1759 – 1797 MARY WOLLSTONECRAFT Escola Secundária de Benavente - Disciplina de Filosofia – Ano Lectivo 2009/2010 - Profess...
Mary Wollstonecraft – Vida e Obra <ul><li>Mary Wollstonecraft  nasceu a 27 de Abril de 1759 em Londres, mais precisamente ...
<ul><li>Em relação aos pais, o pai de Mary, era de Spitalfields, era um homem irritadiço e perturbado, que tanto batia na ...
<ul><li>Em 1784, com a sua irmã Eliza e uma amiga, abre uma escola em Newington Green, uma pequena aldeia perto de Fiacre....
<ul><li>Mary aceitou a sugestão, e em 1786 publica o livro,  Reflexões sobre Educação de Filhas , na qual Mary analisou as...
<ul><li>Um destes artigos,  A Reivindicação dos Direitos do Homem , chamou a atenção de vários autores como Tom Paine, Wil...
<ul><li>Mary via a educação como um caminho inicial para as mulheres conquistarem um melhor estado económico, político e s...
<ul><li>Mary juntamente com o escritor Gilbert Imlay, teve uma filha, Fanny. Mais tarde voltou a casar com o também escrit...
<ul><li>Dentro das várias obras de Wollstonecraft, a obra mais conhecida pelos ideias femininos é  “ Vindication of the Ri...
Algumas publicações de Mary Wollstonecraft <ul><li>Thoughts on the Education of Daughters: With Reflections on Female Cond...
<ul><li>Maria, or the Wrongs of Woman (1798), “   Maria, ou os erros da Mulher ” após a sua morte. </li></ul><ul><li>An Hi...
Mary Wollstonecraft – Ideias Principais <ul><li>Mary Wollstonecraft foi chamado de feminista &quot;primeiro&quot; ou &quot...
<ul><li>Mary Wollstonecraft foi verdadeiramente a mulher mais satânica do seu tempo. </li></ul><ul><li>Mary Wollstonecraft...
Mary Wollstonecraft - Citações <ul><li>“  É possível que eu provoque o riso ao fazer a seguinte insinuação, em que penso e...
<ul><li>Não quero [mulheres] para ter poder sobre os homens, mas sobre si mesmos. </li></ul><ul><li>As mulheres representa...
<ul><li>As mulheres têm emprego raramente é suficiente para silenciar seus sentimentos, uma ronda de pouco importa, ou per...
Mary Wollstonecraft – Algumas Imagens
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Mary wollstonecraft 11 a

2.766 visualizações

Publicada em

Publicada em: Educação, Tecnologia
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Mary wollstonecraft 11 a

  1. 1. 1759 – 1797 MARY WOLLSTONECRAFT Escola Secundária de Benavente - Disciplina de Filosofia – Ano Lectivo 2009/2010 - Professora: Teresa Mateus Trabalho realizado por: Inês Romano, nº11; Joana Pires, nº 13; João Lemos, nº 16; João Narciso, nº 17; Jorge Lobato, nº 19 11ºA
  2. 2. Mary Wollstonecraft – Vida e Obra <ul><li>Mary Wollstonecraft nasceu a 27 de Abril de 1759 em Londres, mais precisamente em Spitalfields, e morreu a 10 de Setembro de 1797 em Londres. É considerada como pioneira do moderno feminismo com a publicação da obra &quot; A Vindication of the Rights of Woman &quot;( Uma Defesa dos Direitos da Mulher ), em 1790. Foi ainda escritora. </li></ul><ul><li>A infância foi um pouco atribulada, tendo a família mudado diversas vezes de lugar, vivendo em sítios como Epping em França, Walworth nos Estados Unidos da América ou mesmo Laugharne no País de Gales. </li></ul>
  3. 3. <ul><li>Em relação aos pais, o pai de Mary, era de Spitalfields, era um homem irritadiço e perturbado, que tanto batia na esposa, nos filhos ou no cão da família, enquanto que a mãe de Mary era Irlandesa e educou-a de forma rigorosa. </li></ul><ul><li>Aos dezanove anos, abandona a casa dos pais e vai viver com um homem de negócios, rico e viúvo, em Bath. </li></ul><ul><li>Mas passados apenas dois anos, volta a casa, mas para cuidar de sua mãe, doente que viria a falecer. As suas últimas palavras foram muitas vezes recordadas por Mary, quando passou por momentos difíceis da sua vida, &quot; Um pouco de paciência, e tudo estará acabado ”. </li></ul>
  4. 4. <ul><li>Em 1784, com a sua irmã Eliza e uma amiga, abre uma escola em Newington Green, uma pequena aldeia perto de Fiacre. Quando chegou a Newington Green, Mary fez amizade com Richard Price, um ministro anglicano de ideias avançadas, na capela local, este acabou por ser acusado de ateísmo e era visto com hostilidade pelos demais anglicanos como resultado das suas ideias e sermões em apoio à Revolução Americana na década de 1770. </li></ul><ul><li>Como Mary convivia com Price, veio a conhecer o editor Joseph Johnson, que gostou imenso das ideias de Mary sobre educação e sugeriu - lhe que escrevesse um livro a respeito delas. </li></ul>
  5. 5. <ul><li>Mary aceitou a sugestão, e em 1786 publica o livro, Reflexões sobre Educação de Filhas , na qual Mary analisou as restrições educacionais impostas às jovens, assim mantidas num estado de &quot; ignorância e dependência &quot;. Mostrou-se especialmente crítica da sociedade que encorajava as jovens a serem &quot; dóceis e atentas à aparência &quot;, concluindo com a sugestão de uma ampla reforma do currículo escolar. </li></ul><ul><li>No âmbito da Revolução Francesa, Price fez, em Novembro de 1789, um sermão no qual afirmou que o povo inglês também tinha o direito de destronar um rei, caso este fosse cruel. Este sermão incentivou Mary a escrever textos políticos, artigos, sobre os mais variados temas,desde do tráfico de escravos às injustiças de tratamento para com as pessoas mais pobres. </li></ul>
  6. 6. <ul><li>Um destes artigos, A Reivindicação dos Direitos do Homem , chamou a atenção de vários autores como Tom Paine, William Blake, Edmund Burke, Jean-Jacques Rousseau e Voltaire, o que fez com que as ideias da autora fossem discutidas nos principais círculos intelectuais de França e do Reino Unido. Em 1790, Mary publicou a sua obra mais importante, A Reivindicação dos Direitos da Mulher , em que estão lançadas as bases do feminismo moderno. </li></ul>
  7. 7. <ul><li>Mary via a educação como um caminho inicial para as mulheres conquistarem um melhor estado económico, político e social. Defendia não apenas que elas tinham direito à educação como afirmava que, da igualdade na formação de ambos os sexos, dependia o progresso da sociedade como um todo. </li></ul><ul><li>Entre as suas passagens mais polémicas, Mary afirma que o casamento é uma espécie de &quot; prostituição legal &quot;, que as mulheres são “ e scravos convenientes &quot;, e que o único modo de as mulheres continuarem livres é mantendo-se longe do altar. As suas ideias sobre o casamento são demonstradas no conto &quot; Maria &quot;, no qual a protagonista desse nome é internada num hospital para doentes mentais, vítima dos maus-tratos pelo marido. </li></ul>
  8. 8. <ul><li>Mary juntamente com o escritor Gilbert Imlay, teve uma filha, Fanny. Mais tarde voltou a casar com o também escritor William Godwin, um dos mais proeminentes ateus da sua época e pioneiro do movimento anarquista, com quem teve, em 1797, a sua segunda filha, a escritora Mary Wollstonecraft Shelley (autora de Frankstein). Desse parto, devido a complicações (a tentativa de retirada da placenta, que ficara presa no útero, acarretou uma forte hemorragia), veio a falecer três meses depois. </li></ul>
  9. 9. <ul><li>Dentro das várias obras de Wollstonecraft, a obra mais conhecida pelos ideias femininos é “ Vindication of the Rights of Woman” ( A Reinvidicação dos Direitos da Mulher ) em 1790. </li></ul><ul><li>Este livro configura a grande utopia da educação para as mulheres como forma de melhorar a sociedade, como via de alcançar a felicidade através da igualdade. </li></ul><ul><li>Ao longo deste livro, a autora propõe mudanças revolucionárias na educação: iguais oportunidades para rapazes e raparigas, um novo currículo para ambos os sexos privilegiando a educação física, a co-educação e o trabalho de grupo, preparando os jovens para um mundo adulto mais perfeito. </li></ul>
  10. 10. Algumas publicações de Mary Wollstonecraft <ul><li>Thoughts on the Education of Daughters: With Reflections on Female Conduct, in the More Important Duties of Life (1787) “ Reflexões sobre a Educação de Filhas: Feminino com reflexões sobre conduta, nas tarefas mais importante da Vida” </li></ul><ul><li>Vindication on the Rights of Woman (1792) “ Re ivindicação sobre os Direitos da Mulher”   </li></ul>
  11. 11. <ul><li>Maria, or the Wrongs of Woman (1798), “   Maria, ou os erros da Mulher ” após a sua morte. </li></ul><ul><li>An Historical and Moral View of the Origins and Progress of the French Revolution: and the effect it has Produced in Europe (vol I, 1794) “ Uma visão moral e cultural das origens e do progresso da Revolução Francesa, e o efeito que tem produzido na Europa”. </li></ul>
  12. 12. Mary Wollstonecraft – Ideias Principais <ul><li>Mary Wollstonecraft foi chamado de feminista &quot;primeiro&quot; ou &quot;mãe do feminismo&quot;. Seu livro-ensaio extenso sobre os direitos das mulheres e, especialmente, na educação das mulheres,  A Reivindicação dos Direitos da Mulher,  é um clássico do pensamento feminista, e uma leitura obrigatória para quem quer entender a história do feminismo. </li></ul><ul><li>Mary Wollstonecraft defendia que uma sociedade nunca seria verdadeiramente livre enquanto não existisse igualdade de oportunidade para ambos os sexos. Mary via a educação como um caminho para as mulheres conquistarem um melhor estatuto económico, político e social. </li></ul>
  13. 13. <ul><li>Mary Wollstonecraft foi verdadeiramente a mulher mais satânica do seu tempo. </li></ul><ul><li>Mary Wollstonecraft é consensualmente figura de destaque na luta pelos direitos das mulheres. Embora outras tivessem antes dela explorado o assunto, particularmente no que respeitava à educação, foi ela quem mais alto falou sobre a questão feminina em finais do século XVIII, através da sua irreverência e da sua escrita, ao denunciar as opressões sofridas, contestar as regras sociais vigentes e exigir a plena cidadania para as mulheres. </li></ul>
  14. 14. Mary Wollstonecraft - Citações <ul><li>“ É possível que eu provoque o riso ao fazer a seguinte insinuação, em que penso existirá no futuro: creio realmente que as mulheres deveriam ter seus representantes, em lugar de ver-se virtualmente governadas, sem que as permitam ter nenhuma participação direta nas deliberações do governo” </li></ul><ul><li>“ A mulher deve forçar sua mente no sentido de alargá-la e será o fim da obediência cega”.  </li></ul><ul><li>É hora de efectuar uma revolução nos costumes feminino - tempo para restaurar-lhes a sua dignidade perdida. É hora de separar a moral imutável de costumes locais.  </li></ul>
  15. 15. <ul><li>Não quero [mulheres] para ter poder sobre os homens, mas sobre si mesmos. </li></ul><ul><li>As mulheres representam criaturas racionais, e os cidadãos livres, e elas rapidamente se tornam boas esposas; - isto é, se os homens não negligenciar os direitos de maridos e pais.  </li></ul><ul><li>As mulheres são degradadas pela propensão a desfrutar o momento presente, e, finalmente, desprezam a liberdade que elas têm força suficiente para lutar para atingir.  </li></ul>
  16. 16. <ul><li>As mulheres têm emprego raramente é suficiente para silenciar seus sentimentos, uma ronda de pouco importa, ou perseguições vão desperdiçando toda a força de espírito e de órgãos, eles se tornam naturalmente, apenas objectos do sentido.  </li></ul><ul><li>  Fazer as mulheres criaturas racionais, e os cidadãos livres, e eles rapidamente se tornam boas esposas; - isto é, se os homens não negligenciar os direitos de maridos e pais. </li></ul><ul><li>As mulheres devem ter representantes, ao invés de serem governadas arbitrariamente, sem qualquer participação directa permitiu-lhes nas deliberações do governo. </li></ul>
  17. 17. Mary Wollstonecraft – Algumas Imagens

×