.
  2. 2. 3. “Kengah mergulhou a cabeça para agarrar o quarto arenque (…)”.(página 15) 3.1.Indica a consequência deste ato para Kengah. R: Kengah não ouviu o grasnido de alarme, que anunciava um perigo iminente. Por isso, quando tirou a cabeça da água, viu-se sozinha na imensidade do oceano e coberta por uma mancha de petróleo. 4. Relê as páginas 11 e 12. Identifica, nos segmentos descritivos, uma comparação e uma tripla adjetivação, comentando o seu valor expressivo. R: A comparação presente em “os barcos alinhados uns atrás dos outros, como pacientes e disciplinados animais aquáticos à espera de vez para saírem para o alto mar”, sugere que os barcos, vistos do alto pelas gaivotas, apresentavam uma disposição, uma organização, disciplina, semelhantes às dos animais aquáticos. A tripla adjetivação: “pacientes”, “disciplinados”, “aquáticos”, ao serviço da caracterização de “animais”, realça a calma, a organização, a disciplina, dos animais marinhos, aquando da sua saída para o alto mar. CAPÍTULO II 1. O gato é caracterizado pelo narrador, pela sua própria mãe e pelo menino. Transcreve as expressões utilizadas por cada um. Caracterização do gato Narrador Mãe Menino 2. “gato grande preto e gordo”; “Mas Zorbas (…) era assim como uma bolinha de carvão”; “de rabo todo alçado e vibrante”; “o pequeno gato preto”; “- miou ele desesperado.”; “- miou ele ameaçador.”; “O pequeno Zorbas, todo molhado de baba,”. “- Tu és ágil e vivaço,”; “tu nasceste todo preto, com exceção desse pequeno tufo de pelo branco que tens debaixo do queixo.” “gatinho”. Transcreve duas expressões que mostrem a cumplicidade entre Zorbas e o garoto. R: As passagens, nas quais é mais evidente a cumplicidade entre Zorbas e o garoto, são as seguintes: “Costumavam passar muitas horas juntos na varanda, contemplando a incessante azáfama do porto de Hamburgo,”; “Assim começava aquela amizade que já durava há cinco anos.” 3.“Ser um gato de porto é uma grande sorte, mas tu tens de ter cuidado (…).” (página 20) 3.1. Explica por que razão a mãe afirma ser uma sorte ser-se gato de porto. R: Segundo a mãe de Zorbas, os gatos de porto são privilegiados, uma vez que as pessoas os apreciam, adotam, protegem, garantindo a sua alimentação e dão-lhes nomes simpáticos, apenas em troca de manterem os ratos à distância.
  3. 3. 3.2 Apresenta uma justificação para o receio da mãe. R: Zorbas, contrariamente aos seus irmãos, cinzentos e com a pele às riscas, nasceu todo preto, com exceção de um pequeno tufo de pelo branco debaixo do queixo. A sua mãe aconselhou-o, assim, a não sair do cesto, já que receava pela sua vida, ao saber que alguns humanos consideravam um gato preto sinónimo de azar.

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