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Eng. economica análise de custo, volume, lucro e formação de preço

Eng. economica análise de custo, volume, lucro e formação de preço

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Capítulo 13
FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA E
DO LUCRO
13.1 Análise da relação custo-volume-lucro
13.2 Formação do preço de venda
13.3 Estudo de viabilidade de lançamento de produto
Administração Financeira: uma abordagem prática (HOJI)
13.1
Relação Custo-Volume-Lucro
Julio Vieira Neto M.Sc.
O balanço patrimonial e um retrato das contas financeira da empresa em um
dado momento, onde são demonstradas todas as movimentações feitas pela organização
dentro de um exercício fiscal. A lei das sociedades anônimas, ou seja, 11.638/2007 rege os
critério de liquidez.
Revisão Contabilidade
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a) Cite e Explique os princípios doutrinários/éticos e organizacionais que re...
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Eng. economica análise de custo, volume, lucro e formação de preço

  • 1. Capítulo 13 FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA E DO LUCRO 13.1 Análise da relação custo-volume-lucro 13.2 Formação do preço de venda 13.3 Estudo de viabilidade de lançamento de produto Administração Financeira: uma abordagem prática (HOJI)
  • 3. Julio Vieira Neto M.Sc. O balanço patrimonial e um retrato das contas financeira da empresa em um dado momento, onde são demonstradas todas as movimentações feitas pela organização dentro de um exercício fiscal. A lei das sociedades anônimas, ou seja, 11.638/2007 rege os critério de liquidez. Revisão Contabilidade
  • 4. Julio Vieira Neto M.Sc. ATIVO PASSIVO Disponível Fornecedores Contas a Receber Imposto a recolher Salário a Pagar Estoques Encargo a recolher Financiamentos a longo prazo Realizável a longo Prazo Imobilizado Deferido Patrimônio Líquido Financeiro Total do Ativo Total do Passivo Fonte:(Padoveze;1997) Revisão Contabilidade
  • 5. Julio Vieira Neto M.Sc. Ativo Circulante: Composto de Disponibilidades, como Caixa, Bancos, Aplicações Financeiras Realizáveis ou recebíveis, como Duplicatas a Receber, Adiantamentos, Estoques, compostos de Produtos acabados, Mercadorias, Produtos em Processo, Matéria prima, necessários para operar a empresa. Realizável a Longo Prazo : Composto de Contas Correntes de coligadas e controladas Contas correntes de sócios e diretores por recuperação de impostos recolhidos a maior que normalmente ocorre na exportação. Ativo Permanente: Composto pelos direitos que tenham por objeto a manutenção das atividades da empresa. Revisão Contabilidade
  • 6. Julio Vieira Neto M.Sc. Estoques: Os estoques são avaliados com base em seu custo, ou valor realizável, o que for menor é uma conta alocada no ativo circulante sendo considerado para efeito de calculo do capital giro. Passivo Circulante: Composto de obrigações vencíveis no curto prazo.sociais a recolher. Passivo exigível a longo prazo: São os financiamentos bancários superiores a um ano de contrato. Patrimônio Líquido: O Patrimônio Líquido de uma empresa representa a riqueza pertencente aos proprietários composto pelo capital social mais lucros retidos Revisão Contabilidade
  • 7. Julio Vieira Neto M.Sc. Análise Vertical: Este tipo de análise procura evidenciar cada participação de cada elemento patrimonial do ativo e passivo em relação ao ativo total. Valor do ativo total em um determinado período = R$ 20.300.450,00 Valor do ativo permanente em um determinado período = R$ 12.000.600,00 Cálculo = R$ 12.000.600,00 * 100 = 59,11% R$ 20.300.450,00 A interpretação: A cada R$ 1,00 aplicado no ativo, 0,5911 corresponde a aplicação em ativos permanentes, ou seja do ativo total , 59,11% são aplicados no ativo permanente . Revisão Contabilidade
  • 8. Julio Vieira Neto M.Sc. Análise Horizontal: É instrumento que calcula a variação percentual em ralação a um período ao outro para que o gestor verifique se houve ou não um crescimento nas contas patrimoniais. Receita líquida em 2008 = R$ 1.100.345.546,00 Receita Líquida em 2007 = R$ 865.789.345,00 Cálculo = R$ 1.100.345.546,00 = 1,27 R$ 865.789.345,00 Este indicador apresenta que a Receita Liquida de 2008 foi maior em 27% em relação ao ano de 2007. Precisamos ter atenção com a inflação para entendermos o ganho real do período Revisão Contabilidade
  • 9. Julio Vieira Neto M.Sc. O Demonstrativo de Resultado do Exercício ( DRE ): É o Relatório de receitas e despesas que visa demonstrar o valor do lucro ou prejuízo após o imposto de renda de uma organização em um determinado exercício fiscal. Gasto: E o dispêndio financeiro com que a organização arca para que possa obter um produto ou serviço. Investimento: Gastos ativados em função de sua vida útil que possam ser utilizados com benefícios futuros para a empresa. Custo: Normalmente visto como um gasto relativo para obtenção de um bem ou serviço para ser empregados na produção de um produto ou serviço. Revisão Contabilidade
  • 10. Julio Vieira Neto M.Sc. Despesas: São bens e serviços consumidos direta ou indiretamente para a obtenção das Receitas: Pode-se se exemplificar a comissão de vendas. Receitas; São os valores da demonstração dos resultados obtidos através do somatório de todos os recebimentos dos produtos e serviços comercializados. Revisão Contabilidade
  • 11. Julio Vieira Neto M.Sc. Revisão Contabilidade Demosntração do Resultado do Exercício ( DRE ) R$ Recetias de Vendas 1.500.000,00 (-) Impostos 244.950,00 (-) Comissôes de Venda 300.000,00 (=) Receita Líquida 955.050,00 (-) Custos de serviços prestados ou materiais 670.000,00 (=) Margem de Contribuição 285.050,00 (-) Despesas Fixas Operacionais 80.000,00 (=) Lucro Operacional (LAJIDA) 205.050,00 (-) Depreciação e Amortização 20.000,00 (-) Despesas financeiras 12.000,00 (=) Lucro antes do IR ( Imposto de Renda 27,5% ) 173.050,00 (-) Imposto de Renda 47.588,75 (=) Lucro Líquido após Imposto de Renda 125.461,25 (-) Distribuição de Resultados 10.000,00 (=) Lucro Líquido 115.461,25
  • 12. Julio Vieira Neto M.Sc. Receitas de Vendas : Resultado dos produtos e serviços comercializados pela a organização em valores monetários corrente. Receita Líquida : Resultado apos a dedução dos tributos sobre a receitas como ISS, IPI, PIS , CONFINS, e as comissões de vendas e frete. Margem de Contribuição é margem obtida pela venda de um produto o u serviço menos seus custos variáveis. O conceito desta margem implica em dizer que os custos somente ocorrem se houver vendas. Revisão Contabilidade
  • 13. Julio Vieira Neto M.Sc. Lucro operacional (LAJIR) é o lucro antes do pagamento de juros e imposto de renda, que avalia o resultado após a retirada dos custos fixos operacionais de produção. Depreciação é a recuperação contábil de um investimento em ativos imobilizados, que faz parte do grupo de Contas do ativo Permanente no Balanço Patrimonial. Outros autores entendem a depreciação como um provisionamento para recuperação de um ativo permanente e para efeito de cálculo de imposto de renda. Esta conta não constitui uma despesas de desembolso. Revisão Contabilidade
  • 14. Julio Vieira Neto M.Sc. Lucro antes das despesas financeira e do Importo de Renda – EBIT ( Earnings Before Interests and Taxes – é o resultado a que se chega após a retirada da depreciação dos ativos permanentes e da amortização do deferidos Imposto de Renda – IR, é a alíquota de imposto de renda que a empresa irá aplicar ao eu lucro. Despesas Financeiras - são os serviços de dívidas, ou seja, os juros. Distribuição de Resultados – ocorre quando a empresa resolver distribuir os valores financeiros para seus acionista quando o resultado é positivo. Lucro Líquido – é o valor que se chega após a distribuição dos resultados adicionando-se a depreciação. Revisão Contabilidade
  • 15. Julio Vieira Neto M.Sc. O fluxo de caixa é uma demonstração financeira das entradas e saídas dos recursos financeiros da empresa em um determinado período. A construção de um fluxo de caixa será realizada através dos dados apresentados no Demonstrativo de Resultado do Exercício (DRE) e no Balanço Patrimonial. Basicamente o fluxo de caixa é estruturado em atividades operacionais, investimento e financiamento . Revisão Contabilidade
  • 16. Julio Vieira Neto M.Sc. O capital de giro é a diferença entre o Ativo Circulante Operacional e o Passivo Circulante da empresa. Fluxo de caixa livre é o resultado livre que o caixa deixa no final de um determinado período. O saldo líquido de caixa é uma das bases para determinação do valor da empresa onde muitos gestores utilizam para determinação do VPL ( Valor Presente Liquido ) e da TIR ( Taxa Interno de Retorno ). Estas técnicas serão vista mais adiante. Revisão Contabilidade
  • 17. Julio Vieira Neto M.Sc. Revisão Contabilidade FLUXO DE CAIXA Atividades Operacionais Recetias de Vendas (-)Despesas operacionais Atividades de Investimento (-)Investimento no permanente (-) Capital de giro Atividades de Financiamento (-) Amortizações de Emprestimos (-) Despesas Financeiras (=) Saldo Líquido de Caixa ( Free Cash Flow ) Margem da Geração de Caixa (%)
  • 18. Julio Vieira Neto M.Sc. 1) Construir um DRE ( Demonstrativo de Resultado do Exercício), a partir dos seguintes dado referente ao período de 2008 . Vendas no Período: R$ 3.400.000,00 Imposto sobre vendas: 16,33% Comissões sobre vendas: 3% Custos de serviços = R$ 1.100.000,00 Despesas Fixas operacionais = R$ 200.000,00 A empresa adquiriu automóveis no valor de R$ 100.000,00 e um edifico no valor de R$ 1.000.000,000 ( 20% automóvel e 4% edifício , depreciação anual ) Despesas financeiras = R$ 25.000,00 Considerar IR = 27% Distribuição de Lucros = R$ 100.000,00 Peço que calcule a Recita Liquida do Exercício, Margem de Contribuição, LAJIR e o Lucro Líquido. Revisão Contabilidade
  • 19. Julio Vieira Neto M.Sc. 2) Com base nas informações acima, peço considerar as despesas fixas em R$ 900.000,00 e verificar se é possível distribuir lucros de R$ 100.000,00. Após este estudo, façam a análise vertical entre os DRE. 3) Com base no exercício 1, considerar a compra de mais um imóvel no valor de R$ 5.000.000,00 . Qual será o lucro líquido do Exercício? Fazer análise Horizontal entre receita bruta e margem de contribuição e lucro operacional. Revisão Contabilidade
  • 20. Relação custo-volume-lucro 13.1 Relação Custo-Volume-Lucro Relação Custo-Volume-Lucro => demonstra o ponto de equilíbrio isto é, o ponto onde as receitas de vendas se igualam com a soma dos custos e despesas, e o lucro é nulo. Para calcular o ponto de equilíbrio, assumem-se algumas premissas: a. não existem estoques acabados ou em fase de elaboração; toda a produção é vendida; b. não há distinção entre os custos e despesas; esses são separados em fixos e variáveis.
  • 21. Custos e despesas fixos 13.1 Relação Custo-Volume-Lucro O valor total dos Custos e Despesas Fixos (CDFs) não variam proporcionalmente à quantidade de produção, permanecendo fixos, independentemente do nível de atividades. EXEMPLO. Uma empresa produz 1.000 unidades de um produto e paga o aluguel mensal de $ 20.000; se a empresa passar a produzir 5.000 unidades, o valor do aluguel mensal continuará sendo de $ 20.000. Unitariamente, os CDFs variam em função da quantidade de produção. EXEMPLO. Para 1.000 unidades de produção, o valor do aluguel corresponde a $ 20,00 por unidade produzida; para 5.000 unidades produzidas, corresponde a $ 4,00 por unidade produzida.
  • 22. Custos e despesas variáveis 13.1 Relação Custo-Volume-Lucro O valor total dos Custos e Despesas Variáveis (CDVs) varia proporcionalmente à quantidade de produção. Unitariamente, os CDVs são fixos. Os Custos Variáveis são representados, basicamente, pelos materiais utilizados no processo de produção (matérias-primas, materiais auxiliares etc.) e pela Mão-de-obra Direta. As Despesas Variáveis são representadas pelas despesas como a Comissão de Vendas e alguns tipos de impostos sobre as vendas. A proporcionalidade dos CDVs não é exata em alguns casos, pois vários fatores (humanos, mecânicos, ambientais etc.) influenciam o nível de produção.
  • 23. Custo da Matéria-Prima Volume de atividade (quantidade) 5.000 10.000 $ 2.000 $10.000 $ 20.000 1.0000 Figura 13.2 Comportamento dos custos e despesas variáveis. 13.1 Relação Custo-Volume-Lucro Uma unidade produzida e vendida consome $ 2,00 de matéria-prima. 1.000 un. x $ 2,00 = $ 2.000 5.000 un. x $ 2,00 = $ 10.000
  • 24. Margem de contribuição 13.1 Relação Custo-Volume-Lucro Margem de Contribuição (MC) é o valor resultante das vendas (líquidas de impostos) deduzidas dos CDVs. Uma vez apurada a Margem de Contribuição Unitária (MCU), basta multiplicá-la pela quantidade total de vendas, para se conhecer a Margem de Contribuição Total (MCT).
  • 25. Quadro 13.1 Cálculo de MCT para diferentes quantidades de vendas. Quantidade de vendas: 1.000 5.000 7.500 10.000 Vendas líquidas: $ 10.000 $ 50.000 $ 75.000 $ 100.000 () Custos variáveis: $ 4.300 $ 21.500 $ 32.250 $ 43.000 () Despesas variáveis: $ 900 $ 4.500 $ 6.750 $ 9.000 (=) MCT: $ 4.800 $ 24.000 $ 36.000 $ 48.000 13.1 Relação Custo-Volume-Lucro $ 4,80 x 1.000 $ 4.800 $ 4,80 x 5.000 $ 24.000 $ 4,80 x 10.000 $ 48.000 $ 4,80 x 7.500 $ 36.000 MCU x Quantidade MCT
  • 26. Ponto de equilíbrio em quantidade 13.1 Relação Custo-Volume-Lucro No ponto de equilíbrio (PE), a empresa está vendendo a quantidade de produtos suficiente para cobrir, além dos CDVs, os CDFs, ou seja, os Custos e Despesas Totais (CDTs). No PE, o lucro líquido é nulo. PE = CDF . MCU
  • 27. 13.1 Relação Custo-Volume-Lucro EXEMPLO. Sabendo-se que a MCU é $ 4,80, e CDF é $ 36.000, a quantidade de venda necessária para cobrir todos os custos e despesas é calculada como segue: PE = 36.000 . = 7.500 unidades 4,80
  • 28. Receitas Líquidas Volume de atividade (quantidade) 5.000 10.000 $ 36.000 $ 75.000 7.500 Lucro Prejuízo Ponto de Equilíbrio (PE) Custos e Despesas Fixos (CDFs) Custos e Despesas Totais (CDTs) 0 $ 100.000 Receitas Líquidas Totais (RLTs) Custos e Despesas Variáveis (CDVs) Figura 13.3 Ponto de equilíbrio contábil. 13.1 Relação Custo-Volume-Lucro Ponto de equilíbrio contábil
  • 29. 13.1 Relação Custo-Volume-Lucro Ponto de Equilíbrio Econômico (PEE) O PEE é a quantidade de produção e venda onde a Receita Total anula os Custos e Despesas Totais acrescidos dos custos econômicos. Suponha-se que o custo econômico seja de $ 15.000 além dos custos fixos de $ 36.000. PEE = 36.000 + 15.000 . = 10.625 unidades 4,80
  • 30. 13.1 Relação Custo-Volume-Lucro Ponto de Equilíbrio Financeiro (PEF) O PEF é a quantidade de venda (venda a vista) que produz Receita Total, anulando os Custos e Despesas Totais (também pagos a vista) deduzidos das depreciações e amortizações. Suponha que as depreciações e amortizações sejam de $ 6.000 no período. O PEF é calculado como segue: PEF = 36.000  6.000 . = 6.250 unidades 4,80
  • 31. Sendo o valor do CDF, de $ 36.000, e %MC, de 48% ($ 36.000 / $ 75.000 = 0,48 ou 48%), a receita líquida necessária para cobrir todos os custos e despesas é calculada como segue: PE$ = 36.000 / 0,48 = $ 75.000. Ponto de equilíbrio em valor 13.1 Relação Custo-Volume-Lucro CDF %MC PE$ = (equação 13.2)
  • 32. Margem de contribuição negativa 13.1 Relação Custo-Volume-Lucro Alguns ramos de negócios podem trabalhar com a margem de contribuição negativa. É o caso de jornais e revistas (alguns jornais são distribuídos gratuitamente). Quadro 13.2 Simulação com aumento de tiragem. Situação Atual Situação Futura Quantidade de exemplares 10.000 12.000 (x) MCU (0,60) (0,60) (=) MCT (6.000) (7.200) () CDF (10.000) (10.000) (=) Prejuízo (16.000) (17.200) (+) Receita de anúncios 17.000 19.550 (=) Lucro 1.000 2.350 Aumento do lucro (em %) 135%
  • 33. Alavancagem operacional 13.1 Relação Custo-Volume-Lucro O aumento no nível de atividade produz efeito no resultado econômico. A essa relação de causa e efeito, dá-se o nome de alavancagem operacional. Mede-se o Grau de Alavancagem Operacional (GAO), mediante a seguinte equação: GAO = % Lucro . % Volume A empresa jornalística do exemplo anterior apresentou GAO de 6,75.
  • 34.  A margem de contribuição unitária é o preço de venda do produto menos seus custos variáveis. mc = p - cv  Representa a parcela do preço que está disponível para a cobertura dos custos fixos e para a geração do lucro. Margem de contribuição
  • 35. cv 6,00 10,00 mc 4,00 10,00 Exemplo  Qual é o melhor produto? Produto A Produto B p 10,00 20,00 (%) 40 % 50 %
  • 36. Exemplo  Utilização diferenciada da estrutura de produção. Produto A Produto B p 10,00 20,00 cv 6,00 10,00 mc 4,00 10,00 (%) 40 % 50 % produção/hora 3 un. 1 un. mc / h 12,00 10,00
  • 37. C C B BA A P1 P2 Exemplo p = $750 / un v = $300 / un p = $600 / un v = $300 / un 10 min/un 10 min/un 25 min/un 30 min/un 50 min/un 5 min/un  Qual é o melhor produto? mc1 = 750 - 300 = $ 450 / unidade mc2 = 600 - 300 = $ 300 / unidade
  • 38. Exemplo  Restrição do sistema: Operação B Produto P1 Produto P2 p 750,00 600,00 cv 300,00 300,00 mc 450,00 300,00 (%) 60 % 50 % tempo gargalo 50 min 30 min mc / min 9,00 10,00
  • 39.  O ponto de equilíbrio é o nível de produção onde o lucro é nulo. Ponto de equilíbrio
  • 40. Qo = ponto de equilíbrio (unidades físicas) mc = margem de contribuição unitária CF = custos fixos Ponto de equilíbrio Qo = CF mc
  • 41. Ponto de equilíbrio RECEITA = p.Q QUANTIDADE $ CF CUSTOS = CF + v.Q Qo Ro
  • 43. Formação de preço de venda 13.2 Formação do Preço de Venda Métodos para formação de preço:  com base em custo  com base em percentual da receita líquida  mark-up  com base em mercado
  • 44. Formação de preço com base em custo contábil 13.2 Formação do Preço de Venda Equação básica do preço de venda: receita líquida = custos + despesas + lucro ou receita bruta = custos + despesas + lucro + tributos
  • 45. 13.2 Formação do Preço de Venda RL = CDV + CDF + L (equação 13.4) onde: RL = receita líquida; CDV = custos e despesas variáveis; CDF = custos e despesas fixos; L = lucro. RL = [(5,20 x 10.000) + 36.000] x (1 + 0,15) RL = [52.000 + 36.000] x 1,15 RL = 88.000 x 1,15 = $ 101.200
  • 46. RL 1  %ICMS RB = x (1 + %TF) (equação 13.5) onde: RB = receita bruta; %ICMS = alíquota do ICMS; %TF = alíquota dos tributos federais. RB = [$ 101.200 / (1  0,18)] x (1 + 0,2265) RB = $ 123.415 x 1,2265 = $ 151.368 13.2 Formação do Preço de Venda
  • 47. 13.2 Formação do Preço de Venda Quadro 13.3 Estrutura de preço com base em custo contábil. Unitário Total Quantidade de produção e venda 1 10.000 Receita bruta 15,1368 151.368 149,57% 172,01% () IPI, PIS e Cofins (22,65%) 2,7953 27.953 27,62% 31,77% (=) Base de cálculo dos tributos 12,3415 123.415 121,95% 140,24% () ICMS (18%) 2,2215 22.215 21,95% 25,24% (=) Receita líquida (RL) 10,1200 101.200 100,00% 115,00% () Custos variáveis 4,3000 43.000 42,49% 48,86% () Despesas variáveis 0,9000 9.000 8,89% 10,23% (=) Margem de contribuição 4,9200 49.200 48,62% 55,91% () Custos e despesas fixos 36.000 35,57% 40,91% (=) Custos e despesas totais (CDT) 88.000 86,96% 100,00% (=) Lucro 13.200 13,04% 15,00% % sobre CDT % sobre RL
  • 48. 13.2 Formação do Preço de Venda Formação de preço com base em percentual da receita líquida CÁLCULO DA RECEITA LÍQUIDA COM O PERCENTUAL SOBRE A RECEITA LÍQUIDA RL = (5,20 x 10.000) + 36.000 + 0,15 RL RL  0,15 RL = 52.000 + 36.000 0,85 RL = 88.000 RL = 88.000 / 0,85 = $ 103.529
  • 49. 13.2 Formação do Preço de Venda CÁLCULO DA RECEITA LÍQUIDA DEDUZINDO O PERCENTUAL DO LUCRO DO PERCENTUAL DA MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO CDF %MC  %L RL = (equação 13.7) RL = 36.000 / (0,49773  0,15) RL = 36.000 / 0,34773 RL = $ 103.529
  • 50. 13.2 Formação do Preço de Venda CÁLCULO DA RECEITA BRUTA RB = [$ 103.529 / (1  0,18)] x (1 + 0,2265) RB = $ 126.255 x 1,2265 = $ 154.852 O PVB unitário é: $ 154.852 / 10.000 un. = $ 15,4852.
  • 51. 13.2 Formação do Preço de Venda Quadro 13.4 Estrutura de preço com base em receita líquida. Unitário Total Quantidade de produção e venda 1 10.000 Receita bruta 15,4852 154.852 149,57% () IPI, PIS e Cofins (22,65%) 2,8597 28.597 27,62% (=) Base de cálculo dos tributos 12,6255 126.255 121,95% () ICMS (18%) 2,2726 22.726 21,95% (=) Receita líquida 10,3529 103.529 100,00% () Custos variáveis 4,3000 43.000 41,53% () Despesas variáveis 0,9000 9.000 8,69% (=) Margem de contribuição 5,1529 51.529 49,77% () Custos e despesas fixos 36.000 34,77% (=) Lucro 15.529 15,00% %
  • 52. 13.2 Formação do Preço de Venda Formação de preço com base em conceito de valor do dinheiro no tempo Tabela 13.1 Prazos de recebimentos e pagamentos. Itens Prazos (dias) Valor corrente Recebimento de duplicata D + 40 a calcular Recolhimentos de IPI, PIS e Cofins D + 18 a calcular Recolhimento de ICMS D + 10 a calcular Pagamentos de custos variáveis D + 0 43.000 Pagamentos de despesas variáveis D + 0 9.000 Pagamentos de custos e despesas fixos D  32 30.000
  • 53. 13.2 Formação do Preço de Venda VP = VN (1 + i )(df  dc ) / 30 (equação 13.9) RL = 43.000 + 9.000 + [(36.000 – 6.000) x 1,03203] + 0,15 RL RL – 0,15 RL = 52.000 + 30.961 0,85 RL = 82.961 RL = 82.961 / 0,85 = $ 97.601
  • 54. 13.2 Formação do Preço de Venda A B C D E F 1 Prazos Valores Valor 2 (dias) correntes presente 3 Receita bruta com custos financeiros (A) -40 - #DIV/0! 0 0,00% 4 () IPI, PIS e Cofins (B = A / 1,2265 x 22,65%) -18 - #DIV/0! 0 0,00% 5 (=) Base de cálculo dos tributos (C = A  B) - #DIV/0! - 0,00% 6 () ICMS (D = C x 18%) -10 - #DIV/0! 0 0,00% 7 (=) Receita líquida (E = C + D) 0 #DIV/0! 0 0,00% %% Figura 13.4 Modelo de planilha de cálculo da receita bruta. Atingir meta Definir céula: E7 Para valor: 97601 Alterando a célula: C3 Figura 13.5 Ferramenta “Atingir meta”.
  • 55. 13.2 Formação do Preço de Venda Quadro 13.5 Estrutura de preço aplicando o conceito de valor do dinheiro no tempo. Prazos Valores Valor (dias) correntes presente Receita bruta com encargos financeiros -40 153.797 149,57% 147.854 151,49% () IPI, PIS e Cofins (22,65%) -18 28.402 27,62% 27.903 28,59% (=) Base de cálculo dos tributos 125.395 121,95% 119.951 122,90% () ICMS (18%) -10 22.571 21,95% 22.350 22,90% (=) Receita líquida 102.824 100,00% 97.601 100,00% () Custos variáveis 0 43.000 41,82% 43.000 44,06% () Despesas variáveis 0 9.000 8,75% 9.000 9,22% (=) Margem de contribuição 50.824 49,43% 45.601 46,72% () Custos e despesas fixos 32 30.000 29,18% 30.961 31,72% (=) Lucro 20.824 20,25% 14.640 15,00% %%
  • 56. 13.2 Formação do Preço de Venda Quadro 13.6 Fluxo de caixa da estrutura de preço aplicando o conceito de valor do dinheiro no tempo. Datas (D ) 0 10 18 40 TOTAIS Recebimento das vendas 153.797 153.797 () Recolhimento de IPI, PIS e Cofins (28.402) (28.402) () Recolhimento de ICMS (22.571) (22.571) () Pagamento de custos variáveis (43.000) (43.000) () Pagamento de despesas variáveis (9.000) (9.000) () Pagamento de custos e despesas fixos (30.961) (30.961) (=) Caixa operacional da data (82.961) (22.571) (28.402) 153.797 19.863 (+/) Custo financeiro 3% a.m. 0 (821) (842) (2.971) (4.634) (=) Saldo acumulado de caixa (82.961) (106.354) (135.597) 15.229 15.229 14.640 Valor Valor presente futuron = 40 dias i = 3% a.m.
  • 57. 13.2 Formação do Preço de Venda Formação de preço pelo método do mark-up Preço de venda Base Mark-up multiplicador = (equação 13.10) Base Preço de venda Mark-up divisor = (equação 13.11) (a) Preço de venda bruto: PVB = 10.200 / [(1 – (0,22 + 0,10)] PVB = 10.200 / 0,68 = $ 15.000 (b) Mark-up: Mark-up com multiplicador = 15.000 / 10.000 = 1,5 Mar-up com divisor = 10.000 / 15.000 = 0,6667
  • 58. Formação de preço com base no mercado Se o preço é determinado pelo mercado, a competitividade se dá pelo preço. Principais métodos para formação de preço: 13.2 Formação do Preço de Venda Equação (base mercado): LUCRO = preço de venda bruto  tributos  custos  despesas  encargos financeiros  com base em concorrência  preços agressivos  preço corrente  preços promocionais
  • 59. Formação do preço de venda de mercadoria importada CRONOGRAMA DE EVENTOS Eventos Data Evento Financeiro  Entrega de proposta de venda D+0  Recolhimento de Imposto de Importação (10% sobre FOB) D+40 x  Recolhimento de ICMS (18% sobre FOB + II) D+40 x  Pagamento de despesas alfandegárias (6% sobre FOB) D+40 x  Pagamento de mercadoria importada D+45 x  Desembaraço de mercadoria D+50  Término da inspeção e embalagem da mercadoria D+100  Faturamento e entrega de mercadoria D+120  Recolhimentos de tributos sobre a venda (21,65%) D+150 x  Recuperação de ICMS recolhido na importação D+150 x  Recebimento de venda D+150 x 13.2 Formação do Preço de Venda
  • 60. Premissas e condições do mercado financeiro em D+0:  Valor FOB da mercadoria: US$ 1.000,00  Taxa de câmbio em D+40: R$ 1,62 por dólar  Taxa de câmbio em D+45: R$ 1,65 por dólar  Custo de financiamento (juros): 25% a.a. Valor presente = Valor corrente / (1 + i) (n/360) 13.2 Formação do Preço de Venda
  • 61. Quadro 13.5 Cálculo do preço de venda bruto, com taxas de câmbio esperadas pelo mercado financeiro (em R$) Eventos Data Valor Valor financeiros (D+) corrente presente Mercadoria importada: US$ 1.000,00 x R$ 1,65 45 1.650,00 1.604,61 Imposto de importação: US$ 1.000,00 x R$ 1,62 x 10%) 40 162,00 158,03 Despesas alfandegárias: US$ 1.000,00 x R$ 1,62 x 6% 40 97,20 94,82 Custo da mercadoria 1.909,20 1.857,46 ICMS: US$ 1.000,00 x 110% x R$ 1,62 x 18% 40 320,76 312,90 (-) Recuperação de ICMS de importação 150 (320,76) (292,28) Custo da mercadoria ajustado 1.878,08 Margem bruta: (R$ 1.878,08 / 0,9) x 10% 208,68 Preço de venda líquido (PVL) 150 2.290,09 2.086,76 Impostos sobre a venda: (R$ 2.290,09 / 0,7835) x 21,65% 150 632,81 Preço de venda bruto (PVB) 150 2.922,90 O saldo de caixa, de R$ 229,01, em D+150 equivale a margem bruta de R$ 208,68, calculado como segue: R$ 229,01 / 1,25(150/360) = R$ 208,68. 13.2 Formação do Preço de Venda
  • 62. Comprovação por meio de fluxo de caixa Quadro 13.6 Fluxo de caixa da proposta de venda, com premissas e condições originais (em R$) DATA (D+) 0 40 45 120 150 Eventos financeiros Recebimento de venda 2.922,90 Pagamento de mercadoria importada (1.650,00) Recolhimento de Imposto de importação (162,00) Pagamento de despesas alfandegárias (97,20) Recolhimento de ICMS sobre mercadoria importada (320,76) Recuperação de ICMS de importação 320,76 Recolhimentos de Impostos sobre a venda (632,81) Fluxo líquido de caixa 0,00 (579,96) (1.650,00) 0,00 2.610,85 Custo de financiamento (25% a.a.) 0,00 (1,80) (106,20) (43,88) Saldo de caixa anterior 0,00 (579,96) (2.231,76) (2.337,96) Saldo de caixa acumulado 0,00 (579,96) (2.231,76) (2.337,96) 229,01 O saldo de caixa, de R$ 229,01, em D+150 equivale a margem bruta de R$ 208,68, calculado como segue: R$ 229,01 / 1,25(150/360) = R$ 208,68. 13.2 Formação do Preço de Venda
  • 63. 13.3 Estudo de Viabilidade de Lançamento de Produto
  • 64. Premissas básicas 13.3 Estudo de Viabilidade de Lançamento de Produto  Volume de produção: 1.000 unidades no primeiro ano  Incremento anual: incremento anual de 20% nos primeiros 4 anos e, a partir daí, redução anual de 15%  Vida útil comercial estimada: 8 anos  Investimentos em máquinas e instalações: $ 150 (são depreciados à taxa linear de 10% ao ano e podem ser vendidos pelo valor residual contábil, em qualquer época)  Taxa de atratividade: 15% a.a.  Alíquota do Imposto de Renda: 25% (recolhido durante o próprio exercício social; em caso de prejuízo, consegue-se recuperar o valor, por meio de outros projetos lucrativos)  Preço unitário: $ 6,00 / unidade é o preço máximo aceito pelo mercado
  • 65.  Todas as compras e vendas são feitas em dinheiro.  O custo total de produção (exceto depreciações) do “Nosso” é de $ 6,50 por unidade, para o volume de vendas previsto para o primeiro ano (1.000 unidades), assim composto: Custos variáveis: $ 4,00 / unidade Custos fixos (exceto depreciações): $ 2,50 / unidade (total = $ 2.500)  As despesas gerais e de vendas são compostas por uma parte variável e outra fixa. Despesas de vendas variáveis: $ 0,10 / unidade Despesas fixas: $ 220 13.3 Estudo de Viabilidade de Lançamento de Produto
  • 66. Classificação de custos e despesas 13.3 Estudo de Viabilidade de Lançamento de Produto Cálculo da Margem de Contribuição Unitária: Preço de venda unitário: $ 6,00 (-) Custos variáveis unitários: $ 4,00 (-) Despesas variáveis unitárias: $ 0,10 (=) Margem de contribuição unitária: $ 1,90 Custos e Despesas Fixos: Custos fixos anuais: $ 2.500 (+) Despesas fixas anuais: $ 220 (=) Total de custos e despesas fixos: $ 2.720
  • 67. Elaboração e análise do fluxo de caixa Quadro 13.9 Fluxo de caixa e payback do projeto. Quantidade Investimento Margem Custos e Imposto Payback Ano de (Aplicação) de Despesas de Valor Valor em Valor Vendas Venda Contribuição Fixos Renda Corrente Presente Presente 0 1.000 (150) 1.900 (2.720) 209 (761) (761) (761) 1 1.200 2.280 (2.720) 114 (326) (284) (1.045) 2 1.440 2.736 (2.720) (0) 16 12 (1.033) 3 1.728 3.283 (2.720) (137) 426 280 (753) 4 2.074 3.941 (2.720) (302) 920 526 (227) 5 1.763 3.350 (2.720) (154) 476 237 10 6 1.499 2.848 (2.720) (28) 100 43 53 7 1.274 30 2.421 (2.720) 79 (191) (72) (19) Total 11.978 (120) 22.759 (21.760) (220) 659 (19) Fluxo de Caixa 13.3 Estudo de Viabilidade de Lançamento de Produto
  • 68. Análise dos custos e despesas evitáveis 13.3 Estudo de Viabilidade de Lançamento de Produto Custos e Despesas Fixos Valores normais Valores evitáveis  Aluguel da fábrica: 1.000 1.000  Mão-de-obra indireta: 600 550  Energia elétrica - parte fixa: 220 220  Serviços profissionais: 500 500  Locação de veículos: 300 300  Outros custos e despesas: 100 60  Total: $ 2.720 2.630