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OSTEOPOROSE
              2013




Disciplina de Reumatologia

                     Alambert,PA
O termo “osteoporose”
Introduzido no século XIX, na
 França e Alemanha, para
 descrever o achado histológico
 de porosidade do osso.
INTRODUÇÃO

 Osteoporose é uma doença óssea e
 metabólica caracterizada por um baixa
 densidade do osso que o predispõe a
 um maior risco de fraturas.
Definição de Osteoporose
                        NIH
 É uma desordem esquelética caracterizada pelo
  comprometimento da força óssea, predispondo a um
  aumento do risco de fraturas.

 Força óssea: densidade óssea + qualidade do osso.




                     70%               30%
DENSIDADE MINERAL

 É determinada pela massa óssea
 máxima (quantidade de osso adquirida
 no período de crescimento do esqueleto)
 e pela perda da mesma,a qual ocorre
 com o passar dos anos e é influenciada
 por diversos fatores ambientais
Massa óssea e idade
Qualidade óssea

 É modulada pela microarquitetura ,taxa
  de remodelação, número de
  microfraturas e grau de mineralização.
Epidemiologia- USA

 8 milhões de mulheres e 2 milhões de
  homens.
 Aproximadamente metade das mulheres
  e ¼ dos homens acima de 50 anos
  sofrerão fraturas relacionadas a
  osteoporose
 Anualmente ocorrem 700.000 fraturas
  de coluna vertebral e 300.000 fraturas
  de quadril.
METABOLISMO ÓSSEO
Osteoblastos x Osteoclastos
Mediadores locais
REMODELAÇÃO ÓSSEA
Na Osteoporose................
FATORES DE RISCO
   P/FRATURAS
Fatores de risco-Sexo feminino
 Idade avançada              Déficit estrogênico <45ª
 Fraturas prévias            Descontinuação de
 Fratura por trauma de          terapia estrogênica
    pequena intensidade         Demência
    em parente de primeiro      Baixa atividade física
    grau                        Quedas recentes
   Baixo peso                  Mobilidade deficitária
   Tabagismo                   Baixa ingesta de Cálcio
   Córticoterapia>3 meses
   Déficit visual
Fatores de risco-Sexo masculino
 >70ª                Instabilidade postural
 Hipogonadismo       Fraqueza dos quadrícipes
 Excesso de alcool  Quedas nos últimos anos
 Baixa massa         Caucasiano
  corpórea            Tabagismo
 Baixa ingesta de    Baixa acuidade visual
  cálcio
Fatores de risco -Comorbidades

 Endócrinas: Hipertiroidismo, Hiperparatiroidismo,
  Hipogonadismo, Síndrome de Cushing, Diabetes
  melito,Hiperprolactinemia, Hipercalciúria.
 Osteodistrofia renal
 Doenças reumatológicas: Doença
  reumatóide,Espondilite anquilosante,Síndrome
  Marfan.
Fatores de Risco-Comorbidades

 Trato GI e Hepático: Cirurgia bariática,
  Gastrectomia,Doença celíaca
 Infiltrativa:Mieloma multiplo e leucemia
 Nutricional/metabólico:Homocisteína
  elevada,deficiencia de vitamina D e
  deficiencia de Vitamina D12.
CLASSIFICAÇÃO
Causas secundárias de
osteoporose
 Drogas
 Hipogonadismo
 Abuso de alcool
 Deficiência de Vitamina D
 Hiperparatiroidismo
 Hipertiroidismo
 Síndrome de Má digestão,Mieloma m.
 Hipercalciúria, Deficiência de Calcio
OSTEOPOROSE


    DIAGNÓSTICO
QUADRO CLÍNICO

 Na avaliação clínica de um paciente com
  suspeita de osteoporose ,devem-se
  pesquisar fraturas ósseas,avaliar fatores
  de risco e causas secundárias para as
  perdas ósseas.
História clínica

 A osteoporose é uma doença silenciosa
 O quadro álgico ocorre quando há
  fraturas
 Avaliação da estatura
Fraturas
Exame físico
EXAMES
COMPLEMENTARES
 DENSITOMETRIA ÓSSEA
 RAIO-X
 EXAMES LABORATORIAIS
 MARCADORES DE REABSORÇÃO
 MARCADORES DE FORMAÇÃO
Densitometria óssea
    padrão ouro
Região lombar
Região do colo do fêmur
RADIOLOGIA
RADIOLOGIA
Exames laboratoriais
 Hemograma
 Função renal
 Cálcio sérico
 TSH
 Vitamina D
 Clearence de creatinina e calciúria de 24 hs
 Testosterona livre e total
 PTH
 Eletroforese de proteínas
 Marcadores
Marcadores de Remodelação
Quem tratar?


1- Indivíduos com T-score < 0u = a – 2,0 sem fatores
   de risco

2- Indivíduos com um T-score < -1,5 se outros fatores
   de risco estiverem presentes
Tratamento não farmacológico

 Boa nutrição geral
 Adequada ingesta de cálcio
 Adequado aporte de vitamina D
  (exposição ao sol, suplementação
  dietética)
 Exercícios regulares
 Evitar tabaco e alcool
 Prevenção de quedas
Tratamento medicamentoso

 Cálcio e Vitamina D3
 Calcitonina
 Teriparatide
 Raloxifeno
 Bisfosfonatos: Alendonato, Ibandronato
  e Risedronato
 Estrógeno
 Ranelato de estrôncio
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Osteoporose 2013

  • 1. OSTEOPOROSE 2013 Disciplina de Reumatologia Alambert,PA
  • 2. O termo “osteoporose” Introduzido no século XIX, na França e Alemanha, para descrever o achado histológico de porosidade do osso.
  • 3. INTRODUÇÃO  Osteoporose é uma doença óssea e metabólica caracterizada por um baixa densidade do osso que o predispõe a um maior risco de fraturas.
  • 4. Definição de Osteoporose NIH  É uma desordem esquelética caracterizada pelo comprometimento da força óssea, predispondo a um aumento do risco de fraturas.  Força óssea: densidade óssea + qualidade do osso. 70% 30%
  • 5.
  • 6. DENSIDADE MINERAL  É determinada pela massa óssea máxima (quantidade de osso adquirida no período de crescimento do esqueleto) e pela perda da mesma,a qual ocorre com o passar dos anos e é influenciada por diversos fatores ambientais
  • 8. Qualidade óssea  É modulada pela microarquitetura ,taxa de remodelação, número de microfraturas e grau de mineralização.
  • 9. Epidemiologia- USA  8 milhões de mulheres e 2 milhões de homens.  Aproximadamente metade das mulheres e ¼ dos homens acima de 50 anos sofrerão fraturas relacionadas a osteoporose  Anualmente ocorrem 700.000 fraturas de coluna vertebral e 300.000 fraturas de quadril.
  • 15. FATORES DE RISCO P/FRATURAS
  • 16. Fatores de risco-Sexo feminino  Idade avançada  Déficit estrogênico <45ª  Fraturas prévias  Descontinuação de  Fratura por trauma de terapia estrogênica pequena intensidade  Demência em parente de primeiro  Baixa atividade física grau  Quedas recentes  Baixo peso  Mobilidade deficitária  Tabagismo  Baixa ingesta de Cálcio  Córticoterapia>3 meses  Déficit visual
  • 17. Fatores de risco-Sexo masculino  >70ª  Instabilidade postural  Hipogonadismo  Fraqueza dos quadrícipes  Excesso de alcool  Quedas nos últimos anos  Baixa massa  Caucasiano corpórea  Tabagismo  Baixa ingesta de  Baixa acuidade visual cálcio
  • 18. Fatores de risco -Comorbidades  Endócrinas: Hipertiroidismo, Hiperparatiroidismo, Hipogonadismo, Síndrome de Cushing, Diabetes melito,Hiperprolactinemia, Hipercalciúria.  Osteodistrofia renal  Doenças reumatológicas: Doença reumatóide,Espondilite anquilosante,Síndrome Marfan.
  • 19. Fatores de Risco-Comorbidades  Trato GI e Hepático: Cirurgia bariática, Gastrectomia,Doença celíaca  Infiltrativa:Mieloma multiplo e leucemia  Nutricional/metabólico:Homocisteína elevada,deficiencia de vitamina D e deficiencia de Vitamina D12.
  • 21. Causas secundárias de osteoporose  Drogas  Hipogonadismo  Abuso de alcool  Deficiência de Vitamina D  Hiperparatiroidismo  Hipertiroidismo  Síndrome de Má digestão,Mieloma m.  Hipercalciúria, Deficiência de Calcio
  • 22. OSTEOPOROSE DIAGNÓSTICO
  • 23. QUADRO CLÍNICO  Na avaliação clínica de um paciente com suspeita de osteoporose ,devem-se pesquisar fraturas ósseas,avaliar fatores de risco e causas secundárias para as perdas ósseas.
  • 24. História clínica  A osteoporose é uma doença silenciosa  O quadro álgico ocorre quando há fraturas  Avaliação da estatura
  • 27. EXAMES COMPLEMENTARES  DENSITOMETRIA ÓSSEA  RAIO-X  EXAMES LABORATORIAIS  MARCADORES DE REABSORÇÃO  MARCADORES DE FORMAÇÃO
  • 28. Densitometria óssea padrão ouro
  • 29.
  • 31. Região do colo do fêmur
  • 34. Exames laboratoriais  Hemograma  Função renal  Cálcio sérico  TSH  Vitamina D  Clearence de creatinina e calciúria de 24 hs  Testosterona livre e total  PTH  Eletroforese de proteínas  Marcadores
  • 36. Quem tratar? 1- Indivíduos com T-score < 0u = a – 2,0 sem fatores de risco 2- Indivíduos com um T-score < -1,5 se outros fatores de risco estiverem presentes
  • 37. Tratamento não farmacológico  Boa nutrição geral  Adequada ingesta de cálcio  Adequado aporte de vitamina D (exposição ao sol, suplementação dietética)  Exercícios regulares  Evitar tabaco e alcool  Prevenção de quedas
  • 38. Tratamento medicamentoso  Cálcio e Vitamina D3  Calcitonina  Teriparatide  Raloxifeno  Bisfosfonatos: Alendonato, Ibandronato e Risedronato  Estrógeno  Ranelato de estrôncio

Notas do Editor

  1. Approved: 2002 Global Slide Kit - Slide 6 The Osteoporosis Continuum This slide illustrates both the anatomy of a normal spine versus a spine with multiple fractured vertebra, as well as its clinical impact on a woman as she ages from 50 to 75 years.  The clinical impact of vertebral fractures occurs with the collapse of one or more vertebra as a result of minimal trauma. Multiple vertebral fractures can cause spinal deformity (thoracic kyphosis or dowager’s hump), shortened stature, and chronic disability and pain. Vertebral fractures can ultimately have financial, physical, and psychosocial consequences affecting both the woman and her family.