Oportunidades de Intervenção na Cidade Extensiva

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Authors: Patrícia Strecht, Francisca Magalhães, Teresa Corujo

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  • 1 SLIDE Título
  • 2 SLIDE Estudos recentes sobre a realidade urbana do território português dão conta da expansão de um território urbano sem as características do modelo de cidade tradicional. Este processo de ocupação e transformação tem resultado numa mancha de urbanização de características heterogéneas, descontínua, com problemas de estruturação e legibilidade urbana. Negativamente conotados, estes territórios são fruto de transformações incompletas, de ocupações e abandonos sucessivos, mas também palco de oportunidades para novos projectos de transformação urbana, e nos quais é não só urgente, mas também ainda possível intervir.
  • 3 SLIDE Também na questão da abordagem ao “vazio” se faz sentir a diferença entre estes o modelo de cidade tradicional e o urbano extensivo: enquanto que na primeira esta abordagem é feita a partir do “negativo” do espaço construído, tido quase sempre como o espaço público formalmente definido – praças, passeios, jardins – na cidade extensiva a enorme porção de território não construído corresponde a uma grande diversidade de tipologias de “vazios” de acordo com as suas utilizações e vivências: desde as áreas intersticiais, que perderam coerência no sistema em que se inseriam devido à pressão dos espaços urbanos ou da criação de infra-estruturas, aos corredores verdes remanescentes com qualidades paisagísticas e ecológicas, e ainda aos seus segmentos, resultando num mosaico que caracteriza a complexidade da paisagem. É por isso essencial iniciar a abordagem à cidade extensiva pela análise dos “vazios”, tendo em conta a sua preponderância nestes territórios, a importância que detêm na sua caracterização e identidade e na sua inevitável permanência, dando sentido a estes espaços não construídos. Questionamos assim a existência de vazios, enquanto vácuos, no tecido urbano. Consideramos que qualquer componente deste tecido tem, ou já teve, algum sentido: é o resultado de um processo, tem uma génese, uma raiz.
  • 4 SLIDE Sendo este território uma área de difícil legibilidade importa identificar os seus elementos estruturantes a partir das suas características; importa igualmente identificar as necessidades e as oportunidades que se apresentam. As ideias subjacentes a este processo de intervenção são: preencher tecidos e vazios, sendo que este preenchimento não significa estritamente construir e ocupar, mas também dar um uso; completar malhas, redes e ligações; e configurar os espaços urbanos a partir das estruturas existentes, dando-lhes maior legibilidade.
  • 5 SLIDE É neste processo que as diversas tipologias de “vazios” são identificadas a partir da síntese de diversos temas: sistema de mobilidade e acessibilidade, sistema ambiental, caracterização tipo-morfológica e funcional, resultando na identificação de áreas de potencial transformação. Os “vazios” urbanos podem configurar oportunidades de nível local ou de abrangência territorial alargada, adequadas às suas características intrínsecas e correspondentes vocações: espaços naturais, lúdicos, culturais, e áreas de expansão.
  • 6 SLIDE Nesta comunicação vamos apresentar o caso de estudo da área do Canidelo, em Vila Nova de Gaia. Balizada a Norte pelo Rio Douro, a Oeste pelo Oceano Atlântico e a Este pela VCI em direcção à Ponte da Arrábida, o desenvolvimento da área tem sido bastante heterogéneo, assistindo-se a grandes disparidades entre o tratamento da orla marítima, potenciado com a implementação no terreno do Programa Polis, e a área mais interior, que mantém um processo de desenvolvimento muito espontâneo.
  • 7 SLIDE Ao nível da rede viária arterial, é de referir o IC23, ou VCI, que liga o Porto a Gaia na continuação da auto-estrada Porto-Lisboa. A rede secundária é constituída por uma malha correspondente às antigas estradas que têm estruturado o crescimento do concelho, como é o caso da Rua da Bélgica. No entanto, verifica-se alguma falta de articulação entre estes dois níveis da rede viária, agravada por conflitos devido à falta de hierarquização viária e à inadequação do perfil das vias da rede secundária às funções que desempenham.
  • 8 SLIDE Estes conflitos têm vindo a agravar-se face ao aumento da procura da faixa marginal atlântica e fluvial, associada sobretudo à função de lazer na sequência das intervenções de carácter extensivo nas orlas costeira e fluvial realizadas recentemente por programas de âmbito nacional e concelhio, mas sem preocupações de articulação desta Via Panorâmica com a restante malha viária.
  • 9 SLIDE A rede secundária será complementada por novas Vias de Ligação (VL’s) que suportarão o tráfego intra-concelhio e a distribuição do tráfego metropolitano. A construção destas vias configura uma oportunidade não só de estruturação da rede viária mas do próprio território.
  • 10 SLIDE A área apresenta uma grande variedade tipológica de espaços naturais: orla costeira, estuário e margens do Rio Douro, ribeiras, seus leitos de cheia e foz, o promontório da Seca do Bacalhau, e a pedreira, configurando um possível processo de reconversão.
  • 11 SLIDE Na paisagem cultural evidenciam-se as quintas, as ruínas das indústrias conserveiras, o núcleo piscatório da Afurada e grandes massas verdes associadas a práticas agrícolas e ao sistema húmido. Estas unidades apresentam-se como fragmentos no interior da malha, com um perfil variado: do estrangulamento entre dois quintais até à extensão entre duas vias opostas do mesmo quarteirão.
  • 12 SLIDE É de salientar o efeito positivo de grandes projectos extensivos infra-estruturais recentes da responsabilidade da autarquia e do Programa Polis, melhorando o estado ambiental e o desenho do espaço público: a conclusão da rede de saneamento, a despoluição das ribeiras, praias e sua requalificação, a construção do Interceptor Marginal do Rio Douro associado ao reperfilamento da marginal fluvial.
  • 13 SLIDE Trata-se de um território heterogéneo, resultante de um processo espontâneo de urbanização difusa de matriz rural, marcada por uma forte parcelarização da propriedade. O padrão de crescimento caracteriza-se pela densificação do povoamento disperso, que ocorreu com especial incidência ao longo das estradas e caminhos principais, e onde predomina a ocupação urbana de baixa densidade. As áreas de maior densidade construtiva localizam-se junto aos nós da rede arterial, na Arrábida e nas Devesas, onde predomina o comércio em grandes superfícies e serviços especializados de nível metropolitano, e uma maior concentração de edifícios multifamiliares. Este fenómeno também se está a acentuar em toda a frente marítima. Este território caracteriza-se também pela reminiscência de grandes parcelas, normalmente decadentes. Numas, ditas emergentes, encontram-se a decorrer operações urbanísticas relevantes; as outras permanecem expectantes quanto ao seu futuro. Existem ainda diversas estruturas construídas, cujo abandono levou a um adiantado estado de degradação mas que mantêm algum interesse do ponto de vista da identidade cultural da área. Tanto estas estruturas como as parcelas referidas anteriormente poderão ser fundamentais para o acolhimento de operações urbanísticas e actividades de referência, contribuindo para a criação de condições de suporte à vivência qualificada deste território.
  • 14 SLIDE Ao mesmo tempo importa identificar as polaridades locais existentes, caracterizadas pela concentração de actividades e outros elementos relevantes em termos de referências do local, como espaços urbanos tratados, equipamentos colectivos, imóveis de interesse histórico/cultural, e outros, identificando zonas de intervenção que possibilitem o reforço da identidade local.
  • 15 SLIDE Depois de fazer o diagnóstico das dinâmicas em curso, tipificando os vazios e a sua vocação, são identificadas oportunidades de actuação combinando processos de carácter intensivo e extensivo em dois tempos: um tempo curto, relativo ao desenho e construção do sistema de espaços colectivos e à sua importância para a reestruturação da área; e um tempo longo, com a definição de critérios para a transformação e desenvolvimento da área mais alargada onde se inserem. São propostas duas dimensões para esta estratégia: uma de nível local, com o objectivo de melhorar as condições de vivência urbana, e outra de nível metropolitano, visando aumentar a visibilidade e atractividade desta área. O desenvolvimento de sinergias entre estas dimensões e a sua integração no território serão assegurados através da constituição de redes estruturantes de suporte. Os elementos estruturantes da actuação foram sistematizados em duas grandes categorias: programas extensivos e programas intensivos. A partir destas são feitas propostas de intervenção, concretizadas em directrizes que poderão orientar um processo de intervenção em tempos diferenciados, permitindo a gestão das incertezas e oportunidades. Assim, algumas destas propostas terão mais um carácter de simulação ou cenário, enquanto que outras poderão estabelecer critérios para a actuação.
  • 16 SLIDE A proposta vai no sentido de articular as redes estruturantes do sistema ambiental e do sistema de mobilidade e acessibilidade, contribuindo para uma melhor integração entre estas, o território e as actividades. Esta articulação deve privilegiar a relação entre a faixa marginal e o interior da área em estudo, ligando a VP e a VL, e seria estabelecida essencialmente através do tratamento do espaço público, dotando-as de um desenho que contribua para a melhoria da legibilidade do território de forma extensiva. Em simultâneo propõe-se a implementação de percursos lúdicos para reforçar a ligação entre estas vias estruturantes. Estes corredores poderiam ainda contribuir para o reforço das polaridades de nível local, quer através do tratamento do espaço público, quer fazendo a articulação entre as referências simbólicas e identitárias que pontuam o território, valorizando-as.
  • 17 SLIDE Pretende tirar-se partido dos elementos naturais ainda existentes e utilizar os interstícios permeáveis como base para a criação de corredores verdes estruturantes, articulados com o sistema de espaços urbanos. Esta rede de espaços verdes deverá contribuir para a valorização de pontos de interesse e referências simbólicas e servir como enquadramento à rede lúdica. Estes corredores poderão assumir a forma de áreas renaturalizadas, como é o caso das envolventes das linhas de água, mas também poderão ter um carácter mais urbano, como ruas com arborização.
  • 18 SLIDE As áreas expectantes desencadeadas pela construção da VL correspondem a vazios urbanos, espaços residuais e novas frentes de urbanização. São áreas de dimensão considerável que permitirão o preenchimento do tecido urbano através de operações de urbanização para as quais se definem princípios conducentes à sua valorização e compatibilização com as pré-existências e com os valores ambientais. Para cada uma delas são definidos termos de referência para a sua ocupação, onde são identificados os elementos a valorizar e a preservar, viabilizando ainda a construção da rede estruturante na qual se apoia a proposta de intervenção, nomeadamente quando se trata da passagem de corredores verdes e percursos lúdicos.
  • 19 SLIDE Associadas à VP encontram-se também áreas expectantes que se encontram em forte pressão devido à capacidade de atracção da frente de água. Para a Faixa urbanizável marginal: importa estabelecer critérios que assegurem a sua qualificação: – promoção da multifuncionalidade, que poderá associar as actividades habitar e lazer; – assegurar a relação entre a marginal e a frente edificada, definindo alinhamentos e critérios para as áreas de cedência resultantes de operações urbanísticas; – criação de áreas de articulação entre a marginal e os outros percursos lúdicos, com áreas de recepção à praia servidas por pequenos equipamentos de apoio e criação de ritmos na ocupação desta faixa. Por outro lado, as ruínas da indústria conserveira poderão ser objecto de operação urbanística contemplando a reabilitação paisagística da encosta, albergando um programa multifuncional, integrando as novas construções com as estruturas existentes adaptadas a novos programas ligados à prestação de serviços a empresas, aproveitando a proximidade ao núcleos de actividades empresariais de nível direccional existentes no nó da Arrábida.
  • 20 SLIDE seca do bacalhau: pólo lúdico / turístico de âmbito metropolitano, associando as temáticas turismo e saúde, e aproveitando a sua localização privilegiada na proximidade do mar, do estuário do Rio Douro, e do parque urbano proposto para o Vale de S. Paio. Poderá ter uma dimensão de apoio às actividades de nível metropolitano existentes no nó da Arrábida, mas sem deixar de ser aberto à utilização colectiva. Para tal, poderão existir dentro da parcela áreas mais reservadas para actividades específicas, e outras de acesso livre. O programa poderá ser uma combinação dos seguintes elementos: – anfiteatro ao ar livre; – café / restaurante / esplanada; – health-club; – hotel /spa – espaços para realização de encontros de negócios / centro de congressos.
  • 21 SLIDE quinta marques gomes: detém características para albergar um programa mais fechado de âmbito metropolitano, como um pólo tecnológico ou de investigação. No entanto, poderá também incluir uma vertente mais aberta, que permita o usufruto da casa (a recuperar) e da área verde envolvente. Esta vertente poderá ser mais didáctica e dedicada à divulgação científica, podendo articular-se com programas escolares do tipo «Ciência Viva». Assim, poderão equacionar-se os seguintes programas: – pólo de investigação científica / tecnológica; – programa didáctico / de divulgação / núcleo museológico; – parque verde de acesso controlado; – café / restaurante / esplanada; – livraria especializada.
  • 22 SLIDE pedreira: e spaço ambiental e paisagisticamente degradado de grande dimensão. Poderá albergar um programa multiusos de âmbito metropolitano, vocacionado para o desporto, lazer e realização de eventos. O programa a implementar deverá tirar partido das condições físicas excepcionais da parcela, transformando um handicap numa potencialidade, e aproveitar a proximidade das zonas envolventes com interesse ambiental e cultural, articulando-se com a rede lúdica. Poderá integrar a rede de equipamentos metropolitanos, aproveitando a localização próxima à VL, em articulação com a rede arterial. Deverão ser seguidos critérios de reabilitação paisagística que permitam a flexibilidade da sua utilização.
  • 23 SLIDE casa do fojo: imóvel classificado, correspondente à antiga casa de uma quinta. A sua preservação é indissociável da manutenção do conjunto da quinta, pelo que é necessário promover a sua conservação. Esta poderá ser conseguida com o recurso a parcerias público / privado, permitindo simultaneamente o acesso público condicionado. Poderá assim também integrar-se na rede lúdica proposta.
  • 24 SLIDE Face ao território que se nos apresenta, intervir nos vazios analisando-os apenas dentro dos seus estritos limites é redutor, correndo-se o risco de criar ilhas ou enquistamentos no tecido urbano e desperdiçando as oportunidades oferecidas quer pelo território quer por factores externos a este. Torna-se essencial delinear uma estratégia que defina como prioridade a intervenção nas redes estruturantes dos sistemas a desenvolver e a integrar, suportando a programação e a ocupação do vazio. Deixamo-vos com uma síntese do modelo proposto, nas suas diferentes vertentes, cuja sobreposição define uma visão para o que poderá vir a ser esta área: um território multifuncional onde as actividades (habitar, trabalhar, lazer) se integram num contexto territorial alargado, a metapolis para onde tende o urbano.
  • Oportunidades de Intervenção na Cidade Extensiva

    1. 1. seminário de estudos urbanos - vazios úteis 2007 | francisca magalhães | patrícia strecht | teresa corujo oportunidades de intervenção na cidade extensiva
    2. 2. o urbano extensivo heterogéneo incompleto diversificado dinâmico sem legibilidade sem hierarquia território extensivo território de oportunidades cartografia cedida pela GAIURBE E.M.
    3. 3. seminário espaços urbanos - vazios úteis 2007 | francisca magalhães | patrícia strecht | teresa corujo vazios ortofotomapa cedido pela GAIURBE E.M.
    4. 4. metodologia qualificação extensiva necessidades oportunidades características periferia sistemas - mobilidade e acessibilidade - ambiental - morfológico-funcional VLs expectantes emergentes preencher completar configurar tecidos malhas e redes espaços urbanos
    5. 5. interpretação do território identificar vazios vocação sistemas: mobilidade e acessibilidade + ambiental + morfológico-funcional natural lúdica cultural expansão urbana
    6. 6. localização oceano atlântico rio douro canidelo ponte arrábida IC23 porto gaia
    7. 7. rede arterial sistema de mobilidade e acessibilidade vias estruturantes rua da bélgica
    8. 8. via panorâmica (VP) sistema de mobilidade e acessibilidade
    9. 9. estruturantes previstas - VLs sistema de mobilidade e acessibilidade
    10. 10. paisagem natural seca do bacalhau pedreira sistema húmido sistema lúdico e ambiental
    11. 11. paisagem cultural quintas indústria conserveira afurada sistema lúdico e ambiental igrejas e capelas
    12. 12. programa polis paisagem lúdica marginal marítima marginal fluvial sistema lúdico e ambiental
    13. 13. caracterização morfo-tipológica e funcional alta densidade predominantemente multifamiliar baixa densidade predominantemente unifamiliar núcleos rurais
    14. 14. polaridades nível metropolitano nível local caracterização morfo-tipológica e funcional núcleos de polaridade
    15. 15. modelo de intervenção oportunidades prioridades de intervenção níveis de influência programas intensivos áreas de transformação áreas de expansão programas extensivos redes corredores verdes gestão continuada actuação prioritária identificar vazios vocação sistemas: mobilidade e acessibilidade + ambiental + morfológico-funcional
    16. 16. integração das redes via panorâmica VL percursos lúdicos programas extensivos
    17. 17. programas extensivos corredores verdes
    18. 18. novas frentes urbanização VL programas intensivos
    19. 19. áreas expansão VP programas intensivos faixa urbanizável indústria conserveira assegurar a qualificação: – multifuncionalidade: habitar e lazer – critérios p/ as áreas de cedência – articulação marginal / percursos lúdicos programa multifuncional: – integração de novas construções com estruturas existentes – prestação de serviços a empresas fonte: IGEO indústria conserveira faixa urbanizável
    20. 20. programas intensivos áreas de transformação seca do bacalhau pólo lúdico / turístico de âmbito metropolitano: – turismo – saúde vista para a cidade do porto seca do bacalhau
    21. 21. programas intensivos áreas de transformação quinta marques gomes pólo tecnológico ou de investigação de âmbito metropolitano: – programa didáctico / divulgação / museu – parque verde de acesso controlado – café / restaurante / esplanada – livraria especializada
    22. 22. programas intensivos áreas de transformação pedreira programa multiusos de âmbito metropolitano: – desporto – lazer – realização de eventos fonte: IGEO
    23. 23. programas intensivos áreas de transformação casa do fojo conservação e integração na rede lúdica proposta: – recurso a parcerias público / privado – acesso público condicionado fonte: IGEO
    24. 24. cartografia cedida pela GAIURBE E.M.
    25. 25. cartografia cedida pela GAIURBE E.M. requalificação do sistema ambiental corredores verdes
    26. 26. requalificação do sistema ambiental corredores verdes reestruturação da rede viária VL cartografia cedida pela GAIURBE E.M.
    27. 27. requalificação do sistema ambiental corredores verdes reestruturação da rede viária VL + VP cartografia cedida pela GAIURBE E.M.
    28. 28. requalificação do sistema ambiental corredores verdes reestruturação da rede viária VL + VP + fecho da malha cartografia cedida pela GAIURBE E.M.
    29. 29. requalificação do sistema ambiental corredores verdes reestruturação da rede viária VL + VP + fecho da malha integração das redes percursos lúdicos cartografia cedida pela GAIURBE E.M.
    30. 30. requalificação do sistema ambiental corredores verdes reestruturação da rede viária VL + VP + fecho da malha integração das redes percursos lúdicos reforço das polaridades cartografia cedida pela GAIURBE E.M.
    31. 31. requalificação do sistema ambiental corredores verdes reestruturação da rede viária VL + VP + fecho da malha integração das redes percursos lúdicos reforço das polaridades cenários multiusos investigação turismo património cartografia cedida pela GAIURBE E.M.
    32. 32. cartografia cedida pela GAIURBE E.M. requalificação do sistema ambiental corredores verdes reestruturação da rede viária VL + VP + fecho da malha integração das redes percursos lúdicos reforço das polaridades cenários áreas de expansão

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