PROVAS DA EXISTÊNCIA DE DEUS .
Deus existe? Como provar a existência de Deus? Haverá boas razões que mostrem que há ou não tal Deus?
<ul><li>OS MAIS IMPORTANTES ARGUMENTOS TEÍSTAS </li></ul><ul><li>ARGUMENTOS EMPÍRICOS  ARGUMENTOS A PRIORI </li></ul><ul><...
ARGUMENTO TELEOLÓGICO (OU ARGUMENTO DO DESÍGNIO) É uma linha de argumentação baseada na observação directa do mundo. Parte...
ARGUMENTO COSMOLÓGICO (OU ARGUMENTO DA CAUSA PRIMEIRA) Baseia-se apenas no facto empírico de o universo existir. Afirma qu...
ARGUMENTO ONTOLÓGICO É uma linha de argumentação que não se apoia em absoluto em nenhum facto contingente, mas apenas na a...
CRÍTICAS DIRIGIDAS AOS ARGUMENTOS QUE PROCURAM PROVAR A EXISTÊNCIA DE DEUS
CRÍTICAS AO ARGUMENTO TELEOLÓGICO a) A analogia na qual se baseia o argumento teleológico é aceitável? Não será uma fraca ...
CRÍTICAS AO ARGUMENTO COSMOLÓGICO a) Não será contraditório afirmar simultaneamente que não há causa que não tenha sido ca...
CRÍTICAS AO ARGUMENTO ONTOLÓGICO a) Este argumento não poderá conduzir-nos a consequências absurdas, tais como admitir a e...
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Apresentação provas da existência de Deus

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Apresentação provas da existência de Deus

  1. 1. PROVAS DA EXISTÊNCIA DE DEUS .
  2. 2. Deus existe? Como provar a existência de Deus? Haverá boas razões que mostrem que há ou não tal Deus?
  3. 3. <ul><li>OS MAIS IMPORTANTES ARGUMENTOS TEÍSTAS </li></ul><ul><li>ARGUMENTOS EMPÍRICOS ARGUMENTOS A PRIORI </li></ul><ul><li>Argumento teleológico A) Argumento ontológico </li></ul><ul><li>* William Paley (1743-1805) * Santo Anselmo (1033- </li></ul><ul><li>-1109) </li></ul><ul><li>B) Argumento cosmológico * René Descartes (1596- </li></ul><ul><li>* São Tomás de Aquino -1650) </li></ul><ul><li>(1224/5-1274) </li></ul>
  4. 4. ARGUMENTO TELEOLÓGICO (OU ARGUMENTO DO DESÍGNIO) É uma linha de argumentação baseada na observação directa do mundo. Parte de um efeito e infere a sua causa: observamos o efeito (o relógio ou o olho) e tentamos descobrir o que o causou (um relojoeiro ou um Relojoeiro Divino) a partir do exame que fizemos. O argumento apoia-se na ideia de que um objecto que tenha sido artificialmente concebido, como acontece com um relógio, é em certos aspectos muito semelhante a um objecto natural, como um olho. Porque as coisas naturais são concebidas de forma muito mais engenhosa do que um relógio, o Relojoeiro divino deve, por isso, ter sido mais inteligente do que o relojoeiro humano. Por conseguinte, faz sentido presumir que o Relojoeiro Divino terá sido o Deus tradicional dos teístas.
  5. 5. ARGUMENTO COSMOLÓGICO (OU ARGUMENTO DA CAUSA PRIMEIRA) Baseia-se apenas no facto empírico de o universo existir. Afirma que todas as coisas foram causadas por qualquer coisa que lhes é anterior. Não há factos contingentes sem causa. Porque sabemos que o universo existe, podemos seguramente presumir que toda uma série de causas e efeitos produziram o universo tal como é hoje. Porém, esta série de explicações não pode ser infinita. Deve terminar (ou começar) em algo cuja existência não necessite de nenhuma outra explicação. Assim, se seguirmos esta série retrospectivamente, encontra-remos uma causa original, a primeira causa de todas. Esta causa primeira, afirma o argumento cosmológico, é Deus.
  6. 6. ARGUMENTO ONTOLÓGICO É uma linha de argumentação que não se apoia em absoluto em nenhum facto contingente, mas apenas na análise do conceito de Deus. O argumento ontológico sustenta que a existência de Deus se segue necessariamente da definição de Deus como o ser supremo (omnisciente, omnipresente e omnipotente). Deus define-se como o ser mais perfeito que é possível imaginar. A existência seria um dos aspectos desta perfeição. Um ser perfeito não seria perfeito se não existisse. Consequente-mente, da definição de Deus segue-se que Deus existe necessariamente, tal como da definição de um triângulo se segue que a soma dos seus ângulos internos será de 180 graus.
  7. 7. CRÍTICAS DIRIGIDAS AOS ARGUMENTOS QUE PROCURAM PROVAR A EXISTÊNCIA DE DEUS
  8. 8. CRÍTICAS AO ARGUMENTO TELEOLÓGICO a) A analogia na qual se baseia o argumento teleológico é aceitável? Não será uma fraca analogia? b) Ao explicar a evolução da vida através do mecanismo da selecção natural, a teoria evolucionista de Charles Darwin não colocará em causa o argumento teleológico? c) De que Deus se prova a existência mediante este argumento? O Deus todo-poderoso, omnisciente e sumamente bom dos teístas? d) Este argumento permite concluir necessariamente que Deus é o criador da natureza?
  9. 9. CRÍTICAS AO ARGUMENTO COSMOLÓGICO a) Não será contraditório afirmar simultaneamente que não há causa que não tenha sido causada e que existe uma causa que não foi causada? b) Poderá existir uma regressão infinita na série de causas e efeitos que elimine a possibilidade de haver uma causa primeira? c) A teoria científica sobre a origem do universo, a chamada teoria do Big Bang, não elimina a necessidade de recorrer a Deus como explicação última da existência do universo? d) Apesar de poder ser convincente em relação à existência de Deus, este argumento terá razões suficientemente fortes para pensar que a causa primeira se identifica com o Deus perfeito dos teístas?
  10. 10. CRÍTICAS AO ARGUMENTO ONTOLÓGICO a) Este argumento não poderá conduzir-nos a consequências absurdas, tais como admitir a existência de objectos perfeitos apenas pelo facto de se pensar neles? b) A existência será necessariamente uma propriedade essencial? Não será a existência apenas uma condição de possibilidade para que algo tenha esta ou aquela propriedade? O termo “é” não será apenas um elemento que estabelece uma relação entre o predicado e o sujeito? c) Uma vez que o mal existe no mundo, quer o mal moral quer o mal natural ou metafísico, não haverá colisão com a possibilidade de existência de um Deus sumamente bom e poderoso?
  11. 11. FIM

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