Agilidade no Governo do Ceará

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Apresentação feita no Agile Brazil 2010 mostrando como o Governo do Estado do Ceará está aplicando Agilidade em seus projetos através de uma Organização Social (CGDT).

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Agilidade no Governo do Ceará

  1. 1. Agilidade em um Contexto Hostil Paulo Furtado Ciro Coelho
  2. 3. <ul><ul><ul><ul><ul><li>Puristas </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Pragmáticos </li></ul></ul></ul></ul></ul>
  3. 4. Antes de começar ONE SIZE DOESN’T FIT ALL
  4. 5. INSPEÇÃO E ADAPTAÇÃO
  5. 6. Cenário de Projetos do Governo
  6. 7. Como fazer isso melhor?
  7. 8. O que é o CGDT? <ul><li>Pessoas Jurídicas de direito privado sem fins lucrativos; </li></ul><ul><li>Possuir representantes do poder público e privado no colegiado de deliberação superior </li></ul><ul><li>Direito de firmar com Poder Público contratos de Gestão com vistas á formação de parceria entre as partes para fomento execução de atividades relativas </li></ul>Empresas
  8. 9. O Primeiro Projeto
  9. 10. Contrato de Gestão S2GPR
  10. 11. Como aplicar Scrum em um contrato de Gestão para o Governo?
  11. 13. Modelo de Contratação
  12. 14. Sprints 1 Ordem de Serviço = 1 Sprint O Sprint
  13. 15. A Ordem de Serviço Ordem de Serviço Empresa: XXXXXXXXXXX Período: dd/mm/aaaa à dd/mm/aaaa Data de Apresentação: dd/mm/aaaa Itens da OS 1. Obrigatórios (Meta) 2. Complementares (Bonificação) 3. Adicionais (+ Bonificação) Valor de Ordem de Serviço R$ 999.999,99 Fortaleza, __ de ________ de ___ ______________ _______________ Fornecedor CGDT
  14. 16. Bonificações?
  15. 17. Cenário
  16. 18. <ul><li>Problemas </li></ul>Soluções
  17. 19. <ul><li>Problema </li></ul><ul><li>Como integrar o código de vários times sem prejudicar as entregas? </li></ul><ul><li>Solução </li></ul><ul><ul><li>Tentativa 4 </li></ul></ul><ul><ul><li>Todo mundo em um único branch e verificações no pre-commit </li></ul></ul><ul><li>Solução </li></ul><ul><ul><li>Tentativa 3 </li></ul></ul><ul><ul><li>Desenvolvimento em múltiplos branches e integração automática via script de post-commit em caso de build de sucesso </li></ul></ul><ul><li>Solução </li></ul><ul><ul><li>Tentativa 2 </li></ul></ul><ul><ul><li>Desenvolvimento em múltiplos branches e integração diária </li></ul></ul><ul><li>Solução </li></ul><ul><ul><li>Tentativa 1 </li></ul></ul><ul><ul><li>Desenvolvimento em múltiplos branches e integração ao final de cada sprint </li></ul></ul>
  18. 20. <ul><li>Problema </li></ul><ul><li>Como organizar os sprints? Sprints sincronizados ou não? </li></ul>Solução Sprints com meio dia de diferença entre seus inícios
  19. 21. <ul><li>Problema </li></ul><ul><li>Como um único Product Owner pode trabalhar com requisitos complexos e indefinidos e ainda apoiar os vários times? </li></ul><ul><li>Solução </li></ul><ul><li>Time de Product Owners </li></ul>
  20. 22. <ul><li>Problema </li></ul><ul><li>Como resolver os conflitos de escopo? </li></ul>Solução Utilizar um Time de Integração
  21. 23. <ul><li>Problema </li></ul><ul><li>Como garantir a integridade de arquitetura, IHC e estrutura de dados? Como garantir a qualidade das entregas? </li></ul>Solução Equipe do CGDT tem responsabilidade de definir os padrões e avaliar as entregas
  22. 24. Apresentação de Sprint Avaliação de Negócio Avaliação de Qualidade Item não validado Item validado Produto integrado Product Backlog Product Owner Time de Desenvolvimento Equipe de Auditoria PROCESSO DE ACEITAÇÃO JIRA
  23. 25. COBERTURA FERRAMENTAS TestNG Selenium Checkstyle JIRA
  24. 26. Se pudéssemos voltar no tempo... <ul><li>Teríamos reservado recursos para coaching </li></ul><ul><li>Qualificação dos Product Owners, metodológica e de negócio, teria mais prioridade que a dos Scrum Masters </li></ul><ul><li>Os critérios de seleção dos fornecedores teriam mais itens de engenharia </li></ul><ul><li>Todos os times utilizariam TDD </li></ul><ul><li>A ferramenta de controle de versões seria o GIT </li></ul>
  25. 27. Nós não podemos voltar no tempo... Mas podemos evoluir para o futuro
  26. 28. NÃO QUEIRA TRANSFORMAR TUDO EM PREGO PARA O SEU MARTELO UTILIZE AS METODOLOGIAS COMO GUIA, MAS ADAPTE AO SEU CONTEXTO
  27. 29. NEM SEMPRE VOCÊ VAI PODER SER TÃO ÁGIL QUANTO GOSTARIA
  28. 30. MAS DEVE USAR TODAS OS MEIOS PARA SER O MAIS ÁGIL POSSÍVEL
  29. 31. MAS LEMBRE-SE: O QUE PARECE MAIS RÁPIDO NEM SEMPRE É O MAIS ÁGIL
  30. 32. AUTOMATIZE O SEU PROCESSO, UTILIZE FERRAMENTAS DE APOIO
  31. 33. VOCÊ NÃO VAI ACERTAR SEMPRE
  32. 34. MAS O IMPORTANTE É CONTINUAR TENTANDO MELHORIA CONTÍNUA SEMPRE
  33. 35. Agilidade em um Contexto Hostil Paulo Furtado [email_address] Ciro Coelho [email_address]

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