Marketing Digital: Diferenças entre ambiente digital e ambiente tradicionalMuitas empresas estão a utilizar os meios digit...
4. No digital a tecnologia funciona como intermediárioQuando vamos a uma loja tradicional, o contacto com as pessoas poder...
7. No digital o consumidor diz o que pensa    No ambiente tradicional há diversos factores que nos levam a ser mais contro...
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O ambiente digital tem particularidades que não devem ser desprezadas no mundo dos negócios.

Marketing DIgital
Digital Marketing
Web Marketing

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Marketing digital diferenças entre ambiente digital e ambiente tradicional

  1. 1. Marketing Digital: Diferenças entre ambiente digital e ambiente tradicionalMuitas empresas estão a utilizar os meios digitais da mesma forma que usam os meios meiostradicionais no que respeita, à comunicação, à estratégia e à interacção e relacionamentocom o seu público-alvo porém, é importante perceber que há diferenças significativas entre o alvodigital e o tradicional, mesmo quando se complementam. Estas diferenças devem serconsideradas quando estamos a desenvolver uma estratégia de Marketing Digital.1. No digital, as decisões estratégicas têm que ter como base uma componente tal,tecnológica.O atendimento ao cliente, a criação de experiências e emoções, a aparência e a comunicaçãosão factores críticos de sucesso para qualquer negócio porém, no ambiente digital atecnologia e a sua aplicação é fundamental para aumentar o interesse e despertar desejos ecnologiaentre o público-alvo.A tecnologia e as decisões estratégicas têm que andar juntas ou seja, não faz sentido tomardecisões estratégicas se não tivermos tecnologia que corresponda a essa exigência. corresponda2. Capacidade de resposta, em tempo realNo digital os consumidores exigem obter respostas em tempo real. Quando procuram algumainformação, seja através de um motor de busca, das redes sociais ou do próprio site daempresa, o consumidor exige ver a sua dúvida esclarecida no imediato. No ambientetradicional, a capacidade de resposta é uma vantagem competitiva evidente mas, noambiente digital deve ser uma obrigação intrínseca no modelo de negócio. É preciso ter umacultura organizacional que permita tomar decisões rapidamente para conseguir competir nizacionalnum mercado tão dinâmico.3. No digital, o escritório, ou a loja não fecha as portasVários estudos apontam para o facto de grande parte das pessoas navegarem na Internetem horário pós laboral ou seja, quando as empresas já não estão em funcionamento.Uma empresa que investe no ambiente digital tem que ter noção que as portas não sefecham (a não ser que ponham o site em baixo em função dos horários de atendimento). Épreciso definir estratégias e procedimentos para interagir e ter capacidade de resposta, 24horas por dia, 7 dias por semana, 365(6) dias por ano.O livre acesso mudou por completo o comportamento do consumidor e os paradigmasligados à acessibilidade, à conveniência e à disponibilidade. Os sites, ou as lojas on on-line têmque estar preparadas para lidar com esta realidade e, quem o souber fazer melhor, maisclientes retém, angaria e/ou fideliza. Se eu pretendo obter um produto às 20h ou às 21h,espero ver as minhas necessidades satisfeitas, caso contrário, vou “bater a outra porta”. necessidades
  2. 2. 4. No digital a tecnologia funciona como intermediárioQuando vamos a uma loja tradicional, o contacto com as pessoas poderá ajudar a fortalecerrelações e influenciar decisões. No digital, embora possamos tornar a comunicação mais emborapessoal, há sempre um interface tecnológico a servir de intermediário e a quebrar o contactopessoal entre cliente e fornecedor.O acesso é geralmente feito através de um PC, de um Smartphone, de um Tablet ou deoutro qualquer “gadget” ou seja, temos que nos conseguir relacionar com os clientes semintervenção humana.Se os sites estiverem adequadamente preparados para esta finalidade, os utilizadoresconseguem obter todas as respostas que necessitam e, pouco precisarão de diálogo oucontacto humano. A experiência é vivida através da navegabilidade e da usabilidade.5. No digital o cliente define o caminho que quer seguirEmbora seja possível e mesmo aconselhável oferecer propostas de valor acrescentado aosutilizadores, ele é que decide o caminho que quer seguir, onde quer clicar, o que quer ver,como compara preços e produtos, etc. Com o contacto pessoal é mais fácil influenciar edireccionar o consumidor para uma venda. Quando vamos a uma loja ou a um escritório epedimos informações, somos influenciados pelo que nos é dito e explicado. No on os on-line somosinfluenciados pelo que vemos, pelo que lemos e pela forma como interpretamos o conteúdo.Utilizadores diferentes no mesmo sitepodem ter comportamentos diferentes, oque desperta atenção a uns, pode nãoter qualquer significado para outros. Oprocesso desegmentação e targetingdeve ser rigoroso. É imprescindível criarconteúdo perceptível que ajude oconsumidor a seguir o caminho certopara chegar onde pretende (depreferência comprando o nosso Produto).Um “pré-teste” ao site, junto de um teste”conjunto de pessoas com característicascomuns ao nosso público-alvo, poderá alvo,ajudar a receber inputs para melhorar detalhes i importantes.6. No digital é possível conhecer o comportamento do consumidorÉ verdade que o cliente é que define o caminho que quer seguir mas, também é verdade queo digital nos permite obter informação sobre o comportamento dos consumidores no nossosite, ou seja, apesar de ser ele a controlar a sua “navegação”, nós podemos estudar o seu ,“trajecto” definindo estratégias de melhoria para o encaminhar para o devido local ou parareforçar o relacionamento com uma estratégia de comunicação direccionada e pers personalizada(one to one).Podemos perceber que páginas são observadas, quanto tempo estão nas páginas, quemcomprou, o que comprou, de onde veio, etc ( (analytics).Conseguimos obter informação sobre o nosso cliente e potencial cliente que de outra forma ãoseria impossível porém, a estratégia digital deve contemplar este objectivo desde o inicio –conhecer o comportamento dos utilizadores
  3. 3. 7. No digital o consumidor diz o que pensa No ambiente tradicional há diversos factores que nos levam a ser mais controlados em adicional relação à forma como expressamos a nossa opinião. No on line não podemos esperar que o on-line consumidor tenha receio de opinar. Embora existam vários tipos de “perfis” de utilizador on on- line, está provado que neste tipo de ambiente o consumidor está muito mais predisposto a opinar, para o bem e para o mal. As empresas que investem no digital têm que saber lidar muito bem com a crítica. Têm que estar disponíveis para escutar o que o consumidor t tem para dizer e, recolher o máximo de informação possível para tentar melhorar. O ideal é mesmo facilitar este tipo de interacção e promover a opinião no próprio site. É melhor que a opinião (mesmo que negativa) seja dada com conhecimento da empresa num local controlado, do que deixada “à solta” noutros suportes de comunicação (redes cal sociais por exemplo) sem qualquer controlo (ou pelo menos com um controlo mais dificultado). Desta forma também vamos conseguir perceber quem de facto critica para contribuir positivamente para a empresa (um activo muito valioso) ou quem critica para ositivamente “fazer barulho”, sem qualquer interesse em solucionar um problema. Considerações finais Embora defenda a 100% que o digital e o tradicional podem se complementar, é importante podem-se perceber que estamos a actuar em ambientes diferentes em que o consumidor adopta comportamentos diferentes. Da mesma forma que definimos estratégias para vender no tradicional, temos que definir estratégias para vender no digital e, essas estratégias devem icional, ser adaptadas ao meio envolvente. Tenho reparado que as empresas entram no digital porque julgam ser um meio gratuito ou pelo menos muito mais barato que os meios tradicionais em geral. Embora possa ser tradicionais verdade, principalmente tendo em conta o ROI (Return On Investment) que se poderá conseguir obter através dos meios digitais, se queremos tirar o máximo proveito deste ambiente e não sermos apenas mais um, temos que investir bastante (nem que seja tempo). investir É verdade que com pouco ou nenhum investimento se consegue sempre fazer qualquer coisa mas, se vocês conseguem, provavelmente toda a vossa concorrência está a fazer igual, não há diferenciação. Não sejam mais um. Sejam únicos! Referências:• RAYPORT, Jeffrey, et al (2000) E E-Commerce• KOTLER, Philip, et al (2002) Marketing Professional Services TLER,
  4. 4. Sobre o AutorPaulo MoraisManaging Partner na T-Evolution (soluções e consultoria em Marketing Digital) EvolutionDocente na Pós Graduação de Marketing e Empreendedorismo – IPAMDocente na pós graduação de Marketing Digital – IPAMConsultor de Marketing da JRS PharmarketingProject Manager Marketing PortugalMestrando de Gestão de Marketing no IPA IPAMPós Graduado em Direcção de Marketing e Vendas pelo ISCTELicenciado em Gestão de Marketing pe IPAM – Matosinhos peloBlogue pessoal – www.mktmorais.com

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