Osteoporose 2013

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  • Approved: 2002 Global Slide Kit - Slide 6 The Osteoporosis Continuum This slide illustrates both the anatomy of a normal spine versus a spine with multiple fractured vertebra, as well as its clinical impact on a woman as she ages from 50 to 75 years.  The clinical impact of vertebral fractures occurs with the collapse of one or more vertebra as a result of minimal trauma. Multiple vertebral fractures can cause spinal deformity (thoracic kyphosis or dowager’s hump), shortened stature, and chronic disability and pain. Vertebral fractures can ultimately have financial, physical, and psychosocial consequences affecting both the woman and her family.
  • Osteoporose 2013

    1. 1. OSTEOPOROSE 2013Disciplina de Reumatologia Alambert,PA
    2. 2. O termo “osteoporose”Introduzido no século XIX, na França e Alemanha, para descrever o achado histológico de porosidade do osso.
    3. 3. INTRODUÇÃO Osteoporose é uma doença óssea e metabólica caracterizada por um baixa densidade do osso que o predispõe a um maior risco de fraturas.
    4. 4. Definição de Osteoporose NIH É uma desordem esquelética caracterizada pelo comprometimento da força óssea, predispondo a um aumento do risco de fraturas. Força óssea: densidade óssea + qualidade do osso. 70% 30%
    5. 5. DENSIDADE MINERAL É determinada pela massa óssea máxima (quantidade de osso adquirida no período de crescimento do esqueleto) e pela perda da mesma,a qual ocorre com o passar dos anos e é influenciada por diversos fatores ambientais
    6. 6. Massa óssea e idade
    7. 7. Qualidade óssea É modulada pela microarquitetura ,taxa de remodelação, número de microfraturas e grau de mineralização.
    8. 8. Epidemiologia- USA 8 milhões de mulheres e 2 milhões de homens. Aproximadamente metade das mulheres e ¼ dos homens acima de 50 anos sofrerão fraturas relacionadas a osteoporose Anualmente ocorrem 700.000 fraturas de coluna vertebral e 300.000 fraturas de quadril.
    9. 9. METABOLISMO ÓSSEO
    10. 10. Osteoblastos x Osteoclastos
    11. 11. Mediadores locais
    12. 12. REMODELAÇÃO ÓSSEA
    13. 13. Na Osteoporose................
    14. 14. FATORES DE RISCO P/FRATURAS
    15. 15. Fatores de risco-Sexo feminino Idade avançada  Déficit estrogênico <45ª Fraturas prévias  Descontinuação de Fratura por trauma de terapia estrogênica pequena intensidade  Demência em parente de primeiro  Baixa atividade física grau  Quedas recentes Baixo peso  Mobilidade deficitária Tabagismo  Baixa ingesta de Cálcio Córticoterapia>3 meses Déficit visual
    16. 16. Fatores de risco-Sexo masculino >70ª  Instabilidade postural Hipogonadismo  Fraqueza dos quadrícipes Excesso de alcool  Quedas nos últimos anos Baixa massa  Caucasiano corpórea  Tabagismo Baixa ingesta de  Baixa acuidade visual cálcio
    17. 17. Fatores de risco -Comorbidades Endócrinas: Hipertiroidismo, Hiperparatiroidismo, Hipogonadismo, Síndrome de Cushing, Diabetes melito,Hiperprolactinemia, Hipercalciúria. Osteodistrofia renal Doenças reumatológicas: Doença reumatóide,Espondilite anquilosante,Síndrome Marfan.
    18. 18. Fatores de Risco-Comorbidades Trato GI e Hepático: Cirurgia bariática, Gastrectomia,Doença celíaca Infiltrativa:Mieloma multiplo e leucemia Nutricional/metabólico:Homocisteína elevada,deficiencia de vitamina D e deficiencia de Vitamina D12.
    19. 19. CLASSIFICAÇÃO
    20. 20. Causas secundárias deosteoporose Drogas Hipogonadismo Abuso de alcool Deficiência de Vitamina D Hiperparatiroidismo Hipertiroidismo Síndrome de Má digestão,Mieloma m. Hipercalciúria, Deficiência de Calcio
    21. 21. OSTEOPOROSE DIAGNÓSTICO
    22. 22. QUADRO CLÍNICO Na avaliação clínica de um paciente com suspeita de osteoporose ,devem-se pesquisar fraturas ósseas,avaliar fatores de risco e causas secundárias para as perdas ósseas.
    23. 23. História clínica A osteoporose é uma doença silenciosa O quadro álgico ocorre quando há fraturas Avaliação da estatura
    24. 24. Fraturas
    25. 25. Exame físico
    26. 26. EXAMESCOMPLEMENTARES DENSITOMETRIA ÓSSEA RAIO-X EXAMES LABORATORIAIS MARCADORES DE REABSORÇÃO MARCADORES DE FORMAÇÃO
    27. 27. Densitometria óssea padrão ouro
    28. 28. Região lombar
    29. 29. Região do colo do fêmur
    30. 30. RADIOLOGIA
    31. 31. RADIOLOGIA
    32. 32. Exames laboratoriais Hemograma Função renal Cálcio sérico TSH Vitamina D Clearence de creatinina e calciúria de 24 hs Testosterona livre e total PTH Eletroforese de proteínas Marcadores
    33. 33. Marcadores de Remodelação
    34. 34. Quem tratar?1- Indivíduos com T-score < 0u = a – 2,0 sem fatores de risco2- Indivíduos com um T-score < -1,5 se outros fatores de risco estiverem presentes
    35. 35. Tratamento não farmacológico Boa nutrição geral Adequada ingesta de cálcio Adequado aporte de vitamina D (exposição ao sol, suplementação dietética) Exercícios regulares Evitar tabaco e alcool Prevenção de quedas
    36. 36. Tratamento medicamentoso Cálcio e Vitamina D3 Calcitonina Teriparatide Raloxifeno Bisfosfonatos: Alendonato, Ibandronato e Risedronato Estrógeno Ranelato de estrôncio

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