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Planeamento e gestão da mudança nos processos de implementação de sistemas de e/b-learning

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Pensar em estratégias de e-learning, significa pensar mais na estratégia do que no e-learning! De nada vale investir em tecnologias sem considerar o seu potencial de exploração e rentabilidade procurando compreender as necessidades que possam servir. Qualquer estratégia requer uma visão a longo prazo pois representa o alcance de um estado desejado. Instalar num servidor web um LMS e disponibilizar os conteúdos de formação constitui apenas uma das atividades táticas de todo um processo sistémico de integração do e-learning na cultura organizacional. Isto implica um movimento de ascensão para uma visão macro da organização com foco numa cultura de aprendizagem. O alinhamento entre as metas organizacionais e as estratégias de formação online envolve considerações ao nível da cultura, das crenças e dos valores, com impacto nas estruturas financeiras e de desempenho laboral. Nenhuma estratégia de formação se justifica por si mesmo, a razão da sua existência sustenta-se no pilar dos objetivos do negócio e envolve todo um grupo de profissionais com diferentes perspetivas da organização, incluindo a participação de gestores de topo. A criação de ambientes facilitadores da aprendizagem circula numa esfera com epicentro na complexidade da pessoa humana, destinatária de cada processo formativo, procurando estimular o relacionamento e o envolvimento de cada individuo no sistema.
A adequação de um projeto de e-learning às necessidades organizacionais é alicerçada em múltiplas dimensões, com níveis e configurações de intersecção variadas, no plano organizacional, estratégico, cultural, social, económico, pedagógico, tecnológico, e em tantos outros.
Nesta comunicação propõe-se a reflexão e a partilha de experiências em processos de planeamento e gestão da mudança, recorrentes da implementação de sistemas de e/b-learning.

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Planeamento e gestão da mudança nos processos de implementação de sistemas de e/b-learning

  1. 1. PLANEAMENTO E GESTÃO DA IVIUDANÇA_ NOS PROCESSOS DE EPAPLEPAENTAÇÃO S! t5Tzz! ~w. re, o,S DE Eng-LEARNING MÉÉPQF_ AT_ Pa u Ia Pe res M: ;W A pperes@sc. ipp. pt uma: uma n¡ ams ' ~ , . f Instituto Politécnico de Porto 1"''. '1'4-1P'. "H '*›iTI. w'Ji! |lI'5"'-'~"'-'*J”
  2. 2. c Sobre mum n* _J t¡ »z . hi7 KITÍC: 'ÍCO S” ” *DO *PORTO v" 4 - _S _ ? S é '. 3- , í 4' ›~ 3» , a _w L"'. .z: ::: Wii/ m; «$158 "cj. n” à V , A , _ Paula Peres . x. . r g ¡Pcnn n »Mn L_ - e
  3. 3. E-Learning Efeitos nas Instituições Reputação - lvlundíal 5 Acesso ' T RAN SFORRA AR Prá ticas / Pedagógicas . ; . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. IIVTERNACICDNALIZAR VODERN¡ZAR Í 4,2( , -í 5 - "9 _-= - _ . a. é', 1'” ' x â. É _› 4 . Í. ~ ; › ' l. i, ” nano: HMCDM ams r
  4. 4. Crescimento e Alteração dos Mercados Os desenvolvimentos tecnológicos na Núvem/ Cloud, em jogos, equipamentos móveis. .. continuarão a trazer crescimento ao mercado dos sistemas e tecnologias educativas INVESTIGAÇÃO NA UFP ¡ . Y¡ UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA l "
  5. 5. Potenciais benefícios das tecnologias digitais no domínio da educação Pedagogia _ Tecnologia Flexibilização I 'A V , a t* Inovação m rj ' I VT _ h i. Abertura . A Inclusão A tecnologia constitui uma oportunidade para aumentar a eficiência e a equidade na educação
  6. 6. Mudanças Necessárias 'Ç t" * SI^ÉÂÇFÉWLEÉ= "CIE ÍI'IIÇII'ITÉC: I;: ÍEí_ÍI, de tomuniarçrsií), . «:, __›, _¡ tw DI'_*'§. TVEE'IILCIÇ. IIÇ_I V' (ir: iIÇ), "IiI! iL: _5r'_) Técnicas ¡ Tecnológicas Capacidade mudança nas Dinâmicas de trabalho . s pessoas e nas organizaçoes
  7. 7. e-Learning t. .. VTI - ~ ' J' ' " ' São imensas as barreiras que emanam a cada instante, Sendo mais visíveis as relacionadas com os normativos, as estruturas de gestão, a credibilidade, a avaliação A adoção do e/ b-Iearning, com múltiplas variantes e variáveis, poderá ser lenta mas será certamente irreversível! _ »gv
  8. 8. e-Learning Pensar em estratégias de e-learning, significa pensar mais na estratégia do que no e-Iearning! Visão a longo prazo Isto implica um movimento de ascensão para uma visão macro da organização com foco numa cultura de aprendizagem. 0 alinhamento entre as metas organizacionais e as estratégias de formação online envolve considerações ao nivel da cultura, das crenças e dos valores, com impacto nas estruturas financeiras e de gestão . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. . ..n
  9. 9. A adequaçao de um projeto de e-learning as, -' r. . ', _-"j1. . ,'_ t o o o o , sit, '15 necessidades organizacionais s. ; as _A51_ Ivialijig* si; diziie~iiír<ím~ízc com Iria/ iara e (2OHiÇjLIi'ÇEÇL'FFQ (Ie: IIiÍrÊi'“àÊr'Ç«ÍiiÇ> xzàzzgirjlií S Plano Organizacional (alterações ao nivel das _ estruturas de gestão) Plano Estratégicolqua/ o papel do e-learning 'e «r ai", ç _ na instituição? Internacionalização? v. gil/ ix/ .F "; r/, "/(f_= //Â, u¡ Modernização P Divulgação? ) ""'”"""'r~~r4 nl"w'i"'*' 'f' n"" 'í '~ 1;( ', Í «L 1 FRAQUEZAS . e e ~- «i«. __. ... -'lÍ-r* 2_ i1 Cultural (adaptar a referenciais de formação pre-existentes num Sentido de aculturaçõo? ) Social (como os intervenientes se re/ cicicwiam numa corriunicação digital) Económico (ciuci/ o investimento necessario e qual o ROl)
  10. 10. ;tigres Itatiaia¡ National e-Iearning policies No 24% No, but national measures to support Institutions in . . 23% developing e-Iearning Not yet, we have only now started discussing it 17% Yes, national strategy for e-learning in HE 16% I do not know 10% Yes, national strategy for e-learning in general 9% f? , a. IilitiII-JÇIIILIIIiIIII-Iil' l¡1ll›I-)I| l|). ll1*l1l¡ "JI I l Il IJniv : v l' ___ I. ¡., .. .¡, _.. .', I¡I. .. I. ll“1lü
  11. 11. “T7 fílt. Íi. l_'gl. lÍ_t-jli. 'ilêl_lÇII . Fidel Institutional e-learning policies and strategies Yes, we have an institutional strategy in place 49 No, but it is under development 26% No, but some faculties have developed their own strategies 14% Other 5% No 5% 2;* -_l_, .$il: llllllá« Il: :Ii; i~Iu: _I: i:ltr1:lá: - a. Iilitiil-icllíiniiiliil-Iil' l¡1ll›I-)I| l|). ll1*l1l¡ "JI I l Il Iauiv _v I' ___ I. ¡., .. .¡, _.. .', I¡I. .. I. ll“1lü
  12. 12. ~§. lrfl; ll'-! i-z an-i: -gw ir üâvâl Institutional e-learning policies 25 32o .9 . É 1315 . E ; .10 o . n 55 Z O NÚÊNQJJVU XMN>~NC*>*NCJ'D'C>*X>'>~C 'eC6':8E. CÊa'°'a~;2w&a'E°CC§DCT= ^a wgfãwmñ--Eãmãmuawmgmâc "to. >wcaca~à° -3 >°“cg». 'õ~: E m 2:iI<Ú-SãgÊõmÊâà53o“°-3* a d) É z (h "Yes or under development" So faculties have their own strategy" or "No strategy at all" llt| llll'lll ; tmmmn Illillíi' tinniidlizi- ávlntillilillihiiiltilrlil* H1 llitillfllhl l$lll ill . mu. ¡ . .¡I. ..¡ ll
  13. 13. e-Learning Reduzida taxa de penetração do e-learning nas IES em Portugal ' Falta de normativos, desconfiança na credibilidade e na avaliação das ofertas formativas, nas dificuldades inerentes a qualquer processo de mudança, mais visíveis quando tocam o vital plano cultural e organizacional ' Os verdadeiros obstáculos nascem dentro das próprias organizações, na inércia de cado indivíduo. INVESTIGAÇÃO N» NA UFP , a ~ -A @A UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA
  14. 14. e-Learning Casos de sucesso que paulatinamente criam conhecimento e constituem referenciais de boas práticas I Gerar conhecimento I Diferenciação competitiva - Reconhecimento da marca I Rapidez e acessibilidade na informação I Flexibilidade de tempo e lugar I Possibilidade de atrair públicos externos ' entre tantos outros. .. UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA “K INVESTIGAÇÃO _ à Â
  15. 15. e-Learning Perspetiva do Estudante Panóplia de ferramentas e métodos Atualização Constante; Formação Just-in-time Acesso Especialista eficiência do processo de comunicação Flexibilidade Tempo e 't '- Lugar
  16. 16. , I : iai ç . É. . ' “artist, rsiziwai A r, ; › e ~ “já” o¡ É) Iêãlifâiílftiiísftài. . Itni lifiãrñiaitiiirtli: _ o ~ , _ _ s 7'” b 'É' _AI líêliílfl'all'Í. l§Í| *7_.3?l a ral; Iz-tat-fitüíiuíi m 5 t' A f l à . É I I': i-". :~. ,IIr': i~ti; P l'iL, l'Ííê-i: 'liIiJ1i: ' a; "ig, Ifíãislij? ,II l : lilvfllvlârltl: %l°"'I aii: anta: : ul: : Zili'I": e_ É QI (9 u' A ley -. coa qr? f, .lc .
  17. 17. E-Learning Ctmleutlcr; Atómicos Objetivos Definidos Formador/ Tutor Estudante Ferramentas de Autor Público-alvo Conteúdos
  18. 18. E-Learning ÍINIlIÍÍ-Cltflili» llíiZiITIÍE-'ÍICINS Licenças por utilizadores Licenças por inscrição Pay-per-use . A ai. ” l. 1 . . . r _. - 11_ _r rt, ~ _ r . , .r'_c, ,,. *, su, J 1._ _- ol' , .z ' ¡« " L í. .-7¡; - l ^ v i 4*. .- s. ; Formação Formal Formação não conferente de grau Aprendizagem ao longo da vida
  19. 19. E-Learning Cálculo determinístico do número de horas de cada ação de formação? Trabalho autónomo, tutorias. .. Apoio tutorial Dias e horas das sessões síncronas _ Unidade de medida a utilizar Assiduidade “I Número de horas associadas a um determinado curso imposição de um número mínimo de formandos k Valor do trabalho : de tutoria
  20. 20. É preciso uma abordagem integrada, um esforço concertado de todos os intervenientes e de uma melhor compreensão de todas as LKS oportunidades que a revolução digital aindalfgitíãíçârevelou 3;/ I›~ ~ › ly¡ _É ' uni 'iaii-siiiiiiaia ; giaixeirirati: I.ieilsi-riçiiivi-tiiirar' 'ÊlÍlÍÍ-Í-li ; siritjjsnirííiã 'rairt. i:, .er-: l:ieíi. -i~ç~iraici. : Íâl! ._IÍC-; i.i““; í§i: ê)I: “ . IE
  21. 21. PLANEAIIAENTO E GESTÃO DA IVIUOANÇA. NOS PROCESSOS OE ! lvl PLEIVI ENTAÇÃO SESTEISJIAIS OE E/ E-LEARAIING lf_, '(, ã.9'i, ,', _ , m Pa u Ia Pe res ai: ;W , pperes@sc. ipp. pt uniao: Manto n¡ ams ' ~ , I f Instituto Politécnico de Porto 1"'l'i1'4-1l¡'. "=I 'láTl. I'. lil| lI'5"'-'~"'-'ll”

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