A Crítica Neomarxista Michael Apple

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A Crítica Neomarxista Michael Apple

  1. 1. educação Sociedade conhecimentoCultura Política questionamentos TRABALHO PESSOAS BEM VINDOS E S C O L A
  2. 2. A CRÍTICA NEOMARXISTA Michael Apple
  3. 3. MICHAEL WHITMAN APPLE Nascido em 20 de Agosto de 1942 em Patterson – Nova Jersey Estados Unidos, membro de uma família pobre de trabalhadores. Logo cedo se engajou politicamente, primeiro no ambiente escolar e posteriormente no contexto acadêmico. Sua concepção pedagógica é fruto de sua convivência com um ambiente periférico e, depois, com um meio mais elitista, após a realização do mestrado e do doutorado no Teachers College da Columbia University. Como resultado deste contexto existencial, Apple elaborou sua pedagogia crítica, baseada na relação entre a educação e a sociedade, ou seja, na análise relacional ou situacional. Em sua obra “Política Cultural e Educação” situa exemplarmente sua visão da educação inserida em um contexto social, na interação com as incontáveis faces da sociedade.
  4. 4. DEFINIÇÃO DE CURRÍCULO Por Michael Apple
  5. 5. DEFINIÇÃO DE CURRÍCULO Currículo não é uma mera colagem objetiva de informações; Apple propõe questionamentos alternativos e coloca em xeque o modelo tradicional.
  6. 6. CONCEITO Por Michael Apple
  7. 7. CONCEITO NEOMARXISMO É um campo multidisciplinar no qual se estuda a relação crítica entre cultura, conhecimento e poder.
  8. 8. CONCEITO IDEOLOGIA HEGEMONIA SENSO COMUM
  9. 9. À CRÍTICA Por Michael Apple
  10. 10. O SURGIMENTO As primeiras críticas à visão tradicional de currículo, surgem na década de 60, em meio aos movimentos sociais e culturais que a caracterizaram, (Movimento Reconceptualista).
  11. 11. MOTIVAÇÃO A visão tradicional do currículo apresenta-se neutra, cientifica, como um saber desvinculado das relações de poder e coloca-se como o saber legítimo, universal, do interesse da humanidade como um todo indistinto. Não tem preocupações em questionar os arranjos sociais ou vinculados a estrutura social, fomentando a aceitação, ajuste e a adaptação.
  12. 12. VÍDEO
  13. 13. À VISÃO CRÍTICA DO CURRÍCULO Por Michael Apple
  14. 14. À VISÃO CRÍTICA DO CURRÍCULO Questiona as desigualdades provocadas pela visão tradicional no sistema de ensino, já que estas não questionam o conhecimento em si, apenas valorizam o mecanismo de eficácia da reprodução desse conhecimento.
  15. 15. À VISÃO CRÍTICA DO CURRÍCULO A sociedade capitalista utiliza a educação para a reprodução de sua ideologia. É pelo currículo que veicula a sua ideologia, onde dominantes e subordinados, aprendem a praticar os seus papéis.
  16. 16. À VISÃO CRÍTICA DO CURRÍCULO Apple explícita que “ há uma clara conexão entre a forma como a economia esta organizada e a forma como o currículo está organizado”.
  17. 17. À VISÃO CRÍTICA DO CURRÍCULO A seleção que constitui o currículo é o resultado de um processo que reflete os interesses particulares das classes e grupos dominantes.
  18. 18. À VISÃO CRÍTICA DO CURRÍCULO Os grupos dominantes recorrem a um processo permanente de convencimento ideológico que os leva a uma construção e reconstrução permanente do consenso para manter sua dominação.
  19. 19. À VISÃO CRÍTICA DO CURRÍCULO De acordo com a visão crítica do currículo é no interior da cultura, que a escola deveria fazer uma seleção daquilo que da experiência humana, considera adequado para transmitir às novas gerações.
  20. 20. À VISÃO CRÍTICA DO CURRÍCULO A Ferramenta ESCOLA O currículo da escola está baseado na cultura dominante, ele se expressa na linguagem dominante, é através do código cultural dominante. Para as classes dominadas, esse código é simplesmente indecifrável.
  21. 21. À VISÃO CRÍTICA DO CURRÍCULO A Ferramenta ESCOLA O currículo é um local no qual DOCENTES e ALUNOS tem a oportunidade de examinar, de forma renovada, aqueles significados da vida cotidiana que se acostumaram a ver como dados naturais.
  22. 22. À VISÃO CRÍTICA DO CURRÍCULO A Ferramenta ESCOLA A escola é condicionada pelos aspectos sociais, políticos e culturais, mas contraditoriamente existe nela um espaço que aponta a possibilidade de transformação social.
  23. 23. À VISÃO CRÍTICA DO CURRÍCULO Argumentos Principais A socialização necessária para uma boa adaptação as exigências do trabalho capitalista, não esta expressa no currículo oficial, mas sim nas relações sociais e na escola.
  24. 24. À VISÃO CRÍTICA DO CURRÍCULO Argumentos Principais É possível uma critica à racionalidade técnica da escola, pela proposta de uma pedagogia da possibilidade e a da resistência. O currículo deve funcionar enquanto um instrumento de emancipação e libertação.
  25. 25. À VISÃO CRÍTICA DO CURRÍCULO Propósito Assumir uma postura de desconfiança, questionamento e transformação radical.
  26. 26. À VISÃO CRÍTICA DO CURRÍCULO A Missão do Currículo O currículo não pode ser compreendido e nem transformado, se não fizermos perguntas fundamentais sobre suas conexões com relações de poder.
  27. 27. VÍDEO
  28. 28. À VISÃO CRÍTICA DO CURRÍCULO E HOJE ... ... COMO ESTÁ O CURRÍCULO???
  29. 29. À VISÃO CRÍTICA DO CURRÍCULO CRÉDITOS Ana Fabricia de S. Bazon Erika M. Santos Ilma P. do Carmo Paula Cristinia O. Dias Silene M. Silva Trabalho apresentado à Faculdade da Aldeia de Carapicuíba - FALC Para disciplina de Currículos e Programa I - Curso de Pedagogia Matutino. Professor Dr. Ricardo Santos Chiquito CARAPICUÍBA 2015

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