Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes - Visão Geral

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Livro: Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes
Autor: Stephen R. Covey
Aula ministrada por Eduardo Braz

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Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes - Visão Geral

  1. 1. APRESENTANDO OS 7 HÁBITOS DAS PESSOAS ALTAMENTE EFICAZES
  2. 2. Introdução 2 Já há muito tempo eu ouvia comentários sobre OS 7 HÁBITOS DAS PESSOAS ALTAMENTE EFICAZES. Depois de um tempo comprei um exemplar da 51ª Edição. O que passo a compartilhar com vocês são algumas observações sobre esta obra. Neste primeiro momento quero tratar de modo introdutório sobre o livro. Aproveitando para incentivá-los na compra do mesmo. Devido a extensão da obra e as particularidades de cada capítulo esquematizamos nosso cronograma de estudos da seguinte forma...
  3. 3. Cronograma de Estudos 3 Aula 1: Visão Geral Aula 2: De dentro para fora Aula 3: Os 7 Hábitos – Uma visão geral Aula 4: Hábito 1 – Seja Proativo Aula 5: Hábito 2 – Comece com o objetivo em mente Aula 6: Hábito 3 – Primeiro o mais importante Aula 7: Paradigmas da Interdependência Aula 8: Hábito 4 – Pense Ganha/Ganha Aula 9: Hábito 5 – Procure primeiro compreender, depois ser compreendido Aula 10: Hábito 6 – Crie sinergia Aula 11: Hábito 7 – Afine o instrumento
  4. 4. Stephen R. Covey – OAutor 4 Stephen Richards Covey (24 de outubro de 1932 – 16 de julho de 2012). Mestre em administração pela Universidade Harvard e doutor pela Universidade Brigham Young. Era pai de 9 filhos. Ficou conhecido mundialmente pelo livro OS 7 HÁBITOS DAS PESSOAS ALTAMENTE EFICAZES, que foi lançado em 1989. Mais do que “auto ajuda”, seus livros, palestras e aulas foram ferramentas para instruir as pessoas a como adquirirem plena eficiência na vida, não apenas no contexto profissional, visto que em seus livros encontramos forte ênfase sobre família, liderança e caráter. Foi também conselheiro pessoal dos ex- presidentes Bill Clinton (Estados Unidos), Vicente Fox (México), Kim Dae Jung (Coreia do Sul), e de grandes empresários por todo o mundo. Seu falecimento ocorreu devido a uma hemorragia cerebral decorrente de um acidente de bicicletas. Fonte: Wikipedia
  5. 5. O Livro 5 O livro OS 7 HÁBITOS DAS PESSOAS ALTAMENTE EFICAZES é um clássico da literatura no mundo dos negócios, é com toda certeza um dos maiores e mais importantes livros sobre o desenvolvimento pessoal, ao ponto da Revista Forbes considerá-lo o mais influente, no segmento, do século XX. Com mais de 15 milhões de exemplares vendidos, traduzido em 38 idiomas. “Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes representam uma abordagem integrada, holística, à questão da eficácia pessoal e interpessoal, e que a verdadeira chave para sua compreensão encontra-se, muito mais do que em cada hábito tomado isoladamente, na relação entre eles e na sequência em que se apresentam”.
  6. 6. Visão Geral 6 O livro trata sobre um dos temas mais complexos sobre o comportamento humano: os hábitos. Em uma sociedade que está passando por um intenso processo de mudança estudar os hábitos é quase que uma obrigação para qualquer um que queria responder a questões do tipo “por que faço o que faço?”. Em meio a este quadro de grandes mudanças o tema tem grande relevância para cada um de nós. Covey baseia seus ensinamentos tomando por base o que ele chama de princípios universais ou leis naturais. A ideia que ele apresenta fundamenta-se em “se você quiser alcançar as suas maiores aspirações e superar os seus maiores desafios, identifique e aplique o princípio ou a lei natural que governa os resultados que você procura”. Para o autor alguns problemas são identificados nas pessoas que buscam realizar algo mas não conseguem. São eles: “o medo e a insegurança”, “quero isso agora”, “a culpa e a condição de vítima”, a “desesperança”, “falta de equilíbrio na vida”, “o que eu vou lucrar com isto?”, a “ânsia de ser compreendido”, “o conflito e as diferenças”, e por fim a “estagnação pessoal”. Vamos comentar cada um destes problemas que enfrentamos diariamente.
  7. 7. O Medo e a Insegurança 7 Vivemos em uma sociedade que anda apavorada. Grande parte da comunidade em que vivemos é composta por pessoas que são dominadas por uma sensação de medo, uma insegurança constante. Elas tem medo, principalmente, do futuro. O problema disto é que estas pessoas são condicionadas, ou seja, estão habituadas a não correrem riscos. Por uma lado isto é positivo, mas quando passa do limite se torna algo complicado de se resolver. Um dos motivos que levam estes sentimos diz respeito às ideias erradas sobre a independência. As pessoas se escondem em seus próprios mundos e desconhecem que a verdadeira independência nos conduz a uma realidade interdependente, ou seja, vivemos em comunidade, numa relação de dependência mútua. Nossos hábitos precisam ser mudados para que nossas habilidades de interdependência nos faça alcançar as realizações mais importantes de nossas vidas.
  8. 8. Quero isso agora 8 Um dos problemas de nossa sociedade é o imediatismo. Temos por hábito querer todas as coisas “agora”. Um dos elementos que marcam isto é o cartão de crédito. Muitas vezes esquecemos que comprar agora e pagar depois nem sempre é uma boa escolha. Covey lembra que “as nossas aquisições não podem superar nossa capacidade contínua de produzir”. Para solucionar este problema o autor argumenta que “precisamos constantemente reeducar e reinventar a nós mesmos. Temos de desenvolver a nossa mente e continuamente aprimorar e investir no desenvolvimento da nossa competência para não nos tornarmos obsoletos. Mais uma vez, o ponto fundamental é apresentado, o equilíbrio como solução para o imediatismo.
  9. 9. Aculpa e a condição de vítima 9 Este é mais um sintoma de nossa sociedade. O que temos visto é exatamente este quadro em nossa sociedade: pessoas que culpam os outros e sempre se assumem como vítimas dos outros. “Culpar a todos e a tudo pelos nossos problemas e desafios pode ser a norma e talvez alivie temporariamente a dor, mas também nos acorrenta a esses problemas”. A questão aqui está em assumirmos nossas responsabilidades. Claro que existem fatores externos que são inquestionáveis, mas o que vemos é que muitas pessoas passam por diversos problemas e situações difíceis por causa de problemas internos, sendo assim, é necessário coragem para “tomar qualquer iniciativa necessária para criativamente atravessar ou contornar esses desafios”.
  10. 10. Desesperança 10 Stephen Covey diz que “os filhos da culpa são o ceticismo e a desesperança”. Isso acontece e impregna dentro do ser humano a perda da “esperança e a motivação” fazendo com que caiamos num estado de “resignação e estagnação”. Para combater a desesperança precisamos compreender o papel fundamental do crescimento, da esperança que manifesta novas descobertas, principalmente do que somos por dentro.
  11. 11. Falta de equilíbrio na vida 11 Vivendo em um tempo complicado, uma das principais características desse homem moderno, pós moderno, é o intenso desequilíbrio de nossas vidas. Vemos homens trabalhando intensamente e isto não é mau. O problema é que para estes homens o trabalho intenso significa deixar de lado a família, o crescimento intelectual, o desenvolvimento das relações sociais. “O problema não é o nosso trabalho, que é o mecanismo sustentador da vida (...) O problema é que a nossa cultura moderna diz: ‘Chegue mais cedo, trabalhe até mais tarde, seja mais eficiente, sacrifique-se no momento’. No entanto, a verdade é que o equilíbrio e a paz de espírito não são produzidos por essas condições; eles acompanham a pessoa que desenvolve uma noção clara das suas prioridades mais elevadas e que vive voltada para elas com ênfase e integridade”.
  12. 12. O que eu vou lucrar com isso? 12 Não podemos esquecer de que a “nossa cultura ensina que, se quisermos conquistar algo na vida, temos de colocar os nossos interesses em primeiro lugar”. Nós somos a geração do egoísmo e da hipocrisia. O que mais vemos são pessoas que fazem de tudo para alcançarem seus objetivos sem se preocuparem com os que estão ao seu redor. Vivemos tempos em que “nós” já não importa porque o que realmente é importante é apenas o “eu”. Este pensamento tem deixado suas marcas em nossa sociedade e claro que em nossas vidas particulares. Contudo, “a verdadeira grandeza será alcançada por meio da mente abundante que trabalha de maneira altruísta, com respeito mútuo, visando ao benefício mútuo”.
  13. 13. Aânsia de ser compreendido 13 Com certeza nós já passamos por isto: “ninguém me compreende”, “tente entender o meu lado”. Este discurso em parte é verdadeiro, mas o problema é que nunca nos colocamos do outro lado. Não paramos para pensar e tentar compreender o outro. Vivemos em uma sociedade que sofre constantemente querendo ser compreendida. Tudo nos relacionamentos parece girar em torno da influência. Precisamos de uma mudança radical porque tudo nos mostra que a influência “realmente começa quando os outros sentem que você está sendo influenciado por eles, quando eles percebem que você os entende, que você os escutou profunda e sinceramente, e que você está receptivo”.
  14. 14. O conflito e as diferenças 14 Não somos iguais. Seria bom se compreendêssemos a importância disto. Somos pessoas diferentes e é natural que os conflitos surjam por isto. Vivemos em uma intensa competição. Por mais que em meio aos conflitos alguém acabe deixando de lado sua opinião com a ideia de que é melhor assim, estamos perdendo e muito porque não encontramos a melhor opção para sairmos dos conflitos, que é encontrarmos um meio-termo, ou seja, precisamos nos habituar na cooperação criativa porque fazendo isto desenvolveremos as melhores soluções para os conflitos, principalmente porque compreenderemos a importância das diferenças.
  15. 15. Estagnação pessoal 15 Neste ponto Covey descreve quatro elementos sobre a natureza humana. Cada uma tem uma tendência que é completamente diferente do princípio. CORPO Tendência cultural: manter o estilo de vida; tratar os problemas de saúde com cirurgia e medicamentos. Princípio: evitar as doenças e os problemas alinhando o estilo de vida para que fique em harmonia com princípios de saúde estabelecidos e aceitos universalmente. MENTE Tendência cultural: assistir à televisão, “entreter-se”. Princípio: ler ampla e profundamente, educação contínua.
  16. 16. CORAÇÃO Tendência cultural: usar os relacionamentos com os outros para favorecer os seus interesses pessoais e egoístas. Princípio: ouvir profundamente os outros com respeito e serviço são atitudes que causam enorme realização e alegria. ESPÍRITO Tendência cultural: sucumbir a um crescente secularismo e ceticismo. Princípio: reconhecer que a origem da nossa necessidade fundamental de significado e de tudo positivo que buscamos na vida são princípios, cujas leis naturais eu pessoalmente acredito terem sua origem em Deus. 16
  17. 17. Conclusão 17 “Aprender e não fazer na verdade é não aprender. Saber e não fazer na verdade é não saber”. OS SETE HÁBITOS DAS PESSOAS ALTAMENTE EFICAZES não é apenas um livro teórico, pelo contrário, é extremamente prático. Como diz Paulo Kretly, este livro é um “manual prático para a melhoria contínua e sustentável de qualquer tipo de pessoa e organização”.
  18. 18. Eduardo Braz 18 eduardobraz.profissional@hotmail.com (84) 9834.6937 (TIM e WhatsApp) (84) 8780.5376 (OI) facebook.com/pauloeduardo.bgoncalves Instagran: @eduardo_brazz E N T R E E M C O N T A T O C O N O S C O

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