O têpluquê

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Ficha de trabalho para exploração da história O Têpluquê, de Manuel António Pina.
História retirada da Obra de Iniciação Literária, "O Têpluquê e outras histórias".
Trabalhar destrava línguas.

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O têpluquê

  1. 1. AGRUPAMENTO DE ESCOLAS D. PEDRO I Escola Básica de _____________________________________ O TÊPLUQUÊ 1. Qual era o defeito do menino? ______________________________________________________ 2. Há palavras que moram dentro de outras palavras, por exemplo: - com a palavra casa (c+a+s+a) formo as palavras: saca, asa, as e cá - com a palavra toma (t+o+m+a) formo as palavras: _____________________________________ - com a palavra mesa (m+e+s+a) formo as palavras: _____________________________________ 3. Será que este menino só trocava os tês pelos quês? ____________ 3.1. Transcreve uma expressão do texto que justifique a tua resposta. __________________________________________________________________________ 4. “Ao menino, como a toda a gente que tem defeitos de pronúncia, entaramelava-se-lhe a língua; este menino tinha sorte porque, como as letras do defeito dele eram o tê e o quê, a língua encaramelava-se-lhe e o menino gostava muito (…).” 4.1. A palavra encaramelava é uma palavra da família de ____________________________. 5. Agora para que não fiques também com a língua entaramelada, decora e diz depressa os destrava línguas seguintes: - Pardal pardo, porque palras? O tempo perguntou ao tempo - Palro sempre e palrarei, quanto tempo o tempo tem. porque sou o pardal pardo O tempo respondeu ao tempo palrador del-rei. Que o tempo tem tanto tempo quanto tempo o tempo tem. PMC
  2. 2. AGRUPAMENTO DE ESCOLAS D. PEDRO I Escola Básica de _____________________________________ Gigões e Anantes Gigões são anantes muito grandes. Anantes são gigões muito pequenos. Os gigões diferem dos anantes porque uns são um bocado mais, outros são um bocado menos. Era uma vez um gigão tão grande, tão grande, Que não cabia. – Em quê? – O gigão era tão grande que nem se sabia em que é que ele não cabia! Mas havia um anante ainda maior que o gigão, e esse então nem se sabia se cabia ou não. Só havia uma maneira de os distinguir: Era chegar ao pé deles e perguntar. – Mas eram tão grandes que não se podia lá chegar! - E nunca se sabia se estavam a mentir! Então a Ana como não podia resolver o problema arranjou uma teoria: xixinava com eles e o que ficava xubiante ou ximbimpanque era o gigão, e o anante o que fingia que não. A teoria nunca falhava porque era toda com palavras que só a Ana sabia. E como eram palavras de toda a confiança só queriam dizer o que a Ana queria. Manuel António Pina, O Têpluquê e outras histórias, Assírio e Alvim PMC
  3. 3. AGRUPAMENTO DE ESCOLAS D. PEDRO I Escola Básica de _____________________________________ 1- Como é que seriam os gígões e os anantes? Faz o desenho onde os consigas representar. 2- Quem é que descobriu uma teoria para distinguir os gigões dos anantes? ____________________________________________________________________________ 3- Transcreve do texto dois versos que expliquem a teoria da Ana. ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ 4- Explica por palavras tuas o que o autor quis dizer na última estrofe. ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ PMC

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